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Bagagem danificada
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação por danos causados na minha bagagem, bem como expor a recusa ilegal de assistência no aeroporto, atos ocorridos após o voo S40127, no dia 3/7/2026, voo de Lisboa para Ponta Delgada. Ao recolher a minha mala na passadeira em Ponta Delgada verifiquei logo que algo havia passado com a bagagem, porque a mala parecia que tinha sido “esmagada”. Observei atentamente a mala com a pessoa que me acompanhava na viagem e em simultâneo outra pessoa também reclamava porque a sua bagagem estava danificada. Observei os seguintes danos: - falta de dois pitões de apoio na base da mala; - fecho ecler parcialmente descosido - furos na parte traseira do tecido da mala, além de outros riscos. Dirigi-me ao balcão de irregularidades da bagagem para reclamar do sucedido. Contudo, a funcionária recusou de forma injustificada proceder à abertura do relatório, alegando que se tratava de danos menores e que eu conseguia abrir e fechar a mala. A mesma referi que é normal nas passadeiras isto acontecer. E, acrescentou que mesmo que fosse uma roda isto seria um dano menor, porque é normal isto acontecer, porque a mala cai. Confesso que já viajei muito e isto nunca me aconteceu. Riscos de uso corrente é uma coisa, danos estruturais e repentinos é outra coisa. Na minha perspectiva furos e fechos descosidos comprometem a segurança e mala, configurando uma óbvia violação da obrigação de custódia da transportadora. Por outro lado, a recusa do preenchimento do RIB não anula a responsabilidade da SATA face aos danos causados sob a sua responsabilidade, conforme consagrado na Convenção de Montreal. A funcionária referi que não abria o relatório por não se justificar, pelo que solicitei o livro de reclamações. (Reclamação 35612159) Tendo em conta que os danos inviabilizam a utilização segura do artigo, solicito a reparação da mala ou, caso esta não seja possível, a devida indemnização para substituição do artigo por um equivalente. Aguardo a resolução do processo Tentei preencher a reclamação online, mas o sistema deu sempre erro. Cumprimentos,
Falta de respeito
Dia 22 de julho de 2026 no aeroporto de Lisboa terminal 2 pelas 19h a rapariga que estava na parte de despachar as malas de porão foi muito rude, mal educada e ainda riu da minha cara foi muita falta de respeito o colega reparou e pediu desculpa.
Bagagem e tratamento
No dia 16 de julho a minha filha viajou de Valência para Lisboa com a Ryanair. Foi mal tratada por quem estava na porta de embarque Voo FR1769. Foi forçada a pagar 50€ por excesso de volume ( bastava ter tirado 2 camisolas ), apesar das tentativas de pedido para reorganizar a mochila foi-lhe negado, enquanto outros passageiros puderam ajustar as suas malas. Disseram-lhe que não tinham tempo a perder uma vez que estavam atrasados. O staff também forçou a amiga da minha filha a voltar para trás alegando que a mala de tira-cola era da Joana o que não é verdade. E queriam que a amiga paga-se também 50€. A Joana sofreu também coação psicológica quando lhe disseram: " Pagas o valor ou ficas em terra. " A mochila teve que ir para o porão e veio suja e em mau estado. Exigo que o Ryanair seja responsabilizada pelo sucedido, muita falta de empatia e profissionalismo. E tendo em conta que nas cabines do avião iam malas com rolas e maiores que a mochila da Joana.
