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ma conduta
Customer Relations, muitos colaboradores descrevem um ambiente de trabalho difícil e pouco saudável. Vários colaboradores afirmam que algumas chefias não conseguem separar as amizades do trabalho, o que acaba por influenciar decisões e criar favoritismos dentro das equipas. Vários colaboradores dizem que existem pessoas que recebem um tratamento diferente, com mais apoio, melhores avaliações, mais oportunidades de progressão e aumentos salariais superiores. Algumas colaboradoras passaram diretamente para a área de vendas e receberam sempre a avaliação máxima. Muitas das subidas para Team Leader aconteceram por fazerem parte do mesmo grupo de amizades e não apenas pelo capacidade. algumas colaboradoras favoritas são tratadas de forma diferente, sendo chamadas por diminutivos, recebendo mais apoio e tendo mais oportunidades do que outras. Promessas de progressão, enquanto outros sentem que não têm as mesmas oportunidades e são constantemente criticados e colocados á margem. Comportamentos e comentários considerados inadequados por parte de algumas chefias, existindo colaboradores que afirmam ter guardado registos de mensagens e situações que consideram demonstrar uma postura pouco correta . Teams leader subiram por fazerem parte do grupo de amigas e algumas tiveram vários envolvimentos e quebraram o código de conduta ao se envolverem com colaboradores e com seguranças e terem flirts na hora de trabalho. Comentários e atitudes inadequadas por parte de determinadas chefias, pressão constante e alegadas situações de assédio. Mensagens e outros registos no WhatsApp comprovar esses comportamentos, mas, segundo os relatos, quando estas situações são denunciadas acabam por ser negadas, escondidas ou desvalorizadas. As mesmas chefias permanecem há anos nas suas posições e existe a perceção de que são protegidas por pessoas próximas dentro da estrutura de People & Culture. Isto cria um sentimento de que as regras não são iguais para todos. São também apontadas diferenças de tratamento no dia a dia: enquanto um colaborador comum sente que é controlado e questionado por pequenas situações, como fazer uma pausa ou ir comer, alguns Team Leaders e Frontliners são vistos como tendo maior liberdade para fazer pausas prolongadas, sair para conversar ou permanecer em espaços de trabalho sem a mesma exigência, Front liners ficam na conversa pessoal, fazem pausas sem terem direito e tanto chefias como teams leader ficam a tratar no telemóvel de assuntos pessoais .Existem momentos em que certas chefias ou líderes de equipa passam tempo a comentar e criticar colegas, criando um ambiente negativo e de divisão dentro das equipas. Comportamentos pouco profissionais por parte de certas chefias, incluindo comentários inadequados, pressão constante e situações de assédio. Quando estas situações são denunciadas, são frequentemente desvalorizadas ou negadas, levando muitos colaboradores a acreditar que tudo é escondido e que as queixas acabam por não ter consequências. No dia a dia, muitos colaboradores sentem que as regras não são iguais para todos. Enquanto uns são constantemente controlados e questionados, outros parecem ter mais liberdade e menos exigência. Tudo isto tem criado um sentimento de injustiça, desmotivação e perda de confiança, levando muitos colaboradores a acreditar que as relações pessoais acabam por pesar mais do que o profissionalismo, a competência e a igualdade de tratamento.
mau comportamento
maus comportamentos Existência de alegados comportamentos inadequados por parte de determinadas chefias e teams leaders como Logística Bruno D, Rui, Sandra, Claúdia e outros departamentos onde Narciso, João V, Luís, Miguel A, como José M, como Ricardo etc. tinham e têm abordagens pessoais a colegas e a outras pessoas que prestavam serviço na empresa, como promotoras, seguranças e mesmo enfermeiras. Existido alegados envolvimentos pessoais entre algumas chefias e colaboradores de diferentes áreas, levantando dúvidas sobre o cumprimento das regras de conduta e da obrigação de manter um ambiente de trabalho profissional. O Bruno com a enfermeira, ah vão agora dizer não é mentira! estas situações são inadequadas e mesmo possíveis casos de assédio, pois estes chefes apesar de negarem foram vistos com algumas das pessoas alguns casadas, alguns deles também casados ou comprometidos, enviaram mensagens, redes sociais metiam-se com as promotoras e colegas. Apesar dos rumores e de algumas pessoas terem falado aos responsáveis superiores estas situações, tudo foi sempre negado, como é típico da empresa Ikea.
