Reclamações públicas
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RECLAMAÇÃO PINGO DOCE
Reclamar por obrigarem as pessoas a comprar charcutaria, sem a cortar na hora, obrigando a adquirir em embalagem de plástico a vulgar "covette". Quando exigem ao consumidor que pague os sacos plásticos... Apelo a todos que se neguem a comprar desta forma! Porque: Incoerência Ambiental: Sublinhe a contradição entre a política de redução de plástico descartável (como a cobrança de sacos e eliminação de utensílios de plástico de utilização única) e a imposição de embalagens plásticas na charcutaria. Combate ao Desperdício Alimentar: Ao não cortarem na hora a quantidade exata que o cliente pede, as superfícies comerciais estão a fomentar o desperdício, obrigando à compra de porções estandardizadas. Direito à Escolha e Informação: O consumidor tem o direito de escolher o modo de apresentação do produto, especialmente quando o serviço de corte sempre fez parte da especificidade daquela secção.
Comida fria
Bom dia, fui na lanchonete do pingo doce, comer um pão de queijo e estava frio, pedi pras esquentar e a mulher não quis esquentar, porque era assim que servia, tinha um microondas e ela não quis usar, devolvi o pão de queijo , um mordido e o outro inteiro (eram dois), não quis meu dinheiro, eu simplesmente não compro mais nada na lanchonete desse mercado, (pingo doce são Romão do coronado). A primeira vez e última. Pedi pra chamar o gerente, não tinha, veio a supervisora, eu perguntei pra ela se o gerente comeria um pão de queijo frio, se o dono do mercado comeria um pão de queijo frio, disse que não, então porque serve frio para o cliente, se é o cliente que mantém um mercado aberto. E as pessoas acham isso normal, esse péssimo atendimento. Uma pena, como já falei, não como mais nada e se me perguntarem se o pão de queijo é bom , vocês já sabem a resposta, (frio), se estão acostumados a comer salgado frio, não posso fazer nada, é um péssimo gosto. Bom tarde e bom fim de semana.
Prioridade nas caixas
Exmos. Senhores, Quero manifestar o meu desagrado, quanto a obrigatoriedade da prioridade nas caixas. Lojas Loures e Malveira. Sou doente oncologica com 97% de incapacidade, e na maioria dos casos, em que as caixas estao a abarrotar, peco na caixa a prioridade. A resposta obtida, é nos dada de que só temos prioridade no caso dos clientes que estão na fila autorizarem. Os clientes é que autorizam? ou a caixa tem de informar, que têm uma prioridade a atender, pedindo para deixar passar o respetivo carro? Não deixando passar, quando chegamos a caixa, já me disseram muitas das vezes, que nao é pela cara das pessoas, que se vê, se tem ou não a necessidade de prioridade, porque poderá haver na fila, pessoas com maior necessidade que eu e que nao se pronunciam. Outra das respostaé de que posso ter prioridade, nas caixas automáticas. E eu sou obrigada a saber trabalhar com as caixas automaticas? Quando na maioria dos casos a assistente não está presente e nos mandam esperar, que venha alguém. Estou-me a referir a todas as caixas, porque as destinadas à prioridade, estão na maioria dos casos fechadas, ou têm pessoas, que aparentam nao terem necessidade de ali estarem. Já fiz reclamacao na pagina do pingo doce e nunca obtenho resposta. Posso elogiar o pingo doce de frielas, , ou outros que tem fila unica, e nos mandam sempre chegar à caixa. Não seria mais comodo e pratico, satisfazer o cliente assim? Cumprimentos. Maria Delgado
Vale não usufruído
Tenho a aplicação pingo doce, na qual fiz uma compra para obter vale de desconto Pingo Doce e BP O Vale pingo doce consegui usufruir Mas o da BP tivemos problemas com a aplicação e não conseguimos usufruir do desconto 20€ em gasóleo/gasolina Na qual liguei para a linha de apoio e o que me foi dito foi que esse valor poderia ser reposto mas não daria para gastar o valor como o cupão (o cupão pode-se usufruir do valor 20€ basta que se gaste mais um euro o que que se queira) ao contrário do valor que fica em saldo e só se pode gastar consoante a tabela ( teria de por 80€ de gasóleo /gasolina para usufruir os 20 euros na totalidade) Não tendo culpa que a aplicação não daria para conseguir fazer usufruto do vale que me foi atribuído Resumindo participei numa campanha na qual sai prejudicada com os 20 € em BP na qual não usufruí devido a aplicação
