Reclamações públicas

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C. G.
03/09/2025

Desmarcação de consulta por o Dr não fazer consultas cobertas com o seguro de saúde

Fui contatada agora a informar que a minha consulta de dermatologia com o dr Bruno Duarte que estava agendada para outubro, que o Doutor já não fazia consultas com cabertura de seguro de saúde e se quiser manter a consulta só em título particular, no valor de 110€. Esta questão prende-se por 2 situações, uma é que estou a espera desta consulta desde Março e que inicialmente foi marcada para agosto, depois desmarcaram para outubro e agora em setembro informam se quiser a consulta tenho que pagar a título particular, eu pago seguro de saúde que é para conseguir ter desconto nos valores das consultas. A outra situação, foi que então se o Doutor não faz consultas com seguro, pretendo marcar outra consulta com outro médico(a) que faça, qual é o meu espanto em que dizem que o hospital já não tem nenhum médico para 1ª consulta com cobertura de seguro de saúde. Como é admissivel uma situação dessas, estou a espera de uma consulta de um hospital privado à cerca de 6 meses e depois não apresentam soluções viáveis aos utentes, que pagam seguros de saude para poder ter um pouco mais de diginidade na saúde, já que nos hospitais públicos essa dignidade acabou a muito tempo.

Encerrada
E. P.
02/06/2025

Atraso nos atendimento

Venho expressar minha total revolta e indignação com o atendimento vergonhoso e desumano do Hospital da Luz. É inadmissível que um hospital que se diz referência mantenha pessoas esperando MAIS DE QUATRO HORAS nas urgências, sem qualquer respeito, empatia ou consideração com quem está doente, sentindo dor e fragilizado. As atendentes são de uma má vontade absurda, tratam os pacientes com desprezo, como se estivessem fazendo um favor em vez de cumprir o mínimo que se espera de profissionais da saúde: humanidade e respeito. A organização é caótica, a comunicação inexistente e o ambiente é simplesmente hostil. Tudo nesse atendimento é uma verdadeira vergonha! O que está acontecendo com a gestão desse hospital? Cadê a responsabilidade com os pacientes? Cadê a eficiência? Cadê o atendimento digno que vocês tanto divulgam em campanhas publicitárias caríssimas? Porque a realidade, dentro da urgência, é uma só: descaso, demora absurda e um atendimento que beira o ridículo.

Encerrada
J. C.
17/04/2025

Tempo Excessivo de Espera com Consulta Marcada

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao atendimento no vosso hospital, nomeadamente no que diz respeito ao tempo de espera para uma consulta previamente marcada. No dia 17 de Abril de 2025, compareci nas vossas instalações para uma consulta agendada para as 11:20, sendo que pelas 11:15 fiz admissã da mesma. No entanto, fui apenas atendido cerca de uma hora após o horário marcado, o que considero um desrespeito para com o utente que planeia a sua vida em função de um horário estabelecido. Esta situação causou-me grande incómodo e transtorno. Já é a terceira vez que este evento acontece neste mesmo hospital. Compreendo que imprevistos possam ocorrer, mas considero que atrasos desta ordem, sem qualquer tipo de justificação ou informação por parte da equipa, não devem ser encarados como normais, especialmente em instituições de saúde onde a organização e o respeito pelo utente devem ser prioridades. Solicito que esta situação seja averiguada e que sejam tomadas medidas no sentido de melhorar a gestão de tempo e atendimento das consultas, garantindo mais respeito pelo tempo dos utentes. Fico a aguardar um retorno e agradeço a atenção dispensada. Cumprimentos. João Carreira

Encerrada
G. P.
14/04/2025

Orçamento cirúrgico abusivo sem discriminação de custos – Hospital da Luz Lisboa

Exmos. Senhores, Venho por este meio expor uma situação grave e potencialmente abusiva por parte do Hospital da Luz Lisboa. Foi apresentado um orçamento cirúrgico no valor de 22.100€ para uma cirurgia de endometriose profunda (prevista para dia 24 de abril de 2025), onde mais de 12.800€ estão agrupados sob uma rubrica genérica intitulada “Consumíveis, Fármacos e Materiais”, sem qualquer discriminação técnica ou especificação dos custos. Apesar de vários pedidos formais de esclarecimento, por escrito e presencialmente, o hospital recusou-se sistematicamente a fornecer essa discriminação antes da realização da cirurgia — o que consideramos um desrespeito pelo direito à informação do consumidor, especialmente em contexto de saúde privada, com valores tão elevados. Para agravar, a seguradora (SAMS via AdvanceCare) indicou inicialmente que comparticiparia 5.315€, mas após alterações no plano cirúrgico (com remoção de vários atos médicos), a comparticipação foi ainda reduzida para 4.662€. Mesmo assim, o hospital manteve o orçamento total inalterado, sem apresentar qualquer justificação ou revisão do valor global. Apresentámos reclamação formal no Livro de Reclamações Eletrónico (n.º ROR00000000045249745) e contactámos a ERS, mas até ao momento continuamos sem resposta concreta. O hospital alega que “não pode discriminar antes da fatura final” — o que nos impede de tomar decisões informadas e compromete a relação de boa-fé entre utente e prestador. Solicitamos apoio da DECO para: Avaliar se esta prática é legal e ética; Interceder junto do hospital e/ou da ERS; Aconselhar-nos sobre os próximos passos legais possíveis, nomeadamente após a realização do ato cirúrgico. Estamos disponíveis para fornecer toda a documentação de suporte (orçamento, correspondência, termos do seguro, resposta do hospital, etc.).

