Reclamações públicas

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F. T.
30/10/2026

Cessação de Contrato

Reclamação contra a NOS por conduta abusiva da funcionária Aurora Ferreira. Após falhas sucessivas de faturação da vossa empresa e recusa da devida compensação de 20€ pelo tempo e custos de deslocação à loja e oito chamadas, avançámos para a cessação definitiva do contrato. A Declaração de Cessação foi entregue a 13 de outubro, coincidindo com o fim dos 24 meses de fidelização. Após 8 chamadas sem obter a data de desligamento, a gota d'água ocorreu com a assistente Aurora Ferreira. Numa chamada de 23 minutos, expus a situação, mas a assistente tentou variadíssimas vezes desvalorizar o problema e vender novos serviços. Deixei claro e repeti várias vezes que estávamos muito felizes por não ter fidelização e que não queríamos de todo ficar fidelizados, sendo impossível não ter ouvido. A nossa posição manteve-se firme: qualquer renegociação só ocorreria após o pagamento prévio da indemnização devida. A assistente alegou falar com o gerente, aceitou a condição e ofereceu uma mensalidade como pedido de desculpas. Contudo, agiu de má-fé: usou este pretexto para tentar impor uma nova fidelização de 24 meses, enviando um SMS de adesão e insistindo para que eu respondesse SIM. Como não respondi, a manobra não se concretizou. Ao ser confrontada por este truque desonesto, ficou sem argumentos, pediu desculpas, ficou completamente atrapalhada e desligou abruptamente. Trata-se de uma conduta predatória que demonstra a extrema dificuldade que a NOS impõe para encerrar um serviço.Exijo a auditagem urgente da gravação de 23 minutos com a funcionária Aurora Ferreira, a efetivação imediata da cessação contratual entregue a 13 de outubro e o pagamento da indemnização de 20€ na ultima factura emitida pelos custos e prejuízos causados.

Em curso
J. S.
30/10/2026
MRW

Emcomenda Não recebida

Texto para copiar Olá, DECO Proteste Venho expor a minha total insatisfação com transportadora MRW. Efetuei uma compra na loja online MX24 e a mercadoria (Codigo de Envio: [ 00691J621831 ] está parada na plataforma ‣entral da MRW em Alfena hà 5 dias. destino final da entrega nazona de Ermesinde/Valongo, pelo que o volume já se encontra no centro logistico responsável pela distribuição da minha årea de residência. Contudo, o processo está completamente estagnado. Paguei os devidos portes de envio para receber o artigo comodamente em minha casa, pelo que não aceito ter de me deslocar a armazéns por falhas operacionais da transportadora. Já enviei emails e tentei os contactos telefónicos da marca, mas impera um absoluto silêncio por parte da MRW. A loja MX24 pediu-me para aguardar o prazo protocolar de 6 dias úteis para abrirem um processo, mas considero inadmissivel ficar privado do meu artigo por incompetência logistica da distribuição. Solito a intervenção da DECO para que a MRW Alfena seja interpelada, retire a encomenda do armazėm e proceda à entrega efetiva na minha morada conforme foi pago. Obrigado pela vossa ajuda José Luís Silva

