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montagem de cozinha IKEA
-No dia 9/7/2026 encomendei e paguei uma cozinha IKEA, bem como a repectiva montagem. - A cozinha foi entregue dia 7 de Agosto. _ A montagem foi agendada para dia 21 de Agosto. - Dia 21 de Agosto compareceram dois indivíduos para fazer a montagem. - Quando começaram a furar a parede, para montagem das calhas superiores, por incompetência abriram demasiado os buracos; usaram a broca demasiado inclinada e com demasiada velocidade: Informaram que não iriam prosseguir, que eu teria que mandar colocar buchas químicas uma vez que a Ikea não colocava buchas químicas; informaram ainda que a ikea me iria contactar para fazer o agendamento. - Apesar de discordar, no dia seguinte, paguei a um particular, a colocação das calhas com as tais buchas. - Como não havia qq contacto da IKEA,no dia 28 de agosto,dirigi-me ao apoio ao cliente, anexei uma fotografia do trabalho já feito e solicitei o reagendamento da montagem. Não recebi qq feed-back. _ Dia 10 de Setembro fui novamente ao apoio ao cliente e nada... -Dia 16 de Setembro volto ao apoio ao cliente, no balcão IKEA e depois de vários telefonemas da empregada que me atendeu , consegui falar com alguém da secção de montagem, que me informou que iriam montar acozinha dia 3 de Novembro!!! - Este prazo, demasiado dilatado, não deveria ser encurtado, uma vez que a montagem está integramente paga desde o dia 7 de Julho? _A IKEA assume o pagamento do prejuízo de não utilização da cozinha neste período? _ No mínimo , deveriam antecipar a a montagem da cozinha, para o inicio de outubro!
Cozinha com instalação incompleta, múltiplos erros de instalação, recusa em agendar nova instalação
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra o IKEA Portugal devido a um grave incumprimento contratual, prestação de serviço defeituosa (Instalação Premium) e criação de uma situação de risco para a integridade física de um menor. O processo diz respeito ao contrato/encomenda n.º 9750082, cujo valor global ascende a cerca de 12.500 euros. Contratei o serviço global do IKEA (Móveis + Instalação Premium a 109€/metro linear + Bancada em Pedra). Fui expressamente aconselhada a adquirir os eletrodomésticos da marca sob o argumento de que a instalação seria mais fácil e integrada, o que não se verificou. A instalação ocorreu entre os dias 14/09 e 16/09 de 2026, tendo resultado em múltiplas e graves desconformidades: 1. Destruição de Material e Alteração Arbitrária: Por erro de medição da equipa técnica (a mesma que fez a Verificação de Medidas, apesar do meu pedido em loja para a alteração da equipa), os técnicos aperceberam-se de que falharam as dimensões dos painéis laterais. Em vez de pararem o trabalho para retificar com os móveis corretos ou procurarem um consenso connosco, decidiram cortar e danificar arbitrariamente os módulos de canto superiores, inutilizando as respetivas portas. Só depois admitiram que teriam de encomendar novos móveis porque a nível de medidas seria impossível reduzir as gavetas inferiores. 2. Erro no Móvel do Exaustor: O IKEA não enviou o móvel adequado para o exaustor contratado. Para tentar contornar a falha, os técnicos cortaram e adaptaram um móvel Metod normal, deixando o resultado final muito aquém das expectativas, sem a arrumação e prateleiras contratadas, e com o tubo de exaustão totalmente exposto. 3. Má-Fé e Ocultação de Erros: Como ato de manifesta má-fé, os técnicos descartaram no lixo da via pública um painel Havstorp pago por mim, alegando falsamente "defeito de fábrica". Recuperámos o painel no lixo e constatámos que estava em perfeito estado, tendo sido cortado incorretamente e deitado fora numa alegada tentativa de encobrir o erro de manuseamento, tentando imputar-me o custo de nova mercadoria. 