Reclamações públicas

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A. C.
01/07/2023

Viatura Danificada

Entretanto já fiz por escrito uma reclamação para a Emel. No dia 30/06/2023 pelas 19h fui multado através do auto 115554220 por estacionar em zona exclusiva a residentes. Cheguei junto da viatura e estava o bloqueio da roda, conversei com os funcionários da Emel a qual ocorreu o pagamento total. 60 euros de multa e 79 euros para o desbloqueio da mesma, informaram que poderia fazer o pagamento dos 60 euros mais tarde, mas preferia pagar o valor total, pois realmente tinha a viatura estacionada sem dístico.Após o pagamento volto para junto da viatura e aguarda o desbloqueio. O funcionário Eduardo Figueiredo dirige-se a mim com documentação para assinar, a qual eu assino. O outro funcionário (Jorge Soares Nº883) procede ao desbloqueio da viatura, ao desbloquear bateu no meu carro com o equipamento e afastou-se. Eu questionei Sr. Eduardo em que carro ele bateu, pois eu ouvi. A qual ele responde foi no do lado Assim, fui verificar junto da porta do condutor e estava uma marca visível, chamei o Sr. Jorge e confronto com a situação, a qual ele responde ao retirar acertei na cava da roda e não em nenhum carro. A marca é bastante visível e profunda e passo a informação ao Sr. Jorge a qual ele responde é para isto que temos seguros Infelizmente não consigo colocar no site as fotos, mas tenho sobre a minha posse.De seguida ambos os funcionários afastaram-se na viatura do local. A multa está paga na totalidade e assumi a responsabilidade. Quero saber quem vai assumir a responsabilidade do dano causado feito pelo funcionário Jorge Soares.Como é que é possível os funcionários da Emel ocultarem a verdade e mentirem? O Sr. Eduardo responde que acertou no carro do lado a qual ninguém iria assumir o custo. o Sr. Eduardo responde que acertou na cava da roda e depois admite que acertou no carro respondendo é para isto que temos seguros.Quem vai assumir a responsabilidade? Pelos os vistos os funcionários não são. A solução que procuro é a reparação da minha propriedade que estava sobre a responsabilidade da Emel.

Encerrada
A. V.
12/06/2023

Erro no sistema

O sistema de bicicletas da Emel Gira estão constantemente a não funcionar corretamente, quando se remove uma bicicleta da estação, começa um temporizador, mas esse temporizador nem sempre pára após se colocar a bicicleta de volta na estação, significando que, o temporizador conta mais tempo do que o devia, implicando ao utilizador ter que pagar.O utilizador acaba por ter que entrar em contacto com a Emel Gira para identificarem o problema para pararem o temporizador, e dizem que o utilizador não vai ser cobrado pelo erro do sistema, mas no dia seguinte aparece saldo negativo na conta.Mais ainda, eles têm um sistema de pontos, ganha-se pontos por cada viagem de bicicleta, que depois podem ser usados para pagar as viagens mais longas (mais tempo), mas os pontos acabam por não servir de nada, pois são os técnicos deles que páram a viagem e não o utilizador.Já me aconteceu 4 vezes em 1 ano e meio de utilização, e apenas me trataram de uma dessas situações após contato por email, no entanto, outros 4 emails foram ignorados.Já me removeram 9€ da conta por estes motivos, e recuso-me a pagar sabendo que me vai voltar a acontecer o mesmo.O sistemas deles tem muitas falhas e os utilizadores acabam por pagar, literalmente.

Encerrada
V. A.
28/05/2023

Penhora de Conta

Tive conhecimento de que alguma coisa se passa entre mim e a EMEL, por penhora da conta. Até à data não tenho conhecimento, sem nunca ter recebido nada na minha morada, actual, oficial e unica, desde 2018. Recebi esta informação por e-mail do banco : Bloqueio de Saldos Bancários referente ao processo: 602/23.7Y5LSB a pedido do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa - Lisboa JL P. Criminalidade.Soube que era da EMEL, enviei já dois e-mail através da pagina, sem qualquer resposta.A página da EMEL, não fornece, contatos telefónicos, mails nem morada. Enviamos e-mails através da pagina e dos vários menus de assuntos, sem nunca ficarmos com qualquer comprovativo que enviamos qualquer coisa. Muitas empresas, usam este método, mas recebe no e-mail um comprovativo do que enviou. Reclamo de duas coisas. 1- Penhora de conta, onde apenas tenho o numero do processo, sem saber o que se passa.2- Do serviço da EMEL, de como é que pode ser possível, a falta de informação, que referi. Deixando o utente sem qualquer hipótese de agir.CumpriemntosVitor Almeida

