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Débito indevido
A Companhia de Seguros Generali retirou indevidamente e sem qualquer motivo justificado o valor de 151.25€ no dia 09/06/2025 da minha conta bancária. Contatada a Generali, esta não devolvia de imediato o valor para corrigir o erro. Para recuperar o dinheiro tive despesas e prejuízos. Exigi à Generali que me pagassem o valor relativo às despesas e prejuízos. A Generali justificou-se, usando abusivamente uma autorização minha para um débito bancário para liquidação de um contrato de um seguro e de um segurado que desconheço. A autorização para o débito bancário já não teria validade, pois o agente com o qual eu contratei no passado alguns seguros, de momento não tinha qualquer laço comercial com a minha pessoa.
Ruim - Assistência em viagem
Tive um problema mecânico com a mota e acionei a assistência em viagem. O reboque, subcontratado, prontificou-se a transportar-me, juntamente com o pendura, até uma oficina na zona de Faro, informando que, para o transporte até casa (Loulé), seria necessário solicitar à seguradora o envio de um táxi. Após o pedido, esperei mais de 30 minutos em Faro sem que surgisse qualquer veículo, apesar de saber que não faltam táxis na cidade. Ao contactar novamente a seguradora, indicaram-me que o serviço tinha sido atribuído a um táxi que, absurdamente, vinha de Vila Real de Santo António. A estratégia de alocar veículos de tão longe é incompreensível e prejudica claramente o cliente. Demora Excessiva: Após cerca de 1h de espera, fui informado de que o taxista cancelou o serviço quando já estava próximo de Olhão, iniciando o regresso a Monte Gordo. Ao todo, a espera prolongou-se para lá de 2h, sem qualquer resolução. Múltiplos Contactos Frustrados: Voltei a insistir junto do serviço de apoio, que limitou-se a dizer para aguardar “apenas” mais 10 minutos — promessa vã, já que o taxista afinal nem chegaria. Erro Crasso de Comunicação: O motorista de táxi foi munido apenas do número do detentor da apólice, não do sinistrado, o que gerou ainda mais atrasos e confusão. Desinteresse na Resolução: Ficou claro que não houve qualquer acompanhamento ativo do processo; a seguradora limitou-se a passar o problema para terceiros, sem demonstrar preocupação genuína com o desfecho ou bem-estar dos segurados. O contraste entre estar confortavelmente sentado numa secretária, para tratar destes processos, e a situação real de alguém bloqueado, com frio e cansaço à beira da estrada, é notório. Lamento profundamente a falta de empatia, de coordenação e de profissionalismo demonstrados. A assistência em viagem revelou-se um serviço “mal e porcamente” prestado, onde apenas se cumpre o mínimo obrigatório, sem qualquer humanidade ou eficácia prática.
Decisão sinistro
OCORRÊNCIA Nº: 0023685297 SINISTRO Nº: 0026332030 Sou cliente da UNA Seguros, e em 3/04/25 minha moto sofreu um sinistro com um carro segurado pela tranquilidade. Após participação do sinistro, fui informado pela minha seguradora que a Tranquilidade (grupo Generali) recusou regularizar o sinistro ao abrigo da Convenção CIDS, por não estarem reunidas as condições necessárias ao funcionamento da referida Convenção. Fui instruído a tratar do sinistro diretamente com a tranquilidade, e me disseram que não existem provas de que o carro segurado por ela, foi culpado pelo acidente. ESSA DECISÃO É ESPANTOSA, uma vez que na participação amigável o condutor do carro diz "que entrou na rotunda sem olhar, e que minha moto ja estava na rotunda porém entrou no ponto cego dele e que ele bateu na moto". Com essa declaração de culpa do vosso assegurado, como podem declinar o processo contra mim ?Ou resolvem isso imediatamente ou vou levar este caso a outras instancias, não posso ter minha moto parada mais tempo a espera de reparação!! Att, Anthony Santos
Seguro para ficar inseguro
Quando se contrata um seguro para a residencia se espera que seja algo que lhe ajude em momentos de necessidade, tive um pequeno problema em meu banheiro que resultou em um problema em meu vizinho, Já faz quase um mês que enviamos tudo o que foi pedido pela seguradora mas até agora não recebemos nenhuma resposta, tento ligar ou fico horas ouvindo musica ou a ligação cai. Já até fiz o serviço pois não queria o agravamento dos danos em meu vizinho.
