Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais

Cálculo errado de indemnização e ausência de respostas às reclamações

Excelentíssimos senhores Sou Jorge Pires da Conceição, com a referência DECO nº 55775-97. Conforme me indicaram no contacto telefónico feito esta tarde, venho enviar a documentação trocada com a Companhia de Seguros Lusitânia, feita na sequência da participação de sinistro ocorrido na nossa (minha e da minha mulher Maria Emília martins da Conceição) segunda habitação, situada na Rua Casal dos Ninhos, 6-H, Casais do Baleal, 2520-053 Ferrel, que constitui a moradia H do Condomínio da Avenida do Mar, 93, Ferrel. O documento anexo reúne a quase totalidade da correspondência escrita entre a segurada, a minha mulher e a Lusitânia. A excepção foi a do envio do orçamento para o endereço da caixa de correio temporária fornecido pelo perito designado pela Companhia, por já não ser acessível. Embora tivesse havido a preocupação de arrumar essa correspondência numa sequência de datas, poderá ter ocorrido alguma falha, para a qual peço a vossa compreensão. A carta final de 7 de Julho passado, incluída no documento anexo, identifica o que foi por nós contestado, na sequência da "Regularização do Processo" comunicada em 17 de Junho último. Em resumo: na sequência da tempestade Kristin, os danos ocorridos no condomínio (constituído por 9 moradias geminadas agrupadas em dois grupos, separados pelo acesso às garagens subterrâneas), destruiu as partes envidraçadas das divisórias dos terraços de 4 das moradias, ou seja 3 divisórias, e uma pequena chaminé na área de serviço. O perito, antes da visita ao local em Março, pediu orçamentos, tendo sido obtido orçamento para as divisórias, com o preço unitário, que se inclui no documento anexo. O perito disse que esse documento chegava para avaliar o valor total das divisórias destruídas, pois bastava multiplicar por 3. Ficou-se a aguardar o orçamento para a recuperação da chaminé, o que nunca foi conseguido, pois os empreiteiros contactados, devido ao seu baixo custo, se recusaram a apresentar um documento escrito. Isso foi comunicado ao perito também. Como poderá ser confirmado na documentação em anexo, a Lusitânia, na sua Regularização do sinistro, considerou apenas uma das três divisórias e aplicou-lhe indevidamente o valor da permilagem, ignorando a totalidade de divisórias e a chaminé e também não teve em conta o valor legal do IVA. Desde a recepção do e-mail de 17 de Junho e após a nossa resposta, pela mesma via, de 18 de Junho, tentei por telefonemas semanais saber quando me seria dada uma resposta, sem resultado, até que escrevemos a carta de 7 de Julho. A partir daí, quase todas as semanas temos telefonado obtendo como informação que a documentação tinha sido recebida e estava em análise, umas vezes pela administração e outras pela coordenação do processo. O último contacto telefónico ocorreu no passado dia 18 de Setembro, tendo obtido como resposta do funcionário que me atendeu que não havia nada a responder, pois o processo do sinistro estava regularizado. Comuniquei-lhe então que iria apresentar à DECO uma reclamação pelo modo como foi conduzido este processo de sinistro, salientando terem-me sido recusadas as respostas devidas aos meus contactos. Com os melhores cumprimentos, Jorge Pires da Conceição