Em curso
F. F.
30/10/2026

Green Motion Porto - Restrição tarifária comunicada apenas no levantamento

Exmos. Senhores, Apresento esta reclamação relativa à operação Green Motion do aeroporto do Porto, explorada pela MCoutinho, por falta de informação antecipada sobre uma restrição tarifária e pelos obstáculos colocados no levantamento de um veículo em 30/10/2026. Efetuei através da Booking uma reserva para 14 dias, com levantamento em 30/10/2026 e devolução em 13/11/2026, pelo valor pré-pago de 52,89 euros. A informação de que dispunha era a confirmação e os termos disponibilizados pela Booking. Não identifiquei nesses elementos, que consultei e preservei, uma restrição da tarifa promocional a 18 dias de aluguer num período de 30 dias. Também não recebi comunicação antecipada direta da Green Motion a informar dessa condição. Só tomei conhecimento dela no balcão. Tinha uma segunda reserva de 14 dias, com início em 13/11/2026. Ao verificar essa reserva, a colaboradora invocou a duração conjunta dos dois alugueres para impedir o levantamento do primeiro. Para ultrapassar a situação, cancelei a segunda reserva através da Booking, na presença da colaboradora. Mesmo após esse cancelamento, a recusa manteve-se, passando a ser invocado o meu histórico de alugueres. O meu aluguer anterior tinha terminado em 22/09/2026, mais de 30 dias antes do levantamento de 30/10/2026. Questionei, por isso, de que forma esse histórico impediria um novo aluguer de 14 dias, considerando o período de 30 dias referido na cláusula. Não obtive uma explicação consistente e foi-me dito que cada pessoa interpretava a condição de forma diferente. Foi-me indicado verbalmente que manter os dois períodos implicaria uma tarifa mensal de aproximadamente 900 euros, face a um total promocional de aproximadamente 108 euros pelas duas reservas. Estes valores foram apresentados verbalmente e são aproximados; o valor documentalmente confirmado da primeira reserva é de 52,89 euros. Na conversa posterior com o gerente, foi ainda invocada a possibilidade de aplicar uma cobrança adicional, apoiada em informação afixada no estabelecimento. Pedi que me fossem indicados o fundamento contratual, os critérios de aplicação e a forma de cálculo desse valor. Uma informação afixada no balcão não me tinha permitido conhecer antecipadamente essa condição quando reservei e paguei através da Booking. Após cerca de uma hora de discussão e esclarecimentos com a colaboradora e o gerente, o veículo foi entregue sem aplicação do suplemento contestado. O contrato foi-me enviado por e-mail às 15h57 desse dia, já no contexto do levantamento. A sua cláusula 5 prevê a agregação de alugueres que ultrapassem 18 dias num período de 30 dias e a reclassificação tarifária para média duração. Porém, essa informação apenas me foi comunicada no balcão, e não me foi apresentada uma explicação clara do cálculo da tarifa alternativa nem da cobrança adicional invocada pelo gerente. A entrega do veículo resolveu a dificuldade imediata, mas não elimina o problema de informação nem o tempo despendido para conseguir levantar uma reserva já paga. O ponto central desta reclamação é que uma condição suscetível de alterar significativamente o preço ou de impedir a entrega do veículo deve ser claramente conhecida pelo cliente antes de reservar e pagar. Conhecê-la apenas no balcão coloca o consumidor numa posição particularmente difícil, sobretudo quando chega de viagem, necessita do veículo e desconhece se poderá recuperar o valor pago caso recuse as novas condições. Não afirmo que tenha pago o suplemento contestado, pois tal não aconteceu. Reclamo da comunicação tardia da restrição, das explicações contraditórias recebidas e da manutenção da recusa após o cancelamento da segunda reserva. Solicito à MCoutinho/Green Motion: 1. Que identifique onde e em que versão dos documentos disponibilizados antes do pagamento constava a restrição dos 18 dias em 30 dias aplicável à minha reserva. 2. Que explique o fundamento da recusa de entrega da primeira reserva após o cancelamento da segunda, considerando que o aluguer anterior tinha terminado há mais de 30 dias. 3. Que esclareça como é calculado o período de 30 dias, em que circunstâncias são agregados contratos e como são consideradas reservas futuras ou canceladas. 4. Que indique os valores e a forma de cálculo da tarifa de média duração, incluindo a forma como essa informação é disponibilizada antes da contratação. 5. Que esclareça o fundamento contratual, os critérios e o cálculo da cobrança adicional invocada pelo gerente. 6. Que assegure a apresentação clara destas restrições e das respetivas consequências tarifárias antes do pagamento, em todos os canais de venda, incluindo a Booking. 7. Que adote medidas de orientação dos colaboradores para garantir explicações e aplicação consistentes das condições. Já apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico, automaticamente remetida à AMT e ao operador, e enviei uma comunicação detalhada à MCoutinho/Green Motion com o dossiê documental. Contactei igualmente a Booking para solicitar a preservação e disponibilização da versão exata das condições apresentadas antes do pagamento e para apurar em que ponto ocorreu a falha de informação. O atendimento indicou o encaminhamento do caso para o departamento de Relações com o Cliente. Pretendo uma resposta escrita aos pontos apresentados e medidas concretas de melhoria da comunicação. O objetivo é que outros consumidores possam conhecer estas condições antes de contratar, evitando surpresas e conflitos no levantamento. Disponho de um dossiê com a cronologia, a confirmação da reserva, as capturas dos termos disponibilizados pela Booking, o e-mail de envio do contrato e o próprio contrato. As datas das capturas e os limites da documentação estão identificados nesse dossiê.

