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Mau processo de onboarding
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao comportamento do pessoal de embarque da Ryanair, especificamente quanto ao modo como são tratados os passageiros que aguardam na fila não-prioritária. Durante o processo de onboarding, constatei que os passageiros da fila não-prioritária são tratados de forma indelicada e propositadamente humilhante. Em concreto: O pessoal dirige-se aos passageiros em tom de voz alto e intimidatório, mesmo quando se trata de transmitir instruções simples que poderiam ser explicadas com civilidade e respeito; Em vez de se dirigirem individualmente a cada passageiro ou de forma organizada, os funcionários optam por gritar instruções para toda a fila em simultâneo, como se dirigissem um grupo a repreender, e não clientes que pagaram por um serviço; Este tratamento contrasta de forma gritante com a forma como são tratados os passageiros das filas prioritárias, evidenciando uma diferenciação deliberada consoante a categoria tarifária adquirida. Considero que este comportamento não pode ser justificado por necessidades operacionais, uma vez que a mesma informação pode perfeitamente ser transmitida com educação e respeito, independentemente da categoria de bilhete do passageiro. A forma como a situação é conduzida sugere antes uma estratégia deliberada: usar a humilhação e a falta de dignidade no tratamento dos passageiros da fila não-prioritária como incentivo indireto à compra de categorias de bilhete mais caras (embarque prioritário, entre outras). Ou seja, o desconforto e o desrespeito infligidos aos clientes são, na prática, transformados em ferramenta de marketing para promover produtos mais caros da empresa. Esta prática é inaceitável. O tratamento digno e respeitoso de qualquer passageiro não pode depender do valor pago pelo bilhete. Todos os clientes, independentemente da tarifa escolhida, têm direito a ser tratados com o mínimo de urbanidade e respeito, valores que qualquer empresa prestadora de serviços ao público deve garantir a todos os seus clientes sem exceção. Face ao exposto, venho solicitar formalmente que a Ryanair: 1. Reconheça e refute publicamente esta prática, esclarecendo que a diferenciação entre categorias de bilhete não pode, em caso algum, traduzir-se em diferenças no tratamento básico de respeito e dignidade devido a qualquer passageiro; 2. Reveja e altere os procedimentos e a formação dada ao pessoal de embarque, de modo a assegurar que a comunicação com os passageiros — independentemente da fila em que se encontrem — seja sempre feita de forma individualizada, calma e educada, cumprindo padrões mínimos aceitáveis de atendimento ao cliente; 3. Implemente mecanismos efetivos de monitorização do atendimento prestado nas filas de embarque, incluindo avaliação periódica por parte de supervisão independente e canais acessíveis para reporte de incidentes por parte dos passageiros; 4. Pondere e atribua uma compensação adequada aos passageiros afetados por este tipo de tratamento, como reconhecimento do desrespeito sofrido e como incentivo à correção efetiva da prática. Aguardo uma resposta fundamentada e com indicação concreta das medidas que serão tomadas, no prazo legalmente aplicável. Sem outro assunto de momento, subscrevo-me com os melhores cumprimentos. PEDRO AREIAS FERNANDES Número de reserva K2CK3G Data e local do voo: Porto para Bristol, 18 ago. 2026 06:05 > 08:10 FR1332 peterareias@gmail.com +351 926420791
Reclamação sobre comportamento de motorista – Viatura n.º 80, matrícula AX-12-CO
Venho por este meio apresentar uma reclamação sobre o comportamento do motorista da viatura n.º 80, na viagem realizada no dia 07/09/2026, com partida de São Luís às 10h15 e destino a Lisboa. Durante a paragem em Santiago do Cacém, pedi ao motorista que abrisse a bagageira, pois precisava de retirar um recipiente com comida congelada que, por engano, guardei na mesma mochila onde tinha livros. No entanto, o motorista recusou-se a abrir a bagageira, sem me apresentar uma justificação que considerasse adequada para a situação. Esta situação é ainda mais desagradável porque não é a primeira vez que tenho problemas com este motorista. Na semana anterior, ele dirigiu-se a mim de uma forma muito desagradável, ao ponto de eu pensar que nem era comigo, provavelmente por eu estar a falar ao telemóvel com fones e ele achar que não os estava a utilizar. Mesmo que houvesse alguma regra relativa ao uso do telemóvel, penso que poderia ter abordado a questão de forma mais educada e profissional. Infelizmente, são várias as ocasiões em que considero que este motorista revela um comportamento hostil e pouco profissional para com os passageiros. Como utilizador frequente da Rede Expressos, acredito que os passageiros devem ser tratados com respeito e educação, mesmo quando existem normas a cumprir ou situações a corrigir. Peço, por isso, que esta situação seja analisada e que considerem tomar as medidas adequadas relativamente à conduta deste motorista. Agradeço a atenção e aguardo uma resposta a esta reclamação.
