Reclamações públicas
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Ambulância sem rampa
Joaquim Ricardo Marques Aleixo – Venho reclamar da empresa Loures Macas NIF 504027140, sita na Rua dos Combatentes do Ultramar, 157 2760-506 Loures Por: - No dia 15/6/2026, foi pedido pelo Hospital de Cascais, o transporte de ida para o Hospital e retorno para a minha morada uma ambulância com rampa e que transportasse uma doente (com incapacidade motora) em cadeira de rodas (nossa). A ida de decorreu normalmente. Cerca das 18H45, foi solicitado o retorno pelos serviços do Hospital. Às 20HOO a ambulância ainda não tinha aparecido. Apareceu cerca das 20H30, depois de várias chamadas, mas sem rampa . Das 6 chamadas efectuadas, a funcionária não atendeu 3 e nas que atendeu não resolveu o problema do transporte. Apesar de dizer que à doente nessa tarde tinha sido colocado um cateter, a solução encontrada, era içar a doente para a ambulância por baixo das axilas. Não aceitei. A senhora que atendeu 3 dos 6 telefonemas não fez o mínimo esforço para resolver o problema criado pela empresa, revelou grande antipatia e nem me informou que a ambulância destinada ao retorno não tinha rampa. A reclamação é sucinta porque já enviei e mail para a empresa e para serviços do Hospital, serve a mesma também de precaução para futuros utentes e à Loures Macas que quando aceita um serviço, cumpra com o que é pedido e aceitou. Relembrar à empresa que tenha a sensatez para não cobrar serviços não efectuados.
Reembolso em atraso á demasiado tempo
Dei entrada nas urgências da Cuf Santarém no dia 25 de Maio com uma apendicite aguda, dei entrada em internamento e paguei 1500€ de caução, após a cirurgia recebi fatura da mesma no valor de cerca de 480€, sendo que tenho um reembolso a receber de cerca de mais de 1000€. Está quase a perfazer um mês desde a cirurgia e até agora não fui reembolsado do valor em falta. A cerca de semana e meia dirigi-me ao piso da administração e foi-me dito que iriam reforçar o pedido, até agora continua tudo igual.
Aconselhamento e encaminhamento errado
Exmos Senhores, Lamento ter que constatar que fui muito mal atendida no dia 06.06.2026 quando liguei para a Saúde 24. A triagem é ridícula demorada e trata pessoas como robôs. A chamada de Péssima qualidade. Fui encaminhada para SAC O administrativo não conhecia de todo o seu trabalho e não sabia dar informações sobre rigorosamente nada. Disse apenas que me podia dar a morada do local nem sequer sabia que eu receberia um SMS com essa informação. Vergonhoso a qualidade dos trabalhadores. Enfim chego para a minha consulta marcada pela SNS 24 e dizem me que o médico está de greve às horas extras mas não há forma de comunicar com a saúde 24. Brincam com o consumidor doente. O que eu penso é se somos obrigados a ligar para obter uma consulta pela menos deveria haver qualidade neste atendimento. O que tudo isto faz é quer é que cada vez mais pessoas se dirijam ao privado. Lamento que esta reclamação não chegue a quem toma estas decisões. Ligo imensas vezes para a saúde 24 e só encontro profissionais muito desmotivados com empatia mínima.
