Reclamações públicas

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A. G.
15/06/2026

Mala desaparecida no Flixbus

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal e solicitar indemnização pelos prejuízos sofridos em consequência do desaparecimento de uma mala que ficou no autocarro da FlixBus na viagem acima identificada. Após me aperceber da situação, preenchi o formulário de participação de objeto perdido disponibilizado pela FlixBus, com a identificação da viagem e a descrição da mala. Para além disso, contactei telefonicamente a empresa por inúmeras vezes, solicitando informações sobre o paradeiro da bagagem e o andamento do processo. Apesar das diligências efetuadas da minha parte, passou já um período significativo desde a data da viagem sem que me tenha sido apresentada qualquer resposta conclusiva, solução efetiva ou devolução da mala. A ausência de resposta e de acompanhamento adequado agravou os prejuízos e transtornos causados. A mala continha bens pessoais de valor material e pessoal, nomeadamente: carteira da Luís Viton, roupa, calçado, objetos pessoais, lembranças, maquina fotográfica, umas compradas em Londres, outras compradas para as férias em Londres, enfim muito prejuizo. Tendo em conta o tempo decorrido, a falta de resposta e a não localização da mala, venho solicitar a abertura imediata de procedimento de indemnização, com vista à compensação dos prejuízos sofridos pela perda da bagagem. Solicito ainda que me seja enviada, por escrito, informação clara sobre todas as diligências efetuadas pela FlixBus, incluindo a verificação junto do motorista, equipa de limpeza, terminais, pontos de apoio e serviços de objetos perdidos relacionados com a referida viagem. Caso a mala não seja localizada e devolvida de imediato, solicito que a FlixBus proceda ao pagamento de uma indemnização pelo valor dos bens perdidos, apesar de estar siente de que existem valores que não são calculáveis, exijo que seja nada menos do que as faturas de alguns dos bens referidos, conforme anexo a esta carta, o que corresponde a um montante de cerca de 1200 euros. Mais solicito que a presente reclamação seja tratada com caráter urgente, uma vez que foram já utilizados os meios de contacto indicados pela empresa, sem que tenha sido obtida uma resposta satisfatória. Passageira titular Ana Santos Número de reserva 332 789 3712 Percurso Maia - Coimbra Data da viagem segunda-feira, 30 de março de 2026 Hora de partida 21h45 - Porto (Aeroporto), P8 - Parque de Estacionamento BUS, 4470-558 Maia Hora de chegada 23h55 - Coimbra, Rua do Padrão, 3000-109 Coimbra Rota N795B - direção Aeroporto de Madrid (T4) Operador FLIXBUS PORTUGAL UNIPESSOAL, Lda. Lugar da passageira 20B Bagagem incluída na reserva 3 x mochila pequena e 3 x bagagem de porão

Em curso
N. S.
08/06/2026

Bagagem alegadamente fora de medida

Exmos Senhores Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao tratamento que me foi dado no aeroporto de Málaga aquando do embarque num voo da Ryanair com destino ao Porto, bem como relativamente à cobrança de 50€ associada à alegada desconformidade da minha bagagem de cabine. No momento do controlo da bagagem, fui informado por uma funcionária de que a minha mala excedia as dimensões permitidas. Discordei da avaliação e foi-me pedido que colocasse a mala no medidor existente junto à porta de embarque. Conforme se comprova pela fotografia tirada no momento, a mala entrou efetivamente no compartimento destinado à verificação das medidas. Apesar disso, a funcionária insistiu que “considerava” que a mala estaria ligeiramente fora das dimensões permitidas e informou-me de forma perentória que teria de pagar imediatamente 50€, sob pena de não me ser permitido embarcar no voo. Perante esta situação, manifestei claramente a minha discordância e solicitei implicitamente que a situação fosse revista ou analisada por um superior, uma vez que não aceitava a decisão tomada apenas com base numa apreciação subjetiva, sobretudo quando a mala se encontrava dentro do medidor disponibilizado pela própria companhia. Contudo, o ambiente criado pela funcionária foi intimidatório, conflituoso e arrogante, gerando enorme pressão emocional. A minha esposa ficou extremamente nervosa e aterrorizada com a possibilidade de sermos impedidos de embarcar e, perante a ameaça de não podermos viajar, acabou por efetuar o pagamento dos 150€ de imediato, apenas para evitar maiores problemas porque a funcionária tembem dizia que mais 2 malas de familiares também excediam as dimensões sem as verificar. Acresce que realizei a viagem Porto–Málaga com exatamente a mesma mala e sem qualquer problema ou observação por parte da Ryanair no aeroporto de partida, o que reforça a inconsistência da decisão tomada em Málaga. Assim, venho solicitar: A reapreciação desta situação; O reembolso do valor de 50€ cobrado indevidamente na minha mala; O esclarecimento sobre os critérios aplicados naquele embarque; A análise do comportamento da funcionária envolvida, tendo em conta a postura intimidatória e desadequada adotada perante os passageiros; O envio da respetiva fatura/comprovativo fiscal do pagamento efetuado. Anexo à presente reclamação a fotografia tirada no momento da verificação da bagagem, onde é visível que a mala se encontrava colocada dentro do medidor disponibilizado pela companhia.

