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Assistência de viagem
Exmos. Senhores, Ontem dia 18-11-2024 liguei para a assistência de viagens, pois o meu carro avariou na estrada quando liguei para a assistência de viagens para me rebocarem o carro eles recusaram-se a vir fazer a assistência. (Alegaram que sou obrigado a ter uma fatura da reparação anterior porque no dia 07-11-2024 o carro já tinha sido também rebocado na estrada.. ) "Eles no dia 07-11-2024 tiraram fotos aos quilómetros do veículo e se eles tivessem ido dar assistência verificavam que o carro tem muitos mais quilómetros pois já estava a circular depois da reparação da avaria.. Não tenho a fatura da reparação anterior e por esse motivo recusam-se a prestarem me assistência!" Eu pago o seguro sempre em dia, tenho contrato á mais de cinco anos com esta seguradora, agradeço que me dêem uma breve resposta... Cumprimentos.
Não aplicação da taxa acordada
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar o meu descontentamento para com o tratamento e execução do produto PPR Lusitânia que possuo na Seguradora Lusitânia Vida por, na minha interpretação, não estar a ser aplicado o que consta no Artº 3 das condições gerais no que respeita ao pagamento ao segurado do valor na participação de resultados, o qual transcrevo: "Artigo 3º - Conta Reforma O Capital Reforma é constituído pelos sucessivos prémios pagos, capitalizados à taxa de juro mínima garantida de 3%. Anualmente, o capital constituído é acrescido do valor da participação nos resultados, se esta existir, apurado no fim do exercício anterior." Contactada a seguradora a mesma indica que apenas tem de pagar 3% taxa garantida sem qualquer pagamento de lucro na participação de resultados. Mais informo que em anos anteriores até 2020 sempre foi pago valor da participação de resultados. De referir que nunca foi facultado por parte desta seguradora qualquer relatório sobre eventuais lucros nos exercícios anteriores. Cumprimentos. Luis Almeida
Recusa ao pagamento do seguro por acidente de trabalho
Exmos. Senhores, Venho por este meio como subscritor da Deco Proteste número 6981461-80, relatar um facto ocorrido a mim referente a acidente de trabalho e o seguro ao qual sou abrangido. No dia 01/07/2024 ao fim de um longo dia de trabalho, após carregar a viatura com 63 contentores, senti uma forte dor na região lombar, apesar de estar a usar cinta, o material era pesado e o transporte até o veículo era difícil. O trabalho foi finalizado, fiz uso de analgésico e como já era fim de expediente fui para casa. As dores aumentaram, seguidas de formigamento nas pernas e ardência, já á noite dirigi-me as urgências do hospital Pedro Hispano em Matosinhos, fui atendido, examinado e medicado conforme documentos em anexo, o médico indicou-me tratamento, exames de imagem, consulta com meu médico de família e pediu para que fosse acionado o seguro da empresa para acidentes de trabalho. No dia seguinte fui a consulta com meu médico de família, que após analisar as receitas do médico anterior fez uma nova perícia , exames complementares e passou o certificado por incapacidade temporária por acidente de trabalho (baixa médica) pelo período de 11 dias (02 a 12/07/2024), também recomendou acionar o seguro da empresa para acidentes de trabalho. Enviei então a baixa médica a empresa onde trabalho e pedi agendamento para consulta com o médico do seguro, por indicação dos dois anteriores, assim foi feito. No dia 08/07/2024 compareci a consulta com a médica do seguro que após minuciosa avaliação do grau da lesão, atestou (I.T.A) incapacidade temporária absoluta, manteve a medicação, aumentou o período de baixa até o dia 21/07/2024, indicou exames de imagem, fisioterapia e pediu para que aguardasse a resposta da Lusitania seguros, empresa a qual tenho o seguro contra acidentes de trabalho (apólice n.º 8417397). Para minha surpresa recebi então um e-mail da empresa onde trabalho a informar que o seguro recusou o pedido por entender que o facto não se trata como acidente de trabalho, mas sim "doença profissional" apesar dos três médicos ao qual fui atendido atestarem o contrário, ou seja: acidente de trabalho, conforme documentos em anexo. Portanto, infelizmente, trata-se de um caso cada vez mais comum, onde as seguradoras tentam de todas as maneiras isentar-se de suas responsabilidades e "empurram" seus utentes para as filas do SNS. Mas afinal o que se entende por acidente de trabalho? vejamos o que diz o diário da república em seu Capítulo II, Secção II, Artigo 8.º Conceito: 1 - É acidente de trabalho aquele que se verifique no local e no tempo de trabalho e produza directa ou indirectamente lesão corporal, perturbação funcional ou doença de que resulte redução na capacidade de trabalho ou de ganho ou a morte. 2 - Para efeitos do presente capítulo, entende-se por: a) Local de trabalho todo o lugar em que o trabalhador se encontra ou deva dirigir-se em virtude do seu trabalho e em que esteja, directa ou indirectamente, sujeito ao controlo do empregador; b) Tempo de trabalho além do período normal de trabalho o que precede o seu início, em actos de preparação ou com ele relacionados, e o que se lhe segue, em actos também com ele relacionados, e ainda as interrupções normais ou forçosas de trabalho. c) No caso de teletrabalho ou trabalho à distância, considera-se local de trabalho aquele que conste do acordo de teletrabalho. Alterado pelo/a Artigo 4.º do/a Lei n.º 83/2021 - Diário da República n.º 235/2021, Série I de 2021-12-06, em vigor a partir de 2022-01-01 Peço a gentileza de avaliarem a documentação anexada e amparo para resolução desta questão. Com os melhores cumprimentos, Gustavo Ribeiro Cumprimentos.
