Reclamações públicas
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Nunca recebi o valor prometido
O caso relatado a seguir caracteriza-se como muito sério e não como um mero aborrecimento. Antes mesmo de chegarmos em Portugal, tentamos contato com o proprietário TOMÁS e coproprietária MAFALDA, para combinarmos horário de check-in, já que chegaríamos fora do horário comercial e nos dispusemos a pagar alguma taxa para entrada imediata, a mesma (Mafalda), pediu diversas vezes para que não a que incomodasse com perguntas, já que a mesma diz que não trabalha lá, apenas ajuda, e nos guiou a mandar e-mails para Tomás, que só eram respondidos 1, 2 e até 3 dias depois, detalhe que tínhamos urgência pois Mariana, que dividiria quarto comigo, estava em pós-operatório de uma cirurgia de urgencia onde retirou o apêndice e precisaria ficar em repouso após a chegada.Como não conseguimos contato com a residência nem por telefone, e nem por e-mail com proprietário para combinar o check-in do dia 30 de AGOSTO, abrimos uma reclamação no site Uniplaces, afim de cancelar a reserva. Após muitas tentativas de combinar o check-in pro dia 31, tendo mandado um e-mail às 5 da manhã pedindo que o check-in pudesse ser feito as 12:30h , fomos respondidas apenas às 11:40 que check-in deveria ter sido feito SOMENTE AS 11h, informação passada pela Mafalda, que NÃO EXISTE NO SITE.Prontamente, vendo meus e-mails de urgências sendo enviados ao Tomás, RICARDO da equipe Uniplaces, entrou em contato com o mesmo, que rapidamente “resolveu” nosso problema de check-in e disse que nos receberia as 16h do dia 30 de agosto. Ricardo nos informou então que deveria ter feito um depósito de 650 euros na CONTA DE TOMÁS, o chamado depósito de segurança/caução, para que só então pudéssemos conhecer e entrar na acomodação, e assim fizemos, o tempo todo nos comunicando com o Ricardo, que nos assegurou que qualquer problema informado nas primeiras 24h, o reembolso estaria confirmado.Ao chegarmos às 15h, Mafalda nos mostrou a residência, levamos nossas malas para o quarto, e esperamos pela chegada do Thomás as 16h que queria nos receber.Tomás, ao chegar nos levou para uma sala, onde estávamos apenas eu, Mariana, Mafalda e Tomás, e então começou a nos insultar, pois ele basicamente ficou estressado com a quantidade de dúvidas que tínhamos e com nossa insistência em contactar a uniplaces para que resolvesse nossas questões, e assim, a mesma contacta-lo constantemente, e foi possível visualizar que ficou aborrecido quando Ricardo o pediu que fosse até lá nos receber naquele dia. Diante da grosseria com a qual nos recebeu, ficamos incrédulas, então garanti provas dos insultos do Tomas, onde ouve-se perfeitamente o mesmo dizendo “... se eu soubesse a sua idade de maturidade, eu teria dito a uniplaces, cancela essa reserva por que não queremos essa menina aqui, pois não tem maturidade suficiente para entender se quer um contrato de aluguel...” Uniplaces pediu que tal prova lhe fosse enviada e prometeu confidencialidade, assim fizemos, visto que era a única forma de alegar nossa versão. É preciso ressaltar que a prova enviada a uniplaces não possui as primeiras grosserias, as que nos motivaram a gravar provas, porém ainda assim claramente se ouve de Tomás, que não queria que nós ficássemos ali por não termos maturidade, e que se pudesse, pediria para Uniplaces cancelar nossa reserva.Após esse fato, de sermos basicamente expulsas do alojamento diante tamanha grosseria e sermões, fomos para nosso quarto, e antes de tomarmos qualquer decisão se quer, ligamos para RICARDO, que nos aconselhou a procurar um hotel, pois o Thomás poderia cobrar pela noite que ficássemos, ou seja, ficamos menos de 2 horas no local (de uma sexta feira), e Ricardo nos disse que na segunda feira já entraria em contato com Thomás para que nos depositasse a quantia de volta, e após, a Uniplaces cuidaria da parte do reembolso que foi feito diretamente ao site.Ettore, outro funcionário, respondeu a minha reclamação no site e com isso me enviou algumas possibilidades de realocação, as quais foram recusadas por mim, pois já estávamos a dias em hotel, cansadas, com malas grandes e com uma pessoa necessitando de cuidados pós-operatórios. Disse então à Ettore que não queria nenhuma outra acomodação e sim nosso reembolso.Ettore me deu então o prazo para que o dinheiro chegasse até mim entre 5 a 10 dias úteis, 7 dias úteis depois não houve nenhum contato por parte da uniplaces, nenhuma informação sobre o reembolso, Ricardo não atendeu o telefone a dias, e disse que entraria em contato e nunca mais nos procurou, além de não responder e-mails nem atender aos vários telefonemas feitos.Semanas depois, Ettore entrou em contato por telefone dizendo que nossa reclamação não é valida por isso só receberíamos o caução que fora enviado ao proprietário, e que esse seria o esforço que a uniplaces faria junto com o Sr. Tomás. Esperei que a uniplaces tomasse providencias, e visto a demora entrei diretamente em contato com o Sr. Tomas, do qual disse que não devolveria e inclusive pediu meus dados para fazer um comprovante de recebimento do meu dinheiro, além de mandar os dados de seu advogado. Ou seja, fomos lesadas duplamente por essa empresa mentirosa e por senhorio mau caráter. Até hoje, passados meses, não recebemos nem mesmo um e-mail da Uniplaces, que dirá nosso dinheiro de caução/aluguel. Que fique aqui registrado minha péssima experiencia com a Uniplaces, e aconselho a todos que nunca se envolvam com essa empresa que trata o consumidor como última prioridade.Desta forma, assumo que irei tornar essa falta de profissionalismo pública, visto que tenho provas de ligações, e-mails, vídeos, fotos, testemunhas, e admitirei um advogado para reaver meus direitos, já que passados meses, não houve a boa vontade em realizar nosso reembolso de 1.300 euros.