Em curso
G. R.
30/10/2026

Falhas sucessivas, informações contraditórias e ausência de solução no acesso ao cartão refeição

Venho apresentar uma reclamação relativamente ao serviço prestado pela Edenred, devido à impossibilidade de utilizar o meu cartão refeição há vários meses, por problemas relacionados com a emissão e disponibilização do PIN. Após ter utilizado o cartão anteriormente, esqueci-me do código e solicitei a emissão de um novo PIN. O primeiro código que me foi enviado não funcionou, obrigando-me a solicitar uma nova emissão. No dia 08/10/2026, entrei novamente em contacto telefónico com a Edenred e solicitei expressamente um novo PIN. Foi-me indicado que o código seria enviado por carta para a minha entidade empregadora, com um prazo de entrega de aproximadamente 10 dias. No entanto, o prazo passou e o PIN nunca chegou. A situação tornou-se ainda mais preocupante quando, no dia 30/10/2026, a responsável dos Recursos Humanos da minha empresa contactou a Edenred para tentar obter esclarecimentos. Durante essa chamada, foi-lhe transmitido que apenas existia um pedido de emissão de PIN datado de 02/09, não havendo qualquer registo do pedido de 08/10. Perante essa informação, foi-lhe sugerido que efetuasse um novo pedido. Como tinha a certeza de que havia realizado esse pedido no dia 08/10, voltei a contactar telefonicamente a Edenred. Nessa chamada, o próprio apoio ao cliente confirmou que o pedido tinha sido efetivamente realizado na data indicada. Esta situação demonstra uma falha grave na informação disponibilizada pela empresa, uma vez que foram transmitidas informações contraditórias à minha entidade empregadora relativamente a um pedido que a própria Edenred confirmou posteriormente existir. Saliento ainda que as chamadas são gravadas, pelo que solicito que sejam verificados os respetivos registos. Apesar de todos estes contactos, tentativas de resolução e falhas identificadas, continuo sem conseguir utilizar o meu cartão refeição. Mais uma vez, a única solução apresentada foi solicitar uma nova emissão do PIN e aguardar mais 10 dias, sem qualquer alternativa. Considero inaceitável que, após tantos contactos e sucessivas falhas, o consumidor continue a ser obrigado a reiniciar o processo de espera, sem que a empresa assuma a responsabilidade de investigar o que aconteceu ou apresente uma solução efetiva. Esta situação está a causar dificuldades reais, uma vez que o cartão refeição se destina às despesas alimentares e o saldo permanece indisponível para utilização, afetando diretamente a gestão das despesas da minha casa. Face ao exposto, solicito: 1. Uma investigação completa sobre os pedidos de emissão de PIN realizados, nomeadamente os de 02/09 e 08/10. 2. A verificação das gravações das chamadas telefónicas, incluindo a chamada de 08/10 e os contactos posteriores. 3. Um esclarecimento formal sobre a divergência de informação transmitida à minha entidade empregadora. 4. A apresentação de uma solução alternativa, segura e imediata, que me permita utilizar o saldo disponível sem depender exclusivamente de um novo envio postal. 5. Uma resposta formal sobre as falhas ocorridas e as medidas que serão tomadas para resolver definitivamente esta situação. Já cumpri todos os procedimentos solicitados, aguardei os prazos indicados e realizei inúmeras tentativas de contacto. Não considero aceitável continuar sem acesso ao meu subsídio de alimentação por falhas sucessivas de um serviço pelo qual não sou responsável. Solicito uma intervenção efetiva, pois não pretendo continuar a aceitar novos prazos de espera sem qualquer garantia de resolução.

Em curso
S. A.
30/10/2026

Encomenda atrasada e rastreio travado

Venho por este meio reclamar da empresa CTT, mais especificamente do serviço expresso, pois tenho uma encomenda proveniente da SHEIN, cujo prazo de entrega estava compreendido entre 22-29 de outubro de 2026, sendo que para além de estar atrasada, o rastreio se encontra parado, pois a última atualização é referente ao dia 21 de outubro, em que a mesma diz “8819030 - (CO) transitário PDL”. Solicito uma explicação sobre o verdadeiro estado da encomenda e quando a mesma será entregue.

