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Problema com parquimetro
No passado dia 27 de janeiro, pelas 15:00, dirigi-me ao equipamento # 35003, perto da Avenida José Malhoa, onde coloquei 2€. O tempo era superior ao necessário e eu cancelei. Contudo a máquina não me devolveu qualquer moeda, nem emitiu o ticket. De seguida, coloquei 1,6€ e retirei o ticket necessário ao estacionamento para o veículo 37-ZL-84.Ficou em falta a devolução dos 2€ iniciais. Liguei de imediato para o serviço de apoio ao cliente da EMEL, através do número de telefone mencionado no equipamento e aconselharam-me a expor a situação por escrito para proceder à sua resolução.No dia 4 de março, depois de diversas insistencias por email, recebi finalmente resposta da empresa a confirmar avaria do equipamento e a solicitar iban para estorno do valor, o qual forneci de imediato.Estamos a 23 de junho e a situaçao continua por solucionar, mesmo depois de repetidos emails.
Emel - reboque de viatura
Venho por este meio apresentar uma reclamação pela contraordenação, bloqueamento e posterior reboque aplicados pela EMEL ao meu veículo ..... , por ter estacionado num local de paragem proibida, excetuando cargas e descargas.De facto, no dia 06/12/2019, estacionei na Av. de Brasília, dentro de um parque da EMEL, numa zona de cargas e descargas, sem que me tivesse apercebido da sinalização existente. Efetuei o pagamento do bilhete diário (permitido pela aplicação EPark da Emel) e desloquei-me para o trabalho. Devo realçar que nesse momento (9h) estavam disponíveis muitos lugares de estacionamento mas não se me ofereceu qualquer tipo de dúvida ao estacionar naquele lugar, caso contrário, teria mudado a viatura para outro lugar. Estava completamente convencida de que eram lugares normais de estacionamento, como os do restante parque. Este é um ponto a realçar pois a sinalização, manifestamente insuficiente e quase escondida, não está correta, pois além de pouco visível, não existe sinal de fim de proibição de estacionar, o que, num parque grande de estacionamento, não é admissível.Foi pois com enorme incredibilidade que, ao regressar ao local, já de madrugada, verifiquei que a viatura não se encontrava onde a deixara, ao contrário de inúmeros carros que se encontravam lá estacionados, levando-me mesmo a crer que o meu carro teria sido roubado!Depois de verificar o local, admito ter cometido uma infração involuntária para a qual houve contribuição de, pelo menos, cinco fatores:1. O facto de me encontrar dentro de um parque EMEL, com bilhete diário de estacionamento, utilizado por isso diariamente por centenas de automobilistas, e que já tinha utilizado várias vezes quando necessito da viatura em dias úteis, justamente para deixar o veículo bem estacionado e seguir despreocupada para o trabalho (por norma utilizo o metro nas minhas deslocações diárias). 2. A inexistência de um sinal de fim de proibição de estacionamento, que delimitaria com clareza a zona de proibição de estacionamento, mesmo não tendo visto o sinal de início da mesma. Não existe qualquer placa delimitadora, com o fim de proibição aplicado antes. Esse sinal poderá mesmo ter existido no passado, já que existe lá um poste de sinalização que não ostenta qualquer sinalização. 3. Uma placa bem visível à entrada do parque, indicando estacionamento pago com bilhete diário de segunda a sexta-feira das 9h às 19h, presumindo-se assim que todo aquele parque funciona naquelas condições. 4. As marcas brancas normais no chão, em tudo idêntico aos lugares de estacionamento autorizados, e sem qualquer distinção que nos permita perceber que estamos numa zona reservada (por exemplo deveriam ser amarelas para reforçar a zona de cargas e descargas).5. O facto de a aplicação E-Park da EMEL aceitar o pagamento do bilhete diário, reforçando para a minha certeza de estar estacionada num local autorizado.No dia seguinte manifestei o meu descontentamento ao funcionário do parque de reboques da Emel, onde me dirigi para levantar a viatura. Não gostei da postura, da atitude e da forma como me disse que deveria ter aberto os olhos e ver bem as placas. E que se achava a sinalização deficiente deveria queixar-me à Câmara Municipal de Lisboa. Foi arrogante na forma de lidar comigo, enquanto cliente da EMEL, e na forma pouco humana de lidar com esta situação.No final senti-me muito injustiçada por ter, de boa-fé, pago o estacionamento de um serviço, achando eu ter deixado o meu carro em local seguro e de forma legal, sem ficar parado às “três pancadas” numa rua qualquer, como tantas vezes se vê por essa Lisboa fora… Fiz tudo certinho e fui surpreendida com a aflição de achar que me tinham roubado o carro quando, por volta da meia-noite, dei pela falta dele… Gostaria que analisassem a situação e me tentassem de alguma forma ressarcir do valor pago por esta situação, que, a meu ver, foi completamente injusta.