Encerrada
C. R.
12/04/2025

Reclamação Formal e Pedido de Indemnização por Má Prática Médica

Exmos. Senhores, Venho por este meio saber se é possível solicitar a vossa intervenção e orientação relativamente a uma situação de má prática médica que vivenciei no Hospital da Luz, em Lisboa, e que se tem repetido com outras utentes. No dia 18 de fevereiro de 2025, fui submetida a uma consulta de ginecologia com o Dr. Shadi Abushab, durante a qual fui confrontada com uma série de violações éticas e profissionais. Em nenhum momento me foram explicados os procedimentos que seriam realizados – nomeadamente o toque vaginal e a colheita para citologia –, nem tão pouco os potenciais desconfortos associados. A mera instrução para me despir, sem que me fosse fornecida sequer uma bata adequada, não constitui, de forma alguma, o consentimento informado exigido por lei. Para além disso, o médico fez um comentário profundamente inapropriado – "estás pronta para engravidar" –, que não só revelou falta de profissionalismo como criou um ambiente de desconforto e constrangimento. O exame foi realizado de forma brusca, sem qualquer aviso prévio, causando-me dor e angústia. O mais preocupante é que, ao pesquisar sobre este profissional, descobri múltiplos relatos de outras mulheres que passaram por experiências semelhantes, o que demonstra um padrão de conduta inaceitável. Apresentei uma reclamação formal ao hospital, mas a resposta recebida foi completamente insuficiente, desvalorizando os factos e ignorando as provas apresentadas. Perante esta situação, venho solicitar a vossa ajuda para: 1. Compreender os meus direitos enquanto utente do serviço de saúde; 2. Orientar-me sobre os passos a seguir para garantir que o hospital seja responsabilizado; 3. Avaliar a possibilidade de avançar com uma ação por danos morais. Envio em anexo toda a documentação relevante, incluindo a troca de correspondência com o hospital e registos de outras queixas contra o mesmo médico. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo uma resposta no sentido de me indicarem como posso contar com o vosso apoio neste processo. Com os melhores cumprimentos, Carolina Rosário

Encerrada
M. L.
26/03/2025

Cobrança Indevida em fatura 2025-01-07

Exmos. Senhores, No dia 06/01/2025 fui submetida a cirurgia ocular no Hospital da Luz em Coimbra e foi-me cobrado indevidamente o valor total de, 2,450,00 euros relativo à Córnea Humana para transplante. Mais se informa, que a colheita e transplante de órgãos e tecidos de origem humana, encontra-se devidamente legislado em Portugal, encontrando-se estritamente proibida a atribuição de qualquer valor, aos órgãos, tecidos ou células colhidos ou transplantados/ nº 3 do artigo 5º da lei nº 12/93, de 22 de abril na sua atual redação. Melhores Cumprimentos. Maria Laima

Encerrada
A. S.
11/03/2025

Devolução inexistente

Exmos. Senhores, 1 - Consulta no dia 4 de Fevereiro 2 - Paguei 140 euros quando dei a minha entrada 3 - Depois verificaram que tinha Medis e que o valor da consulta + exame eram 39.60 Euros 4 - Paguei os 39,60 Euros 5 - Dizem que vão devolver os 140 euros que paguei inicialmente desde o dia 4 !! 6 - envio emails, ligo para o apoio a cliente e dizem que não podem fazer nada porque o assunto está com um departamento que não atendem 7 - Não resolvem presencialmente 8 - Faz hoje 35 dias que estou a aguardar os 140 euros (dei toda a informação bancária necessária para a devolução) 9 - O pior de tudo é não obter nenhuma resposta !! Cumprimentos.

