Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
VOO CANCELADO E REMARCAÇÃO DE PASSAGEM
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal, visto que a reclamação que fiz no site da companhia sem encontra ainda sem respostas, relativamente à alteração da minha reserva de voo entre Florianópolis (Brasil) e Porto (Portugal), com escala em Lisboa. A passagem foi adquirida diretamente junto da TAP em fevereiro de 2026, tendo toda a viagem sido planeada com vários meses de antecedência. O meu regresso estava programado para o dia 03 de junho de 2026, contudo verifiquei por iniciativa própria que a minha reserva havia sido remarcada para o dia 08 de junho de 2026 somente no dia 08 de junho. Importa salientar conforme irei anexar que só recebi e-mails e comunicações gerais da greve, não recebi qualquer comunicação da TAP informando a alteração específica da minha viagem, seja por e-mail, SMS ou outro meio de contacto. Tomei conhecimento da alteração apenas ao consultar a minha reserva no website da companhia para fazer o check-in do meu voo. Recebi comunicações anteriores da TAP relacionadas com a operação dos voos, o que demonstra que os meus contactos se encontravam corretos e atualizados junto da companhia. Por esse motivo, causa-me estranheza não ter sido informada da alteração da reserva através dos canais habitualmente utilizados. A nova data de viagem representou um adiamento de quase cinco dias relativamente ao voo originalmente contratado, causando diversos transtornos e prejuízos .A data inicial foi escolhida especificamente por anteceder um feriado, permitindo que familiares realizassem o meu transporte até ao aeroporto sem impacto nas suas atividades profissionais. Com a alteração para o dia 08 de junho, essa logística deixou de ser possível, gerando custos adicionais de transporte ou a necessidade de terceiros se ausentarem do trabalho para me acompanhar ao aeroporto, bem como de estadia. Acresce que resido em Criciúma, Santa Catarina, cidade localizada a aproximadamente 220 km do Aeroporto Internacional de Florianópolis. O deslocamento até ao aeroporto exige cerca de quatro horas de viagem entre preparação, trajeto e procedimentos de embarque, o que torna necessária uma organização prévia de transporte e horários. A data originalmente contratada foi escolhida precisamente para permitir essa logística sem impactos profissionais e financeiros. Com a alteração da viagem para uma data útil, essa organização deixou de ser possível, gerando transtornos e custos adicionais que não estavam previstos. Além disso, resido e trabalho em Portugal, possuindo vínculo laboral ativo. O adiamento do meu regresso comprometeu a minha disponibilidade para retomar as atividades profissionais na data inicialmente prevista, causando impacto na minha organização laboral e financeira. Em virtude da nova data de chegada, deixei igualmente de exercer a minha atividade profissional durante vários dias que se encontravam previamente planeados para trabalho. Compreendo que a situação possa estar relacionada com a greve anunciada para o dia 03 de junho. Contudo, considerando que tal situação já era do conhecimento público há algum tempo, considero legítimo questionar a ausência de comunicação prévia adequada e a escolha de uma reacomodação com um intervalo tão significativo relativamente à data original da viagem visto se tratar de uma viagem internacional, e não um simples voo doméstico. Desta forma, solicito: Avaliação dos prejuízos e transtornos causados por esta alteração; Informação sobre eventuais direitos de assistência, reembolso de despesas adicionais e demais compensações aplicáveis ao caso concreto; Agradeço a atenção dispensada e aguardo uma resposta formal. Com os melhores cumprimentos, Emili.
