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Subscrição Anual após periodo de testes
Após o periodo experimental de 30 dias, foi-me cobrado uma mensalidade e me vi subscrito no vosso serviço, percebi que tinha ultrapassado o periodo de gratuidade e cancelei a assinatura, no mês seguinte quando recebi novamente a cobrança fui checar o porque e sem nenhuma intenção, tenho uma assinatura anual de um serviço que não uso e não vou usar. Tentei fazer o cancelamento do mesmo pelo site mas só me foi dada a opção de cancelar pagando o ANO INTEIRO de contrato. Obviamente não é isso que eu espero uma vez que fui induzido ao erro, gostaria de cancelar a assinatura imadiatamente.
Cobrança indevida
No passado dia 29/08 através de uma publicidade aderi a 1 mês de subscrição DAZN grátis onde poderia cancelar a qualquer momento pois a partir do primeiro mês teria um custo mensal de 16,99€. Como não queria continuar decidi cancelar. Para meu espanto percebi que teria uma fidelização de 1 ano. Essa informação não era clara e sinto que é uma forma burla pois é publicidade enganosa. Como não pretendo estar fidelizado e por financeiramente ser incomportável peço que me anulem a subscrição de imediato sem quaisquer custos.
Faturação indevida de extensor e router
Exmos Senhores, Estive a verificar todas as faturas desde o inicio do contrato e constatei que apesar de ter reclamado logo no inicio do contrato, andaram este tempo todo a faturar indevidamente: Mensalidade 1º Extensor MEO Smart WiFi 6 (Que nunca me entregaram) no valor de € 3,989 que foram faturados a mais todos os meses. Bem como uma Mensalidade FiberGateway WiFi 6 no valor de € 2,990 quando nas condiçoes contratuais FIS-CondicoesContratuais_3-8T7EWWVV informa claramente que está incluido no valor. Peço que emitam nota de credito desdes valores sff.
Serviços Cobrados e Não Prestados
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a NOS, relativamente à ativação indevida de um serviço que nunca subscrevi nem autorizei. Factos: -Fiz o pedido de um cartão através do site na NOS -Nunca assinei qualquer contrato com a vossa empresa relativamente ao serviço em causa. -Nunca respondi a qualquer mensagem de ativação que pudesse legitimar a adesão. -Nunca recebi qualquer cartão ou material associado a este serviço - logo, não tenho como ter ativado qualquer plano. Apesar disso, foi detetada a existência de uma autorização de débito direto ativa na minha conta bancária, sem o meu consentimento expresso - que cancelei. Na sequência deste facto, entrei em contacto com os serviços e fui encaminhada para o departamento de fidelização. Após mais de uma hora de espera e de insistências no sentido de manter um contrato inexistente, confirmei o cancelamento e solicitei comprovativo escrito. Fui informada de que seria emitida uma nota de crédito, a qual nunca recebi. Contudo, para meu espanto, foi novamente apresentado um pedido de débito de mensalidade referente a um serviço nunca solicitado nem ativado. Enquadramento Legal: Esta situação configura uma violação dos direitos do consumidor, nos termos da Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor), que estabelece: -O direito à proteção contra práticas comerciais abusivas (artigo 3.º, n.º 1, alínea g)), -O direito à informação e à formação (artigo 6.º), -E a nulidade de contratos resultantes de práticas comerciais desleais ou sem consentimento informado. Adicionalmente, a cobrança de valores sem base contratual válida pode configurar enriquecimento sem causa e abuso de confiança, com relevância civil e eventualmente penal. Pedido: -A imediata anulação do processo em causa, considerando-o sem efeito, -O cancelamento imediato de qualquer débito direto associado a este serviço, -O envio de comprovativo formal de cancelamento e da inexistência de vínculo contratual. Agradeço, desde já, todo o suporte que seja prestado nesse sentido. Cumprimentos, Karina Costa
Assédio por parte dos supervisores
No dia 28/09 foram efectuadas 3 chamadas para o número 213580144 (16h37 16h56 e 17h12) com origem no preferencial para contacto da minha conta. Após serem transferidas paa a supervisão o "Sr" Pedro Caldeirinha desligou-as todas sem sequer falar ou apresentar um motivo válido para o fazer.
