Reclamações públicas
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Péssimo atendimento
Exmos. Senhores, Venho por este meio expressar a minha insatisfação relativamente ao atendimento no dia 19.11.2025, em que o utente se encontrava debilitado e não foi atendido, sendo uma criança de 4 anos. Quando um utente vai ao hospital, é porque não se está a sentir bem. Por volta das 19h horas, e estando com febre, não foi atendido por não ter os requisitos para ser observado. Infelizmente, fomos recebidos de forma pouco cordial, com uma postura rude e uma atitude que não condiz com o nível de profissionalismo que se espera de um hospital. A forma como fomos tratados revelou uma falta de educação e de respeito, o que considero inaceitável. Acredito que, enquanto hospital, é fundamental manter uma postura cordial e profissional, independentemente de quem seja, seja paciente ou não. Um atendimento de qualidade e uma postura humilde são essenciais para transmitir confiança e credibilidade aos utentes. Gostaria que esta situação fosse devidamente avaliada e que fossem tomadas as devidas providências para melhorar o atendimento hospitalar, de modo a evitar que nos desloquemos de hospital em hospital com uma criança de 4 anos, ainda por cima cheia de febre e evitar que outras pessoas passem por experiências semelhantes. Agradeço a atenção dispensada e espero que esta reclamação seja considerada com a devida seriedade. Com os melhores cumprimentos, LA
Encomenda com defeitos graves
Exmos. Senhores Comprei um artigo online pelo Leroy Merlin, que é fornecido pela VidaXL. Aquando da montagem verifico que as medidas estão incorretas, não há lugar para a porta do móvel, etc Gostaria de saber como posso efetuar a devolução do mesmo e se há restituição do valor ou um artigo novo. A resposta de V.Exas, é que passou o prazo de 14 dias para reclamar. A parte importante que é a qualidade do produto vendido pela Vida XL, o qual vem com medidas erradas, não sendo completamente impossível a sua montagem, tem qualquer importância. Com os melhores cumprimentos Bruno Carvalho
Médica Anestesista
Ex.mos Srs., Boa tarde. No dia 4 de novembro fui submetida a uma cirurgia ao endometrio. Da parte da cirurgia propriamente dita correu tudo bem, o cirurgião realizou o procedimento sem intercorrencias. No entranto, o mesmo não posso dizer sobre a médica anestesista, Dra. Clarissa Ribeiro. Logo no início a referida ao colocar o tubo respiratório fez-me uma lesão na garganta (que ainda persistir hoje, continuo a ter dores e a sentir a impressão da cicatriz), provocando uma hemorragia interna e obrigando uma equipa de otorrinolaringologia a intervir. Saliente-se que não ha via qual queer obstrução ou problems com a minha garganta. Não me foi entregue qualquer relatório escrito sobre a ocorrência apesar de eu já ter solicitado o mesmo, uma vez que sou asmática e esta lesão está a ter e terá consequências para o resto da minha vida diária. Foi me explicado o sucedido muito sumariamente pela médica quando acordei mas de forma leviana sem alertar para as consequências do ocorrido e sem qualquer indicação a não ser para ingerir líquidos. Apesar de eu me queixar de dores e de não ter voz foi me dada alta no próprio dia. No dia seguinte ligou me uma enfermeira que me disse “se tiver febre decorrente da cirurgia dirija-se ao hospital para ser observada”… (a chamada deve estar gravada). No dia seguinte tive febre e por isso obedeci dirigindo-me ao bloco operatório onde fui operada. Disseram-me “tem que ir lá abaixo à urgência ser observada”. Sendo esta situação da exclusiva responsabilidade da anestesista dirigi-me à urgência, fiz a admissão mas logo avisei que