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Sinistro não resolvido
A/C AGEAS Venho expressar o meu descontentamento e reclamar sobre o serviço que a AGEAS me prestou. Em Setembro 2025 o meu carro bateu num passeio e num pilar, resultando num pneu danificado e em danos na chapa do carro. O perito da AGEAS considera apenas o pneu como dano apesar das minhas fotos, do meu relato da situação e do relatório da oficina. Quando pedi à AGEAS que revisse a situação o tempo de resposta foi lamentável. Estive mais de 2 meses sem o carro e a situação resolvida. Hoje, dia 06 de Novembro 2025, continuo sem carro e sem resposta da AGEAS. Inclusive enviei email a reclamar e nem resposta obtive. É lamentável pagarmos de forma regular e cumprirmos a nossa parte do acordo para depois a AGEAS não só não cumprir com a sua como também ser incapaz de dar resposta ao problema num tempo útil. Cumprimentos.
Aumento injustificado do prémio e perda de bonificação
Exmos. Senhores, Apresento reclamação contra a Ageas Portugal por aumento injustificado do prémio e atribuição incorreta de responsabilidade em dois sinistros, em violação dos artigos 16.º e 182.º do DL 72/2008 e do dever de boa-fé contratual.
Aumento injustificado do prémio e perda de bonificação
Esta reclamacao refere-se a alteracao do premio e perda de bonificacao na apolice 004520921807 da seguradora Ageas. Existem dois sinistros que foram avaliados de forma incorreta pela seguradora: 1. No dia 31/05/2024 o veiculo encontrava-se estacionado, travado e sem condutor. No dia seguinte foi encontrado encostado a outro carro. Nao houve prova pericial nem participacao policial. Mesmo assim a Ageas registou culpa da segurada, o que viola o Decreto Lei 291 2007 artigo 27 que exige prova objetiva para atribuicao de responsabilidade. 2. O segundo sinistro ocorreu em parque de supermercado, sem data exata recordada. O relatorio policial numero 24SAU0141889 confirma culpa exclusiva do outro condutor. Apesar disso a seguradora manteve aumento de premio e perda de bonificacao, o que viola o Decreto Lei 72 2008 artigos 16 e 182 que obrigam boa fe, transparencia e fundamentacao. O premio passou de 153,23 por ano para 76,73 por trimestre sem justificacao valida e sem aviso previo, constituindo alteracao contratual abusiva. Solicito: 1. Reposicao do premio original anual ou valor equivalente. 2. Devolucao dos valores cobrados em excesso. 3. Restauracao da bonificacao removida injustamente. 4. Correcao imediata dos registos de culpa associados ao sinistro de 31/05/2024. Toda a documentacao, incluindo resposta oficial da Ageas, fotos, documentos e relatorio policial, segue em anexo e comprova os factos descritos. Requeiro intervencao da ASF para reposicao da legalidade e controle da atuacao da seguradora.
Alteração injustificada do prémio do seguro automóvel (Apólice nº 004520921807)
Assunto: Reclamação formal – Alteração abusiva do prémio do seguro automóvel e incumprimento de promessa contratual (Apólice nº 004520921807) Exmos. Senhores, Na qualidade de representante legal da Sra. Marine Bagatelia (NIF 300765720), venho apresentar reclamação formal contra a seguradora Seguro Directo – Ageas Portugal, pela prática abusiva e contrária à boa-fé contratual relativa à apólice nº 004520921807 do veículo SMART, matrícula 25-CG-99. Em setembro de 2022 ocorreu um sinistro de natureza leve, com o veículo estacionado e sem circulação. Após esse incidente, a equipa da seguradora informou reiteradamente por telefone que, decorrido um período de 12 meses sem novos sinistros, o prémio trimestral seria reposto ao valor original anterior ao sinistro (cerca de 50 euros/trimestre, correspondentes a 153,23€/ano, conforme as Condições Particulares e Recibo de 2021). Esta promessa foi comunicada várias vezes ao longo de 2023 e 2024, criando legítima expectativa contratual e confiança no cumprimento do princípio da boa-fé (artigo 227.