Multa por estacionamento
Venho, por este meio, comunicar a V.Exas que no dia 25 Novembro de 2019 que por volta das 11:00 estacionei na Avenida Machado Santos, em frente aos campos de treinos do Estádio da Luz. Desloquei-me ao parquimetro para efetuar o pagamento, e o mesmo estava avariado (como prova a foto que tirei). Após o meu retorno ao carro, tinha uma multa de estacionamento. Desloquei-me à loja do cidadão para questionar a Emel sobre a situação. Fui atendido pela sra. Maria Romão que me disse que teria que ter ligado para o número que se encontra no parquimetro ou atravessar a rua e retirar o ticket em outro parquimetro. Ao que eu respondi que pagaria o serviço se estivesse disponivel, mas não tinha a obrigação nem de ligar para o número nem atravessar a rua para o pagamento no sentido contrário onde me deslocava. A mesma forneceu-me uma ficha de reclamação da empresa que pudesse preencher. Logo começou a preencher a ficha como o assunto fosse outros, sendo que tinha a opção de avaria de parquímetro. Ao qual eu a alertei que a situação era o parquímetro estar avariado, por isso não paguei o estacionamento. Durante o preenchimento da mesma reclamação, informei que iria pagar a multa mas queria realizar a reclamação na mesma. Ao que me foi informado pela mesma que não podia fazer as duas coisas, ou pagava ou reclamava. Incrédulo e sem reação, optei por pagar a multa com a intenção de não ser agravada ainda mais. E reforcei que iria colocar uma exposição à Deco sobre a situação reportada. Tenho em minha posse o papel da multa, o pagamento da multa e o papel da reclamação que não me foi aceite. Foi me relatado que teria até 15 dias para realizar a reclamação para a ANSR, e não para a DECO.
EMEL
Exmos. Senhores,Antes de mais, apresento os meus melhores cumprimentos.Venho por esta via apresentar uma queixa / reclamação contra funcionário que ostensivamente se recusou esta manhã, dia 16 de Outubro, de 2019, pelas 10H06, a facilitar a entrada na Travessa da Queimada, no Bairro Alto, que dá acesso à Rua Diário de Notícias, onde está localizada a Casa Infância de Calafates - Fundação D. Pedro IV, que é frequentada pela minha filha Vitória Teixeira da Costa, de 4 anos.Acontece, com regularidade, ter que aceder à Rua Diário de Notícias para levar e trazer a minha filha, o que se traduz num procedimento que demora cerca de 5 minutos. Por norma, a entrada é facilitada por todos os funcionários da EMEL – que simpaticamente acolhem o pedido de acesso.No entanto, já aconteceu várias vezes ser atendida por um funcionário (que será certamente fácil de identificar, visto que faço referência ao dia e hora da ocorrência) que se recusa a dar a sua identificação – ato a que é obrigado – e que impede de forma arrogante e autoritária o acesso à Casa Infância de Calafates - Fundação D. Pedro IV.Ora, tal procedimento é inaceitável e venho comunicar que irei avançar com uma queixa formal no Livro de Reclamações da EMEL, à Deco, e à Câmara Municipal de Lisboa, de forma a garantir que este funcionário seja submetido a uma processo disciplinar pela sua falta de civismo e abuso de poder que muito tem prejudicado vários pais que tentam o acesso Casa Infância de Calafates - Fundação D. Pedro IV, onde todos os dias têm de levar e ir buscar os seus filhos.Anexo a este email fotos que comprovam que foi negado o acesso à Casa Infância de Calafates - Fundação D. Pedro IV de forma injusta e prepotente por parte do funcionário da EMEL que se encontrava de serviço no referido momento da ocorrência.Envio ainda uma imagem Print Screen da tentativa de apresentar esta queixa no Portal do Site da EMEL que prova que não foi possível.
