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Reclamação – Pedido de Reembolso por Incumprimento Contratual
Reclamação – Incumprimento Contratual e Pedido de Reembolso Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Indie Campers, relativamente a um serviço de aluguer de autocaravana que não chegou a ser prestado, apesar de ter sido integralmente pago. Efetuei uma reserva de uma autocaravana (n.º 485O6Q), no valor de 491,92 €, com levantamento agendado para as 14h30 do dia 27 de janeiro de 2026. Importa desde logo referir que, antes mesmo da deslocação ao local, fui informada de uma alteração unilateral da autocaravana reservada para um modelo de categoria superior, sem qualquer pedido de consentimento da minha parte. No entanto, ao chegar ao parque, verifiquei a existência de várias viaturas disponíveis do modelo originalmente contratado, o que demonstra que essa alteração não só foi indevida como injustificada. Após a chegada ao local, e ao longo de cerca de 3h30 horas de espera, fui confrontada com uma sucessão de situações graves, reveladoras de total falta de organização, transparência e respeito pelo consumidor: Em primeiro lugar, foi-me comunicado que não seria possível adicionar um segundo condutor por ambos termos menos de 25 anos, informação essa que nunca me foi prestada no momento da reserva. Esta limitação é particularmente grave num aluguer deste tipo, onde a existência de um condutor alternativo é uma questão básica de segurança. De seguida, foi levantada a questão das correntes de neve, que tinham sido previamente pagas como extra. A colaboradora indicou que teriam de verificar se existiam correntes disponíveis e que, caso não existissem, seríamos nós a ter de as adquirir. Para além de tal ser inadmissível, é do conhecimento geral que este tipo de equipamento é extremamente difícil de encontrar para veículos desta dimensão, especialmente de forma imediata. A situação agravou-se significativamente quando, ainda sem sequer termos visto a autocaravana, a colaboradora afirmou que a viatura apresentava vários danos, justificando tal com o facto de, no ano anterior, os veículos terem sido “bastante danificados devido ao ano difícil que tiveram”. Esta abordagem gerou desde logo uma enorme desconfiança quanto ao estado real do veículo e à eventual responsabilidade que poderia vir a ser imputada ao cliente. Posteriormente, fomos informados de que a autocaravana não incluía gás, sendo que este é um elemento absolutamente essencial para o funcionamento de equipamentos básicos como frigorífico, fogão e aquecimento. Quando questionei onde poderia adquirir esse gás, já sabendo que se tratava de um tipo específico e de difícil acesso, foi-me dito que sendo pouco provável encontrá-lo na zona. Ou seja, estavam a disponibilizar uma viatura sem condições mínimas de utilização. Quando questionei como seria feita a verificação do estado do veículo (nomeadamente os equipamentos a gás), foi-me indicado que, por norma, essa verificação não é realizada na presença do cliente, apenas podendo ser feita connosco se insistíssemos. Esta prática é totalmente inaceitável e coloca o consumidor numa posição de extrema vulnerabilidade. Após todas estas situações, já estava bastante desconfortável com o aluguer e questionei sobre a caução, no valor de 2.500 €, ao qual foi-me explicado que, após a devolução, a viatura seria sujeita a uma auditoria interna e que só posteriormente seria decidido se existiriam danos a imputar, podendo este processo demorar vários dias, seguido de um prazo adicional para reembolso. Ou seja, não existe qualquer validação imediata e transparente no momento da entrega, ao contrário do que é prática comum noutras empresas do setor nas quais já aluguei este tipo de veiculos. Importa reforçar que toda esta situação ocorreu sem que tivéssemos sequer tido oportunidade de ver a autocaravana, sendo-nos pedido que aceitássemos condições altamente desfavoráveis, com riscos evidentes e sem quaisquer garantias. Perante este conjunto de circunstâncias — alteração indevida da viatura, omissão de informações essenciais, falta de condições básicas de utilização, ausência de transparência na verificação de danos e incerteza total quanto à devolução da caução — considerei que não estavam reunidas as condições mínimas de confiança e segurança para prosseguir com o aluguer. Assim, solicitei o cancelamento imediato da reserva, antes da entrega da viatura, por motivos exclusivamente imputáveis à empresa. Posteriormente, recebi comunicação por parte da Indie Campers a indicar que a reserva tinha sido cancelada e que caso fosse elegivel para reembolso, o mesmo seria processado no prazo de 7 dias. No entanto, decorridos mais de dois meses desde essa comunicação, o valor pago (491,92 €) continua por devolver, sem qualquer justificação plausível ou atualização concreta sobre o estado do processo. Para além da evidente frustração e perda de tempo, esta situação causou prejuízos adicionais, nomeadamente a perda de uma viagem planeada, bem como custos associados a reservas previamente efetuadas, incluindo equipamentos e forfaits de ski. Considero que estamos perante um caso claro de incumprimento contratual e violação dos direitos do consumidor. Assim, venho por este meio solicitar: - A devolução integral do montante pago (491,92 €), sem qualquer penalização; - Um esclarecimento formal, detalhado e urgente relativamente ao atraso no reembolso. Face à ausência de resolução após múltiplas tentativas de contacto, vejo-me obrigada a recorrer a meios formais para salvaguarda dos meus direitos enquanto consumidora.