Falta de resolução de problema
Exmos. Srs, No dia 30 de Maio tive um acidente, bateram no meu carro e partiram o espelho retrovisor. Na altura fiz declaração amigável a qual foi enviada para a seguradora. Disseram-me para escolher a oficina em que queria que o carro fosse arranjado e onde foi visto por um perito. Eu liguei várias vezes para a oficina para ver quando o carro estaria arranjado ao que o mecânico entretanto me disse que iria colocar peças usadas, facto que eu não iria ter conhecimento caso eu não ligasse. Liguei para a seguradora a dizer que não concordava com essa situação ao que me foi respondido que teria de aceitar porque é uma prática corrente e até está prevista na lei. Mas sendo eu o segurado e não tendo eu a culpa e ainda por cima havendo autorização da companhia do veículo culpado para arranjar, porque é que a minha companhia está a colocar entraves e a dizer que o carro tem de ser obrigatoriamente arranjado com peças usadas? Visto que o mecânico já não tem interesse em reparar o carro eu preciso que a seguradora me dê autorização para encontrar outra oficina para ser sujeito a nova peritagem para poder arranjar o carro.
Demora no pagamento de indemnização
Exmos senhores, Venho expor que tive um sinistro automóvel no dia 21 de abril de 2025, sendo que até hoje, dia 03 de julho de 2025, ainda não me foi pago a totalidade das despesas de transporte que tive, durante o período em que fui lesada, por não ter veículo próprio (o meu veículo foi dado como perda total), tendo de me deslocar através de táxi e tvde. Todas as faturas foram enviadas para a seguradora, inclusive, voltei a enviar tudo, no dia 12/06 e até agora ainda não me deram resposta, a não ser que está a ser analisada a situação. Tenho contactado praticamente todos os dias, sem sucesso na resolução deste problema desagradável. Preciso que o valor me seja ressarcido com a maior urgência, e a seguradora só mostra que não dá importância ao cliente.
Vendi o carro e nao consigo cancelar o seguro
Exmos. Senhores, Vendi meu carro por meio de transferencia de crédito para outra pessoa, entretanto a empresa se recusa a cancelar o seguro, mesmo com comprovativos de venda e o DUA no nome do novo dono. Pra além de pra cada interação levarem mais de uma semana pra responder por email, a empresa está se negando a cumprir o direito do consumidor de cancelar o seguro quando se faz venda do veículo. Em anexo apenas visivel para a DECO e para a Generali os emails trocados referente ao tópico. Cumprimentos.
Falta de Segurança e Anulação de apolice
Assunto: Reclamação e Solicitação de Reembolso Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar a minha reclamação relativamente a uma situação gravíssima ocorrida com a vossa empresa, Generali Tranquilidade. O motivo desta comunicação prende-se com o facto de o meu IBAN ter sido indevidamente associado ao contrato de outro cliente, o que originou que, além de pagar o meu seguro, passasse também a suportar os encargos dessa outra apólice. Ao contactar a vossa linha de apoio, fui informado de que se tratava de um erro de um colaborador, que inseriu o meu IBAN no lugar do outro cliente. Ou seja, passei a pagar por um serviço que não me pertencia, por uma falha exclusiva da vossa parte. O mais preocupante foi a orientação dada pela vossa equipa relativamente ao reembolso: fui instruído a dirigir-me ao meu banco para solicitar o estorno do valor cobrado indevidamente. Considero esta orientação inaceitável, uma vez que, tratando-se de um erro vosso, não deveria recair sobre mim qualquer responsabilidade ou transtorno para a sua resolução. Perante esta situação, optei por cancelar a minha apólice no dia 19/05/2025, cuja renovação estava prevista para 21/05/2025, por não considerar aceitável a forma como o caso foi tratado. Caso não tivesse verificado o meu extrato