Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Overbooking
Bom dia. Já tinha submetido uma reclamação sobre este mesmo caso na decoproteste mas o caso foi fechado por falta de resposta da agência. Desta forma, venho por este meio explicar novamente a V.Exas que no passado dia 10 de Junho comprei 2 bilhetes de Lisboa para Milão (nº de voo: U2 2718) através da Companhia Easyjet por intermediário da agência KIWI. No dia 09 de Junho (menos de 24h da partida) recebi um email por parte da KIWI a indicar que o voo tinha sido cancelado por parte da EASYJET. Não nos foi prestado qualquer tipo de apoio, nem opção de irmos noutro voo, noutra hora. Basicamente teríamos que comprar um voo novo, por nossa conta (ou seja, + 300€). Quando contactamos a Easyjet e até mesmo a KIWI ninguém se responsabilizou por nada, não houve qualquer tipo de apoio para com o cliente. Face a esta situação, não nos foi possivel embarcar, tínhamos hotel marcado que também não nos devolveu o dinheiro e o voo de Milão para Lisboa (U2 2719), no dia 12, completamente perdido também. Com esta situação, temos o dinheiro de 2 voo's + hotel que ninguém até agora foi responsável. Contactei a agência que KIWI que diz ter submetido um reembolso à EASYJET (no dia 10-06.2022) sobre o voo de dia 10, Lisboa- Milão, e que até agora não obtivemos nenhuma resposta. Uma vez que fomos alvo de overbooking, situação que nos é alheia e não temos qualquer tipo de controlo sobre isso, pois foi uma falha da EASYJET/KIWI eu só quero ser reembolsada dos voo's que perdi graças a essas duas empresas, Lisboa-Milão e Milão-Lisboa.Aguardo feedback vosso e caso seja preciso mais alguma informação, não hesitem.Obrigada
Impossibilidade alteração reserva
Exmos. Srs.,Venho por este meio expor reclamação à EasyJet relativamente à reserva K3QMJR5. A mesma foi efetuada por mim, no sentido Funchal - Lisboa, para um passageiro residente na Região Autónoma da Madeira (RAM) há menos de 24 horas. Enquanto residente na RAM, há a possibilidade de reembolso da passagem aérea mediante apresentação de Comprovativo de Pagamento. Habitualmente, comprando a tarifa “Essentials” (que inclui bagagem de porão), o Comprovativo de Pagamento não discrimina a bagagem como um valor extra, mas integrada na tarifa, possibilitanto o reembolso do valor integral. Contudo, nesta reserva, a EasyJet discrimina a bagagem como um valor extra no Comprovativo de Pagamento, apesar de não ter sido adquirida como tal. Desta forma, este valor não me será reembolsado.Contactei a companhia através de chat online, tendo obtido a seguinte resposta:“Ao comprar as reservas no nosso site aqui ??https://www.easyjet.com/pt ou pela nossa app móvel, é indicado a tarifa e no cesto de compras, a composição e descrição de todos os serviços e valores é apresentada de forma detalhada e separada ??Como tal, informo que após a emissão da fatura ou comprovativo de pagamento, legalmente não podemos fazer alterações dos serviços comprados ou juntar ao valor da tarifa da viagem os extras adquiridos por si, num só valor para ter direito ao reembolso do subsídio de mobilidade da Madeira.Em ambas as tarifas Standard e Essentials, caso pretenda os serviços extra é cobrado os mesmos à parte da tarifa da viagem.”Apesar de explicitar que não foram adquiridos de forma extra, não obtive resolução do problema. Apesar da compra ter sido efetuada há menos de 24 horas, a companhia cobra uma taxa de 59€ por cancelamento, valor que não me parece plausível.Agradeço a atenção.