não ia pagar para ser vista por uma situação que me tinha sido imputada pela médica e pedi para registarem essa observação no sistema informático. A Sra que me atendeu disse que eu posteriormente teria que fazer uma queixa. Que eu fiz a partir do site da Cuf. Até fiz mais que uma… seria no mínimo estranho pagar uma urgência que só ocorreu por negligência da médica Dra Clarissa Ribeiro e também porque me dirigi ao hospital por ordem da enfermeira do mesmo. Para além de ter sido lesada fisicamente, lesão essa irreversível e que a Sra. Dra. descurou completamente, discrimino em seguida todos os “constrangimentos” causados por este episódio: - tive que gastar dinheiro em 2 antibióticos, analgésicos e cortisona; - estive de baixa mais uma semana, para além do previsto, sem receber ordenado; - voltei ao trabalho sem estar curada e cheia de dores, num esforço imenso porque sou professors (tenho que falar o dia interior); - tenho a lesao e dor permanente; - paguei na operação o valor à anestesista, que não justificou os seus honorários (antes pelo contrário) e não fui ressarcida desse valor; - estão a tentar cobra-me os 55 euros da urgência e inclusivé fui ameaçada por SMS do perigo de cobrança judicial. Agradeço a análise deste caso e uma orientação de como posso de alguma forma ser compensada por todos os danos referidos e constrangimentos causados. Agradecia ainda que me esclarecessem sobre como exigir um pedido de desculpas por escrito pelo incómodo de estar a receber esta conta inúmeras vezes quando esta não é da minha responsabilidade. Também gostaria de perceber o que tenho que fazer para exigir um pedido de desculpas por escrito da Dra. Clarissa e um relatório completo dela e da equipa de otorrino a descrever exatamente o que se passou. Aguardo um contacto vosso sobre este assunto. E aproveito para partilhar a queixa que já tinha feito à ordem dos médicos. Cumprimentos, Ana Tavares. “De: Ana Tavares [anasofiafariabastostavares@gmail.com] Data: 7 de novembro de 2025 às 18:24:45 WET Para: ordemdosmedicos@ordemdosmedicos.pt Assunto: Fwd: Queixa disciplinar contra a médica anestesista Clarissa Ribeiro Exmos. Senhores, Venho apresentar uma queixa disciplinar contra a médica anestesista Dra. Clarissa Ribeiro, pela forma negligente e desumana como fui tratada durante e após a minha cirurgia ao endométrio, realizada no [Hospital / Unidade de Saúde], no dia [data]. Durante o procedimento anestésico, a médica provocou uma lesão grave na minha garganta ao introduzir o tubo respiratório, o que resultou numa hemorragia significativa e necessidade de intervenção da equipa de Otorrinolaringologia para cauterização. Após a cirurgia, acordei sem voz, com dores intensas e sem qualquer acompanhamento adequado. A anestesista em questão não se apresentou, não pediu desculpa, nem explicou o ocorrido, demonstrando total falta de empatia e de responsabilidade profissional. Fui dada de alta poucas horas depois, sem avaliação médica adequada e sem instruções claras sobre o que fazer caso a dor ou febre surgissem. No dia seguinte, tive febre e, ao regressar ao hospital, fui obrigada a pagar uma urgênciaoriginada por uma complicação decorrente da atuação da própria anestesista. Por tudo isto, considero que houve violação dos deveres deontológicos e negligência grave no exercício da medicina. Solicito à Ordem dos Médicos a abertura de um processo de inquérito disciplinar e que me seja comunicada a decisão final sobre o caso. Dados pessoais: Nome: Ana Sofia Faria de Bastos Tavares N.º de utente: 393237022 Data da cirurgia: 4 novembro 2025 Local: CUF TEJO Contacto: 965269919 Com os melhores cumprimentos, Ana Sofia Faria de Bastos Tavares.”