Em curso

Não assumiu acidente de trabalho

Exmos senhores, tive um acidente de trabalho no dia 15/07/2026, fui ao local que é indicado pela entidade patronal, em caso de acidente de trabalho, fui encaminhada para o ortopedista, que logo me marcou uma ressonância magnética à perna em questão, fui fazer essa ressonância e estive 5 dias pelo seguro, até saír o resultado da mesma. Fui novamente ao ortopedista, que me disse logo que entrei, que não havia motivo para não ir trabalhar, porque as minhas dores na perna, eram derivado à idade e também algo que já existia antes do acidente. Não fiquei muito convencida, porque estava com dores fortes na perna, depois do acidente, mas perguntei se me ia receitar algo para as dores? Logo respondeu que não, uma vez que isto solidificava sem medicação... Como fui trabalhar no dia seguinte, e ao fim de algumas horas, continuava com dores na perna, fui colocando gelo, e assim se foi passando o tempo. No dia seguinte, fui acomoanhar as crianças da escola a um passeio num parque , que haviam combinado, passeei com as crianças algum tempo no parque, mas logo fui me sentando, porque as dores eram cada vez mais fortes na perna. No final do passeio, comuniquei à entidade patronal que iría novamente ao hospital, porque não estava nada bem! Cheguei ao hospital em questão e, não havia qualquer tipo de médico para me atender, então resolvi recorrer a particular para me receitar algo para as dores, até pedir recaída ao seguro Lusítânia! No dia seguinte voltei a ir ao hospital, mas não havia ordem da seguradora, para recaída, dito pela entidade patronal! Como ninguém se disponibilizou para me ajudar, nem entidade patronal, nem seguradora, fui à médica de família entregar a carta que o ortopedista lhe mandou entregar, depois de me dar alta, SEM NEXO... A médica passou a baixa para ficar em repouso absoluto, até a seguradora, dar ordem de tratamento e solução ao problema. Isso nunca aconteceu, estavam em análise, mas não havia ordem para me tratarem depois de ter tantas dores na perna. Logo a entidade patronal, me contactou para dizer quw a seguradora, não assumia a recaída. Continuavam a dizer que não havia motivo para assumirem nada, uma vez que o médico tinha passado o relatório. SEM NEXO! Como ad dores continuavam e cada vez mais fortes, resolvi ir a particular, fazer novos exames, para ver o que se passava com a minha perna, uma vez que estava com dores fortes depois do acidente. Sabia que estava bem até aquilo acontecer, isso levava a crer que me estavam a negar o tratamento que merecia. Logo que fui à consulta de ortopedia, o médico, achou estranho, ter dores fortes na perna e, simplesmente o seguro não valorizar! Então, logo me mandou fazer uma ressonância à perna, que o resultado era: Perna PARTIDA... disse que me podia tratar, mas que devia ir para o seguro, uma vez que se tratava de um acidente de trabalho. Enviei logo o exame para a entidade patronal e seguradora Lusitânia, que respondeu que esse novo exame, não mudava em nada o que tinham dito em situação anterior. O médico também me mandou fazer um raio X, que se percebia o motivo das minhas queixas, uma vez que tinha uma fratura entre o perónio e a tíbia, RECENTE, e não algo já existente. Com tudo isto, pedi para ir à junta médica, para comparar os exames e ver quem tem razão... Estou à espera desde 29/07/2026, dia que pedi , via email para os recursos humanos, e ainda continu-o a aguardar, supostamente até dia 02/10/2026, dia que vou à junta médica, dito ao telefone, pelos recursos humanos... Enquanto tudo isto se está a passar, já comprei uma bota walker para estabilizar a perna, entretanto também estou a fazer fisioterapia. Tudo isto à minha custa, depois de existir um seguro de acidentes de trabalho. Estou à espera da junta médica, para ver o que vão fazer!

Em curso

Sinistro Automóvel-Responsabilização

Venho apresentar reclamação relativamente à atuação da Lusitania Companhia de Seguros, manifestando a minha discordância com a decisão de me atribuir 100% da responsabilidade pelo acidente e a minha insatisfação com a forma como o processo foi gerido. O acidente ocorreu quando circulava dentro dos limites de velocidade, tendo o veículo terceiro entrado na via onde eu circulava sem tomar as devidas precauções, obrigando-me a efetuar uma manobra evasiva para evitar a colisão. A Lusitania fundamenta a sua decisão no artigo 24.º, n.º 1, do Código da Estrada, mas, apesar dos meus pedidos de esclarecimento, não apresentou elementos técnicos concretos que demonstrem qual a velocidade inadequada, qual a distância disponível para imobilização ou por que motivo seria exigível evitar a manobra evasiva perante a entrada do terceiro na minha trajetória e ignora as minhas questões quanto a normas relativas ao dever de cedência de passagem e à obrigação de entrada na via em condições de segurança. Manifesto igualmente a minha insatisfação relativamente ao acompanhamento prestado pela gestora de processo, que considero que foi inadequado e desprovido do nível de esclarecimento e fundamentação exigível neste processo. Apesar de repetidamente solicitada, não conseguiu apresentar uma justificação clara, objetiva e tecnicamente sustentada, limitando-se a repetir constantemente a posição da Lusitania.