Voos cancelados, remarcados e atrasados
Exmos. Senhores, Em 4 de junho de 2026 dirigi-me ao aeroporto de Porto para embarcar no vosso voo (TP1931) para o aeroporto de Lisboa, voo de ligação para o nosso destino final de Ponta Delgada. Sucede que o voo foi cancelado pelas 16h58 (uma hora antes do voo) sem indicação de justificação e remarcado para as 21h15 voo (TP2469) com chegada a Lisboa pelas 22h20. O nosso voo de ligação de Lisboa para Ponta Delgada manteve-se marcado com saida às 22h15 (5 minutos antes de chegarmos a Lisboa. Voo TP1865) Foi-nos indicado por funcionários no Aeroporto que os voos com partida de Lisboa estavam atrasados e que haviam mais pessoas neste voo que iriam fazer a ligação para Ponta Delgada no mesmo voo que o nosso. Chegados a Lisboa, o transbordo do autocarro foi demorado, mais de 25 minutos, acabando por perdermos o voo de ligação. Esse voo saiu às 22h32. Recebi informação da TAP pelas 22h25 (antes do voo sair) de que teria novo voo para Ponta Delgada às 22h00 do dia 5 de junho de 2026, ou seja, no dia seguinte. Fomos colocados em hotel com pequeno almoço assim como nos foram fornecidos vouchers para alimentação no aeroporto e deslocação aeroporto-hotel, hotel-aeroporto. No entanto e pela distância horaria entre voos, o almoço, lanches e deslocações em cidade foram de meu custo. Este voo também descolou atrasado tendo eu e a minha familia chegado a Ponta Delgada às 00h20 de dia 6 de junho de 2026, ou seja, quase 25 horas depois da data inicialmente agendada. Estes "contra-tempos" implicaram perda de 1 dia de estadia paga. Significa isto que entre atrasos, remarcações e cancelamentos, excedeu mais que 3 horas, pelo que tenho direito a uma indemnização, de acordo com as regras de transporte aéreo sobre atrasos nas viagens aéreas. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Mónica Rodrigues
Falha grave de segurança e violação do Serviço de Menor Não Acompanhado (UMNR) – Voo TP057
Exmos. Responsáveis da TAP Air Portugal,Venho por este meio formalizar a minha profunda indignação e preocupação com a segurança da minha filha, uma menina de apenas 11 anos, que viajou como Menor Desacompanhada no voo TP057 do dia 28/05/2026, operado pela TAP.Contratei e paguei a taxa obrigatória pelo serviço de Menor Não Acompanhado com o pressuposto óbvio de que a companhia garantiria a assistência e a segurança da criança através de uma acomodação estratégica na cabine. Para meu total espanto, a minha filha foi colocada numa fila central de 4 poltronas, sentada no meio de um homem estranho conforme ela mesma disse e de uma senhora. É inaceitável que a companhia exponha uma menina de 11 anos desta forma. Trata-se de um serviço pago — que não é barato — cuja principal finalidade é zelar pela proteção de um menor vulnerável. Deixá-la isolada da tripulação e vulnerável entre adultos desconhecidos contraria qualquer protocolo básico de segurança infantil. Ela poderia ter sido colocada entre dois homens adultos sem que ninguém notasse, o que me causou enorme pânico e ansiedade. O voo de retorno, TP058 no dia 23/08/2026, é noturno. Saber que a TAP distribui os assentos de menores desta forma deixa-me aterrorizada com o que pode acontecer durante a noite . Exijo uma resposta formal detalhando os critérios de atribuição de assentos para crianças que viajam sob a vossa total responsabilidade através deste serviço pago. A garantia e alteração imediata do assento da minha filha no voo de retorno, garantindo que ela fique sentada num local seguro, no corredor ou janela, e sob a supervisão direta da tripulação de cabine. Aguardo um contacto urgente com a confirmação da resolução deste problema antes do voo de regresso.Com os melhores cumprimentos, Adria Corrêa , +351 915 886 779, adriacorrea1705@gmail.com Código de Reserva (PNR): Z6I6MT, numero do bilhete, 0472523079216
Descaso: TAP se recusa a reembolsar passagem aérea devido a doença grave na família
É um absurdo que a TAP não tenha qualquer política minimamente humana para casos de doença grave na família. Comprei uma passagem e precisei cancelar devido ao agravamento do estado de saúde de um familiar próximo. Tenho laudo médico, documentação comprobatória e consegui resolver a situação com outros serviços e empresas. Mas, infelizmente, com a TAP a resposta foi simples: sem reembolso, sem crédito, sem alternativa. Entendo que existam regras tarifárias e que eu tenha comprado uma tarifa mais económica. Mas é inacreditável que uma companhia aérea internacional não tenha qualquer flexibilidade para situações excepcionais e comprovadas como esta. Parece que a lógica é apenas uma: lucro acima da relação com os clientes e acima de qualquer sensibilidade humana. Não estamos a falar de “mudança de planos” ou turismo. Estamos a falar de doença grave na família. Fica um enorme sentimento de frustração e indignação. Péssima experiência.