A experiência que a Indie Campers vende, é uma mentira.
Venho por meio desta descrever o que passou com a experiência horrível que tive no aluguer de 7 dias de uma autocaravana Junto à Indie Campers. Em dezembro de 2025 nós, 2 adultos e 3 crianças decidimos fazer uma viagem muito especial na Páscoa, convidamos outra família, também com 2 adultos e 3 crianças, e iniciamos uma fase muito boa, que foi o planejamento da "Viagem dos sonhos" no qual o roteiro macro pensado foi Lisboa - Madrid - Barcelona - Valência - Toledo - Mérida - Lisboa e claro, uma vez que estávamos programando fazer isso com uma autocaravana, com paradas intermediárias em qualquer destino no caminho, que é para isso que serve certo? No dia 28/02/2026 nos reunimos para então concluirmos o aluguer. Nessa ocasião, usamos dois computadores e escolhemos as mesmas coisas, exatamente as mesmas coisas. Os extras eram o kit básico (roupas de cama, kit de cozinha, 3 pastilhas) e o gás. O pagamento foi feito nessa data, no meu caso, no valor de 1693,28 euros. Assim, desde essa data as crianças e os adultos não falavam de outra coisa que não fosse a viagem, que seria espetacular, ou seja, expectativas altíssimas de todos e até aqui, estava tudo maravilhoso. Segue um resumo dos principais pontos: - Autocaravana não condizia com o mesmo carro da hora da reserva e horários de check-in não respeitados pela Indie Campers. Horário é horário e se eu atrasasse aentrega em algumas horas, eu teria que pagar correto? – EXPERIÊNCIA RUIM, mas um pormenor que relevei no momento. - Itens básicos não testados pela Indie Campers ANTES do check-in (o farol dianteiro queimado, sem energia da parte de trás da autocaravana, nível de combustível e ADBlue - a autocaravana estava praticamente sem nada de combustível, quase não chego no posto de gasolina) – EXPERIÊNCIA RUIM - Durante todo o percurso não havia energia na parte traseira e assim, não tínhamos frigorífico, água no banheiro e nem na pia da cozinha. Também não foi possível carregar os equipamentos eletrônicos em nenhum momento. Brigávamos pelo único ponto USB disponível na frente do carro quando este estava com o motor ligado, o que gerou bastante estresse pois hoje dependemos de tecnologia para tudo. – EXPERIÊNCIA PÉSSIMA, O QUE DE FATO ESTRAGOU A VIAGEM - Muitos custos adicionais que tivemos fora dos nossos planos. A maioria das refeições foram feitas em restaurantes ou fast foods pois a autocaravana não proporcionava o mínimo de estrutura para cozinhar. – CUSTOS NÃO PLANEJADOS - Alimentos perecíveis foram estragados por falta do frigorifico, o que também nos levou a comprar um novo cooler e muitos sacos de gelo durante a viagem – CUSTOS NÃO PLANEJADOS - Falta de respeito tanto dos atendentes da Indie Campers Madrid quanto dos atendentes do suporte 24x7, além de não fazerem o suposto, que era resolver o problema ou prover uma solução minimamente adequada, não resolveram nada e ainda fui mal tratado, sem contar que tive que ficar muito tempo envolvidpo com o suporte, o que gera desgaste emocional pois tínhamos muitas outras coisas a fazer – EXPERIÊNCIA PÉSSIMA, O QUE DE FATO ESTRAGOU A VIAGEM - Perda de alguns ingressos que havíamos comprado atempadamente, dos quais não conseguimos comparecer pelo desrespeito que a Indie Campers teve comigo e com a minha família, atrasando a “viagem dos sonhos” e nos impedindo de prosseguirmos com nossos planos. – CUSTOS NÃO PLANEJADOS - Com os planos todos alterados e as duas famílias impactadas emocionalmente, diminuímos em um dia e meio a viagem pois não aguentávamos mais a situação. Para se ter uma ideia, andamos 1000 km na sexta-feira, para chegarmos logo em casa. - EXPERIÊNCIA PÉSSIMA e custos não planejados, uma vez que a diária da autocaravana (que já estava paga) não é barata. Devolvi o veículo um dia antes do combinado pois não aguentava mais aquela situação. - Checkout sem qualquer atenção aos problemas, e ainda me cobraram o “estrago” que eu teria feito no Sky Light, o que reportei desde a primeira vez que não estava a fechar corretamente, e ficou assim até arrebentar, não tive culpa alguma. Além do mais, ontem tive uma cobrança adicional de 181,08 euros que não sei do que se trata. EXPERIÊNCIA PÉSSIMA E FALTA DE TRANSPARÊNCIA. A atendente responsável pela Indie Campers Portugal no sábado 04/04, disse-me que reportaria os problemas e que não teria custos adicionais, o que foi outra MENTIRA da Indie Campers. Quero um posicionamento o quanto antes.