Reclamação – Produto defeituoso com impacto na saúde e recusa de responsabilidade
No dia 06/03/2026 adquiri no Pingo Doce de uma embalagem de 30 cervejas Super Bock Mini 25cl (lote L25055621514), a qual apresentava claras anomalias: ausência de gás, sabor e odor alterados. Após consumo, eu e outros consumidores apresentámos sintomas gastrointestinais, vómitos, azia e dores abdominais, tendo sido necessário recorrer a medicação. A situação foi reportada à marca Super Bock Group, que procedeu à recolha de parte do produto para análise. Posteriormente, informou que o produto estaria “dentro dos parâmetros”, com base em análises internas, recusando qualquer responsabilidade e não apresentando solução adequada ao consumidor. Acresce que: As amostras recolhidas foram integralmente utilizadas, impossibilitando verificação independente e não foi apresentada análise por entidade externa. Mantenho em minha posse uma garrafa do mesmo lote, bem como provas documentais. O produto foi adquirido no hipermercado Pingo Doce, enquanto ponto de venda ao consumidor. Considero esta situação grave do ponto de vista da segurança alimentar e dos direitos do consumidor, tendo existido impacto direto na saúde e prejuízo financeiro. Solicito a intervenção desta entidade para: Avaliação independente do caso Verificação do lote em causa Apuramento de responsabilidades Defesa dos direitos do consumidor
Propaganda enganosa
Exmos. Senhores, fiz uma compra no dia 15/04 no pingo doce da Madalena com promoção ativa de 10 euros pra cartão e o saldo nunca foi atribuído até a data do dia 23/04 e mesmo assim qd se passa no caixa n dá pra descontar. Já 3 vezes q fui até o pingo doce e nunca resolvem, eu já liguei tantas vezes no serviço de atendimento pq a gerência daqui n resolve nada tbm. Já tive q deixar compra no caixa pq me ligaram dizendo q já estava resolvido e eu fui confiando na informação. A minha pergunta é, como fica o constrangimento e a vergonha q passei por estes dias? Por 10€? Cumprimentos.
Promoção
O pingo doce no dia 10/4/2016 lançou 2 promoções uma ganhando saldo de 20 euros e outro de 40. Fiz compra de 108 euros e só ganhei cupom de 20,00 euros.
Publicidade Enganosa
Exmos. Senhores, Sou consumidora habitual da marca Skip, nomeadamente do produto “Skip Ciclos Curtos”, que adquiro com regularidade há já algum tempo. Até recentemente, o preço deste produto rondava os 9,99€, tendo entretanto sofrido um aumento para 10,99€, o que considero compreensível face ao contexto atual. No entanto, no dia de hoje, ao visitar os hipermercados Continente e Pingo Doce, deparei-me com uma alegada promoção de 55% sobre o referido produto, indicando um preço original de 24,99€, sendo o preço final de 10,99€. Esta situação causou-me estranheza, uma vez que nunca observei este produto a ser comercializado por 24,99€. Para reforçar essa perceção, verifiquei que noutra superfície comercial, o Auchan, o mesmo produto se mantém à venda por 10,99€, sem qualquer promoção associada. Perante estes factos, considero que esta prática pode configurar publicidade enganosa, induzindo os consumidores em erro relativamente ao real benefício da promoção apresentada. Assim, venho por este meio solicitar que esta situação seja analisada, reportada e, se possível, divulgada, de forma a garantir maior transparência e proteção dos consumidores. Com os melhores cumprimentos,
Anulação indevida de vales promocionais
No âmbito de uma campanha promocional do Pingo Doce (13 a 15 de março), que anunciava a oferta de 20€ em saldo Pingo Doce e 20€ em vale BP por compras iguais ou superiores a 100€, realizei várias compras cumprindo integralmente os requisitos divulgados ao consumidor. Após a realização das compras, e apenas 2 dias depois, fui informada por mensagem que os vales seriam anulados por alegado incumprimento de condições, sendo que tais condições nunca foram comunicadas previamente. Verificou-se que: - A comunicação promocional enviada não mencionava qualquer limitação relativa ao número de contribuinte; - O link indicado na mensagem encontrava-se inacessível (erro 404); - A alegada nova regra apenas consta no talão emitido após o pagamento, impossibilitando uma decisão informada