Reclamações públicas

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Cobrança Consulta de Avaliação

Data da consulta:11 de Março de 2026 Cliente: Ana Tavares Médico: Dra Alexandra Santos Ao marcar a consulta e no momento da mesma, questionei sobre custos, dado que não tenho seguro, e foi-me informado que a avaliação não teria custo e por esse mesmo motivo procedi com a consulta. A consulta durou apenas cerca de 3 a 5 minutos, consistindo em observação clínica e explicação do plano de tratamento; o restante tempo foi gasto a elaborar o orçamento. Não me foi solicitado pagamento nem encaminhada à receção. A cobrança de 48€ foi comunicada no dia seguinte por telefone, sem aviso prévio. A clínica insiste que todas as consultas têm custo e que apenas o médico pode decidir sobre cortesia, informação que não foi comunicada antes da consulta. Houve falha de comunicação e informação ao consumidor, não sendo informado previamente o valor da consulta. Solicito que a cobrança seja anulada e que a clínica reveja os procedimentos de comunicação de custos para evitar indução de erro em futuros clientes. Aguardo uma resposta por escrito dentro do prazo legal, de forma a que a situação possa ser resolvida de forma justa e transparente.

Resolvida
J. P.
13/03/2026
ginásio impulse Paços de Ferreira

Pedido de apoio – cancelamento de contrato de ginásio e cobrança de valores

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar apoio relativamente a um conflito com o ginásio Impulse Fitness em Paços de Ferreira. Celebrei um contrato de adesão com fidelização de 12 meses há cerca de 6 meses. Entretanto, passei a trabalhar fora de Portugal por período indeterminado, situação que impossibilita a utilização do serviço. Solicitei a suspensão do contrato, que foi inicialmente concedida por dois meses. Na altura por chamada disseram que por algum motivo não era possível colocar mais do que esse tempo. Sendo que o documento que enviei dizia que eu estaria ausente por tempo indeterminado. Posteriormente, devido à minha permanência no estrangeiro, não consegui enviar atempadamente um documento adicional solicitado pelo ginásio para renovação da suspensão. Sem qualquer aviso prévio, o ginásio deixou acumular valores de mensalidades/quinzenas, informando posteriormente que existia uma dívida de aproximadamente 98€. Atualmente, pretendo cancelar o contrato devido à minha situação profissional no estrangeiro, mas receio que o ginásio tente cobrar valores adicionais relacionados com a fidelização ou outras taxas. Considero que a alteração das circunstâncias (trabalho no estrangeiro) impossibilita a utilização do serviço e que a resolução do contrato deverá ser possível ao abrigo do artigo 437.º do Código Civil e dos princípios da Lei de Defesa do Consumidor. Solicito assim orientação sobre: a legalidade da cobrança destes valores; o meu direito de resolução do contrato sem penalização; os passos que devo seguir para resolver esta situação. Agradeço desde já a vossa ajuda. Com os melhores cumprimentos, João Novais 913900410

Encerrada
T. D.
12/03/2026

Cobrança indevida

Prezados senhores venho através deste e-mail, informar a minha indignação pela falta de cumprimento pelo acordo firmado pela empresa Medicare, do qual o contrato eu não quero mais continuar pedindo o encerramento do mesmo , e alguns meses após, a empresa entrou em contato me cobrando faturas infomando que meu contrato tinha fidelização de 1 ano sendo que eu já não utilizava o mesmo, sendo assim me disseram que iria a tribunal se eu não fizesse os pagamentos concordei em fazer um acordo e me foi cobrado débito direto de conta bancária 3 prestações, e todo mês me ligando para pagar parcelas dizendo que eu sou obrigada a pagar 2 por vezes, e toda vez que um operador liga fala uma coisa diferente vai aumentando as pérolas querem exigir pagamento de 2 ou mais parcelas e são mal educadas alteram o tom de voz e ligam todos os dias gostaria de uma feedback sobre como resolver a minha situação da melhor forma possível Meus cumprimentos.

Encerrada
M. S.
12/03/2026

Serviço incompleto sem reembolso justo

Contratei o serviço de limpeza de humidade e para começar a tecnica chegou sem materiais adequados como escada e material de proteçao ao ambiente conforme prometido no serviço no site. A tecnica nao terminou o serviço no dia estipulado e depois cancelaram as visitas duas vezes seguidas sendo a ultima sem ao menos me consultar. Eu nao pude aceitar a segunda remarcaçao pois ja tinha combinado com o pintor e portanto nao haveria mais bolor no local. Eu paguei por 3 ambientes, um ambiente quase nao havia bolor, ela limpou um e deixou outro por fazer que havia muito mais que o primeiro. REsumo eu paguei 109€ e me reembolsaram apenas 19€, com a desculpa que era o correspondente a um comodo que nao foi feito. Porem claramente a divisao nao é feita de forma justa e o serviço nao foi concluido por iniciativa da empresa e nao minha.