º do Código Civil). Contudo, findo o referido período de 12 meses, a seguradora não repôs o prémio ao valor acordado. Pelo contrário, em outubro de 2025 foi emitido Aviso de Débito no montante de 76,73 euros por trimestre, valor significativamente superior ao anteriormente praticado. Esta alteração foi efetuada sem qualquer comunicação prévia escrita, sem apresentação de justificação técnica ou legal, e sem qualquer explicação de agravamento de risco. Tal conduta configura violação clara do artigo 16.º das Condições Gerais e do Decreto-Lei n.º 72/2008, de 16 de abril, que impõem o dever de informação, transparência e comunicação antecipada de qualquer modificação contratual. A seguradora, ao manter um valor agravado sem base contratual e ao ignorar as comunicações anteriores que garantiam a reposição do prémio, incorre em violação do dever de boa-fé (artigos 227.º e 762.º do Código Civil) e conduta abusiva nos termos do artigo 334.º do mesmo diploma. Além disso, a ausência de comunicação escrita válida fere os princípios do Regime Jurídico do Contrato de Seguro e os direitos do consumidor previstos na Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96). Durante mais de um ano, a seguradora limitou-se a responder por via telefónica e a adiar a reposição do valor, invocando sucessivamente revisões “anuais” que nunca foram cumpridas. Tal comportamento demonstra má-fé negocial e prática lesiva da confiança legítima do tomador, sendo incompatível com os padrões mínimos de conduta exigidos a entidades supervisionadas pela Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF). Face ao exposto, requeiro expressamente: 1. A reposição imediata do prémio ao valor praticado até setembro de 2022 (50€/trimestre); 2. O reembolso das quantias cobradas em excesso desde o termo do período de 12 meses sem sinistros; 3. A entrega, por escrito, do histórico completo de alterações de prémio e do registo de bónus/malus desde 2022; 4. A justificação documental do motivo que levou à manutenção do prémio agravado, sob pena de responsabilidade civil por incumprimento contratual e dano moral; 5. A intervenção imediata da DECO e da ASF para verificação da legalidade das práticas comerciais e da transparência da comunicação com o consumidor. Caso não seja obtida resposta escrita fundamentada no prazo máximo de 10 dias úteis, reservo-me o direito de apresentar participação junto do Ministério Público, com pedido de investigação de eventual prática de fraude contratual e violação do dever de boa-fé. Anexo os seguintes documentos: – Aviso de Débito de 11/10/2025 (76,73€/trimestre); – Recibo/Condições Particulares de 2021 (~50€/trimestre); – Cópia da comunicação enviada à seguradora e comprovativo da reclamação no Livro de Reclamações (ROR0000000045401231); – Cópia da resposta da seguradora (e-mail de 23/10/2025). Com os melhores cumprimentos, Zviadi Chakvetadze Representante legal de Marine Bagatelia E-mail: zviadichak1973@gmail.com Telefone: 925948725 Morada: Rua de São Tomé e Príncipe, 2 – Agualva-Cacém, 2735-333
Falta de resposta e resolução de sinistro há mais de 8 meses
Venho apresentar reclamação relativa ao tratamento do sinistro da minha avó, Maria de Jesus Lourenço Soares, reportado em março de 2025, referente a danos por rotura de canalização na sua habitação. Desde essa data, o processo tem-se arrastado sem qualquer resolução. O perito deslocou-se ao local em maio de 2025, confirmou tratar-se de uma rotura de canalização abrangida pela apólice, tirou fotografias e garantiu que o caso estava coberto. No entanto, a AGEAS acabou por indeferir o sinistro, alegando incorretamente tratar-se de fissuras estruturais de um prédio antigo — confundindo duas situações distintas que o próprio perito avaliou. Desde então, foram enviados vários e-mails e efetuadas inúmeras chamadas telefónicas (com registo de atendimento a indicar “ligue amanhã para saber o estado do processo”), mas nunca houve resposta efetiva, nem qualquer proposta de resolução ou visita adicional. Passaram já 8 meses sem que a AGEAS assumisse a reparação, enquanto os danos se agravam e já afetam a fração inferior. Reclamo, assim, pela falta de resposta, demora injustificada e má gestão do processo, exigindo a reabertura imediata do sinistro, nova peritagem, e resposta formal por escrito, conforme previsto no regime aplicável às seguradoras e no dever de resposta ao consumidor.