4. Acabamentos Premium Defeituosos: Os painéis de enchimento (pagos a valor Premium para ficarem alinhados à face das portas) apresentam profundidades desalinhadas. Adicionalmente, os técnicos cortaram os rodapés da ilha curtos demais. Desta forma, quando a cascata de pedra for aplicada, ficará visível um buraco inaceitável entre o rodapé e a pedra. Nos termos do Artigo 9.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, existe falta de conformidade quando esta resulte de uma instalação incorreta sob responsabilidade do profissional. O Artigo 18.º estipula que a reposição da conformidade deve ser efetuada gratuitamente e "sem grave inconveniente para o consumidor". Propor o dia 24/11/2026 (mais de 2 meses de espera) viola flagrantemente a lei pelos seguintes motivos urgentes: • SITUAÇÃO DE FALTA DE SEGURANÇA (BEBÉ DE 1 ANO): Habita na casa um bebé de 1 ano. Foram deixadas estruturas instáveis, painéis soltos e zonas sem rodapé com perigo de entalamento. Mais grave ainda: a máquina de lavar loiça de encastre (que foi entregue amolgada e cuja recolha e reembolso de 659€ já solicitei ao abrigo do Artigo 15.º do DL 84/2021) foi deixada solta e sem qualquer proteção. Se a porta for aberta, a máquina tem alto risco de tombar sobre o meu filho. O IKEA fica formalmente notificado deste risco, sendo civil e criminalmente responsável por qualquer sinistro. • BLOQUEIO DA INSTALAÇÃO DA BANCADA DE PEDRA: O serviço de verificação de medidas para a pedra está agendado e pago ao IKEA para o dia 6 de outubro de 2026. O vosso atraso na retificação da instalação dos móveis impede que esta medição avance, paralisando todo o processo de conclusão da cozinha. Na qualidade de subscritora da DECO PROTESTE, informo que o caso já se encontra entregue ao respetivo departamento jurídico para mediação de conflito. Face ao exposto, recuso terminantemente receber a mesma equipa técnica na minha habitação. Exijo a marcação urgente de uma nova equipa qualificada, com uma calendarização imediata e prioritária para resolver todas as desconformidades, bem como o devido processamento do reembolso do eletrodoméstico danificado.
Ikea não muda
Temos de começar a falar do que realmente se passa dentro da IKEA Portugal. Há colaboradores e ex-colaboradores que falam de assédio, perseguição, pressão, medo, abuso de poder, favoritismo e pessoas que foram tratadas de forma injusta simplesmente por terem entrado em conflito com determinadas chefias ou por terem levantado problemas. E isto não pode continuar a ser tratado como se fossem apenas "queixas de colaboradores". Há casos concretos . Por exemplo, o caso da Maria, da IKEA Food, que, segundo os relatos, viu o seu posto e responsabilidades serem reduzidos. Em vez de sentir apoio, terá sentido cada vez mais pressão e que a culpa era dela., Adirecao, Service Office e People and Culture fizeram pressão e perseguicão. Também existem relatos sobre a pressão exercida por pessoas ligadas ao People & Culture e ao Service Office, fazendo colaboradores sentirem-se mal, culpados e responsáveis pelos problemas que estavam a denunciar. E a Maria não é a única. A Inês, a Carla, a Sandra e muitos outros colaboradores e ex-colaboradores relatam situações que lhes causaram sofrimento e que ainda hoje têm consequências para eles. Há pessoas que foram silenciadas. Há pessoas que deixaram de falar porque perceberam que falar podia trazer problemas. Há pessoas que dizem ter sido pressionadas a assinar cartas de rescisão ou a sair da empresa, porque sentiam que, se não aceitassem, a sua vida dentro da IKEA iria tornar-se impossível. Também existem relatos envolvendo chefias como Bruno Nabias, João Ventura, Ivo, Sergio Botelho e outras pessoas em posições de responsabilidade. Segundo colaboradores e ex-colaboradores, algumas destas chefias terão contribuído para situações de pressão, perseguição e desgaste, com o conhecimento ou apoio de outras estruturas da empresa. Não pode ser sempre o colaborador a ser considerado o problema. Não pode ser