Obrigação de bagagem para o porão no embarque
Exmo.(a)s, Venho apresentar reclamação relativamente ao tratamento dado à minha bagagem de cabine no voo TP1863, de Lisboa para Ponta Delgada, no dia 14 de maio. A minha mala cumpria as dimensões permitidas para bagagem de cabine indicadas pela companhia. Ainda assim, apenas no momento do embarque fui informada de que teria obrigatoriamente de seguir para o porão. Importa ainda referir que eu vinha já de um voo anterior da TAP com atraso, proveniente de Sevilha, pelo que toda esta situação representou uma dose adicional de stress e transtorno numa viagem que já decorria com constrangimentos. Perante a decisão de colocar a mala no porão, solicitei a possibilidade de efetuar uma Declaração Especial de Valor para a bagagem, uma vez que esta iria passar a ser transportada no porão por imposição da companhia. Esse pedido foi recusado com a justificação de que deveria ter sido feito anteriormente, no check-in. Ora, esta situação é manifestamente contraditória, porque até ao momento do embarque a bagagem era considerada bagagem de cabine, não existindo qualquer indicação prévia de que seria despachada. Assim, não me foi dada uma oportunidade real e efetiva de exercer esse direito no momento em que a natureza do transporte da bagagem foi alterada pela própria companhia. Acresce que, conforme pude observar após o embarque concluído, existiam ainda vários compartimentos de cabine com espaço disponível suficiente para acomodar malas com dimensões idênticas à minha, o que torna esta decisão ainda mais difícil de compreender do ponto de vista operacional. Considero, por isso, que fui colocada numa situação injusta e sem possibilidade prática de proteger adequadamente os meus bens, apesar de a alteração ter resultado exclusivamente de uma decisão operacional da TAP. Ficou por entender: - o fundamento concreto para a recusa da bagagem na cabine, apesar de cumprir as medidas permitidas; - o motivo pelo qual foi recusada a Declaração Especial de Valor no momento em que a bagagem passou a ser obrigatoriamente transportada no porão; - quais os procedimentos previstos pela lei para garantir que os passageiros conseguem exercer esse direito em situações idênticas. Com os melhores cumprimentos, Carla Pacheco
Bagagem-de-Cabine Despachada para o Porão Momentos Antes Do Embarque
Venho por este meio reportar uma falha grave na prestação de serviço por parte da equipa de assistência em escala e de cabine do voo TP1361, operado no dia 14/05/2026, com partida de Londres (Heathrow) em direção a Lisboa às 16:35 (hora local). A presente reclamação incide sobre a obrigatoriedade imposta pelos agentes da TAP, na zona de embarque, de despachar algumas bagagens de cabine para o porão, sob a pressão de os passageiros não serem autorizados a embarcar caso não acedessem a tal requisito — pedido este realizado apenas na última meia hora antes do embarque. Os critérios de seleção não foram transparentes, o que levanta questões sobre a existência de privilégios injustificados, contrariando o benefício generalizado dos passageiros de classe económica poderem transportar a sua bagagem de mão na cabine. Baseio esta reclamação nos seguintes quatro pontos: 1. Falta de transparência no ato da compra: Deveria ser explícito, no momento da aquisição do bilhete, que o transporte da bagagem de mão na cabine não é garantido para todos os passageiros de classe económica. Se este benefício é exclusivo de outras classes, tal deve ser comunicado de forma inequívoca desde o início. 2. Falta de comunicação atempada: A informação de que as bagagens deverão ser despachadas deveria ser enviada antecipadamente (via SMS ou e-mail). A comunicação tardia gera situações de falta de civismo, em que passageiros, para evitarem a futura espera no carrossel de malas, acabam por remover as etiquetas de despacho ou procurar favores junto de outros passageiros beneficiados por critérios desconhecidos. 3. Ausência de justificação fundamentada: A razão para esta alteração de expectativas deve ser clara. Se a razão é evitar mais atrasos e/ou a perda dos slots aeroportuários, tal deve ser assumido pela equipa com o devido pedido de desculpas. No caso deste voo, após o embarque, verificou-se que a cabine tinha espaço suficiente para acomodar mais bagagens, conforme demonstram as imagens em anexo. 4. Recorrência do incidente: O volume de queixas semelhantes em plataformas públicas (como o Portal da Queixa) demonstra que esta situação não é uma exceção, mas sim uma prática recorrente da companhia para com os seus clientes. Face ao exposto, aguardo um esclarecimento sobre os critérios utilizados e sobre as medidas que a companhia pretende tomar para mitigar estes transtornos no futuro. Atentamente,
