Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais

Multicare - Cobrança de valores indevidos e falta de esclarecimento em alteração de plano de seguro

Bom dia, Fiquei sem seguro de saúde em abril de 2026, devido à rescisão do contrato de trabalho. No dia 19 de maio de 2026, solicitei a adesão a um novo seguro de saúde Multicare (a mesma seguradora que tinha anteriormente), com a expectativa de poder beneficiar da isenção de período de carência, já que passou pouco tempo desde o cancelamento do seguro anterior. Apenas a 9 de junho é que recebi um e-mail com as condições do novo seguro, incluindo as exclusões, e pediram-me para clicar no botão 'Aceitar'. Não o fiz de imediato porque tinha dúvidas que precisava de esclarecer, por isso respondi ao e-mail com as minhas questões. Como não obtive resposta, voltei a enviar um e-mail no dia 18 de junho. No dia 22 de junho, cobraram-me indevidamente a primeira mensalidade mais 5€ de adesão, apesar de eu não ter autorizado qualquer débito direto, não ter assinado nada, nem ter aceite as condições. Estava agendado o débito de mais uma mensalidade nesse dia, mas consegui cancelar o débito direto a tempo. No mesmo dia, finalmente, responderam ao meu e-mail e disseram que poderiam analisar a possibilidade de alterar a data de início do seguro (de 20 de maio para até 5 de junho, para manter a isenção da carência, pois para isso não poderia ultrapassar os 60 dias entre o anterior e o novo seguro). No entanto, continuei com dúvidas relativamente às exclusões e aos valores que teria de pagar em consultas ou exames. Para não esperar mais tempo, liguei para a linha de apoio ao cliente, que supostamente teria o histórico de tudo o que tinha acontecido. Perguntei se era possível alterar a data, conforme tinha sido sugerido por e-mail, e disseram-me que afinal não era possível. Decidi então baixar o plano do seguro. Informaram-me que teria de pagar mais 5€, porque não era possível apenas alterar o plano na mesma apólice, só criando uma nova. Não me parece justo, mas aceitei porque já estava cansada da situação. Alguns dias depois (1 de julho) recebi um SMS a informar que teria de pagar mais 8,02€ pelo cancelamento da apólice anterior, e que em breve receberia o aviso de pagamento, mas essa informação nunca me foi dada durante a chamada ao apoio ao cliente. Curiosamente, hoje ao verificar a aplicação myFidelidade, está a fatura dos 8,02€ com data limite de pagamento a 30 de junho, apesar de só ter recebido o SMS, ainda sem recibo, a 1 de julho. Enviei novo e-mail no dia 1 de julho, resumindo todas estas questões para ter prova escrita, mas até hoje, 6 de julho, continuo sem resposta. Gostaria de saber se é mesmo legítimo cobrarem os 5€ pela alteração do plano e os 8€ pelo cancelamento da apólice anterior, sendo que só estou a alterar o plano. Tenho todos os meus seguros na Fidelidade e nunca tive uma experiência tão má como esta.

Em curso

Falta de respeito

Boa noite, venho reclamar da Multicare eu e meu esposo temos o seguro saúde a alguns anos e agora que quis cancelar a multicare não me dá uma resolução não cancela a minha a police de seguro e além de tudo ainda está fazendo 2 cobranças no valor de 53,30 alegando que as faturas já haviam sendo emitidas quando pedi o cancelamento e emitiram duas faturas no mês de Junho sendo que não tenho nenhuma fatura sem ser paga. Um tremendo absurdo pois a empresa invés de respeitar o cliente que durante tanto tempo foi segurado deles eles fazem uma coisa dessas sendo que apenas quero cancelar. Não aceito essas cobranças e quero o cancelamento da apólice dos dois segurados.