Encerrada
M. R.
11/03/2026

Prestação de informação errada quanto ao valor de exame de saúde

A minha esposa marcou uma colonoscopia na CUF Cascais, por telefone, pois no passado havia realizado esse exame naquele hospital. No dia do exame, a funcionária do atendimento, durante a admissão disse que estava a decorrer acertos com a tabela da ADSE, mas que o valor do exame seria 260 euros. A funcionária disse ainda que não poderia pagar naquele momento, pois durante o exame poderia ter que fazer mais algum procedimento, o que não aconteceu. Em nenhum momento foi dito que este exame não tinha acordo com a ADSE. Não estava à espera desse valor, pois no passado havia pago cerca de 80 euros, salvo erro, mas como já tinha feito a preparação decidi avançar com o exame. Por curiosidade perguntei o valor do exame pelo serviço nacional de saúde e a funcionária disse que custava cerca de 585 euros. Tudo isto aconteceu esta segunda-feira, dia 9 de março. Hoje, dois dias depois do exame, recebi no meu email uma fatura para pagar no valor de 437,83 euros, mais do dobro do valor mencionado no atendimento. É inadmissível que esta situação tenha ocorrido. Em momento algum eu faria este exame pelo valor mencionado na fatura. Já enviei mensagem para a CUF Cascais e aguardo por uma resposta. Gostaria de saber se me podem ajudar com esta situação. Se já tiveram casos semelhantes e de que forma foram resolvidos. Muito obrigada pela atenção.

Encerrada
J. M.
09/03/2026

Fatura

O Hospital CUF Cascais me cobrou no adiantamento €1125,00 por KIT 98000804 dizendo que é energia mas na literatura é KIT EPI cobrado durante a pandemia por 5 a 15€ Cobraram também €111,29 por uma unidade eritrocitária (bolsa de sangue) o que é proibido a cobrança em Portugal Também me cobraram erroneamente €53,00 por uma visita de especialista em otorrinolaringologia Dra Tânia Constantino, visita esta que nunca aconteceu (nem o cirurgião pediu)

Encerrada
M. C.
05/03/2026

Apoio ao Cliente - envio de fatura

Serviço de apoio ao cliente e faturação absolutamente inaceitável. Por motivos de reembolso de despesas do meu seguro de saúde solicitei ao hospital que me enviasse cópia de fatura detalhada relativa ao meu parto com data a 26/12/2025. Contactei por diversas vezes o apoio ao cliente, que indicou sucessivas vezes que o pedido estava reencaminhado e que teria de aguardar. Todas as semanas ligo e peço para entrar em contacto com o departamento financeiro, que se recusa a falar comigo. Estou nesta situação há quase 3 meses e não consigo obter o reembolso da despesa (de valor avultado) porque o hospital se atrasa (ou recusa!) a enviar a fatura solicitada . O envio de uma fatura que deveria ser um processo célere atrasa-se há meses e ninguém do apoio ao cliente parece ter interesse ou profissionalismo suficiente para resolver esta situação, que é inaceitável para um hospital privado, que se diz pautar por padrões de elevado profissionalismo. Tenciono avançar com medidas judiciais adequadas uma vez que o hospital está a obstar a que eu possa obter o reembolso de uma despesa que me é devida. Serviço deplorável .

Encerrada
C. S.
03/03/2026

Estorno não efetuado após falecimento

Boa tarde, Contratei o serviço de apoio domiciliário da Cruz vermelha. No dia 1 de Fevereiro paguei a mensalidade do respectivo mês. No dia 21 do referido mês, o meu pai faleceu. Comuniquei o falecimento à entidade e solicitei o reembolso do valor respeitante aos 7 dias em que não houve prestação do serviço. A resposta que recebi através da assistente social afeta à entidade foi que não haveria lugar a qualquer reembolso, uma vez que o meu pai tinha falecido na segunda quinzena do mês. Verifiquei o contrato e verifiquei que a única cláusula que menciona o não reembolso, indica que se por qualquer motivo o cliente prescindisse do serviço não seria reembolsado. Considero que esta cláusula não se pode aplicar à situação. O cliente não prescindiu do serviço. O cliente faleceu. Solicito análise e reembolso. Obrigada

Em curso
C. F.
27/02/2026
Clinica santa Madalena de Sintra

Cobrança de isolamento com um dique de borracha sem avisar o utente do valor

Exmos senhores venho por este meio fazer uma reclamação desta clinica de santa Madalena de Sintra. Estou a fazer um tratamento de um canal de um dente. Já viste alguns e nunca usaram este material de isolamento com dique de borracha. Quando fiz o pagamento achei muito mas ainda perguntei ao funcionário o que estava a pagar já era o resto do tratamento o qual não me sobe responder. Mas como a fatura era por email eu vim embora e só recebo a fatura no dia seguinte. E nesse dia ligo para 2 sítios no qual não me sabem responder porque que a doutora me cobrou o dique e o valor é de 40 euros estou a pagar tanto como o tratamento que fiz. Porquê que cobram tanto por um material de borracha que uma embalagem com 20unid é 40 euros . E para já devia informar o utente que o valor é aquele e se queremos usar. Porque não podemos dizer que é obrigatório porque já fiz alguns canais e nunca usaram aquilo. E as duas vez que liguei disseram que iam falar com a médica e que me ligava, se eu não ligasse a 3 vez até hoje não tinha uma resposta. E a informação que me deram foi que a doutora informou que é mentira, só me disse que ia pôr aquilo á volta do dente mas não disse o valor e nunca pensei que o valor era 40euros. E disse que têm que ser usado para proteger os outros dentes, mas porquê que a colega que começou o tratamento não usou a primeira vez? Eu quero os meus 40euros. É por estes valores que metem os portugueses não têm dinheiro para tratar dos dentes e só vamos mesmo na última e é mais fácil e barato arrancar os dentes.