Más condições da casa, conduta enganosa por parte do senhorio, modelo de negócio ilegal da Uniplaces
Venho por este meio expor o seguinte:Chamo-me Miguel Alves e aluguei um quarto através do site Uniplaces, para a zona do Porto entre 1 de Setembro e 1 de Dezembro (440123).Embora tenha alugado o quarto a começar na data 1 de Setembro, apenas cheguei ao Porto no dia 2, pelas 15:00 da tarde, dirigi-me à morada do quarto que tinha arrendado. O senhorio não se mostrou disponível para me entregar as chaves pessoalmente tendo-me informado, por mensagem de telemóvel, para as ir buscar a um café ao fundo da rua. Quando entrei na casa, deparei-me com um lugar muito sujo: verifiquei que havia várias garrafas de cerveja espalhadas em diferentes divisões da casa e havia muita poeira no chão e nos móveis (como é possível verificar nas imagens anexadas). Dado que a casa não tinha as condições mínimas para morar (e certamente não tinha as condições que era possível observar através do site Uniplaces), resolvi sair e procurar outro quarto para residir temporariamente, tendo sido muito inconveniente, desagradável e caro. De notar que até este momento, ainda estava abrangido pelo “período de segurança de 24 horas”. Tentei entrar em contato com o senhorio no entanto, este apenas se mostrou disponível para se encontrar comigo pessoalmente às 19:00 do dia 4 de Setembro. Foi apenas nesta altura, no seguimento da conversa com o senhorio, que este referiu que eu não tinha acesso à sala nem a uma das cozinhas que constavam nas fotografias no site da Uniplaces. De salientar que eu nunca teria alugado uma casa com apenas uma pequena cozinha para 6 pessoas, onde não existe condições para cozinhar nem espaço para jantar (como por exemplo, uma sala) pois a mesa é muito pequena para 6 pessoas.O site da Uniplaces mostra duas cozinhas diferentes e uma sala de estar no apartamento, o que leva a confusão e a engano. Além disso, esta é uma casa verificada pela própria Uniplaces, que deve garantir que todos os aspectos da casa estejam conforme as imagens dispostas no site no site pode-se ler “Confiamos 100% nesta casa. Visitámos pessoalmente esta casa e atribuímos o carimbo Visitado pela Uniplaces.Após o sucedido, procedi à imediata reclamação através do site Uniplaces. Deste modo, o “período de segurança de 24 horas” só deve ser considerado após ter conversado pessoalmente com o senhorio, onde tive o conhecimento das restrições que tinha em certas divisões. Caso contrário, este tipo de ações pode ser utilizado como estratagema para enganar e burlar pessoas, com o objetivo de não utilizarem o “período de segurança de 24 horas” para reclamar e obter o reembolso. Desta forma, todos os senhorios poderiam utilizar esta estratégia, evitando possíveis reclamação abrangidas no “período de segurança de 24 horas”. O acordo entre a Uniplaces e os proprietários é da responsabilidade da Uniplaces Não posso ser responsabilizado por não estar abrangido pelo “período de segurança de 24 horas” pelo facto de o senhorio não ter mostrado disponibilidade para comparecer no prazo pré-estabelecido.Após uma troca de e-mails com a Sra. Sara R. e com o Sr. Andrea N. (da Uniplaces), estes referiram que tentaram contactar o senhorio no sentido de o convencer a devolver o dinheiro, mas sem resultados. Obtive apenas um reembolso parcial, 150 € da comissão. É minha opinião que a Uniplaces deveria ter mantido os fundos até a confirmação de que tudo estava de acordo com o que eu contratei. Se não o faz, não é um problema meu, como cliente.De acrescentar que uma vez que a Uniplaces não presta qualquer serviço de arrendamento, funcionando tão somente como um hub que facilita o encontro entre a oferta e a procura (aceitando de forma direta, ainda assim, pagamentos por parte dos eventuais arrendatários), esta está sujeita à bateria de legislação relativa à proteção do consumidor. Acresce que, uma vez que não permite a visita prévia ao imóvel - e que disponibiliza fotografias captadas por profissionais que, não raras vezes, não são representativas da real dimensão dos imóveis -, constituindo tal prática a aquisição de um serviço à distância, a Uniplaces deve não apenas operar o reembolso em caso de insatisfação do cliente, como também em caso de arrependimento deste, uma vez que se trata de um serviço online prestado por profissionais, conforme pode ser verificado em:(http://cec.consumidor.pt/topicos1/comercio-eletronico/compras-na-internet/direito-de-arrependimento-cancelamento.aspx).Assim sendo, qualquer cláusula de exclusão de responsabilidade cristalizada na política de não reembolso - que opera, inclusive, a inversão do onús da prova em prejuízo do arrendatário - aposta aos termos e condições por vós disponibilizados, representa uma clara violação de um conjunto de normas de carácter imperativo e inderrogável.Assim, solicito o reembolso e devolução integral do valor em causa, ou seja, 280 euros. Aguardando resposta,Miguel Alves
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