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Violação do direito à saúde e cancelamentos sucessivos de consultas
Assunto: Queixa por disfunção sistémica no SNS: Violação do direito à saúde e cancelamentos sucessivos de consultas Venho por este meio expor e requerer a intervenção de Vossas Excelências perante uma grave e generalizada disfunção no funcionamento do Serviço Nacional de Saúde (SNS), especificamente no que concerne aos cuidados de saúde primários e ao acesso a meios complementares de diagnóstico, que viola flagrantemente o artigo 64.º da Constituição da República Portuguesa. O motivo desta queixa fundamenta-se num padrão institucional que se tornou a norma em várias Unidades Locais de Saúde (ULS) do país, e do qual o agregado familiar da signatária é vítima direta: 1. Bloqueio no Acesso a Consultas: O tempo médio de espera para uma consulta com o Médico de Família ultrapassa os 4 meses. 2. Cancelamentos Sucessivos e Arbitrários: Tornou-se prática corrente o cancelamento de consultas por parte dos serviços, muitas vezes no próprio dia do agendamento, sem que seja facultada ao utente uma alternativa célere ou viável. Este facto arrasta o tempo de espera real por tempo indeterminado, gerando uma total desproteção do cidadão. 3. Encargos Duplos no Setor Privado: Perante a inércia do sistema, os cidadãos são empurrados para o setor privado. O caso concreto que motiva esta exposição, implicou o pagamento imediato de 230,00€ para a realização de um exame urgente à coluna vertebral, por manifesta incapacidade de resposta do SNS. Esta realidade assume contornos de profunda injustiça social e económica. No meu caso de Trabalhadora Independente, enquanto contribuinte ativa, cumpro rigorosamente com obrigações fiscais e contribuições elevadas para a Segurança Social, sem que usufrua de quaisquer regalias, redes de proteção céleres ou subsistemas de saúde específicos. Mais do que a resolução de um processo individual, esta queixa visa denunciar a exclusão social gerada pelo próprio Estado: a população sem recursos financeiros fica condenada ao abandono e à degradação absoluta da sua saúde na sarjeta da burocracia pública. Face à gravidade do cenário exposto, solicito que: • Seja realizada uma auditoria urgente à taxa de cancelamento de consultas nos cuidados primários e aos mecanismos de reagendamento obrigatório; • Sejam avaliadas medidas de salvaguarda ou reembolso para utentes que, por manifesta falha de resposta atempada do Estado em situações de dor aguda, sejam obrigados a suportar custos no setor privado.
Espera desesperante
Estive 5 minutos a responder a questionários, mais 5 minutos a ouvir música clássica repetidamente e, quando acabou a música, desligaram a chamada! Tentei novamente, tendo acabado por desistir aos 21 minutos. A qualidade deste serviço está a piorar a olhos vistos, quem estiver a morrer, bem morre de desespero, à espera de ouvir um ser humano do outro lado da linha. Obrigado senhora Sinistra, digo, Ministra da Saúde
Cancelamento de consultas externas de ginecologia
Esta reclamação é a continuação de uma outra reclamação que eu já tinha feito aqui (nº 14936450), uma vez que a situação escalou. Para resumir muito rapidamente, a 30 de outubro do ano passado (2025) a minha médica de família realizou um pedido de consulta externa para a maternidade julio dinis no porto, a meu pedido, para a colocação do DIU hormonal, a minha reclamação anterior deveu-se ao facto de eu estar há meses à espera da consulta (já passava bastante dos 120 dias máximos que constam na lei), fiz também uma reclamação à entidade regiladora da saúde mas entretanto nada aconteceu e eu continuei à espera. Até que no final de julho deste ano (2026) o pedido de consulta foi cancelado por parte da maternidade e quando questionei a minha médica de família sobre o porquê, ela explicou-me que os serviços da maternidade consideram que esse procedimento (a colocação do DIU) deve ser feita pelos cuidados primários, ou seja, nos centro de saúde pelos médicos de família. Contudo, e isto também me foi dito pela minha médica de família, a maioria dos médicos de família não têm formação especializada para fazer esse procedimento, nem alguns centros de saúde estão equipados para tal. Ora, se os centros de saúde não conseguem garantir esse serviço então são os hospitais que têm de garantir. Vou também atualizar a minha reclamção junto da entidade reguladora da saúde, mas infelizmente não acredito que vá acontecer algo, precisamos de mais pessoas a fazer as reclamções devidas.
