Reclamações públicas
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Demora na resposta a reclamação e assunção dos danos causados na minha viatura e caleira de telheiro
Exmos. Senhores, Setúbal, 02 de Março de 2026 Ref.ª: Ocorrência n.º: 0025618057; Sinistro n.º: 0028081959 Apólice n.º 0010593761 Venho por este meio, reclamar da seguradora Generali-Tranquilidade, em virtude da demora na resposta a reclamação e assunção dos danos causados na minha viatura e caleira de telheiro. ANTECEDENTES: _ Em 28 de Janeiro do corrente ano pelas 4/5 horas da madrugada, Portugal Continental foi assolado pela tempestade Kristin que provocou à sua passagem diversos danos materiais. No meu caso em apreço, os danos materiais resultaram da queda de uma portada de janela (pertencente ao proprietário do 3.ºesq. do meu prédio, sito na rua António José Batista n.º 7 em Setúbal), na minha viatura Audi A4 e na caleira do telheiro contíguo à minha fração (Rés-do-Chão). CONCEITO: _Na manhã do dia 28 de janeiro do corrente ano, fui alertado da ocorrência pelo vizinho, proprietário da fração do 3.º andar(esq.). Dirigimo-nos ao local da ocorrência e constatamos os factos : vários danos na minha viatura((Capô (amolgadelas e pintura danificada); Tejadilho (amolgadelas e pintura danificada); Zona lateral esquerda (amolgadelas e pintura danificada); Espelho retrovisor esquerdo danificado; Vidro para-brisas danificado; Ótica do farol esquerdo danificado; "Braço" que segura o capô quando é executada a abertura danificado; Os apoios que seguram o reservatório que contem o liquido de refrigeração danificados e outros eventuais danos que possam ser detetados através de peritagem)) e a portada desintegrada e espalhada pelo piso em redor da minha viatura. Verifiquei também que tinha danos na caleira que recolhe as águas pluviais do telheiro contíguo à minha fração(Rés-do-Chão). O vizinho (proprietário da fração do 3.º andar(esq.)) prontificou-se a participar o sinistro à sua seguradora. Como a mediadora de seguros está situada na mesma rua (muito perto) donde ambos residimos, deslocámo-nos até lá, onde elaborou-se a participação do sinistro, tendo-se cumprido algumas formalidades (assinaturas, fotocópias de C.C., etc.), foi-me solicitado fotografias dos danos causados pelo sinistro (viatura e caleira) que enviei à posteriori por e-mail. Em 01 de fevereiro do ano corrente, tomei conhecimento através do meu vizinho que a seguradora (Generalli-Tranquilidade), da qual ele é o segurado, declinava qualquer responsabilidade sem direito a pagamento de qualquer indemnização. Por conseguinte, em 03 de fevereiro do corrente ano enviei uma reclamação (via e-mail) para a seguradora Generalli-Tranquilidade onde manifestei o meu inconformismo, atendendo a que a resposta dada é desprovida de facto e de direito, assim como, após análise da apólice do segurado (o meu vizinho), verifica-se que existe cobertura em caso de tempestades e de quebra/queda, motivo pelo qual renovei o pedido de pagamento da quantia que se vier a apurar como necessária para ressarcir os danos. Em 12 de fevereiro do corrente ano, recebi um telefonema de um colaborador da seguradora Generali-Tranquilidade, a questionar-me sobre quais eram as minhas pretensões relativamente à ocorrência/sinistro. Fiquei um pouco perplexo, uma vez que a seguradora recebeu a participação do sinistro, proferiu rapidamente uma resposta e recebeu a minha reclamação onde está escrito aquilo que pretendo. Até à presente data estou a aguardar uma resposta, quiçá definitiva, da seguradora Generali-Tranquilidade. Entretanto tive que levar a minha viatura à inspeção periódica, o que face aos danos expostos resultou na reprovação da mesma; tenho um mês para reparar alguns dos itens anotados e que resultaram dos danos sofridos. Solicitei à minha seguradora o acionamento da cobertura quebra isolada de vidros, afim de minimizar os danos sofridos, uma vez que a seguradora Generali-Tranquilidade demora a tomar uma decisão final. Nota: A reinspeção da minha viatura tem custos acrescidos. DECISÃO: _ Face ao exposto, pretendo que a seguradora Generali-Tranquilidade assuma a responsabilidade dos danos causados na minha viatura e na caleira do telheiro contíguo à minha fração e o pagamento da quantia que vier a ser apurada para ressarcir os referidos danos, o mais breve possível, assim como, o pagamento da taxa de reinspeção da minha viatura. Cumprimentos.
