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PINGO DOCE JÁ NÃO É O QUE ERA ANTES !
Exmos. Senhores, Definitivamente, a morte de Alexandre Soares dos Santos, do grupo Jerónimo Martins, um dos maiores retalhistas da Europa, marcou o fim de uma era. O Pingo Doce mudou as suas estratégias de marketing e promoções, isto no meu entender. Estou há 25 anos em Portugal e sou grato à minha segunda pátria, Portugal, que nos acolheu quando saímos da Venezuela e há mais de 15 anos escolhemos o Pingo Doce entre as cadeias de supermercados sem dúvida nenhuma, pela sua gestão transparente na qualidade e preços dos seus produtos. A cada venezuelano que cá chegava, dizíamos: 'Não pensem mais: é no Pingo Doce, onde devem comprar bons produtos aos melhores preços" Desde o falecimento de D. Alexandre Soares dos Santos, notei uma viragem agressiva no marketing e nas promoções, até diria que pouco transparentes! De vários empregados que como cliente conheço, recebi alguns feedbacks negativos, do tratamento para com eles por parte da empresa. Como dono, que já fui, de uma distribuidora de alimentos e retalhista na Venezuela, penso que OS EMPREGADOS E OS CLIENTES SÃO O MAIOR CAPITAL DE UMA EMPRESA... e o Pingo Doce deveria continuar a pensar assim, como se fazia na era de Dom Alexandre! O que conto a seguir é apenas uma pequena amostra que serve de exemplo como é a falta de transparência que estamos a sentir por parte do Pingo Doce. Para descontar um cupão no valor de 1€ claramente indicado na App Pingo Doce, os funcionários do Pingo Doce e eu levamos mais de 10 minutos para perceber o porquê não descontava automaticamente ao passar o cartão ou a aplicação... No final as letras pequenas indicavam a necessidade de gastar 25€ para poupar 1€ em um pacote de queijo ralado... acho que é absurdo!" Voltem ao caminho certo onde a transparência e o bom trato dos empregados era importante! E lembrem-se de Dom Alexandre e deste humilde cliente: os clientes e os empregados são o maior capital de uma empresa! Obrigado pela vossa atenção. Cumprimentos. Alberto Hernandez
Profissionalismo dos Funcionários
Exmos. Senhores, No dia 22 de Fevereiro pelas 20h00 entrei no Pingo Doce (Moinho do Frade) e ao entrar um dos Vigilantes (o mais velho) que lá se encontravam, quando passei, gritou: "Lá vai os sacos!". Na altura não percebi ser para mim, que no fim das compras percebi que era, já frequentei essa loja durante vários anos, depois deixei de ir, por uma situação de falta de educação com uma funcionária, resolvi voltar faz uns meses. Fiz as minhas compras normalmente, sempre que vou, o meu saldo varia entre 30 e 60 euros, sendo que vou pelo menos uma vez por semana regularmente, ou ia. Acontece que na secção das frutas costumo levar alguns sacos a mais daqueles finos e leves, que são gratuitos, são práticos para a separação de alimentos em pequenas quantidades, sempre fiz isso e nunca me disseram nada, por acaso reparei que ultimamente e principalmente nesse dia, os olhares dos funcionários estavam sob mim, mas não liguei, não estava a fazer nenhuma legalidade (ou assim pensava), nunca furtei nada e jamais o farei. Fiz as compras e paguei, ao sair o outro Vigilante (o mais novo) que lá se encontrava chamou-me e assim fui, disse que da próxima vez que levasse sacos a mais da secção de frutas chamava a policia. A minha questão é: em que legislação ou em que regulamento de loja isso está escrito? E se estiver, porque o cliente não tem acesso a essa informação? Até porque mesmo que eu queira pagar pelos sacos, não tenho como. Não me estou a referir a uma questão moral, apesar de utilizar esses sacos para a divisão de alimentos em pequenas quantidades, nem me estou a referir a uma questão ecológica, mas a uma questão legal. Com que fundamento legal o vigilante aborda uma cliente com essa justificativa? Para além disso os funcionários dessa loja (não todos) e principalmente o vigilante que gritou "Lá vai os sacos" (o mais velho), são de uma falta de educação para com os clientes. Preferem agir com sarcasmo e ridicularizar uma cliente, do que agir com profissionalismo. Cumprimentos.