Em curso
L. S.
29/05/2026

Reclamação por troca/furto de mala em viagem Lisboa Oriente – Mirandela (22 de maio)

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente ao desaparecimento da minha mala durante a viagem efetuada no dia 22 de maio de 2026, no percurso Lisboa Oriente – Mirandela. Dados da viagem: Reserva: 18OIB9APW0 Bilhete nº: 5102699536 Código da viagem: 31508 Lugar: 29 Partida: Lisboa Oriente, às 14h00 Chegada: Mirandela, às 19h30 Fatura nº: WEBSD26/01343138 Documento de identificação: 06058247 O autocarro não seguia muito cheio e efetuou cerca de quatro paragens durante o percurso. Em várias dessas paragens saíram mais passageiros do que os que entraram. Ao chegar a Mirandela, fui a única passageira a sair naquele destino. A minha mala encontrava-se na zona reservada às bagagens destinadas a Mirandela. No entanto, no local onde tinha colocado a minha mala encontrava-se um trolley semelhante. O meu genro retirou a bagagem e colocou-a no carro, mas pouco depois apercebi-me de que aquela mala não era a minha, pois a minha era preta e a que recebi era cinzenta escura. Quando abri a mala confirmei, com enorme desilusão, que alguém tinha levado a minha mala, deixando no lugar dela uma mala com roupa suja masculina. No dia seguinte, sábado, entreguei imediatamente essa mala ao funcionário da Rede Expressos em Mirandela. Infelizmente, fui atendida com falta de empatia e de consideração, tendo o funcionário insinuado que eu poderia ter ficado indevidamente com a mala de outra pessoa, o que considero profundamente desagradável e injusto, sobretudo numa situação em que fui lesada e tive a honestidade de entregar prontamente a bagagem encontrada. Nesse mesmo dia preenchi também o formulário online de Perdidos & Achados disponível no site, pois não atendem o telefone. Solicito que sejam efetuadas diligências urgentes para localizar a minha mala e identificar o passageiro que levou a bagagem errada, nomeadamente através: * da verificação das listas de passageiros; * dos destinos intermédios da viagem; * de eventual contacto com passageiros que tenham saído antes de Mirandela; * e da averiguação junto do motorista relativamente à recolha das bagagens. Agradeço igualmente informação sobre os procedimentos previstos nestas situações e eventual responsabilidade da transportadora. Fico a aguardar uma resposta rápida e uma solução adequada para este caso. Visto que já fiz para a rede expressos e não entram em contato comigo Com os melhores cumprimentos, L. S.

