Reclamações públicas

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P. T.
23/01/2026

Avaria no sistema AdBlue – recusa de apoio em garantia e custos de mobilidade suportados

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativa a uma avaria no sistema AdBlue do meu veículo Citroën C4 Cactus de 2018, diagnosticada em oficina autorizada como fuga no injetor do sistema antipoluição, situação que originou a imobilização do veículo durante várias semanas. Toda a documentação técnica e o histórico de manutenções foram enviados à Citroën, sem que tenha sido apresentada qualquer análise técnica ou decisão conclusiva sobre o mérito do caso. A marca limitou-se a respostas automáticas e ao encerramento unilateral de reclamações, sem resolução efetiva. Durante o período de imobilização prolongada não foi assegurada qualquer solução de mobilidade, o que me obrigou a suportar custos financeiros diretos com transportes e aluguer de viatura, devidamente comprovados. Importa esclarecer que uma das revisões do veículo foi realizada numa oficina multimarca (Norauto), considerada pela Citroën como não integrada na sua rede preferencial de oficinas multimarca, sendo por esta apenas reconhecida a rede MyForce. Contudo, a revisão realizada em oficina multimarca encontra-se devidamente documentada e foi efetuada em conformidade com o plano de manutenção do fabricante, não podendo, nos termos da legislação europeia aplicável, constituir fundamento para exclusão de apoio ou recusa de análise do caso. Acresce que a avaria verificada no sistema AdBlue, concretamente no injetor do sistema antipoluição, não constitui peça de desgaste, nem tem qualquer relação técnica com o local onde foram realizadas revisões periódicas, pelo que a referência à rede de oficinas utilizada não é tecnicamente relevante para a apreciação do mérito da reclamação. A presente reclamação dá continuidade a vários processos anteriormente abertos junto da Citroën relativos à mesma avaria, designadamente: – Processo n.º 08521405, iniciado em 30/09/2025, correspondente à primeira reclamação apresentada sobre o sistema AdBlue; – Processo n.º 02724459, utilizado durante a fase de diagnóstico e contactos com a oficina autorizada; – Processo n.º 03121179, comunicado por email pela Citroën em 19/12/2025, com indicação genérica de que o caso se encontrava “em análise”, sem qualquer contacto ou decisão subsequente; – Processo n.º 03119245, criado posteriormente através do formulário oficial da Citroën, em cumprimento expresso das instruções da própria marca. Apesar da multiplicidade de processos e do envio reiterado de documentação técnica e comprovativa, até à presente data não foi apresentada qualquer solução efetiva, mantendo-se a ausência de resposta substancial e a transferência dos prejuízos para o consumidor.

Encerrada
J. S.
23/01/2026

ENCOMENDA COM DEFEITO

Fiz a compra no dia 20/12 a compra chegou no dia na semana passada. Entretanto fizemos a ligação da máquina tiramos as 4 travas de transporte e ajustamos o pé da máquina e a máquina faz um barulho e fica a tremer quando centrifuga. Liguei a Marca CECOTEC e me disseram que eu teria que entrar em contacto com A CASTRO para solicitar a troca visto que não fez mais do que 30 dias de recebimento. Estou desde o início da semana a tenta resolver o problema e não resolvem.

Encerrada

Pessimos servicos

Exmos. senhores, Venho deste modo apresentar uma queixa contra a Cidadeplan por negligência nos seus serviços. Esteve 10 anos na gerência de um condominio em Alcochete, nunca resolveu nenhum problema pequeno do condominio como tambem grandes problemas problemas de infiltrações no edifício e informa que no prazo de 41 deixa de exercer funções como neste momento temos problemas no edificio a resolver. Ficam deste modo avisados do pessimo serviços desta empresa.

Encerrada
E. D.
23/01/2026

Encomenda não recebida

Desde há cerca de um mês que tento obter esclarecimentos relativamente a uma encomenda que foi perdida, situação que a empresa se recusa a assumir ou resolver de forma responsável. Apesar de vários contactos efetuados, nunca obtive uma resposta concreta ou uma solução. O atendimento telefónico é extremamente deficiente, com tempos de espera superiores a 30 minutos, sem que o problema seja resolvido. Para além disso, são indicadas datas de entrega que não correspondem à realidade, criando falsas expectativas e demonstrando uma total falta de respeito pelo cliente. O serviço de apoio ao cliente é, até ao momento, o pior que já experienciei, marcado pela ausência de informação, falta de acompanhamento e inexistência de responsabilidade perante os erros cometidos.