Em curso
S. R.
30/10/2026

(PAER) ELEGÍVEL - PAGAMENTO DE RETROATIVOS DE 2024 NÃO RECEBIDOS

Exmos. Senhores Sou elegível para Apoio Renda Extraordinário nos anos de 2024, 2025 e 2026, sempre recebi da AT pelos correios informação dos valores atribuídos/apurados, no portal do Consulta Cidadão tenho todos estes anos como elegível com os respetivos valores apurados. Tenho o meu IBAN na Segurança Social ativo e correto desde 2022. Já recebi os retroativos de 2025 durante o ano de 2025 por transferência bancaria da Segurança Social, apenas ficaram a faltar 2 meses, Agosto e Setembro de 2025 que nunca recebi, representa o valor de 200€ cada mês em falta, total 400€ em falta. O ano corrente 2026 tenho recebido sempre corretamente todos meses até á data, sem qualquer problema a reportar, no valor de 200€ cada mês. Contudo todos os meses do ano de 2024 nunca recebi os retroativos devidos, valor mensal atribuído 222,23€ representa um valor total em falta de 2.666,76€. Já me desloquei 2 vezes á delegação do IHRU no Porto, em finais de Julho e agora em finais de Outubro para me darem uma resposta ao que está acontecer e solicitar o pagamento imediato destes valores em atraso, que já deveriam ter sido pagos em 2025 aquando dos retroativos de 2025, mas sem sucesso não sabem o motivo, dizem para aguardar que será resolvido, dizem que tenho tudo em ordem sou elegível que o ano de 2024 foi comunicado e lançado para pagamento junto da Segurança Social só que nunca foi pago, e eu nunca recebi este valor. Também reclamei junto da Segurança Social em Julho 2026 no E-Clic a resposta foi que a responsabilidade é do IHRU e da AT. Continuo neste impasse á mais de 1 ano, parece que ninguém tem responsabilidade nem vontade em resolver estes pendentes pontuais que de certeza não sou o único, os 3 institutos AT, IHRU e SS descartam responsabilidades, atiram a culpas uns para os outros resumindo, a ordem pagamento deverá estar encravado em qualquer computador do Instituto Informática, num qualquer software mal desenhado/implementado e com muitas falhas destes organismos do Estado, informem os cidadãos que não existe verbas/dinheiro para os retroativos, e não há prazo previsto para pagamentos. Criam os apoios, fazem powerpoints para português ver, falam muito bem junto das televisões é tudo ótimo, bonito, e fácil de concretizar, dizem quererem ajudar as pessoas, mas no final não têm recursos humanos, nem tecnológicos para dar resposta a um simples email, ou atendimento pessoal. Criem uma Taskforce para resolver os pendentes deste programa e para regularizar os valores em divida de alguns milhares de Portugueses, concentrem a informação num único Instituto, num único organismo do Estado. Obrigado pelo desabafo, deste cidadão com 59 anos.

Em curso
L. S.
30/10/2026

Mau Serviço e sem reembolso realizado

No passado dia 24 de setembro contratei a empresa OSCAR para realizar uma limpeza profunda num apartamento. Foram enviados 2 colaboradores, tendo sido acordado que os produtos seriam fornecidos por mim. Estiveram lá pouco tempo, limparam mal o chão, os vidros (ficaram manchas visíveis), e chegaram inclusive a fazer uma cama com lençóis sujos, que se encontravam dentro de um cesto de roupa suja (amarrotados). Fiz a reclamação diretamente à empresa, com fotografias do mau serviço, e esta apresentou a solução de voltarem os colaboradores (os mesmos) para remediar a situação. Não aceitei e pedi o reembolso. Dos 92 euros pagos, dizem só me reembolsar 25,85. Enviaram-me um documento que refere dia 30/09 ter sido, supostamente, feito o reembolso desse valor. Nunca o recebi e já solicitei, por duas vezes, um documento comprovativo onde consta a conta para onde foi feita a transferência. Recebo sempre o mesmo documento e ainda não resolvi esta situação até à data de hoje.