Cobrança indevida de taxa em viajem de regresso por dimensão de bagagem
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal e requerer o reembolso imediato do valor de 60 euros (sessenta) cobrado indevidamente no aeroporto de Malta (MLA-OPO- voo nº FR 1509) no dia 03/07/2026, sob o pretexto de "dimensão excessiva" da bagagem de mão da minha filha Maria Oliveira. A referida bagagem realizou o voo de ida correspondente a 28/06/2026, no Voo FR 1510 OPO-MLA sem qualquer entrave, verificação negativa ou cobrança de taxas por parte dos vossos serviços no aeroporto do Porto. A mala não sofreu qualquer alteração de conteúdo ou volume entre as duas viagens. A aplicação desta taxa apenas na viagem de regresso demonstra uma clara inconsistência nos critérios de verificação da companhia e uma violação do princípio da boa-fé contratual. O passageiro não pode ficar dependente do arbítrio ou da interpretação subjetiva de funcionários em diferentes aeroportos. Mais acrescento que os Tribunais Portugueses já declararam ilegal a cobrança de suplementos por bagagem de cabine que cumpra os requisitos gerais de segurança. Grata pela atenção, Catarina Isabel Pascoal Dourado (Mãe de Maria Dourado Oliveira)
Cobrança indevida
Exmos Senhores, Venho por esta via pedir a vossa ajuda relativamente ao episódio num dos voos da minha viagem à Itália, em que me foi cobrado indevidamente um pagamento extra pela minha bagagem de mão. A situação foi exposta diretamente ao suporte da Ryanair e via o Livro de Reclamações electrónico, o que levou a Ryanair a responder com prontidão pedindo desculpa pelo sucedido no entanto não me reembolsaram o valor cobrado e, por este motivo, venho por esta via pedir a vossa ajuda quanto à esta questão. Queiram encontrar os dados em anexo. Agradeço a vossa preciosa ajuda e atenção nesta questão. Com os melhores cumprimentos, Cristina
Bagagem com Danos
No dia 23 de junho de 2026, viajei no voo TP1697 entre Lisboa (LIS) e o Funchal (FNC). A minha bagagem é uma mala da Paco Martínez adquirida pelo valor de 250€ que foi entregue para transporte em perfeito estado de conservação. A TAP perdeu a minha bagagem, tendo apenas procedido à sua entrega na minha residência aproximadamente 36 horas após o voo, conforme comprovado pelo PIR emitido no aeroporto. Este atraso causou-me transtornos significativos, incluindo a impossibilidade de aceder a bens pessoais essenciais durante esse período. Quando a bagagem foi finalmente entregue, verifiquei que apresentava danos materiais graves e evidentes que não existiam no momento do embarque, nomeadamente: - Suporte da base inferior partido, tornando a mala instável e inutilizável em posição vertical; - Rasgo e furo na face principal da mala; - Deterioração acentuada dos reforços de couro nos cantos superiores e inferiores. Todos os danos foram devidamente fotografados no momento da receção e submetidos à TAP como prova. Apresentei reclamação formal à TAP em 25/06/2026. A resposta recebida em 29/06/2026, foi completamente insatisfatória: a TAP limitou-se a classificar os danos como “menores” e resultantes de “desgaste natural durante o transporte”, recusando qualquer indemnização. Esta decisão é inaceitável e carece de qualquer fundamento, pelos seguintes motivos: 1. A mala foi entregue em perfeito estado de conservação: os danos são posteriores ao transporte e da exclusiva responsabilidade da TAP; 2. A própria TAP perdeu a bagagem durante 36 horas, o que é prova inequívoca de mau manuseamento e tratamento negligente: como pode a mesma transportadora que perdeu a mala alegar que os danos são de desgaste natural? 3. Os danos não são superficiais: comprometem estruturalmente a integridade e funcionalidade da bagagem; 4. A TAP não realizou qualquer peritagem objetiva nem solicitou documentação adicional antes de encerrar o caso unilateralmente.
Bagagem de cabine enviada para porão e entregue violada com furto de bens
Venho apresentar reclamação contra a TAP Air Portugal relativamente ao voo TP1861, Lisboa-Ponta Delgada, de 22/06/2026. No embarque, no Terminal 1 do Aeroporto de Lisboa, foi-nos solicitado que entregássemos as malas de cabine para serem colocadas no porão, tendo sido apenas indicado que “o voo estava cheio”. As malas cumpriam as dimensões e peso permitidos para bagagem de mão, conforme os cartões de embarque, e estávamos entre os primeiros passageiros na fila de embarque. Apesar de termos pedido esclarecimentos, não foi apresentada uma justificação concreta nem nos foi explicado adequadamente o critério usado para retirar aquelas malas da nossa posse. Ao entrar na aeronave, verificámos que as bagageiras superiores estavam vazias ou ocupadas sobretudo por mochilas, quando tinha sido indicado que esses volumes deveriam ficar debaixo