Reclamações públicas

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P. S.
17/03/2026

"Prática Comercial Desleal" e "Violação do Dever de Informação ao Consumidor.

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra o estabelecimento "PINGO DOCE" devido à alteração unilateral e sem aviso prévio adequado das condições de acesso à campanha promocional GANHE 40 Euros. Somos uma familia que é cliente habitual e detentores de vários cartões de fidelização( um por cada elemento da familia ou seja cinco) Paula Silva nº 2446070568145; Mariana Silva nº 2446110393461; Paulo Silva nº 2446009783656; Rui Silva nº 2446113225202, José Silva nº 2446075434858. A referida campanha tem vindo a ser realizada com moldes específicos há um longo períodode tempo, criando no consumidor uma expectativa legítima de continuidade. Contudo, foram recentemente introduzidas alterações às condições de acesso que não foram comunicadas de forma clara e direta. Fundamento a minha reclamação nos seguintes pontos: Dever de Informação Deficiente: A empresa optou por colocar as alterações em carateres reduzidos ("letras pequenas") em cartazes idênticos aos das campanhas anteriores, o que induz o consumidor em erro e dificulta a perceção da mudança. Informação Extemporânea: A alegação de que a informação consta nos talões de compra é inválida para garantir a liberdade de escolha do consumidor, uma vez que o talão só é emitido após a transação efetuada. A informação deve ser prévia à decisão de compra. Falta de Comunicação Direta: Sendo titular de um cartão de fidelização, a empresa dispõe dos meus dados de contacto. Dada a relevância da alteração, seria expectável e exigível uma comunicação direta (e-mail ou SMS) para garantir a transparência do processo e ainda mais grave a cada talão de compra emitido , foi emitido, como em campanhas anteriores os vales correspondentes à prmoção, apenas tendo sido comunicado no dia seguinte e aí sim por mensagem que devido ao facto de não estar dentro das condições da promoção da campanha que o saldo que me tinha sido atribuido me iria ser removido. Esta prática configura uma violação do Direito à Informação (conforme a Lei de Defesa do Consumidor - Lei n.º 24/96) e do Princípio da Boa-Fé. Sinto-me lesado(a) e enganado(a) por esta estratégia comercial opaca. Solicito: Uma resposta fundamentada sobre a falta de pré-aviso eficaz; A reposição das condições que me permitam usufruir da campanha conforme a expectativa criada ou a compensação pelos valores que me vi privad(a) de acumular/descontar devido a esta falha de comunicação. Paula Silva

