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Apólice e Cartão não associados
Exmos. Senhores, Subscrevi o seguro Médis Light + Dental, que não tem período de carência, a 11/02/25. Enviei autorização de débito direto a 11/02, confirmada via email a 24/02, embora o seguro já aparecesse ativo na App desde 14/02. A 20/02 realizei uma TC na Affidea IMI República (convencionados com rede Médis Light - quer o exame específico, quer o providenciador, algo que confirmei previamente ao agendamento). Por erro informático da Médis, não puderam faturar com o meu cartão . Paguei 104€ como particular (vs. 65-75€ com seguro) na forma de caução para poder fazer o exame, tendo-me sido dito, pela clínica e pela Médis, que seria devolvida a diferença aquando da resolução da questão, que ocorreria em 3-5 dias úteis. O problema persiste a 10/03, quase um mês após a subscrição. Segundo explicações da linha de apoio, tenho apólice e cartão válidos, mas não consigo utilizar o seguro porque os dois aparentam não estar devidamente associados no sistema informático da Médis. Contactei o apoio telefónico a 20/02, 24/02, 28/02, 03/03 e 10/03, recebendo sempre a mesma resposta padronizada – esperar mais 3-5 dias úteis – prazos que já excederam várias vezes sem resolução da situação. Nunca recebi comunicação escrita explanando o problema, nem qualquer informação sobre que diligências estão a ser empreendidas para o solucionar. Nunca me foi dada alternativa, nem hipótese de contactar superiores. A juntar a tudo isto, acrescenta-se que nem à minha própria área de cliente na App consigo aceder - consigo utilizar a App 1 vez logo após a sua instalação, mas após isso fica bloqueada e nunca consigo entrar na mesma a não ser que a reinstale (diz impossível estabelecer ligação, quando o telemóvel tem dados móveis, e WiFi ligados e funcionantes) e, em qualquer circunstância, não consigo visualizar informação do meu seguro ou apólice. Apesar do seguro estar "ativo", a seguradora ainda não procedeu à cobrança do prémio, mesmo autorizada para tal, e eu encontro-me impedido de usar um serviço que me comprometi a pagar. Esta situação tem-me impedido de agendar outros atos de saúde, por receio de ter de pagar na íntegra atos cobertos pelo seguro, causando-me transtornos significativos e adiamento de cuidados. Face ao exposto, impõem-se a resolução do problema técnico e explicação formal escrita do ocorrido, o reembolso do correspondente valor comparticipado pelo exame realizado, e a extensão do período de vigência do seguro por tempo igual ao que estive impedido de o usar. Cumprimentos.
Métodos abusivos!
Assunto: Reclamação contra a empresa Agilidade S.A. – Plano de Saúde AgilCare Prezados, Venho, por meio desta, formalizar uma reclamação contra a empresa Agilidade S.A., responsável pelo plano de saúde AgilCare, devido a uma cobrança indevida e prática abusiva em relação à renovação do contrato. Contratei o plano de saúde em fevereiro de 2024, com o primeiro pagamento efetuado em março de 2024. No dia 08 de março de 2025, entrei em contato com a empresa para solicitar o cancelamento do plano, visto que não tenho mais interesse em mantê-lo e, no momento, estou desempregada, sem condições de arcar com os custos. No entanto, fui informada de que o cancelamento só pode ser realizado 30 dias antes da renovação anual. Alegaram que, como eu não solicitei o cancelamento em janeiro de 2025, sou obrigada a manter o plano mesmo sem utilizá-lo. Também fui informada de que a renovação é automática, o que torna a cobrança ainda mais injustificada, pois não houve qualquer comunicação prévia sobre a necessidade de manifestação expressa para evitar a renovação. Argumentei que essa prática é abusiva, uma vez que não fui previamente notificada sobre a renovação do contrato e que a imposição de pagamento por um serviço que não estou utilizando vai contra os princípios do Código de Defesa do Consumidor. Ainda assim, a empresa se recusou a cancelar a cobrança. No dia 10 de março de 2025, recebi uma ligação do setor de controle de qualidade da empresa, e a atendente reafirmou, de forma arrogante, que não há nada a ser feito e que, independentemente da minha situação financeira ou do fato de eu não estar utilizando o serviço, terei que pagar, pois está previsto no contrato. Diante disso, solicito a intervenção deste órgão para garantir meus direitos enquanto consumidora, com base no princípio da boa-fé e no equilíbrio contratual. O que peço é: 1. O cancelamento imediato do plano sem cobrança de novas mensalidades. 2. A suspensão de qualquer cobrança indevida ou negativações em meu nome relacionadas a esse contrato. 3. A apuração da conduta da empresa, que impõe cláusulas abusivas e não informa devidamente os consumidores sobre a renovação.