Encerrada
L. S.
21/05/2023

Auto indevido de estacionamento

Luis SoutoNif 195510879Viatura AV-70-NXVenho por este meio relatar que como já explicado na vossa pagina web secção reclamações, que se dignem a ler as razões do utente da via pública e respectivo comprovativo anexado.Pago quando tenho que pagar, agora sem absoluta razão chama-se roubo.Passo a explicar conforme já o relatei:Desloquei-me a Lisboa em trabalho no passado dia 24/04/2023 à rua da Graça nº135. Tive o cuidado de estacionar em zona própria para o efeito do trabalho que iria realizar, estacionamento abrangido pelo sina de trânsito artigo 24º, sinal C16 com a indicação no período compreendido entre as 7h00 e as 20h00 e sem tempo limite para mencionado. Uma vez que me desloquei em viatura descaracterizada, tive o cuidado de deixar em local bem visível que a mesma viatura estava nesse local ao serviço da empresa Prosegur Alarmes, identificação pessoal de funcionário e descrição do motivo (instalação de sistema de segurança), na morada acima identificada. Penso que eu saiba que a existência deste sinal de trânsito não entende que o utente o use para descarregar equipamento na via pública, de seguida procure outro lugar e regresse a pé ao mesmo sitio esperando que o equipamento ainda lá esteja, para só depois o levar à morada do cliente, de seguida ter que proceder da mesma forma para retirar ferramenta e escadote para poder realizar o trabalho e mais processo idêntico no regresso.Surpreendido fico que as duas reclamações que enviei através da vossa página web e as respostas que obtive apenas denotam que serve meramente para tentar que o utente se identifique por forma a poderem prosseguir com o auto, nem se dignando a ler a reclamação exposta e comprovativo enviado.Bem sei que tenho obrigações e deveres quando utilizo a via pública, mas apesar de poucos sei que também tenho direitos.Como tal e face ao exposto espero que tomem outro cuidado com o que expus nas reclamações anteriores e que se dignem a ler.Pago quando tenho que pagar quando é justo não brinquem com os cidadãos pois o dinheiro custa a ganhar.Att. Luis Souto