Não tive atendimento para o meu filho de 5 meses
Venho por este meio solicitar o meu descontentamento sobre a SNS 24. Estive três horas a ligar por causa do meu filho de 5 meses que está com febres altas e ninguém me atendeu durante essas três horas. Já para não falar que nas urgências de ponte da barca também não foi atendida pois as funcionárias disseram que já não tinham vaga para o meu filho e me mandaram ligar para a saúde 24. E agora eu pergunto o que é que eu faço numa situação destas em que nem sou atendida de um lado nem do outro.
Atendimento por telefone
Já liguei três vezes hoje para o telefone SNS 24 fico 1 hora aguardando e ninguém atende, Não estou entendendo o que está acontecendo, Que tipo de atendimento é esse de urgência, quando o cometo com as pessoas todos falam a mesma coisa que é comum, é normal acontecer isso.
Recusa de prestação de orientação pela Linha SNS 24
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao atendimento que recebi através da Linha SNS 24. Contactei a linha porque estou preocupada com o estado de saúde do meu avô, que apresenta sintomas como tonturas, episódios de desmaio, falta de apetite e fraqueza, tendo ainda registado valores de tensão arterial elevados. O meu objetivo era apenas perceber qual seria o procedimento mais adequado: se, perante os sintomas descritos, deveria insistir para que fosse ao serviço de urgência ou se seria mais indicado tentar agendar uma consulta. No início da chamada expliquei à profissional que o meu avô não aceita tratamento médico e que, se soubesse que eu estava a contactar a Linha SNS 24, não permitiria a chamada. Esclareci também que me encontrava no exterior do prédio precisamente por esse motivo e que apenas pretendia descrever os sintomas e obter orientação. Apesar desta explicação, foi-me dito de forma pouco empática que teria obrigatoriamente de estar ao lado do utente, sendo recusada qualquer orientação. Tentei explicar novamente a situação, mas não senti qualquer disponibilidade para compreender o contexto nem para prestar uma orientação mínima. Compreendo que existam protocolos a cumprir e que determinadas avaliações só possam ser feitas com o utente presente. No entanto, considero que a situação poderia ter sido gerida com muito mais empatia, respeito e sensibilidade. Em nenhum momento procurei substituir uma avaliação médica; apenas pretendia saber se os sintomas que descrevi justificavam uma ida urgente ao hospital ou outro tipo de atuação. Saí da chamada sem qualquer orientação, apesar de estar a tentar agir de forma responsável perante uma situação que me preocupa e que é particularmente difícil devido à recusa do meu avô em receber cuidados médicos. Solicito, por isso, que esta situação seja analisada e que seja avaliada a forma como este atendimento foi conduzido, para que outras pessoas que se encontrem em circunstâncias semelhantes possam receber um acolhimento mais humano e uma orientação adequada dentro das possibilidades e dos procedimentos da Linha SNS 24.
Reclamação - Vale de Cirurgia
Bom dia, Espero que se encontrem bem! Venho por este meio expressar a minha indignação: A minha avó foi já no ano passado (2025) ao hospital de Vila Franca de Xira por causa de uma hérnia abdominal que lhe pressionou o intestino na sequência de uma cirurgia a um prolapso do útero. Não operaram logo a minha avó de urgência, disseram que ela teria que aguardar que o hospital marcasse mas QUE A SITUAÇÃO ERA DE EXTREMA URGÊNCIA. Os meses foram passando e nunca mais recebíamos nada e, qual não foi o meu espanto, quando consegui ter acesso a um e-mail antigo meu que estava associado à ficha da minha avó, e estava lá o vale de cirurgia expirado à já 4 meses (desde março 2026)! E-mail este que eu pedi EXPRESSAMENTE tanto no hospital como na app para a alteração do email porque fiquei sem conseguir receber nada e sem acesso ao antigo, o qual me foi dito que a alteração tinha sido efetuada com sucesso. A situação que me entristece é que se for para cobrar um valor de urgência ou seja o que for, é enviado uma carta registada e até nos contactam telefonicamente, agora quando se trata de uma vale de cirurgia, VALE ESSE QUE PODE SALVAR OU DAR UMA CONTINUAÇÃO DE VIDA DIGNA DE UM UTENTE, isso já não se importam e basta um simples email. Sim, porque nem uma carta recebemos, nem um telefonema a avisar do vale. Tentei ligar durante dias para os serviços administrativos de Lisboa e Vale do Tejo e NUNCA tive resposta e NUNCA retornaram a chamada. Liguei várias vezes para o gabinete do cidadão do Hospital de Vila Franca de Xira e simplesmente DESLIGAM O TELEFONE. Acho esta situação inadmissível e EXIJO que passem um novo vale de cirurgia à minha avó. A culpa foi INTEIRAMENTE VOSSA e peço encarecidamente que se responsabilizem pelos vossos atos.
