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Voos: reembolso pela bagagem de mão

A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.

Reclamações recentes

T. C.
Hoje

Faturação

Exmos Senhores, Quero manifestar o meu total desagrado e profunda insatisfação devido à recusa da Ryanair em emitir a minha fatura com NIF, mesmo tendo seguido todas as instruções dadas pela própria companhia É indicado que é possível adicionar os dados fiscais após o voo. Com base nessa informação, fiz a compra e só após a viagem decidi inserir os contribuintes uma vez que no portal do governo da Madeira só podemos solicitar o reembolso da viagem pela transportadora Ryanair após efetuarmos a viagem. Considero absolutamente inaceitável que a empresa se recuse a emitir o documento fiscal correto. Isto parece-me uma prática enganosa para quem confia nas informações oficiais fornecidas pela transportadora. Esta recusa está a causar-me prejuízos uma vez que não consigo obter o reembolso da viagem através do subsídio de mobilidade da Região Autónoma da Madeira. Peço que a Ryanair emita de imediato a fatura corrigida com o respetivo NIF.

Em curso
P. M.
Hoje

Burla

carta enviada via e-mail à GoBravo sem qualquer resposta... Pedi rescisão do contrato em vigor com aquela instituição, porque não compriu o que prometeu e não está habilitada a prestar qualquer serviço em Portugal na area de finanças, logo não poderiam celerar um contrato comigo. Boa tarde GoBravo, Venho por este meio informar-vos mais uma vez a finalização do contrato celebrado com a vossa instituição em junho de 2024 a contar no mês de Maio de 2026. Em Junho de 2026, contratei os vossos serviços para dar resposta às possíveis dividas que iria contrair por não ter capacidade financeira para pagar as prestações futuras das instituições financeiras que tinha pedido empréstimos de credito automóvel, pessoal ou credito em cartão, até esta data, tinha todas as prestações em dia e não tinha prestações em atraso nem o meu nome no banco de Portugal. Após pedir ajuda à GoBravo, esta prontificou se a ajudar com as dividas existentes: Cetelem 20239,15 € Wizink Bank 4636,94€ Cofidis 4359,13€ Unicredito 2961,27€ Bankinter 2861,48€ Universo 956,2€ No total da divida em 36014,24€, mas com a ajuda da GoBravo eu teria logo à partida um desconto sobre a mesma divida de 8575,99€ ficando só por liquidar 27438,25€ da divida total, e para isso teria que ser pago em 67 prestações no valor de 409,53€. Ponto 1. Nunca vi o tal desconto de mais de 8mil euros sobre a divida total, resumindo, mentiram, para alem de ver as minhas dividas aumentarem por falta de pagamento, nunca em negociações poderiam os credores saber que era a GoBravo estaria a ajudar nas mesmas, e descobri que a GoBravo não contactou todos os credores... Ponto 2. A GoBravo desde o inicio do contrato indicou me a não falar ou responder e a pagar, qualquer iniciativa das credoras seja por sms, e-mail, carta ou prestações bancarias. E todas essas iniciativas teria que enviar para a GobRavo. Ponto 3. Na negociação com a Cetelem, a pessoa da GoBravo que negociou com a Cetelem, informou-me que teria que pagar mensal 300€ a que teria que negociar a prestação que já pagava à GoBravo porque seria insuficiente para as restantes negociações, informei à mesma que seria impossível derivado ao salario que recebia e aos restantes pagamentos que teria de fazer resultante de ter uma casa a pagar. Ficou conversado e gravado que, a GoBravo aceitaria reduzir a sua comissão mensal para 36€ e o restante ficaria a acumular o saldo existente para as próximas negociações. Ponto 4. Em maio do ano corrente 2026, infelizmente recebo a informação que tinha o meu ordenado penhorado pela ação da Cofidis e por este motivo só recebo o ordenado minimo ou menos... Ponto 5. No dia 27 de Maio de 2026, pedi pelo Whatsapp da Gobravo que me indicassem o valor que eu tinha em saldo, que me passassem o contrato celebrado entre a Cetelem e a GoBravo, e quais seriam as instituições que até ao momento estariam em conversações. Ponto 6. Infelizmente fiquei a saber no mês de Agosto que, não existe nenhum contrato com a Cetelem por escrito mas sim um acordo palavreado em que tenho de pagar 300€ em 60 prestações, dai não me darem a resposta, dizendo que é confidencial, quando EU sou o ciente que vós contratou. Ponto 7. Infelizmente em Julho fiquei a saber por uma reportagem da NOW, que a vossa instituição ou empresa não podem exercer os serviços que me prestaram e consta em contrato porque perante a autoridade do Banco de Portugal a GoBravo não tem competências para estar a operar em Portugal. # O Banco de Portugal adverte que a Go Bravo Portugal Unipessoal, Lda. (NIPC 516391720), atuando em seu próprio nome ou em nome de terceiros, não está habilitada a desenvolver, em Portugal, qualquer atividade financeira reservada às instituições sujeitas à supervisão do Banco de Portugal, nomeadamente a prestar serviços de pagamento, incluindo o envio de fundos. A prestação dos serviços de pagamento previstos no artigo 4.