Reclamação – Falhas no acompanhamento ortodôntico e atrasos injustificados no tratamento
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente ao acompanhamento clínico que tenho recebido nas consultas de ortodontia na SmileUp de Queluz. Apesar de realizar controlos mensais de manutenção ortodôntica, tenho verificado diversas falhas no acompanhamento que me estão a causar prejuízo, atrasos e despesas adicionais. Nomeadamente: 1.— A médica não procedeu à recomendação da limpeza com bicarbonato, tendo ignorado a pigmentação visível na traseira da arcada superior o que revela falta de profissionalismo. 2. A médica não verificou que a arcada superior não estava alinhada com o eixo médio do nariz, um desvio que já deveria ter sido identificado e corrigido durante o acompanhamento regular. — Caso eu não tivesse chamado a atenção para essa situação, a mesma não teria sido corrigida, prolongando ainda mais o tratamento. 3. O meu tratamento foi inicialmente estimado em cerca de 3 anos, mas devido a estas falhas no acompanhamento, encontra-se agora a caminho de 5 anos, prevendo-se ainda mais 4 meses adicionais. — Este prolongamento injustificado está a levar a gastos acrescidos, tanto em controlos mensais como no impacto pessoal que um tratamento tão prolongado causa. Estas situações demonstram uma falta de rigor e acompanhamento clínico adequado, contrariando aquilo que se espera de uma clínica especializada. Não só comprometeram a minha confiança, como também estão a afetar negativamente o resultado e a duração do tratamento. Solicito, por isso: Mais cuidado da parte da médica e recomendações e o máximo de aceleração no processo. Com os melhores cumprimentos, Jorge Espírito Santo 931417248 NIF:240590147
PRUDUTO DIFERENTE
Encomendei à PREFERAT E-COMERCE um equipamento de soldar com o custo anunciado de 65,00 € e recebi uma pequena caixa de ferramentas com um mini martelo, um mini alicate e umas mini chaves, tudo com um valor irrisório (parece de brincar). Não enviam qualquer documento como guia de remessa, fatura ou recibo. Pelas etiquetas coladas na embalagem verifico que a mesma já foi enviada e devolvida por outras pessoas. Trata-se de um completo logro.
Assédio telefónico e alteração unilateral de agendamento - IPRO / MaisClinic
Exmos. Senhores, Venho expor a lamentável experiência com esta entidade (MaisClinic), cuja gestão administrativa é partilhada com a IPRO Clinic. Sou cliente habitual, resido no Continente e agendei a minha consulta de Podologia com meses de antecedência (desde Agosto) para 17 de Dezembro as 10:30h, organizando a minha viagem propositadamente para o efeito. A experiência revelou-se um pesadelo administrativo por dois motivos graves: - Assédio Telefónico: No dia 28/11, fui alvo de um bombardeamento de chamadas. A clínica contactou-me 5 vezes num espaço de 30 minutos enquanto eu estava numa reunião de trabalho. - Autoritarismo e Imposição: Ao não conseguirem falar comigo no minuto imediato, enviaram um SMS a impor uma alteração de horário ('a consulta terá de ser alterada'), sem qualquer pedido de desculpa ou consulta prévia sobre a minha disponibilidade. É inadmissível que uma entidade que detém convenções públicas e se apresenta como referência, tenha práticas de 'call center' agressivo, desrespeitando a vida profissional dos pacientes. Cancelei a consulta devido a esta gestão. A competência técnica do corpo clínico (que é boa) não compensa a falta de profissionalismo da administração. Exijo a remoção dos meus dados de contacto para fins de marketing ou novos agendamentos.
Negaram a venda de Benuron
Após 20 minutos na fila de espera para comprar benuron 1g foi me negado a venda com a justificação que era SUJEITO a receita medica, uma coisa é um medicamento que só pode ser vendido com receita, outra é estar sujeito. Tentaram me impingir o de 0,5g e mesmo depois de contactar a diretora da farmácia não me venderam o benuron, tive de ir a outra farmácia comprar. Não volto a esta farmácia embora me fosse mais conveniente pela localização.
