Reclamações públicas

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Sinistro

ASSUNTO: Apólice nº 0010619312, Ocorrência nº 0026425277 Sinistro nº 0029493729 Exmos Senhores: Ainda não me responderam ao meu email datado de 02/07/2026, dado que já passou mais de um mês sem resposta, venho pedir me informem com a brevidade possível sobre o que se vos oferecer o assunto, anexo fotos pedidas

Encerrada

Seguradora não quer assumir o sinistro e não tenho resposta às minhas reclamações

Exmos. Senhores, (Exmos. Senhores da DECO, Venho solicitar o vosso apoio e orientação relativamente a um problema que estou a ter com a minha seguradora, a Tranquilidade, relacionado com a recusa de reparação de um sinistro automóvel. O sinistro ocorreu no dia 13/07/2026, quando, durante a circulação do meu veículo, um SEAT Ibiza de 2004, o capô abriu, provocando a quebra do para-brisas. O sinistro foi participado e, no dia 14/07/2026, pelas 11h00, recebi uma comunicação da seguradora a informar que a reparação se encontrava aprovada. Tenho esse email e posso remetê-lo como comprovativo. No entanto, posteriormente, a oficina informou-me de que afinal a reparação não estaria autorizada. Entrei em contacto com a seguradora para esclarecer a situação e, durante esse período, fui inclusivamente informada de que estaria tudo regularizado. Mais tarde, no dia 23/07/2026, fui novamente contactada pela oficina, que me informou de que a reparação afinal não tinha sido aprovada. Contactei novamente a seguradora, tendo falado com o Sr. Nuno Pintacilgo e com a respetiva secretária, tendo sido posteriormente informada de que a reparação não seria assumida porque a situação estaria relacionada com a abertura do capô. O que considero particularmente grave é que nunca recebi uma comunicação formal, por escrito, da seguradora a informar-me da recusa da reparação, apesar de anteriormente ter recebido uma comunicação escrita de aprovação. Hoje, 13/08/2026, o gestor de seguros voltou a contactar-me, desta vez através do WhatsApp e de um número privado, transmitindo-me a resposta que alegadamente recebeu da seguradora. Segundo a mensagem que me foi encaminhada, a seguradora fundamenta agora a recusa nos seguintes termos: «“Sinistro QIV – Miguel Tomas: Recusado pois os danos não foram causados por um fator externo.”» É ainda indicada como justificação a alegação de que os danos terão sido: «“...causados por defeito de construção do veículo;”» E é referido que esta situação consta das exclusões da cláusula 41.º, n.º 1, alínea 9. Tenho uma captura de ecrã da conversa de WhatsApp onde esta informação me foi transmitida e posso enviá-la juntamente com o email. Gostaria de saber se esta fundamentação é suficiente para a seguradora recusar a cobertura, sobretudo tendo em consideração que: - o sinistro foi participado no dia 13/07/2026; - no dia 14/07/2026 recebi uma comunicação escrita da seguradora a informar que a reparação estava aprovada; - posteriormente essa aprovação foi contrariada; - nunca me foi enviada uma comunicação formal e fundamentada de recusa; - só posteriormente fui informada verbalmente e, agora, através de uma mensagem de WhatsApp enviada pelo gestor de seguros; - a seguradora parece estar a enquadrar o caso como um alegado defeito de construção do veículo, sem que me tenha sido apresentado qualquer relatório técnico ou peritagem que demonstre que o dano teve efetivamente essa origem. Assim, agradecia que a DECO me pudesse esclarecer se considero que a atuação da seguradora é legítima e quais os meus direitos nesta situação. Gostaria igualmente de saber se devo exigir à seguradora uma decisão formal, por escrito, devidamente fundamentada, bem como uma cópia do relatório de peritagem ou de qualquer documento técnico que sustente a alegação de que o dano resultou de um defeito de construção do veículo. Considero ainda importante esclarecer a validade da comunicação de aprovação que recebi no dia 14/07/2026, uma vez que, até ao momento, não me foi dada uma explicação satisfatória sobre a razão pela qual uma reparação inicialmente aprovada veio posteriormente a ser recusada. Junto a esta exposição os documentos que tenho na minha posse, nomeadamente o email de aprovação de 14/07/2026 e a captura de ecrã da comunicação recebida hoje através do WhatsApp. Agradeço desde já a vossa análise e orientação sobre a melhor forma de proceder perante a seguradora. Com os melhores cumprimentos, Ana Catarina Sancho Sinistro n.º T18276C432 Veículo: SEAT Ibiza, 2004 SITUAÇÃO) Cumprimentos.