Encerrada

Viatura desaparecida após reboque -Lusitania

CUIDADO COM A ASSISTÊNCIA EM VIAGEM DESTA SEGURADORA. A Lusitânia levantou do local de sinistro a nossa viatura, 29/01/2026 através de uma tal de empresa de assistência "RNA" que chamou uma empresa de reboque, com sede devoluta, sem parque conhecido, simplesmente, e desapareceram com a viatura, até aos dias de hoje não sabemos do seu paradeiro!. A única chamada de recebemos foi de um desconhecido a pedir dinheiro para entregarem a viatura devido a parqueamento. Ocultam o seu paradeiro exato e condicionarem a sua devolução ao pagamento de custos de parqueamento superiores a mil euros, a Lusitânia nem as gravações das chamadas disponibiliza. Estamos privados do uso do veículo, material e das ferramentas de trabalho que estavam no seu interior. A Lusitânia, pode algar o que entender, mas no final o resumo é simples: Volvidos 4 meses, Onde está a viatura? O assunto já está em tribunal, e a ser trabalhos pela comunicação social, mas fica a informação. ONDE ESTÁ A NOSSA VIATURA QUE REBOCARAM DO LOCAL DO ACIDENTE DE 29/01/2026? NADA MAIS!!! A nossa viatura foi rebocada pelos serviços da Lusitania a 29/01/2026. 6 Meses depois, simplesmente, DESAPARECEU ou está em paradeiro que desconhecemos. Onde está a viatura que vos foi confiada, NADA MAIS!!! Desde 29/01/2026 que não sabemos do paradeiro da viatura.

Encerrada

Não assumiu as despesas de acidente de trabalho

Exmos senhores, venho por este meio, apresentar queixa de um acidente de trabalho, que ficou provado, por exames feitos a particular, que efetivamente o acidente de trabalho, provocou uma fratura na perna direita, em que o médico da seguradora e seguradora ignoraram. Tinha feito o mesmo exame, pela seguradora( ressonância magnética) em que a seguradora diz( médico ortopedista da seguradora, que foi um acidente, SEM NEXO. O acidente de trabalho, aconteceu no dia 15/07/2026, e só dia 07/08/2026, a seguradora se pronunciou com a decisão, devolvendo todos os exames, que fiz a nível particular, em que me foi entregue um relatório médico, dizendo que, tinha a perna partida...e que, a fratura,lesão coicídia com a data do acidente. Estou com baixa AT( acidentecde trabalho) para justificar as faltas ao trabalho. O que não é remunerado, uma vez que teria que ser a seguradora a pagar...Até 07/09/2026, estou com baixa AT, até ao dia da junta médica da ADSE, dizer algo sobre este acidente de trabalho.

Encerrada

Falta de comparticipação

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar esclarecimentos relativamente ao encerramento do processo associado à Apólice N.º 34/9091188, referente à participação de sinistro no âmbito da Tempestade KRISTIN. Verifiquei que apenas foi efetuada a restituição do valor correspondente à primeira participação. No entanto, foram submetidas posteriormente mais duas participações com informação adicional relevante, nomeadamente: Uma participação enviada no dia 9 de março de 2026, relativa a danos adicionais no condomínio; Uma segunda participação, datada de 26 de março de 2026, contendo a retificação dos orçamentos e a atualização dos estragos verificados. Em ambas as comunicações foram devidamente anexadas fotografias comprovativas dos danos, bem como os respetivos orçamentos. Face ao exposto, solicito: Esclarecimento sobre o motivo do encerramento do processo sem consideração das participações adicionais; A reabertura do processo, com análise completa de toda a documentação submetida; A revisão do valor indemnizatório, tendo em conta os elementos adicionais apresentados. Agradeço a vossa atenção para este assunto e aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos,

Em curso

Não foi considerado responsabilidade civil

Exmos. Senhores, Na madrugada do dia 29 de Janeiro, após a passagem da tempestade Kristin, verifiquei que o veículo que estava à minha guarda estacionado em frente ao predio onde resido tinha os vidros da frente e traseiro partidos e varios riscos e danos na pintura e na chapa em virtude de telhas, vidros partidos e partes metalicas de 3 varandas terem caído em cima do veículo. Participei os danos ao meu seguro multiriscos que inclui responsabilidade civil e este não comparticipou a minha permilagem nos danos. Cumprimentos.