Cobrança Indevida e Atendimento Inadequado
Exmos. Senhores, Venho, por meio desta, manifestar a minha profunda indignação face à situação inaceitável que ocorreu durante a minha tentativa de pagamento numa das vossas lojas ( Unidade Pingo Doce Cais de Sodré dia 16/02/2025 as 07:42), recorrendo ao serviço de autoatendimento. No momento da compra, utilizei um cartão de alimentação da Edenred para efetuar o pagamento, tendo a máquina de autoatendimento apresentado erro repetidamente. Após três tentativas sem sucesso, dirigi-me a outra máquina para tentar concluir a transação. No entanto, fui abordado por uma funcionária de forma hostil e acusatória, insinuando que o problema estava exclusivamente no meu cartão, desconsiderando completamente a possibilidade de falha no sistema da loja. Ao consultar a aplicação do meu cartão, constatei que a quantia correspondente à compra já havia sido debitada, ou seja, o pagamento fora efetuado. Mostrei esta evidência à funcionária, que, de forma arbitrária e desrespeitosa, insistiu que, se não houvesse emissão de talão, o pagamento não teria sido concluído. Solicitei que verificasse os últimos pagamentos processados pela máquina, ao que respondeu que tal não era possível e que deveria recorrer ao SIBS através do meu banco. Pedi então para falar com o gerente, que, longe de apresentar qualquer solução ou esclarecimento adequado, limitou-se a repetir as palavras da funcionária, sem qualquer esforço para resolver a situação. Diante desta completa falta de profissionalismo e responsabilidade por parte dos vossos colaboradores, fui coagido a refazer o pagamento ao balcão, desta vez em dinheiro. No entanto, devido à falta de confiança no vosso estabelecimento, solicitei o cancelamento da transação e a emissão de um comprovativo que garantisse que não haveria uma cobrança dupla. Mais uma vez, enfrentei resistência e má vontade por parte da funcionária, que insistiu que eu “não entendia nada”, demonstrando uma conduta totalmente inaceitável para com um consumidor. Deste modo, exijo um esclarecimento imediato sobre esta situação e a devolução do montante indevidamente cobrado, sob pena de recorrer às instâncias competentes para garantir os meus direitos enquanto consumidor. Esta conduta por parte do vosso estabelecimento constitui uma violação clara de diversos dispositivos legais, nomeadamente: Código Civil, Artigo 473.º (Enriquecimento sem Causa): A empresa não pode beneficiar de um montante pago sem que tenha fornecido, efetivamente, a contrapartida correspondente. Decreto-Lei n.º 24/2014 (Direitos do Consumidor em Compras e Pagamentos): Determina a obrigação do fornecedor em garantir que os pagamentos realizados pelos consumidores sejam corretamente processados e registados. Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, Artigo 8.º - Proteção dos Interesses Econômicos do Consumidor): O consumidor tem direito à transparência nas transações comerciais e à proteção contra práticas abusivas. Regulamento da SIBS (Sistema de Pagamentos Eletrônicos em Portugal): Estabelece que os comerciantes devem garantir a correta conciliação das transações e fornecer o devido suporte em casos de erro no processamento de pagamentos. Diante do exposto, exijo que seja providenciada a restituição do valor indevidamente cobrado no menor prazo possível e que sejam tomadas medidas internas para evitar que outros clientes passem pela mesma situação vexatória. Cumprimentos.
Não cumprimento de garantia
Exmos. Senhores, Em 24/10/24 adquiri um projector da Disney por 26,49. O artigo vem discriminado na FS06540922212211941/066434. Sucede que este apresenta defeito: As imagens bloqueiam, o som interrompe, artigo não conforme. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 12/02/25, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 7 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Rosa Subida
papel higiénico - Controlo de qualidade
Exmos. Senhores, Em 27 de dezembro de 2024 adquiri, no Pingo Doce dos Olivais Spacio Shopping, papel higiénico da marca Pingo Doce que ao abrir verifiquei que o papel apresentava defeito. Deste modo agradeço que haja maior controlo de qualidade. Aproveito para louvar o esforço que o Pingo Doce tem feito para ser cada vez mais Sustentável do ponto de vista social, dando melhores condições aos seus trabalhadores, e ambiental participando para melhorar a condição de operação para tornar o Planeta mais viável. Cumprimentos. Ernesto Martins
preços diferentes, dentro do mesmo espaço comercial
Exmos. Senhores, Venho pelo presente, reclamar por situação que julgo ser ilegal em Portugal, que é o facto de um estabelecimento comercial, detido pela mesma empresa, poder praticar preços diferentes em produtos iguais. Refiro-me a zona de restauração, dentro das lojas Pingo-Doce, onde não permitem que os clientes adquiram algo na loja, e o consumam dentro da zona restauração, que se encontra no mesmo espaço. Cumprimentos.
