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Bagagem não permitida baseado no humor do motorista
No dia 28 de abril às 15 e 50, autocarro que segue para o Porto com a minha entrada na Guarda, tento embarcar com o meu saco que alberga um instrumento musical, com o qual viajo à 20 anos com a Rede de expressos e o motorista dizme que não posso levar comigo, junto anexo fotos de mochilas cujo conteúdo desconheço mas pode pesar 20kg ao contrário do meu saco (1.7kg) e que alegremente o condutor permitiu. O meu instrumento é crucial para mim e custa 3.000e, difícil de adquirir outro se algo se danifica. Levo 20 anos a viajar com esta companhia e é a primeira vez que tal sucede. É triste e além de retirar confiança na empresa e nos seus profissionais, aquire uma noção arbitrária dos valores desta empresa. Saliento que o motorista em questão não é o que fez o trajecto Guarda - Porto - Guimarães mas o que anteriormente fez o percurso que acabou o turno na estação da Guarda. Como podem ver nas fotos, os critérios são arbitrários....
Bagagem perdida
Ex. Mos Senhores, Em primeiro lugar, informar de que o número que diz ser da fatura, é na verdade o número da minha reserva de autocarro, que efetuei com a Empresa "Flixbus". Efetuei uma viagem de autocarro com a Flixbus entre Paris e Bordéus, para depois, em Bordéus, apanhar outro para Lisboa, e o autocarro que fazia a ligação entre a cidade de Paris e a cidade de Bordéus, fez uma paragem numa estação de serviço, em plena autoestrada A10 em Potiers, e o motorista, disse para os passageiros, que tinham 30m para comer algo ou ir ao wc. Como o autocarro ficou fechado e sem ninguém no interior, deixei a minha mochila no meu assento de passageiro (3A), mesmo nas costas do motorista, assim como, um sobretudo e uma almofada de pescoço, dado que, a minha mala de 23kg, seguia no porão do autocarro e eu não tinha acesso à mesma. Saí do autocarro, e a primeira coisa que fui fazer, foi comprar uma sandes embalada e um ice tea, do qual tenho recibo. Nem sequer fui ao wc, fui só comprar uma garrafa de água, e quando saio para o exterior, em direção ao autocarro, o mesmo já havia partido, antes dos 30m concedidos, e com toda a minha bagagem no seu interior. Só fiquei com a roupa do corpo, a carteira e o telemóvel, nada mais. Fui pedir ajuda aos funcionários da estação de serviço, que só falavam francês, e eu inglês, dizendo-lhes que o meu autocarro havia partido sem mim. Ficaram extremamente chocados e admirados e não sabiam o que fazer, nem eu, que estava sozinho em França, não falava francês, e só pensava na minha bagagem e no outro autocarro que eu tinha marcado e pago para fazer o trajeto de Bordéus para Lisboa e que iria partir às 18:10h. Foi então que me sugeriram que fosse para a estação de comboios de Potiers e dali apanhasse um comboio para Bordéus. Chamaram um táxi, que me cobrou cerca de 67€, cheguei à estação de Potiers, e o TGV para Bordéus só tinha 1 lugar em 1ª classe, e paguei cerca de 80€ pelo bilhete, sendo que, a hora prevista de chegada do comboio a Bordéus seria às 17:45h, ou seja, 25m antes da partida do autocarro para Lisboa. Quando cheguei à estação de comboios de Bordéus, tive de apanhar outro táxi e pagar mais 15€ até à estação onde o autocarro para Lisboa se encontrava. Cheguei a essa estação (Saint Jean Paludate), e vi logo o autocarro que ia para Lisboa, mas não tive tempo, para ir procurar o outro autocarro que me havia abandonado na estação de serviço com a minha bagagem no interior, porque corria o risco de perder o último autocarro de regresso a Portugal. Ainda antes de chegar a Portugal, fiz logo uma participação no site da Flixbus, na área da bagagem e expliquei o que aconteceu. Quando cheguei a Lisboa na manhã do dia seguinte, fui ao balcão da Flixbus no Oriente, que apenas servem para vender bilhetes, e a funcionária, aconselhou-me a apresentar uma reclamação no Livro de Reclamações online, o que foi feito, depois de chegar a casa. Como resido em Vila Franca de Xira, tive ainda que apanhar um Uber para a minha casa, não tinha as chaves de casa para entrar, tive que saltar pela minha janela da cozinha, partindo o vidro da janela, e no interior da habitação, eu tinha outra cópia da chave. Desde a 2f dia 13/04, que supostamente ia trabalhar, que não fui, como é óbvio, tive de colocar um dia de férias, e desde então, tenho feito reclamações, atrás de reclamações, em todos os locais, e não tive ainda nenhuma resposta às minhas reclamações, nem um contacto da Flixbus, para dar uma explicação ou pedir desculpa pela atitude do motorista, e continuo sem saber onde está a