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FACTURA NÃO RECEBIDA
Fiz um pedido de assistência técnica à RNA- REDE NACIONAL DE ASSISTÊNCIA, para uma máquina de lavar loiça que estava avariada. Repararam, paguei por MBWAY e apenas deixaram uma GUIA. Reclamei e NÃO ENVIARAM FACTURA DO SERVIÇO, nem por email, nem por correio. SERVIÇO CARO E MAU ATENDIMENTO AO CLIENTE, NÃO DÃO RESPOSTAS! A FACTURA É OBRIGATÓRIA, PORQUE NÃO ENVIAM?
Roubo de Combustivel RNA
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma situação grave e, no mínimo, insólita. O meu veículo, com a matrícula 62-TP-85, esteve à guarda da SNG para ser rebocado de Lisboa para o Norte. Durante esse período, apesar de o automóvel não circular por meios próprios, verifiquei uma redução significativa da autonomia registada na aplicação oficial BMW Connected. Importa salientar que no próprio dia em que o veículo foi rebocado foi efetuado um abastecimento no valor aproximado de 70 €, deixando o depósito completamente cheio. No entanto, os registos da aplicação BMW demonstram claramente que, enquanto o veículo esteve parado num depósito a aguardar transporte, houve uma diminuição progressiva da autonomia, o que indica que combustível desapareceu durante esse período, algo impossível de justificar com o carro imobilizado. Perante esta situação, foi apresentada como justificação a seguinte explicação: “Cumpre, contudo, esclarecer que é comum ocorrer o encravamento da boia de combustível durante as manobras de carga e descarga — devido às inclinações e trepidações a que a viatura é sujeita — o que pode resultar na indicação incorreta do nível de combustível no respetivo quadrante.” No entanto, esta justificação foi expressamente rejeitada pela SNG, minha seguradora, que confirmou que não ocorreu qualquer anomalia ou encravamento da boia de combustível. Mais ainda, aquando da entrega do veículo no Porto para reparação, foi verificado que a autonomia e o nível de combustível não correspondiam ao estado registado no momento da entrega em Lisboa, confirmando que houve efetivo desaparecimento/roubo de combustível. Apesar de todas estas evidências, a RNA mantém a posição de que não se responsabiliza pela situação, alegando que “a viatura foi entregue no destino solicitado com a mesma quantidade de combustível existente aquando da sua recolha”, declaração que contraria os dados objetivos registados pelo próprio veículo, bem como as verificações realizadas no momento da sua receção no Porto. Perante o exposto, considero inaceitável a recusa de responsabilidade, sobretudo quando existem provas digitais claras, fornecidas pelo sistema do fabricante, e confirmação por parte da seguradora, que afastam a hipótese de erro técnico e apontam para uma utilização ou subtração indevida de combustível enquanto o veículo esteve sob responsabilidade de terceiros. Solicito, assim, um esclarecimento formal, a assunção de responsabilidades e uma resolução adequada desta situação, reservando-me o direito de recorrer a outras instâncias legais caso não seja apresentada uma resposta satisfatória.
Incumprimento Contratual, Cobrança Indevida Crónica e Ausência de Resposta da RNA Medical
Exmos. Senhores, Venho por este meio formalizar uma reclamação contra a RNA Medical por violação das cláusulas contratuais relativas ao copagamento de consultas de Pediatria e pela total incapacidade de resolução administrativa de um erro factual. A apólice estabelece inequivocamente que o valor de copagamento por consulta de Pediatria é de 40,00€. O problema teve início no facto de o cartão físico do beneficiário ainda não ter chegado à residência na altura das marcações. O Reclamante contactou a RNA Medical e obteve a garantia de que o Hospital da Luz aceitaria o número da apólice, o que não se verificou. Nas consultas de 23 e 29 de setembro, o prestador recusou a validação por não ter o cartão em mãos, obrigando ao pagamento integral (169,00€). O valor contratual devido era 80,00€, o que gerou um crédito obrigatório de 89,00€ a favor do Reclamante. Após a solicitação de correção, a RNA Medical procedeu à emissão de notas de crédito e novas faturas (n.º FC25-0314511 e n.º FC25-0315506). Inexplicavelmente, a RNA Medical aplicou nestes documentos um valor de copagamento de 60,00€ por consulta, violando flagrantemente o valor de 40,00€ estabelecido no contrato. Esta falha administrativa culminou numa consulta em 10 de outubro. Nesta data, o Reclamante já dispunha do cartão físico (curiosamente com o mesmo número da apólice), mas o Hospital da Luz apresentou novamente um copagamento incorreto de 60,00€ (Fatura n.º FC25-0315252). Este facto prova que o erro de 60,00€ é uma falha crónica da RNA Medical na definição das taxas da apólice, e não um mero problema de acesso ao sistema. O resultado é uma tentativa de cobrança adicional injustificada: Cálculo Errado (RNA Medical): Ao aplicar 60,00€ a todas as três consultas, o total devido seria 180,00€. Deduzindo os 169,00€ já pagos, a empresa tenta cobrar 11,00€ adicionais. A Realidade Contratual: O valor da consulta de 10 de outubro seria 40,00€. O crédito de 89,00€ do Reclamante é suficiente para a liquidar integralmente. Saldo Real: A consulta de 10/10 está paga, e o saldo credor real do Reclamante é de 49,00€ (89,00€ - 40,00€). O Reclamante tentou contacto com a RNA Medical para corrigir o erro, mas até à data de submissão desta reclamação não obteve qualquer resposta.