Encomenda com Falhas na Entrega e Cozinha Não Montada
Exmos. Senhores, No passado dia 18 de abril adquirimos balcões de cozinha no Ikea, encomenda com o número 1597147843, com agendamento de entrega para o dia 25/05 e montagem a dia 26/05. Na altura da entrega e montagem, foram desmontados os armários antigos, tendo estes sido levados para o aterro. No dia 25/06 apenas foi entregue uma parte dos artigos encomendados e pagos e a montagem foi cancelada. Ora, nessa altura já tinhamos solicitado a falta aos empregos para estarmos presentes em casa nas datas contratualizadas. Tendo recorrido presencialmente aos serviços pós venda, o reagendamento só foi feito para o dia 13 de julho, com os constrangimentos que isso acarretava, uma vez que parte da cozinha estava desmontada e sem possibilidade de utilização. Os artigos em falta para serem montados foram entregues apenas no dia 29 de maio por erro dos serviços de transporte do Ikea. No dia 5 de junho recorremos novamente ao serviço de planificação das cozinhas do Ikea para compra dos restantes móveis da cozinha e nessa altura conseguimos que a monatgem da 1ª parte da cozinha, que estava em falta desde 26/05 fosse agendada para o dia 12/06. Novamente faltámos ao trabalho para estarmos em casa no dia marcado. Porém, depois de decorrida a manhã em que não apareceu ninguém para fazer a montagem, resolvemos ligar para o Ikea para sabermos o que se passava. Na mesma altura a D.Patrícia Neto ligou-nos a confirmar que a equipa de montagem não viria nesse dia por estarem "doentes". Com isto passou quase um mês, gastámos tempo e dinheiro para contactarmos o Ikea, pelo telefone com horas de espera, e presencialmente, foram gastos 6 dias de trabalho, sendo que no caso da minha esposa, foi obrigada a desmarcar consultas e perder as remunerações desses dias. No dia dia 15/06 a equipa de montagem apresentou-se na nossa casa e verificou que a equipa de planificação e venda o IKEA tinha enviado artigos com as medidas incorretas, embora tenhamos pago 50 euros para um técnico especializado ter ido fazer as medições, que foram mal feitas, e não enviou 2 painéis que foram pedidos nas verificações feitas por esse técnico. Assim a cozinha continua sem ser montada. Tendo mais uma vez tido de nos deslocar ao IKEA de Alfragide (desde a margem sul) os serviços informaram que só podiam agendar a entrega (troca) dos artigos, a entrega dos artigos em falta e a montagem no dia 7 de julho. Isso implica que toda a casa e principalmente a cozinha está inutilizável desde abril e serão perdidos 6 dias de trabalho à espera dos serviços do IKEA que nunca chegam de forma correta. Assim , vimos reclamar e requerer que sejamos ressarcidos dos danos morais e financeiros referentes aos prejuizos e sofridos. De salientar que a cozinha continua desmontada e sem prossibilidade de utilização. Cumprimentos.
ma direcao
O pior de tudo é o exemplo dado O pior de tudo é o exemplo dado por algumas chefias. A empresa exige ética, respeito, profissionalismo e cumprimento do código de conduta, mas muitos colaboradores sentem que essas regras nem sempre são aplicadas da mesma forma para todos. Há situações que há anos são comentadas dentro da loja e que nunca foram devidamente esclarecidas. Quando existem dúvidas sobre comportamentos, relações pessoais ou possíveis conflitos de interesse envolvendo pessoas com cargos de responsabilidade, o mínimo que se espera é transparência. Quando isso não acontece, a confiança dos colaboradores fica completamente abalada. O problema não é apenas o que acontece, mas a forma como tudo é tratado. Em vez de haver clareza e respostas, a sensação é que se tenta sempre minimizar os problemas, negar situações incómodas e proteger determinadas pessoas. Isso cria a ideia de que existem dois pesos e duas transparência, imparcialidade e responsabilidade, muitos colaboradores sentem que se tenta esconder aquilo que devia ser analisado e corrigido. E enquanto isso acontecer, será difícil recuperar a confiança de quem trabalha diariamente na loja,medidas dentro da empresa. Muitos colaboradores sentem também que existe uma preocupação excessiva em controlar aquilo que é dito sobre a loja. Sempre que surgem críticas, aparecem rapidamente vozes a defender a empresa e a contrariar qualquer versão menos positiva, enquanto os problemas que deram origem às críticas continuam sem solução. O resultado é um ambiente onde a transparência fica em segundo plano e onde muitos colaboradores deixam de acreditar que todos são tratados da mesma forma Existem vários casais a trabalhar na mesma loja e até nos mesmos departamentos, como Logística, Customer Relations, ComIn e Vendas e também casais entre a Ikea e Tnb.Esta situação gera muitas dúvidas entre os trabalhadores porque pode criar conflitos de interesse, favoritismos e falta de igualdade no tratamento das equipas. Situacoes graves