Valores cobrados indevidamente
No passado mês de junho (não sei precisar o dia) aderi à subscrição da DAZN a fim de usufruir do período de dois meses grátis, que estava a ser oferecido pela marca. Sabendo que não teria interesse em renovar a subscrição ao fim desse período, pois só aderi para ver um campeonato em específico, cancelei a mesma antes desses mesmos dois meses passarem (não posso garantir em que dia pois a plataforma nem um e-mail de confirmação envia), para que não houvesse lugar a qualquer pagamento da minha parte. Posto isto, qual não é o meu espanto quando não só no dia 24/08 recebi o aviso de que o valor ia ser descontado como ontem verifiquei que me foi efetivamente descontado o valor referente à subscrição anual de 16,99€. Logo no dia 24/08 enviei um e-mail a pedir que não me fosse descontado valor algum, mas claro, sem sucesso. Tentei também ontem falar com o "apoio ao cliente", que me parece algo gerido por inteligência artificial, que só me mandou ler os termos e condições e deu a informação que não há lugar a reembolsos. Perante toda esta situação, parece-me ter sido enganada a partir do momento em que convertem um período de oferta num período de fidelização de um ano, obrigando-me a ter uma assinatura que não tenho o mínimo interesse em usar. Não faz qualquer sentido que, após o cancelamento da subscrição, haja lugar a qualquer tipo de pagamento, nunca passei por tal situação e inclusive já me aconteceu esquecer-me de cancelar uma subscrição antes de terminar o período grátis e mesmo assim o valor foi-me reembolsado. Peço que esta situação seja devidamente analisada pois já vi que não sou a única lesada e o valor em questão não é propriamente baixo. Mais informo que pelo segundo mês consecutivo voltaram a creditar-me novamente o valor quando não há lugar para qualquer pagamento como já expliquei anteriormente.
Reclamação e pedido de cancelamento do contrato sem encargos
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente ao vosso serviço e exigir a rescisão imediata e sem penalização do contrato que alegam manter ativo em meu nome. 1. Linha temporal dos factos: – Fui cliente da NOWO até março de 2025. – Em março de 2025, procedi à migração do meu contrato para a DIGI PT, por insistência da NOWO. Na altura, foi-me transmitido que todos os serviços passariam para a DIGI, pelo que considerei que a migração seria integral. – De abril até julho de 2025 utilizei exclusivamente os serviços da DIGI. Foi-me sempre dado a entender que todo o contrato tinha sido transferido. – Em finais de julho de 2025, devido à péssima qualidade do serviço, rescindi o contrato com a DIGI e aderi ao operador WOO, que desde então me fornece todos os serviços (telemóvel e internet fixa). – Desde final de julho de 2025 não utilizei um único kilobyte de internet fixa da NOWO/DIGI. 2. Surpresa e cobrança indevida Apesar da migração formal para a DIGI em março de 2025 e da cessação total de serviços em julho de 2025, recebi recentemente uma SMS da NOWO a exigir pagamento de valores referentes a um alegado serviço fixo. No dia 26.09.2025 dirigi-me ao balcão de atendimento NOWO no Fórum Barreiro, onde fui informado de que “apenas os serviços móveis foram migrados” e que “o serviço fixo ainda estaria ativo”. Tal informação foi para mim um choque, uma vez que sempre me foi transmitido que a migração seria completa e que todos os serviços passariam para a DIGI. 3. Fundamentação da reclamação – Não houve qualquer prestação efetiva de serviço desde final de julho de 2025. – Foi-me transmitida a ideia de que a migração seria total, pelo que agi de boa-fé acreditando que não tinha qualquer contrato ativo com a NOWO. – A manutenção desta situação configura prática abusiva e induz o consumidor em erro. – Conforme a legislação aplicável às comunicações eletrónicas e aos direitos do consumidor, não podem ser exigidos pagamentos por serviços não prestados nem penalizações injustificadas. 4. Pedido Assim, exijo que: – O contrato alegadamente ainda ativo seja imediatamente cancelado sem qualquer encargo. – Seja anulado qualquer valor em dívida ou penalização indevidamente emitido em meu nome. – Seja-me enviada confirmação escrita de que não existe qualquer dívida junto da NOWO. – Caso não procedam ao cancelamento, avançarei com a presente reclamação junto da ANACOM, da DECO Proteste e por via judicial, por cobrança indevida de serviços não prestados.