Em curso
J. V.
23/05/2026

Bagagem

Venho por este meio reclamar sobre o processo ROR00000000045545448 (Mar 2026), ROR00000000045559261 (6 Abr) e ROR00000000045573975 (20 Abr). A Ryanair ofereceu apenas 50€ de compensação. Acabei por aceitar esse valor para evitar mais atrasos, e o portal confirmou que o pagamento seria feito em 14 dias. Passado esse prazo, abri novo caso, mas continuam a transferir o processo (primeiro por problema de email e depois para a Airhelp), sem qualquer resolução. Anexo todos os prints das reclamações, confirmação do portal e conversa do chat para que possam verificar a situação completa. Exijo o pagamento urgente do valor acordado e o fim deste tratamento procrastinatório. Aguardo resolução imediata. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
C. P.
15/05/2026

Obrigação de bagagem para o porão no embarque

Exmo.(a)s, Venho apresentar reclamação relativamente ao tratamento dado à minha bagagem de cabine no voo TP1863, de Lisboa para Ponta Delgada, no dia 14 de maio. A minha mala cumpria as dimensões permitidas para bagagem de cabine indicadas pela companhia. Ainda assim, apenas no momento do embarque fui informada de que teria obrigatoriamente de seguir para o porão. Importa ainda referir que eu vinha já de um voo anterior da TAP com atraso, proveniente de Sevilha, pelo que toda esta situação representou uma dose adicional de stress e transtorno numa viagem que já decorria com constrangimentos. Perante a decisão de colocar a mala no porão, solicitei a possibilidade de efetuar uma Declaração Especial de Valor para a bagagem, uma vez que esta iria passar a ser transportada no porão por imposição da companhia. Esse pedido foi recusado com a justificação de que deveria ter sido feito anteriormente, no check-in. Ora, esta situação é manifestamente contraditória, porque até ao momento do embarque a bagagem era considerada bagagem de cabine, não existindo qualquer indicação prévia de que seria despachada. Assim, não me foi dada uma oportunidade real e efetiva de exercer esse direito no momento em que a natureza do transporte da bagagem foi alterada pela própria companhia. Acresce que, conforme pude observar após o embarque concluído, existiam ainda vários compartimentos de cabine com espaço disponível suficiente para acomodar malas com dimensões idênticas à minha, o que torna esta decisão ainda mais difícil de compreender do ponto de vista operacional. Considero, por isso, que fui colocada numa situação injusta e sem possibilidade prática de proteger adequadamente os meus bens, apesar de a alteração ter resultado exclusivamente de uma decisão operacional da TAP. Ficou por entender: - o fundamento concreto para a recusa da bagagem na cabine, apesar de cumprir as medidas permitidas; - o motivo pelo qual foi recusada a Declaração Especial de Valor no momento em que a bagagem passou a ser obrigatoriamente transportada no porão; - quais os procedimentos previstos pela lei para garantir que os passageiros conseguem exercer esse direito em situações idênticas. Com os melhores cumprimentos, Carla Pacheco

Encerrada
T. D.
14/05/2026

Bagagem-de-Cabine Despachada para o Porão Momentos Antes Do Embarque

Venho por este meio reportar uma falha grave na prestação de serviço por parte da equipa de assistência em escala e de cabine do voo TP1361, operado no dia 14/05/2026, com partida de Londres (Heathrow) em direção a Lisboa às 16:35 (hora local). A presente reclamação incide sobre a obrigatoriedade imposta pelos agentes da TAP, na zona de embarque, de despachar algumas bagagens de cabine para o porão, sob a pressão de os passageiros não serem autorizados a embarcar caso não acedessem a tal requisito — pedido este realizado apenas na última meia hora antes do embarque. Os critérios de seleção não foram transparentes, o que levanta questões sobre a existência de privilégios injustificados, contrariando o benefício generalizado dos passageiros de classe económica poderem transportar a sua bagagem de mão na cabine. Baseio esta reclamação nos seguintes quatro pontos: 1. Falta de transparência no ato da compra: Deveria ser explícito, no momento da aquisição do bilhete, que o transporte da bagagem de mão na cabine não é garantido para todos os passageiros de classe económica. Se este benefício é exclusivo de outras classes, tal deve ser comunicado de forma inequívoca desde o início. 2. Falta de comunicação atempada: A informação de que as bagagens deverão ser despachadas deveria ser enviada antecipadamente (via SMS ou e-mail). A comunicação tardia gera situações de falta de civismo, em que passageiros, para evitarem a futura espera no carrossel de malas, acabam por remover as etiquetas de despacho ou procurar favores junto de outros passageiros beneficiados por critérios desconhecidos. 3. Ausência de justificação fundamentada: A razão para esta alteração de expectativas deve ser clara. Se a razão é evitar mais atrasos e/ou a perda dos slots aeroportuários, tal deve ser assumido pela equipa com o devido pedido de desculpas. No caso deste voo, após o embarque, verificou-se que a cabine tinha espaço suficiente para acomodar mais bagagens, conforme demonstram as imagens em anexo. 4. Recorrência do incidente: O volume de queixas semelhantes em plataformas públicas (como o Portal da Queixa) demonstra que esta situação não é uma exceção, mas sim uma prática recorrente da companhia para com os seus clientes. Face ao exposto, aguardo um esclarecimento sobre os critérios utilizados e sobre as medidas que a companhia pretende tomar para mitigar estes transtornos no futuro. Atentamente,