Encerrada

Acidente trabalho

Boa tarde, Venho por este meio solicitar a vossa ajuda, pois deparei-me com uma situação que me deixou bastante desanimado,pois sempre fui uma pessoa saudavel sem qualquer problema antes da situacao que vou descrever... no inicio de abril , no decurso de uma movimentacao de um vaso no trabalho, deu-me uma dor , e apareceu-me um alto, que se veio a verificar ser uma hernia enguinal. Apos avaliação medica e respetiva ecogravia, veio a verificar que existiu ruptura do tecido muscular, logo existindo uma relacao direta do esforco vs queixa. A resposta que obtive foi que o seguro de trabalho nao abrange, e eu fico a pensar que os meus colegas que nao fazem nada é que têm razão, pois colocada esta situação sinto-me injusticado. A mesma situação permanece, e vou ter que ser oprerado... pagando eu claro... Sinto que trabalho para pagar o resultado de ser focado no trabalho e ter como objetivo ter as coisas bem feitas. Se me conseguirem ajudar como vosso sócio, agradeço

Encerrada

Sinistro

Exma. Dra. Sofia Enriquez, Antes de mais espero que se encontre bem. Na qualidade de representante do lesado, dado que o Sr.º Marco Barbosa recorreu ao nosso escritório para apresentar uma reclamação à Generali, venho pela presente, contestar a decisão proferida no âmbito do processo de sinistro em epígrafe, por considerar que a regularização efetuada não contempla a totalidade dos danos decorrentes do acidente, nem indemniza integralmente os prejuízos sofridos pelo lesado, contrariando o princípio da reparação integral consagrado no ordenamento jurídico português. O acidente ocorreu no dia 19 de maio de 2026, na EN206, tendo sido provocado pelo vosso segurado que, ao sair de um sinal de STOP, não cedeu a prioridade, obrigando o condutor da viatura 92-RB-76 a efetuar uma manobra evasiva para evitar uma colisão de maior gravidade. Em consequência direta dessa manobra, a viatura embateu num passeio e entrou numa berma em terra, ficando imobilizada e sofrendo diversos danos materiais. Desde o primeiro momento, aquando da participação do sinistro, o lesado comunicou expressamente a existência de danos na viatura, incluindo o vidro para-brisas, facto que consta da participação e que é corroborado pelas fotografias tiradas no local do acidente, bem como pelas imagens da viatura já sobre o reboque, onde é claramente visível que o para-brisas se encontrava partido. Apesar disso, e não obstante as sucessivas diligências efetuadas pela oficina reparadora convencionada (ROR), cujos técnicos solicitaram por diversas vezes a intervenção do perito para reapreciação do dano, foi decidido não assumir a substituição do para-brisas, alegando-se inexistir nexo causal entre esse dano e os restantes danos observados na lateral direita da viatura. Salvo o devido respeito, esta conclusão não encontra suporte técnico nem jurídico. Em primeiro lugar, o facto de o dano no para-brisas não se localizar na zona inferior direita não permite, por si só, excluir a sua origem no acidente. A conclusão apresentada assenta numa mera presunção, desacompanhada de qualquer demonstração técnica que afaste, de forma objetiva, a possibilidade de o dano ter resultado da dinâmica do sinistro. Importa recordar que o veículo, na sequência da manobra evasiva imposta pela atuação do vosso segurado, entrou numa berma em terra, circunstância documentalmente comprovada pelas fotografias juntas ao processo. É do conhecimento técnico comum que, em situações desta natureza, a projeção de pedras ou outros detritos pelo movimento das rodas constitui uma consequência perfeitamente normal e previsível, podendo atingir o para-brisas em diversos pontos da sua superfície, designadamente na zona central superior onde efetivamente se verifica a quebra. Acresce que inexiste qualquer elemento probatório que permita concluir que o dano no para-brisas era pré-existente ao acidente. Pelo contrário: - o lesado participou expressamente esse dano desde a abertura do processo; - as fotografias recolhidas imediatamente após o acidente e do local do acidente - a oficina reparadora insistiu junto do perito pela inclusão desse dano na reparação; - não foi produzida qualquer prova técnica que afaste a relação causal entre o acidente e a quebra do vidro. Nos termos do artigo 562.