bancário, teria continuado a pagar não apenas o meu seguro, mas também o de outra pessoa — uma situação absolutamente inadmissível do ponto de vista da segurança, responsabilidade e respeito pelo cliente. Adicionalmente, no momento em que solicitei o cancelamento, pedi um número de protocolo, tendo-me sido informado que não existia qualquer número e que receberia um email com a confirmação do cancelamento nos dias seguintes. De facto, no dia 21/05/2025, recebi um email a solicitar os meus dados bancários para processamento do estorno. Contudo, no dia 23/05/2025, recebi novo email a informar que não foi possível realizar o débito automático da renovação da apólice — a mesma apólice que havia sido cancelada dias antes. Contactei de imediato a vossa central, tendo-me sido dito para desconsiderar o email, pois a apólice estaria efetivamente cancelada. No entanto, hoje, para minha surpresa, ao consultar o meu extrato bancário, deparei-me com uma nova cobrança indevida no valor de 200,11 € por parte da vossa empresa. Face a este cenário, venho por este meio: 1. Reiterar o pedido de reembolso integral dos valores cobrados indevidamente. 2. Solicitar, de forma expressa, a eliminação imediata do meu IBAN dos vossos sistemas para que situações semelhantes não voltem a ocorrer. 3. Solicitar a emissão de um comprovativo formal de cancelamento da apólice e do procedimento de eliminação dos meus dados bancários. Agradeço que me informem com a máxima brevidade sobre as diligências tomadas. Renato dos Reis 924700027
Sinistro AV_56_PA
Reclamação Formal – Sinistro de 03/05/2025 – Apólice Generali Tranquilidade (Multi Assistência VIP Plus) Exmos. Senhores, Venho, na qualidade de tomador do seguro automóvel celebrado com a Generali Tranquilidade, apresentar reclamação formal, ao abrigo do artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de setembro, referente ao sinistro ocorrido em 03/05/2025. O veículo segurado foi entregue para peritagem no dia 13/05/2025, no âmbito do produto contratado Multi Assistência VIP Plus. No entanto, até à presente data (27/05/2025), não foi autorizada a reparação da viatura nem atribuído veículo de substituição, o que configura um incumprimento das coberturas contratadas. Nos termos das condições gerais e especiais da cobertura Multi Assistência VIP Plus, está prevista a disponibilização de veículo de substituição até 30 dias, em caso de acidente, com o limite de duas ocorrências por ano. Adicionalmente, está estipulado que o prazo máximo entre a imobilização e o início da reparação não pode exceder 5 dias. Tal prazo foi ultrapassado sem qualquer justificação formal ou atribuição da viatura de substituição. Nos termos do Regime Jurídico do Contrato de Seguro (Decreto-Lei n.º 72/2008), bem como do Código Civil (artigos 406.º e 762.º), a seguradora tem o dever de cumprir pontualmente e de boa-fé as obrigações contratuais, entre as quais se inclui a prestação atempada das garantias contratadas. Solicito, ainda, esclarecimento formal sobre quem está a condicionar ou bloquear a regularização do sinistro e a prestação da viatura de substituição: se a responsabilidade recai sobre a Generali Tranquilidade, ou sobre o mediador de seguros. Além disso, tendo em conta que tenho suportado despesas de transporte alternativas (tais como táxis ou transporte público) devido à ausência injustificada de viatura de substituição, venho requerer: A atribuição imediata de viatura de substituição, conforme previsto contratualmente; A autorização urgente da reparação da viatura sinistrada; A indicação formal de quem está a impedir ou atrasar o processo; A compensação pelos custos de transporte suportados, mediante apresentação dos respetivos comprovativos, nos termos dos artigos 562.º e 798.º do Código Civil, por incumprimento contratual com prejuízo direto para o segurado.