Devolução Caução e Reembolso
No dia 7 de dezembro de 2025, eu e três amigos alugámos uma autocaravana para 5 pessoas através da Indie Campers. Desde o momento do check-in, a experiência revelou-se extremamente insatisfatória e perigosa, culminando num assalto facilitado por falhas graves de manutenção do veículo. Chegámos à estação às 14h30 e só nos foi entregue o veículo às 17h30, um atraso de três horas que comprometeu o planeamento da viagem e demonstrou falta de respeito pelo tempo do cliente. Ao receber a autocaravana, verificámos que se encontrava em más condições: os sensores estavam avariados, o frigorífico não funcionava, alguns estores estavam danificados e o interior apresentava sujidade evidente, com terra no chão, pó acumulado e falta clara de higienização. Fomos obrigados a proceder à limpeza integral da autocaravana por nossa própria iniciativa, o que é totalmente inaceitável num veículo acabado de ser entregue. No dia seguinte, ocorreu um assalto ao interior da autocaravana, durante o qual nos foram roubadas todas as malas, equipamentos e pertences pessoais. O mais grave é que o intruso conseguiu abrir facilmente uma das janelas pelo exterior, sem qualquer arrombamento visível, o que demonstra fragilidade estrutural e ausência de manutenção adequada. Ao analisarmos a janela, ficou claro que o mecanismo podia ser aberto pelo exterior sem esforço, representando um risco significativo para qualquer utilizador e revelando que o veículo não oferecia condições mínimas de segurança. Perante a janela danificada e a falta de segurança, não nos sentimos confortáveis em continuar a viagem ou pernoitar no interior da autocaravana. No final, o apoio ao cliente sugeriu que encontrássemos “um sítio seguro para dormir” e no dia seguinte deslocarmos até ao local de suporte mais próximo da empresa, em Sevilha, para arranjo da janela. solução que não responde ao risco real que enfrentávamos. Assim, tivemos a necessidade de devolver o veículo antecipadamente e entendemos ser justo que nos sejam devolvidos os dias e noites de aluguer não utilizados, uma vez que a interrupção da viagem resultou exclusivamente da condição deficiente da autocaravana fornecida pela Indie Campers. Durante este processo, também recebemos informações contraditórias sobre a devolução da caução de 2.000 €. Um colaborador afirmou que seria devolvida em 6 dias úteis, enquanto outro indicou que o prazo poderia ir até 30 dias úteis, sem qualquer explicação, o que demonstra falta de consistência e profissionalismo na comunicação com o cliente. Com esta reclamação, pretendemos a devolução imediata da caução de 2.000 €, dado que os danos da janela resultaram de falta de manutenção e não de mau uso da nossa parte; a devolução dos dias de aluguer não utilizados, já que não pudemos continuar a viagem por motivos imputáveis exclusivamente à empresa; e o reembolso dos extras pagos e não utilizados, incluindo as correntes de neve que nunca chegaram a ser entregues e os materiais que não chegaram a ser utilizados devido ao assalto. Solicitamos ainda que a empresa avalie com seriedade a falta de segurança dos veículos que disponibiliza e os riscos que estes representam para os clientes. A Indie Campers demonstrou falta de manutenção, falta de higienização, falta de organização e ausência de condições mínimas de segurança, colocando em risco a nossa integridade física e os nossos bens pessoais. Aguardamos uma resolução rápida e adequada para esta situação.