minha bagagem e se a vou ter de volta, já que, tudo o que era mais importante e valioso, estava na mala e na mochila, que ficou num autocarro da Flixbus, que agora não pode dizer que não tem culpa ou responsabilidade pelo que aconteceu. Se dúvidas existirem, basta verem a hora de chegada do autocarro à estação de serviço de Potiers e a hora da partida, através das câmaras de vigilância e com os funcionários da estação. Não sei mais a quem recorrer, ainda mandei um email para o Consulado Português em Bordéus, que me aconselhou a fazer a reclamação no site da Flixbus (o que já estava feito à muito tempo) e que contactasse a polícia francesa. Eu contactei a polícia francesa, mas eles disseram que não podiam fazer nada, porque não tinha sido um roubo! Então alguém que foge com a nossa bagagem e nos deixa em terra é o quê? A minha mala de porão tem uma etiqueta com uma referência, e essa referência tem os meus dados (nome, morada, contato telefónico, email, etc.), bastava me contactar. O motorista quando chegou a Bordéus, não viu que a mochila atrás de si, se encontrava sozinha? Não viu que a mala de porão, estava sozinha, sem ser reclamada? Ou alguém se aproveitou desse facto, e ficou com a mochila e a minha mala?
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa a uma cobrança indevida de bagagem efetuada no Aeroporto de Dublin, no voo FR652 da Ryanair, referência/boarding pass I36V9Q. No portão de embarque, fui instruído a medir a minha bagagem de cabine. Tratava-se exatamente da mesma mala de desporto que utilizei no voo de ida (Lisboa–Dublin), sem qualquer problema. A mala não estava cheia e poderia facilmente ser comprimida para cumprir as dimensões permitidas. No entanto, não me foi permitido ajustá-la nem colocá-la no medidor para comprovar a conformidade, tendo-me sido apenas indicado que era “oversized”. Quando questionei a situação e solicitei verificar corretamente o tamanho ou retirar itens se necessário, foi-me dito: “Sir, if you don’t pay now, you’re going to lose your flight”, num tom claramente coercivo. Como me encontrava entre os últimos passageiros a embarcar e me senti pressionado, acabei por ceder. Nesse momento, um funcionário retirou-me o cartão de crédito da mão e procedeu à cobrança de 60€ sem a minha aprovação ou confirmação explícita. Verifiquei ainda que outros passageiros com bagagens visivelmente maiores estavam a embarcar sem qualquer problema, o que levanta sérias dúvidas quanto à consistência e equidade na aplicação das regras. Após a cobrança, solicitei um recibo, o qual me foi recusado. Fui novamente abordado de forma intimidatória: “Sir, do you want to stay in Dublin?” Face ao exposto: Foi-me negada a possibilidade de comprovar o cumprimento das regras de bagagem; Fui sujeito a pressão/coerção sob ameaça de perder o voo; Foi-me cobrado o valor de 60€ sem autorização adequada; Foi-me recusado um comprovativo/recibo da transação; Solicito, assim, o reembolso integral do valor de 60€, bem como um esclarecimento formal sobre os procedimentos adotados no controlo de bagagem no portão de embarque. Caso a situação não seja resolvida com a devida brevidade, reservarei o direito de escalar a reclamação para as entidades competentes de defesa do consumidor e aviação. Com os melhores cumprimentos, Eduardo Carona eduardo.carona@gmail.com
TAXA EXTRA DE BAGAGEM
No dia 03-12-2025, ao embarcar no voo FR689, da Companhia Rayanair, com origem em Viena-Austria e destino Madrid-Espanha, na companhia da minha esposa, ela foi surpreendida pela funcionária da porta de embarque, que a mandou esperar, enquanto eu transpunha a porta de embarque ficando logo ali á sua espera, a minha esposa levava uma mochila e um pequeno saco da seaside, com umas sapatilhas no seu interior. A funcionária disse-lhe que apenas podia levar a mochila e que pelo pequeno saco teria que pagar uma taxa. Tentei entregar á minha esposa a minha mochila para poder la colocar o pequeno saco, pois cabia lá perfeitamente, a funcionária de forma arrogante e arbitrária disse que não podia colocar o saco na mochila pois eu já tinha passado a porta de embarque, dizendo-lhe que tinha de pagar 60,00 € para levar o saco. Não me permitiu dar-lhe a mochila mas como a minha esposa não tinha meios de pagamento e que era eu que tinha o cartão bancário, já permitiu que lho desse, e o facto de ter passado a porta de embarque já não importava. sinto-me lesado e exijo a devolução do dinheiro que paguei pelo pequeno saco que cabia perfeitamente no interior da mochila. Efectuei logo que cheguei a Portugal a reclamação á companhia, mas até agora não obtive resposta.