Encerrada
S. S.
17/05/2023

Refém da EMEL/Câmara de Lisboa na via pública

Na manhã de dia 11 de Abril passado, estacionei a minha viatura numa rua quase deserta do Parque das Nações, para os lados do futuro local de celebração da Semana Mundial da Juventude, onde não me apercebi da recente plantação de parquímetros e por isso não ter pago o dízimo à Câmara de Lisboa.No regresso à minha viatura, e vendo-a de longe rodeada por uma fita amarela espalhafatosa, semelhante àquelas que vemos nos filmes americanos a delimitar o local de um homicídio, o meu pensamento foi: “Tu queres ver que o meu carro foi cenário de um massacre?”. A meio caminho, vi que para além do embrulho havia uma tosca geringonça intimamente abraçada a uma roda traseira, que a princípio pareceu-me ser uma estranha jante especial que nunca comprei. Mais de perto percebi que se tratava de um engenho bloqueador!Explorando os artefactos atraídos pela viatura, saltava à vista um autocolante (também muito vistoso com um amarelo a fazer pandã com a fita) escarrapachado no vidro com a manchete: “VEÍCULO BLOQUEADO”. Pronto, fiquei muito mais aliviado por não se tratar de um crime de sangue.Continuando a ler o estiloso edital, este apresentava o subtítulo em forma de aviso: “ATENÇÃO /// NÃO COLOQUE O VEÍCULO EM MARCHA”, o que eu de início achei muito fofinho por pensar que seria uma preocupação pela viatura por parte de quem ali lambeu e colou o selo. Foi então que mais abaixo e associando as palavras “EMEL”, “Lisboa”, “coima” e “taxa”, que nem reflexo de Pavlov o meu solitário neurónio despertou e percebi: “Bolas, já me cravaram mais guito para pagar o palco!”. Telefonei de imediato para a EMEL a solicitar o bilhete para um camarote no evento espiritual e, se possível, que enviassem alguém que estivesse pela empresa, por acaso a trabalhar, que trouxesse as chaves do zingarelho que se esqueceram agarrado à roda do meu carro. No entanto não consegui falar com ninguém. Atendeu-me apenas uma voz gravada, meio robótica mas muito sexy (há que admitir), com instruções para carregar em números do teclado que nem um maluco, e finalizando com o pedido para que não abandonasse a viatura porque alguém iria ao local.O tempo foi passando e, sem sinal de qualquer ser humano ou robô colega da sexy telefonista, contactei diversos números da EMEL em busca desesperada por vida naquela empresa, mas sem sucesso. Apenas obtive o inútil repetido monólogo da primitiva Inteligência Artificial.Entretanto vejo dois agentes da PSP a caminho da esquadra ali próxima, conto-lhes a situação de refém em que me encontro na via pública e pergunto-lhes o que podem fazer antes de eu começar a sofrer do síndrome de Estocolmo. De uma forma muito simpática responderam que não poderiam fazer nada. Devo confessar que tal honesta posição me deixou extremamente comovido, quase com lágrimas nos olhos, pois constatava ali in loco que as nossas autoridades respeitam a concorrência e acarinham a livre iniciativa, tal como se espera num país capitalista.Passada exactamente uma hora, vislumbro a aproximação de uma carroça moderna da empresa municipal, de onde saem dois seres, que presumi serem humanos infelizes (mas cordiais), ou andróides perfeitos bem programados, que logo pediram desculpa pelo meu envelhecimento no local, solicitando a minha identificação, ao mesmo tempo que que um deles desacoplava e atirava o “meu” zingarelho para o monte que já transportavam na traseira daquela rentável mina sobre-rodas. Chegado o momento mais doloroso, ainda pensei que me pedissem para fazer o pagamento a Moedas (ou notas), mas sem pestanejar, de imediato puseram em cima da mesa o terminal de Multibanco, o que eu achei muito inteligente nos tempos que correm de apertada fiscalização e escrutínio público.Após o donativo coercivo de 109€ para as homilias da Câmara de Lisboa e uma estadia involuntária em alojamento local da via pública do Parque das Nações, lá me permitiu a autarquia retomar a liberdade de movimento no meu próprio carro, pelos caminhos daquele livre e democrático virtual país, frequentemente apregoado e vendido por retalhistas do Mercado de S. Bento e pelo vizinho dos Pastéis de Belém.Resta-me agora avisar Sua Santidade, para que tenha atenção a estacionar o Papamóvel em Agosto naquela zona, porque em Portugal tudo é possível mas já não há milagres que o valham.Sérgio Sabino

Encerrada
J. O.
11/05/2023

Emel - Gira Bicicletas - Insuficiência de serviços e de qualidade

Boa tarde, Venho por este meio reclamar do serviço prestado pela Emel - Gira Bicicletas. A situação não é nova, aliás é recorrente. O valor do serviço é de 25 euros anuais, algo que foi por mim pago na expectativa de ter um serviço de bicicletas que razoavelmente me dê oportunidade de me deslocar na cidade de Lisboa. Além da falta óbvia de bicicletas que face ao número de subscritores do serviço, não existe também plano para a reposição de bicicletas nas zonas mais críticas da cidade, tal como as bicicletas existentes apresentam condições que podem colocar a segurança dos cidadãos, uma vez que são inúmeras as bicicletas que se encontram sem travões ou apresentam-se como elétricas que depois não funcionam ou de constantes erros na estação que leva a que a bicicleta não se desbloqueie, ficando sem acesso ao serviço e o suporte não atender as chamadas. Todas estas circunstâncias são extremamente desagradáveis, tendo consequências que causam stress, uma vez que a organização de vida que se faz sob a expectativa de ter acesso a um serviço de transporte que depois se vê frustrada. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada
F. V.
09/05/2023