Reembolso negado em situação excepcional
Tendo um voo para o México no dia 26 de Fevereiro 2026, dias antes da partida, dá-se uma situação de guerra civil devido à morte de um chef do cartel local tal como foi amplamente noticiado; Recomendações do Ministério dos Negócios Estrangeiros a desaconselhar os cidadãos a deslocares para o pais, etc.. Desde então e até ao dia do nosso voo, contactamos diariamente a TAP para sabermos se havia condições de segurança para podermos deslocar-nos para o destino. A resposta foi sempre a mesma.. estamos a aguardar uma posição oficial da administração da TAP, ligue amanhã, talvez possamos dizer algo mais. Até à data de partida, não houve qualquer tomada de posição por parte da administração da tap. Sendo que as condições no México continuavam inalteradas e seguindo as recomendações do MNE, optamos por não fazer essa viagem. Seguiu um pedido de reembolso devido às condições excepcional de insegurança, o qual foi recusado alegando que o voo foi realizado e nao tínhamos embarcado. É revoltante essa atitude da TAP, mostrando um total desrespeito pelas recomendações de um órgão máximo governamental (MNE), desrespeito pelos passageiros e condições de segurança dos mesmos, falta de transparência e informação em situações delicadas e excepcionais. Sabendo que outras companhias na mesma situação, reembolsaram os seus passageiros devido as condições excepcionais daquele período, e sendo a TAP a transportadora aérea nacional, é vergonhoso esse desrespeito pelos seus clientes
Alteração indevida de serviço contratado (transporte pet) e prática abusiva
Eu, Júlio Isaac Silva Penha, venho por este meio apresentar reclamação formal contra a TAP Air Portugal, em razão de falha grave na prestação de serviço e violação de direitos do consumidor. No contexto da minha mudança definitiva de Portugal para o Brasil, realizei uma reserva com a TAP, incluindo especificamente o transporte do meu animal de estimação até São Paulo. Antes da compra, entrei em contato com a companhia para confirmar a viabilidade do transporte do meu pet em ambos os trechos da viagem. Fui expressamente informado de que seria possível, sendo inclusive orientado a efetuar o pagamento da reserva para posterior inclusão do serviço. Com base nessa informação: - Efetuei o pagamento da reserva; - Adicionei com sucesso o transporte do animal no trecho operado pela TAP; - Posteriormente, ao tentar confirmar o segundo trecho operado pela parceira (Gol), fui informado de que não realizam transporte de animais no porão. Diante disso, tomei medidas adicionais para viabilizar a viagem: - Informei que retiraria o animal em São Paulo (GRU); - Realizei o aluguel de um carro para transporte terrestre até o destino final. No entanto, de forma unilateral e injustificada, a TAP: - Removeu o serviço de transporte do animal previamente contratado e confirmado; - Recusa-se a reativar o serviço; - Condiciona a solução à alteração da reserva, com custo adicional aproximado de R$ 8.000,00. Violação de direitos do consumidor Em Portugal, nos termos da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96): - O consumidor tem direito à proteção dos seus interesses económicos; - É proibida a prestação de informações enganosas ou incompletas; - O fornecedor deve cumprir integralmente o serviço contratado. Além disso, práticas comerciais enganosas são vedadas pelo regime das práticas comerciais desleais. No Brasil, conforme o Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/90): - Art. 30: Toda informação ou promessa veiculada obriga o fornecedor; - Art. 35: O consumidor pode exigir o cumprimento forçado da oferta; - Art. 39: É vedada a prática abusiva, incluindo exigir vantagem manifestamente excessiva; - Art. 14: Responsabilidade objetiva por falha na prestação de serviço. Danos e constrangimentos causados A conduta da TAP tem gerado: - Insegurança e stress elevado em um momento de mudança internacional; - Prejuízo financeiro, incluindo custos já assumidos (como aluguel de veículo); - Quebra de confiança na prestação do serviço contratado; - Situação de vulnerabilidade, uma vez que envolve o transporte de um ser vivo (animal de estimação). Importa ressaltar que o serviço foi: - Confirmado previamente antes da compra; - Efetivamente contratado e pago; - Posteriormente removido sem consentimento. Exigência Diante do exposto, exijo: 1. A imediata reintegração do serviço de transporte do animal na reserva, sem qualquer custo adicional; ou 2. Alternativamente, solução equivalente sem prejuízo financeiro; Caso não haja resolução célere e amigável, informo que tomarei as medidas legais cabíveis, incluindo: - Reclamação junto à ANAC Portugal - Reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico - Ação judicial com pedido de indenização por danos materiais e morais Aguardo resposta urgente. Cumprimentos