Abordagem da Segurança
Exmos. Senhores, Venho por meio deste e-mail expor minha indignação com o ocorrido no Pingo Doce da Av. de Paris (Areeiro-Lisboa) dia 06/12 às 20:35. Me dirigi ao caixa de auto-atendimento e após finalizar e pagar o que queria, o segurança me abordou perguntando o que eu tinha no saco que eu estava carregando, de uma maneira hostil e grosseira, eu prontamente abri o saco e informei que tinha acabado de comprar outros artigos numa frutaria ao lado do mercado e sem um pedido de desculpas, disse de forma rude que eu deveria tê-lo avisado antes, sendo que o mesmo me viu entrando com o saco. Inúmeros clientes entram com mala, mochila, etc … normal e corriqueiro. Um abuso a maneira ao qual fui tratado, sem a mínima educação, mesmo este senhor constatando o equívoco que tinha cometido. Situação constrangedora perante aos outros clientes e colaboradores que pararam para ver a cena. Questionei a maneira da abordagem e o mesmo me respondeu perguntando qual seria a abordagem correta (?) Total absurdo, nunca passei por nada parecido e tão constrangedor. Isso é um dano moral. Uma pena o ocorrido, pois é o meu supermercado favorito, inclusive passo por um Continente que é mais perto da minha casa pois dou prioridade em comprar no Pingo Doce. O mínimo que eu espero é que esse senhor receba algum tipo de treinamento pois parece que ainda não houve, para que essa infeliz situação não volte a acontecer comigo e com outros clientes, pois isso é inadmissível. Vocês trabalham com o público e desde o primeiro minuto da loja aberta, até o último instante, todos os clientes merecem e precisam ser bem tratados. Obrigado
Revista abusiva
Exmos. Senhores, Ontem dia 06/01/2025 estive na loja Pingo Doce de Seia, para comprar uma barra de cereal, trabalho próximo a ele e estive na hora do jantar por volta das 20:00 buscando essa sobremesa, havia 4 pessoas no caixa atrás de mim para pagar suas compras, quando fui pagar a minha barra a moça pediu pra revistar minha bolsa pessoal, disse que era norma do estabelecimento com todos que entrassem lá com bolsas, sendo que não há avisos para essa indicação e nem cacifos para guardar os pertences, eu constrangida com a situação dei minha bolsa ela abriu mexeu nas minhas coisas e devolveu e disse que da próxima vez eu podia deixar no caixa minha bolsa, todos em volta ficaram a me olhar constrangidos, esperei uns minutos pra ver se a cena se repetia com demais clientes , e para minha surpresa eu fui a única que tive a bolsa revistada em público . Super desconfortável, constrangedor e inconveniente, invasivo. Cumprimentos.
Atraso na entrega
Exmos. Senhores, hoje de manhã o meu pai, cliente habitual do Pingo Doce do Campo Pequeno, telefonou para o serviço de apoio e foi atendido pela Srª Mónica. O motivo do contacto era uma entrega ao domicílio que tinha um atraso substancial. A dita senhora para além de não verificar o motivo do atraso ainda foi insolente, ao chamar nomes ao cliente, afirmando que não tinha responsabilidade pelo atraso nas entregas. Verificou-se à hora do almoço que a entrega não foi concretizada, mediante outra colega da Srª Mónica, porque a encomenda não tinha sido entregue aos estafetas. pede-se que sejam tomadas medidas para afastar pessoas como a Seª Mónica do atendimento aos clientes. Obrigada
Garantia recusada
Exmos. Senhores, Em 31.10.2024 adquiri um aspirador vertical Hoffen sem fios (custava inicialmente 119.99€ mas estava em promoção). A referência da encomenda é AVRH-122 Sucede que este apresenta defeito: começou a fazer um barulho na escova rotativa. Viemos ao pingo doce para verificarem o problema. Abriram a escova e constaram que havia lixo pois deve ser limpo e nunca o fizemos. No entanto, após retirar o lixo, o barulho manteve-se. A funcionária abriu novamente e verificou que afinal tinha uma peça partida. Disseram que a garantia não pode ser ativada visto que não cobre peças partidas. No entanto, a peça era interior e nunca foi mexida por nós. Quem terá partido a peça? Nós? Visto que nunca abrimos a escova? A funcionária que foi a única pessoa que abriu aquela escova? Mas o barulho manteve e recusam a devolver o dinheiro ou trocar o artigo ou até enviar para a garantia. Consultando o manual do artigo, diz o seguinte:"no caso de mau funcionamento, deve levar o produto ao local onde o adquiriu com a respectiva prova de compra.". A funcionária disse que a garantia não cobre peças partidas, mas não é isso que diz o manual do artigo. Assim, apresentamos reclamação. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 04/01/2025 para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia para este problema, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 30 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
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