COBRANÇA INDEVIDA DE BAGAGEM
Bom dia,Venho por este meio apresentar reclamação a respeito da cobrança indevida da nossa bagagem. Durante nosso embarque, na data de 16 de Junho de 2022 no Aeroporto Charles de Gaulle, voo número easyJet 3761, com destino a Lisboa, com saída prevista para 16h05, fomos informados que teríamos que realizar o pagamento de €29 por mala, pois estas não estavam incluídas na nossa passagem. Éramos 4 passageiros (2 adultos, 1 criança e 1 bebé), sendo que pagamos 3 passagens, e tínhamos direito a 3 bagagens, mas estávamos apenas com 2 malas com as dimensões permitidas e incluídas no bilhete comprado e também com os itens do nosso bebé (carrinho e mala de bebé). Explicamos a vossa funcionária Ameel que na ida a Paris, também pela vossa companhia (voo número easyJet 3760, em 11 de Junho, saída prevista 10h50, com destino a Paris), embarcamos com as mesmas bagagens e que nada nos foi cobrado, entretanto a vossa funcionária apenas respondia que era política da empresa. Ressalto a falta de educação e a grosseria que fomos abordados nessa situação. Inclusive mostramos o cartão de embarque a qual indicava que poderíamos viajar com uma bagagem de mão nas seguintes condições:“Mala de cabine:Todos os passageiros podem trazer uma pequena mala de cabine por pessoa a bordo gratuitamente.Pode ter a dimensão máxima de 45 x 36 x 20 cm (incluindo quaisquer pegas ou rodas) e tem de caber debaixo do assento à tua frente. Isto deve ser suficiente para levares para bordo os objetos essenciais para a tua viagem ou para uma viagem curta. Há um limite de peso de 15 kg, mas pedimos que consigas levantar e carregar a tua mala sem ajuda.”Insistentemente a vossa funcionária, apenas pedia o dinheiro para nos deixar embarcar, munida de toda grosseria possível, causando uma situação extremamente desagradável, até por que estávamos com 2 crianças, o que deixou tudo mais confuso.Acabamos por pagar o valor de €58 para poder embarcar, assim que entramos no avião, falamos com a atendente de voo, que nos indicou que quando o avião está cheio, os funcionários podem cobrar aleatoriamente a bagagem de alguns passageiros. Achamos isso um absurdo, pois na ida o avião estava cheio e nada nos foi cobrado, e na volta, o avião não estava com a lotação máxima e simplesmente “fomos escolhidos aleatoriamente” para pagar algo que estava incluido nos nossos bilhetes.Que política é essa?Como mencionei, estávamos com um carrinho de bebé, o qual foi como bagagem de porão, entretanto quando fomos retirar, estava com uma roda solta e “enviada” dentro do carrinho, com um autocolante colado, quando tiramos, vimos um rasgo no carrinho (foto em anexo).Outra situação que venho reclamar, visto que a vossa política de empresa é tão “correta”, nos dois voos (Lisboa-Paris/ Paris-Lisboa), tínhamos a indicação que só poderíamos embarcar com os testes de covid negativo, fizemos 2 testes, gastamos o valor de €80 e em momento algum nos foi pedido.Desta forma, solicito uma explicação dessas situações apresentadas, bem como a devolução dos valores extras gastos com essa companhia.No aguardo de uma resposta breve,Com os melhores cumprimentos.
Emissão de Fatura
Bom dia, envio reclamação no sentido da empresa avaliar o processo de emissão de faturas para a cobrança de bagagem na porta de embarque para os respetivos voos.No dia 6/maio embarquei do Funchal para Lisboa e foi-me solicitado o pagamento de bagagem adicional, sendo uma viagem profissional necessito de fatura para que me seja reembolsado o valor. No momento da cobrança não me foi emitido o recibo e foi-me indicado que o deveria solicitar posteriormente via site da Easyjet. Este processo não me parece correto, dado que contra o pagamento deveria ser de imedito emitido no imediato o respetivo recibo e não apenas o ticket do TPA para posterior emissão do documento oficial após solicitação específica do cliente. Julgo que a emissão da fatura é obrigatória no ato do pagamento e nem deveria ser necessário o cliente pedir.No entretanto já contactei os serviços da empresa para me ser emitida a fatura, mas até ao momento ainda não a recebi. Fiz hoje no contacto e aguardo novamente por desenvolvimentos.