Encomenda não recebida - perdida? Sem soluções
Bom dia, Infelizmente vejo-me obrigado a comunicar a minha profunda insatisfação com o vosso serviço sob prejuízo pessoal. Efetuei o envio de 3 caixas dos Países Baixos no dia 30 do passado mês de Março do presente ano. Dois desses envios foram já entregues. O último alegadamente ocorreu uma tentativa de entrega na qual a qualidade do vosso serviço deixou a desejar por melhor. Estou a referir-me à encomenda com a guia de transporte: 05222069843193B Fui notificado, por email, às 17:55 do dia 7 de Março, que a encomenda seria entregue no mesmo dia entre as 15:30 e as 16:30 como podem ver na imagem abaixo: image.png Por coincidência, e não pela qualidade dos vossos serviços, eu encontrava-me em casa no hora da entrega anunciada. Da parte do vosso distribuidor não houve uma buzinadela, um toque à campainha ou um "nock-nock" no portão de casa... Eu não adivinho quando o vosso distribuidor chega. Procedimentos questionáveis. No entretanto efetuei já 5 (cinco!) chamadas para o vosso serviço de apoio e não obtive qualquer solução. Na última chamada, realizada hoje, foi-me solicitada um descrição do conteúdo da caixa?! Reparem, não do exterior da caixa, de alguma característica externa, mas do conteúdo?! Isto leva-me a concluir que: 1. Faz parte da vossa política abrir as encomendas e "bisbilhotar" o seu conteúdo. 2. A encomenda está perdida, extraviada, ou ainda pior, o espólio foi já dividido entre os vossos funcionários. Claro que nas chamadas telefónicas sou sempre informado que "a informação já foi passada ao armazém". Eu continuo com duplo prejuizo: - Paguei por um serviço que não se realizou. - Perdi um conjunto de objetos pessoais de valor não só financeiro, mas sobretudo de valor sentimental que não poderá ser ressarcido. Estou certo de que existem respostas procedimentais para estas situações. Tenho pena, enquanto cliente, que não existam soluções. Venho por último solicitar uma resposta a este e-mail que procure reparar a total perda de confiança da minha parte sobre vosso trabalho. Lamentavelmente, Rafael Monteiro.
Recusa no reembolso de bilhete
Exmos Senhores da empresa Flexibus. Acabei de ter uma situação completamente desnecessária. Estive uma hora a espera do autocarro,paguei a taxa de bagagem fora das dimensoes e no momento do embarque foi me recusado o mesmo o que fez com que ficasse preso em Lisboa (por ser do Algarve). Estao me a negar o reembolso do valor do bilhete. Gostaria de resolver esta situacao
Mala roubada
No dia 20/03 meus pais chegaram do Brasil e vieram para minha casa, juntamente com minha filha, no trajeto Lisboa - Evora - Beja. Colocaram as bagagens de mão (10kg) no porta bagagens e seguiram viagem. Minha filha disse que em Evora desceram a maioria dos passageiros. Quando chegam a beja as 13 hrs a mala de 10kg da minha mãe havia sido roubada e o motorista simplesmente disse que isso está acontecendo frequentemente e o mesmo disse também que ele abre o porta bagagens e vira-se de costas pois não tem como controlar e saber de quem é a bagagem. No Brasil o motorista da um ticket pro passageiro, fica com um e cola outro na mala, o passageiro só retira a bagagem se apresentar o ticket correspondente ao motorista. O motorista sem demonstrar qualquer tipo de reação, para ele era uma coisa normal o que estava acontecendo disse que eu não tinha o que fazer, pois quem pegou não iria devolver, pois não foi por engano, se fosse engano no destino final iria sobrar uma bagagem. Eu fui com meus pais a PSP, onde também não tem muito o que ser feito, registei a queixa, preenchi formulario no site da flixbus, publiquei no facebook, preenchi formulário no site do oriente em Lisboa e simplesmente ate hoje nenhuma resposta. Na mala havia todas as roupas da minha mãe, novas e usadas, prenda para meu filho que irá completar 1 aninho, prenda para minha filha e o principal, nossas certidões de nascimento apostilada que minha mãe pois na mala para não amassar, além do alto custo dos documentos, agora é mais tempo perdido para fazer outro e enviar para Portugal. Quero uma posição por parte da Flixbus pois não irei ficar neste prejuizo!