Intervenção enviada – 15078228 - Insistência/Falta de comunicações por parte da Rede Expressos
Exmos. Senhores Venho informar que, desde o dia 18 de julho, a Rede Expressos deixou de me enviar qualquer email ou comunicação relativamente ao meu processo. Podem, por favor, verificar a situação? Envio em anexo os comprovativos do email que me enviaram, para que possam confirmar o sucedido. Agradeço, desde já, a vossa atenção e aguardo o vosso esclarecimento e orientação sobre os próximos passos. Com os melhores cumprimentos, Laura Sanos
Mala de cabine enviada para o porão
Estou de momento a viajar com a TAP entre Lisboa e Frankfurt. É já o meu quinto voo desde o início do ano entre os mesmos destinos. Em todas as viagens, incluindo a de hoje, a TAP afirma que o voo está demasiado cheio e envia a mala de cabine incluída no bilhete para o porão. Esta política de bagagem deve ser revista, porque: 1. As pessoas planeiam a sua vida e chegada - transportes (no meu caso comboios e autocarros) e planos futuros, reuniões e trabalho com uma expectativa de chegada que não inclui esperar pela mala de porão no aeroporto de chegada. Especialmente no aeroporto de Frankfurt que é tão grande, este tempo de espera realmente afecta ser possível ou não apanhar o comboio planeado. 2. As pessoas organizam a sua bagagem convencidas de que será possível levá-la consigo no voo. Se elas quisessem não não ter as malas acessíveis poderiam ter logo organizado a bagagem numa mala maior que fosse para o porão. No caso de hoje as cabines estão até bastante vazias depois de toda a gente colocar na cabine a bagagem que lhes restou. Eu percebo que seja complicado organizar tudo quando são muitas malas, mas oferecerem no bilhete uma mala de cabine que estará facilmente acessível e depois em todos os voos a retirarem e enviarem para o porão não está a fazer sentido nenhum.
Bagegem
Venho apresentar reclamação formal contra a companhia aérea HAYNAIR, por práticas que considero enganosas, contrárias ao dever de informação e lesivas dos meus direitos enquanto consumidor, nos termos do Regime Jurídico da Defesa do Consumidor e demais legislação aplicável. 1. Falta de informação clara, objetiva e não enganosa Ao adquirir as minhas passagens, a HAYNAIR indicava que o bilhete incluía direito a uma “mala pequena”. Apesar de constarem dimensões em letra reduzida, o termo utilizado não corresponde ao padrão do setor da aviação, onde “mala pequena” é universalmente entendido como bagagem de cabine, e não como um item pessoal mínimo equivalente a uma mochila pequena. Tal prática induz o consumidor em erro, violando o dever de informação previsto no art.º 8.º da Lei de Defesa do Consumidor, que exige comunicação clara, adequada e compreensível. 2. Cobrança indevida e prática comercial abusiva No momento do embarque, fui surpreendido com a cobrança de 60 euros para transportar a minha mala, além de ter sido obrigado a desfazer outra mala para conseguir viajar. Esta situação resultou diretamente da informação insuficiente e ambígua fornecida pela empresa. Na viagem de regresso, adquiri novamente um bilhete com direito a “mala pequena”, mas desta vez não constavam quaisquer dimensões, demonstrando inconsistência e falta de transparência na comunicação comercial da HAYNAIR. Tal comportamento configura prática comercial enganosa, nos termos do art.º 7.º do Decreto‑Lei n.º 57/2008, que transpõe a Diretiva das Práticas Comerciais Desleais. 3. Pedido de indemnização e medidas corretivas Face ao exposto, solicito: - A devolução integral dos 60 euros cobrados indevidamente; - A indemnização pelos danos e transtornos causados, incluindo tempo perdido, stress, necessidade de reorganizar bagagem e prejuízo financeiro; - A avaliação das práticas comerciais da HAYNAIR pelas entidades competentes; - A correção imediata da comunicação comercial, esclarecendo que não existe direito a mala de cabine, apenas a um item pessoal mínimo — evitando induzir o consumidor ao erro. A atuação da HAYNAIR não cumpre o dever de informação, transparência e lealdade, violando normas legais que protegem o consumidor e resultando em prejuízo direto.
Bicicleta de competição danificada
Exmos. Senhores, Booking Code ZRUZA7 Em 6/7/2026 embarquei no vosso voo TP644 com partida em Lisboa e destino a Bruxelas. Sucede que a minha bagagem de dimensões não standard com bicicleta devidamente protegida e com indicação lateral de que se tratava de item fragil, que foi embarcada no porão do avião, chegou danificada, com os danos seguintes: bagagem chegou com face lateral completamente rebentada, e para meu espanto o quadro da minha bicicleta te uma racha no quadro na caixa de direção. Este dano só é possivel se o impacto pprovodado por uma queda for extremo! A minha bicicleta é bicicleta de topo e por isso desenhada para grandes impactos. Tirei fotografias no aeroporto dos danos e apresentei queixa no dia seguinte (7/06/2026) adicionando as fotografias com os visiveis danos na bagagem mas tambem da bicicleta em si, A bicicleta não tem reparação possivel, como se pode aliás ver nas fotos que junto e que tirei à chegada. Exijo, portanto, uma indemnização, no montante no valor de €4250.39 (€2974.38 +€ 1.276,01 ) correspondente ao valor pago pelo quadro e pela suspenção frontal que tambem está danificada pelo tremento impacto de bicicleta sofreu.(fatura de compra junto enviada). Os danos provocados não são somente materiais. A falta do meu material impossibilitou-me de participar nas competições seguintes. Esta falha é ainda mais importante. Solicito que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, sem o que terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Em anexo a referencia da minha reclamação Cumprimentos.