Débito Direto Indevido
Exmos. Senhores, Venho por este meio mostrar o meu desagrado com uma cobrança de débito direto indevido. Queria perceber como é possível me fazerem uma cobrança se eu não tenho qualquer seguro com a companhia. Isto é de uma gravidade EXTREMA!!! É uma invasão de dados pessoais em que me é cobrado um serviço que não tenho. Nunca tive qulquer seguro com a companhia. Necessito da resolução rapidamente porque é um erro muito grave me serem debitados quase 300€ sem razão. Este erro é crucial para minha gestão de despesas!! Cumprimentos.
Atribuição de culpa em acidente
Venho por este meio comunicar a vossas excelências o mau tratamento de que estou a ser alvo por parte de um gestor de sinistro da Lusitânia chamado João falcão. O meu número de contribuinte é 240809734. Resumindo ao essencial , estive a falar com um averiguador de sinistros chamado Carlos Almeida da mcbap e o entendimento em relação ao sinistro era igual ao meu. Tendo me sido dito pelo mesmo que a seguradora seria informada acerca dos dados recolhidos pelos funcionários da mcbap designados para tratar desse sinistro. Passados uns dias recebo um e-mail da parte desse gestor de sinistros e informar que me foi atribuída a totalidade da culpa no acidente. Já tentei por diversas vezes entrar em contato telefónico com o mesmo estando ele sempre indisponível para atender e remetendo qualquer conversa para troca de e-mails dificultando ao maximo as minhas tentativas de esclarecimento e dando explicações evasivas e que não explicam concretamente a sua decisão. Se o averiguador tem o mesmo entendimento que eu como é que ele decide o contrário? Alguém não foi honesto nesta situação, ou o averiguador mentiu ou o gestor não fez corretamente o seu yrabalho
Queimaram o alternador
Boa tarde.Após ter deixado as luzes ligadas num estacionamento, obviamente fiquei sem bateria. De pronto chamei o seguro.Ao chegar ao local, os cabos foram mal ligados fazendo faiscas por toda a bateria, o funcionário encavacado, teve de chamar outro funcionário, ao chegar teve o mesmo problema, e ambos repetindo sem qualquer hipótese de ter percebido mal (até pelas vezes repetidas): “acho que demos cabo do alternador, vamos rebocar”. Ao chegar à minha oficina por mais de 20 anos, o mecânico não teve duvida, os cabos foram mal ligados e queimaram o alternador. Telefonei de pronto para a seguradora, que mesmo que eu tivesse repetido as frases em que os funcionários assumiram o erro, de pronto entrou um palavreado de “topo de gama” “impossível acontecer” (e parafreseanso) “somos os maiores”, e nunca me deixado expor o meu ponto de vista, praticamente me desligando o telefone, claro que confio no meu mecânico de mais de 20 anos. Ofereceram uma investigação que deixaria o meu carro inoperante, durante não sei quanto tempo. Paguei 280,96 pelo alternador, e peço a totalidade do pagamento, acho inacreditável que funcionários nos digam na cara “estragamos o alternador”, e não haja nenhuma consequência para a minha futura ex-seguradora. Usarei todos os meios legais,João Silva
Seguradora danificou meu alternador
Boa tarde.Após ter deixado as luzes ligadas num estacionamento, obviamente fiquei sem bateria. De pronto chamei o seguro.Ao chegar ao local, os cabos foram mal ligados fazendo faiscas por toda a bateria, o funcionário encavacado, teve de chamar outro funcionário, ao chegar o mesmo problema, e ambos repetindo sem qualquer hipótese de ter percebido mal (até pelas vezes repetidas): “acho que demos cabo do alternador, vamos rebocar”. Ao chegar à minha oficina por mais de 20 anos, o mecânico não teve duvida, os cabos foram mal ligados e queimaram o alternador. Telefonei de pronto para a seguradora, que mesmo que eu tivesse repetido as frases em que os funcionários assumiram o erro, de pronto entrou um palavreado de “topo de gama” “impossível”, claro que confio no meu mecânico de mais de 20 anos. Ofereceram uma investigação que deixaria o meu carro inoperante, durante não sei quanto tempo. Paguei 230 pelo alternador, e peço a totalidade do pagamento, acho inacreditável que funcionários nos digam na cara “estragamos o alternador”, e não haja nenhuma consequência para a minha futura ex-seguradora.
