Reclamações públicas
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Lesões causadas por pedicure negligente – falta de resposta e indemnização adequada
Velho por este meio apresentar reclamação contra a sociedade Original Azáfama – Unipessoal Lda (Art Beauty / ART Aesthetics), legalmente registada com o CAE principal 96021 (cabeleireiro), após ter sofrido lesões graves durante um tratamento de pedicure realizado em 11 de junho de 2025. Durante esse procedimento foram praticados atos invasivos, incluindo corte de pele nos calcanhares e remoção parcial de unha do pé, resultando em feridas abertas, dor intensa, inflamação e dificuldade significativa em caminhar. Estas intervenções não se enquadram na atividade legal de cabeleireiro nem correspondem a práticas normalmente autorizadas em serviços de estética ou pedicure prestados neste tipo de estabelecimento. Na sequência imediata do tratamento foi necessário recorrer a assistência médica e a cuidados de enfermagem regulares durante várias semanas, com limpeza clínica das feridas, aplicação de pensos especializados e utilização de medicação. As lesões tiveram impacto relevante na minha mobilidade, bem-estar e atividades pessoais e desportivas. Importa salientar que antes desta intervenção não existiam quaisquer feridas ou lesões nos pés, situação comprovada por registos fotográficos e pela manutenção de atividade física normal nos dias anteriores ao tratamento. Após o sucedido, a informação prestada pelo estabelecimento revelou-se contraditória e insuficiente, tendo sido referidas diferentes explicações relativamente aos produtos utilizados, sem identificação clara das substâncias aplicadas nem dos potenciais riscos. Foi igualmente necessário deslocar-me presencialmente ao estabelecimento para tentar obter esclarecimentos básicos. Acresce que foram apresentadas duas reclamações formais no Livro de Reclamações, em novembro de 2025 e em janeiro de 2026, não tendo sido prestada qualquer resposta dentro do prazo legalmente previsto. Até ao momento, a situação tem sido desvalorizada pelo estabelecimento e pela seguradora, tendo sido apresentada uma proposta de compensação manifestamente desadequada face à gravidade das lesões, à duração do tratamento, ao sofrimento causado e ao impacto real na minha vida quotidiana. Considero que os factos descritos evidenciam falhas graves na prestação do serviço, na segurança do tratamento realizado, na informação prestada ao consumidor e no cumprimento das obrigações legais, motivo pelo qual solicito a análise desta situação e a adoção das medidas adequadas à proteção dos meus direitos enquanto consumidora. Obigada
Encomenda com problemas
Eu estou cansada de estar a espera que tratem do meu problema, estou a tentar há 1 mês. O colchão quando recebi, veio sem etiqueta não tem nada mesmo, tenho há poucos meses e ele por baixo está a ficar amarelo com as marcas da cama, por não ter etiqueta não me querem resolver o problema, sendo que têm acesso a fatura, data de compra , tudo… se ele veio mesmo com etiqueta porquê que não provam?
Encomenda com o selo de controlo violado e peças em falta
No passado dia 1 de março de 2026, efetuei uma encomenda na Farmaciasdirect, com o valor de 48,64€ pago por mbway, porque não têm pagamento por paypal. Ao receber os artigos no dia 5 de março, verifiquei com grande preocupação que a caixa exterior do dispositivo médico Rhinodouche apresentava o selo de controlo violado e, no seu interior, faltavam componentes essenciais . Contactei imediatamente o apoio ao cliente, enviando as fotografias e vídeos solicitados como prova do estado do produto. A resposta da empresa limitou-se a agendar uma recolha, ignorando por completo a urgência clínica que comuniquei: tenho um exame marcado para o dia 13 de março e a necessidade de iniciar o protocolo médico é urgente. Enviei diversos emails detalhando a minha situação médica, a necessidade de utilização imediata do produto e a minha disponibilidade para, inclusive, pagar os portes de envio de uma nova peça, mas a empresa optou por ignorar as minhas comunicações, não dando qualquer resposta desde o passado dia 6 de Março, nem para dizer se realmente vinham fazer o levantamento, se seria possível enviar só a peça em falta. Considero esta conduta de uma gravidade extrema, não apenas por ter recebido um artigo não conforme, mas pela negligência demonstrada perante a saúde do cliente e pelo incumprimento das próprias políticas de resolução do site .
Cobrança indevida
Em janeiro de 2026 solicitei o cancelamento da minha inscrição por motivo de saúde. Até aí tudo bem, só que pra minha surpresa, agora em março veio a cobrança referente ao período que não frequentei o ginásio. Solicito a devolução do valor cobrado.