Cobrança indevida mala cabine
NIF 202481433Assunto: Cobrança indevida de mala cabine pela EasyjetBoa tarde,No passado dia 01 de Fevereiro, no embarque para partida num voo da Easyjet, no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, foi cobrado indevidamente uma taxa de 29,00 €, referente a mala de cabine.Através da plataforma da referida companhia, da qual sou cliente, fiz uma reserva de 2 bilhetes para os meus dois filhos de 21 anos, com ida e volta, Porto-Genebra-Porto, com ida às 06h20 do dia 01 de Fevereiro (voo EJU1452) e volta às 07h20 dia 04 de Fevereiro (voo EZS1451), viagem de visita a familiares. Os passageiros eram Henrique Freitas Carvalho e Diogo Freitas Carvalho.Assim sendo, embarcaram no voo EJU1452, no Porto às 06:20 do dia 01 de fevereiro , e ambos levavam uma pequena mala de cabine, dentro das dimensões exigidas pela Easyjet (dimensão máxima de 45*36*20 cms e têm de caber debaixo do assento da frente), e compradas novas para o efeito. As malas, são ainda mais pequenas numa das medidas de referência e a única diferença entre elas, as cores.No embarque, uma das funcionárias, sem qualquer fita métrica, sem qualquer explicação, decidiu que a mala do Henrique Freitas Carvalho, não tinhas as dimensões corretas, obrigou ao pagamento da taxa de 29,00 €, e encaminhar a mesma para o porão, mesmo a mala não tendo sequer um aloquete, pois seria para ir junto ao passageiro.Na mesma hora, outra funcionária, durante o embarque do Diogo Freitas Carvalho, não colocou qualquer questão e a mala seguiu para a cabine junto com o passageiro.Isto implicou o pagamento na hora do referido valor e o desconforto gerado ao passageiro, pois tinha consigo pouco valor numerário, por não ser expectável esta situação.No regresso, no embarque em Genebra, no dia 04 de Fevereiro, no voo EZS1451 às 07:20, não foi cobrado qualquer taxa de bagagem, nem colocada qualquer questão em relação às malas, refira-se, as mesmas malas.Ou seja, se uma delas pareceu aos olhos da funcionária, maior na viagem de ida, porque razão na viagem de vinda, nada foi dito nem cobrado?Isto implicou o pagamento na hora do referido valor e o desconforto dos jovens, pois tinham consigo pouco valor numerário. Para não falar da situação que deixou perplexo quem estava na fila de embarque, com tamanha mesquinhez.Obviamente tratou-se, possivelmente, de um excesso de zelo sem fundamento e uma cobrança abusiva, ou então, trata-se de “sorteio”, a quem calha cobrar a taxa em cada voo. Assim, apresentada a reclamação, solicito a devolução dos 29,00 €, cobrados indevidamente.Seguem fotos em anexo das malas.CumprimentosPaulo de Carvalho
Pedido de reembolso - Easyjet bagagem de mão
Assunto: pagamento obrigatório de bagagemNome: Elisabete Oliveira Reisreserva do voo: K2P9WSCN.º do voo: EZS1447Exmos. Senhores,Aquando do embarque no voo Genebra - Lisboa, no passado dia 28/11/2021, cf. cartão de embarque em anexo. fui interpolada para fazer o pagamento OBRIGATORIO de 36 francos suíços, pelo fato da minha bagagem de mão, segundo o transmitido, ultrapassar a dimensão recomendada. A minha bagagem tem a dimensão de 50 x40x20 tendo ficado apenas de fora as rodas, as quais foram retiradas e a mala coube no local de verificação para o efeito. Mesmo assim, fui obrigada a pagar o valor de 36 francos suíços. Tal situação ocorreu também na viagem de 24/11 Lisboa - Genebra, tendo o funcionário aceite que tenha retirado as rodas e não me fora cobrado qualquer valor adicional. Após explicar e verificarem que a bagagem cabia no espaço de controlo, fui obrigada a pagar na mesma. Após ter feito o pagamento (obrigada) a bagagem foi comigo na mesma e colocada no espaço existente na parte de cima do meu lugar no avão, não tendo ido para o porão.Ora, se a dimensão era alegadamente superior e se paguei por isso, a minha bagagem deveria ter ido para o porãoPosto isto e porque senti que era uma forma clara e inequívoca da Easyjet faturar mais algum dinheiro, solicito a devolução do valor em causa, a saber 36 francos suíços (ou seja 34,55€) com a maior brevidade.Com os melhores cumprimentos,Elisabete Oliveira Reis
Cobrança de valor de mala de mão
