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Cancelamento indevido de número de telemóvel após pedido de suspensão temporária
Encontrando-me a trabalhar temporariamente num país onde a DIGI não dispunha de cobertura, circunstância que impossibilitava a utilização do serviço móvel, contactei previamente aquela operadora, tendo-me sido informado de que existiam apenas duas alternativas: solicitar a suspensão temporária do serviço ou requerer o seu cancelamento definitivo. Na sequência desse esclarecimento, remeti à DIGI, por correio eletrónico de 9 de fevereiro de 2026, um pedido cujo teor é absolutamente claro e não admite qualquer interpretação diversa da sua letra. Nesse pedido solicitei expressamente: a suspensão temporária do serviço por 90 dias; e a reativação automática do serviço no termo desse período(Conforme Anexo 1). Estes dois elementos integram um único pedido, coerente, inseparável e absolutamente inequívoco, não contendo qualquer referência, expressa ou implícita, ao cancelamento definitivo do serviço. Apesar disso, a DIGI decidiu, de forma totalmente unilateral, converter um pedido de suspensão temporária num alegado pedido de cancelamento definitivo. Tal atuação é manifestamente ilegítima. Caso entendesse que a suspensão temporária não constituía uma funcionalidade disponível para o serviço móvel, apenas lhe assistiam duas alternativas legalmente admissíveis: informar-me da impossibilidade de executar o pedido ou apresentar uma solução alternativa, sempre dependente do meu consentimento expresso. O que nunca poderia fazer era substituir a vontade claramente manifestada pelo cliente por uma decisão unilateral, atribuindo ao meu pedido um conteúdo que este manifestamente nunca teve. Na sequência dessa atuação sucederam-se inúmeros contactos telefónicos e por correio eletrónico com os serviços de apoio ao cliente da DIGI. Inicialmente fui informado de que a situação seria regularizada no prazo de dois dias, o que jamais veio a acontecer. Perante a persistência da situação, apresentei reclamação formal junto da DIGI (conforme Anexo 2), à qual se seguiram diversas outras reclamações. Apesar de todas as diligências efetuadas, a DIGI continua a recusar assumir as consequências da decisão unilateral que tomou e a adotar todas as medidas ainda possíveis para repor a situação criada pelo seu próprio erro. Em vez de corrigir a situação, optou por construir uma narrativa sem qualquer correspondência com a realidade, procurando imputar ao consumidor os prejuízos resultantes de uma atuação exclusivamente imputável à própria operadora. Um exemplo particularmente elucidativo desse comportamento consta da resposta de 21/07/2026, na qual a DIGI chegou a afirmar que fui informado do procedimento de cancelamento e que o efetuei. Tal afirmação é manifestamente falsa. Nunca solicitei ou autorizei o cancelamento do serviço. Se esse alegado pedido existisse, bastaria à DIGI apresentar a respetiva prova documental. Contudo, apesar de expressamente interpelada para o efeito (conforme Anexo 3), jamais apresentou qualquer documento suscetível de sustentar essa afirmação. Igualmente reveladoras são as respostas de 21/07/2026 e 29/07/2026, nas quais a DIGI invoca a regulamentação da ANACOM para evitar responder à única questão verdadeiramente essencial: quem decidiu cancelar o meu serviço e com que fundamento?A invocação dessa regulamentação é manifestamente irrelevante para o caso concreto, uma vez que as normas da ANACOM apenas disciplinam os efeitos jurídicos de uma cessação validamente ocorrida. Não conferem, nem poderiam conferir, legitimidade para cancelar um serviço sem pedido ou autorização do respetivo titular. A DIGI sabe, por conseguinte, que nunca lhe foi solicitado o cancelamento definitivo do serviço. Sabe igualmente que o pedido apresentado era perfeitamente legítimo e que, conforme veio entretanto reconhecer, a suspensão temporária era tecnicamente exequível. O que efetivamente ocorreu foi um erro na execução do meu pedido, erro esse que a operadora continua a recusar admitir, optando antes por responder de forma evasiva e por evitar esclarecer quem tomou a decisão de cancelar o serviço. Acresce que a gravidade da situação criada não pode ser minimizada. O número de telemóvel em causa é da minha titularidade há mais de 30 anos e constitui