º do Código Civil, quem está obrigado a reparar um dano deve reconstituir a situação que existiria se o evento danoso não tivesse ocorrido. Por sua vez, o artigo 563.º do Código Civil determina que a obrigação de indemnizar abrange todos os danos que constituam consequência do ato sofrido pelo lesado. No presente caso, existe uma sucessão lógica e coerente de acontecimentos: a atuação culposa do vosso segurado obrigou o lesado a realizar uma manobra evasiva; essa manobra conduziu à entrada da viatura numa berma em terra; dessa circulação resultou a possibilidade objetiva e perfeitamente plausível da projeção de um elemento sólido contra o para-brisas, originando a sua quebra. Não existe qualquer elemento técnico que permita excluir esta sequência factual. Assim, perante a prova produzida, a recusa da assunção do para-brisas mostra-se desprovida de fundamentação bastante e contrária ao princípio da reparação integral do dano. Acresce ainda um outro prejuízo que não poderá deixar de ser ressarcido. A viatura permaneceu imobilizada durante cerca de 50 dias, período manifestamente excessivo e diretamente relacionado com a tramitação do processo de regularização do sinistro. A privação do uso de um veículo constitui um dano autónomo indemnizável, entendimento que tem sido reiteradamente afirmado pela jurisprudência dos tribunais superiores, independentemente de ter existido ou não aluguer de veículo de substituição, bastando que fique demonstrada a impossibilidade de utilização do bem e o prejuízo daí decorrente. O lesado viu-se privado da utilização da sua viatura durante praticamente dois meses, suportando todos os incómodos, limitações e prejuízos inerentes a essa indisponibilidade, situação que deve ser devidamente indemnizada, tanto mais quando a demora não lhe é imputável. Nestes termos, requer-se: -A reapreciação da decisão do perito relativamente ao dano verificado no para-brisas, com a consequente assunção da respetiva substituição por se tratar de um dano diretamente decorrente da dinâmica do acidente. -A reapreciação global do processo à luz da prova documental já existente, designadamente da participação de sinistro, do registo fotográfico do local e da viatura, bem como das observações efetuadas pela oficina reparadora. -O pagamento de indemnização pela privação do uso da viatura durante o período aproximado de 50 dias em que a mesma permaneceu imobilizada, por se tratar de um dano patrimonial autónomo, diretamente imputável ao sinistro e ao tempo de regularização do processo. Caso a presente pretensão não mereça acolhimento, desde já se solicita que seja remetido o relatório do perito que fundamente a exclusão do dano no para-brisas, bem como todos os elementos técnicos em que assentem essa decisão, reservando-se o lesado o direito de recorrer aos meios administrativos e judiciais legalmente previstos para salvaguarda dos seus direitos. Note que o cliente também já efetuou exposição junto da ASF. Por vezes não se trata de uma falha da própria Seguradora, mas sim de uma falha gravíssima tanto a nível profissional como técnico de quem representa a Seguradora no seu exterior. Na expectativa de uma reapreciação objetiva do processo e da regularização integral dos prejuízos sofridos pelo lesado, aguardamos a vossa resposta com a maior brevidade. Com os melhores cumprimentos, Av. Narciso Ferreira, nº 71 Loja 6 4760-105 Vila Nova de Famalicão

