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multa por estacionamento proíbido
Exmos. Senhores, Venho solicitar o aconselhamento da Deco relativa à situação descrita no anexo. Muito obrigada Isabel Reis Cumprimentos.
multa por estacionamento proíbido
Exmos. Senhores, Venho solicitar o aconselhamento da Deco relativa à situação descrita no anexo. Muito obrigada Isabel Reis Cumprimentos.
SERVE COMO INFORMAÇÃO PARA QUALQUER CIDAÇÃO - RECLAMAS? ÉS PENALIZADO EM 51€.
Exmo Srs Sou português e contribuinte…tinha 20 anos quando aconteceu o 25 de Abril, cumpri o serviço militar e apesar de Portugal ter sido governado por Salazar (dito ditador) nunca me senti tão oprimido em ter a liberdade de reclamar como atualmente com a “PARQUES TEJO”. Passados que são mais de 50 anos após a revolução o cidadão (leia-se plebeu), deparasse com uma flagrante injustiça que é o direito constitucional de reclamar, senão vejamos: Um cidadão foi autuado devido a ter ultrapassado em cerca de 30 minutos o tempo descrito no ticket de estacionamento. A app não funcionava e são metidas as moedas existentes nos bolsos de cada um, no entanto foi insuficiente. Perante tal facto é reclamada à “PARQUES TEJO” a inoperacionalidade da aplicação para pagamento e perante tal reclamação que não foi aceite é aplicado um outro valor a que Suas Excelências chamam de abertura de processo, ou seja MAIS 51€. O valor a pagar passou de 30€ para 81€. Mas afinal neste Pais quem reclama é PENALIZADO? Mas estas leis são fabricadas por um qualquer CEO de uma qualquer empresa publica municipal, quiçá amiga do poder político ou afins? É indigno, ao que o cidadão contribuinte tem que estar sujeito, como é possível esta instituição oprimir o direito constitucional à reclamação, aplicando uma multa de 51€ porque o cidadão teve o desplante de reclamar!!!!!Possivelmente se o tornar a fazer a instituição manda-o para a prisão (forte de Caxias). Isto não é de todo admissível, pois viola o direito constitucionalmente garantido, PENALIZANDO a defesa do cidadão. Questiono, será que a Parques Tejo está a tentar aproximar-se da extinta PIDE?? Reclamas-te? Pagas…tornas a reclamar?…o que acontecerá? aumenta o valor da penalização? Vais para a prisão? Ou eventualmente oferecem-te um cargo de cobrador de multas na instituição, eventualmente com pagamento de prémios??? É com tristeza e perante este tipo de injustiças que cada vez se houve dizer mais “Salazar volta estás perdoado”. Efetivamente o Senhor podia ter muitos defeitos, mas a sua honestidade e trabalho para a causa publica durante 40 anos de Chefe do Conselho (equivalente a primeiro-ministro), ninguém lhe pode tirar. Trabalhou 40 (quarenta) anos para a causa publica e faleceu sem riqueza. Atualmente temos instituições a usurpar o cidadão de toda a forma que podem. Como cidadão também gostava de saber porque é que não é obrigatório a emissão de recibo nos parquímetros com Nº contribuinete, será que existe um saco azul para este negócio?? Perguntar NÃO ofende!!!! Ou mais uma vez, estar acima da lei, é só para as empresas publicas municipais? É que durante o espaço de um ano, são dezenas de euros que não são amortizadas nas despesas gerais do IRS de cada plebeu. Resumindo…os meus desejos é que o inventor de mais esta usurpação, dispenda os 51€ em medicamentos… O cidadão contribuinte Carlos Costa
SERVE COMO INFORMAÇÃO PARA QUALQUER CIDAÇÃO - RECLAMAS? ÉS PENALIZADO EM 51€.