o meu único contacto telefónico associado a múltiplos serviços públicos, instituições bancárias, seguradoras, prestadores de cuidados de saúde e inúmeras outras entidades com as quais mantenho relações jurídicas permanentes. A privação ilegítima desse número compromete gravemente as minhas comunicações, impede o acesso a serviços essenciais, inviabiliza mecanismos de autenticação, dificulta o relacionamento com inúmeras entidades públicas e privadas e causa prejuízos patrimoniais e não patrimoniais cuja responsabilidade recai exclusivamente sobre a DIGI. A operadora não pode, pois, eximir-se às consequências da decisão unilateral que tomou. Incumbe-lhe desenvolver todas as diligências ainda possíveis para repor a situação que existiria se o meu pedido de 9 de fevereiro de 2026 tivesse sido corretamente executado ou, caso entendesse não ser possível executá-lo, legitimamente recusado. Face ao exposto, exijo que a DIGI proceda, com caráter de urgência, à reposição do meu número de telemóvel, mediante a respetiva reativação ou, caso tal se revele tecnicamente necessário, através da emissão de um novo cartão SIM associado ao mesmo número, reconstituindo integralmente a situação que existiria se o meu pedido de suspensão temporária tivesse sido corretamente executado. Caso a reposição já não seja tecnicamente possível em consequência da atuação da própria DIGI, deverá esta assumir integralmente a responsabilidade pelos prejuízos patrimoniais e não patrimoniais daí decorrentes, não podendo, em caso algum, fazer recair sobre o consumidor as consequências do erro exclusivamente imputável à própria operadora.
Incumprimento das condições comunicadas no acordo de pagamento – Pedido urgente de reativação dos nú
Exmos. Senhores, Venho reiterar a minha profunda preocupação com a situação dos números 916 992 424 e 923 394 404. Aceitei o acordo de pagamento e liquidei a primeira prestação de 117,80 € porque me foi expressamente comunicado por vários operadores da vossa linha de apoio que, após esse pagamento, os números seriam reativados no prazo aproximado de 48 horas, ficando apenas impedidos de efetuar comunicações até à liquidação da totalidade da dívida. Essa foi a condição determinante para aceitar o acordo. Posteriormente, fui informado por email de que os serviços apenas seriam reativados após o pagamento integral da dívida, informação que contradiz claramente aquilo que me foi transmitido telefonicamente. Solicito, por isso, que procedam à audição das gravações das chamadas efetuadas no dia em que foi celebrado o acordo, uma vez que essas gravações confirmarão o compromisso que me foi assumido. A situação atual está a causar-me graves prejuízos. Os números surgem como "número não atribuído", impossibilitando contactos de entidades empregadoras, hospitais, SNS, autenticação Gov.pt e outras entidades essenciais. Sou pai viúvo de uma criança de 10 anos e esta situação compromete igualmente a minha capacidade de ser contactado em assuntos relacionados com a minha filha. Solicito, com caráter de urgência, que os números 916 992 424 e 923 394 404 sejam reativados para receção de chamadas e SMS, podendo permanecer barrados para comunicações de saída até à liquidação integral da dívida, caso assim o entendam. Caso este assunto não seja resolvido de imediato, verei necessidade de apresentar reclamação junto da ANACOM, do Livro de Reclamações Eletrónico e das restantes entidades competentes, solicitando igualmente a análise das gravações das chamadas que deram origem a este acordo. Aguardo uma resposta urgente. Com os melhores cumprimentos, Nuno Trigo 916992424(número desativo contatar por e-mail)
FALHA ENTREGA DO SERVIÇO INTERNET
Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente com o contrato de prestação de serviços de telecomunicações n.º 25140110, comunico que os problemas técnicos reportados ainda se mantêm desde o dia 22/07/2026 e sem nenhuma forma de contato da equipe técnica ou solução do problema, mesmo que eu entre em contato todo os dias com vocês. Assim sendo, solicito a resolução imediata dos mesmos, nomeadamente: Link de internet não está em funcionamento desde o dia 22/07/2026 menos de 24h depois da instalação e não houve nenhum contato e nenhuma solução foi aplicada, mesmo que eu entre em contato por todos os meio de comunicação possíveis.
