Reclamações públicas

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B. N.
26/01/2026

Obrigada a mais um ano de pagamento

No dia 7-11-2023 foi me feita uma chamada por parte da medicare para celebrar um contrato para mim e mais dois familiares. Apenas foi feita uma chamada que simplificou o processo, e devo ressalvar que nunca foi assinado nenhum documento No dia 10-10-2024 fiz uma chamada para esta entidade para cancelar o contrato porque nem eu nem os meus familiares o usávamos, e 50€ mensais estavam a ser um grande peso monetário. Nessa chamada foi me dito que iam dar início ao processo e iria ser contactado posteriormente. Uns dias depois uma funcionária muito pouco simpática ligou a dizer que eu deveria ter ligado uns dias antes e por essa razão já estava mais um ano de contrato a decorrer e iria ter que pagar mais até novembro de 2025. Enviei vários emails a pedir o cancelamento do contrato, e fiz o cancelamento de débito direto. No dia 22-01-2026 recebi uma mensagem da INDEBT para combrança de uma dívida

Em curso
V. B.
26/01/2026

Anulação de contrato.

Reclamação. Eu, Vasyl Bay, NIF 237247330, pediu Medicare, para cancelar contrato ao fim de ano 2023. Eles até hoje manda pagamentos. Nós não usamos serviços Medicare. Mandei e-mail reclamação, não tem resposta nenhuma. Obrigado. Cumprimentos.

Em curso
P. A.
26/01/2026

Facturação indevida, contrato abusivo, falta de boa-fé

Há 3 anos que tento suspender o vosso serviço, nunca usufruí e não quero usar. O atendimento telefónico é terrível e não consegui obter acesso a um livro de reclamações. Foi tudo muito (ou demasiado) fácil no momento da contratualização, mas para por fim à relação convosco está a ser exactamente o oposto. Que serviço é este em que o contrato é renovado automaticamente sem hipótese de o cancelar? Que empresa é esta em que se força o cliente a manter relações contratuais, mesmo depois de assumir explicitamente que não há intenção de continuar com os serviços? Legal ou não, esta forma de trabalhar é altamente enganadora e desleal para com o consumidor.

Em curso
J. M.
26/01/2026

Pedido cancelamento e crédito não autorizado

Exmos Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio jurídico. Dirigi-me à Depilconcept de Viseu no dia 14 de Janeiro de 2026 para fazer um sessão gratuita. Após a sessão estive a falar com a vendedora Clivia Santos, onde me apresentou os valores para as zonas que que queria fazer, após esta apresentação disse-me que era possível efetuar o pagamento em 7 vezes, e pediu-me o meu cartão de cidadão e um código que iria receber no telemóvel. Nunca me foi informado que era um crédito pela Cofidis. No dia 19 de Janeiro, por motivos pessoais solicitei à Clivia Santos o cancelamento dos procedimentos, neste momento não me tinha apercebido, ainda, que tinham feito um crédito em meu nome, sem a minha autorização, eu não assine rigorosamente nada, apenas me pediram o cc, que achei normal visto que seria uma pagamento faseado e por débito direto. No dia de ontem, estava a recolher informações para apresentar reclamação no livro vermelho e deparo-me com um email da cofidis na pasta spam a informar do crédito, que eles pagaram a fatura à Depilconcept e seria a Cofidis a fazer a cobrança do valor e que em caso de incumprimento seria aplicado as penalização e juros. NUNCA ANTES NA MINHA VIDA ME ACONTEU ISTO. Como é legal fazerem um crédito em nome de uma pessoa sem que seja pedido nada para além do cc e omitem esta informação? Tenho pedido durante toda a semana o cancelamento do serviço, o qual a Clivia disse que iriam fazer, como adquiri dois cremes fiz o pagamento dos mesmos por transferência bancária para o iban fornecido pela vendedora que me informarou que iriam realizar o cancelamento após eu pagar os cremes, até hoje nada, apenas me diz que já falou com o gestor. Tento ligar, são raras as vezes que eles antedem o telemóvel.Fico aguardar a vossa resposta.

Em curso
F. P.
22/01/2026
Hospital Cuf Porto, S.A.