DEMORA REGULARIZAÇÃO DE SINISTRO AUTO
Boa tarde, Quando cheguei ao pé do meu carro na manhã de dia 21/01/2026, tinha o meu carro estacionado correctamente, e deparei-me com o carro partido na lateral e arrastado uns 30 cm até um murinho, Tinha uma notificação da polícia para me deslocar com a máxima brevidade à esquadra indicada. Fui lá tratar do preenchimento de documentos, ficando o registo 130/2026(anexo), na esquadra da brigada de transito de algueirão mem martins. Fui informada que o outro carro que embateu no meu foi assaltado e destravado provocando o danos no meu. Faltei ao trabalho durante a manhã, para tratar da policia e aguardar pelo reboque da viatura para a oficina onde comprei o carro e onde faço as revisões. Ambos os carros envolvidos, tem a Seguradora Generali Tranquilidade. Hoje dia 24/02/2026, voltei a entrar em contacto com a minha oficina, que ainda não tem o ok para avançar com a reparação. E eu continuo sem viatura de substituição. Já escrevi várias vezes demonstrando como esta lentidão no processo me está a afectar, mas não obtenho respostas. Somos uma família monoparental comprovada. A seguradora está a agir de má fé e desrespeito por mim. Eu quero que o meu carro fique igual ao que estava antes do acidente. É um direito meu, a responsabilidade civil do outro carro que me provocou estes danos deve cobrir isso. Ou tenho de ser eu a pagar a reparação de danos que me são infligidos? Passado mais de um mês do acidente, continuam a existir inúmeros constrangimentos por eu não ter carro de substituição, tenho a vida revirada, o meu filho deixou de poder ir visitar a avó, porque não temos meio de transporte, e porque não tenho dinheiro para avançar e depois ficar à espera de ressarcimentos incertos. No outro fim de semana tive um familiar que faleceu e por ser no norte do país, fiquei impossibilitada de poder acompanhar e confortar os meus familiares mais próximos. O meu filho teve pela primeira vez na vida uma otite,(tem estado mais sujeito ao frio, porque vamos e vimos a pé da escola, frio, vento chuva), o que me levou a ter de ir a um domingo de comboio até ao centro de saúde da amadora, que era o que estava disponível via saúde 24. Despesa da farmácia +/-10€, fora o transporte. Sinto-me muito triste e abandonada, por uma seguradora que no dia de hoje quando liguei para a oficina ainda não deu ordem para avançarem com a reparação. Sou uma mãe que nos dias piores de inverno se tem debatido com uma injustiça, entristeço a cada dia que passa, e que sinto estar a sujeitar o meu filho a desconforto, e a carência de contacto com familiares, a não ir a festinhas de aniversário de amigos. Eu a faltar a compromissos, por falta de forma de me deslocar sem comprometer a hora de ir buscar o meu filho. Estão a acontecer danos irreparáveis na nossa vida pessoal e profissional, devido à lentidão e descaso que a seguradora está a tratar o nosso caso. Preciso da vossa ajuda, ou orientação, porque não sei o que fazer mais. Obrigado Seguradora Generali Tranquilidade Sinistro 002802023205 Matricula 77-OX-42
Recusa de deveres e obrigações na prestação de serviço vendido.