Resolvida

Comparticipação recusada

Exmos. Senhores, No dia 29/11/2025 apresentei pedido de reembolso de uma ortótese anexando prescrição do meu ortopedista. Esta ortótese foi adquirida no site amazon.es que tem a sua sede em Espanha. No dia 12/12/2025 a Multicare enviou-me e-mail com a seguinte argumentação: "Após análise da despesa ref.ª 13989748, verificámos que não é passível de comparticipação, visto que a aquisição de produtos no estrangeiro não se encontram abrangidos pelas tabelas do plano de saúde. No entanto, este valor irá constar da declaração de valores não reembolsados para efeitos de IRS." Argumentei junto da Multicare com o conteúdo abaixo e não aceito a recusa pelo que recoloco a exposição: 1 -A recusa de comparticipação por parte da Multicare para uma ortótese comprada no estrangeiro, neste caso em Espanha, está em violação da livre circulação de serviços consagrada no Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia (TFUE) e na Diretiva dos Cuidados de Saúde Transfronteiriços. De acordo com o Princípio da Livre Circulação (Artigo 56.º TFUE), o mercado único da União Europeia (anteriormente estabelecido pelo Tratado de Roma) garante a livre circulação de pessoas, bens e serviços entre os Estados-Membros. Isto significa que os cidadãos da UE, onde se incluem os cidadãos portugueses, têm o direito de procurar e receber tratamento ou adquirir produtos de saúde (como ortóteses) noutros países da UE, sem autorização prévia, desde que o tratamento ou produto seja elegível para cobertura no seu país de origem. Enquanto paciente tenho o direito ao reembolso até ao nível dos custos que seriam cobertos se a mesma aquisição fosse realizada em Portugal, de acordo com o sistema de saúde nacional (SNS e por extensão quaisquer seguros de saúde que funcionem como complemento ao SNS, o que é ocaso sendo eu beneficiário do Serviço Nacional de Saúde). 2 - Não faz sentido que as seguradoras se furtem ao cumprimento de uma lei que o Estado português não só aceita para si (SNS), como obriga entidades terceiras a cumprir. Seria no mínimo estranho que o Estado português tivesse de assumir a totalidade da comparticipação porque a seguradora o não quer fazer, como aliás consta da resposta da seguradora. 3 - Acrescento ainda que a ortótese que adquiri em Espanha custou menos de metade do preço de artigos similares à venda em Portugal, tendo eu ido a 2 lojas e vários sites online. Creio ser objetivo da implementação das diretivas europeias garantir uma efetiva concorrência para beneficiar o consumidor e não manter barreiras à livre circulação de bens. Solicito que façam chegar esta reclamação à entidade supervisora de seguros, uma vez que não posso recorrer diretamente à justiça europeia, que dar-me-ia certamente razão, conhecendo a jurisprudência que tem sido emanada nos últimos anos. Cordiais Cumprimentos

Resolvida

Doença de lipedema

Foi recentemente diagnosticada com lipedema , os sintomas de desconforto, cansaço, dores de cabeça fortes descontrolo das hormonas, menopausa precoçe, surgiram de forma mais aguda após a gravidez ( á 6 anos), no inicio do ano após diagnostico iniciamos a procura do melhor especialista para este assunto deparamos que infelizmente em Portugal existia poucas soluções, que fossem ao encontro de um tratamento adequado, encontramos no Brasil um medico com resultados satisfatórios e que nos transmitiu confiança e avançamos com a cirurgia, reportamos agora os custos á multicare e a mesma alega que se trata de tratamento de estética, no entanto está comprovado e lipedema e aceite como doença pela OMS, não se trata clarammete de um tratamneto estico mas funcional preciso do vosso apoio juridico para actuar a nosso favor junto da seguradora, a minha esposa mantêm o seguro há aproximadamente 10 anos, nunca utilizou e agora que precisa a seguradora descarta-se de forma injusta. Boa-fé contratual (art. 227.º CC): a seguradora não pode interpretar contra o segurado um tratamento médico prescrito e fundamentado, nem as normativas da OMS. Regime Jurídico do Contrato de Seguro (DL 291/2009): em caso de dúvida ou ambiguidade, a interpretação deve ser feita a favor do segurado. Lei 147/2015 (RJASR): a seguradora tem o dever de proteção do consumidor e não pode adotar práticas abusivas.