Boa noite,Serve o presente para expor o meu desagrado perante a seguinte situação:- Fiz, a 3 e a 7 de outubro de 2021, dois voos, respectivamente, pela companhia easyJet. No voo de ida (Lisboa-Funchal) correu tudo de forma normal, sem nunca ter, qualquer elemento da tripulação, questionado o tamanho da mala. No voo de vinda (Funchal-Lisboa) fui interpolada, na boca da porta de embarque e nunca antes, por um membro da companhia em causa que, com um terminal multibanco na mão e após solicitar que colocasse a minha mala num dispositivo para verificar as dimensões da mesma, dispositivo este em que não havia possibilidade de verificação dessas medidas, obrigou ao pagamento de 29 euros para que conseguisse embarcar, indo a mala para o porão. Solicitei de imediato uma fatura comprovativa do meu pagamento, ao que me foi respondido que para a obter teria que fazer o pedido na plataforma da easyJet, tal como para fazer uma reclamação, pois ali e no momento não tinha hipótese de o fazer. Ora, se por algum motivo morresse naquele voo nunca teria oportunidade nem de obter a fatura, nem de reclamar. Ao perguntar se verificavam as dimensões de todas as malas, a funcionária respondeu afirmativamente, tratando-se de uma mentira, pois vi que as malas não foram todas verificadas, tendo deixado passar mochilas com dimensões acima do estipulado. De frisar que a informação no site não refere que as mochilas estão isentas de cumprir as medidas pedidas.Assim, penso ser inadmissível esta extorsão de dinheiro, além de que me senti extremamente lesada moralmente por esta abordagem.É ridícula esta postura e incompreensível que em dois voos da mesma companhia aérea os procedimentos sejam completamente distintos e incoerentes. Não posso precisar o dinheiro feito ali naquela altura, mas sei que terá sido um verdadeiro balúrdio.Uma empresa que faz a sua bandeira como sendo lowcost e age assim é no mínimo um embuste e canalhice, para as quais não tenho palavras bonitas.Posto isto, solicito que me esclareçam como posso proceder para que este tipo de situação não se volte a repetir, lesando outros passageiros moral e monetariamente.Obrigada.Cumprimentos,Andreia Matias
bagagem de cabine e recusa de fatura
Boa tarde,No dia 19/09/2021, obrigaram-me a colocar a bagagem no porão, já no boarding para o voo easyJet Funchal-Lisboa (K2G8RX1). Ora, acontece que eu utilizei exatamente a mesma bagagem autorizada como bagagem de cabine no voo Lisboa-Funchal, no dia 16/09. A mala não mudou de formato em dois dias! E não trazia nada a mais, ao contrário, deixei coisas que lá seguiam dentro no Funchal, portanto, vinha menos cheia. Acontece ainda que o sítio onde avaliam as dimensões da mala estava torto e amolgado. Esta situação poderá ser comprovada por outros passageiros, sujeitos à mesma situação, na mesma altura, por um conjunto de funcionárias que deixa muito a desejar em termos de competências sociais e profissionais. Senti-me vítima de extorsão e denunciarei esta situação em todos os canais que me forem possíveis.Acresce que as funcionárias da easyJet se recusaram a atender ao meu pedido de emissão de fatura no ato da compra (o que viola a lei fiscal portuguesa). Limitaram-se a indicar-me o site da easyJet, para posterior obtenção da fatura. Consultada a minha reserva online, nem sequer lá consta a informação de me terem cobrado pela bagagem, numa clara fuga aos impostos. Exijo emissão imediata de fatura, como é de lei, com o valor de 29,00 euros, para o NIF 212340123.Estas duas queixas foram enviadas por email, separadamente, através da página de contacto online da easyJet, mas não deixo igualmente de denunciar o facto de não existir um formulário de reclamação (com este nome) e de a companhia ter o descaramento de assumir que podem demorar um mês a responder aos queixosos.Cumprimentos,Sandra Sofia Branco
EU261 Compensation Claim Assessment
No dia 10-09-2020 o Voo n.º 7604 da Easyjet, com partida no aeroporto do Funchal e destino a Lisboa atrasou mais de três horas. A companhia informou que o avião que realizaria o voo não tinha saído de Lisboa por estar previsto mau tempo para o funchal. No entanto, durante toda a manhã desse dia aterraram e descolaram voos no aeroporto do funchal, conforme se prova pelas fotografias do painel de informações do aeroporto e pelas capturas de ecrã do site da ANA. Também não existia qualquer aviso de mau tempo nesse dia.Já depois de 3 horas de atraso, a companhia continuava sem garantir se ou quando o voo se realizaria, motivo pelo qual alterei o voo para o dia seguinte. Fiz a reclamação ao abrigo do regulamento 261/2004 através do site da Easyjet e recebi como resposta o seguinte: We're sorry that your flight was delayed. Our assessment and legal teams have carefully reviewed your claim and the circumstances surrounding your flight. They have confirmed that your flight is not eligible for compensation payment under Regulation (EC) 261/2004. (...) To further