sempre a chefia a ser protegida. Não pode ser sempre o colaborador a sair, enquanto quem está no poder continua no mesmo lugar. É preciso ouvir pessoas como Maria, Inês, Carla, Sandra e tantos outros que dizem ter passado por situações semelhantes. E é preciso ouvir essas pessoas sem as colocar frente a frente com as chefias de quem têm medo. A IKEA fala muitas vezes de valores, respeito, igualdade e de criar um bom ambiente de trabalho. Então esses valores também têm de existir quando um colaborador denuncia uma chefia. Não podemos ter uma IKEA bonita por fora e colaboradores com medo por dentro. Também está na altura de questionar o papel de Bárbara Graf, Lélia Pontes, People & Culture, Service Office e das chefias envolvidas nestes casos. Chegou o momento de mudar. Porque ninguém deveria ter medo de ir trabalhar. Ninguém deveria ser perseguido por falar. Ninguém deveria perder responsabilidades por levantar a voz e ter medo de ser sindicalizado, pois a Ikea não deixa os sindicatos entrarem.
Algo que Ikea não quer mudar
Temos de começar a falar do que realmente se passa dentro da IKEA Portugal. Há colaboradores e ex-colaboradores que falam de assédio, perseguição, pressão, medo, abuso de poder, favoritismo e pessoas que foram tratadas de forma injusta simplesmente por terem entrado em conflito com determinadas chefias ou por terem levantado problemas. E isto não pode continuar a ser tratado como se fossem apenas "queixas de colaboradores". Há casos concretos . Por exemplo, o caso da Maria, da IKEA Food, que, segundo os relatos, viu o seu posto e responsabilidades serem reduzidos. Em vez de sentir apoio, terá sentido cada vez mais pressão e que a culpa era dela., Adirecao, Service Office e People and Culture fizeram pressão e perseguicão. Também existem relatos sobre a pressão exercida por pessoas ligadas ao People & Culture e ao Service Office, fazendo colaboradores sentirem-se mal, culpados e responsáveis pelos problemas que estavam a denunciar. E a Maria não é a única. A Inês, a Carla, a Sandra e muitos outros colaboradores e ex-colaboradores relatam situações que lhes causaram sofrimento e que ainda hoje têm consequências para eles. Há pessoas que foram silenciadas. Há pessoas que deixaram de falar porque perceberam que falar podia trazer problemas. Há pessoas que dizem ter sido pressionadas a assinar cartas de rescisão ou a sair da empresa, porque sentiam que, se não aceitassem, a sua vida dentro da IKEA iria tornar-se impossível. Também existem relatos envolvendo chefias como Bruno Nabias, João Ventura, Ivo, Sergio Botelho e outras pessoas em posições de responsabilidade. Segundo colaboradores e ex-colaboradores, algumas destas chefias terão contribuído para situações de pressão, perseguição e desgaste, com o conhecimento ou apoio de outras estruturas da empresa. Não pode ser sempre o colaborador a ser considerado o problema. Não pode ser sempre a chefia a ser protegida. Não pode ser sempre o colaborador a sair, enquanto quem está no poder continua no mesmo lugar. É preciso ouvir pessoas como Maria, Inês, Carla, Sandra e tantos outros que dizem ter passado por situações semelhantes. E é preciso ouvir essas pessoas sem as colocar frente a frente com as chefias de quem têm medo. A IKEA fala muitas vezes de valores, respeito, igualdade e de criar um bom ambiente de trabalho. Então esses valores também têm de existir quando um colaborador denuncia uma chefia. Não podemos ter uma IKEA bonita por fora e colaboradores com medo por dentro. Também está na altura de questionar o papel de Bárbara Graf, Lélia Pontes, People & Culture, Service Office e das chefias envolvidas nestes casos. Chegou o momento de mudar. Porque ninguém deveria ter medo de ir trabalhar. Ninguém deveria ser perseguido por falar. Ninguém deveria perder responsabilidades por levantar a voz e ter medo de ser sindicalizado, pois a Ikea não deixa os sindicatos entrarem.
