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Furto de Bagagem
Exmos. Senhores, No dia 17/11 viajei de Nazaré para Portimão, com mudança de autocarro em Lisboa – Gare do Oriente, na rota 1012, reserva n.º 3303994716. Tive uma espera de cerca de 1h30 em Lisboa e, durante esse período, trouxe comigo a mala que vinha no porão do primeiro autocarro. À hora da segunda viagem (13h), fui para a zona de embarque e, a pedido do motorista, coloquei a minha mala vermelha (marca AIR, com puxador preto, quatro rodas e interior preto com elásticos vermelhos) no porão do autocarro. A mala estava comigo até esse momento, completamente identificável, e foi o próprio motorista que me instruiu a colocá‑la no porão. Durante o embarque, o porão permaneceu aberto entre 20 e 30 minutos, sem qualquer vigilância, sem controlo de entrada ou saída de bagagem, algo absolutamente inaceitável numa estação tão movimentada como a Gare do Oriente. Quando cheguei a Portimão, a mala já não estava no porão. Fui de imediato falar com o motorista, que confirmou que a mala não se encontrava. Informou-me também que, entre Lisboa e Portimão, apenas parámos em Armação de Pêra e que não abriu o porão por não haver passageiros a sair. Torna-se assim evidente que a mala foi retirada ainda na Gare do Oriente, durante o período em que o porão esteve aberto sem qualquer supervisão. Isto revela uma falha gravíssima da transportadora, que deixou a bagagem dos passageiros totalmente exposta a furtos, sem qualquer medida mínima de segurança. Dentro da mala encontravam-se vários bens pessoais de valor, que passo a descrever: dois pares de jeans Levi’s (um azul e um preto), uma camisola preta Bimba Y Lola, uma sweat preta simples, roupa interior, um casaco de lã, uma camisola de lã, um casaco de couro preto Stradivarius, um gorro verde Carhartt e um saco de cosméticos Chanel contendo vários produtos de marca (creme Avène, creme SVR Cicavit+, base Lancôme, creme de olhos Lancôme, perfume YSL Libre 30 ml, escova e pastas de dentes). Para além disso, levava uma caixa de jóias com três anéis de prata e brincos de pérola. Todos estes bens foram roubados, representando um prejuízo significativo. Apresentei queixa na PSP de Portimão imediatamente após a chegada, e igualmente apresentei queixa no formulário da FlixBus, mas até ao momento não obtive qualquer resposta concreta ou solução por parte da transportadora, que se tem mostrado totalmente ausente, sem responsabilização e sem qualquer apoio. Importa reforçar que, de acordo com o Decreto-Lei n.º 9/2015, que estabelece as condições do contrato de transporte rodoviário de passageiros e bagagens, a transportadora é responsável pela custódia da bagagem entregue ao seu cuidado, devendo assegurar condições adequadas de segurança e cumprimento das suas obrigações contratuais durante toda a viagem. Paralelamente, o Regulamento (UE) n.º 181/2011, aplicável ao transporte rodoviário em Portugal, impõe ao operador a obrigação de disponibilizar mecanismos de tratamento de reclamações, prestar informação ao passageiro e assegurar a indemnização adequada quando há perdas ou danos de bagagem sob custódia da transportadora. Mesmo nos serviços com menos de 250 km, aplicam‑se direitos essenciais dos passageiros, incluindo a obrigação do transportador de proteger a bagagem que recebe e tratar devidamente as reclamações apresentadas. A minha situação corresponde exatamente a aquilo que a lei pretende evitar: uma transportadora que recebe bagagem no porão, não implementa qualquer sistema de vigilância ou controlo e, perante um furto ocorrido enquanto a bagagem estava sob sua custódia, não oferece qualquer apoio, resposta ou processo de indemnização. Fui prejudicada de forma clara por negligência da empresa, que não garante segurança no processo de carga de bagagem e não cumpre mínimos como vigilância, fecho dos porões, registo de bagagem ou supervisão durante o embarque. O passageiro entrega a bagagem ao cuidado da transportadora e confia que a mesma será devidamente protegida — o que, neste caso, não aconteceu de forma alguma. Exijo que seja acionado o seguro da transportadora, que existe precisamente para situações de furto de bagagem sob custódia da empresa. O prejuízo que sofri é real, direto e resultante da falta de procedimentos e de segurança no embarque em Lisboa. Não aceito respostas evasivas nem tentativas de desresponsabilização: a bagagem desapareceu enquanto estava sob responsabilidade direta da transportadora e após ter sido colocada no porão a pedido do motorista. Exijo indemnização integral pelos bens furtados, pela mala e a abertura formal de um processo que inclua a análise das câmaras de videovigilância da Gare do Oriente e dos registos internos do embarque. Fui lesada, fui prejudicada e até agora ninguém assumiu responsabilidades. Quero uma resposta, uma solução e a ativação do seguro correspondente, sem mais demoras.