Resolvida

Recusa de Reembolso de Cirurgia de Lipedema

Venho por este meio apresentar uma queixa contra a Multicare, pela recusa do reembolso da minha cirurgia de tratamento ao Lipedema, realizada recentemente, sob a alegação infundada de se tratar de uma intervenção estética. O Lipedema é uma doença crónica e progressiva, reconhecida pela Classificação Internacional de Doenças da OMS (CID-11: código EF02.2), que afeta principalmente mulheres, provocando dor crónica, aumento anormal e simétrico do tecido adiposo nos membros, equimoses frequentes, limitação funcional, inflamação e progressiva perda de mobilidade. Em estágios avançados, pode evoluir para linfedema, infecções recorrentes (como erisipela), depressão e invalidez permanente. Apesar da evidência clínica e científica, esta doença ainda não é reconhecida como doença crónica pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS), o que agrava o sofrimento físico, psicológico e económico das pacientes. Encontra-se, neste momento, a decorrer uma petição pública a exigir o reconhecimento oficial do Lipedema como doença crónica, subscrita por centenas de mulheres em Portugal, num esforço coletivo de justiça e visibilidade. No meu caso pessoal, o sofrimento tem sido constante e limitativo. Vivo com dores recorrentes, inflamação diária, sensação de peso e compressão nas pernas, hematomas sem motivo aparente e uma enorme dificuldade em realizar atividades quotidianas básicas. A minha qualidade de vida deteriorou-se gravemente e a cirurgia que realizei não foi motivada por qualquer fim estético, mas sim pela necessidade médica urgente de travar a progressão da doença, aliviar os sintomas e prevenir complicações graves, como o linfedema. A decisão da Multicare de considerar esta cirurgia como “estética” revela falta de conhecimento sobre a patologia e constitui uma grave injustiça para quem luta todos os dias para manter uma vida minimamente funcional. Recusar este apoio não só desconsidera a dor e a dignidade das pacientes, como perpetua o estigma e invisibilidade da doença. Peço à Multicare, e a todas as entidades competentes, que reavaliem os critérios de análise destas situações à luz da evidência médica, considerando a real natureza do Lipedema e os impactos severos que acarreta. Não estamos a pedir luxo, mas sim acesso ao tratamento digno de uma doença que nos limita profundamente. Agradeço desde já a atenção e espero que a minha voz, que é a de tantas mulheres, seja finalmente ouvida.

Resolvida

Demora no atendimento

Exmos. Senhores, MULTICARE HOJE 20/02 as 18:00 liguei solicitando uma consulta médica por TELEFONE, já na ligação estive esperando mais de 20 minutos para ser atendida, consegui falar com o atendente e ele disse que logo o médico ligaria então aguardei, as 21:10 liguei novamente pois até então não obtive a ligação, pois bem a senhora que me atendeu informou que o prazo para o médico ligar é de 5 HORAS, COMO ASSIM? Eu pago o seguro, caro para ter que esperar 5 horas ? Seria melhor aí ao público não acham? Muito descaso com o consumidor que paga um absurdo para não conseguir atendimento Cumprimentos. Sra. Maria ferreira

Encerrada

Complaint Against Multicare – Violation of Patient Rights and Unjustified Insurance Delays

Exmos. Senhores, I am submitting a formal complaint against Multicare – Seguros de Saúde, SA, which is deliberately delaying the approval of my necessary surgery, violating my rights as both a patient and a consumer. Issue Summary: On January 10, 2025, I suffered an acute injury (ACL tear and meniscus damage) due to a fall. CUF specialists confirmed that this is a covered insurance case and is unrelated to my 2020 knee surgery. Multicare never requested any information about the accident, never contacted me for clarification, but instead demanded five-year-old medical records that I was not obligated to provide. Even though I managed to obtain and submit those documents quickly, Multicare continues to stall the process, leaving me in a state of uncertainty. My surgery has already been postponed twice, worsening my condition, while the stress caused by these delays increases my risk of an epileptic seizure. Why This Is a Consumer Rights Violation: Multicare is failing to process my insurance claim within a reasonable timeframe. They are using bureaucratic tactics to delay payment and avoid their contractual obligations. I have paid for my insurance policy in good faith, but I am not receiving the coverage I am entitled to. My Requests to DECO PROTESTE: Hold Multicare accountable for unjustified insurance delays. Investigate their handling of my claim and assess potential violations of consumer rights. Publicly expose this case to warn other policyholders about Multicare’s unfair practices. I have attached all relevant medical records and correspondence with Multicare. I expect your response. Cumprimentos.