Reembolso de Caução Não Efectuado
Exmos. Senhores, No dia 12 de Setembro de 2025, concluí o contrato de aluguer de autocaravana com a empresa Indie Campers em Olbia, devolvendo o veículo 1 dia antes da data e nas condições previamente acordadas. De acordo com o contrato, foi-me garantido o reembolso de 500€ referentes à caução do seguro. Para tal, foi-me garantida a devolução em 5-7 dias úteis para a mesma forma de pagamento mesma conta bancária. Apesar das repetidos contactos através do chat Indie Campers Support foram várias as promessas de que o reembolso estaria “em processamento”. Hoje voltei a contactar e disseram que o pagamento foi feito a 19 de Outubro mas até à presente data não recebi qualquer valor. Pedi um comprovativo do pagamento e dizem que não conseguem dar. Este atraso prolongado, superior a três meses, demonstra falta de cumprimento contratual e ausência de resposta eficaz por parte da empresa. Solicito, portanto, a intervenção da DECO PROteste para que a Indie Campers proceda imediatamente ao reembolso dos 500€ devidos, bem como apresente uma explicação formal sobre o motivo do incumprimento até agora verificado. Junto em anexo o contrato. Com os melhores cumprimentos, Cilene Crispim
Reembolso de 300 USD não efetuado — Programa de relocação Indie Campers
Exmos. Senhores, No dia 21 de julho de 2025, concluí o contrato de relocação de autocaravana por 1 dólar com a empresa Indie Campers, devolvendo o veículo na data e nas condições previamente acordadas. De acordo com o contrato, foi-me garantido o reembolso de 300 USD referentes ao depósito de combustível. Para tal, forneci todos os documentos e dados bancários solicitados, conforme confirmado pela própria equipa de atendimento da empresa, através de múltiplas trocas de e-mails com os representantes Ana P. e Zuni. Apesar das repetidas promessas de que o reembolso estaria “em processamento”, até à presente data não recebi qualquer valor nem confirmação efetiva da transferência. Este atraso prolongado, superior a três meses, demonstra falta de cumprimento contratual e ausência de resposta eficaz por parte da empresa. Solicito, portanto, a intervenção da DECO PROteste para que a Indie Campers proceda imediatamente ao reembolso dos 300 USD devidos, bem como apresente uma explicação formal sobre o motivo do incumprimento até agora verificado. Junto em anexo o contrato e as comunicações que comprovam a devolução do veículo e as trocas de mensagens com a empresa. Com os melhores cumprimentos, Juliano Almeida
cobranças indevidas
Contratei um serviço de carrinha de campismo e, ao receber o veículo, fiquei satisfeito (com funcionários da empresa dentro do veículo). Alguns dias depois, a empresa informou que a chave não tinha sido devolvida. Como é possível que tenham recebido um veículo sem chave? Além disso, no check-in, cobraram-me duas vezes: 365,18 dólares e 585,40 dólares. Perguntei o motivo destas cobranças e ainda não obtive qualquer resposta. Apenas reiteram a cobrança pelas chaves, que alegam que não devolvemos.