Encerrada
M. A.
27/02/2025

Médica Ana Macedo Ferreira

Exmo. Senhor Diretor Clínico do Hospital da Luz Lisboa, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à consulta de dermatologia que realizei no dia 27 de fevereiro com a Exma. Dra. Ana Macedo Ferreira, nas instalações do Hospital da Luz, em Lisboa. Sempre associei a vossa instituição a um atendimento de excelência, caracterizado por rigor, humanismo, empatia e profissionalismo. No entanto, a experiência que tive nesta consulta foi exatamente o oposto do que se espera de um serviço de saúde de qualidade. Desde o início da consulta, fui tratada com desconsideração e desrespeito. A médica recusou-se a ouvir o meu histórico clínico, afirmando que “não queria ouvir a minha história”, e rejeitou de imediato qualquer possibilidade de tratamento para as marcas de acne que motivaram a minha consulta, sem apresentar alternativas viáveis. Durante a consulta, a médica sugeriu que eu procurasse tratamento na clínica onde já tinha realizado dois laseres CO2 fracionados, afirmando que, se ganhasse comissão, até aconselharia um procedimento, mas como não lucrava com isso, eu teria que aceitar que teria acne e marcas para o resto da vida. Considero esta afirmação inadmissível, principalmente vinda de um profissional de saúde que deveria atuar com base no melhor interesse do paciente e não em critérios financeiros. Ressalto que a minha reclamação não se deve ao facto de a médica não querer realizar o tratamento que inicialmente pretendia, mas sim por não me ter oferecido qualquer outra opção e por não respeitar as minhas escolhas. A única solução que me foi apresentada foi um medicamento para o acne — e não para as marcas, que era o motivo da consulta. No entanto, quando manifestei que não queria tomar esse medicamento, assim como a pílula como método contraceptivo, fui tratada com desdém, como se a minha decisão pessoal fosse um obstáculo à consulta. Além disso, a médica fez comentários inapropriados sobre procedimentos estéticos anteriores que realizei, afirmando: “deixe de colocar ácido nos lábios” e “acha que este medicamento é invasivo, mas continua a colocar ácido nos lábios, e nao acha invasivo pois não ?”. Estes comentários não só foram desnecessários como também demonstraram uma postura pouco ética e desrespeitosa. Para piorar a situação, a médica esteve constantemente a apressar-me a sair do consultório, repetindo frases como “vá-se embora, vá ter com os seus amigos”, transmitindo a ideia de que o meu problema não tinha solução e que a consulta não tinha qualquer propósito. O que deveria ter sido uma consulta esclarecedora e profissional tornou-se um momento de humilhação e desconforto. Para além da frustração de sair do consultório sem qualquer resposta objetiva ou encaminhamento adequado, esta experiência teve um impacto negativo no meu bem-estar nos dias que se seguiram. Saliento ainda que, após relatar este episódio, tive conhecimento de que não fui a única paciente a ser tratada desta forma pela referida médica. Assim, considero essencial que esta situação seja analisada com seriedade e que sejam tomadas medidas adequadas para garantir que nenhum outro utente passe pela mesma experiência. Aguardo um posicionamento formal por parte do Hospital da Luz relativamente a esta reclamação e às medidas que serão implementadas para prevenir situações semelhantes no futuro. Atenciosamente, Mariana Araújo

Encerrada
N. C.
20/01/2025

Atualização de contato telefónico para acesso ao aplicativo

Exmos. Senhores, Venho por meio desse pois por telefone ou email não é possível solicitar a alteração do meu número de telemóvel, não consigo fazer pelo aplicativo pois não tenho acesso a telemóvel antigo, e preciso do acesso ao aplicativo , pra ver minhas receitas, por telefone foi informado que teria que me deslocar pra um hospital pra solicitar a alteração, o que é um absurdo e inaceitável, a pessoa perder um dia de trabalho pra alterar apenas uma número de telefone, além de ter que enfrentar filas e senhas, por algo que dá pra fazer por telefone ou email, Desejo alterar o contato de telefone para o 933761742, Aguardo o retorno já com a resolução! Cumprimentos.

Encerrada
M. G.
18/11/2024

Serviço Prestado

Exmos. Senhores, Aquando da realização do meio de diagnóstico descrito na Fatura Fatura HLuz_FC24-1325880, sai da consulta e fui encaminhada para o RX, sem ter recebido a informação prévia de que este exame de diagnóstico não estaria convencionado com o meu sistema de saúde, pelo que me foi faturado o valor de 69.00€, sem eu ter tipo a opção de o realizar sob outro sistema ou não fazer! Assiste-me o direito de informação prévia dos valores que poderei vir a liquidar na prestação de um serviço ou aquisição de um bem; pelo que tenho colocado a Reclamação ao Hospital da Luz de Lisboa, sem sucesso, inclusive existe uma comunicação da Médis com a informação expressa de que o prestador de serviço terá sempre de informar o utente dos valores a liquida! Cumprimentos.

Encerrada

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