Faturação e pagamento indevido

Exmos. Senhores, No dia 3 de dezembro de 2025, pelas 16.00 h, tive uma consulta de medicina interna no Hospital Cuf Porto. Realizada a consulta, dirigi-me guiché para tirar uma senha para efetuar o pagamento da consulta. Aguardei cerca de 15 m e fui chamado para me dirigir ao balcão para pagamento, por volta das 17.45 h. Apresentei o meu cartão da multicare e a funcionária que me atendeu disse-me que teria que pagar 39,00 €. Perguntei à funcionária se podia pagar com dinheiro, ao que respondeu que sim. E fiz o pagamento em dinheiro e recebi troco em dinheiro. Depois a senhora funcionária perguntou se podia enviar a fatura/recibo para o meu email e respondi-lhe que sim e fui embora. Estive sempre acompanhado por uma senhora, Carla Cristina Brandão de Oliveira, que assistiu a tudo. Verifiquei apenas no dia seguinte, que tinha um email da CUF, datado de 03/12/2025, às 23.13 h. Depois fui confrontado por alguns sms da CUF a solicitar o pagamento ou caso estivesse pago, para ignorar o sms. No dia 7 de janeiro, recebi um email da CUF a cobrar a fatura de 39,00 €, sob pena de recorrer à via judicial. Ao receber tal email, com surpresa, contatei a CUF Porto e expus toda a situação acima referida a uma funcionária da contabilidade e que a aludida fatura tinha sido paga no dia da consulta e em dinheiro. Disse que iria verificar a situação e que depois me contataria. No dia 19 de Janeiro de 2026, a senhora funcionária da CUF contatou-me telefonicamente, a dizer que naquele dia e hora não houve qualquer pagamento em dinheiro daquela importância. Mais ainda me informou que naquele balcão não há recebimentos em dinheiro. Eu pagei sim, em dinheiro e pessoa que me acompanhou também confirma isso. Nunca saí de uma consulta sem a pagar. Alguém que não é sério recebeu e ficou com o dinheiro. Isso afirmo com toda a certeza! E o Hospital Cuf do Porto «fica muito mal na fotografia» Mas como não quero perder mais tempo a discutir o assunto (tenho mais que fazer), resolvi pagar a referida fatura, cujo comprovativo junto em anexo. Deste assunto retiro as seguintes ilações: - NUNCA PAGAR COM DINHEIRO! - A FATURA/RECIBO TEM QUE SER ENTREGUE DE IMEDIATO AO CLIENTE E EM PAPEL! Só resta acrescentar o seguinte: Lamentável atitude e comportamento por parte do Hospital CUF Porto.

Em curso
A. L.
22/01/2026

Cobrança indevida

Bom dia venho por este meio dar a conhecer que no dia 20 dirigi-me à Cuf Montijo para fazer análises clínicas, dirigi-me ao balcão entreguei o meu cartão seguro Multicare como habitual , realizei as análises. De seguida dirigi me ao balcão para pagamento, a Sra disse-me que teria de pagar 22 euros, mas que o sistema estava um pouco lento e que enviaria o valor para o email, eu aceitei. No dia seguinte recebo no meu email uma fatura de 138 euros onde diz que este exame não é comparticipado, liguei para a cuf que ficou de me contactar. Hoje dia 22 a Sra. Maria José Matos que acredito ser da administração ligou-me a esclarecer que de facto não é comparticipado e com toda a arrogância disse que não tem de ter conhecimento de tudo, eu disse que iria fazer uma reclamação ainda se riu e disse que eu estava vontade. Isto é legal? Uma pessoa faz exames sem ser informado que nao é comparticipado pelo seguro.

Em curso
M. F.
21/01/2026

Cobrança indevida

Exmos. Senhores. Em data de outubro de 2022 eu contratei os serviços da Medicare, e permaneci até 2024. Quando efetuei a contratação me foi informado que poderia cancelar o plano a qualquer momento. Ocorre que, em agosto de 2024 eu busquei contato com a Medicare, através de ligação telefônica e na área reservada, para efetuar o cancelamento do referido plano, mas a única maneira oferecida pela empresa para efetuar o cancelamento era a solicitação de contato, que assim eu fiz, em agosto de 2024. Ocorre que a empresa só efetuou o contato solicitado apenas em 30 de setembro. Até aquele momento, eu não tinha me apercebido do porque, mas percebi em seguida. Quando contactado pela empresa e solicitei o cancelamento do plano, a funcionária informou que só poderia efetuar o cancelamento da renovação que ocorreria em 2025, tendo em vista que faltava menos de 30 dias para a renovação de 2024, que se daria no início do mês de outubro. Não concordei com essa informação, tendo em vista que o meu contato fora em agosto, portanto mais de 30 dias antes da data da renovação. Mas, não adiantava o que eu argumentasse, a funcionária parecia um robô programado que só falava a mesma coisa. Sendo assim, resolvi cancelar a autorização de débito direto para que houvesse o cancelamento por Resolução, tendo em vista estar inadimplente. Mas, para a minha surpresa a empresa não cancelou as cobranças seguintes, mas cancelou o plano, não permitindo a utilização. Nesta segunda (19/01) recebi contato de uma empresa de cobrança a informar que eu devo a quantia referente a 12 meses de parcela, ou seja de outubro de 2024 a setembro de 2025. Quando informei o ocorrido, ela me disse que estava tudo no contrato e que eu não poderia solicitar o cancelamento. Quando eu li o certificado, não informa nada a respeito da data limite de 30 dias de antecedência para o pedido de cancelamento e ainda informa que haverá o cancelamento por falta de pagamento. Mas, se analisarmos a situação, a empresa não cancelou o plano e agora quer cobrar 12 meses de contrato, sem que o mesmo estivesse disponível para utilização. Desta forma, venho através desta reclamação apresentar esta situação de total abuso e má-fé pela empresa Medicare, que não disponibiliza meios de se efetuar o cancelamento e ainda controla o período que falta para os trinta dias, para se efetuar a solicitação do cliente. É a mesma, para requerer a desconstituição deste débito, tendo em vista a solicitação do cancelamento a tempo hábil para a sua efetivação em 2024.