Em curso
A. B.
16/03/2026

Assunto: Reclamação – Anulação de cupões da campanha Pingo Doce / BP

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma situação ocorrida na loja do Pingo Doce de Ermesinde. No âmbito da campanha em que, por compras superiores a 100€, eram atribuídos cupões de 20€ para utilizar no Pingo Doce e na BP, realizámos várias compras utilizando diferentes cartões associados ao mesmo NIF, tendo sido emitidos os respetivos cupões pelo sistema da loja. As compras foram efetuadas no dia 13 de março pelas 20:20 (ver anexo) na loja do Pingo Doce de Ermesinde, tendo sido atendidos pela funcionária Fátima Moura. No momento das compras foram efetivamente emitidos os cupões correspondentes, tendo sido impressos os dois talões da campanha (um cupão de 20€ para utilizar no Pingo Doce e outro cupão de 20€ para utilizar na BP, ver anexo). Importa ainda referir que esta alteração de regras, segundo o gerente, terá sido efetuada apenas nesta semana de março, pois no início deste mesmo mês realizámos compras no âmbito da mesma campanha sem qualquer problema. Além disso, nem a própria operadora (Fátima moura) tinha conhecimento dessa alteração. Durante a manhã, quando entrei em contacto telefónico com a loja, foi-me indicado que o problema se devia a uma anomalia com os cartões. Posteriormente, já durante a tarde, foi-nos apresentada uma explicação diferente, indicando que afinal existiria uma limitação de três utilizações por NIF através de SMS. Foi ainda referido, em tom exaltado, ao telefone que os clientes têm a obrigação de ler os folhetos da campanha. No entanto, essa informação encontra-se em letras muito pequenas e, aparentemente, nem os próprios funcionários tinham conhecimento claro dessa limitação. Acresce ainda que todos os produtos adquiridos estavam incluídos na campanha e que os cupões foram efetivamente emitidos pelo sistema e entregues em talão no momento da compra. Caso existisse qualquer limitação ou impedimento, seria expectável que o próprio sistema bloqueasse a emissão dos cupões, o que não aconteceu. Importa também referir que o SMS relativo à campanha apenas foi enviado na segunda-feira seguinte, ou seja, cerca de três dias após a realização das compras (sexta-feira) Posteriormente deslocámo-nos eu e o meu filho novamente à loja durante a tarde e falámos com o gerente, o Sr. Paulo, que nos informou que tentou contactar a central do Pingo Doce para esclarecer a situação, mas que não conseguiu obter resposta naquele momento, indicando que iria registar o nosso caso, transmitindo ainda que provavelmente não haveria resolução para o mesmo. Importa ainda referir que o cartão em questão que alegadamente não seria válido encontra-se registado em meu nome com o meu NIF particular. No entanto, na fatura emitida consta um número de contribuinte diferente, o que demonstra ainda mais a falta de coerência nas explicações apresentadas para a anulação dos cupões. Face a toda esta situação sinto-me claramente prejudicado e enganado, uma vez que os cupões foram emitidos após compras efetivamente realizadas e posteriormente anulados com justificações contraditórias. Gostaria ainda de salientar que sou cliente do Pingo Doce desde os anos 80, ou seja, há várias décadas. Sou cliente da marca há tanto tempo que muito provavelmente alguns dos atuais responsáveis da loja ainda nem trabalhavam na empresa nessa altura. Tanto eu como a minha família realizamos compras frequentes no Pingo Doce que rondam, em média, cerca de 2000€ por mês. Face a este histórico de fidelidade, esta situação revela uma clara falta de sensibilidade e consideração para com clientes de longa data. Do meu ponto de vista, existe ainda uma irregularidade legal, pois as faturas foram emitidas no Pingo Doce e de certa forma fui também afetado no cupão da BP, sendo que neste último ainda nem sequer pedi a fatura ou me dirigi ao local. É importante notar que os vales da BP só poderiam ser descontados a partir de quinta-feira, dia 19 de março. Portanto, como poderia a anulação ou limitação retroativa afetar algo que ainda não estava sequer disponível para uso? Face à situação descrita, informo ainda que irei expor esta ocorrência junto das entidades competentes de defesa do consumidor, incluindo o Livro de Reclamações Eletrónico, a ASAE, bem como outras plataformas de defesa dos consumidores, por considerar que esta situação poderá configurar uma prática de publicidade enganosa. Com efeito, as condições da campanha parecem ter sido alteradas ou aplicadas de forma pouco transparente, encontrando-se eventualmente mencionadas apenas em letras muito reduzidas nos folhetos promocionais, o que dificulta a sua perceção clara pelos consumidores e pode induzir em erro. Assim, solicito a análise desta situação e a reposição ou validação dos cupões emitidos, uma vez que foram obtidos através de compras efetivamente realizadas e com base nas condições apresentadas no momento da compra. Aguardamos uma resposta e resolução desta situação com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, António Borges

Encerrada
A. S.
12/03/2026

Feijoada do Alto Barroso

A Feijoada do Alto Barroso possui 20% de cenoura na sua composição. Parece-me um exagero tendo em conta o preço da mesma. Eu fiz a pesagem da cenoura e calculei a referida percentagem. Retirando a cenoura e o feijão, de Barroso não sobra quase nada.

Em curso
E. R.
07/03/2026

Promoções não aplicadas. Valor pago errado

Exmos. Senhores, Pela 4 transação consecutiva, em que eu me apercebi. Paguei um avlor errado ou não me foi creditado o devido valor em crédito cartão. Numa empresa da vossa dimensão é vergonhoso enganar os clientes e cobrar um valor diferente do anunciado ou não creditar os clientes dos créditos publicitados. São tantas as situações que nem me dou ao trabalho de as identificar Cumprimentos.

