Reclamações públicas

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Pedido de apoio e análise – Recusa de seguro de saúde por motivo de obesidade

Exmos. Senhores da DECO PROteste, Venho, por este meio, solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação que considero profundamente injusta e discriminatória, ocorrida no âmbito da contratação de um seguro de saúde junto da UNA Seguros, Médis. Todo o processo foi realizado telefonicamente, através do preenchimento de um questionário clínico, no qual me foram solicitadas diversas informações sobre o meu estado de saúde, incluindo altura, peso, historial clínico, medicação e outras questões relevantes para a avaliação do risco. Posteriormente, fui informada de que a minha proposta de seguro de saúde seria recusada devido à minha condição de obesidade, tendo-me sido apresentada apenas uma alternativa com um prémio mensal na ordem dos 400 €, valor completamente incomportável e desproporcionado. O que mais me preocupa é o facto de esta decisão parecer assentar essencialmente no meu peso, apesar de não me terem sido identificadas outras patologias associadas que justificassem uma recusa desta natureza. Sou, inclusivamente, dadora regular de sangue, estando sujeita a avaliações periódicas do meu estado de saúde. Considero que esta situação constitui um ato discriminatório, na medida em que estou a ser privada do acesso a um seguro de saúde que estaria disposta a contratar e a pagar como qualquer outro consumidor, apenas em função da minha condição física. Entendo que nenhuma pessoa deve ser excluída ou colocada numa posição de manifesta desvantagem sem que exista uma avaliação individualizada, objetiva e devidamente fundamentada. Para além da recusa, a única solução apresentada foi um prémio de cerca de 400 € mensais, um valor que considero manifestamente desproporcionado e que torna o acesso ao seguro praticamente impossível para a maioria dos cidadãos. Face ao exposto, solicito à DECO PROteste que analise esta situação e me informe sobre os direitos que me assistem, bem como que desenvolva as diligências que considere adequadas junto da seguradora ou das entidades competentes, caso entenda existirem fundamentos para tal. Acredito que este caso poderá não ser isolado e que merece ser analisado, não apenas pelo impacto que teve na minha situação pessoal, mas também pelo potencial impacto sobre outros consumidores que possam ver o acesso a um seguro de saúde condicionado exclusivamente pela sua condição física. Agradeço, desde já, a atenção dispensada e fico a aguardar o vosso contacto. Com os melhores cumprimentos, Débora Araújo

Em curso

Reembolso não respondido

Após várias tentativas, a Médis continua sem responder a um pedido de reembolso de uma fatura de 900€. No dia 25 de junho submeti um pedido de reembolso relativo a uma fatura de 900€, referente à colocação de aparelho, na categoria de Dentista. Uma semana depois, no dia 1 de julho, contactei o vosso apoio ao cliente e foi-me indicado que o prazo de resposta seria de 5 dias úteis, faltando nessa data apenas 1 dia útil para o fim desse prazo. Aguardei, mas não obtive qualquer resposta. No dia 6 de julho voltei a contactar-vos e foi-me novamente dito que o pedido tinha sido reforçado junto da equipa responsável e que seria necessário aguardar mais 5 dias úteis — o que não é consistente com a informação inicial, segundo a qual deveria receber uma resposta 5 dias úteis após a submissão do pedido de reembolso. Hoje voltei a ligar e recebi, mais uma vez, a mesma resposta. Estamos a falar de uma despesa de 900€, pelo que gostaria de pedir a vossa atenção a este assunto e uma resposta o mais breve possível.