Furto de Bagagem
Exmos. Senhores, No dia 17/11 viajei de Nazaré para Portimão, com mudança de autocarro em Lisboa – Gare do Oriente, na rota 1012, reserva n.º 3303994716. Tive uma espera de cerca de 1h30 em Lisboa e, durante esse período, trouxe comigo a mala que vinha no porão do primeiro autocarro. À hora da segunda viagem (13h), fui para a zona de embarque e, a pedido do motorista, coloquei a minha mala vermelha (marca AIR, com puxador preto, quatro rodas e interior preto com elásticos vermelhos) no porão do autocarro. A mala estava comigo até esse momento, completamente identificável, e foi o próprio motorista que me instruiu a colocá‑la no porão. Durante o embarque, o porão permaneceu aberto entre 20 e 30 minutos, sem qualquer vigilância, sem controlo de entrada ou saída de bagagem, algo absolutamente inaceitável numa estação tão movimentada como a Gare do Oriente. Quando cheguei a Portimão, a mala já não estava no porão. Fui de imediato falar com o motorista, que confirmou que a mala não se encontrava. Informou-me também que, entre Lisboa e Portimão, apenas parámos em Armação de Pêra e que não abriu o porão por não haver passageiros a sair. Torna-se assim evidente que a mala foi retirada ainda na Gare do Oriente, durante o período em que o porão esteve aberto sem qualquer supervisão. Isto revela uma falha gravíssima da transportadora, que deixou a bagagem dos passageiros totalmente exposta a furtos, sem qualquer medida mínima de segurança. Dentro da mala encontravam-se vários bens pessoais de valor, que passo a descrever: dois pares de jeans Levi’s (um azul e um preto), uma camisola preta Bimba Y Lola, uma sweat preta simples, roupa interior, um casaco de lã, uma camisola de lã, um casaco de couro preto Stradivarius, um gorro verde Carhartt e um saco de cosméticos Chanel contendo vários produtos de marca (creme Avène, creme SVR Cicavit+, base Lancôme, creme de olhos Lancôme, perfume YSL Libre 30 ml, escova e pastas de dentes). Para além disso, levava uma caixa de jóias com três anéis de prata e brincos de pérola. Todos estes bens foram roubados, representando um prejuízo significativo. Apresentei queixa na PSP de Portimão imediatamente após a chegada, e igualmente apresentei queixa no formulário da FlixBus, mas até ao momento não obtive qualquer resposta concreta ou solução por parte da transportadora, que se tem mostrado totalmente ausente, sem responsabilização e sem qualquer apoio. Importa reforçar que, de acordo com o Decreto-Lei n.º 9/2015, que estabelece as condições do contrato de transporte rodoviário de passageiros e bagagens, a transportadora é responsável pela custódia da bagagem entregue ao seu cuidado, devendo assegurar condições adequadas de segurança e cumprimento das suas obrigações contratuais durante toda a viagem. Paralelamente, o Regulamento (UE) n.º 181/2011, aplicável ao transporte rodoviário em Portugal, impõe ao operador a obrigação de disponibilizar mecanismos de tratamento de reclamações, prestar informação ao passageiro e assegurar a indemnização adequada quando há perdas ou danos de bagagem sob custódia da transportadora. Mesmo nos serviços com menos de 250 km, aplicam‑se direitos essenciais dos passageiros, incluindo a obrigação do transportador de proteger a bagagem que recebe e tratar devidamente as reclamações apresentadas. A minha situação corresponde exatamente a aquilo que a lei pretende evitar: uma transportadora que recebe bagagem no porão, não implementa qualquer sistema de vigilância ou controlo e, perante um furto ocorrido enquanto a bagagem estava sob sua custódia, não oferece qualquer apoio, resposta ou processo de indemnização. Fui prejudicada de forma clara por negligência da empresa, que não garante segurança no processo de carga de bagagem e não cumpre mínimos como vigilância, fecho dos porões, registo