cada vez pior muito mau
Vão impor ás empresas para apagar todos os relatos verdadeiros e negativos sobre a ikea, pois preferem beneficiar os culpados pois assim eles defendem a empresa e negam tudo. É preocupante que, perante sucessivas denúncias de colaboradores, a IKEA continue a negar situações alegadamente relacionadas com assédio, perseguição, abuso de poder, humilhação, descredibilizacao dos colaboradores, avaliações injustas, favoritismo e conflitos de interesses. Depois pessoas da Ikea com cargos superiores que tem conduta impropria encontram-se Barbara Graf ( vejam as contas e os favorecimentos e o marido na Ikea, maltratar colaboradores, ameaçar, etc., Bruno (Logística) envolvimentos enfermeira, segurança, e mesmo depois de casado flertes que nega e engana, Narciso ate a mulher dele maltratava alem de andar a meter-se com muitas, Rui (Logística), Sandra Batista, Claudia (Logística), Jose Martins , Joao Ventura, Carla Pires, Jonny e a Team Leader de Caixas, bem como a atuação da responsável de Recursos Humanos. Existem alegações de que, em determinados casos, relações de amizade, proximidade pessoal ou relacionamentos entre chefias e colaboradores poderão ter influenciado avaliações, oportunidades, tratamento profissional e decisões internas. As alegações relativas a comportamentos inadequados, incluindo situações de flirt ou aproximações indesejadas, bem como eventuais situações de favorecimento e retaliação. Os departamentos de Logística, Customer Relations e IKEA Food são apontados por vários relatos como áreas onde existirá uma forte percepção de favoritismo e do chamado “fator C”, em detrimento de critérios objetivos e de igualdade de tratamento, as vagas em customer relations foram beneficiadas e ajudadas pela responsável de people and culture.
Pedido cancelado sem comunicação prévia – Falta de informação sobre prazo de levantamento
Exmos. Senhores, A 11/08/2026 adquiri uma mesa de jantar, da marca Morbylanga, pelo valor de 569€. O pagamento foi efetuado no momento. Recebi uma comunicação a informar-me de que o produto estava disponível para levantamento em loja. No entanto, essa comunicação foi recebida já após o horário de fecho da loja, pelo que não me foi possível proceder ao levantamento nesse dia. Fui de férias no dia seguinte e, durante esse período, não recebi qualquer informação de que o produto apenas seria mantido em loja durante 72 horas após a realização da compra, nem qualquer aviso relativamente a um eventual prazo limite para o seu levantamento. Também não recebi tal informação durante o momento da compra, feita através da app. Quando regressei de férias e me dirigi hoje à loja para levantar o produto, fui informado de que já não seria possível fazê-lo e que a encomenda teria sido objeto de um reembolso. O que considero particularmente problemático é o facto de não ter recebido, em nenhum ponto do processo, qualquer comunicação a informar-me de que: - a encomenda seria cancelada caso não fosse levantada no prazo de 72 horas; - o prazo de levantamento estava prestes a expirar; - a encomenda tinha sido cancelada; ou - que o valor da compra tinha sido reembolsado. Desde então, não recebi qualquer comunicação adicional relativamente a esta situação. Inclusive, a fatura não contém qualquer indicação sobre este prazo de 72 horas ou sobre um potencial cancelamento da encomenda. Se tivesse sido informado, naturalmente pediria a alguém que levantasse o produto, de forma a não perder a promoção que me convenceu a fazer a compra. Além disso, na própria aplicação, o pedido continua a aparecer como “Completed”, não havendo qualquer indicação de que tenha sido cancelado ou reembolsado. Assim, solicito, por favor, tendo em conta as circunstâncias acima descritas, que honrem a promoção aplicada à compra original e me permitam adquirir a mesa pelo mesmo valor promocional a que a encomendei inicialmente. Compreendo que, entretanto, possa já ter sido emitida uma nota de crédito relativamente ao pagamento inicial. No entanto, considero que isso não deverá impedir a resolução da situação, podendo, se necessário, ser efetuado um novo pagamento pelo valor promocional originalmente acordado, ou encontrada outra solução equivalente que me permita adquirir a mesa nas mesmas condições da compra inicial. Não considero razoável que, por uma questão de falta de comunicação relativamente ao prazo de levantamento e ao posterior cancelamento da encomenda, eu perca o benefício da promoção que estava em vigor no momento em que efetuei a compra. Assim, agradeço que analisem a situação e confirmem de que forma podemos proceder.