Resolvida

Pré Autorização PA0434175 - FELIPE OLIVEIRA ARRUDA

Sou cliente Médis (Apólice n.º DI56250887) e apresento esta reclamação devido à recusa de autorização de uma cirurgia ortopédica necessária para correção de uma rotura traumática do grande peitoral, devidamente comprovada por exames de imagem e relatórios médicos. A Médis fundamenta a recusa numa alegada situação de pré-existência. Contudo, esta decisão ignora um facto essencial: antes da atual apólice Médis, eu encontrava-me segurado através da apólice Zurich n.º 009940056, tendo posteriormente transitado para a Médis sem interrupção da proteção de seguro de saúde. Durante a transição foi-me transmitido que existiria continuidade de cobertura, sem aplicação de novos períodos de carência, motivo pelo qual mantive o seguro e continuei a suportar os respetivos custos. Após a recusa inicial, solicitei formalmente a reapreciação do processo, apresentando toda a documentação clínica e contratual necessária. Apesar disso, a resposta da Médis limitou-se a reiterar a recusa, referindo uma data clínica considerada relevante para análise de pré-existência, sem esclarecer: * Qual a cláusula contratual concreta que fundamenta a decisão; * Como foi analisada a continuidade de cobertura entre a apólice Zurich e a atual apólice Médis; * Qual o enquadramento contratual aplicado à transição entre os dois seguros; * Nem por que motivo essa continuidade não foi considerada na decisão final. Entendo que uma decisão com impacto tão relevante na saúde do segurado deve ser devidamente fundamentada e não pode ignorar elementos essenciais do histórico contratual apresentado. Solicito a reapreciação integral do processo, com análise efetiva da continuidade de cobertura anteriormente existente, bem como a emissão de uma resposta técnica e contratualmente fundamentada. Considero igualmente preocupante a ausência de esclarecimentos concretos relativamente aos argumentos apresentados, obrigando o consumidor a recorrer a entidades externas para obter uma apreciação adequada do caso.

Encerrada

Atrasos sucessivos nos reembolsos

A MÉDIS incumpre, sistematicamente, os prazos para efeitos de reembolsos. A título de exemplo, uma despesa com medicamentos comparticipáveis pelo SNS, submetida no dia 26/5/2026, ainda não foi, à data de hoje (12/6/2026), reembolsada.

Resolvida

Pagamento nao feito a mais de 3 meses - sem solucao

Enviei duas faturas para reembolso à Médis, uma a 24 de março de 2026 e outra a 13 de abril de 2026. Apesar de já ter contactado a empresa várias vezes, a resposta é sempre a mesma: dizem que vão tratar do assunto, mas nada é resolvido e o pedido continua pendente no site. As faturas são válidas, como exigido pela empresa. Considero que o contrato deve ser cumprido por ambas as partes, visto que todos acordaram nas condições. Não deveria ser preciso solicitar constantemente, isso deveria fazer parte da seriedade e responsabilidade da empresa, algo que não estou a ver ser cumprido neste caso. Estou extremamente frustrado, pois já passaram mais de três meses sem resposta relativamente ao reembolso destas duas faturas. Não se trata de valores elevados, são montantes à volta de 25 euros. Peço que a empresa dê a devida atenção a esta situação, pois, a meu ver, estamos perante um incumprimento contratual.

Resolvida

Demora na emissão do reembolso

Exmos Senhores venho por meio desta manifestar a minha insatisfação com a seguradora medis referente a emissão de reembolso. Fiz a submissão de dois pedidos de reembolsos o primeiro foi no dia 24 de Abril e o outro no dia 12 de Maio. O primeiro já há quase um mês e sempre que ligo para o apoio ao cliente dizem me que dentro de 5 dias a situação será resolvida e até ao momento não vejo resolução nenhuma.

Resolvida

Aplicação indevida de exclusões no seguro de saúde

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao seguro de saúde Médis associado à empresa Elenco das Pétalas – Unipessoal, Lda., NIF 517 565 366, celebrado em janeiro de 2024. (N.º do cartão Médis: A3821919100) Aquando da adesão ao referido seguro, prestei todas as informações solicitadas com total transparência e boa-fé, declarando que tinha sido submetida a uma cirurgia à coluna no ano de 2009, bem como que, na altura, tinha tido dois miomas uterinos. Importa, contudo, referir que tais situações ocorreram há vários anos e que, desde então, nunca mais voltei a apresentar quaisquer problemas relacionados com a coluna lombar nem com miomas uterinos que secaram. Importa ainda esclarecer que a única situação ocasional que tenho sentido ao longo dos anos está relacionada com a zona cervical, situação distinta da cirurgia lombar realizada em 2009 e que não tem qualquer relação direta com a mesma. Apesar de se tratar de situações clínicas ultrapassadas há muitos anos, fui penalizada com exclusões no seguro, o que considero manifestamente injusto e desproporcional. Recordo que a legislação portuguesa consagra o denominado “direito ao esquecimento”, previsto na Lei n.º 75/2021, que estabelece que não deve existir discriminação no acesso a seguros ou condições contratuais baseada em antecedentes clínicos já ultrapassados. Assim, não considero aceitável que factos clínicos ocorridos há mais de uma década continuem a ser utilizados como fundamento para exclusões ou limitações num contrato de seguro de saúde celebrado em 2024. Face ao exposto, solicito a reavaliação da presente situação e a revisão das exclusões aplicadas, em conformidade com os princípios legais aplicáveis e com o direito ao esquecimento consagrado na legislação portuguesa. Informo igualmente que sou associada da DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor e que, caso esta situação não seja devidamente analisada e corrigida, ponderarei recorrer às entidades competentes, designadamente à Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF). Neste momento só tenho a simulação, não tenho o contrato, terei que o solicitar. Aguardo a vossa resposta e a devida análise da presente reclamação. Com os melhores cumprimentos, Sandra Maria Carvalho Coelho