No dia 27/01/2026 fiz o seguro da minha carrinha Renault Scénic 1.4 16v ano 2000 pela Generali Tranquilidade seguradora com o mediador: Nome/Ponto de venda: VERSPIEREN PORTUGAL CORR SEG SA A BASTOS Morada: R ALMIRANTE REIS 15 RC 4490-463 POVOA DE VARZIM N.º ASF: 6071550513. No dia 06/02/2026 algo se passou com a carrinha e fiquei na rua. Liguei para o serviço de emergência da Generali pelo número de telefone 213863322 às 19:11 para solicitar um reboque, pois onde a carrinha parou eu não poderia deixá-la por ser um sítio proibido, no entanto a primeira pessoa que atendeu disse me que o reboque entraria em contato, logo recebi uma ligação de uma outra pessoa a dizer que não seria possível por ainda estar dentro do período de carência de 15 dias, no qual não fui informado pelo mediador quando fiz o seguro. Peguei o contrato(apólice) onde realmente constava o período de carência, porém digo mais uma vez que foi omitida a informação, que no meu ponto de vista é de extrema importância ser mencionada e não omitida. Entretanto no outro dia tive que dar o meu jeito de resolver, foi como me senti com a recusa da Generali, como se dissessem indiretamente, " dê um jeito, não é problema nosso". No dia 21/02/2026 às 8:16 da manhã a minha carrinha quando fui dar partida não pegou, então já que tinha seguro, e eu paguei pelo serviço, não pedi nada de graça, estou exercendo o meu direito de consumidor, pedi um reboque, a pessoa que atendeu me disse que seria o mesmo problema anterior pois conseguia ver em seu sistema que eu havia pedido reboque anteriormente com os mesmos motivos, entāo? Ela é mecânica virtual ou atendente? Eu não sou mecânico, não tem possibilidade de eu saber o problema e dar um diagnóstico, disse o que eu achava e ela, a pessoa, disse me que não teria direito ao reboque por ser o mesmo problema anterior, como ela pode saber se ela também não é mecânica e nem se quer viu a carrinha em nenhuma das vezes? Disse que eu deveria pagar por tudo e que não teria direito a um reboque, não teria direito a nada, que isso mais uma vez "seria meu problema". Sinto me enganado, prejudicado por uma empresa que oferece um serviço caro e ineficiente, uma fraude no meu ponto de vista. Como fazem seguros de carros antigos e depois não exercem seus deveres e obrigações com a desculpa de que o problema era pré existente. O motorista do reboque com muitos anos atuando na área disse que isso acontece com muita frequência com proprietários de carros mais antigos, ele sempre escuta as mesmas reclamações especialmente da Generali Tranquilidade seguradora, que eles vendem esses seguros e que não cumprem com as obrigações sempre a dizerem as mesmas desculpas de avarias já existentes. Tive um enorme estresse e prejuízo do reboque que tive que pagar do meu bolso, e digo que senti um enorme descaso por eu ser brasileiro dono de carro velho como muitos outros de diversas nacionalidades que compram esses carros para trabalhar, e porque não temos condições de comprar os mais novos. Não pretendo continuar com os serviços da Generali Tranquilidade seguradora nos próximos seguros que precisar adquirir e não indicarei para ninguém, pelo contrário, contarei sempre a minha péssima experiência desde o princípio com essa empresa enganosa, que instruí seus funcionários com respostas prontas e indutivas para que façam de tudo para não ajudar, principalmente as pessoas que tenham viaturas antigas, era nítido o discurso da empresa repassado aos seus funcionários para que respondam assim aos clientes com casos similares ao meu.
Recusa de indemnização adequada por cadeira auto de bebé após acidente
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a intervenção da DECO PROTeste relativamente à atuação da seguradora Tranquilidade – Companhia de Seguros, S.A., no âmbito da regularização de um sinistro automóvel do qual o seu segurado foi responsável. Na sequência do acidente, ficou comprometida uma cadeira auto de bebé (Sistema de Retenção Infantil) que se encontrava instalada no meu veículo. De acordo com as orientações técnicas do fabricante e do representante autorizado da marca em Portugal, qualquer cadeira auto envolvida num acidente rodoviário deve ser obrigatoriamente substituída, independentemente da gravidade do embate ou da existência de danos visíveis, por inexistir método fiável que permita garantir a integridade estrutural interna após impacto. Essa orientação foi formalmente comunicada à seguradora através de declaração técnica emitida pelo representante da marca, bem como mediante apresentação da fatura de aquisição da cadeira. Apesar disso, a Tranquilidade: • recusou a reposição integral do dano; • exigiu de forma reiterada uma avaliação técnica individual da cadeira, documento que não é tecnicamente possível nem emitido para este tipo de equipamento, precisamente por razões de segurança; • apresentou sucessivas propostas parciais (200 €, 300 € e, por fim, 450 €), todas insuficientes para permitir a aquisição de uma cadeira nova equivalente. A seguradora mantém a sua posição, afirmando que não pagará valor superior a 450 €, aplicando critérios de desvalorização comercial a um equipamento que não pode ser equiparado a um bem comum, por se tratar de um dispositivo de segurança infantil. Esta atuação contraria o princípio da reconstituição natural do dano, previsto no artigo 562.º do Código Civil, uma vez que, se o acidente não tivesse ocorrido, a cadeira continuaria a ser utilizada. A necessidade de substituição resulta exclusivamente do sinistro, não existindo qualquer enriquecimento da minha parte. Entendo que a posição da seguradora: • é tecnicamente infundada; • é juridicamente incorreta; • e coloca em causa a segurança de uma criança, ao tratar um Sistema de Retenção Infantil como um bem sujeito a simples depreciação económica. Solicito, assim, o apoio da DECO PROTeste para: • analisar a legalidade da atuação da seguradora; • intervir junto da entidade reclamada; • e promover a correta regularização do sinistro, assegurando uma indemnização compatível com a natureza do bem danificado e com a legislação aplicável. Cumprimentos.