Reclamação sobre dificuldades de acesso a consulta
Assunto: Reclamação sobre dificuldades de acesso a consulta Venho apresentar uma reclamação relativamente às dificuldades que tenho encontrado no acesso aos cuidados de saúde. Em janeiro deste ano, tive uma teleconsulta através da minha Unidade de Saúde, na qual a médica solicitou a realização de exames. Após os realizar, voltei a ser acompanhado em nova teleconsulta e foi-me indicado que repetisse os exames alguns meses depois. No dia 20 de julho realizei novamente os exames e dirigi-me à Unidade de Saúde para apresentar os resultados e, simultaneamente, solicitar a avaliação de um caroço que surgiu nas costas. No entanto, fui informado de que já não seria possível marcar a teleconsulta na Unidade de Saúde e que teria de o fazer através da Saúde 24. Contactei de imediato a Saúde 24, mas não consegui ser atendido devido ao elevado tempo de espera. Assim, encontro-me sem acesso a uma avaliação médica e poderei ter de aguardar até outubro, ou mais, para uma consulta, apesar de apresentar um problema que necessita de observação. Considero esta situação inaceitável. Não é aceitável que um utente fique impedido de aceder a cuidados de saúde por dificuldades no sistema de marcação, sobretudo quando existe uma situação clínica que carece de avaliação. Solicito que esta situação seja analisada e que sejam tomadas medidas para garantir um acesso mais célere aos cuidados de saúde.
Aconselhamento e encaminhamento errado
Exmos Senhores, Lamento ter que constatar que fui muito mal atendida no dia 06.06.2026 quando liguei para a Saúde 24. A triagem é ridícula demorada e trata pessoas como robôs. A chamada de Péssima qualidade. Fui encaminhada para SAC O administrativo não conhecia de todo o seu trabalho e não sabia dar informações sobre rigorosamente nada. Disse apenas que me podia dar a morada do local nem sequer sabia que eu receberia um SMS com essa informação. Vergonhoso a qualidade dos trabalhadores. Enfim chego para a minha consulta marcada pela SNS 24 e dizem me que o médico está de greve às horas extras mas não há forma de comunicar com a saúde 24. Brincam com o consumidor doente. O que eu penso é se somos obrigados a ligar para obter uma consulta pela menos deveria haver qualidade neste atendimento. O que tudo isto faz é quer é que cada vez mais pessoas se dirijam ao privado. Lamento que esta reclamação não chegue a quem toma estas decisões. Ligo imensas vezes para a saúde 24 e só encontro profissionais muito desmotivados com empatia mínima.
Mau atendimento
Exmos. Senhores! Fiz uma chamada para os senhores relativamente a uma amigdalite. No passado tive este mesmo problema e marcaram uma teleconsulta. Neste dia em que vos liguei, expliquei que estou a efetuar uma formação decisiva e que não poderia faltar ao trabalho pois corro risco de demissão. Recusaram-se a marcar uma teleconsulta e facilitar o processo o que me está a causar complicações no meu local de trabalho. Ou seja fiquei sem acesso ao medicamento que iria aliviar a sintomalogia e me permitiria trabalhar sem maiores complicações ao dia de hoje. Acho que a empatia pelo doente e necessidades do mesmo não estão a ser consideradas por este serviço.
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