Encerrada

Demora na resolução e informação

Assunto: RECLAMAÇÃO URGENTE: Ausência de resposta a Sinistro Habitação e Falha Geral de Canais – Apólice n.º 0010825309. Venho por este meio apresentar reclamação formal face à total ausência de assistência e resposta relativamente ao sinistro habitação participado no passado dia 19 de julho, referente à apólice supracitada. No seguimento do vosso pedido, enviei a descrição completa dos danos para o email linhasinistros@tranquilidade.pt. Até à presente data, não obtive qualquer confirmação sobre o processo nem sequer o número do respetivo processo, ponto de situação ou agendamento de peritagem, violando as recomendações de boas práticas da ASF relativas ao prazo de primeiro contacto. Num dos emails chamei a atenção para a urgência da peritagem porque no caso de chuva haveria infiltrações na minha moradia e do vizinho podendo acarretar grandes prejuízos. Adicionalmente, reporto uma falha grave nos vossos canais de suporte: 1. A Área de Cliente (App e Web) rejeita as minhas credenciais e impede novo registo por "dados incorretos". 2. O vosso serviço de atendimento telefónico falhou o compromisso gravado de retornar a chamada no prazo de 48 horas (solicitado a 29 de julho). 3. Hoje, após espera em linha de mais de 30 minutos, fui finalmente atendido telefonicamente não havendo da parte do assistente capacidade para me prestar as informações necessárias relativamente ao sinistro em causa. Fiquei muito preocupado por constatar que o meu processo tem andado à deriva, perdido na seguradora. Fiquei finalmente a saber o Nº do Processo. Perante o pagamento integral e pontual de uma anuidade generosa, exijo: • O agendamento imediato da peritagem técnica ou regularização direta dos danos. • A reposição do meu acesso digital à apólice. • Um contacto telefónico célere e efetivo para o número 965523014. Efetuei a mudança de seguradora pelas referências recolhidas na DECO PROteste. Lamento que uma entidade que se diz defensora dos consumidores faça publicidade a uma seguradora nada credível e que não tem qualquer respeito pelos clientes. Deveriam rapidamente rever a Vossa política de publicidade e apoio. Adriano Freitas Costa

Encerrada

Seguro automóvel

Exmos. Senhores, O veículo imobilizado desde 15-05-2026 nas instalações das oficinas da Santogal. Efectuaram várias perícias, em acordo com a oficina aprovaram um orçamento no dia 02-07-2026. Orçamento condicionado sem data de entrega das peças, nem do veículo. O seguro contratado cobre danos próprios e na impossibilidade de entrega do veículo arranjado, a sua substituição. Última actualização iria o dossier para a gestão, já lá vai uma semana. Sem resposta vejo-me obrigado a apresentar esta reclamação. Preciso do veículo adquirido e imatriculado a 24-03-2026 Ou a possibilidade de lançar a aquisição de um novo conforme o seguro adquirido nessa data Cumprimentos. Lisboa 21 Julho 2026 José Xavier Haro Paralta Gerente Estimaprestigio Unipessoal Lda

Encerrada

Falta de informação via telefone ou telemóvel da não inclusão da cobertura Choque, colisão e capotam

Exmos. Senhores, No passado dia 18 e 19 de junho de 2026 apresentei uma reclamação relativa à minha apólice de seguro automóvel, à qual, até à presente data, não obtive qualquer resposta (Refª nº 16653206 e Refª nº 16652763). N.º da Apólice: **********04 Matrícula: **********07 Venho, assim, reiterar formalmente a minha reclamação. Na sequência do acidente que sofri, fui informado pelo mediador de seguros de que a minha apólice não incluía a cobertura de choque, colisão e capotamento, motivo pelo qual o sinistro não poderia ser regularizado ao abrigo dos danos próprios. Esta informação causou-me enorme surpresa, pois sempre tive a convicção de que possuía um seguro com cobertura de danos próprios ("contra todos os riscos"). Em nenhum momento me foi explicado, quer verbalmente, que a minha apólice não incluía aquela cobertura essencial. Todo o processo de contratação e renovação foi tratado por correio eletrónico, nunca tendo recebido qualquer contacto telefónico, explicação personalizada ou alerta para a inexistência da cobertura de choque, colisão e capotamento ou para qualquer alteração relevante das garantias contratadas. Entendo que existiu uma clara violação dos deveres de informação e esclarecimento que impendem sobre o mediador de seguros e sobre a seguradora, impedindo-me de tomar uma decisão consciente e devidamente informada relativamente ao contrato de seguro. Caso tivesse sido devidamente informado da inexistência desta cobertura, teria optado por contratar uma apólice que efetivamente garantisse os danos decorrentes de choque, colisão e capotamento. Informo que solicitei ao atual mediador, que procedesse à alteração das minhas condições contratuais, que incluíssem choque, capotamento e colisão, atos de vandalismo assim como viatura de substituição em caso de acidente. Esta apólice irá iniciar a partir do dia 01 de Agosto até ao fim da minha apólice (03/04/2027). Solicito, por isso: Uma resposta fundamentada à reclamação apresentada em 18 e 19 de junho de 2026; O envio de toda a documentação que comprove que fui devidamente informado via telefone, da inexistência da cobertura de choque, colisão e capotamento, bem como de qualquer alteração das coberturas da minha apólice; A identificação da data, forma e conteúdo dessa alegada informação, caso entendam que a mesma foi prestada; A reapreciação da situação, atendendo ao incumprimento dos deveres de informação e aconselhamento. Informo que a minha viatura, na falta de resposta da vossa parte, dei indicação à minha oficina habitual, para proceder à reparação, pois necessito da viatura para o meu dia a dia. Não tendo sequer direito à viatura de substituição, uma vez que esta não está incluída na apólice, tive de proceder ao aluguer de uma viatura por 28 dias, causando-me como é óbvio, danos financeiros e não só. Aguardo uma resposta escrita com a maior brevidade. Com os melhores cumprimentos, JP