Encomenda reagendada 4 vezes e não recebida em grande parte
A 29.07.2026 adquiri através da IKEA online vários móveis no valor de 3050,00 € e 537,97 € para a entrega e montagem. Paguei nesse momento um total de 3597,93 €, 3050,00 € com Cartões-Presente e 537,97 € com o meu cartão de crédito. E nesse dia foi acordada a entrega de tudo e a montagem dos móveis da casa de banho para dia 7 de agosto de manhã. Estava de férias e vim de propósito. No dia 7 de manhã não vieram. Telefonei à IKEA a reclamar e disseram-me que fariam a entrega de tarde. Esperei o dia todo em vão. No fim da tarde recebi uma mensagem a dizer que a entrega tinha falhado. Telefonei e disseram-me que só poderiam fazer a entrega no dia 14 de agosto. No dia 14 esperei e qual foi o meu espanto quando me entregaram mercadoria apenas no valor de 459,97 €. No chat da IKEA comuniquei o acontecido e avisei que tinham marcada a entrega para todo o dia; responderam-me que o resto da minha encomenda só poderia ser entregue no dia 19. Insisti para uma solução no mesmo ou no dia seguinte e pedi para falar com a direção da Ikea. Quando finalmente me ligaram, tive de esperar mais 21 minutos ao telefone até que o supervisor me falasse, para dizer que lamentava e garantir que a entrega seria no dia 19. No dia 19 voltaram a falhar a pela terceira vez; propõe como quarto reagendamento 26 de agosto. Esta situação é completamente inaceitável. Infelizmente fiz a compra IKEA através dos cartões-presente que a DecoPROteste põe à disposição dos seus subscritores. A Ikea propõe-me a devolução da compra não recebida com cartões-presente, no valor de 3 072,29 EUR, o que me obrigaria a voltar a fazer compras na IKEA desse valor. Não me devolveria os 459,97 € da mercadoria já recebida, que não me serve para nada pois que são elementos da outra encomenda, salvo 3 excepções. Disseram-me que eu posso pedir a devolução dessa parte pagando o transporte. Tudo isto é inaceitável. Proponho que me paguem o transporte organizado por mim e que seria de 255€+IVA da Ikea de Alfragide até minha casa. Se for da Ikea de Loures seria talvez um pouco mais. Mas não aceitaram dizendo que primeiro pago e depois peço à Ikea e eles irão decidir. Peço uma indemnização por todo os inconvenientes causados, 2 dias e meio à espera em vão, sem móveis e com a minha agenda completamente modificada, não cumprimento reiterado do contrato estabelecido. Peço a restituição do montante integral da minha compra em dinheiro ou e-banking e que eles venham buscar a parte já entregue. Em alternativa, que possam assumir o pagamento da entrega através da empresa que contactei, e que me indemnizem pelo tempo perdido e pelo não cumprimento do contrato.