Implante com problemas
Neste caso em particular falo do Hospital da Luz em Setúbal para onde fui encaminhado pela minha mediadora a Companhia de Seguros Fidelidade depois de um acidente que tive em Setembro de 2023 e que resultou numa queda que me provocou danos num dos meus dentes (um dos Incisivos Centrais). Na referida Unidade de Saúde fui atendido pelo Dr Silva Marques que ao observar o dano do dente me informou que teria que colocar um implante . Foi pedida pelo mesmo a respectiva autorização a Companhia de Seguros para iniciar o tratamento, que levou vários meses e terminou em Agosto de 2024 ( pensei eu erradamente ) . Passados cerca de 15 dias após a colocação do implante a coroa começou a abanar, facto que penso que não seja muito normal e além disso a respectiva coroa que foi feita para substituir o meu dente que se danificou nada tinha a ver em termos de dimensões como seria suposto e que era totalmente diferente do outro incisivo central ficando desta maneira algo muito estranho e sem nexo na minha dentição e eu usei aparelho e investi muito dinheiro para ter os dentes todos bonitos e alinhados. Perante isto desloquei me por diversas ocasiões a minha mediadora que se situa na Quinta do Conde e informei-a do sucedido e do meu desagrado e insatisfação. A mesma informou me que me devia deslocar ao Hospital em questão porque o tratamento efetuado tinha garantia e eles teriam que me atender e corrigir o que estava mal, mas da parte do Hospital a resposta que ouvi em diversas ocasiões era que a Companhia teria que enviar uma autorização para esse efeito porque sem isso não fariam nada e assim andei neste jogo do empurra durante diversos meses até que com isto tudo e desnecessariamente a coroa colocada caiu, ficando eu sem um dente a frente coisa que não é muito agradável como devem calcular e que poderia ter sido perfeitamente evitado. Andei assim mais de um mês até que perante tanta insistência da minha parte a Companhia enviou um pedido para o Hospital e fui informado pelo mesmo que tinha uma consulta marcada , pensando eu que finalmente os problemas relacionados com o implante realizado ficariam resolvidos. Mas quando fui atendido no dia marcada o Dr. Silva Marques não fez nada alegando que a Companhia só tinha autorizado uma consulta e não qualquer tipo de tratamento e o mesmo fez um relatório a pedir autorização para tratar dos problemas em questão . Mais uma vez perdi tempo, gastei combustível e paguei parqueamento e saí de lá 5 minutos depois sem nada resolvido. Foi marcada nova consulta para três semanas depois e eu continuei sem dente a frente durante esse tempo. No dia dessa consulta que só demorou 5 minutos ele finalmente apertou a coroa no implante colocado na gengiva e perante o meu desagrado disse que além da culpa ser da Companhia por não ter dado autorização antes que a diferença entre o meu incisivo central e a coroa colocada eram perfeitamente normais porque o meu dente tinha uma cobertura de esmalte e a coroa era feita de cerâmica e vim embora com algo estranho na minha boca que nada tinha a ver com o que seria suposto e quando falei com outras pessoas que já tinham colocado implantes até porque cada dente têm dimensões diferentes porque a coroa é feita de acordo com o dente natural que vai substituir nenhum delas achou isso natural nem normal. Por isto tudo só posso demonstrar o meu total desagrado e insatisfação porque além de todas as deslocações que fiz para o hospital em questão , do combustível que gastei e parque que tive que pagar, andei mais de um mês sem um dente a frente , foi me colocada uma coroa com dimensões totalmente descabidas e que nada têm a ver com o dente que foi substituir e com o dente do lado que era o que seria suposto caso tivesse sido realizado um trabalho bem feito porque os meus incisivos centrais eram perfeitamente simétricos e assim deviam ter continuado mesmo com a coroa que foi colocada, mas ninguém quis assumir o erro. Ou o molde da coroa em questão foi mal efetuado ou o laboratório não construiu a coroa de acordo com as dimensões correctas e eu é que me sinto lesado no meio disto tudo. Perante a justificação e resposta do Dr em questão que é totalmente descabida e inaceitável pretendo que a Companhia resolva este meu problema que nunca devia ter existido caso tivesse sido realizado um trabalho em condições. Como mencionei anteriormente tenho vários seguros com a Companhia e sempre os paguei atempadamente e só pretendo ficar satisfeito quando por qualquer motivo tenho que recorrer aos mesmos. Aguardo uma resposta da vossa parte para assim resolvermos esta questão que já dura há demasiado tempo e que só me causou danos e diversos custos que eram evitáveis . Depois de ter realizado uma