Encerrada

Reembolso IVA

Boa tarde, Sou lesado de um sinistro habitação parte de um condomínio e é inadmissível estarem já há 4 meses a dizerem que vão pedir urgência no processo de verificação de reembolso de IVA sempre que faço uma chamada à linha de apoio, sem me dar outra solução nem possibilitam encaminhar a chamada para outra pessoa. Não me dão outra solução a não ser escrever uma reclamação. Sinistro já ocorreu há mais de 1 ano. Para receber o dinheiro já foi uma demora excessiva e agora para pedir o reembolso do IVA esta a ser ainda pior. Peço que arranjem uma solução. Não percebo, como é que para um orçamento que já foi validado e pago, demore tanto para tratar do reembolso do IVA tendo sido enviadas as faturas todas direitas.

Encerrada

Demora de resolução de sinitro

Venho por este meio solicitar uma atualização relativamente ao Sinistro n.º 0029066485. No passado dia 04/05/2026 fui informada de que o veículo foi considerado perda total. Desde então, tenho procurado obter informações sobre a evolução do processo, tendo contactado os vossos serviços, pelo menos, em 14/05/2026 e novamente em 08/06/2026. Em todas as ocasiões fui informada de que o processo se encontrava dependente da gestão, sem que me tivesse sido facultada qualquer previsão de resolução ou esclarecimento adicional sobre o seu estado. Tendo já decorrido cerca de um mês e meio desde a comunicação da perda total, enviei email a 19/06, permanecendo sem resposta. Agradeço que me informem, com a maior brevidade possível, em que fase se encontra atualmente o processo, quais os próximos passos previstos e qual a estimativa de prazo para a sua conclusão. Compreendo que possam existir procedimentos internos a cumprir, mas considero importante receber uma atualização concreta sobre o andamento do processo, uma vez que a ausência de informação tem gerado uma incerteza prolongada relativamente à sua resolução. Agradeço antecipadamente a vossa atenção e aguardo o vosso contacto.

Encerrada

Cancelamento de Seguro Automóvel

"Dados do Cliente Nome: MÁRIO JORGE SIMÕES NUNES N.o Cliente: 0305190961 N.o Contribuinte: 189702931 Cliente Verde: Sim Cliente T: 2T Dados do Contrato Produto: Automóvel Ligeiros Opção: Base N.o Apólice: 0006639122 Dados do Objeto Seguro Marca: SKODA Modelo: Octavia Break Diesel Matrícula: 03-IS-80 Com conhecimento ao Millennium BCP e à Deco Proteste Exmos. Senhores da Tranquilidade e da Generali Na sequência do aumento do prémio, bastante elevado por sinal, vi passar a minha prestação trimestral de 67,76 euros (trimestre passado) para 78,87 euros (este trimestre), mais 11 euros trimestrais, mais 44 euros anuais, sem que nada o fizesse justificar e depois de ter contactado a mediadora, a mesma não encontrou solução para a presente situação. Encontrei a solução na concorrência, na Una, trimestral por 54,77 €, Assim face aos prémios mais elevados, pretendo o cancelamento do presente seguro, tendo comunicado o facto ao banco Millennium BCP tendo cancelado o débito directo. Estou bastante desagradado com a situação porque a seguradora no vencimento da anuidade, não é suficientemente clara relativamente aos prémios seguintes. Tanto mais que sou vosso cliente há uns anos e tenho outros seguros convosco e não mereço este tratamento pela Vossa Parte. Também não gostei da forma como deram solução à situação do meu filho Jorge Henrique Vieira Nunes, na situação do seguro contra todos os riscos. Pede deferimento, Miranda do Corvo 11.06.2026 Mário Jorge Simões Nunes"

Encerrada

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