Encerrada
A. D.
12/05/2026

Cobrança Indevida sob Coação, Retenção de Documentos e Práticas Abusivas no Embarque – Voo FR 184

Eu, Ana Cristina da Cruz Domingues Constantino, na qualidade de passageira do voo FR 184, com partida do Aeroporto de Agadir (Porta 1) às 20h50 do passado dia 3 de maio, venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Ryanair, reportando factos graves ocorridos durante o embarque, relativos à reserva PNR S2Q7GW, que me envolveram a mim e à minha filha, Maria José de Aragão eCruz Domingues Constantino. Durante o procedimento de embarque, foi-nos exigido um pagamento adicional de cerca de 150 € (aprox. 75 € por passageira), sob o pretexto de que as nossas malas de cabine excediam as dimensões permitidas. Esta justificação é falsa; dispomos de prova fotográfica e testemunhos presenciais que confirmam que as malas cabiam integralmente no medidor oficial da Ryanair, facto inclusivamente reconhecido por um dos agentes presentes. Inadmissivelmente, os agentes de escala retiveram os nossos cartões de embarque e passaportes, utilizando estes documentos como meio de pressão para nos obrigar ao pagamento. Fomos colocadas perante um constrangimento económico e psicológico ilegítimo, sendo o pagamento realizado sob coação. Mais se informa que foi recusado o pagamento em numerário e, após o pagamento por cartão, as malas foram enviadas para o porão sem que nos fosse permitido salvaguardar bens de valor, documentos e equipamentos. Adicionalmente, ao contestar a cobrança, fui alvo de ameaças de detenção e impedimento de viajar. A postura dos agentes foi agressiva e humilhante, culminando numa ingerência abusiva na minha vida privada ao exigirem a inspeção de conteúdos no meu telemóvel. Estes factos configuram uma violação grave do contrato de transporte, práticas comerciais abusivas e ofensas aos direitos de personalidade e integridade moral, violando, entre outros: - O dever de boa-fé e o regime de responsabilidade contratual (Art. 762.º, 798.º e segs. do Código Civil); - O direito à restituição por enriquecimento sem causa (Art. 473.º do Código Civil); - A Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96); - A jurisprudência do TJUE relativa à bagagem de mão como elemento necessário do transporte. Face ao exposto, já solicitei à Ryanair e às autoridades policiais locais: 1. O reembolso integral e imediato dos valores cobrados indevidamente; 2. O pagamento de indemnização por danos não patrimoniais (ansiedade, humilhação pública e perturbação emocional); 3. A identificação da empresa de handling e dos agentes envolvidos ; 4. A preservação imediata de todos os elementos de prova (CCTV, registos de embarque, etc.); 5. A confirmação da abertura de uma investigação para apuramento dos factos aqui denunciados. Até ao momento não obtive quaisquer respostas, pelo que, considerando as vossas atribuições, apresento para os devidos e legais efeitos a presente reclamação.