Pré Autorização PA0434175 - FELIPE OLIVEIRA ARRUDA
Sou cliente Médis (Apólice n.º DI56250887) e apresento esta reclamação devido à recusa de autorização de uma cirurgia ortopédica necessária para correção de uma rotura traumática do grande peitoral, devidamente comprovada por exames de imagem e relatórios médicos. A Médis fundamenta a recusa numa alegada situação de pré-existência. Contudo, esta decisão ignora um facto essencial: antes da atual apólice Médis, eu encontrava-me segurado através da apólice Zurich n.º 009940056, tendo posteriormente transitado para a Médis sem interrupção da proteção de seguro de saúde. Durante a transição foi-me transmitido que existiria continuidade de cobertura, sem aplicação de novos períodos de carência, motivo pelo qual mantive o seguro e continuei a suportar os respetivos custos. Após a recusa inicial, solicitei formalmente a reapreciação do processo, apresentando toda a documentação clínica e contratual necessária. Apesar disso, a resposta da Médis limitou-se a reiterar a recusa, referindo uma data clínica considerada relevante para análise de pré-existência, sem esclarecer: * Qual a cláusula contratual concreta que fundamenta a decisão; * Como foi analisada a continuidade de cobertura entre a apólice Zurich e a atual apólice Médis; * Qual o enquadramento contratual aplicado à transição entre os dois seguros; * Nem por que motivo essa continuidade não foi considerada na decisão final. Entendo que uma decisão com impacto tão relevante na saúde do segurado deve ser devidamente fundamentada e não pode ignorar elementos essenciais do histórico contratual apresentado. Solicito a reapreciação integral do processo, com análise efetiva da continuidade de cobertura anteriormente existente, bem como a emissão de uma resposta técnica e contratualmente fundamentada. Considero igualmente preocupante a ausência de esclarecimentos concretos relativamente aos argumentos apresentados, obrigando o consumidor a recorrer a entidades externas para obter uma apreciação adequada do caso.
Indução em erro na celebração de contrato à distância
Em março de 2026 aderi a um plano de saúde da Medicare através de uma chamada telefónica comercial. Durante essa chamada não me foi informado que o contrato tinha duração anual nem que estava sujeita a qualquer período de fidelização. Foi-me transmitido que poderia cancelar a qualquer momento. Quando solicitei o cancelamento, fui informada de que o contrato é anual e que só poderia cancelar um ano após a adesão, o que contraria o que me foi comunicado no momento da adesão. Solicitei acesso à gravação da chamada ao abrigo do RGPD. A empresa pediu o motivo do pedido, ao qual respondi. Decorridos mais de 30 dias não obtive qualquer resposta, em violação do prazo legal. Já apresentei reclamação no Livro de Reclamações e queixa na CNPD. Solicito apoio para cancelamento do contrato sem penalização.
Medcare não aceita cancelamento
No mes de maio por volta do dia 20 contactei a Medcare manifestei a intenção de cancelar o serviço, foi-me recusado o pedido sob o argumento de terem decorrido nove dias além do vosso prazo interno. Contudo, cumpre-me invocar os meus direitos legais enquanto consumidor, face à legislação portuguesa aplicável aos contratos celebrados à distância (Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro): Extensão do Prazo de Livre Resolução (Artigo 10.º): Adicionalmente, caso aleguem vinculação, informo que nunca fui formalmente e devidamente esclarecido por escrito quanto ao direito de livre resolução antes do contrato. Nestes termos, o prazo legal de 14 dias para desistência foi prorrogado por 12 meses, pelo que o meu pedido se encontra integralmente dentro do prazo legal aplicável.
Encomenda não recebida
Caros senhores, Venho por este meio expressar o meu profundo descontentamento com o atendimento da Loja Saúde. Procedi à encomenda LS_36614 no passado dia 13 de maio, paguei um envio expresso e até agora nada me chegou e nem têm a hombridade esclarecer a situação. Limitam-se a enviar e-mails automáticos a referir problemas com a equipa. Já fiz várias tentativas de contacto e, não tendo obtido qualquer resposta, exigi o reembolso o valor pago. Quase um mês depois, continuo sem resposta, sem encomenda e sem reembolso. É uma situação completamente inadmissível.
Encomenda não recebida
No dia 11 de Maio de 2026 efetuei uma encomenda no site da Loja Saúde, tendo procedido ao respetivo pagamento de imediato. Após a compra, recebi um email de confirmação da encomenda, no qual era indicado que a mesma seria processada e enviada num prazo máximo de 5 dias úteis. Contudo, até à presente data, a encomenda não foi entregue. No dia 19 de Maio de 2026 enviei um email a solicitar um ponto de situação relativamente à encomenda, mas não obtive qualquer resposta. Posteriormente, apresentei igualmente uma reclamação diretamente no site da Loja Saúde, solicitando o cancelamento da encomenda e a devolução do valor pago, sem que tenha recebido qualquer resposta ou contacto por parte da empresa. Já passaram 21 dias úteis desde a data da encomenda e continuo sem receber os produtos adquiridos nem o reembolso do montante pago. Face ao exposto, solicito a devolução integral do valor pago com a maior brevidade possível.