do banco da frente. Também verificámos que outros passageiros entraram depois com bagagem semelhante. À chegada ao Aeroporto de Ponta Delgada, as malas surgiram no tapete de entrega abertas/violadas. Uma das malas estava totalmente aberta no exterior e no interior. Após verificação no balcão de irregularidades de bagagem e com intervenção da PSP, confirmou-se o desaparecimento de um secador Dyson e de um alisador GHD, no valor total de 692 euros, conforme faturas anexas. A outra mala apresentava igualmente sinais de abertura, com os elementos interiores fora do lugar. As malas chegaram com os fechos bloqueados com os respetivos códigos, o que indicia abertura forçada. Foram feitas reclamações junto da TAP no próprio dia e nos dias seguintes. A TAP respondeu de forma genérica, invocando elevada ocupação do voo e, posteriormente, recusando responsabilidade pelos bens desaparecidos com o argumento de que artigos de valor não devem ser transportados em bagagem registada. Esta resposta é insatisfatória, porque a bagagem não foi registada voluntariamente no check-in: tratava-se de bagagem de cabine, retirada obrigatoriamente à porta de embarque por decisão operacional da TAP. Além disso, a TAP não explicou de forma concreta: - qual foi o critério aplicado para selecionar estas malas; - por que motivo foram retiradas malas de cabine a passageiros que estavam entre os primeiros na fila; - por que motivo existia espaço disponível nas bagageiras superiores; - que medidas de custódia e segurança foram aplicadas desde a recolha das malas na porta de embarque até à entrega no destino; - por que motivo a companhia afasta a sua responsabilidade quando foi ela que retirou a bagagem da posse dos passageiros. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO para que a TAP reavalie a situação e proceda a: - reembolso dos bens furtados, no valor total de 692 euros; - compensação pelos danos, transtornos, perda de tempo e incómodo causados; - resposta formal e fundamentada sobre a decisão de envio das malas para o porão; - explicação sobre a cadeia de custódia da bagagem e sobre as medidas de segurança adotadas; - encerramento do processo com solução efetiva, e não apenas com respostas genéricas. Anexo os comprovativos disponíveis, incluindo cartões de embarque, reclamações submetidas à TAP, respostas recebidas, fotografias das malas e das bagageiras, relatório de irregularidade de bagagem, auto de denúncia da PSP e faturas dos bens desaparecidos.
Reclamação formal contra a Ryanair – Informação incorreta prestada pelo apoio ao cliente e recusa de
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal contra a companhia aérea Ryanair por considerar que me foi prestada informação incorreta pelo seu serviço oficial de apoio ao cliente, o que originou um prejuízo financeiro de 60€. Antes da viagem entre Dublin e Lisboa (voo FR7138 de 03/07/2026), adquiri o serviço “Priority & 2 Cabin Bags”. Como a descrição da bagagem me suscitou dúvidas, contactei previamente o serviço de apoio ao cliente da Ryanair através do chat oficial. Nesse contacto, perguntei expressamente se podia transportar uma mochila e duas malas de cabine de 10 kg. Perante essa pergunta, o colaborador da Ryanair respondeu, por escrito: “Yes, that is correct.” Voltei a confirmar precisamente para evitar qualquer equívoco, uma vez que o inglês não é a minha língua materna. Apesar disso, recebi a mesma confirmação. Confiei nessa informação oficial e apresentei-me no aeroporto com essa bagagem. No Aeroporto de Dublin fui informada de que essa informação estava errada e fui obrigada a pagar 60€ para poder embarcar. A própria tripulação reconheceu que eu tinha sido incorretamente informada pelo apoio ao cliente e informou-me de que deveria solicitar o respetivo reembolso, tendo deixado uma nota interna sobre a ocorrência. Posteriormente apresentei reclamação/pedido de reembolso junto da Ryanair, anexando as capturas de ecrã da conversa com o apoio ao cliente. Contudo, a empresa limitou-se a responder com uma mensagem padronizada sobre as regras de bagagem, ignorando totalmente o fundamento da minha reclamação, nunca respondendo ao facto de um colaborador oficial da Ryanair me ter dado uma informação objetivamente errada. Não estou a contestar as regras de bagagem da Ryanair. O que contesto é que fui induzida em erro por um representante oficial da empresa, tendo organizado a minha viagem com base nessa informação e suportado um custo adicional exclusivamente por esse motivo. Considero que esta atuação viola os deveres de informação e de boa-fé perante o consumidor, pelo que solicito a intervenção dessa entidade para que a Ryanair seja instada a proceder ao reembolso dos 60€ cobrados indevidamente em consequência da informação incorreta prestada pelo seu próprio serviço de apoio ao cliente. Junto à presente reclamação: * comprovativo da compra do serviço “Priority & 2 Cabin Bags”; * comprovativo do pagamento dos 60 € no aeroporto; * capturas de ecrã da conversa com o apoio ao cliente; * resposta da Ryanair à minha reclamação. Agradeço a análise da presente reclamação. Com os melhores cumprimentos, Maria Caldeira