Serviço da EMEL

Hoje fui bloqueado pela EMEL primeira vez em quase 12 anos de carta. Apesar de ter a app da EMEL instalada no telemóvel, e de ter dinheiro na minha conta, a app não funciona... por alguma razão não deixa finalizar o processo de estacionamento. O meu telemovel é de 2020, está longe de ser um problema de versões de software. Já liguei por duas vezes para a EMEL a questionar sobre este assunto e das duas vezes fui reencaminhado para o departamento de suporte da app. Da primeira vez ainda me atenderam e disseram que o problema é da versão da app que tinha instalado. Desinstalei e instalei a app e tudo na mesma.. não funciona. Liguei novamente mas desta vez a primeira senhora com quem falei disse que me ia passar para a mesma equipa da primeira chamada, só que esta não atendeu. A senhora disse que ia ser contactado por email e entretanto passaram-se 2-3 anos... desisti. Tenho uma modesta quantia de pouco mais de 7 euros presos na app e que já pedi que me enviassem mas também não o fizeram..Enfim.. hoje estacionei numa zona vermelha e como a app não funciona tive que usar as poucas moedas que tinha comigo para tirar um papel do parquímetro. Estive a trabalhar e não consegui sair à hora que tinha previsto, tendo chegado pouco mais de duas horas depois do tempo final do meu ticket. Cheguei ao carro e tinha o carro bloqueado com um papel a dizer que tenho que pagar 109€ por duas horas de estacionamento. Liguei prontamente para o número indicado na folha e tentei seguir com a sequência automática de perguntas telefónicas para dar inicio ao processo de desbloqueamento e DEU ERRO! Depois de confirmar a matrícula não dava para continuar. A inutilidade desta empresa é abismal. Mas pronto, ao fim de algumas tentativas lá conseguimos que aquilo funcionasse. Agora tenho que esperar que os ilustres senhores que andam por lisboa a bloquear carros acabassem de comer para eu conseguir voltar a trabalhar. E ainda fui avisado para a possibilidade de aparecer o reboque antes destes senhores para desbloquearem a minha viatura, e nesse caso teria desembolsar mais 100€. Mas o reboque não veio e paguei SOMENTE os 109€ iniciais.. por duas horas de atraso... num lugar de estacionamento... apesar de inicialmente ter pago um ticket..Vou agir judicialmente contra a EMEL visto que não gosto de ser roubado e considero isto uma burla sustentada pelos interesses de pessoas que vivem dos nossos impostos. Tenho vídeos e fotografias de tudo aquilo que contei no texto em cima e pretendo dar-lhes uso.Se estiver a ler esta reclamação e tiver uma história parecida ou outra em que se sentiu injustiçado por favor contactar-me (francisco.vasconcelos.pt@gmail.com). Por favor enviar email com dados de contacto.Obrigado

Encerrada
B. O.
07/05/2023

Multa por estacionamento em rotunda ilegalmente identificada

No passado dia 5 de Maio fui autuado na rua Rua Aurelio Quintanilha, Lisboa, com uma infração de ter estacionado em rotunda. Surpresa minha, pois não tinha verificado qualquer sinalização de rotunda na zona, e já tinha visto como prática comum o estacionamento naquela zona. Após análise mais detalha do local, e da legislação em vigor, a minha conclusão é que a rotunda não se encontra legalmente identificada, e como tal, o próprio auto de infração é ilegal. - De acordo com a Portaria n.º 46-A/94, de 17 de janeiro (e subsequentes revisões): --- o artigo 4º define que uma rotunda deve estar identifica com o símbolo D4, e que o mesmo deverá estar colocado proximidade imediata do local onde a obrigação começa ou a uma distância previa conveniente) >> Violação: O sinal encontra-se apenas colocado após o início da obrigação (como poder ser visto pelas Figuras 1 e 3 do documento em anexo) --- O artigo 13º define que os sinais devem ser colocados com boa visibilidade, e do lado direito da via (ou opor cima) e orientado da forma mais conveniente ao seu reconhecimento: >> Violação: O sinal encontra-se a 90º de quem circula proveniente da Rua Albert Eisntein (sem qualquer visibilidade) e não se encontra sequer na via (mas sim na ilha da alegada rotunda), como é visível na figura 3. Até o sinal de cedência de passagem (figura 2) se encontra ilegalmente colocado. - Em adição, o IMTT (com base na legislação acima referida e outros decretos regulamentares consultáveis na ANSR : ) descreve em melhor detalhe e mais simplificamente os critérios para a colocação da sinalização de rotunda, como é visivel na figura 4 do documento em anexo. --- O sinal D4 deve estar sempre á entrada da rotunda e NUNCA na ilha central da mesma --- O sinal D4 deve estar colocado na direita da via --- O sinal D4 deve estar SEMPRE associado a um sinal B1) cedência de passagem) --- A sinalização vertical deve estar colocada de forma a providenciar boa visibilidade >>> Violação: O local em questão viola todas estas regras de colocação de sinalização vertical.