como o antigo chefe de segurança Ricardo que andou envolvido com vários elementos da prosegur e com várias chefias da Ikea e as chefias que deviam dar o bom exemplo andavam com um homem casado, que não cumpria o dever de separar trabalho e relações pessoais. Várias chefias e teams leader quebraram a confiança da Ikea, não só porque na hora de serviço andavam a namoriscar com o chefe de segurança da Prosegur, vários SMS provam como não era profissionais aos ter estes comportamentos, a Ikea que investigue. Muitos colaboradores acreditam que existe um controlo muito apertado sobre aquilo que é dito ou publicado acerca da empresa. Sempre que surgem críticas, aparecem rapidamente pessoas ligadas à estrutura interna para defender a organização, desmentir relatos e apresentar uma versão mais favorável da realidade. O resultado é que os problemas continuam sem ser resolvidom Ikea Fodd , logistica e Customer relation
Erro de projeto em cozinha IKEA e incumprimento contratual
No dia 02/05/2026, adquiri uma cozinha planeada pelo IKEA (já paga e montada). A produção e instalação das bancadas em pedra foi adjudicada ao parceiro do IKEA - Belgrani. Durante a medição técnica, a Belgrani detetou um erro grave de planificação do IKEA na secção 2 (península de 130x63cm para refeições): o suporte desenhado pelo IKEA (3 pernas de aço) é inviável por motivos de segurança. A secção 1 será instalada a 30/06/2026, mas a secção 2 está pendente devido a esta falha. A cozinha foi comprada sob a premissa fundamental de ter esta zona de refeições; sem ela, o espaço físico da cozinha não comporta uma mesa normal. Se esta inviabilidade técnica me tivesse sido comunicada no ato do planeamento, nunca teria avançado com a compra e instalação da cozinha nos moldes atuais. Após 3 semanas de insistências, o IKEA admitiu o erro de projeto e assumiu verbalmente que arcaria com os custos de uma nova medição e instalação da secção 2. Contudo, hoje (12/06), apresentou uma "solução" inaceitável: alterar o projeto estrutural, eliminando a península para colocar um móvel de 60x60cm com um tampo suspenso de apenas 30cm, o que desvirtua totalmente a utilidade do espaço pago. Para solucionar o problema técnico, propus tratar de forma autónoma da estrutura de suporte necessária e adquirir a pedra diretamente à Belgrani, exigindo apenas que o IKEA honre a sua palavra e assuma os custos dessa nova medição e instalação. O apoio ao cliente informou-me que depois de falarem superiormente, lhes foi comunicado que o pagamento destes custos diretos foi rejeitado, e recusa-se a resolver um problema que eles criaram, mantendo-me num impasse. Dizem que só pagam se optarmos pela solução inaceitavel que eles proposeram, que não serve as nossas necessidades. Face ao exposto, exijo que o IKEA formalize por escrito o compromisso de assumir os custos da nova medição e instalação da secção 2, viabilizando a solução inicialmente proposta e já paga para mitigar o erro exclusivo do IKEA.
Montagem não realizada no prazo acordado
Exmos. Senhores, No dia 1 de abril adquiri uma cozinha IKEA, tendo ficado agendada a entrega para o dia 13 de maio e a respetiva montagem para o dia 15 de maio. Contudo, a entrega não foi efetuada na data e hora previstas. Após contacto com o apoio ao cliente, fui informada de que ocorreu um erro na instrução do processo por parte da IKEA. Em consequência da não realização da entrega, a marcação da montagem foi automaticamente cancelada. Desde então tenho mantido diversos contactos com o apoio ao cliente, procurando obter uma solução para a situação. Foi-me comunicada uma nova data disponível para montagem apenas a 26 de junho, ou seja, mais de um mês após a data inicialmente acordada. Apesar de me terem garantido que seria efetuado um pedido de antecipação da montagem, tal nunca se concretizou. Estamos já no dia 5 de junho e, sempre que contacto o apoio ao cliente, recebo a mesma informação: que o assunto será encaminhado para os responsáveis e que receberei uma resposta no prazo de 48 a 72 horas. No entanto, essas respostas nunca chegaram. A situação tornou-se incomportável. Até ao momento, a única medida adotada pela IKEA foi a devolução do valor da entrega através de um vale. Relativamente ao atraso na montagem, aos sucessivos incumprimentos e aos transtornos causados, não foi apresentada qualquer compensação nem uma solução concreta. Importa salientar que permanecer sem cozinha durante este período tem provocado enormes constrangimentos e perturbações na rotina familiar, afetando significativamente o nosso dia a dia. Assim, solicito: 1. A marcação da montagem da cozinha para a data mais breve possível; 2. Uma resposta formal e definitiva sobre este processo; 3. A atribuição de uma compensação adequada pelos atrasos, incumprimentos, falta de acompanhamento e prejuízos causados. Aguardo uma resolução urgente desta situação.