ENCOMENDA REAGENDADA 3 VEZES E AINDA NÃO RECEBIDA INTEGRALMENTE
Exmos. Senhores, A 29 de julho de 2026 adquiri através da plataforma IKEA online vários móveis no valor de 3597,93 €: um sofá JÄTTEBO, uma mesa ROSENTORP e 4 cadeiras KRYLBO para a sala de jantar, 1 mesa e 2 cadeiras NÄMMARÖ para a varanda, 6 estantes BILLY-OXBERG para os livros, 1 armário com espelho para a casa de banho LETTAN, um armário de casa de banho ENHET, um candeeiro MUSIK e mais uns pequenos objetos. O pagamento foi efetuado no momento. Paguei 3 050,00 € com Cartões-Presente por esses bens e 537,97 € com o meu cartão de crédito pela entrega e montagem. Conforme fatura-recibo, no dia 29 de julho foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada no dia 7 de agosto das 9 às 13 horas, assim como a montagem dos móveis da casa de banho. Estava de férias e vim de propósito para casa para receber a encomenda e assistir à montagem dos móveis. Contudo, no dia 7 de manhã não vieram. Telefonei à IKEA a reclamar e o senhor que me atendeu disse-me que eu deveria esperar pela entrega da parte da tarde. Esperei assim o dia inteiro, mas não vieram e só no fim da tarde recebi uma mensagem a dizer que a entrega não tinha sido feita. Telefonei outra vez e o senhor com que falei disse-me que só poderia voltar a fazer a entrega na sexta-feira seguinte, isto é dia 14 de agosto. E que desta vez a entrega seria certa, ia pedir para que eu fosse a primeira pessoa do dia a quem fariam a entrega. Hoje dia 14 esperei, antes do fim da manhã contactei a IKEA através do chat para ter algo de escrito. A senhora disse que ia investigar, entretanto recebi uma chamada da IKEA para uma entrega e fiquei muito contente. Qual foi o meu espanto quando me entregaram só a mesa e as duas cadeiras para a varanda NÄMMARÖ, o candeeiro MUSIK e as capas para o sofá JÄTTEBO assim como umas pequenas coisas: lâmpadas etc. Fizeram-me a entrega num valor de mercadoria de 459,97 € quando eu comprei móveis por 3 050,00 €. Ainda estava no chat com a senhora da IKEA e comuniquei-lhe o que tinha acontecido e avisei que tinham marcada a entrega durante o dia inteiro, mas ela disse-me que houve uma falha e que o resto da minha encomenda só poderia ser entregue no dia 19. Insisti para uma solução ainda hoje ou amanhã antes do agendamento da montagem dos moveis com o Tasker. Pedi para falar com a direção da Ikea. Quando finalmente me ligaram, o senhor fez-me esperar 21 minutos ao telefone, disse que lamentava, mas não arranjou nenhuma solução que respeitasse os compromissos que assumiram comigo. Acho esta situação completamente inaceitável, não pensam que as pessoas têm uma vida e compromissos, o nosso tempo não tem algum valor, trata-se de uma verdadeira falta de respeito e de profissionalismo. Infelizmente fiz a minha compra IKEA através dos cartões-presente que a DecoPROteste põe à disposição dos seus subscritores, através da plataforma DECO PROteste Descontos. As marcas parceiras, como a Ikea, oferecem poupanças, neste caso 6% nas compras IKEA. Nas condições está escrito que “o Cartão-Presente Ikea não pode ser devolvido ou reembolsado, exceto de acordo com os seus direitos legais. Em compras feitas usando o Cartão Presente IKEA, não serão aceites trocas por numerário.” A minha vontade é mesmo cancelar tudo e que me devolvam o dinheiro, mas parece que isso não é possível, ficaria com os mesmos cartões-presente que só poderia usar na IKEA. Evidentemente se soubesse que isto me poderia acontecer, teria feito as compras com os meus cartões de crédito e rescindido o contrato após a falha da entrega do dia 7 de agosto. Estou completamente desapontada com a Ikea e sinto-me amarrada a esta situação inesperada e experiência absurda. A Ikea tem o meu dinheiro e eu não tenho o que comprei e perdi dias inteiros. Será que a Ikea pode-me devolver o dinheiro, não os cartões-presente pois que não tenho a intenção de voltar a fazer compras na Ikea. Melhores cumprimentos, Ana Andrino Botelho
: os colaboradores merecem respeito, não vigilância e medo