Em curso
J. G.
21/02/2026

Vale de desconto não resgatado

Exmos senhores. No dia 13 de fevereiro de 2026 realizei compras no Pingo Doce de Telheiras com a app Poupa Mais 244*******265 (transação 318526), aproveitando a campanha 20 euros em compras + 20 euros em combustível BP, que se encontrava a decorrer durante o fim-de-semana. Nesse dia, para além dos vales da campanha 20 + 20, o meu cartão passou a apresentar um acumulado 12 euros para resgatar nos postos de combustível BP, sendo que 7 euros tinham como prazo limite de utilização, o dia 28 de fevereiro. No dia 21 de fevereiro, pelas 10h00, dirigi-me ao posto BP de Carnaxide e rebati os 7 pontos que expiravam a 28 de fevereiro (FS 262663004/724019). No mesmo dia, pelas 13h15, voltei ao mesmo posto de combustível em Carnaxide para utilizar o vale de 20 euros (7500026131601) rebatível nos postos BP entre os dias 18 e 22 de fevereiro, à semelhança do procedimento que tenho efetuado em vezes anteriores. No ato do pagamento, foi referido que o vale já tinha sido usufruído. Verificado em detalhe o Vale de desconto BP, confirmou-se na app e em papel que o vale com a referência 7500026131601 corresponde às compras realizadas no dia 13 de fevereiro. Não estando a Linha de apoio ao cliente Poupa Mais (210 547 860 ou 808 200 068) disponível aos fins-de-semana para esclarecer este assunto, escrevo hoje, dia 21 de fevereiro, antes da data-limite da utilização do vale de 20 euros em combustível BP, por forma a solicitar que a situação seja corrigida e o Vale possa ser resgatado até ao próximo dia 1 de março.

Em curso
B. S.
10/02/2026

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Em 11/12/2025 adquiri uns Cabazes de Natal, da marca Pingo Doce, pelo valor de 240 €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 20/12/2025. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e obtive a resposta de que o bem estava esgotado e que iam fazer o reembolso do valor pago. Assim sendo, dado que o prazo de entrega do reembolso já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.

Em curso
A. B.
26/01/2026

Compra de grandes quantidades para encher mini-mercados/mercearias

Exmos. Srs, Já por diversas vezes me confrontei com imigrantes a encher carrinhos de compras neste estabelecimento (para venderem nos deles), e a pagar em dinheiro. Nada a relatar, se fosse uma comprar de um privado, mas temos aqui uma questão que requer o empenho e esforço de todas as instituições, que é o COMBATE À LAVAGEM DE DINHEIRO, e NÃO PODEMOS PERMITIR, PRIMEIRAMENTE, DEBAIXO DOS NOSSOS OLHOS! Grata pela vossa atenção,

Encerrada
J. A.
24/01/2026

Produto estragado

Exmos Senhores, No dia 23-01-2026 desloquei-me ao Pingo Doce no centro comercial Allegro Fiz compras e regressei a casa Tirei todos os produtos ,entre eles 1kg de camarão, que meti no frigorífico Hoje dia 24 tirei alguns para comer Quando deparei com um cheiro a fenico,as cabeças do camarão a cairem e peguei numa delas,fiquei como tivesse cola na mão Provei e simplesmente, me vieram vómitos Agradecia o vosso comentário Pois as mesmas eram para ser servidas ao almoço, entre as pessoas haviam duas crianças Atenciosamente José Abrantes

Em curso
E. M.
21/01/2026

Sacos do frango sem condições de uso

É inacreditável o pingo doce continuar com os sacos do frango finos como folhas de papel. Uma pessoa pega nos sacos e vai tudo parar ao chão e ao saco de compras sujando todos os restantes produtos. Estou grávida de 8 meses e valeu-me a ajuda das funcionárias para tentar limpar as minhas compras, bem como a caixa do supermercado, tendo que esperar de pé até ficarem minimamente decentes as compras do saco. Não sendo a primeira vez que passo por esta experiência, desta vez, venho demonstrar o meu descontentamento com isto e não voltarei a comprar frango no pingo doce. Os panados que não têm molho são colocados em caixas de plástico, o frango não entendo o porquê de não ser também colocado nesses mesmos recipientes.