º do Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e da Moeda Eletrónica, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12 novembro, está reservada em Portugal às entidades para tal habilitadas, conforme o disposto no n.º 1 do artigo 11.º do mesmo regime jurídico. A lista das entidades autorizadas a prestar serviços de pagamento pode ser consultada no sítio do Banco de Portugal na internet, em www.bportugal.pt. # Deixo o link : https://www.bportugal.pt/comunicado/entidade-nao-habilitada-prestar-servicos-de-pagamento-go-bravo-portugal-unipessoal-lda Ponto 8, Só por si, o contrato passa a nulo por a vossa instituição não ter os requisitos necessários para estarem aprovados pelo Banco de Portugal. Ponto 9. Infelizmente apos varias tentativas e insistências pelo Whatsapp da GoBravo, consegui as respostas no dia 11 de Setembro de 2026, às questões colocadas no dia 27 de Maio de 2026, por tanto uma empresa responsável e ao qual o cliente paga para fazerem o ser papel, só dão informação ao fim de QUATRO meses??? Ponto 10, No dia 11 de Maio de 2026, informaram que teria em conta corrente um saldo POSITIVO de 414,34€, mas depois como pedi que transferissem esse mesmo montante para a minha conta, já enviaram o mesmo papel com os mesmos dados mas com as alterações a necessárias para justificar afinal que tinha saldo negativo. Ponto 11. No momento em que existe uma quebra contratual de uma das partes envolvidas e que a sua existência não enquadra judicialmente ao que propuseram fazer, não existe comissões nem condições para continuarem a exercer atividade que propuseram me no inicio do contrato. A GoBravo não pode exercer a atividade para a qual eu contratei. O contrato celebrado com a vossa instituição implicaria que não houvesse danos para o cliente(eu) e infelizmente tive, no mês de Maio do corrente ano 2026, fui informado pelo DRH da minha entidade patronal que o meu ordenhado estaria penhorado por ação judicial apresentada pela Cofidis. Depois de ser contactada por mim, fiquei a saber que a vossa instituição nunca a contactou para uma possível negociação do valor em divida. Pelos motivos já mencionados, eu continuo à espera pela transferência para a minha conta bancaria dos 414,34€ até a próxima sexta feira dia 18 de Setembro de 2026, ao não fazerem a transferência até sexto dia 18 de Setembro, confirmo que aceitam a minha denuncia à PSP/PJ de VITIMA DE BURLA, e neste caso irei pedir o valor TOTAL de todas as comissões já pagas até à presente data à vossa instituição a GoBravo, esta informação já foi transmitida via Whatsapp no dia 11 de Setembro de 2026. PS: Assim como a vossa instituição grava os áudios das chamadas telefônicas e tem a gravação das conversas todas via whatsapp, eu também as tenho, e toda a documentação que recebi de vocês via e-mail e Whatsapp e áudios serão entregues ao tribunal para servir de prova dos fatos apresentados acima. Aguardo pela transferência bancaria de 414,34€ e ficamos por aqui, eu sigo a minha vida e vocês a vossa. Melhores cumprimentos, Pedro Martins

Em curso

Recusa de Assistência Casa apesar de cobertura contratada

Exmos. Senhores, Sou titular da apólice de Seguro Multirriscos Habitação n.º MR86102675, da OK! Seguros / Via Directa. Nas Condições Particulares da minha apólice constam expressamente as coberturas Emergência Casa, Assistência Casa e Assistência Digital. CondicoesParticulares (1).pdf Solicitei Assistência Casa para dois problemas existentes na habitação: 1. Estore já instalado que deixou de funcionar, necessitando de avaliação e reparação do mecanismo; 2. Exaustor da casa de banho já instalado que deixou de funcionar, necessitando de avaliação técnica e eventual reparação. Fui posteriormente contactado telefonicamente e informado de que os pedidos não cumpriam os requisitos da assistência. Contudo, nas Condições Especiais, a Assistência Casa prevê o envio de profissionais para trabalhos de reparação e conservação relacionados com eletricidade, serralharia, carpintaria e construção civil. Solicitei esclarecimentos sobre o motivo da recusa, uma vez que o estore poderá enquadrar-se em serralharia/carpintaria e o exaustor na área de eletricidade. Pretendo que a seguradora reavalie o pedido de assistência e, caso mantenha a recusa, que me indique por escrito e de forma individualizada a cláusula, exclusão ou requisito contratual concreto que impede a assistência para cada um dos dois problemas. Não considero suficiente uma informação genérica de que o pedido “não cumpre os requisitos”, quando a Assistência Casa consta expressamente da apólice contratada. Com os melhores cumprimentos, Evanilson Cesar Marques