IKEA: os colaboradores merecem respeito, não vigilância e medo Na IKEA, existem colaboradores que denunciam situações que, a serem confirmadas, são de extrema gravidade: assédio, pressão psicológica, perseguição, discriminação de colaboradores sindicalizados, dificuldades ou impedimentos ao exercício da atividade sindical e vigilância sobre colaboradores. Não estamos a falar de pequenos desacordos entre colaboradores e chefias. Quando alguém sente que está a ser perseguido por exercer os seus direitos, quando existem acusações ou denúncias dirigidas contra colaboradores e quando há a perceção de que os colaboradores estão a ser vigiados, estamos perante questões que merecem ser investigadas com toda a seriedade. É igualmente preocupante quando colaboradores que procuram defender os seus direitos ou os direitos dos seus colegas passam a ser vistos como um problema. O direito à organização sindical não pode ser encarado como uma ameaça. Um colaborador não pode ser prejudicado, pressionado ou perseguido por pertencer a um sindicato, por exercer atividade sindical ou por denunciar aquilo que considera injusto. Também é necessário questionar qualquer prática que possa criar um ambiente de medo entre os colaboradores. Se existem sistemas ou pessoas utilizados para observar comportamentos dos colaboradores, recolher informação sobre eles ou incentivar denúncias contra colegas, é legítimo perguntar qual é a finalidade desses mecanismos e quais são as garantias dadas aos colaboradores. Ikea vigie e ikea vai ao trustpilot., redes sociais ameaçar para retirar o que se fala de verdade sobre o Ikea, que nega . Uma empresa deve procurar resolver os problemas, e não silenciar quem os denuncia. E perante acusações de assédio ou perseguição, a resposta não pode ser simplesmente negar que alguma coisa aconteceu. É preciso ouvir os colaboradores e mudar a direcao e chefias. Não pode existir uma cultura em que a empresa esteja sempre certa e o colaborador esteja sempre errado. Se um colaborador denuncia uma situação, não deve passar automaticamente de denunciante a acusado. Se um colaborador pertence a um sindicato, não deve ser tratado como um problema. Se um colaborador defende um colega, não deve ser perseguido por isso. Se existem problemas dentro da empresa, devem ser enfrentados com transparência, diálogo e respeito pelos direitos de quem trabalha. A IKEA fala frequentemente de valores, respeito e responsabilidade. Esses valores devem aplicar-se também quando um colaborador questiona uma decisão, denuncia uma situação, exerce atividade sindical ou simplesmente diz que alguma coisa está errada. Uma empresa demonstra verdadeiramente o respeito pelos seus colaboradores não quando tudo corre bem, mas quando é confrontada com críticas, denúncias e colaboradores que exigem os seus direitos. A IKEA vai ao trustpilot para apagar as verdades que se falam da empresa, vai ás redes sociais para se pagar tudo, tem pessoas da segurança a vigiar e a acusar colaboradores... Por isso, as denúncias que existem devem ser levadas a serio. Não devem ser desvalorizadas. Não devem ser escondidas.
Cozinha incompleta
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente à cozinha que comprei em fevereiro e que, passados cerca de seis meses, continua por concluir. Na primeira montagem, a entrega veio incompleta por falta de material. Posteriormente, tive de pagar novamente uma deslocação para a equipa voltar e montar o que faltava. Mesmo assim, estamos em agosto e a cozinha continua sem estar pronta. Considero esta situação inadmissível, tanto pelo atraso como pelos custos e transtornos que me foram causados. Solicito uma resolução urgente, a conclusão da cozinha sem qualquer custo adicional e o reembolso do valor que tive de pagar pela deslocação adicional. Aguardo uma resposta concreta e uma solução definitiva com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Mara Encomenda 1584016202 Cumprimentos.
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