Incumprimento das condições contratuais
Temos um seguro automóvel TOPPING com esta entidade, com opção de assistência em viagem "Normal". Na sequência de uma avaria com imobilização do veículo ocorrida no dia 4/02/2026, contactei a assistência, solicitando a sua deslocação ao local. Foi-me dito que, tendo sido pedida outra assistência para o mesmo veículo recentemente, só aceitariam este novo pedido contra o envio da factura da reparação anterior. Somos uma entidade colectiva com sede em Almada, pelo que às 20h30 e estando o veículo em Lisboa, seria impossível aceder aos escritórios para obter essa factura. Ainda assim, foi-nos negada a assistência em viagem, apesar de ter proposto o óbvio: enviaria a factura na manhã seguinte e, caso houvesse alguma desconformidade, teria de restituir o valor da assistência prestada. Tivemos portanto de deixar o veículo imobilizado no local - um parque de estacionamento pago - pagar as deslocações para Almada e Seixal, onde vivemos, e, após enviar no dia seguinte a factura de reparação - de uma avaria que nada teve a ver com a actual - deslocar-me novamente para Lisboa, pagando novamente a viagem e perdendo horas de trabalho. Após consultar as condições do seguro, verifico que, ao contrário do que me foi dito, nada consta sobre a obrigatoriedade de enviar previamente a factura da reparação anterior para me ser prestada assistência em viagem. Contactei a seguradora por email, dando conta desta situação e pedindo uma resposta. Recebi, 6 dias depois, um telefonema de alguém que se apresentou como Gonçalo Tavares, em nome da LOGO. Como na altura estava em trabalho e não podia falar, pedi que nos contactasse mais tarde, o que foi negado: teríamos de ser nós a fazer o contacto. Assim fiz, e verifiquei que o número para o qual liguei de volta não recebe chamadas. Esta situação começa a ultrapassar os limites do aceitável, pelo que segue queixa para o Instituto de Seguros de Portugal.
Falta de resposta/,apoio
Exmos. Senhores, Eu, Liliana Sofia Ribeiro Ferreira, venho por este meio apresentar reclamação formal contra a Seguradora Generali, na qualidade de lesada num acidente de viação ocorrido no dia 7 de novembro de 2025. Na referida data, fui atropelada por uma moto enquanto atravessava uma passadeira, tendo sido acionada a GNR e os Bombeiros Voluntários de Penafiel, que procederam ao meu transporte para o hospital. O sinistro foi participado e a seguradora iniciou os tratamentos e enviou o averiguafor. A participação ao seguro foi feita pela Gnr e por mim no dia 11de novembro. Contudo, desde essa data até ao momento atual, encontro-me sem qualquer apoio efetivo, sem acompanhamento do processo e sem qualquer resposta por parte da seguradora, apesar das inúmeras tentativas de contacto que tenho realizado.via telefone e email. Tenho enviado diversos e-mails à Generali, para solicitar detalhes técnicos do processo, apoio médico ,esclarecimentos e orientação, não tendo obtido qualquer resposta a nenhum deles. Da mesma forma, tenho efetuado contactos telefónicos, nos quais me é dito que me irão devolver a chamada, o que nunca acontece. Encontro-me atualmente numa situação extremamente grave e desesperante. Já não tenho condições financeiras para continuar a deslocar-me a consultas, tenho um novo atestado médico que comprova que me encontro impossibilitada de trabalhar, e não disponho de qualquer apoio da seguradora que me permita garantir o mínimo de subsistência. A falta de resposta e de atuação da Generali colocou-me numa situação de total desamparo, não tendo neste momento meios para pagar a minha habitação, nem sequer para assegurar alimentação, tenho neste momento apoio da segurança social para poder receber alimentos, apoio ao pagamento das minhas contas . apesar de ser vítima de um acidente com danos corporais, devidamente participado. Considero esta atuação — ou ausência dela — uma violação grave dos deveres legais de informação, acompanhamento, diligência e boa-fé, especialmente num processo que envolve lesões físicas e incapacidade laboral. Venho, assim, solicitar a intervenção dessa Autoridade no sentido de: Obter uma resposta formal e imediata da seguradora; Garantir o acompanhamento adequado do processo de sinistro; Assegurar o cumprimento das obrigações legais da seguradora para com a lesada. Encontro-me numa situação limite e sem qualquer alternativa, motivo pelo qual recorro a essa entidade. Com os melhores cumprimentos, Liliana Sofia Ribeiro Ferreira,