Bagagem danificada
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação por danos causados na minha bagagem, bem como expor a recusa ilegal de assistência no aeroporto, atos ocorridos após o voo S40127, no dia 3/7/2026, voo de Lisboa para Ponta Delgada. Ao recolher a minha mala na passadeira em Ponta Delgada verifiquei logo que algo havia passado com a bagagem, porque a mala parecia que tinha sido “esmagada”. Observei atentamente a mala com a pessoa que me acompanhava na viagem e em simultâneo outra pessoa também reclamava porque a sua bagagem estava danificada. Observei os seguintes danos: - falta de dois pitões de apoio na base da mala; - fecho ecler parcialmente descosido - furos na parte traseira do tecido da mala, além de outros riscos. Dirigi-me ao balcão de irregularidades da bagagem para reclamar do sucedido. Contudo, a funcionária recusou de forma injustificada proceder à abertura do relatório, alegando que se tratava de danos menores e que eu conseguia abrir e fechar a mala. A mesma referi que é normal nas passadeiras isto acontecer. E, acrescentou que mesmo que fosse uma roda isto seria um dano menor, porque é normal isto acontecer, porque a mala cai. Confesso que já viajei muito e isto nunca me aconteceu. Riscos de uso corrente é uma coisa, danos estruturais e repentinos é outra coisa. Na minha perspectiva furos e fechos descosidos comprometem a segurança e mala, configurando uma óbvia violação da obrigação de custódia da transportadora. Por outro lado, a recusa do preenchimento do RIB não anula a responsabilidade da SATA face aos danos causados sob a sua responsabilidade, conforme consagrado na Convenção de Montreal. A funcionária referi que não abria o relatório por não se justificar, pelo que solicitei o livro de reclamações. (Reclamação 35612159) Tendo em conta que os danos inviabilizam a utilização segura do artigo, solicito a reparação da mala ou, caso esta não seja possível, a devida indemnização para substituição do artigo por um equivalente. Aguardo a resolução do processo Tentei preencher a reclamação online, mas o sistema deu sempre erro. Cumprimentos,
Falta de respeito
Dia 22 de julho de 2026 no aeroporto de Lisboa terminal 2 pelas 19h a rapariga que estava na parte de despachar as malas de porão foi muito rude, mal educada e ainda riu da minha cara foi muita falta de respeito o colega reparou e pediu desculpa.
Bagagem e tratamento
No dia 16 de julho a minha filha viajou de Valência para Lisboa com a Ryanair. Foi mal tratada por quem estava na porta de embarque Voo FR1769. Foi forçada a pagar 50€ por excesso de volume ( bastava ter tirado 2 camisolas ), apesar das tentativas de pedido para reorganizar a mochila foi-lhe negado, enquanto outros passageiros puderam ajustar as suas malas. Disseram-lhe que não tinham tempo a perder uma vez que estavam atrasados. O staff também forçou a amiga da minha filha a voltar para trás alegando que a mala de tira-cola era da Joana o que não é verdade. E queriam que a amiga paga-se também 50€. A Joana sofreu também coação psicológica quando lhe disseram: " Pagas o valor ou ficas em terra. " A mochila teve que ir para o porão e veio suja e em mau estado. Exigo que o Ryanair seja responsabilizada pelo sucedido, muita falta de empatia e profissionalismo. E tendo em conta que nas cabines do avião iam malas com rolas e maiores que a mochila da Joana.
Cobrança indevida de taxa em viajem de regresso por dimensão de bagagem
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal e requerer o reembolso imediato do valor de 60 euros (sessenta) cobrado indevidamente no aeroporto de Malta (MLA-OPO- voo nº FR 1509) no dia 03/07/2026, sob o pretexto de "dimensão excessiva" da bagagem de mão da minha filha Maria Oliveira. A referida bagagem realizou o voo de ida correspondente a 28/06/2026, no Voo FR 1510 OPO-MLA sem qualquer entrave, verificação negativa ou cobrança de taxas por parte dos vossos serviços no aeroporto do Porto. A mala não sofreu qualquer alteração de conteúdo ou volume entre as duas viagens. A aplicação desta taxa apenas na viagem de regresso demonstra uma clara inconsistência nos critérios de verificação da companhia e uma violação do princípio da boa-fé contratual. O passageiro não pode ficar dependente do arbítrio ou da interpretação subjetiva de funcionários em diferentes aeroportos. Mais acrescento que os Tribunais Portugueses já declararam ilegal a cobrança de suplementos por bagagem de cabine que cumpra os requisitos gerais de segurança. Grata pela atenção, Catarina Isabel Pascoal Dourado (Mãe de Maria Dourado Oliveira)
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