Devolução Equipamentos
Fiz o cancelamento do meu serviço com a Operadora em questão no passado dia 09/07/2026 por ter alegadas cobranças injustificadas de faturação. E estando as operadoras de internet obrigadas a assegurar a devolução gratuita dos equipamentos, não havendo pontos de recolha que é o meu caso operadora deve disponibilizar alternativas, como o envio de um estafeta à minha morada ou a devolução gratuita pelos correios. Expus por email está situação onde a mesma me respondeu que haviam me enviando um SMS com o código para o envio gratuito dos equipamentos. Como até a presente data não recebi o tal Código . Voltei a contactar a operadora ,para minha surpresa a atendente Antônia Bernardo me informou que seus superiores lhes havia dito que eu teria que me deslocar a um Agente autorizado para a entrega dos equipamentos e que não iriam me enviar nenhum código,me tirando assim o meu direito como consumidora do envio gratuito ou da recolha do mesmo .
Migração com portabilidade
Exmos. Srs. Resumidamente: Na noite do dia 22 de julho terá sido efetuada a migração da Nowo para a Digi. Coloquei o cartão Digi e fiquei sem serviço. Na manhã do dia 23 de julho procurei assistência no posto Digi, no Fórum Montijo. Foi colocado outro cartão Digi, 2.ª via, e fui informado que até ao final desse dia teria novamente serviço. Tal não sucedeu. Hoje, dia 24 de julho, pela manhã, contactei telefonicamente (com outro telemóvel, claro...) e, após largos minutos de esperas e passagens de técnicos para técnicos, desligaram a chamada. Conclusão, são já 36 horas sem serviço móvel.
Suspensão do serviço, funcionalidades prometidas não disponibilizadas e diversas falhas de qualidade
**Título:** Suspensão do serviço, funcionalidades prometidas não disponibilizadas e diversas falhas de qualidade Sou cliente da DIGI há cerca de dois meses e, neste momento, encontro-me totalmente sem comunicações. Antes de mais, pretendo saber se esta situação resulta de uma avaria técnica ou se o serviço foi suspenso devido ao não pagamento da última fatura. Caso tenha sido suspenso por esse motivo, considero importante esclarecer que apresentei várias reclamações logo após a instalação do serviço, muito antes de terminarem os primeiros 15 dias de utilização, e até à data continuo sem uma solução satisfatória. Antes de aderir à DIGI fui muito claro com o comercial que me contactou. Expliquei, por diversas vezes, que apenas mudaria da MEO para a DIGI se estivessem disponíveis duas funcionalidades que eram absolutamente indispensáveis para mim: a possibilidade de gravar programas nas boxes e o serviço **One Number** para utilização com o meu **Apple Watch**. Expliquei que pretendia utilizar o Apple Watch de forma autónoma, através de um eSIM associado ao meu número de telemóvel, permitindo-me efetuar e receber chamadas, mensagens e utilizar dados móveis sem necessidade de transportar o iPhone. O comercial garantiu-me que essas funcionalidades existiam. Foi com base nessa informação que rescindi o contrato com a MEO, onde era cliente há cerca de dez anos, e aderi à DIGI, optando inclusivamente pelo serviço Premium. Após a instalação fui informado de que a DIGI não disponibilizava nem a gravação de programas nas boxes (apenas o serviço Flash Back de 7 dias), nem o serviço One Number. Se esta informação me tivesse sido transmitida antes da contratação, nunca teria mudado de operadora. Para além disso, tenho vindo a reportar diversos problemas que continuam por resolver: * Guia TV com horários incorretos, fazendo com que os programas comecem ou terminem fora da