MEO - Prescrição de divida
Exmos. Senhores, Comecei recentemente a receber comunicações da Intrum por parte da MEO, referente a uma dívida sem referirem a que período pertencem, mas já não sou cliente da Meo desde Fevereiro de 2024. Nos e-mails enviados querem me fazer pagar o valor de 233,64€. Nunca até ao momento recebi comunicação escrita ou sequer por e-mail. Desta forma, informo à MEO e à Intrum que segundo o que está indicado pela Lei n.º 10/2013, de 28 de Janeiro, no seu artigo 10 alíneas 1 e 4, o direito ao reconhecimento do prazo do recebimento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses contados após a sua prestação e que prazo para a propositura da ação ou da injunção pelo prestador de serviços é de 6 (seis) meses contados após a prestação do serviço ou do pagamento inicial, consoante os casos. Face ao exposto, a divida invocada por Vós encontra-se claramente prescrita, pelo que eu exijo que o valor seja anulado na totalidade e o registo relativo à mesma seja eliminado de quaisquer bases de dados e que o meu nome seja retirado da vossa lista de devedores caso tal não suceda e esta situação não seja regularizada num prazo de 8 dias, darei conta do sucedido à entidade reguladora, a ANACOM. Atenciosamente, Hugo Fernandes
Faturação
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de comunicações eletrónicas, Porém, fui confrontado na altura que tentei comprar um equipamento com o nº (conta nº 1078683987 associado ao processo n.º MD0110000256UFO) e recebi as faturas com data de 2009 nº (A419453304 (09/2009),A421820041 (10/2009),A424190331 (11/2009),A426576418 (12/2009),A431636553 (02/2010)). Como podem facilmente verificar, as faturas as porque estão a faturar consumos com mais de 6 meses, mais concretamente com datas de 2009 e 2010, portanto há mais de 15 anos!? Como será do vosso conhecimento, a lei determina que o direito ao recebimento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses após a sua prestação, pelo que solicito a anulação das faturas em causa. Assim, aguardo as faturas corrigidas. Cumprimentos. Manuel Pedro Mendes Baptista
Cobrança de subscrição
Exmo(a) Senhor(a) Venho informar e reclamar da seguinte situação: - Verifiquei que na última fatura FTA/850669813 de 23/09/2025 existe uma quantia de 5,970€ referentes a uma subscrição de conteúdos - Digitais da qual não tinha conhecimento, e consequentemente nunca dei autorização para esse efeito; - Entretanto, através do link que aparece na fatura procedi à anulação da referida subscrição, tendo-me aparecido um sms do nº 3259; - Pelo que verifiquei, posteriormente na minha conta MEO, a referida subscrição ainda estava ativa, pelo que procedi à respetiva desativação; - Parece-me que o link e o nº 3259, são de uma entidade fraudulenta, pelo que nestas situações a MEO nunca deveria faturar um serviço sem a confirmação/autorização do cliente; - Nesse sentido, reclamo da quantia cobra indevidamente relativa à referida subscrição; - Mais informo que desta mesma reclamação seguirá uma cópia para a defesa do consumidor (DECO). Atenciosamente António Aurélio
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