Reembolso de despesas
Exmos Srs, Venho por este meio reclamar a falta de celeridade e transparência no sinistro ocorrido em Maio de 2025, e que até à data, Setembro de 2025, não tenho qualquer tipo de esclarecimento quanto ao valor reembolsado (359,80€), face ao valor inicial requerido (1429,97€). Em Junho de 2025 a Ageas assumiu total responsabilidade pelo sinistro, pelo que reitero a minha profunda insatisfação e preocupação com a morosidade e o desgaste emocional e físico que esta situação tem provocado desde a data do incidente.
Débito direto indevido
A Ageas Seguros Não Vida fez um débito direto indevido na minha conta bancária, no valor de 146,48 €, no dia 11/09/2025. Afirmo que nunca fiz negócios com esta empresa, jamais solicitei quaisquer tipos de seguros e nem sequer sabia da sua existência. Exijo, imediatamente o estorno do valor acima citado.
Sem apoio da companhia de seguros do ramo auto após um sinistro contra o meu carro
Exmos srs Venho por este meio reclamar que tenho um seguro contra todos os riscos e no passado dia 8 de agosto estava parada dentro do meu automóvel e uma carrinha passou e calculou mal e embateu e riscou o meu carro. O condutor recusou sair da carrinha e após 20 m apareceu o encarregado que preencheu a declaração amigável e preencheu o meu lado Quando li verifiquei que a x estava mal colocado em vez estar no número 1 que diz o meu carro estava parado ele colocou na 2 opção que diz esteva a sair do estacionamento. Verbalizado que estava errado e ele disse que cada um iria descrever o acidente na parte de trás. Foi o que fiz e comuniquei logo a companhia de seguros e enviei um email voltando explicar o que sucedeu na realidade. A companhia Ageas optou na versão mais fácil aceitando a responsabilidade do sinistro. Contrapiso e enviei outro email dizendo que não concordava em ser eu a culpada. Desde o dia 9 de agosto a gestora do processo Sônia Sanches está analisar a minha reclamação ,sem dar andamento. Eu tenho telefonado todos os dias e não obtendo resultado da minha reclamação Por isso venho por este meio fazer uma reclamação contra a companhia de seguros Ageas pela falta de apoio e resolução do meu problema como cliente. Falta de apoio total em falar com o cliente e falta de interesse em apoiar o cliente ,só tendo o interesse de cobrar o seguro . Quero responsabilizar a companhia de seguros pela falta de atendimento do seu cliente e a não resolução da minha reclamação e da minha não concordância da desição que tomaram sem defender o seu cliente . N° apolice04512475829 N° participação 25AAU0649074 Atentamente Elizabeth Cadena Pereira
Quebra de vidros
Exmos. Senhores, Devido a varias tentativas de contacto relativo a matrícula AE-37-XN que resultou numa quebra de vidros no passado dia 26-07-2025, tendo eu tido uma situação igual em Agosto de 2021 e o seguro em questao na altura cobrir os danos da viatura. Nesta altura nao estao a assegurar os danos e nao estou a perceber o porque. Cumprimentos.
A Evitar, mau serviço a todos os níveis
Sou cliente da Ageas com uma apólice Multirriscos Habitação desde 2008 por obrigação bancária. No contrato emitido pela própria seguradora, está incluída na Cobertura Base a garantia "Avaria de Frigoríficos e Arcas Congeladoras". Em maio, reportei uma avaria no frigorífico. Para minha surpresa, a Ageas recusou a cobertura alegando que “o seguro só cobre danos no imóvel”, ignorando completamente o que está previsto no contrato. Não apresentaram qualquer cláusula de exclusão, nem qualquer base legal para a recusa. Pior ainda: enviaram-me um inquérito de satisfação antes da decisão estar tomada, com prazo que caducou antes de me darem resposta. Uma forma totalmente desonesta de manipular estatísticas internas de “cliente satisfeito”. Tudo isto é, na minha opinião, má fé contratual, falta de transparência e má prática comercial. Estou a aguardar reavaliação formal. ⚠️ Recomendo a todos que revejam muito bem o que contratam com a Ageas e que tenham extrema cautela. Aparentemente dizem que cobrem, mas na prática recusam.
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