explain what happened on the day high winds over Funchal meant that the inbound aircraft was below legal limits to be able to land. As weather conditions were forecast to improve later in the day, the decision was made to delay the flight arriving into Funchal for when the weather had improved, which resulted in the plane arriving late for your flight. We do take reasonable measures to avoid delays and cancellations to our flights by having replacement crews and spare aircraft available in our network. In the circumstances, these options were not necessary as the delay to your flight was a direct result of adverse weather conditions in Funchal., procurando enquadrar o motivo do atraso em circunstancias excecionais. Ora, na verdade, não havia naquele dia qualquer circunstancia excecional, sento que o vento soprava a 26 km/h. Ora, não é verdade que nesse dia houvesse mau tempo e apenas os voos da Easyjet desse dia não se realizaram para o aeroporto do Funchal, sendo por isso uma decisão da companhia e não um evento que não dependeu da vontade desta. Assim, nos termos do regulamento 261/2004, é devida uma compensação de 250 por passageiro, que neste caso, foram dois. Considerando a resposta da companhia aérea, pedia a vossa intervenção para regularizar esta situação. Com os melhores cumprimentos,
Faturação abusiva de mala de cabine easyjet porto portugal
No dia 20.06.2021 viajei de porto para paris pela companhia aérea Easyjet Flight com o meu marido e a minha filha de 12 meses. Tínhamos bilhetes comprados de ida e volta (Paris-porto dia 30.05.2021 e porto- paris dia 20.06.2021) com 2 adultos e bébé sentado no colo + uma mala de porão de 23kg. Chegados ao check-in no porto dia 20.06.2021 embarcamos uma mala de porão suplementar com o custo de 8 euros e a mala de porão já prevista no bilhete. Esta última tinha 1kg em excesso. Quando a assistente de balcão verificou as restantes malas (3 malas de cabine com medidas 45x36x20 cm conforme nova lei), informou-nos que o bébé não tinha direito a mala de cabine por não ter bilhete próprio ( ou seja, era sentado no colo do pai). Eu informei que ela poderia estar enganada, uma vez que tínhamos verificado todas as novas normas e no site oficial easyjet constava que um bébé com lugar no colo teria direito a mala 45x36x20cm, a chamada mala muda fraldas, e que de paris-porto assim já tinha sucedido sem problema algum. A senhora (a quem pedi identificação para reclamação) Daniela Vasconcelos respondeu que não tínhamos direito à mala do bébé e que pagaríamos mais 8 euros para a embarcar. Pedi que fosse esclarecida a situação com um supervisor, ao qual aparentemente lhe confirmou por telefone que teríamos de pagar. Mais nos informou que como íamos ter que embarcar a mala do bébé, não haveria problema que a mala de porão de 23kg tivesse 1kg a mais. Entretanto o meu marido colocou o cartão para pagar as então 2 malas ( a que ja estava prevista e a do bébé 8 euros cada uma) e a senhora fez o embarque das malas. Nisto eu não estava convencida e fui verificar no site e lá dizia que efetivamente tinhamos direito à mala do bébé, avisei a sr Daniela Vasconcelos de que ela e a sua suposta supervisora estariam desatualizadas das normas e disse que queria o reembolso da mala que ela nos tinha cobrado. A senhora disse que sendo assim teria que pagar o 1kg de excesso da mala de porão que já tinha sido embarcada ao qual eu respondi que a senhora tinha embarcado a mala com excesso de peso sem nosso consentimento, pois tinhas espaço suficiente nas malas de cabine para rerirar o excesso de peso e não ter que pagar mais. Mais, de início não havia problema com o excesso de peso porque nos iria faturar 2 malas de 8 euros cada, quando reclamei o meu direito à mala do bébé já havia problema com o excesso de peso da mala de 23kg... A solução oferecida pela senhora foi ligar para a triagem para que nos devolvesse a nossa mala de 23kg e pudéssemos retirar o peso em excesso, depois voltarmos lá de novo ( voltar a fazer fila de check in) e voltar a fazer tudo de novo sem garantia de que não perderíamos o voo. Ou seja, faturou abusivamente uma mala a que tínhamos direiro gratuitamente, embarcou abusivamente uma mala em excesso de peso sem que tivéssemos oportunidade de retificar o peso, e a solução proposta nem sequer era viável, uma vez que se aceitássemos esperar pela mala de volta, correríamos o risco de perder o voo. Desta forma, pretendo o reembolso dos 8 euros que me foram indevidamente faturados
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