Resolvida
J. P.
23/01/2026

Incumprimento de prazo na emissão de fatura – Reserva n.º 1198321807

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao incumprimento do prazo de emissão de fatura associado à minha reserva n.º 1198321807. No dia 19/01/2026, às 08:31, recebi da vossa parte o e-mail com a declaração de devolução do veículo, no qual consta expressamente a seguinte informação: “Fatura: Para reservas feitas através do site/aplicação da Europcar, a sua fatura estará disponível online no prazo de 48 horas na secção ‘Gerir as minhas reservas’.” Sucede que, à presente data, já decorreu largamente o prazo indicado (mais de 48 horas) e a fatura continua indisponível na área indicada. Acresce que, no dia 21/01/2026, enviei um email para reservas@europcar.com, solicitando esclarecimento e resolução da situação, sem que tenha obtido qualquer resposta até ao momento. Considero esta situação inaceitável. As regras contratuais e os prazos definidos devem ser cumpridos por ambas as partes, não apenas pelo cliente. Responder a comunicações e emitir faturas dentro do prazo anunciado constitui o mínimo exigível num serviço desta natureza. Solicito, assim, com a maior brevidade possível: A emissão e disponibilização imediata da fatura referente à reserva acima identificada; Um esclarecimento formal para o atraso verificado e a ausência de resposta ao contacto efetuado. Caso a situação não seja regularizada de forma célere, reservo-me o direito de recorrer aos meios formais de reclamação disponíveis.

Resolvida
P. B.
23/01/2026

Falta de resposta-devolução encomenda

Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a Tommy Hilfiger (PVH Stores Portugal Unipessoal Lda) por impedirem o exercício do meu direito de devolução relativo à encomenda 31074578958. Sou cliente, sempre efectuei compras neste site e nunca tive problemas com as devoluções. Mas desta vez a etiqueta não vinha dentro da caixa e não consigo obter resposta da marca. Pretendo fazer a devolução de três artigos da minha encomenda e deparo-me com os seguintes problemas: -Ao entrar no site com a minha conta não aparece nenhuma compra registada; tentei também como convidado, e não consegui encontra-la. - Fiz um registo no site a pedir o envio da etiqueta por email - Enviei um email com o mesmo pedido - Enviei outro email a reforçar o pedido - Tento ligar todos os dias para o número do Costumer Service, mas não passa do "Welcome to..". - Hoje também tentei ligar para o numero da empresa em Lisboa, mas ninguém atende. A fatura tem data de 6/01/2026 e estou a tentar devolver os artigos dentro do prazo legal que são 30 dias. Mas para isso preciso da etiqueta de devolução que me pode ser enviada por email, ou regularizarem a situação no site de forma a que a consiga registar. Caso a empresa não responda ao meu pedido em tempo útil serei obrigada a tomar outras medidas. Com os melhores cumprimentos, P.B

Encerrada
L. L.
23/01/2026
Sercondominio

Assembleia geral de condomínio não realizada

Estamos quase no final de janeiro e a assembleia geral de condomínio a realizar anualmente na primeira quinzenade janeiro ainda não foi realizada e nem mesmo convocada. Há assuntos urgentes: - Obras na minha fração para repração dos danos provocados pelas infiltrações passadas na cobertura e para as quais já tenho orcamento a ser aprovado. - Prestação de contas devidamente documentada com todos os comprovativos, nomeadamente: extratos bancários, faturas, etc. - Orçamento para 2026. - Discussão das outras obras a realizar. - Eleicao da administração para 2026. Solicito, para o bem comum, que seja realizada esta assembleia até a final de janeiro de 2026.

Encerrada
A. C.
23/01/2026
Remax Prestige

Péssimo Atendimento

Venho por este meio apresentar queixa formal relativa à atuação do mediador imobiliário João Neto, associado à agência imobiliária por si representada, no âmbito de um processo de compra de imóvel ocorrido recentemente. No âmbito da aquisição de um imóvel anunciado pelo valor de 325.000€, realizámos visita ao imóvel e estabelecemos contacto direto com os proprietários, com os quais foi alcançado um acordo verbal para aquisição pelo valor de 320.000€, condicionado à celeridade do processo, devido à urgência manifestada pelos próprios proprietários. Fomos expressamente informados pelos proprietários de que pretendiam vender-nos o imóvel, tendo-nos sido solicitado que transmitíssemos essa decisão ao mediador imobiliário acima identificado, que a partir deste momento se mostrou desconfiado e desagradado com esta informação. Na sequência deste acordo, avançámos de imediato com várias instituições bancárias, tendo obtido pré-aprovações de crédito, ficando apenas pendente a avaliação do imóvel, para a qual era necessária a documentação do mesmo. Apesar de sucessivos pedidos — nossos e dos bancos — o mediador: • Repetidamente afirmou que “já enviava” a documentação, o que nunca aconteceu; • Deixou de responder a mensagens e chamadas; • Passou a não atender números conhecidos, atendendo apenas contactos novos; • Ignorou contactos diretos das instituições bancárias. Mais tarde, o mediador afirmou que não enviava a documentação por alegada falta de autorização dos proprietários, justificação que nos foi contrariada por várias entidades bancárias e profissionais do setor, que confirmaram que tal documentação é normalmente disponibilizada pelo mediador para efeitos de avaliação. O mediador afirmou-nos presencialmente que: “O problema não é o valor, é a rapidez. O primeiro a marcar a avaliação fica com a casa.” Contudo, a sua conduta impediu-nos ativamente de marcar a avaliação, criando um bloqueio artificial ao processo. Posteriormente, fomos informados de que o imóvel teria sido atribuído a outra proposta. Tomámos ainda conhecimento de que: O mediador é responsável pela agência imobiliária; A sua esposa está ligada a uma empresa de intermediação de crédito; Existem relatos, meramente especulativos, optaram por deixar de colaborar com estas entidades devido a práticas consideradas pouco transparentes, nomeadamente favorecimento de processos financiados pela referida empresa. Importa ainda referir que o imóvel já se encontrava em fase avançada de negociação, tendo tido várias visitas e, pelo menos, duas propostas conhecidas por nós em consideração. No próprio dia em que fomos informados de que a proposta de terceiros teria sido aceite, algumas horas antes, o anúncio do imóvel foi subitamente alterado para o valor de 390.000€, apesar de não haver intenção real de angariar novas propostas, uma vez que o processo se encontrava já em fase de decisão final. Esta alteração de preço, ocorrida num momento crítico do processo, foi-nos apontada por outros profissionais do setor imobiliário como uma prática potencialmente enganadora, suscetível de inflacionar artificialmente a perceção de valor do imóvel para efeitos de avaliação bancária, reforçando as dúvidas quanto à transparência, boa-fé e correção da atuação do mediador. Esta atuação prejudicou-nos deliberadamente, impediu-nos de concluir um negócio para o qual estávamos plenamente preparados e, no mínimo, levanta sérias dúvidas quanto à imparcialidade, transparência e cumprimento dos deveres legais do mediador. Ainda que seja reconhecido no setor como um mediador de atuação comercialmente agressiva, o comportamento acima descrito ultrapassa largamente os limites de uma negociação legítima, não se tratando de competitividade de mercado, mas sim de uma conduta que, pela sua natureza e impacto, merece escrutínio rigoroso.