Reclamação contra a TAP Air Portugal – Serviço não prestado em classe executiva (Voo TP1528)
Exmos. Senhores, Na qualidade de passageira, venho por este meio apresentar reclamação contra a TAP Air Portugal, relativa ao voo TP1528, realizado em 20 de agosto de 2025. Inicialmente, dispunha de um bilhete em classe económica. Contudo, por necessidade de alteração do horário de viagem, adquiri um novo bilhete para o mesmo dia, em classe executiva, tendo suportado um custo adicional de 1.710,00 euros. Sucede que, no referido voo, a aeronave não disponibilizava o serviço correspondente à classe executiva, pelo que não usufruí das condições e benefícios inerentes à classe pela qual paguei um valor significativamente superior. A TAP Air Portugal reconheceu expressamente, por email datado de 23 de outubro de 2025, que a reclamação é procedente, assumindo o incumprimento das suas obrigações contratuais. Não obstante, a compensação proposta revela-se manifestamente insuficiente face ao prejuízo efetivamente sofrido. Com base em análise comparativa realizada, a diferença média entre tarifas de classe económica e executiva, para voos equivalentes, ascende a cerca de 1.500 euros, valor que reflete o diferencial de serviço não prestado. No sentido de alcançar uma solução equilibrada e razoável, propus à TAP Air Portugal a atribuição de um upgrade para classe executiva numa futura viagem (com a mesma origem e destino) adquirida em classe económica, como forma de compensação pelo serviço pago e não usufruído. Tal proposta foi recusada, tendo a companhia optado por uma decisão unilateral, sem considerar uma solução proporcional ao prejuízo causado. Importa salientar que, embora tenha sido disponibilizado um valor compensatório de 300 euros, o mesmo não foi aceite por mim por não corresponder a uma reparação justa e adequada da situação. Face ao exposto, venho solicitar a intervenção da DECO PROTESTE no sentido de promover uma solução justa, nomeadamente: A restituição integral da diferença paga entre classe económica e executiva; ou, em alternativa, A atribuição de upgrade para classe executiva numa futura viagem. Em anexo, junto os seguintes documentos comprovativos: Bilhete e cartão de embarque; Comprovativo de pagamento; Correspondência trocada com a TAP Air Portugal, incluindo reconhecimento da situação e proposta apresentada. (por partes, não foi possivel enviar ficheiro inteiro com a sequência de emails) Agradeço, desde já, a vossa análise e apoio na defesa dos meus direitos enquanto passageira, de forma a garantir uma compensação proporcional ao prejuízo sofrido. Com os melhores cumprimentos, Vera Silva
IMPOSSIBILIDADE DE CORREÇAO DE NOME EM PASSAGEM AEREA EDREANS/TAP
Venho por meio desta solicitar apoio para a resolução de um problema relacionado a uma passagem aérea adquirida pela plataforma eDreams, operada pela companhia aérea TAP Air Portugal. Comprei uma passagem aérea para minha filha, porém o último sobrenome da criança não foi incluído no bilhete. Assim que percebi o erro, entrei em contato com a eDreams para solicitar a correção. No entanto, a empresa afirma que a responsabilidade pela alteração é da TAP Air Portugal. Quando entro em contato com a TAP Air Portugal, sou informado de que a responsabilidade é exclusivamente da eDreams, já que a compra foi feita por intermédio da agência. Cada vez que ligo para a eDreams, um novo pedido é aberto e nada é efetivamente solucionado. Esse processo já se arrasta há aproximadamente dois meses, sem qualquer resolução prática. Ressalto que a correção do nome no bilhete é fundamental para evitar transtornos no momento do embarque, especialmente tratando-se de uma criança. Estou sendo jogado de uma empresa para outra, sem que nenhuma delas assuma a responsabilidade de realizar um procedimento simples e essencial para a validade da viagem. Diante da falta de solução por parte de ambas as empresas, solicito a intervenção da Deco para: Garantir a correção imediata do nome no bilhete, conforme o nome completo da criança; ou Viabilizar uma alternativa adequada, como a emissão de um novo bilhete sem custos adicionais. Agradeço desde já a atenção e aguardo um encaminhamento para resolução definitiva do problema.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