Entrega de encomenda com atraso
Exmos. Senhores, Em 26-02-2026 adquiri um/uma (BEM ADQUIRIDO), da marca __IKEA___, pelo valor de __7.286,49___euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia (PRAZO)09-04-26. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços (20-04-26, 14-05-26, 26-05-26 e 02-06-26) e obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega do referido (BEM ADQUIRIDO), sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.
Falta de conduta e valores
É impressionante como numa empresa que fala tanto de transparência e ética, muita coisa parece funcionar à base de cunhas e amizades. Há casais a trabalhar na mesma loja, chefias com relações pessoais dentro dos próprios departamentos, conflitos de interesses evidentes… mas ninguém quer ver. Depois falam tanto do código de conduta, mas na prática parece que só existe no papel. Há team leaders do Customer Relations que andaram — e algumas ainda andam — envolvidas com colaboradores, alguns até comprometidos ou casados. Mensagens em horário de trabalho, aproximações ao chefe de segurança, situações que toda a gente comenta mas fazem de conta que não existem. Depois passam a imagem de santas e profissionais exemplares. As subidas para team leader também levantam muitas dúvidas. Quando existe amizade próxima com quem está em People & Culture, a imparcialidade desaparece completamente. Quem devia garantir justiça e profissionalismo acaba por proteger as amigas e fechar os olhos ao resto. E isso destrói a confiança de qualquer equipa. É uma verdadeira vergonha. Fala-se de valores, respeito e igualdade, mas quem ousa denunciar alguma coisa acaba rotulado, criticado e silenciado. Criam narrativas sobre as pessoas, negam tudo e ainda há chefias cuja função parece ser apenas defender a empresa e fingir que está tudo bem. Vejam as mensagens que os colaboradores têm e chefes de segurança. No fim, quem trabalha honestamente sente que esforço e competência valem menos do que amizades, relações pessoais e jogos internos. Só mentem
Montagem de cozinha não finalizada
Exmos. Senhores, Em 24/02/26 adquiri uma cozinha, da marca Ikea, pelo valor de 4.523,95 €, 414€ dos quais para o serviço de montagem. Depois da verificação de medidas, ficou marcada a montagem para o dia 25/03/26. Nesse dia, a equipa de montagem constatou que alguns elementos da cozinha tinham ficado danificados durante o transporte e montaram só uma parte da cozinha. As peças danificadas já foram substituídas e entregues, mas a equipa da montagem nunca aparece na data marcada para concluir o serviço. Já vamos em em quatro reagendamentos e há sempre um atraso, um imprevisto ou um acidente. Ou dizem que foi impossível contactar-me, quando não há qualquer registo de chamada no meu telemóvel. Assim sendo, dado que já passaram 3 meses da compra da cozinha, solicito a devoluçãodos dos 414 euros pagos pelo serviço de montagem, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
Tivemos que desmontar metade dos móveis porque faltava uma peça
Encomendei a minha cozinha no IKEA depois de fazer o planeamento online e de ir várias vezes ao Estúdio de Planificação de Aveiro. Quando o projeto ficou ao nosso gosto, pedimos a retificação de medidas e, depois de confirmarmos que vinha tudo conforme a fatura, avançámos para a montagem. O problema é que, já com a estrutura montada e quando se fixou os móveis superiores na calha de suspensão, reparámos que dava para ver o teto: os móveis vinham com suportes para bancada em vez da respetiva tampa superior (porque a estrutura do móvel era uma estrutura inferior em vez de uma estrutura superior). Apesar do erro e do tempo que íamos perder, achámos que a solução mais razoável seria pedirmos apenas o envio das tampas em falta e ficava tudo resolvido. No entanto, o apoio ao cliente disse-nos que era necessário desmontar os 7 móveis superiores, devolvê-los e voltar a montar tudo de novo. Não aceitámos bem esta resposta, claro, porque ia implicar perder dias de trabalho, ter bastante trabalho a desmontar e a montar tudo outra vez, e ainda teríamos o problema de onde guardar os móveis, já que tínhamos deitado as caixas fora. Decidimos então, com o apoio do próprio apoio ao cliente, ir falar diretamente ao Estúdio de Aveiro para ver se haveria uma solução melhor. Mas quando lá chegámos, disseram-nos que o estúdio não trata do pós-venda, por isso só fomos lá gastar gasolina e perder tempo. No final, sempre foi necessário desmontar tudo e estamos agora à espera que venham recolher estes móveis e entregar os novos. Isto está a causar-nos um enorme transtorno: o erro não foi nosso, trabalhamos a tempo inteiro, o nosso tempo é super curto e temos um prazo limite muito apertado. O contrato do apartamento onde estamos a morar acaba no final deste mês, e nessa altura a cozinha nova tem de estar pronta, com o exaustor e o esquentador no sítio.
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