exposição dos factos relatados a Companhia de Seguros Fidelidade foi me dada razão relativamente a minha queixa por parte da Secção de Sinistros da Companhia e do Médico Especialista pertencente a mesma , após isso foi me marcada um nova consulta para o Hospital da Luz de Setúbal mas desta vez para o Dr. João Costa pensando eu que o meu problema finalmente ficaria resolvido mas enganei me redondamente porque além de não ter mexido no implante em questão alegando por diversas vezes a falta de autorização por parte da Companhia e a mesma informou me que estava tudo devidamente autorizado. Fui a esta Unidade Hospitalar por diversas vezes sendo consultado pelo Médico em questão que chegou inclusive a tirar me um molde para ser fabricada uma nova coroa de acordo o que era pretendido e disse me inclusive que eu não sairia de lá sem estar devidamente satisfeito, tal facto não se verificou porque depois de tudo informou me que ainda não estava tudo autorizado e que não valia a pena mexer no implante que deu origem a minha queixa. E ainda fiquei com um problema no dente ao lado porque o Médico em questão informou me que o mesmo estava com uma camada muito grande de esmalte e desbastou para ficar mais parecido com a coroa que deu origem a minha queixa , tal facto fez com que um dente que estava bom ficasse mais fraco e há três dias atrás começou a deteriorar se. Ou seja desloquei me várias vezes sem necessidade, perdendo tempo, dinheiro , não fui tratado devidamente como seria suposto e ainda fiquei com um problema inexistente. Pretendo saber quem se vai responsabilizar e me ressarcir por todo o tempo, gasóleo e parqueamento que paguei do meu bolso para nada e também quem vai se responsabilizar pelos danos num dente que estava bom antes de ser mexido. No meio deste processo todo recebi uma carta da Companhia a informar me que o meu seguro ia ter um agravamento de cerca de 33% . Cumprimentos Paulo Santos
Trofa Saúde - Atendimento inexistente, descaso com paciente
Fui ao Trofa Saúde Braga centro para uma consulta com meu Filho de 7 anos, dia 07/11, às 16:00, com a Psiquiatria Infância e Adolescência Dra. Ilda Moreira. Na altura, pedi que avaliasse meu filho pois a escola onde ele estuda está numa pressão absurda para medicá-lo, pois entendem que ele tenha PHDA, entretanto meu filho que já vem sendo avaliados há pelo menos 3 anos, nunca recebeu tal diagnóstico e como toda criança, ele é curioso e se está em ambiente diferente ou rotina diferente fica mais agitado. A questão é, essa dita Doutora, primeiramente nos atendeu com uma má vontade,digna de serviços públicos, nem a luz da sala estava acessa, não questionou ABSOLUTAMENTE nada, eu que precisei iniciar a conversa, SEQUER OLHOU PARA CARA OU CONVERSOU com o meu filho e paciênte utilizando nenhuma abordagem, imprimiu duas folhas com rotinas (que o chat Gpt faz melhor), não perguntou sobre histórico médico, NADAAAAAA! eu questionei sobre um acompanhamento para próximas consultas para ela de fato pudesse aplicar as abordagens para obter um diagnóstico mais preciso. ELA LITERALMENTE EM 5 MINUTOS E SEM NENHUMA ABORDAGEM MÉDICA ESPECIALIZADA DECLAROU QUE PELOS CONHECIMENTOS CLÍNICOS ELE SIM É HIPERATIVIO, tal como um médico com preguiça que sem olhar para nossa cara diz que temos virose!!!! a consulta custou EUR 90,00. ISSO É UM ROUBO!, paguei noventa euros para uma pseudo Psiquiatria Infância sequer avaliar o paciente ou fazer o que um psiquiatra infantil tem que faz! ISSO É UM ABSURDO!!!!!! exigo que essa instituição de saúde tome providências, pois esse tipo de comportamento displicente e condescendente, que me interrompeu cheia de empáfia e tratou meu filho como um leproso. Isso é inaceitável!
Falta de profissionalismo de Doutor Fábio, médico de família de Antonio Nunes Dias de Foros de Arrão
Venho por este meio, como filho de Antonio Nunes Dias, portador do cartão de cidadão 08302689, reclamar da incompetência do doutor Fábio, justifico a falta do último nome com a rejeição da cedência do mesmo pela instituição. Assim sendo, o Doutor Fábio, médico de família de sr Antonio Nunes Dias, fez a minha namorada deslocar se duas vezes á unidade local de saúde de Foros de Arrão e uma vez para o centro de saúde de Montargil para ser colocada a vinheta, vinheta essa que em conjunto com a assinatura do médico comprova a credibilidade do atestado que vai servir para submeter a reforma por invalidez de Antonio Nunes Dias, e essas três viagens que dá um total aproximado de duzentos e dez kilometros foram feitas em vão, porque a resposta do médico foi sempre a mesma " não trouxe as vinhetas" e voltava a marcar um dia para nos deslocarmos novamente á unidade de saúde.
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