Reclamação Indie Campers
Exmo(a). Senhor(a), Venho por este meio apresentar uma exposição contra a empresa Indie Campers Portugal relativamente à reserva nº 6EN8E1 de uma autocaravana, levantada no dia 16 de setembro de 2025 na Maia. Durante a utilização do veículo, ocorreu um incidente em Elvas que provocou danos na parte superior da autocaravana. No momento da devolução, o colaborador da Indie Campers preencheu um formulário de vistoria que atribuiu de forma automática um custo de 8 200 € pelos danos alegados. Contudo, verifico várias irregularidades: 1. Foi contratado o seguro premium, mas a empresa recusa-se a facultar a apólice com as condições gerais e particulares, entregando apenas a carta verde (seguro obrigatório de responsabilidade civil). 2. O valor de 8 200 € foi atribuído sem: - qualquer peritagem independente; - um orçamento detalhado emitido por oficina certificada; - uma fatura real de reparação. 3. A ausência de transparência e documentação inviabiliza o exercício dos meus direitos enquanto consumidora. Face ao exposto, venho solicitar a intervenção da DECO para: -Garantir o meu direito ao acesso integral à apólice do seguro premium contratado. -Assegurar que qualquer valor imputado ao cliente seja devidamente fundamentado por documentos oficiais (peritagem, orçamento e fatura). -Avaliar se a conduta da Indie Campers configura prática abusiva em matéria de defesa do consumidor. Em anexo envio: Cópia do contrato de aluguer e da reserva, Carta verde fornecida pela empresa, Formulário de vistoria de entrega com a indicação do valor de 8 200 €, Cópia do meu pedido formal dirigido à Indie Campers. Agradeço a melhor atenção e apoio para a resolução deste litígio. Com os melhores cumprimentos,
Reclamação de Consumidor: Falha no serviço de aluguer e incumprimento de direitos
Entidade visada: Indie Campers (NIF 509626416) Rua Eng. Clément Dumoulin (Solvay Business Park - Armazém J) 2625-106 – Póvoa de Santa Iria Reserva: #2694560 – Atlas 5 Auto Check-in: 07-07-2025 | Check-out: 12-07-2025 No dia 7 de julho de 2025, aluguei através da Indie Campers uma carrinha Atlas 5 Auto para uma viagem em família (2 adultos, 2 crianças pequenas de 1 e 3 anos e um cão), no valor de €862,29 + €21,89 em extras pagos. Menos de 24 horas após o levantamento, a carrinha avariou totalmente (8 de julho, às 18h00), ficando imobilizada. Apesar de várias tentativas de contacto através do número de emergência e WhatsApp disponibilizados no contrato, não obtive resposta eficaz. Só no dia seguinte, às 10h30, e apenas após insistência junto de um colaborador da empresa (Gonçalo), obtive algum apoio. Durante este período: Fiquei cerca de 17 horas à espera do reboque em condições inseguras; A minha família foi obrigada a ir de táxi para um hotel, pago do meu bolso; Tivemos custos adicionais de alojamento e alimentação; Só usufruímos de 1 noite das 5 contratadas, sendo as restantes 4 noites inutilizáveis. Adicionalmente, a experiência foi marcada por graves falhas anteriores à avaria: Atraso superior a 2 horas no levantamento do veículo; Má condição do veículo: sujo, com cheiro desagradável e vários problemas de manutenção (portas e janelas defeituosas, mosquiteiros inoperacionais, cama elevatória insegura, sensores com erros constantes, exterior bastante danificado); Falta de segurança: porta principal não fechava corretamente; Extras pagos não entregues no momento de pick-up, apenas após nova reclamação e recolha direta no armazém. Toda esta situação comprometeu a segurança, o bem-estar e o direito ao serviço contratado, configurando incumprimento contratual grave. Tentativas de resolução direta Após a viagem, apresentei reclamação formal junto da Indie Campers. Apesar de vários contactos, a empresa demorou 1 mês a dar uma primeira resposta com alguma informação concreta, mantendo-me sem qualquer status atualizado durante esse período. Desde então, apenas se dispõe a devolver €364,15, valor que não apresenta qualquer fórmula de cálculo clara e que é manifestamente insuficiente face ao contrato e à lei. Pelos meus cálculos, o reembolso mínimo devido é de: 4 noites não utilizadas: €689,84 Extras pagos e não usufruídos: €21,89 Táxi: €40,45 Total: €752,18 Ainda assim, a empresa recusa-se a devolver os valores e mantém uma postura evasiva, sem apresentar nota de reembolso, comprovativos ou uma fórmula objetiva de cálculo. (Até a data nem os €364,15 cairam na minha conta). Fundamentação legal Nos termos do Decreto-Lei n.º 24/2014 (contratos à distância e direitos dos consumidores) e do Decreto-Lei n.º 67/2003 (garantias e venda de bens de consumo), os consumidores têm direito a: Cumprimento integral do contrato, incluindo a prestação do serviço nas condições contratadas; Reembolso integral dos valores correspondentes a serviços não prestados; Indemnização por danos patrimoniais e não patrimoniais resultantes do incumprimento contratual. As políticas internas da Indie Campers não podem sobrepor-se à legislação portuguesa de defesa do consumidor. Pedido Solicito à DECO/CEC a vossa intervenção para que a Indie Campers proceda a: Reembolso integral das 4 noites não utilizadas (€689,84); Devolução do valor dos extras não usufruídos (€21,89); Reembolso das despesas comprovadas de táxi (€40,45); Avaliação de eventual indemnização adicional pelos custos e transtornos sofridos (alojamento alternativo, alimentação extra, riscos para a segurança e incómodos causados).