programação apresentada; * Qualidade de imagem abaixo das expectativas; * Interface das boxes muito rudimentar; * Acesso ao catálogo de filmes que me foi apresentado como incluído e que deixou de estar disponível cerca de um mês depois da adesão; * Diversas falhas de cobertura móvel, incluindo na Autoestrada A5; * Ausência da funcionalidade de aviso por SMS de chamadas perdidas quando o telemóvel esteve sem rede; * Perdas frequentes de ligação aos dados móveis 5G, obrigando-me a desligar e voltar a ligar o telemóvel para recuperar o serviço; * Velocidades da rede 5G muito inferiores às expectáveis, com resultados que, nos testes efetuados, se aproximam mais de uma rede 3G/4G do que de uma verdadeira rede 5G. Quero também referir que considero os preços praticados pela DIGI bastante competitivos e acredito que a entrada da empresa no mercado trouxe benefícios para os consumidores. No entanto, um preço competitivo não pode justificar informações prestadas no momento da contratação que não correspondem ao serviço efetivamente disponibilizado, nem um nível de qualidade abaixo do esperado. Neste momento, a minha confiança na DIGI encontra-se profundamente abalada e começo seriamente a arrepender-me de ter deixado a MEO. Aguardo uma resposta concreta da DIGI, bem como uma solução para todas estas situações. Caso contrário, avançarei com a rescisão do contrato e, se necessário, recorrerei às entidades competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidor.
Incumprimento do prazo de agendamento e falhas no apoio ao cliente
Boa tarde! Contratei recentemente um serviço da DIGI e, até ao momento, a experiência tem sido extremamente dececionante. No momento da contratação, fui informada de que o prazo máximo para ser contactada por um técnico para agendamento da instalação seria de 7 dias. Hoje passaram 6 dias desse prazo e continuo sem qualquer contacto. Se nem o simples contacto para agendar a visita acontece dentro do prazo indicado, é inevitável questionar quanto tempo demorará a instalação propriamente dita. O mais frustrante, no entanto, tem sido a forma como a situação tem sido gerida. Ao longo destes seis dias, liguei diariamente para o apoio ao cliente para tentar perceber o ponto de situação. Em todas as chamadas sou transferida entre diferentes departamentos, passo largos períodos em espera e recebo sempre a mesma resposta: garantem-me que o agendamento pode ser tratado telefonicamente e que vão passar a chamada. Quando finalmente sou atendida, dizem que afinal não o podem fazer e que apenas irão "avisar o técnico" para entrar em contacto comigo. Este ciclo repetiu-se todos os dias, sem qualquer evolução ou resolução. O problema deixa de ser apenas o atraso e passa a ser a falta de organização, de comunicação e de respeito pelo tempo do cliente. Se a DIGI não tem capacidade para cumprir os prazos que comunica, não deveria criar expectativas que sabe não conseguir corresponder. É inaceitável obrigar os clientes a gastar horas em chamadas telefónicas, serem sucessivamente encaminhados entre departamentos e, no final, continuarem exatamente na mesma situação. Esperava um serviço mais eficiente e, acima de tudo, uma gestão mais transparente. Neste momento, a imagem que fica é a de uma empresa que promete mais do que consegue entregar e cujo apoio ao cliente é incapaz de resolver um problema tão básico como o agendamento de uma instalação. Não recomendo a ninguém, sendo que cancelei o meu processo e terei de começar do zero com outra operadora porque aqui claramente não valorizam o cliente e as suas necessidades.