Encerrada

Apolices activas indevidamente

Ja tinha mandado tanto para a medis como para a medis mapfre a anulacao das apolices mandei dois emails para a Medis e medis Mapfre ate ja recebi estorno da desistência das apolices na minha conta bancaria Venho Reforçar mais uma Vez a Anulacao Definitiva da apolice DI 56 25 95 52 que eu tinha mandado dois email desistir e voces nao anularam a apolice Venho reforçar a anulacao Também venho reforçar que a apolice deixe de estar activa no sistema DI 56 25 79 72 e P 00030395 MAIS UMA VEZ VENHO REFORCAR QUE TIREM ESSAS APOLICES DE ACTIVO PORQUE EU MANDEI CANCELAR AS DUAS APOLICES NO PRAZO DOS 14 DIAS NUNCA PENSEI VIR A TER PROBLEMAS COM A MEDIS E MEDIS MARPHE Em ultimo caso avanco com uma advogada da deco e faço queixa num Tribunal arbrital julgados da paz EVORA 3 DE FEVEREIRO DE 2026 Luis António Costa Teixeira

Resolvida

Reclamção de Contrato Falso

Exmos. Srs, Venho por este meio apresentar a minha indignação e respectiva reclamação, uma vez que na minha apólice indica que inclui parto com um capital seguro de 50.000 €, no entanto apercebo-me a uma semana de ser pai pela primeira vez, que não posso fazer uso desse valor indicado na minha apólice nem para pagar o parto nem para pagar despesas associadas a minha estadia para acompanhamento do nascimento do meu filho. Ora isto é enganar as pessoas. Tenho este seguro há mais de 10 anos, tendo aderido ao mesmo em 2015, e só agora me apercebo que não me posso acreditar no que supostamente estou seguro ou não. Isto trata-se de enganar o cliente de forma gravosa. Pelo que irei proceder também à reclamação no livro de reclamações, bem como junto da  Deco Proteste e Portal da Queixa. Irei também exigir a renegociação desta mesma apólice e o pagamento do valor equivalente a todos os elementos indicados na minha apólice dos quais não posso usufruir e para os quais tenho pago durante 10 anos.

Encerrada

Aumento Mensalidade Plano e diferenca CUF e HLUZ

Bom dia!, Como Portugal não possui uma legislação especifica de sobre os seguros saúde, gostava de saber porque o seguro de saúde Médis tem diferentes percentuais de aumento entre seus segurados. Eu tenho uma apólice e minha esposa tem outra com meus filhos por quetões de IRS e verificamos ainda a apólice de uma amiga. Temos o seguro desde 2018 e os percentuais para cada pessoa tem sido muito diferentes. Quando chegamos em 2018 paragamos menos de 300 Euros para os 4. Hoje o valor e de cerca de 502, 11 Euros, muito acima da inflamação. Agora tivemos uma outra "surpresa" que gostariamos de saber sobre a legalidade da mesma, Os valore cobrados como copagamentos pelos exames nos hospitais CUF e H Luz estão quase dobrados. Temos uma apólice que nada fala sobre isso e que mostra valores diferentes da tabela que a Medis coloca na APP. Quem tem que negociar os valores e pagar mais a esses prestadores e a Medis e não o consumidor

Resolvida

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