Resolução tardia e inaceitável
Do dia do acidente até a data da resolução do caso, passaram-se 3 meses de um pesadelo horrível: Péssimo atendimento telefônico e de e-mail. No dia 26 de outubro sofri um acidente enquanto andava de trotinete e no dia 7 de novembro retiraram minha trotinete para enviá-la para conserto. A seguradora tinha conhecimento de que minha situação era delicada já que eu trabalhava a 3,5 quilômetros de distância de minha casa para trabalhar e que fazia esse trajeto a pé 4 vezes ao dia, já que trabalhava em um restaurante com horário comercial de manhã e à noite. Devido às consequências do meu acidente de corrida, fiquei com problemas no ombro, braço, pescoço e costas, e também tive problemas anteriores no pé. Pedi-lhes que me dessem uma solução rápida, pois o cansaço físico era insuportável. No dia 23 de janeiro, fui forçada a pedir demissão do meu emprego, pois minha saúde piorava cada vez mais devido às exigências físicas excessivas. Agora estou aguardando os resultados médicos que determinarão se devo fazer uma cirurgia no ombro. Há duas semanas o Executiva responsável pelo meu caso dizia-me por telefone que no final desta semana me iriam fazer uma transferência bancária com o valor da minha trotinete. Al solicitarle que enviara la misma informacion via correo electronico, ella enviaba informacion ambigua y no presisamente lo que ella me aseguraba por telefono y finalmente ella desconocia lo que me decia por telefeno a lo cual solicite las dos grabaciones telefonicas en las cuales ella me aseguraba que o depósito. Ontem, quando liguei para ela, ela desconhecia tudo o que foi discutido anteriormente e informou-me que a resolução do meu caso foi conceder-me um Vaucher para trazer uma trotinete do mesmo modelo em Auchan ou se uma pelo mesmo valor não estiver em estoque. Devido à resolução tardia do meu caso, fui obrigada a pedir demissão do meu emprego.A minha condição física não me permite voltar a trotinete, razão pela qual esta resolução é inaceitável. Quando enviei um e-mail para o departamento de reclamações, ele me recuperou, pois bloquearam meu endereço de e-mail e também bloquearam meu perfil no Facebook, pois em suas páginas solicitei publicamente que atendessem ao meu caso. Considero verdadeiramente que a resolução concedida é uma verdadeira zombaria dos meus direitos de consumidor.
assintencia em viagem
Dia 28 de janeiro de 2024 a viatura assegurada na lusitanaao efetuar o trajeto Porto-Lisboa sofreu uma avaria na correia de distribuição e como tal foi contactada a assistência em viagem.Foi pedido reboque direito para a oficina a 165km trajeto de ida!o qual me foi negado informando me que não teria plafon.Após insistência a prestadora do serviço informou que pagando o valor total faria o transporte ao qual não foi sequer proposto poder pagar a diferença.Estranhando o plafon que foi foi dito e a curta distancia contactei os serviços Lusitana ao qual me informaram que o plafon seria 300 euros.Mais uma vez estranhando no dia a seguinte voltei a entrar em contacto e após falar com vários assistentes la me conseguiram informar que o plafon seria afinal 400 euros.Voltei no dia 29 a contactar a assistencial em viagem a informar que o plafon disponível afinal era superior ao qual tinham informado ao qual fui informado que afinal não fizeram o transporte direto e sim o cordeando que ainda não tem data confirmada não foi realizado por indisponibilidade dos serviços de reboque,tendo eu contactado a companhia de reboque que me informou que não faziam o transporte por falta de verba.Acho inadmissível toda esta informação incorreta assim como a arrogância dos colegas da assistência em viagem que em vez de ajudar numa situação já complicada ainda a tornarem mais desagradávelpagamos um serviço ao qual não é cumprido e ainda agem com falta de compreensão e arrogância.sinto me lesado pois estou sem viatura e sem data prevista para uma entrega.
Reembolso do bilhete
Solicitei o reembolso de uma viagem no dia anterior, preenchendo o formulário disponível no website da Rede Expressos (Pedido de Reembolso).No entanto, até o momento, não recebi qualquer resposta sobre o estado do meu pedido.
Seguro Bilhetes Bol - RNA seguros
Venho através do presente fazer uma reclamação sobre o seguro bilhetes BOL - RNA Seguros, comprei dois bilhetes para comparecer a um evento, e antes mesmo do espetáculo fiquei sabendo que não poderia comparecer ao evento por motivos profissionais, que na propaganda de venda do produto esta bem especifico improviso profissional.e depois de ter solicitado o reembolso vieram comunicar que não é possível, somente em caso especifico.pura propaganda enganosa.