de bagagem ou supervisão durante o embarque. O passageiro entrega a bagagem ao cuidado da transportadora e confia que a mesma será devidamente protegida — o que, neste caso, não aconteceu de forma alguma. Exijo que seja acionado o seguro da transportadora, que existe precisamente para situações de furto de bagagem sob custódia da empresa. O prejuízo que sofri é real, direto e resultante da falta de procedimentos e de segurança no embarque em Lisboa. Não aceito respostas evasivas nem tentativas de desresponsabilização: a bagagem desapareceu enquanto estava sob responsabilidade direta da transportadora e após ter sido colocada no porão a pedido do motorista. Exijo indemnização integral pelos bens furtados, pela mala e a abertura formal de um processo que inclua a análise das câmaras de videovigilância da Gare do Oriente e dos registos internos do embarque. Fui lesada, fui prejudicada e até agora ninguém assumiu responsabilidades. Quero uma resposta, uma solução e a ativação do seguro correspondente, sem mais demoras.
Perdidos e metade achados
Assunto: Perdidos e metade achados Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma situação ocorrida na viagem realizada no dia 11/03/2026, no percurso Campanhã – Leiria, entre as 16:00 e as 18:05, com o autocarro n.º 36 (direção Cascais), referente ao bilhete n.º 5100735178. Após o desembarque apercebi-me de imediato de que tinha deixado inadvertidamente no interior do autocarro um saco duty free do aeroporto, contendo diversos bens no seu interior. Tentei de imediato contactar a linha telefónica de apoio e também a central em Leiria, mas em ambos os casos fui encaminhado para um sistema automático que apenas indicava o preenchimento de um formulário online, não existindo qualquer possibilidade de contacto direto que permitisse resolver a situação com rapidez. Perante a ausência de qualquer resposta durante três dias, vi-me obrigado a tentar resolver o problema pelos meus próprios meios. Desloquei-me a várias gares, falei diretamente com motoristas e procurei obter informações junto de diferentes pontos de operação até finalmente conseguir localizar o saco. Contudo, quando o mesmo foi recuperado, verifiquei que apenas parte do conteúdo se encontrava no interior, faltando alguns dos bens que lá estavam inicialmente. Naturalmente, esta situação levanta sérias preocupações, não só pelo desaparecimento de parte dos objetos, mas também pela total ausência de um mecanismo eficaz e rápido de apoio ao cliente em situações deste tipo. Um sistema em que o passageiro fica limitado a um formulário online, sem qualquer contacto humano ou acompanhamento, revela-se manifestamente insuficiente para resolver problemas que, por vezes, exigem intervenção imediata. Assim, solicito os vossos esclarecimentos relativamente ao sucedido, bem como a verificação interna do percurso do saco desde o momento em que foi encontrado até ao momento em que me foi entregue, de forma a apurar o que poderá ter acontecido ao restante conteúdo. Esta situação é digna de um pais de 3° mundo onde este tipo de situação são esperadas. Temo que a vossa empresa seria ótima para operar na república centro africana. Obrigado, Jorgen
Perda de bagagem
Exmos. Senhores, Em 01/03/2026 embarquei no vosso autocarro Nº 49 com destino a Monção, tendo que fazer troca de autocarro em Porto - Campanhã. Sucede que a minha bagagem, embarcada para o porão do autocarro, foi esquecida. Apesar dos meus sucessivos contactos convosco, tanto à chegada como posteriormente, a bagagem não foi ainda encontrada Passados 13 dias sobre o voo e sem mais notícias, tenho que considerar que a minha bagagem foi definitivamente perdida. Exijo portanto a indemnização prevista na lei. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
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