Processo lento e totalmente sem respeito pelo cliente
Exmos. Senhores, Estamos profundamente desiludidos e desagradados por todo o processo de um simples sinistro. No final do mês de Janeiro, detectamos que tínhamos uma fuga nas canalizações de casa com o aparecimento de mancha de agua bastante alastrada que formava gotejamento, pingando assim na nossa garagem (r/c). Pelo local onde se apresentava detectamos que seria no nosso Wc no 1º andar. Em 27 de janeiro, participamos o sinistro na nossa seguradora. Estávamos longe de imaginar todo o processo complicado, moroso e de total falta de atenção ao cliente, iríamos enfrentar. Como solicitado, em 07/02, enviamos toda a documentação solicitada, fotos do sinistro, dados bancários, caderneta predial e orçamento para a reparação da fuga. A vistoria do perito foi efectuada em 20 de Fevereiro, á qual assinamos e devolvemos logo no dia seguinte. Até aqui, já tinha passado quase um mês, mas de certa forma consideramos o tempo "normal" de todo o processo. Tudo o que se passou desde aí tem sido surreal... Dia 13 de Março, recebemos uma carta de recusa de responsabilidade de um sinistro, que não era o nosso. Confusos e preocupados, enviamos email ao nosso agente de seguros, a reportar e pedir que esta situação fosse verificada e rectificada . Não recebemos qualquer email por parte da Generali, informar que se tinha tratado de um lapso. O tempo passava e Nada por parte da nossa seguradora.... Em 12 de Março, tínhamos recebido um telefonema por parte do perito, a informar que tínhamos que efectuar: - Registo fotográfico da origem com evidência do ponto de fuga (Pesquisa Destrutiva) - Pedimos que enviasse, um email dessa mesma solicitação para efeitos de registo desse pedido, ao qual não foi bem recebido, mas após alguma insistência, acabamos o receber o email em 17 de Março. Denoto que já estamos em 17 de Março, e já passou quase um mês desde a visita do perito. Solicitamos junto da empresa que orçamentou a reparação do sinistro, para efectuar o solicitado e enviamos as fotos a maior brevidade que nos foi possível (09 de Abril). Aguardamos até dia 02 de Maio, para receber o apuramento de danos, onde calcularam o valor da reparação do sinistro, por metade do valor orçamentado. Surpresos... apenas queremos que o processo finalmente termine... aceitamos.(03 de Maio). Fomos informados (agente de seguros) que agora Sim, o processo finalmente vai ser concluído! Respiramos de "alivio", e apesar de totalmente insatisfeitos com todo o processo extremamente moroso e sem qualquer atenção ao cliente, confiamos que estaria prestar a terminar esta aventura. Qual não é a nossa surpresa que hoje, dia 16 de Maio, recebemos um email a informar que: _________________________________________________________________ A Generali Seguros y Reaseguros SA – Sucursal em Portugal assumiu a responsabilidade pela reparação/substituição dos danos resultantes do sinistro. Vamos pagar a reparação/substituição dos danos Com base nos elementos recebidos e Condições Gerais da apólice, foi apurado conforme abaixo. PROC 20254000002214 - 1ª ocorrência, inicialmente identificada como uma possível rotura na rede de abastecimento não se veio a verificar. PROC 20254000004234 - foi apurado: LRE XXX € pago REE XXX€ - Relativamente à Restauração Estética, fica o pagamento pendente da realização / conclusão dos trabalhos e da verificação por parte do perito. Relativamente à Restauração Estética, fica o pagamento pendente da realização / conclusão dos trabalhos e da verificação por parte do perito. ________________________________________________________________ Pequeno PS: não sabemos ao que se refere a 1ª ocorrência, deduzimos que será do lapso inicial de processo. |||| Sentimos esta comunicação, como um total ATAQUE á nossa boa fé! ||||| Denoto que somos clientes pelo menos desde 2018, nunca tínhamos acionado o seguro, durante todo este período. Apenas cumprimos com a nossa parte e confiávamos que, quando existisse algum problema que a Generali estaria ali para nos apoiar. Totalmente ERRADO! Precisam de um perito para verificar que reparamos a fuga... total falta de confiança no cliente... **** Não recomendamos a ninguém a Generali.*** - Não está presente quando o cliente precisa. - Desconfia da honestidade do cliente. - Tem um processo extremamente lento, impessoal, com total falta de atenção ao cliente. - Conseguem transformar uma simples fuga na canalização, num processo desgastante, cansativo, cheio de exigências e ainda com toques de crença de má fé, a quem sempre foi cliente cumpridor. E que em todo o tempo que tem o seguro lar, que são pelo menos 6 anos, nunca acionou o seguro (não tivemos necessidade), apenas pagou e confiou na Generali... Claramente, confiamos em quem não confia no cliente e apenas coloca entraves na resolução de um processo simples. Apenas pedimos que confiem em nós (somos pessoas honestas), como sempre confiamos na Generali. João Simões Cumprimentos.
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