Encerrada

Reclamação contra Administração do Condomínio (Loja do Condomínio Carregado)

Exmos. Senhores da DECO PROTeste, Venho apresentar reclamação formal contra a administração do condomínio do prédio sito na Rua da Cevadeira n.º 29, Castanheira do Ribatejo (concelho de Vila Franca de Xira), gerido pela Loja do Condomínio Carregado , pela grave omissão na manutenção das partes comuns, violando o regime da propriedade horizontal (arts. 1421.º, 1424.º e 1436.º do Código Civil, com reforço pela Lei n.º 57/X/2025). Desde o verão de 2025 comuniquei ao condomínio rachas nas paredes e sinais de humidade/infiltrações, mas nada foi resolvido apesar de várias assembleias de condóminos. Alegam falta de fundos, mas isso não exonera a obrigação legal de conservação das partes comuns (telhado com telhas em falta, algerozes entupidos com dejetos de pombos). Com as chuvas recentes, a situação agravou-se dramaticamente: Infiltrações constantes com pingos de água na sala, quarto e casa de banho da minha fração (3 Frente); Paredes com humidade extrema, bolor visível e pintura (branco) a cair/descolar; Telhado em risco iminente de abate, conforme indícios visíveis e relatos do vizinho do andar superior (fração alagada, inviabilizando a vivenda normal); Prejuízos à saúde (humidade e bolor prejudiciais às vias respiratórias, risco de alergias/problemas respiratórios); Despesa extraordinária suportada por mim: compra de desumidificador para mitigar danos. Esta negligência constitui responsabilidade civil (art. 483.º CC) e incumprimento das funções do administrador. Já enviei notificação formal ao administrador por carta/email , sem resposta/ação. Solicito à DECO PROTeste: Mediação urgente junto da administração do condomínio para exigir vistoria pericial ao telhado, reparação imediata das partes comuns (obras de conservação urgentes, mesmo com rateio extraordinário) e estancamento das infiltrações; Apoio para reembolso dos meus danos (desumidificador + futuros custos/peritagem/indemnização por danos morais e à saúde); Orientação para vias judiciais se necessário (Julgados de Paz ou tribunal cível), incluindo possibilidade de obras por conta própria com reembolso (art. 1427.º CC); Pressão para que o condomínio convoque assembleia extraordinária e resolva o problema em prazo curto (ex.: 15 dias). Dados da fração: 3 Frente, Rua da Cevadeira n.º 29, Castanheira do Ribatejo. Agradeço a vossa intervenção urgente, pois a situação coloca em risco a habitabilidade e segurança do edifício. Com os melhores cumprimentos, João Marques

Resolvida
A. M.
22/01/2026

Burla Smooth Saturday lda

Venho formalizar uma reclamação relativa à compra de sapatilhas Adidas Samba efetuada no website da Ginova https://www.ginova.pt , a 1 de dezembro de 2025, número da encomenda 145476. Recebi um email da Ginova com a confirmação do pagamento, e umas horas mais tarde, um email a dizer que funcionam como um Marketplace e que o acompanhamento da encomenda, o envio, e apoio ao cliente teria que ser com a Smooth Saturday. Hoje é dia 22/01/2026 e ainda não recebi a minha encomenda. Após vários emails com ambas as marcas ninguém me resolve o problema. O meu próximo passo será apresentação de queixa na polícia por burla, para ambas as marcas. Pois bastou uma simples pesquisa para ver centenas de reclamações destas marcas, com situações semelhantes à minha. Valor pago 79,93€

Encerrada

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