Encerrada
A. S.
04/05/2026

Extravio de bagagem

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação e solicitar o vosso apoio relativamente a um caso de extravio de bagagem ocorrido num serviço prestado pela empresa Rede Expressos. No dia 02/04/2026, realizei uma viagem entre Sete Rios e Portalegre, durante a qual transportava uma mala no porão do autocarro, conforme procedimento habitual imposto pela transportadora. À chegada ao destino, a referida bagagem não foi entregue, tendo sido indevidamente retirada por terceiros, situação que demonstra uma clara falha nos mecanismos de controlo e segurança da empresa. Importa salientar que: A empresa não assegura qualquer sistema eficaz de verificação ou controlo na entrega das bagagens; A recolha das malas é feita livremente, sem confirmação da titularidade; Os passageiros não têm alternativa viável para transportar consigo todos os seus bens pessoais. Apesar destes factos, a Rede Expressos recusou qualquer responsabilidade, alegando a ausência de identificação da bagagem. No entanto, tal argumento não afasta o dever de vigilância e guarda que recai sobre a transportadora, nem elimina a sua responsabilidade por falhas no serviço prestado. Considero, assim, que houve incumprimento das obrigações contratuais e violação dos direitos do consumidor, resultando em prejuízos materiais que estimo em aproximadamente 300€. Face ao exposto, venho solicitar a intervenção da DECO no sentido de: Avaliar a responsabilidade da transportadora à luz da legislação aplicável; Apoiar na obtenção da devida indemnização pelos danos sofridos; Indicar os meios legais ao meu dispor para defesa dos meus direitos. Anexo cópia dos documentos relevantes, incluindo bilhete de viagem, comunicações com a empresa e lista dos bens perdidos. Comunicações com a empresa: https://portaldaqueixa.com/brands/rne-rede-nacional-de-expressos-lda/complaints/rede-expressos-bagagem-perdida-durante-a-viagem-153093426 Lista de bens perdidos: Mala de viagem (60€); Roupa de marca, que inclui calças, camisas e um colete (120€); Ténis desportivos (20€); Roupa interior, várias peças (20€); Toalhas de banho (10€); Lancheira e tupperwares (30€). Sem outro assunto de momento, aguardo o vosso parecer. Com os melhores cumprimentos, Afonso Silva 935078096 afonso.miranda.santos.silva@gmail.com

Encerrada
H. F.
28/04/2026

Bagagem não permitida baseado no humor do motorista

No dia 28 de abril às 15 e 50, autocarro que segue para o Porto com a minha entrada na Guarda, tento embarcar com o meu saco que alberga um instrumento musical, com o qual viajo à 20 anos com a Rede de expressos e o motorista dizme que não posso levar comigo, junto anexo fotos de mochilas cujo conteúdo desconheço mas pode pesar 20kg ao contrário do meu saco (1.7kg) e que alegremente o condutor permitiu. O meu instrumento é crucial para mim e custa 3.000e, difícil de adquirir outro se algo se danifica. Levo 20 anos a viajar com esta companhia e é a primeira vez que tal sucede. É triste e além de retirar confiança na empresa e nos seus profissionais, aquire uma noção arbitrária dos valores desta empresa. Saliento que o motorista em questão não é o que fez o trajecto Guarda - Porto - Guimarães mas o que anteriormente fez o percurso que acabou o turno na estação da Guarda. Como podem ver nas fotos, os critérios são arbitrários....