Em curso

Avaria não resolvida

Venho por este meio apresentar queixa formal contra a empresa Rigor Proporcional, Lda. (GR3) por incumprimento contratual e aplicação abusiva de cláusulas de exclusão na apólice de garantia "Classical" (ID: 57D2-D51D-22BD-8226-2379-53F9) associada ao veículo BMW com a matrícula CA-62-DQ. O veículo manifestou uma avaria mecânica grave no motor (folga severa na distribuição). A empresa recusa-se a cobrir a reparação (orçamentada em 1.476,00 €, valor abaixo do teto contratual de 1.500,00 €) alegando genericamente "desgaste normal do componente devido aos quilómetros". Rejeito categoricamente este argumento pelos seguintes factos: 1. A corrente de distribuição é um componente interno e vital do Motor, desenhado pelo fabricante para ter caráter vitalício (não sendo um item de manutenção periódica como filtros ou pastilhas). A sua falha prematura constitui uma avaria mecânica/defeito do órgão, e não mero desgaste expectável. 2. O plano de manutenção do veículo foi rigorosamente cumprido (comprovativos em posse da empresa), com lubrificantes que cumprem as normas estritas do fabricante (BMW LL-04), eliminando qualquer cenário de negligência. 3. Ao abrigo do Decreto-Lei n.º 84/2021 e da Lei de Defesa do Consumidor, a exclusão sistemática e genérica de componentes internos de um órgão explicitamente coberto (Motor) sob o pretexto de "desgaste" constitui uma cláusula contratual abusiva e nula, esvaziando o próprio propósito do contrato de garantia comercial adquirido. Solicito a intervenção das autoridades reguladoras para a revisão desta conduta e a consequente assunção da cobertura da reparação autorizada na oficina Trofa Auto Repair.

Encerrada
D. S.
30/10/2026

Cobrança indevida de combustível derramado e ausência de resposta

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação contra a Moeve, na sequência de uma situação ocorrida no dia 6 de outubro de 2026, cerca das 14h, no posto de abastecimento Moeve da Portela-Moscavide, em Lisboa. Durante o abastecimento na bomba 1, a pistola não interrompeu automaticamente o fornecimento de combustível quando o depósito atingiu a sua capacidade máxima, continuando a debitar combustível e provocando um derrame de quantidade considerável. Após a ocorrência, falei com o responsável do posto e solicitei que o valor correspondente ao combustível derramado fosse retirado da fatura, uma vez que se tratava de combustível que não tinha sido efetivamente aproveitado. No entanto, o responsável recusou o pedido, afirmando que a responsabilidade era minha e que deveria ter estado atento. Perante esta situação, solicitei o Livro de Reclamações e apresentei uma reclamação formal. Posteriormente, entrei em contacto telefónico com a Moeve, tendo sido aconselhado a expor novamente a situação por email, acompanhado dos elementos comprovativos. Cumpri essas instruções e enviei o email no dia 6 de outubro de 2026. Até à presente data, 30 de outubro, não obtive qualquer resposta. Hoje voltei a contactar telefonicamente a empresa para obter esclarecimentos sobre a ausência de resposta. Na primeira chamada, após uma breve explicação da situação, fui colocado em espera durante aproximadamente cinco minutos, tendo a chamada sido posteriormente desligada pelo colaborador da Moeve. Voltei a ligar e permaneci mais de dez minutos em espera, sem que ninguém atendesse, acabando por desistir. Considero inaceitável a forma como esta situação está a ser tratada. Para além de ter sido obrigado a pagar combustível que acabou derramado na sequência da falha de interrupção do abastecimento, vejo agora a minha reclamação ignorada, apesar das várias tentativas de contacto e de ter seguido as instruções dadas pela própria empresa. O que pretendo: A análise da ocorrência e o esclarecimento das circunstâncias em que aconteceu o derrame; A averiguação do funcionamento da pistola de abastecimento da bomba em questão; A devolução do valor correspondente ao combustível derramado e que fui obrigado a pagar; Uma resposta formal e fundamentada por parte da Moeve. Recorro agora à DECO Proteste porque considero que esgotei as tentativas razoáveis de resolução direta com a empresa, sem obter qualquer resposta ou solução. Aguardo a vossa análise e apoio na resolução desta situação. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
M. C.
30/10/2026

Tentativa constante de burla da GoBravo

A empresa GoBravo tem tentado burlar-me com uma proposta onde dizem que me pagam dois financiamentos que tenho um com cetelem e outro com o universo. Eu sei por contacto deles que me tentaram tirar dinheiro da conta, enquanto o acordo foi, eu enviar o dinheiro e eles negociavam os créditos com a credora. Situação impossivel de eles realizarem porque um dos créditos já foi comprado 3 vezes e é impossível eles conseguirem pagar menos de crédito, (como dizem que conseguem) o crédito nem sequer é possível já conciliar com o crédito da casa. É que nem sequer são portugueses a ligar, são sempre brasileiros que na hora de venderem a proposta é só red flags que é burla o que fazem. Deixo aqui o incentivo á decoproteste para tentar pará-los e expulsá-los porque eles vão enganar pessoas. Obrigado deco, aguardo um feedback.

Em curso

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