Em curso
E. J.
Hoje

Serviço cobrado e não prestado

A situação tornou-se ainda mais grave após eu contactar diretamente a Etihad e obter confirmação escrita do que realmente está a acontecer. A eDreams cobrou-me €85,19 em 29/08 para proceder à correção do meu nome na reserva. Desde então, durante semanas, recebi sucessivas respostas da eDreams dizendo que não conseguiam obter resposta da Etihad, pedindo-me para aguardar novos prazos e chegando inclusivamente a remeter-me para a própria companhia aérea. Entretanto, contactei diretamente a Etihad. A Etihad confirmou por escrito que: - a eDreams já esteve em contacto com a equipa responsável pela correção; - a eDreams foi informada do procedimento e da taxa aplicável; - em 18/09, a eDreams voltou a contactar a Etihad; apesar disso, a Etihad afirma expressamente que “the travel agency didn’t proceed with that”; o contacto foi com o pedido de informação já previamente processsado ... - por a reserva ter sido emitida pela agência, é a eDreams que controla o processo e tem de concluir a alteração/reemissão. Ou seja: paguei €85,19 em 29/08 e, quase três semanas depois, a própria Etihad confirma que a eDreams voltou a contactá-los, recebeu novamente instruções e não avançou com o procedimento. Isto torna incompreensíveis as repetidas respostas da eDreams alegando falta de resposta da companhia aérea. A questão é agora muito simples: O que aconteceu aos €85,19 que me foram cobrados para esta correção, se a própria Etihad confirma que a agência ainda não concluiu os passos necessários? Mais de um mês depois, o nome continua incorreto e o serviço pago continua por executar. Não pretendo mais respostas automáticas, novos prazos ou encaminhamentos entre departamentos. Pretendo apenas uma solução concreta: correção e reemissão imediata do bilhete ou devolução dos €85,19 cobrados. Neste processo, o intermediário acabou por se tornar a maior pedra no sapato: cobra por um serviço que, na prática, só tem acrescentado obstáculos, atrasos e desgaste a algo que eu próprio consegui esclarecer diretamente com a Etihad em poucos minutos. Ao mesmo tempo, continuo a receber diariamente comunicações de marketing da eDreams para reservar ou subscrever novos serviços associados à viagem, enquanto um serviço já pago e essencial continua por executar. É difícil imaginar uma demonstração mais clara da diferença entre a rapidez para vender e a dificuldade para resolver um problema depois de o pagamento estar feito.

Em curso
R. G.
Hoje

IHRU mantém processo de reapreciação do Apoio Extraordinário à Renda de 2025 parado há vários meses

O meu processo de reapreciação do Apoio Extraordinário à Renda de 2025 encontra-se no IHRU no estado "Em Revisão" desde setembro de 2025. Estamos agora em setembro de 2026. Passou aproximadamente um ano e o IHRU continua sem concluir o processo, sem comunicar uma decisão final e sem proceder à retificação do apuramento e ao pagamento dos valores retroativos que resultem da reapreciação. Ao longo deste período apresentei sucessivas reclamações, pedidos de esclarecimento e documentação junto das entidades competentes. A situação é igualmente do conhecimento da Provedoria de Justiça. Existe inclusivamente um processo administrativo relacionado com esta situação, sem que, até ao momento, isso tenha produzido qualquer alteração no estado do processo no Portal do IHRU. É inadmissível que um cidadão permaneça aproximadamente um ano à espera de uma decisão sobre um apoio destinado precisamente a fazer face aos encargos com a habitação. Não solicito mais uma resposta genérica indicando que o processo "está em revisão". EXIJO uma decisão concreta, devidamente fundamentada, e a consequente regularização do processo e dos valores que legalmente sejam devidos. Continuarei a recorrer às entidades administrativas e judiciais competentes até que esta situação seja efetivamente resolvida. O processo não pode continuar indefinidamente parado.

Em curso