Vendedores de eletricidade (porta a porta)
Exmos. Senhores, Quero reclamar das constantes visitas efetuadas todos os meses por vendedores que me batem à porta com o argumento de perguntar se o contador da eletricidade já envia automaticamente a leitura, ou então se o contador de eletricidade envia notificações automáticas. A verdadeira razão destas visitas ( que são efetuadas por todas as empresas de eletricidade ) é ver se as pessoas caem na mentira deles e assinam sem saber um contrato que os desvincula automaticamente da fornecedora de eletricidade atual e mudam para a empresa de eletricidade do vendedor que bate à porta. Literalmente todos os meses tenho que aturar isto! Na próxima chamo a polícia porque a minha escada nao é uma feira para venderem produtos! Cumprimentos. Luis Silva
Contrato
Exmos. Senhores, Em agosto de 2024, contactei o vosso apoio para saber o número do meu contrato para o rescindir. Deram-me o nº 45100028215. Enviei um e-mail a rescindir e recebo como resposta que não o posso fazer até março de 2025. Quando fui consultar as condições gerais, deparo-me com um número de contrato diferente, 000306576. Volto a contactar o apoio da medicare, ao qual sou informada que o contrato nº 000306576 foi cancelado pela medicare e esta formalizou outro com o nº 45100028215. Ao que parece, esta alteração ocorreu em 2019, aquando o vosso apoio me contactou, a informar que a Medicare iria passar a ter acordo com os hospitais CUF, inicialmente CUF de Coimbra, e que posteriormente se iria estender para outros hospitais CUF, que se revelou agora que era mentira. Em momento algum me mencionou num novo contrato. Respondi á senhora que teria que me enviar por escrito, para o meu e-mail o que me estava a dizer por telefone o que tal não aconteceu. . Para mim, o contrato que vigorou até agosto de 2024 foi o contrato número 000306576. Assim sendo, com base no decreto de lei nº24/2014, de 14 de fevereiro, artigo 5º, nº7 (que transpõe a diretiva nº 2011/83/EU do parlamento Europeu e do Conselho, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços", por isso, deixo de ter qualquer vinculo com a Medicare a partir de agosto de 2024. Cumprimentos.
Presionada e quase obrigada a fazer contrato
Exmos. Senhores, Bom dia Venho por este meio apresentar a informação que solicitei a resolução do contrato de colocação de 2 próteses auditivas feito a 5 de Março de 2025 em Loulé Senti-me pressionada e obrigada a aceitar e a fazer um contrato com um custo muito elevado do qual não tenho interesse e do qual tenho dúvida da sua necessidade, tenho direito a solicitar uma segunda opinião médica para confirmar o que me foi dito num suposto rastreio. Tentei por varias vezes recuar e informar que não queria mas praticamente não me deixaram sair sem que o fizesse, fazendo pressão psicologica a um tal termo que quando sai d o dito rastreio só tinha vontade de chorar. A pressão que fizeram para eu fazer as próteses foi enorme e inadequada, estou deveras arrependida de ter ido a um suposto rastreio que afinal aparentemente não passa de uma pressão a negócio. Assim dando cumprimento a cláusula quarta do contrato que me foi dado, afirmei inequívocamente que não quero as próteses auditivas. Aguardo resolução dao mesmo
Rescisão de contrato
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o cancelamento do meu contrato com a Medicare nº. 45100270184 Não tenho mais interesse nos serviços da Medicare, aderi a Medicare em março de 2024 na qual não me foi informado de qualquer período de fidelidade. Em setembro de 2024, conforme consta nos vossos registos fui contactado por vocês por falta de pagamento. Informei que por desemprego queria cancelar o contrato. Fui informado que teria que estar 1 ano. Assim o fiz. Agora que passou o ano , para meu espanto sou informado que teria que fazer o pedido com 30 dias de antecedência pois o contrato renova automaticamente. Informação que nunca me tinha sido facultada. Informo que o meu pedido de rescisão de contrato já vem de setembro de 2024 conformo indiquei anteriormente. Então hoje, 05/03/2025, deixo aqui expresso que não desejo renovar e desconheço fidelidade com a Medicare, por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “. Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos. Cumprimentos. Paulo Faria
Recisão de contrato
Exmos. Senhores, Peço o favor de me cancelar o contrato pois ja mandei mails e nunca obtive nenhuma resposta Como ja não estou a viver em Portugal, quero cancelar o contrato e anulação da faturas que estao a passar mas sem necessidade nenhuma pois eu liguei e avisei Numero de contrato 50100216733 Cumprimentos.