Encerrada

Apólice alterada ilegalmente e de forma abusiva ao consumidor!

Exmos. Senhores, Condições contratuais ALTERADAS de forma ilegal. Tenho seguro de saude com a MULTICARE há vários anos, e minha condição de reembolso sempre foi 50% a cargo da seguradora e 50% a cargo do cliente. Acontece que recebi uma carta da Multicare hoje a informar que o reembolso será alterado para 60% a cargo do cliente e 40% a cargo da seguradora. Isso é uma alteração contratual ABUSIVA e ilegal! O percentual JÁ ACORDADO entre as partes quando da criação da apólice nao pode ser alterado. diante o exposto, anexo a presente reclamação os documentos pertinentes as condições particulares ao longo dos anos que comprovam que sempre foi 50% para cada parte, e que nao concordo com a alteração ilegal e abusiva de 60%/40%. Isso é um abuso ao consumidor, e nao pode ser tolerado pelas entidades reguladoras dos seguros de saude. REQUEIRO QUE MINHA CONDICAO DE REEMBOLSO SEJA MANTIDA COMO O SERVIÇO FOI CONTRATADO, OU SEJA, 50% A CARGO DE CADA PARTE. Cumprimentos.

Resolvida

Pedido de Reembolso

Exmos. Senhores, A 19 de setembro de 2024 solicitei, através da plataforma MyFidelidade autorização para a minha 2.ª cirurgia ao Lipedema, enviando para análise o orçamento. Foi atribuído ao processo a ref. 11778778. Após uma troca de mensagens, emails e documentos, a 20 de janeiro do corrente ano, no período da manhã, recebo uma chamada via telefone da minha gestora de processo, a informar-me do teor do relatório, que me iria enviar via email. Refere o relatório do seguro que, e passo e citar: “o Gabinete Clínico concluiu que o procedimento médico não se encontra abrangido pelas garantias do contrato uma vez que a/o cirurgia/tratamento do foro estético são uma exclusão da apólice. Para melhor esclarecimento, por favor consulte as Condições Gerais, Cláusula 4o - Exclusões, ponto 22, o qual transcrevemos: “22. Tratamentos e cirurgias do foro estético, plástico ou reconstrutivo, bem como as respetivas consequências, exceto quando tenham origem em Acidente coberto pelo seguro ou decorram de Doença manifestada durante a vigência do contrato;” NOTA – Infelizmente, a falta de zelo e de interesse do meu seguro de saúde pela minha saúde é de tal ordem que confundem / trocam o ponto 21 pelo ponto 22 da cláusula 4.º - Exclusões – das Condições Gerais. Ou seja, o texto transcrito pertence ao ponto 21 da já referida cláusula e não ao ponto 22. Como pode acontecer tamanho erro, num processo que se supõe ter sido elaborado por diversos profissionais da seguradora Multicare e escrutinado até à exaustão, pedindo documentos atrás de documentos, apenas e só com o único propósito de não cumprirem as cláusulas que os senhores (Multicare) redigiram? Face ao exposto no ponto anterior, e tendo em consideração a forma deselegante e nada profissional, com que a Multicare tem conduzido o meu processo, tenho a dizer o seguinte: 1) Lamento a posição da seguradora, que ignora totalmente o exposto nas Informações pré- contratuais abaixo mencionadas: *) Primeira Página – coluna “C – Cobertura” - no ponto 1) do número 2) refere como cobertura contratada Internamento Hospital – para realizar a cirurgia terei que ficar uma noite em internamento hospital; **) Terceira página – Coluna “D – Exclusões aplicáveis a todas as coberturas” – o ponto 21 refere e passo transcrever “Tratamentos ou cirurgias do foro estético, plástico ou reconstrutivo, bem como as situações clínicas destes decorrentes, desde que não tenham origem em Acidente coberto pelo seguro ou não decorram de Doença manifestada durante a vigência do contrato que os justifiquem” –Relembrar o meu seguro de saúde que nada se importa com a minha saúde, que o ponto em apreço fala sem sombra de dúvidas da exclusão, e passo a transcrever “Tratamentos ou cirurgias do foro estético, plástico ou reconstrutivo, bem como as situações clínicas destes decorrentes,(…)”; contudo na continuação do referido ponto, o ponto 21, refere de forma clara, que caso seja necessária intervenção cirúrgica do foro estético, plástico ou reconstrutivo, a mesma intervenção deixa de ser uma exclusão da apólice, passando a ser considerada elegível, como é bastante entendível na continuação do ponto 21, que passo a transcrever “não tenham origem em Acidente coberto pelo seguro ou não decorram de Doença manifestada durante a vigência do contrato que os justifiquem”. Foi exatamente o que aconteceu. Ou seja, tenho este seguro de saúde desde junho de 2020, fui diagnosticada em setembro de 2021, e tive conhecimento da existência de procedimento cirúrgico para a minha patologia (Lipedema) em janeiro de 2024. - Reclamação Seguro - Anexo 1 – Adesão ao Seguro - Anexo 2 – Relatório Médico - Anexo 3 – Relatório de Indeferimento do pedido - Anexo 4 – Condições Gerais devidamente assinadas - Anexo 5 – Condições Gerais (o Anexo 4 não está nas melhores condições de leitura) Enviado para a CIMPAS (Centro de Informação, Mediação, Provedoria e Arbritagem de Seguros) e para a ASF (Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões) Cumprimentos.