por parte do consumidor; - Parte dos bens adquiridos são perecíveis (carne), impossibilitando a sua devolução; - O apoio ao cliente revelou-se inacessível durante vários dias consecutivos. Posteriormente, foi-me transmitido em loja que existiria uma nova regra que limita a utilização dos vales com base no número de contribuinte — condição essa que nunca foi previamente comunicada, nem de forma clara, nem acessível antes da realização da compra. Considero que esta atuação configura uma prática comercial desleal e de má-fé, na medida em que: - O consumidor é induzido em erro no momento da decisão de compra, com base em informação incompleta; - As condições são alteradas ou aplicadas de forma retroativa, após a concretização da transação; - Existe omissão do dever legal de informação prévia, clara e transparente. Adicionalmente, esta situação configura enriquecimento sem causa por parte da entidade, uma vez que: - O Pingo Doce beneficiou do valor total das compras realizadas sob a expectativa legítima da atribuição dos vales; - Recusou posteriormente a atribuição das vantagens prometidas, sem fundamento devidamente comunicado previamente; - O consumidor ficou privado do benefício anunciado, sem possibilidade de reversão da compra. Tal comportamento viola princípios fundamentais da proteção do consumidor, nomeadamente o dever de boa-fé, transparência e lealdade nas práticas comerciais. Face ao exposto, solicito: - A reposição integral dos vales indevidamente anulados, no valor total de 240€; - A averiguação da legalidade desta prática comercial; - A responsabilização da entidade por eventual violação das normas de defesa do consumidor. Solicito a intervenção urgente das entidades competentes.
"Prática Comercial Desleal" e "Violação do Dever de Informação ao Consumidor.
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra o estabelecimento "PINGO DOCE" devido à alteração unilateral e sem aviso prévio adequado das condições de acesso à campanha promocional GANHE 40 Euros. Somos uma familia que é cliente habitual e detentores de vários cartões de fidelização( um por cada elemento da familia ou seja cinco) Paula Silva nº 2446070568145; Mariana Silva nº 2446110393461; Paulo Silva nº 2446009783656; Rui Silva nº 2446113225202, José Silva nº 2446075434858. A referida campanha tem vindo a ser realizada com moldes específicos há um longo períodode tempo, criando no consumidor uma expectativa legítima de continuidade. Contudo, foram recentemente introduzidas alterações às condições de acesso que não foram comunicadas de forma clara e direta. Fundamento a minha reclamação nos seguintes pontos: Dever de Informação Deficiente: A empresa optou por colocar as alterações em carateres reduzidos ("letras pequenas") em cartazes idênticos aos das campanhas anteriores, o que induz o consumidor em erro e dificulta a perceção da mudança. Informação Extemporânea: A alegação de que a informação consta nos talões de compra é inválida para garantir a liberdade de escolha do consumidor, uma vez que o talão só é emitido após a transação efetuada. A informação deve ser prévia à decisão de compra. Falta de Comunicação Direta: Sendo titular de um cartão de fidelização, a empresa dispõe dos meus dados de contacto. Dada a relevância da alteração, seria expectável e exigível uma comunicação direta (e-mail ou SMS) para garantir a transparência do processo e ainda mais grave a cada talão de compra emitido , foi emitido, como em campanhas anteriores os vales correspondentes à prmoção, apenas tendo sido comunicado no dia seguinte e aí sim por mensagem que devido ao facto de não estar dentro das condições da promoção da campanha que o saldo que me tinha sido atribuido me iria ser removido. Esta prática configura uma violação do Direito à Informação (conforme a Lei de Defesa do Consumidor - Lei n.º 24/96) e do Princípio da Boa-Fé. Sinto-me lesado(a) e enganado(a) por esta estratégia comercial opaca. Solicito: Uma resposta fundamentada sobre a falta de pré-aviso eficaz; A reposição das condições que me permitam usufruir da campanha conforme a expectativa criada ou a compensação pelos valores que me vi privad(a) de acumular/descontar devido a esta falha de comunicação. Paula Silva
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