Rádio x
Fiz tratamento na smile up de Santarém em 2021, não recebi meus Raio x Fiz prótese . Gastei mais de 900€ à época. Estive lá esses dias , fui e estou a ser muito mal atendida e não me querem dar meu raio x q tenho direito . Solicito com urgência raio x oara 2a opinião no tratamento . Não querem me enviar
Reclamação ao Pedido de Anulação de Contrato - Desempregado
Exmos. Senhores, Venho por este meio expressar o meu total desagrado e incredulidade face à atitude da entidade Medicare, com sede social na Rua Rodrigues Sampaio n.º 103, 1050-279 Lisboa, e com URL www.medicare.pt, relativamente à solicitação que efetuei, tanto por telefone (chamada gravada) como por e-mail (info@medicare.pt). Decorridos vários dias desde o envio do meu pedido inicial, que se refere à anulação do contrato n.º 000410382 ao invés de receber a devida assistência, fui constantemente desmotivado, sendo enfatizadas de forma excessiva as vantagens comerciais do serviço, algo que considero absolutamente inaceitável e desrespeitoso. De acordo com a Lei nº 15/2014, de 21 de março, que regula o regime jurídico do voluntariado e estabelece as responsabilidades das entidades, é claro que as obrigações da Medicare devem ser cumpridas com rigor. A lei também garante ao utente o direito de interromper ou suspender a prestação do serviço contratado, principalmente em situações de desemprego, como é o caso, o que, lamentavelmente, não foi respeitado. O meu pedido foi completamente ignorado, sendo-me informada a única possibilidade de cancelamento na data de aniversário do contrato, ou seja, mais 11 meses de pagamentos indevidos. Este incumprimento configura uma falha grave no serviço prestado pela Medicare e na forma como tratam os seus clientes, evidenciando total falta de zelo, responsabilidade e respeito pela legislação em vigor. Deste modo, solicito o vosso apoio para uma resposta célere e eficaz ao meu pedido, para a devida resolução imediata da situação. Caso contrário, peço que me informem sobre as medidas legais que consideram necessárias para garantir a defesa dos meus direitos. Aguardo o vosso contacto urgente, para a resolução imediata deste assunto. Cumprimentos, Rui César Nunes rclnunes@net.sapo.pt 912218775
Extravio de Esqueléticas Durante Exame de TAC
Exmos. Senhores, No dia 22 de fevereiro, estive nesta unidade de saúde durante toda a tarde para tratamento. Fui chamada para realizar uma TAC e, quando me perguntaram se tinha alguma esquelética comigo, respondi afirmativamente e entreguei-as, pois não seria possível proceder ao exame com as mesmas em minha posse. Após o exame, fui liberada, mas as esqueléticas não me foram devolvidas, tendo sido-me informado que se encontravam no espólio do hospital. Contudo, ao dirigir-me ao espólio, fui informada de que as mesmas também não se encontravam lá. Peço que o hospital seja responsabilizado e que procurem me devolver as minhas esqueléticas. Nome: Maria Dulce R. Reis Gomes B. de frança R u a: La t i n o Coelho n227-2E 2750 408 Cascais Cumprimentos.
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