Serviço mal prestado
Exmos. Senhores. Venho por este meio apresentar uma reclamação pelo péssimo atendimento no dia 17 de julho de 2026 entre as 18h e 19h15. Como já sou cliente da DIGI, recomendei a uma senhora idosa, que tem um serviço da MEO, mas que desde de março que está sem serviço, então a ideia era cancelar o serviço da MEO e pedir um novo cartão móvel ilimitado da DIGI, ficava a pagar menos e fazia a portabilidade do número que já tinha. Tudo parecia simples, se não fosse o atendimento da DIGI. Como a senhora teve um ABC e não se percebe bem a fala, por isso eu tive de falar em nome dela. Para novas adesões atendeu-me Paulo Silva, primeiro pediu para falar com a senhora idosa, quando a senhora falou, claro não percebeu nada o que ela disse, o que ele fez? colocou a chamada em pausa, esperei, até que tive de desligar a chamada. Voltei novamente a ligar para a DIGI, quem me atendeu passou novamente para a linha de novas adesões, novamente o Paulo Silva, expliquei a situação que era amigo da senhora idosa e como ela não se expressa bem, porque o ABC que lhe deu apanhou a fala, então eu estaria a falar por ela, o que fez o Paulo Silva? colocou novamente a chamada em pausa, estive a ouvir musica durante algum tempo, até que desliguei a chamada. Pela terceira vez liguei para a DIGI. Agora perguntei se só tinham uma pessoa a atender para novas adesões, disseram que não, então lá me passaram a chamada esperando que agora fosse outra pessoa a atender. Novamente o Paulo Silva, mas assim que ele percebeu a minha voz de forma imediata colocou a chamada em pausa, já não estive para estar a ouvir mais música e desisti. É incompreensível como a DIGI contrata funcionários que não tem a mínima empatia para quem está do outro lado da linha. Se a DIGI se interessar em obter mais informações minhas, pode me contactar porque tem o meu e-mail e contacto de telefone. Cumprimentos. Rui Marques
Falhas no serviço de TV e telefone fixo
Exmos. Senhores..Venho por este meio ,já que não é possível reclamar diretamente na página da DIGI,fazer mais uma reclamação. O serviço de TV tem constantemente falhas.E não é limitado a um só canal,mas acontece com uns doze canais. Chega ao ponto de durante a transmissão,seja ela qual for,o canal se desligar e aparecer o aviso que esse canal não está disponível. Quanto à Net,não tenho problemas,mas o serviço de telefone também apresenta muitas falhas e cortes durante a utilização. Ora ,isso, para uma empresa que se quer afirmar como inovador e melhor,é um péssimo serviço. Mudei,e a continuar assim ,vou mudar para uma operadora,que no mínimo tem serviços estáveis.
Portabilidade de telemóveis e activação do Serviço
Olá a todos, Celebrei com a DIGI um contrato de TV, Internet e portabilidade de 2 telemóveis no dia 3 de Julho. No dia 6 recebo mensagem a dizer que a portabilidade dos telemóveis seria feita no dia seguinte, dia 7, às 17.30. Chegados a dia 7, às 16h, já estava sem serviço e rede de telemóvel (devido à portabilidade), mas ainda não tinha sido entregue nenhum cartão SIM. Hoje é dia 10 e continuo sem ter recebido os cartões SIM o que impossibilita a realização ou recepção de chamadas telefónicas há 3 dias (nem consigo contactar o número da equipa de Suporte da DIGI). O técnicos do serviço de TV e Internet nem conseguem agendar instalação porque neste momento não tenho nenhum número activo. Já enviei email à equipa de suporte da DIGI a expor esta situação do qual não recebi resposta. A minha única forma de contacto com a equipa deles tem sido através do Whatsapp com uma agente que estava muito entusiasmada em celebrar contrato e agora nem atende as minhas chamadas. A única resposta que recebi da mesma relativo ao assunto é que alegadamente a transportadora estava com "problemas". Vamos entrar no fim de semana e este problema não me parece que vá ser resolvido. Felizmente que ainda não dei baixa do Serviço de TV e Internet da MEO que ainda estou a usufruir porque senão nem vos conseguia enviar esta mensagem. Esta empresa não demonstra os níveis de seriedade expectáveis e da forma como este processo está a ser conduzido dá quase a sensação de se tratar de uma burla. Preciso da vossa ajuda para resolução desta situação. Estou ao vosso dispor se precisarem de mais informação. Cordiais cumprimentos, Miguel Rosa
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