Cobrança abusiva pós-aluguer (Reserva n.º 2678857)
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a empresa Indie Campers, relativa à minha reserva n.º 2678857. Após a entrega da viatura, foi-me cobrado o montante de €501,51, alegadamente por danos (totais) num espelho lateral. Contudo, a empresa recusa-se a fornecer fatura de reparação de terceiros ou qualquer prova documental válida dos custos efetivos. Em vez disso, refere apenas uma “tabela interna de danos”, que não constitui prova legalmente admissível ao abrigo da legislação portuguesa e europeia de defesa do consumidor. De acordo com a Diretiva 2011/83/UE e a legislação portuguesa aplicável, a empresa tem o ónus de provar os custos reais e não o cumpriu, configurando uma cobrança abusiva. Uma pesquisa rápida na internet mostra que não serei o primeiro cliente a ser vítima deste tipo de prática por parte da Indie Campers, o que evidencia um padrão de comportamento abusivo e preocupante. Por este motivo, conto com o apoio da DECO na defesa dos meus direitos e na proteção de outros consumidores que possam vir a ser prejudicados da mesma forma. Solicito por isso que a DECO intervenha no sentido de obrigar a empresa a: 1) Cancelar a cobrança indevida, ou; 2) Apresentar prova documental idónea (fatura/recibo de oficina independente). Em anexo envio toda a comunicação trocada com a empresa e comprovativos. Com os melhores cumprimentos, Sebastiao Clara
Compra e negligência
No passado dia 19/06/2025, tivemos uma operação de stop. Na verificação de documentação, percebeu-se que o seguro estava inválido. Em 01/2025 compramos a carrinha com a matrícula 46-su-02, na vossa empresa! O pagamento da mesma ocorreu de forma integral nesse mesmo mês 17/01/2025, e em 16/02/2025 fomos recolhê-la no ponto de venda/entregas. Foi entregue toda a documentação provisória associada à transação: documento comprovativo de seguro válido até 31/12/2025 e documento de inspeção válido até 04/2025. No imediato tentamos que a propriedade de veículo fosse transferida para o nosso nome, contudo a empresa indiecampers foi anunciando uma série de situações que iam impedindo a concretização desse mesmo ato. Fomos sempre tolerantes e compreensivos! Após um longo período de espera e de e-mails trocados convosco, nos quais perguntamos sobre a situação do seguro e da inspeção, foi nos dito pelo o Ângelo Monteiro que poderíamos estar tranquilos que a carrinha estava com o seguro ativo até ao final do ano, e realmente a guia de seguro que temos em nosso poder comprova tudo isso. O problema e o mais grave, é que o mesmo seguro supostamente válido, foi anulado por a vossa empresa em 23/01/2025. No momento da recolha da carrinha, a mesma já se encontrava em contraordenação. É lamentável uma situação destas, é evidente que o momento da operação de stop foi no dia 19/06/2025, logo a questão da inspeção já é da minha responsabilidade, mas a questão da falta de seguro é completamente da vossa responsabilidade, já que o Ângelo Monteiro nos deixou sempre tranquilos quando o questionávamos sobre a situação da documentação da carrinha. Perante tudo aqui apresentado, venho sugerir um retorno financeiro de 500€.
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