Desaparecimento de bagagem e falta de resolução – Pedido de indemnização
Exmos. Senhores, No dia 1 de junho de 2026, viajei de Setúbal para Viana do Castelo com a FlixBus, na rota N1016, com o n.º de reserva 334 114 2909. Ao chegar ao Porto (Campanhã) verifiquei que a minha bagagem tinha desaparecido. De imediato, juntamente com o motorista do autocarro, apresentei uma participação de perda de bagagem através da aplicação da FlixBus. No dia seguinte, apresentei também queixa na PSP pelo desaparecimento da bagagem, indicando, de forma tão detalhada quanto possível, os bens que se encontravam no seu interior. Posteriormente, voltei a atualizar o processo na aplicação da FlixBus, desta vez anexando o auto da PSP e a lista dos bens desaparecidos, bem como o respetivo pedido de indemnização. Desde o dia 1 de junho, a única resposta que tenho recebido por parte da FlixBus é a informação de que a bagagem não foi encontrada. Até à presente data, a empresa não apresentou qualquer proposta de resolução nem deu seguimento ao meu pedido de indemnização, limitando-se a repetir a mesma informação, sem demonstrar qualquer intenção de resolver a situação. Considero esta postura inaceitável, tendo em conta que fiquei privado dos meus bens pessoais e sofri prejuízos materiais e transtornos significativos. Assim, solicito que a FlixBus assuma a sua responsabilidade e proceda à devida indemnização, prevista na lei, pelos bens desaparecidos, bem como pelos danos e prejuízos causados por esta situação, dando finalmente uma resposta concreta e uma resolução célere ao processo, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos.
Mala desaparecida no Flixbus
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal e solicitar indemnização pelos prejuízos sofridos em consequência do desaparecimento de uma mala que ficou no autocarro da FlixBus na viagem acima identificada. Após me aperceber da situação, preenchi o formulário de participação de objeto perdido disponibilizado pela FlixBus, com a identificação da viagem e a descrição da mala. Para além disso, contactei telefonicamente a empresa por inúmeras vezes, solicitando informações sobre o paradeiro da bagagem e o andamento do processo. Apesar das diligências efetuadas da minha parte, passou já um período significativo desde a data da viagem sem que me tenha sido apresentada qualquer resposta conclusiva, solução efetiva ou devolução da mala. A ausência de resposta e de acompanhamento adequado agravou os prejuízos e transtornos causados. A mala continha bens pessoais de valor material e pessoal, nomeadamente: carteira da Luís Viton, roupa, calçado, objetos pessoais, lembranças, maquina fotográfica, umas compradas em Londres, outras compradas para as férias em Londres, enfim muito prejuizo. Tendo em conta o tempo decorrido, a falta de resposta e a não localização da mala, venho solicitar a abertura imediata de procedimento de indemnização, com vista à compensação dos prejuízos sofridos pela perda da bagagem. Solicito ainda que me seja enviada, por escrito, informação clara sobre todas as diligências efetuadas pela FlixBus, incluindo a verificação junto do motorista, equipa de limpeza, terminais, pontos de apoio e serviços de objetos perdidos relacionados com a referida viagem. Caso a mala não seja localizada e devolvida de imediato, solicito que a FlixBus proceda ao pagamento de uma indemnização pelo valor dos bens perdidos, apesar de estar siente de que existem valores que não são calculáveis, exijo que seja nada menos do que as faturas de alguns dos bens referidos, conforme anexo a esta carta, o que corresponde a um montante de cerca de 1200 euros. Mais solicito que a presente reclamação seja tratada com caráter urgente, uma vez que foram já utilizados os meios de contacto indicados pela empresa, sem que tenha sido obtida uma resposta satisfatória. Passageira titular Ana Santos Número de reserva 332 789 3712 Percurso Maia - Coimbra Data da viagem segunda-feira, 30 de março de 2026 Hora de partida 21h45 - Porto (Aeroporto), P8 - Parque de Estacionamento BUS, 4470-558 Maia Hora de chegada 23h55 - Coimbra, Rua do Padrão, 3000-109 Coimbra Rota N795B - direção Aeroporto de Madrid (T4) Operador FLIXBUS PORTUGAL UNIPESSOAL, Lda. Lugar da passageira 20B Bagagem incluída na reserva 3 x mochila pequena e 3 x bagagem de porão
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