Encerrada
I. M.
21/04/2023

Multa por dístico caducado

Venho por este meio expor a minha situação com o dístico emel de residente em Lisboa, e que acredito que não seja a única. Recentemente fui surpreendido com uma multa por causa do dístico ter expirado. Achei estranho porque nos anos anteriores tinha recebido um alerta de renovação do dístico e este ano não recebi, mas eu estava a contar com esse alerta. Alias, no site da emel confirmam que eles vão alertar por sms ou email (https://www.emel.pt/pt/noticias/emel-ja-nao-envia-postais/). Após contactar a Emel, referiram que a responsabilidade de renovação é do cliente e que eles só enviam alertas por cordialidade.Parece-me de má fé acostumar às pessoas a serem notificados e depois não ser responsabilizar pela falha nessas notificações. Imagino que muitas pessoas estão nesta mesma situação.Para além disto, no próprio dia efectuei o pedido de renovação de dístico no site de Emel, tendo recebido a notificação de sucesso no envio do pedido. Três dias depois, ante a falta de resposta do seu lado, contacto à empresa, e dizem-me que não receberam nenhum pedido. Entretanto eu sou residente, e não posso ter o meu carro estacionado na rua.Acho uma falta de respeito para com os residentes estas atitudes e procedimentos da Emel, que demonstram zero preocupação com as pessoas e que obrigam a que eu movimente o carro diariamente para evitar ser multado (justamente o contrario do propósito da empresa).Em primeiro lugar gostava de conseguir anular a multa colocada, e gostava que houvesse algum tipo de responsabilização da Emel nestas situações. Se eu sou residente e demonstro ser residente à data da atuação, não faz sentido ter na mesma que pagar as multas ou os estacionamentos só por uma falha nos prazos de renovação do dístico.Obrigado,Ismael

Encerrada
M. C.
12/02/2023

Burla com dístico de residente

Venho por este meio expor a minha experiência que considero uma burla por parte da EMEL.Sem grandes esperança de ser contactado ou de ver a situação resolvida, apenas pretendo divulgar o sucedido.Foi-me atribuído um segundo dístico de residente por parte da EMEL, após o pagamento da anuidade (54€). Passado um ano, foi-me enviado SMS para renovação do mesmo e após pagamento foi novamente emitido o mesmo e enviado por carta.O problema é que a viatura é uma autocaravana, por lei não pode existir em Lisboa, nem a pagar parquímetro, nem em qualquer espaço fiscalizado pela EMEL (embora ocupe apenas um lugar de estacionamento). Quando a EMEL reparou no seu próprio lapso, decidiu anular o dístico e comunicar por chamada telefónica de um número fixo qualquer. Eu solicitei que me fosse comunicado como tinham feito até aqui (SMS e/ou carta para a moradia), me devolvessem a anuidade paga e me apresentassem uma solução para a viatura. Ora nada foi feito pela EMEL. Ainda tentei contactar a EMEL para esclarecer a situação pelos meios próprios, sem qualquer tipo de resposta. Para meu espanto a viatura foi rebocada mesmo com o dístico com data válida no vidro. No parque de reboques foi-me dada razão, mas teria de pagar primeiro e reclamar depois. Assim o tive que fazer (até porque a diária do parque é 25€ e não ia parar de contar).Até à data nada foi feito por parte da EMEL. Nem qualquer satisfação nem devolução das quantias, para mim ilegalmente cobradas. Isto, na minha opinião, é a definição de uma burla.Pergunto-me qual o papel da EMEL. Sendo uma empresa municipal e de fiscalização, deveria servir os residentes da sua cidade e não tentar lucrar ao máximo com os mesmos, assumindo uma postura de superioridade e impunidade. Também me pergunto qual a legalidade do procedimento do pague primeiro e reclame depois uma vez que não há qualquer tipo de resposta por parte da empresa.Também creio ser da responsabilidade da EMEL, uma vez que gere o parque automóvel da cidade de Lisboa, apresentar alternativas para os residentes relativamente às suas viaturas. A mim apenas foi-me dada como solução estacione fora do nosso concelho. Sem qualquer tipo de esperança, escrevo de forma a partilhar a minha experiência.Caso seja necessário estou ao dispor para seguir uma via judicial, pois a EMEL também tem obrigações a cumprir.

Encerrada

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