Resolvida
S. C.
26/02/2026

Crédito não autorizado

Venho por este meio solicitar o vosso apoio jurídico relativamente a uma situação ocorrida com a entidade DepilConcept – na Avenida da Liberdade, que considero grave e lesiva dos meus direitos enquanto consumidora. No dia 07 de janeiro de 2026, dirigi-me ao referido estabelecimento para realizar uma sessão gratuita. Após a sessão, mantive uma conversa com a colaboradora identificada como Fabiane Morais, que me apresentou os valores relativos ao laser para manchas que pretendia tratar. Foi-me informado que o pagamento poderia ser efetuado em prestações. Para o efeito, foi-me solicitado o meu cartão para realizar um débito mensalmente. Em momento algum me foi comunicado que estaria a ser celebrado um contrato de crédito com a entidade financeira Cofidis, nem me foi explicado que o pagamento fracionado correspondia à contratação de um financiamento. Importa salientar que não assinei qualquer contrato ou documento, físico ou digital, que formalizasse um crédito em meu nome. A funcionária soube como fazer o processo sem falar de créditos ou contratos! No dia 07 de fevereiro de 2026, por motivos pessoais, verifiquei outros preços em outras clínicas solicitei à referida colaboradora o cancelamento dos procedimentos. À data, ainda não tinha conhecimento da existência de qualquer contrato de crédito associado. Não entendia o motivo de não poder cancelar visto que não realizei nenhum tratamento até à data!!!! Realizei uma primeira sessão que supostamente seria gratuita e ofereci-me para pagar e cancelar as restantes sessões que não realizei. Falamos do assunto por telemóvel email e a colaboradora só queria saber o que se tinha passado e que iria verificar a situação, enviei emails e mensagens com respostas de que estariam a averiguar a situação. Posteriormente, ao reunir documentação e realizar pesquisas onde verifiquei que não seria a única nesta situação verifiquei na pasta de spam do meu correio eletrónico uma comunicação da Cofidis informando que teria sido celebrado um contrato de crédito em meu nome, que o montante já teria sido liquidado à DepilConcept e que a cobrança das prestações passaria a ser efetuada pela referida instituição financeira, com aplicação de juros e penalizações em caso de incumprimento. Nunca, em momento algum, autorizei a celebração de um contrato de crédito, nem me foi prestada informação clara, transparente e expressa sobre a natureza do compromisso que estaria a assumir. Considero extremamente grave que tenha sido celebrado um crédito com base apenas na apresentação do meu documento de identificação e introdução de um código recebido por SMS, sem assinatura de contrato e sem esclarecimento prévio quanto às condições contratuais. Durante toda a semana subsequente, insisti junto da colaboradora no cancelamento do serviço, tendo-me sido garantido que o processo estaria a ser tratado. Realizei uma queixa no livro de reclamações junto da colaboradora, e pedi documentos onde eu teria assinado um contrato. A colaboradora Fabiane Morais responde que o mesmo estaria fechado numa sala e que não poderia fornecer, perguntei pela responsável da clínica e a mesma responde que é a própria. Sempre com um ar irónico e a referir que tinha um prazo para realizar o tratamento e que foi tudo explicado no dia da avaliação. Pedi que fosse numa outra clínica da mesma Marca e a própria refere que não é possível!!!!! A própria de forma a não perder o dinheiro que já lhe foi pago pela Cofidis, disponibilizou- se a ofereceu-me 2 sessões extra visto que referi que existiam clínicas com outros valores. Sempre a tentar enganar e fugir do assunto. Lógico que não irei realizar um tratamento delicado facial numa empresa que não transmite confiança e que a proprietária não é transparente nem humilde com a apresentação dos valores e pagamentos. Liguei para a cofidis que refere que que pode cancelar o débito, mas que teria de ser é a própria empresa a realizar e que eles não poderiam efetivar o cancelamento. Estive a aguardar uma resposta por parte da marca e da colaboradora Fabiane Morais, que durante estas semanas referiam que iam tentar resolver e verificar os valores ou encontrar outra solução . Não realizei tratamento algum, pedi o cancelamento que a funcionária recusa-se a aceitar e ainda referi que não iria realizar tratamento algum na clínica e a própria quer “obrigar-me” a realizar o tratamento. Recebem o dinheiro na totalidade para prender os clientes ao tratamento, uma excelente forma de fazer dinheiro sem trabalhar. Sem mais atentamente

Resolvida

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