Perdidos e metade achados
Assunto: Perdidos e metade achados Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma situação ocorrida na viagem realizada no dia 11/03/2026, no percurso Campanhã – Leiria, entre as 16:00 e as 18:05, com o autocarro n.º 36 (direção Cascais), referente ao bilhete n.º 5100735178. Após o desembarque apercebi-me de imediato de que tinha deixado inadvertidamente no interior do autocarro um saco duty free do aeroporto, contendo diversos bens no seu interior. Tentei de imediato contactar a linha telefónica de apoio e também a central em Leiria, mas em ambos os casos fui encaminhado para um sistema automático que apenas indicava o preenchimento de um formulário online, não existindo qualquer possibilidade de contacto direto que permitisse resolver a situação com rapidez. Perante a ausência de qualquer resposta durante três dias, vi-me obrigado a tentar resolver o problema pelos meus próprios meios. Desloquei-me a várias gares, falei diretamente com motoristas e procurei obter informações junto de diferentes pontos de operação até finalmente conseguir localizar o saco. Contudo, quando o mesmo foi recuperado, verifiquei que apenas parte do conteúdo se encontrava no interior, faltando alguns dos bens que lá estavam inicialmente. Naturalmente, esta situação levanta sérias preocupações, não só pelo desaparecimento de parte dos objetos, mas também pela total ausência de um mecanismo eficaz e rápido de apoio ao cliente em situações deste tipo. Um sistema em que o passageiro fica limitado a um formulário online, sem qualquer contacto humano ou acompanhamento, revela-se manifestamente insuficiente para resolver problemas que, por vezes, exigem intervenção imediata. Assim, solicito os vossos esclarecimentos relativamente ao sucedido, bem como a verificação interna do percurso do saco desde o momento em que foi encontrado até ao momento em que me foi entregue, de forma a apurar o que poderá ter acontecido ao restante conteúdo. Esta situação é digna de um pais de 3° mundo onde este tipo de situação são esperadas. Temo que a vossa empresa seria ótima para operar na república centro africana. Obrigado, Jorgen
Perda de bagagem
Exmos. Senhores, Em 01/03/2026 embarquei no vosso autocarro Nº 49 com destino a Monção, tendo que fazer troca de autocarro em Porto - Campanhã. Sucede que a minha bagagem, embarcada para o porão do autocarro, foi esquecida. Apesar dos meus sucessivos contactos convosco, tanto à chegada como posteriormente, a bagagem não foi ainda encontrada Passados 13 dias sobre o voo e sem mais notícias, tenho que considerar que a minha bagagem foi definitivamente perdida. Exijo portanto a indemnização prevista na lei. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Fiz pagamento duplo
mária Fui cobrada em duplicidade. Um dia antes da viagem entrei no aplicativo da tap comprei uma bagagem pra despachar. No dia seguinte fui despachar eles me cobraram de novo a bagagem . O sinhor do guincher falou que ia ser estornado dinheiro ate hOje nao fizeram o reebolso
Indeminização insuficiente e não aceite
Exmos. Senhores, Em 03/02/2026 embarquei no vosso voo AF1125/AF650 com destino a Paris/Cancun. Sucede que a minha bagagem, embarcada para o porão do avião, foi perdida. Apesar dos meus sucessivos contatos convosco, tanto à chegada como posteriormente, a bagagem não foi ainda encontrada Passados 37 dias sobre o voo e sem mais notícias, tenho que considerar que a minha bagagem foi definitivamente perdida. Exijo portanto a indemnização prevista na lei. Foi-me transferido 600€ para compensar a perda que segundo os dados que vos enviei e posteriormente reclamei são claramente insuficientes, sendo que as despesas de sobrevivência e os valores da mala ascendem a mais de 2350€ . Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Cláudio Silva
Bagagem perdida
No dia 22 de Janeiro de 2026 embarquei no vôo da Ryanair, com destino ao aeroporto de Stansted em Londres, Reino Unido, com a finalidade de ir ao casamento da minha única filha. Acontece que a minha mala de porão desapareceu e até hoje não foi encontrada. De imediato reclamei junto ao balcão da mesma, onde me foi facultado o documento denominado como PIR (property irregularity report), passados 2 dias deram a minha mala como roubada pois não aparecia em aeroporto algum de outros voos realizados no mesmo dia. Registei a ocorrência perante as autoridades britânicas. Já lá vão quase dois meses e já voltei a contactar a companhia aérea apresentando recibos comprovativos de alguns bens que estão na mala e são da minha posse. Passado este tempo recebo um email da Ryanair a informar que estes mesmos recibos não seriam válidos e que por isso iriam rejeitar o meu pedido de compensação. E no entanto foi a mesma que dias antes me havia contactado para lhes ser enviado esses mesmos recibos, fotos e tudo o que provasse o conteúdo da mala. Da polícia britânica também ainda não recebi qualquer notícia referente ao meu caso. Venho desta forma demonstrar o meu descontentamento e repúdio com a companhia aérea Ryanair, e informo que nunca mais voltarei a viajar com a mesma. Peço aqui também a ajuda da Deco, para juntos tentarmos resolver esta situação, pois não me conformo com o abandono do meu caso.