Prémio seguro 2025
Ex.mos Senhores, Sou vosso cliente desde 2021, na altura com prémio seguro de € 177,74. Em 2023 o prémio foi corrigido para € 179,92. Neste ano por ter havido uma participação de sinistro o prémio em 2024 foi de € 264,56. Em 2025 mantendo-se tudo (mesma morada, mesma viatura, e sem ter havido qq sinistro). tendo em 2023 sido um acto isolado, não se compreende qual a razão para o valor pago quase em dobro de € 518,85. Neste sentido, apresento esta reclamação, solicitando em detalhe qual a fórmula de calculo para o valor do prémio apresentado em 2025. Com os melhores cumprimentos, Maria de Lurdes Taborda Rui Cunha (marido) / DECO nº 281461-64
Generali - Tranquilidade: Perda total abusiva e incumprimento contratual
Ex.mos Senhores Venho, por este meio, apresentar reclamação contra a seguradora acima identificada, na qualidade de tomadora de seguro e condutora lesada, em virtude da forma como foi gerido o sinistro automóvel ocorrido em 06‑01‑2025, em Lisboa, e do consequente incumprimento das obrigações contratuais, com grave prejuízo patrimonial e não patrimonial para mim. Síntese dos factos • Em 06‑01‑2025 o meu veículo Skoda Citigo, matrícula 25‑NL‑77, foi embatido quando me encontrava dentro do cruzamento da Av. Prof. Gama Pinto com a Alameda da Universidade, em Lisboa, por uma carrinha Mitsubishi L200 de caixa aberta, que se aproximou pela direita em velocidade excessiva, tendo o respetivo condutor assumido estar com pressa dado que a sua esposa ia ser operada dentro de instantes no Hospital Santa Maria. • Eu era titular da apólice n.º 1022375170, com cobertura de choque, colisão e capotamento até ao capital de 2.500 €, bem como cobertura de despesas de tratamento do condutor até ao montante de 3.750 €. • A seguradora mandou realizar peritagem, que apurou um custo de reparação de 2.542,00 €, tendo expressamente indicado que o veículo não era irrecuperável. • A seguradora declarou unilateralmente “perda total”, alegando que o custo de reparação excederia o capital seguro, e fixou o valor do salvado em 1.200 €, pagando‑me apenas 1.000 € (capital seguro de 2.500 € menos franquia de 300 € e salvado de 1.200 €). • Obtive um primeiro orçamento detalhado de oficina credenciada (Metalúrgica de Carriche), que demonstra ser possível reparar integralmente o veículo por 2.491,29 € (IVA incluído), valor inferior ao capital seguro contratado. • Obtive um orçamento alternativo da LHSL – Serviços Unipessoal Lda, que me reparou o veículo por 2.090,95 € (IVA incluído), tendo este sido entregue, totalmente reparado, no dia 09-05-2025. • Apesar de confrontada com os dois orçamentos, a seguradora recusou‑se a reconsiderar a perda total e a autorizar a reparação, mantendo o pagamento de apenas 1.000 €. • No âmbito das despesas de saúde, a seguradora informou‑me que o plafond para tratamento do condutor seria de 350 €, quando as condições particulares da apólice preveem despesas de tratamento do condutor até ao limite de 3.750 €, o que constitui erro grave e violação do dever de informação. • Em fase posterior, a seguradora chegou mesmo a comunicar por escrito que não teria direito a estorno do prémio anual pago em 31‑12‑2024, tendo, contudo, procedido ao estorno e transferência para a minha conta em 07‑04‑2025, sem explicação, revelando falta de coerência e transparência na gestão do contrato. • Para poder continuar a trabalhar – sou trabalhadora comercial e o veículo é instrumento essencial da minha atividade – fui obrigada a suportar os custos de reparação, no valor constante da fatura junta, bem como diversas despesas de saúde devido a problemas provocados e/ou acentuados pelo acidente (ortopedia, acupuntura, osteopatia, psicoterapia e medicação), e sofri um impacto relevante no meu desempenho profissional, não tendo recebido, em 2025, o prémio anual a que vinha acedendo nos anos de 2021 a 2024 (média de 12.000 €/ano). Fundamentos da reclamação Entendo que: • A classificação