Problema com o serviço de pagamento de parquímetros pela aplicação android da empresa (ePark)
No dia 16 de Fev 2017 demos entrada na urgência da maternidade do hospital dos Lusíadas pois a minha esposa (então gravida) apresentava contrações de trabalho de parto. Ficamos no hospital apos o parto, e no dia seguinte (17 Fev) de manha a ligamos a aplicação ePark e verificamos que tinhamos a possibilidade de pagar um bilhete diário na zona que o GPS indicava a partir quarto do hospital em que nos encontrávamos. Era uma solução conveniente pois iriamos passar as próximas 24 horas no hospital ou ate que a bebe recebesse todos os tratamentos necessários. Encontrei a multa da EMEL pelas 15 horas quando sai do hospital para ir buscar mais roupa para a bebe. Ao telefone com a EMEL apercebi-me que existem duas ruas de estacionamento a volta dos Lusíadas, uma zona que permite a diária (Avenida Lusíada) e uma zona verde, que não permite a diária (Rua Abílio Mendes). Tentei explicar que não nos tínhamos apercebido das duas ruas pela aplicação ePark, e que a diária não era uma solução para a zona verde em que se encontrava o carro (Rua Abílio Mendes, em frente ao 22). Enviei uma reclamação, como me foi sugerido ao telefone, para o email info@emel.pt, para revertemos o que pagamos pela diária (na Avenida Lusíada 5A) para o que deveríamos ter pago para a zona verde (do período das 9 as 15 horas). Recebi hoje 24 de Fev 2017, a resposta a dizer que o cliente devia saber usar a aplicação, que temos de pagar a multa. Não referiram se nos iam restituir o bilhete diário que pagamos por engano. Esta situação é um abuso, pois a aplicação dá ao cliente uma forma fácil de pagar parquímetro de forma incorreta, e quando o cidadão o faz, a EMEL fica com o dinheiro que o cliente pagou por engano e com o dinheiro da multa, depois de indicarmos uma resolução razoável, dado o contexto clinico em que nos encontrávamos no hospital dos Lusíadas.
Multa por estacionamento indevido
Fui multada na minha zona de dístico por supostamente ter estacionado num local não destinado para o efeito. Fiquei surpreendida, pois o carro estava estacionado dentro das marcas sinalizadas, sem pisar nenhuma delas e num local onde era permitido.Tirei fotografias e reclamei. Entretanto recebi o Pedido de Identificação de Condutor e só depois, obtive resposta da EMEL no oficio 16331/BPM/2015 em que insistiam que não tinha estacionado no estritocumprimento do Código da Estrada, invocando o n.º 4, artigo 48.º: “Dentro das localidades, a paragem e o estacionamento devem fazer-se nos locais especialmente destinados a esse efeito e pela forma indicada ou na faixa de rodagem, o mais próximo possível do respectivo limite direito, paralelamente a este e no sentido da marcha.” No caso em análise estacionou em local não destinado para esse efeito, existindolugares marcados para esse efeito no pavimento, estacionou sobre marcação prevista no artigo 62º,nº 3 do Regulamento de Sinalização de Trânsito.Voltei a reclamar e responderam reiterando o primeiro oficio.
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