Bagagem de mão
Excelentíssimos senhores, o meu nome é Joana Raquel Santos Martins e venho por este meio realizar uma reclamação relativa à minha bagagem de mão. Realizei 4 voos Ryanair com a mala e nunca houve qualquer questão com o seu tamanho. Neste voou em específico que realizei foi evidente a necessidade de quererem cobrar o valor da bagagem à força. Pediram ao meu marido para testar a mala e uma das operadoras disse que não dava e outra disse que dava. Então em que ficamos ? Comigo foi igual e nem me deram tempo de retirar um casaco que tinha dentro da minha mala. Estou muito insatisfeita com a situação, pois foi notório quererem ficar com o dinheiro a todos o custo. No final fui obrigada a pagar o transporte da mala e nem houve uma justificação. Disseram que não cabia e nem olharam para a mala no local se testagem de tamanho. Muito insatisfeita.
Perda de bagagem
No dia 25/2/26, voo TP78, Rio de Janeiro x Lisboa, com escala no Porto, a reclamante despachou duas malas, no Rio de Janeiro, para serem retiradas no destino final, Lisboa. Ao chegar em Lisboa, não recebeu as malas. Após inúmeras reclamações, telefonemas vários, e até uma ida ao aeroporto, conseguiu recuperar apenas uma das malas. Anote-se que recebeu uma mensagem com informação de que AMBAS AS MALAS estariam disponíveis para recolha no aeroporto (documento em anexo). No dia 5 de março, no balcão da MENZIES no aeroporto, foi reaberto outro processo, referência LISTP33484. A mala com a referência TP908400 não foi entregue até a presente data. A informação que a companhia fornece é a de que não sabem o paradeiro dessa mala. Houve, inclusive um equívoco da empresa, que efetivamente entregou a mala TP908442, mas fez constar do documento que era a TP908400. Reforça a reclamante que a mala não entregue é a TP908400. Trata-se de uma mala preta com mais de 30kg, com prioridade por ser a reclamante uma passageira de classe executiva.
Cobrança de taxa de mala Indevida e violencia e discriminação da companhia
Bom dia Tive dois problemas no meu embarque no dia 04/03 em Porto Portugal. Uma funcionária da empresa Ryanair me cobrou uma taxa extra mesmo sendo de 10 kg e com as dimensões corretas, ela alegou que nao poderia viajar com duas maletas, mesmo eu tendo uma passagem prioritaria e questionou a dimensão da mesma que coube perfeitamente no medidor, me tratou mal, e me disse que se eu não pagasse eu perderia o voo, e iria ter que pagar de qualquer jeito outro voo e mala extra para eu deixar de falar tanto, me mandou ficar quieta e calada pra conseguir embarcar, uma falta de respeito com o usuario que não tem a possibilidade nem ao menos de perguntar o questionar seus direitos, um absurdo! ademais deixou passar outras pessoas com as maletas de tamanho iguais a minha, com toda certeza foi algo pessoal, descriminario e pouco profissional inclusive a funcionaria tirou o celular da minha mão no vídeo que fiz das outras malas que deixaram passar, eu viajo sempre com a mesma mala de 10kg, inclusive esse foi um voo de transferencia no qual sai do Brasil e não tive nenhum tipo de questionamento , nunca tive esse problema, e o segundo problema é que depois de todo esse transtorno, essa funcionária gritava para eu passar rápido o cartão de crédito, e foi feita a cobrança duas vezes, me cobraram 140Euros, entrei em contato com a empresa que me respondeu que iria fazer um estorno do que foi duplicado, mas que a questão da taxa eles nso podem fazer nada, necessito a apuração as provas por gentileza
Bagagem extraviada
No dia 04/03/26, embarquei as 5:40 da manhã em Aveiro com destino a Porto (aeroporto). Ao parar em Porto Campanha, alguém levou minha mala. Paguei pelo serviço de envio de mala no porão, quero minha mala de volta!
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