de “perda total” é abusiva e não encontra suporte nas próprias peças da seguradora, uma vez que: o A peritagem indica veículo “não irrecuperável”; e o O orçamento de reparação por 2.090,95 € situa‑se abaixo do capital de 2.500 €, inexistindo excesso relevante face ao capital seguro. • A seguradora violou as condições do contrato ao recusar a reparação até ao limite do capital seguro e ao não atender a um orçamento credenciado mais baixo, insistindo numa perda total lesiva para o segurado. • A indicação de um limite de 350 € para despesas de tratamento do condutor constitui violação frontal das condições particulares, que estabelecem um limite de 3.750 €, traduzindo (uma tentativa de incumprimento) contratual e violação de deveres de informação e boa‑fé. • O conjunto de contradições (estorno de prémio, plafonds, comunicação deficiente) e a recusa em ressarcir a totalidade dos danos patrimoniais e não patrimoniais consubstanciam uma atuação desconforme com as boas práticas do setor segurador. Atentamente, Maria de Castro
Recusa de pagamento
Venho por este meio apresentar reclamação contra a seguradora Generali, na sequência de um sinistro participado e devidamente instruído, relativamente ao meu telemóvel e relógio, ambos abrangidos pelo respetivo seguro. Apesar de ter apresentado todas as faturas comprovativas, demonstrando que se tratam de objetos novos, a seguradora recusa-se a proceder ao pagamento ou substituição dos bens, insistindo apenas numa solução de reparação. Importa salientar que a reparação proposta não assegura a integridade, o valor nem a fiabilidade dos equipamentos, tratando-se de bens recentes, adquiridos novos, e cujo valor comercial e funcional fica claramente afetado após uma reparação. Esta posição da seguradora causa-me um prejuízo direto e injustificado, contrariando as legítimas expectativas enquanto consumidor e segurado. Considero que a atitude da Generali não respeita os princípios da boa-fé contratual nem a adequada proteção do consumidor, motivo pelo qual solicito a intervenção da DECO no sentido de analisar esta situação e apoiar-me na defesa dos meus direitos, de forma a obter uma solução justa e conforme à lei. Encontro-me disponível para facultar toda a documentação necessária, nomeadamente apólice, participação do sinistro, faturas de compra e comunicações trocadas com a seguradora.
100% de aumento no premio do seguro!
Venho por este meio apresentar a minha reclamação, em relação à companhia de seguros "Logo" da Generali seguros, onde tenho neste momento duas apólices em vigor, uma para um audi A4, outra para um citroen C3, sendo que venho reclamar neste caso em particular do que se passa, e passou ontem, quando liguei a questionar o motivo do aumento de mais de 100% e sublinho 100% do meu prémio a pagar pelo seguro do C3, que passo a identificar : N.º Cliente: 0700304199 N.º Apólice: 7010865372, ora quando vi que o prémio semestral era do valor do que era suposto pagar por ano, fui pedir esclarecimentos, maldita a hora que o fiz pelo WhatsApp, então foi-me informado, pela menina que me respondeu, que era a taxa de inflação, que eu esperaria que fosse normal, e que ela disse que rondava os 8%, até ai tudo bem, mas que o resto do aumento se devia à grande taxa de sinistralidade atual e que todas as companhias estariam a fazer esses aumentos de 100%, ora, não me conformei com isso, não me conformo, acho um aumento abusivo por um serviço que sempre paguei a tempo e horas e que não contratei por esse preço, se o aumento fosse o "normal" tudo bem, mas é 100% de aumento! e nem aviso deram, nada!!! só apresentam a carta para pagar !! eu tenho carta desde 2002, nunca tive um acidente e se chamei o reboque 1 vez no corrente ano e nem foi para o C3. só para acrescentar, fiz simulações para o mesmo carro em outras companhias, a partir da data de resolução do contrato em vigor, portanto a partir de dia 31 de janeiro de 2026, e surpresa, os preços eram cerca de metade do que me estão a pedir. não e jamais me vou conformar com um aumento de 100% no valor do seguro do carro por causa dos acidentes dos outros sendo que eu nem nunca tive nem nunca provoquei nenhum.
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