Pagamento de veículo substituição
NIF: 254476473N.º apólice: 9766173Exmos. Senhores, Venho por este meio fazer uma reclamação formal do meu pedido de reembolso do veículo de substituição no valor de 480,00€. O veículo de substituição foi usado após um sinistro ocorrido a 21 de fevereiro de 2023 onde não tive culpa e fiquei sem automóvel próprio durante praticamente 2 meses. Apenas usei automóvel de substituição durante 21 dias. O gestor de seguros garantiu-me que tinha direito a um automóvel durante o período de 21 dias (desde a data do sinistro até à ordem de reparação, que dava um total de 21 dias). Só usei o veículo de substituição alguns dias após o sinistro porque não tinha a confirmação que poderia alugar um carro de substituição por parte da seguradora. Após a confirmação fui buscar um veículo da mesma tipologia. É de notar que fiquei ainda sem viatura própria até dia 20 de abril (dia que me foi entregue o meu automóvel), o que foi bastante complicado de gerir com um bebé com menos de um ano. A seguradora Lusitânia aceitou pagar um valor de 390,00€ que corresponde ao período desde o dia que aluguei o carro, dia 8 de março até ao dia da ordem de reparação. Saliento que não aluguei o carro antes porque a seguradora não me confirmou antes que podia alugar e pediu-me para esperar pela sua confirmação. Após várias tentativas de solucionar o problema com o gestor de seguro vejo-me forçada a fazer uma reclamação formal porque até ao dia de hoje ainda não obtive esse reembolso. Estou bastante descontente com o sucedido uma vez que me garantiram que iria receber o dinheiro do aluguer do automóvel na totalidade e após um ano ainda não obtive qualquer valor. Sou cliente da Lusitania há vários anos, com um seguro contra todos os riscos, onde tenho direito a automóvel de substituição em caso de acidente.
Lusitânia - Mentiras
Bom dia,Ao longo destes últimos anos tenho sido enganado, como muitos outros, por a Lusitânia em parceria com a Advancecare, onde eu, juntamente com a minha irmã e mãe, temos em conjunto um plano de saúde com a Lusitânia. Em 2021 a minha irmã pediu um pré-autorização para um desvio nasal em que a Lusitânia disse que era pré-existente, algo que hoje se revelou mentira, tendo na altura a minha irmã reclamando, mas eles dizendo que não tinha razão para reclamar e a minha irmã sem experiencia médica deixou passar. Em 2022 a minha mãe pediu outra pré-autorização, desta vez para ela e claro a Lusitânia a dizer que não porque ela também tinha problemas pré-existentes. Agora em 2024 a mesma coisa. Esta situação chegou-me a mim e decidi analisar. Fui a 3 hospitais diferentes, Santa Maria, Beatriz Ângelo e Hospital da Cruz Vermelha Portuguesa e pedi a 3 médicos distintos que analisassem os casos. O que aconteceu para meu choque foi que a Lusitânia não tinha razão para recusar as pré-autorizações, logo, pedi relatórios dos médicos para comprovar à Lusitânia, mesmo assim nada eles fizeram. Passo 1º por aqui para mais uma vez resolver a situação, visto que se for por tribunal vou ganhar, mas vai demorar muito tempo. Como eu existem outros casos, vim ao portal da queixa e ao livro de reclamações online e vi denuncias desde 2005 que embora prescritas devido á linha temporal podem servir de testemunho em tribunal, visto que a Lusitânia não quer resolver o problema para pagar menos!
Pagamento de IVA sobre o reembolso
Relativamente ao Processo n.º: 34.01.10/L07660/2021Apólice: 8333393Ramo: Multirriscos Credito A Habitação NIF : 216942772 Reportei um sinistro no dia 22/06/2021 e após muitas tentativas para a resolução da situação foi me atribuído o valor de reembolso no dia 03/09/2021 no valor de 3.137,57€.Apesar de não concordar com este valor e tentar que este fosse reavaliado, o mesmo foi pago e até aqui tudo bem apesar da demora.Quando tentei obter o IVA deste valor fui reembolsado em apenas 222,81€. Este valor só foi pago após vários emails e dezenas de contatos telefónicosTanto quanto sei o valor do IVA de 3.137,57€ não são os 222,81 € pagos.Aguardo por este meio uma resposta por escrito e o pagamento do valor do IVA total em questão.Cumprimentos, Pedro Beijoco
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