Em curso
B. S.
16/01/2026
Sports Place

Reclamação contra Sports Place – cobrança indevida e práticas abusivas

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra o ginásio Sports Place, devido à cobrança de valores que considero indevidos e à ausência de acompanhamento e comunicação adequada, bem como práticas abusivas relacionadas com o meu contrato. Resumo da situação: • Entrei no ginásio em fevereiro de 2025 e o pagamento é feito por débito direto. • Nunca recebi o contrato por e-mail, como afirmaram que fariam. • No início, o meu acesso à aplicação foi retirado sem aviso, impedindo-me de gerir reservas ou acompanhar o contrato. • Entre maio e setembro, enviei vários e-mails a solicitar esclarecimentos sobre o débito e sobre o cancelamento do contrato. Alguns e-mails foram ignorados, impossibilitando a resolução da situação. • O ginásio só começou a cobrar quando eu comecei a procurar respostas, mostrando ausência de acompanhamento proativo. • Tentei cancelar o contrato, mas o ginásio exigia valores adicionais que considero indevidos, dificultando injustamente o cancelamento. • Devido a estas falhas de comunicação e práticas abusivas, cancelei o débito direto junto do banco, não por incumprimento, mas para proteger-me de cobranças indevidas. • O ginásio insiste em cobrar valores acumulados que considero injustificados. Diante do exposto, solicito à DECO que: 1. Analise a situação e determine a responsabilidade do ginásio; 2. Ajude a contestar a cobrança indevida; 3. Proteja os meus direitos como consumidora.

Em curso
R. P.
14/01/2026

Retenção indevida de reembolso de cirurgia

Venho tornar pública a minha total insatisfação com o serviço de tesouraria da CUF Torres Vedras. Realizei uma cirurgia há um mês, tendo pago antecipadamente um valor de caução. Após o acerto final, o hospital ficou a dever-me um valor significativo. Apesar de já ter fornecido os meus dados bancários inúmeras vezes, tanto presencialmente no balcão como por e-mail, o reembolso continua por efetuar. É inadmissível que uma instituição desta dimensão retenha dinheiro dos utentes sem qualquer justificação ou prazo de resolução, ignorando sucessivos contactos. Se não me resolverem o assunto irei avançar com uma queixa formal junto de outras instâncias.

Resolvida
A. G.
12/01/2026

Encomenda multiplicada pelo sistema e faturada 4 vezes

Exmos. Senhores, Fiz um pedido para compra de apenas um único perfume Tresor de 100ml no dia 19/12/2025, no valor de 75,90€ pelas 13:52. Efetuei o pagamento, contudo, o site da Druni indicou que o pagamento não tinha sido concluido com sucesso, não avançando com a compra. Procedi ao novo pedido, até conseguir concluir com o pedido normal do site. Acontece que a Druni cobrou quatro vezes o valor de 75,90€, num total de 303,60€ e apenas enviou um único perfume Tresor que foi recebido no dia 23/12/2025. Fiz reclamação no site, tentei ligar, contudo, nem consigo entrar na minha conta junto da Druni, nem pedir a devolução, e até à presente data não tenho qualquer contacto de resposta, recebendo apenas emails automáticos. Neste momento, fui prejudicada no valor de 227,70€ que foram cobradores indevidamente, sem que tenha dado qualquer autorização, nem tenha tido intenção de compra. A minha primeira reclamação foi no dia 25/12/2025 sem que tenha tido até à data qualquer resposta. Obrigada

Em curso

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