Encerrada
M. M.
18/12/2025

Crimes de injúria e difamação cometidos no pingo doce arcozelo gaia

No passado dia 13.12 desloquei-me ao Pingo Doce de Arcozelo para comprar uma baguete, tendo concretizado o pagamento pelas 18h10. Ao sair da zona de caixas fui abordado pelo Sr. Segurança de serviço que afirmou querer falar comigo e perentoriamente me acusou de furto (alegadamente ocorrido em 11.12, no valor de 1.18€ relativo a compra de 2 baguetes de pão). Apesar de me ter defendido e dito que não fiz nem faria tal coisa, o Sr. Segurança insistiu, a situação começou a causar-me grande constrangimento pois estava a ser retido pelo segurança em público, com os clientes todos a observar a situação, pelo que perguntei o que poderia fazer para resolver a situação, ao que respondeu que fosse pagar. Pelas 18h13 fui obrigado a repetir o pagamento já concretizado em 11.12. O Sr. Segurança escoltou-me e ficou junto a mim durante todo o processo de pagamento, claramente para me humilhar e tornar público um furto que nunca ocorreu. Ainda afirmou "vi que teve dificuldades no pagamento, mas não se fazia o que fez. Não conseguia pagar, pedia ajuda!", disse Vociferando agressivamente em alto e bom tom. Volvido a casa, encontrei o talão de compra e voltei ao Pingo Doce. Pedi então que me mostrasse as imagens, o que foi recusado. Alegou que uma colega que tinha transmitido a informação, mas não disse quem foi. Pedi que as observasse ele próprio e, quando o fez, viu que tinha mesmo pago a compra. Justificou que foi a colega que lhe disse e nela acreditou. Certo é que fui eu quem passou o vexame, pelo que já formalizei queixa na GNR, porque o que sucedeu consubstancia crime: injúria do Sr. Segurança e difamação da colega que lançou o falso testemunho sobre mim. Paguei duas vezes a mesma compra e vi denegridas a minha honra, bom nome, dignidade e reputação. Voltei à loja pela terceira vez no dia 13.12, entre as 20h00 e as 20h30, tendo solicitado o livro de reclamações, que não foi disponibilizado antes de expor repetidamente a situação à responsável de loja, que já a conhecia, mas que desvalorizou por completo a minha reclamação, dizendo que "se for verdade o que diz, tem razão". Ademais, sustentou que se tratava então de "um mal entendido que já estava resolvido", procurando deturpar a natureza dos crimes de que fui alvo. Mais alegou que "errar toda a gente erra, só não erra quem não trabalha", numa tentativa de desculpabilização, de ridicularizar a situação fazendo apelo à minha qualidade de reformado e de reforçar todo o sentimento de vexame e de humilhação, Acusar alguém de furto ou roubo que não cometeu não é erro, é crime previsto e punido pelo Código Penal português. Tenho 69 anos, sou residente na área em que o estabelecimento se situa e ia com frequência às compras lá, sendo o estabelecimento frequentado por outros residentes na freguesia e freguesias adjacentes, a maioria deles meus conhecidos, dos quais parte assistiu ao ocorrido, tendo eu já ouvido comentários e piadas desonrosos devido a esta situação. Não percebo o que motivou a situação, mas estou convencido de que existiu clara má-fé, apesar de não conhecer nenhum dos funcionários envolvidos (nem outros do mesmo estabelecimento). Se existem imagens que nitidamente mostram que fiz o pagamento com sucesso, ainda não consegui perceber como alguém pode ter uma atitude tão torpe, mesquinha e vil a este ponto de me acusar de crime que não cometi, nem nunca cometeria, apesar de existirem provas do pagamento (circuito de video vigilância e talão de compra).

Encerrada

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