Produto fora da validade
Exmos. Senhores. No dia 14 de Janeiro de 2026 fiz uma compra online da empresa FARMACIASdirect (#253520), atraves do seu site online. No dia 22 de Janeiro a encomenda chegou na minha casa. Tratou-se de um medicamento - Priorin Cabelo saudável sem queda de cabelo, 2X60 cápsulas. Esse medicamento chegou fora do prazo mínimo de validade, com validade de Fevereiro 2026, quando o tratamento é de 2 meses. Dada a gravidade de vender medicamentos fora do prazo de validade, decidi recorrer à DECO, após a empresa negar-se a fazer a troca do medicamento.
Qualidade do serviço prestado -
Em 12/02/2026, realizei na WECARE4YOU Clinic um procedimento anunciado como “botox”, no valor de 199 €. O procedimento não produziu qualquer resultado observável, mesmo após o prazo indicado pela clínica (15 dias). Solicitei o reembolso, mas o pedido foi recusado. Recusei o retoque por receio de eventuais efeitos indesejados sem possibilidade de correção próxima, tendo-me sido dito que não poderia fazer nova aplicação por 6 meses. Posteriormente, tive acesso a ficha com cabeçalho “Ficha de Rosto – HIFU” e referência aparente a “Dysport”, o que me suscitou dúvidas quanto ao registo clínico. Também não recebi fatura/recibo do botox, apesar de o pagamento ter sido efetuado na própria clínica.
Atendimento Pediátrico
Assunto: Reclamação relativa ao atendimento na urgência pediátrica Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao atendimento prestado na urgência pediátrica do Hospital Lusíadas Lisboa. No dia 27/02/2026, dirigi-me a essa unidade com o meu filho de 8 meses devido a um quadro de febre. Após observação médica, foi-me comunicado que não havia qualquer diagnóstico específico, tendo sido apenas referido tratar-se de “uma virose”, com indicação para aguardar até terça-feira (seriam 6 dias com febre) para verificar se a febre passaria, e regressar apenas caso não melhorasse. Ao longo do próprio dia, o estado do meu filho agravou-se, demonstrando sinais evidentes de dor, desconforto e frustração. Perante esta evolução, recorri ao Hospital São Francisco Xavier, onde foi prontamente observado e diagnosticado com uma otite, condição que justificava plenamente os sintomas apresentados. Considero inadmissível que, numa unidade hospitalar privada onde o atendimento é pago, não tenha sido efetuado um diagnóstico adequado nem prestada a devida atenção à situação clínica do bebé, atrasando a identificação de um problema que causava dor e necessitava de tratamento. Desta forma, solicito esclarecimentos formais sobre o ocorrido, bem como informação sobre as medidas que serão adotadas para garantir a qualidade e segurança dos atendimentos futuros. Solicito ainda a reavaliação do valor pago pela urgência, tendo em conta a falha no diagnóstico. Aguardo resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Cátia Rocha
Pontos Medicare
Sou cliente Medicare desde 2024. No início tudo muito bem, não tive queixa nenhuma. Entretanto tentei cancelar contrato com eles ainda em 2025: tentaram persuadir inúmeras vezes a não fazê-lo mas não mudei de ideais. No final disseram me que tinha contrato até Abril de 2026 e tinha de pagar até lá. No entretanto, tenho quase 1000 pontos Medicare e não os consigo utilizar! Estou farta de contactar com eles: respondem sempre que vão ver o que se está a passar. Cada vez que tento aceder à minha área de cliente dá erro. Meses se passaram e continua igual: ninguém me contactou e continuo sem conseguir aceder às vantagens do Plano. Fiz queixa no Portal da Queixa: responderam que iam ver o que se estava a passar, novamente. Nisto já vamos em Março de 2026: falta um mês para acabar o contrato e vou ficar sem os meus pontos. Estive 2 anos como cliente e não vou usufruir de rigorosamente nada porque ninguém me dá uma solução. Cancelei o débito direto da minha conta e recuso me a pagar o último mês que falta enquanto não resolverem esta situação: estão há quase 1 ano a gozar com a minha cara. Falam em vantagens vantagens vantagens mas só vejo o dinheiro a sair da conta e nada do plano ser vantajoso. Não estão a cumprir com o acordado comigo por isso não tenho de cumprir nada enquanto não me derem uma explicação ou resolverem o problema.