Resolvida
C. S.
28/04/2026

Bagagem perdida

Ex. Mos Senhores, Em primeiro lugar, informar de que o número que diz ser da fatura, é na verdade o número da minha reserva de autocarro, que efetuei com a Empresa "Flixbus". Efetuei uma viagem de autocarro com a Flixbus entre Paris e Bordéus, para depois, em Bordéus, apanhar outro para Lisboa, e o autocarro que fazia a ligação entre a cidade de Paris e a cidade de Bordéus, fez uma paragem numa estação de serviço, em plena autoestrada A10 em Potiers, e o motorista, disse para os passageiros, que tinham 30m para comer algo ou ir ao wc. Como o autocarro ficou fechado e sem ninguém no interior, deixei a minha mochila no meu assento de passageiro (3A), mesmo nas costas do motorista, assim como, um sobretudo e uma almofada de pescoço, dado que, a minha mala de 23kg, seguia no porão do autocarro e eu não tinha acesso à mesma. Saí do autocarro, e a primeira coisa que fui fazer, foi comprar uma sandes embalada e um ice tea, do qual tenho recibo. Nem sequer fui ao wc, fui só comprar uma garrafa de água, e quando saio para o exterior, em direção ao autocarro, o mesmo já havia partido, antes dos 30m concedidos, e com toda a minha bagagem no seu interior. Só fiquei com a roupa do corpo, a carteira e o telemóvel, nada mais. Fui pedir ajuda aos funcionários da estação de serviço, que só falavam francês, e eu inglês, dizendo-lhes que o meu autocarro havia partido sem mim. Ficaram extremamente chocados e admirados e não sabiam o que fazer, nem eu, que estava sozinho em França, não falava francês, e só pensava na minha bagagem e no outro autocarro que eu tinha marcado e pago para fazer o trajeto de Bordéus para Lisboa e que iria partir às 18:10h. Foi então que me sugeriram que fosse para a estação de comboios de Potiers e dali apanhasse um comboio para Bordéus. Chamaram um táxi, que me cobrou cerca de 67€, cheguei à estação de Potiers, e o TGV para Bordéus só tinha 1 lugar em 1ª classe, e paguei cerca de 80€ pelo bilhete, sendo que, a hora prevista de chegada do comboio a Bordéus seria às 17:45h, ou seja, 25m antes da partida do autocarro para Lisboa. Quando cheguei à estação de comboios de Bordéus, tive de apanhar outro táxi e pagar mais 15€ até à estação onde o autocarro para Lisboa se encontrava. Cheguei a essa estação (Saint Jean Paludate), e vi logo o autocarro que ia para Lisboa, mas não tive tempo, para ir procurar o outro autocarro que me havia abandonado na estação de serviço com a minha bagagem no interior, porque corria o risco de perder o último autocarro de regresso a Portugal. Ainda antes de chegar a Portugal, fiz logo uma participação no site da Flixbus, na área da bagagem e expliquei o que aconteceu. Quando cheguei a Lisboa na manhã do dia seguinte, fui ao balcão da Flixbus no Oriente, que apenas servem para vender bilhetes, e a funcionária, aconselhou-me a apresentar uma reclamação no Livro de Reclamações online, o que foi feito, depois de chegar a casa. Como resido em Vila Franca de Xira, tive ainda que apanhar um Uber para a minha casa, não tinha as chaves de casa para entrar, tive que saltar pela minha janela da cozinha, partindo o vidro da janela, e no interior da habitação, eu tinha outra cópia da chave. Desde a 2f dia 13/04, que supostamente ia trabalhar, que não fui, como é óbvio, tive de colocar um dia de férias, e desde então, tenho feito reclamações, atrás de reclamações, em todos os locais, e não tive ainda nenhuma resposta às minhas reclamações, nem um contacto da Flixbus, para dar uma explicação ou pedir desculpa pela atitude do motorista, e continuo sem saber onde está a minha bagagem e se a vou ter de volta, já que, tudo o que era mais importante e valioso, estava na mala e na mochila, que ficou num autocarro da Flixbus, que agora não pode dizer que não tem culpa ou responsabilidade pelo que aconteceu. Se dúvidas existirem, basta verem a hora de chegada do autocarro à estação de serviço de Potiers e a hora da partida, através das câmaras de vigilância e com os funcionários da estação. Não sei mais a quem recorrer, ainda mandei um email para o Consulado Português em Bordéus, que me aconselhou a fazer a reclamação no site da Flixbus (o que já estava feito à muito tempo) e que contactasse a polícia francesa. Eu contactei a polícia francesa, mas eles disseram que não podiam fazer nada, porque não tinha sido um roubo! Então alguém que foge com a nossa bagagem e nos deixa em terra é o quê? A minha mala de porão tem uma etiqueta com uma referência, e essa referência tem os meus dados (nome, morada, contato telefónico, email, etc.), bastava me contactar. O motorista quando chegou a Bordéus, não viu que a mochila atrás de si, se encontrava sozinha? Não viu que a mala de porão, estava sozinha, sem ser reclamada? Ou alguém se aproveitou desse facto, e ficou com a mochila e a minha mala?

Encerrada

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