Resolvida

Estorno não devolvido

Exmos.srs, no dia 22/11/2024 enviei um mail para apoiocliente@multicare.pt, a pedir o cancelamento imediato do seguro saúde 9617907 e o respetivo estorno, recebendo um mail de volta que o pedido seria enviado para o departamento adequado. Aguardei um tempo considerável na expetativa de estar resolvido, sem nenhuma informação por parte da seguradora resolvi no dia 16/12/2024 às 11h10 fazer um telefonema para o N. 217948704 fui atendido pelo vosso colaborador de nome sra. Idalina que me informou o problema estaria resolvido o seguro já se encontrava cancelado sem nunca mencionar o respetivo estorno, não sei se foi esquecimento ou por sistema, questionei a mesma porque não me tinham devolvido o estorno, e a senhora lá me disse de que o IBAN não estaria atualizado, precisaria para o efeito preencher um anexo que me foi enviado por mail (PEDIDO ALTERAÇÃO-ATUALIZAÇÃO DADOS) bastava assinar e enviar comprovativo de novo IBAN como aconteceu, e não era necessário fazer mais nada de que receberia o estorno muito em breve, à mais ou menos dois três dias recebi o novo mail da parte da sra. Glória Fernandes dizendo para eu poder receber o estorno teria de enviar comprovativo do IBAN que já fiz no mail enviado anteriormente, teria de enviar uma cópia do cartão cidadão e nunca mais acaba etc etc O que pergunto é? será que a companhia de seguros não tem cheques, cada vez que sou atendido por uma pessoa diferente, as exigências também são outras , estão me a dificultar um bem que é meu, eu exijo os meus cento e tal euros que os srs. têm e não me devolvem, se fosse para pagar já me teriam abordado ou por mail mensagem ou chamada, mas como é ao contrário pode ser que caía em esquecimento, não vão ter essa sorte. Ficarei aguardar resposta Cumprimentos António Lourenço

Encerrada

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.