Encerrada

Sinistro

Em 11/2025, informei A Lusitânia por e-mail sobre uma infiltração do meu apartamento para apartamento abaixo do meu. Vocês enviaram o perito da UON o Sr. José Luís Mendes. Que fez uma vistoria da qual não concordei e combinei com a Sra. Célia Nogueira, que queria outra peritagem que não concordava com a vistoria feita pelo perito. Em face a minha conversa com. A Sra. Célia Nogueira, via e-mail e também telefone acordamos para o dia: 01.04.2026 o levantamento/quebra da banheira e que o perito estaria presente. Só que o perito não compareceu e nem fui informada da ausência dele. Fiz várias chamadas no dia 01.04.2026 A Lusitânia e que apenas me mandavam esperar o perito. A banheira foi partida pois o perito não apareceu e foram feita fotos do estado interior da válvula da banheira onde estava o problema que causava infiltração e que o Sr. Mendes da UON fez questão de negligenciar… inventando problemas de vedação e até que eu fui informada da vistoria e manifestei compreensão… sendo que só fui informada mais de uma semana depois deste documento emitido pelo perito. No dia 02/04/2026 o sr. Aureo Pereira, envio um técnico ao apartamento onde foi feito fotos e vídeos da minha casa e do teto da vizinha lesada… visto que foi impossível entrar em contato com a gestora de sinistro Célia Nogueira, onde enviei vários e-mail e não obtive resposta. Fui até a Lusitânia na Boa Vista onde também tentaram contato com a gestora e foi sem sucesso. Colocaram em contato com l sr. Aureo Pereira. Também enviei para o e-mail do sr. Aureo o orçamento feito pelo sr. Laurentino, dei início às obras na casa de banho porque esta situação já se arrastou demasiado criando problemas para a inquilina do 7.1 que quer pintar o teto e s mim crise de stress e ansiedade… e despesas desnecessárias para resolver a situação com transparência e honestidade. Neste momento minha casa de banho está a ser arranjada e estou a espera de uma informação da Lusitânia a cerca do processo. Atenciosamente +41763055159 Roberbiana Pereira

Encerrada

Anulação da apólice sem aviso

Exmos. Senhores. Eu recebi uma carta (correio normal) por parte da seguradora Lusitania a 23.03.2026 com data de 10.03.2026 informando a anulação do seguro de saúde Pleno M, apólice 0031962, por falta de pagamento. Eu sendo segurada há vários anos com os diversos planos de pagamento em dia estranho a falta de aviso e solicito: - A data de aviso sobre o atraso e consequente falta de pagamento; - Qual o meio utilizado para tal. Não tendo recebido qualquer meio escrito avisando a falta de pagamento, que seria prontamente regularizado e não tendo analisado a minha conta bancaria há várias semanas, não pude resolver prontamente o assunto. Para mais, em 05.03.2026, houve uma troca de emails e em nada informou a devida falta de pagamento e a possível anulação. Eu agradeço a vossa informação desejando retomar, renovar ou em última solução subscrever uma nova apólice somente em meu nome Paula Isabel de Sousa Pereira Carvalho, nif 198257996. Cumprimentos. Paula Carvalho

Encerrada

Não concordância com peritagem seguro motociclo

Ex.mos Senhores; Venho por este meio solicitar a vossa ajuda na resolução de pontos de vista diferentes em relação à decisão decorrente da peritagem do processo de sinistro nº 31.0000/L36359/2025, referente à apólice nº 2594448, cujo data do sinistro foi em 29/11/2025. Anexo ficheiro EML, com a troca de mensagens eletrónicas efetuadas com a companhia de seguros, na qual não chegamos a acordo. Fico a aguardar v/prezadas notícias. Obrigado Cumprimentos Carlos Flores

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.