Reclamação por gravidez
Entidade visada: Medicare Venho por este meio manifestar publicamente que a situação por mim anteriormente reportada se encontra resolvida, tendo sido efetuada a resolução do contrato conforme solicitado. A minha queixa produziu efeitos positivos, uma vez que foi reconhecido que os colaboradores da Medicare não tinham conhecimento de que a unidade Unisana para onde fui encaminhada não dispunha de serviço de urgência obstétrica, facto que, apesar disso, não deixa de constituir um erro grave por parte da entidade, atendendo à natureza sensível e clínica da situação descrita no momento do contacto. Reitero que perdi completamente a confiança na Medicare após o sucedido. Contudo, faço questão de salientar que, se algum dia voltar a confiar nesta entidade, tal se deverá exclusivamente ao atendimento impecável, honesto e humano da colaboradora Lilia Faria, que se prontificou a ajudar-me na resolução do contrato de forma profissional, transparente e extremamente prestável. A colaboradora Lilia Faria demonstrou empatia, seriedade e verdadeiro sentido de responsabilidade, pelo que, a futuros clientes que pretendam aderir a um plano de saúde, recomendo vivamente que o façam com esta gestora de conta. À mesma, deixo os meus mais sinceros agradecimentos pelo apoio prestado num momento particularmente difícil da minha vida. Com os melhores cumprimentos,
Baixa errada - médico Dr Carlos Pina
No passado dia 14 janeiro tive uma consulta de ortopedia na cuf tejo com o dr Carlos pina, foi me feita uma avaliação e indicado que no dia seguinte caso não me sentisse bem para trabalhar, visto que exerço um cargo profissional físico, que poderia enviar email para “apoio@…” para pedir a baixa.No dia seguinte efetuei o pedido através do formulário do site e enfiei ainda um pedido para o endereço apoioclientes@cuf.pt.Como não obtive respostas, efetuei chamada para cuf rejo, ao qual me foi indicado que o dr não estaria disponível mas que iam enviar um pedido interno.Como continuei sem contactos, reforcei a chamada na segunda feira dia 19 por contacto telefónico e por email. Continuei sem resposta.Terça feira dia 20 voltei a contactar, ainda sem qualquer resposta a não ser que o dr estava indisponível e que iam reforçar o pedido. Quarta feira feira dia 21 voltei a ligar e disse que iria precisar desse documento com urgência atendendo ao fecho de contas da empresa onde trabalho. Nesse mesmo dia recebi um contacto e várias mensagens da clínica inside lab a indicar que iria receber código do SNS por mensagem que, por incongruência do número telefónico na aplicação, não recebi. Foi me indicado que iriam tentar novamente no dia seguinte, caso contrário teria que recorrer ao médico de família. No dia seguinte, quinta feira dia 22 consegui receber o código e foi informado que o DR tinha procedido a baixa em papel e que poderia levantar no dia seguinte na cuf Belém.Apesar de não ter qualquer informação na app do SNS, na segurança social ou no portal referente à baixa, Sexta feira dia 23 dirigi me a cuf Belém ao qual não tinham qualquer informação, que deveria ligar no dia seguinte. Voltei a ligar no sábado dia 24 ao qual me indicaram que iriam encaminhar pedido para a ortopedia. Sem qualquer resposta.Segunda feira, voltei a contactar após 10 dias nesta situação. Ainda não tinham informação. Recebi posteriormente um email a indicar que o Dr não iria estar na cuf Belém e que no dia seguinte iria tratar do atestado para levantamento na cuf tejo. Dia 27 finamente recebi a baixa na app do SNS Atualmente, a Seguranca Social recusa o pagamento da baixa medica, alegando a necessidade de preenchimento de um documento de acidente de trabalho. No entanto, a causa da minha baixa resultou de um episodio de desmaio, nao de qualquer acidente laboral.Na propria baixa medica encontra-se assinalado o enquadramento como doenca direta, com a seguinte definicao:"Definicao de Doenca Natural: Inclui situacoes clinicas, doencas infecciosas, hereditarias, fisiologicas ou deficiencias que impedem o exercicio da atividade profissional. Nao decorre de causas profissionais (acidentes de trabalho) ou de responsabilidade de terceiros."Adicionalmente, no contexto laboral portugues, a classificacao de doenca direta, tal como consta na minha baixa, refere-se a uma condicao clinica e nao a um acidente de trabalho.O Dr Carlos Pina mantem que a baixa foi corretamente emitida.Apesar disso, continuo a ser prejudicado, encontrando-me ha mais de 30 dias a aguardar o reconhecimento e pagamento de um direito que legalmente me assiste.
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