Seguro bilhete bol.PT - etnaga
Tenho um bilhete para um espetáculo no dia 23 de outubro comprado na bol.pt com seguro para reembolso de dentro dos parâmetros descritos. Infelizmente não irei conseguir comparecer devido a imprevistos profissionais (motivo esse que está coberto pelo seguro se acompanhado de devida documentação) e tentei proceder ao processo online de reembolso. No entanto este portal: https://bol-reembolsos.rnasite.com/pt/ não funciona, estando já há dias à espera da conclusão do registo. Tentei contactar telefonicamente no dia 20 de outubro e disseram que só podia ser pelo site que não funciona
Falha na informação prévia no acto de pagamento do seguro.
Estimados, bom dia. A Empresa em causa falha o seu serviço quando no acto do pagamento não é informado o cliente dos pós e contra de usar o serviço. Houve uma compra de bilhetes pela BOL, para assistir a um espetáculo de crianças, aos quais se fez um seguro para o caso de imprevistos ser o cliente ressarcido dos mesmos. Ora a criança infelizmente ficou doente (vomitou na madrugada do dia do espetáculo) e foi decidido não ir. Sendo uma gastroenterite não houve justificação médica dado se tratar de uma situação embora de doença e mau estar não justificar presença medica. Não tendo esse documento a RNA Seguros recusa-se a devolver o valor total dos bilhetes. Até aqui tudo ok não fosse o facto de na altura do pagamento do seguro para eventuais reembolsos a informação não ter chegado antes do acto de pagamento do mesmo. Ou seja, não são dados factos na sua totalidade da possibilidade de isso poder não acontecer. No acto de pagamento apenas refere que ao pagar o seguro os bilhetes poderão ser ressarcidos do seu valor caso não possa ir, nunca refere as exceções. Agradeço análise deste caso. Caso seja necessário mais pormenores, por favor disponham. Muito obrigada. Melhores cumprimentos. Sónia Gonçalves.
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Em dezembro de 2022 adquirimos um pacote de férias – Circuito Encantos da Madeira (voo + alojamento + visita à ilha) para 5 a 9 de Abril.Devido a mau tempo, ventos fortes, o avião onde seguíamos não aterrou no aeroporto do Funchal, regressando novamente a Lisboa, por volta das 11:15 do dia 5 de Abril. Dirigimo-nos para o gate 9 para receber as informações da TAP. Na fila, apercebemos que os passageiros do voo das 9:00 também tinham regressado a Lisboa. Haviam passageiros que era a terceira tentativa de ida. A mesma situação já tinha ocorrido no dia 4 e 3 de Abril. Ao ouvir os relatos doutros passageiros na fila, começamos a ficar desconfortáveis e num maior estado de ansiedade. A situação meteorológica registava-se há pelo menos 72 horas e não fomos nunca informados, pela Agência Abreu.Link’s da imprensa:https://www.dnoticias.pt/2023/4/5/354950-prolongado-aviso-amarelo-para-vento-e-agitacao-maritima-forte/https://www.dnoticias.pt/2023/4/4/354857-tres-voos-divergidos-do-aeroporto-da-madeira-devido-ao-vento/Na fila recebemos uma SMS, às 12:17, com a remarcação do voo para 6 de Abril pelas 9:15. A TAP não assegurou o alojamento ou transporte. Apenas foi dado um voucher de refeição de 15 euros. As nossas malas estavam retidas pela TAP por se encontrarem no porão do avião. Estávamos sem roupa e produtos de higiene.Por volta das 14:30, conseguimos contactar a colaboradora da Agência, para informar que não iriamos aceitar a proposta de voo da TAP da remarcação para o dia seguinte (26 horas depois), porque nos iriam obrigar a um esforço muito grande, seriam duas noites de sono perdidas, duas viagens para o aeroporto, cerca de 1000 km (992km). Questionámos das implicações, a colaboradora não soube informar, questionamos se poderiam reajustar o circuito, domingo por exemplo era dia livre podiam reajustar. Chegados ao Funchal teríamos que descansar, dormir, das horas de sono perdidas. O que nos estavam a propor exigia um esforço muito grande e um cansaço físico e mental brutal. Devido a todo o cenário de instabilidade e falta de informação acabamos por não prosseguir viagem. Foi acionado o seguro, por indicação da colaboradora.Assim, serve a presente missiva para me opor à Vossa avaliação de razoável, da opção apresentada pela TAP. A opção obrigaria-nos a um esforço brutal, físico e mental, uma vez que a TAP não assegurou o alojamento, apenas foi dado um voucher de refeição de 15 euros. Estávamos com a roupa do corpo, as malas estavam retidas pela TAP e com uma noite de sono perdida no trajeto para o aeroporto. Éramos obrigados a regressar a casa e passadas poucas horas e a voltar a Lisboa, estamos a falar num esforço brutal, físico e mental. São 992 quilómetros só em deslocações para o aeroporto em pouco de mais de 24 horas e em carência de sono, chegaríamos ao Funchal mentalmente esgotados. Enviamos, em anexo, evidências que as malas foram para o porão, os talões das portagens com a Hora de Chegada a Lisboa 04:39 AM, saímos de casa por volta 02:15 AM. Peço reavaliação e reembolso dos 708,30.
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