Troca e/ou devolução não aceite
Foi efectuada uma encomenda no dia 2 de junho de 2026 e relizado o paamento do valor total do mesmo. No dia seguinte o produto chegou (apoio de braço pediátrico) mas o tamanho não era adequado e não foi apresentada nenhuma solução adequada à criança. Recusaram-se a devolver o dinheiro ou a dar um vale para gastar noutra altura. Foram compradas umas sandálias no dobro do valor, mas chegando a casa apercebi-me de que as mesmas tinham aspecto de usadas e que não eram suficientemente confortáveis. Dirigi-me à loja para trocar, mas a troca e/ou a devolução foi recusada. Não apresentaram qualquer alternativa.
Cancelamento de contrato não processado, renovação automática não consentida
Sou cliente da Medicare desde 2024 e venho por este meio apresentar reclamação formal pela violação dos meus direitos enquanto consumidor, nomeadamente: falta de informação clara sobre a cláusula de renovação automática na adesão ao contrato; incumprimento da empresa em processar o cancelamento solicitado; e cobrança indevida após confirmação escrita, por parte da própria Medicare, da não renovação do contrato. — Cronologia dos factos — Em 2024, aquando da adesão ao plano de saúde Medicare, não fui devidamente informado, de forma clara e inequívoca, da existência de cláusula de renovação automática. A informação, a ter sido prestada, foi-o de modo sumário e não compreensível, o que constitui incumprimento do dever de informação previsto na lei do consumidor. Em 2025 (data aproximada), contactei a Medicare para solicitar o cancelamento do contrato. Fui informado de que não era possível cancelar durante a vigência do contrato, mas deixei expresso e inequívoco o desejo de não renovação para o período seguinte. Esse registo não foi efetuado pelos serviços, contrariando as minhas instruções. Em agosto de 2025, em contacto com uma atendente, reafirmei o desejo de não renovação para o período 2026/2027. A atendente não registou o pedido nem me deu qualquer retorno. 03 de abril de 2026 — Foi feriado. No primeiro dia útil após o feriado, dentro do prazo de um mês antes do vencimento do contrato (03 de maio de 2026) que me havia sido indicado como prazo limite —, contactei novamente a Medicare para formalizar o cancelamento. No dia 06 de abril de 2026, enviei email a relatar a situação e a solicitar resolução. No dia 16 de abril de 2026, a Medicare respondeu a informar que o contrato ficaria ativo até maio de 2027, alegando que o agendamento de cancelamento havia sido realizado para essa data. No mesmo dia, respondi por email a exigir o cancelamento imediato, invocando o pedido já efetuado em agosto de 2025. No dia 17 de abril de 2026, recebi email da Medicare com o seguinte teor: confirmação de que o plano ficaria ativo até ao término do mês de maio de 2026, com débito da última mensalidade nesse mês. Apesar desta confirmação escrita, fui cobrado no mês de junho de 2026. Ao verificar o portal, o contrato encontrava-se ainda ativo. Em contacto com um atendente, fui informado de que o email de 17 de abril "não constava no sistema" e que poderia ser "um erro de digitação", sendo-me solicitado que reenviasse o referido email para verificação. Esta resposta é inadmissível e coloca em causa a minha boa-fé enquanto cliente. — Pedidos — Face ao exposto, solicito: 1. O cancelamento imediato do contrato, sem qualquer encargo adicional; 2. O reembolso integral do valor cobrado indevidamente no mês de junho de 2026; 3. Confirmação escrita, no prazo máximo de 5 dias úteis, do cancelamento efetivo e da data de cessação do contrato. Informo ainda que, caso não seja obtida resposta satisfatória, procederei à apresentação de reclamação junto do Livro de Reclamações, da Entidade Reguladora da Saúde (ERS), da DECO e de demais entidades competentes. Junto como prova o email de 17 de abril de 2026, enviado pela própria Medicare, que confirma a não renovação e o término do contrato em maio de 2026. Aguardo resposta no prazo de 5 dias úteis.
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