Exmo Srs Sou português e contribuinte…tinha 20 anos quando aconteceu o 25 de Abril, cumpri o serviço militar e apesar de Portugal ter sido governado por Salazar (dito ditador) nunca me senti tão oprimido em ter a liberdade de reclamar como atualmente com a “PARQUES TEJO”. Passados que são mais de 50 anos após a revolução o cidadão (leia-se plebeu), deparasse com uma flagrante injustiça que é o direito constitucional de reclamar, senão vejamos: Um cidadão foi autuado devido a ter ultrapassado em cerca de 30 minutos o tempo descrito no ticket de estacionamento. A app não funcionava e são metidas as moedas existentes nos bolsos de cada um, no entanto foi insuficiente. Perante tal facto é reclamada à “PARQUES TEJO” a inoperacionalidade da aplicação para pagamento e perante tal reclamação que não foi aceite é aplicado um outro valor a que Suas Excelências chamam de abertura de processo, ou seja MAIS 51€. O valor a pagar passou de 30€ para 81€. Mas afinal neste Pais quem reclama é PENALIZADO? Mas estas leis são fabricadas por um qualquer CEO de uma qualquer empresa publica municipal, quiçá amiga do poder político ou afins? É indigno, ao que o cidadão contribuinte tem que estar sujeito, como é possível esta instituição oprimir o direito constitucional à reclamação, aplicando uma multa de 51€ porque o cidadão teve o desplante de reclamar!!!!!Possivelmente se o tornar a fazer a instituição manda-o para a prisão (forte de Caxias). Isto não é de todo admissível, pois viola o direito constitucionalmente garantido, PENALIZANDO a defesa do cidadão. Questiono, será que a Parques Tejo está a tentar aproximar-se da extinta PIDE?? Reclamas-te? Pagas…tornas a reclamar?…o que acontecerá? aumenta o valor da penalização? Vais para a prisão? Ou eventualmente oferecem-te um cargo de cobrador de multas na instituição, eventualmente com pagamento de prémios??? É com tristeza e perante este tipo de injustiças que cada vez se houve dizer mais “Salazar volta estás perdoado”. Efetivamente o Senhor podia ter muitos defeitos, mas a sua honestidade e trabalho para a causa publica durante 40 anos de Chefe do Conselho (equivalente a primeiro-ministro), ninguém lhe pode tirar. Trabalhou 40 (quarenta) anos para a causa publica e faleceu sem riqueza. Atualmente temos instituições a usurpar o cidadão de toda a forma que podem. Como cidadão também gostava de saber porque é que não é obrigatório a emissão de recibo nos parquímetros com Nº contribuinete, será que existe um saco azul para este negócio?? Perguntar NÃO ofende!!!! Ou mais uma vez, estar acima da lei, é só para as empresas publicas municipais? É que durante o espaço de um ano, são dezenas de euros que não são amortizadas nas despesas gerais do IRS de cada plebeu. Resumindo…os meus desejos é que o inventor de mais esta usurpação, dispenda os 51€ em medicamentos… O cidadão contribuinte Carlos Costa
Carro bloqueado na zona de residência com dístico de residente comprado
Exmos. Senhores, No dia 24 de setembro de 2024 (hoje), pouco antes das 14 h, dirijo-me ao meu carro que estava estacionada na rua lateral à da minha residência e encontro-o bloqueado. Mudei há muito pouco tempo de casa , adquiri o dístico de residente no passado dia 19 de setembro e li quais os locais me é permitido estacionar de acordo com a zona do dístico. Seguramente a rua perpendicular à da minha habitação é zona de estacionamento abrangida pelo dístico. A equipa que bloqueou o meu carro estava ainda no local, dirijo-me aos mesmos, pergunto qual o motivo de ter sido bloqueada e também explico que comprei dístico e mostro que é válido até 19 setembro 2026! O rapaz pede-me imensa desculpa e explica que no sistema ao qual acede não existe dístico associado à minha viatura. Faz alguns telefonemas e chega-se à conclusão do seguinte: alguém na central que gere o sistema ao qual os fiscais de estacionamento acede consegue também aceder ao sistema da central da parte administrativa da Parques Tejo e confirma o dístico associado à minha matrícula mas essa informação não passou para o sistema dos fiscais de estacionamento (que sequer são serviços subcontratados da Parques Tejo, são serviços internos da própria empresa!). Pergunto se pode tirar o desbloqueador da roda do meu carro e responde-me que não pode fazê-lo por não ter recebido essa ordem internamente. Ou seja, há um erro interno, alguém verifica e valida o erro e mesmo assim a pessoa que está à minha frente não pode resolver por falta de indicação interna. E mais, tenho de esperar pela equipa que desbloqueia as viaturas! Lá chega a equipa, reclamo e refiro que a situação me está a causar transtornos e ainda bem que não é, por exemplo, uma situação de urgência médica a situação. Ainda ouço "não demoramos muito tempo e a senhora quer ir treinar" porque estou de calções e tênis! E também fico a saber que a informação não passou do sistema "dos escritórios" para o sistema dos fiscais de estacionamento porque alguém não carregou no botão. No total perdi 30 minutos e poderia ter sido mais tempo se quem bloqueou não estivesse ainda junto ao meu carro e se a equipa que desbloqueia não andasse por perto. Sou cliente da Parques Tejo porque não tenho alternativa (única empresa a operar na zona), caso houvesse alternativa mudaria. Erros e enganos acontecem mas não acho normal a informação dos novos dísticos não ser automaticamente partilhada com os fiscais de trânsito e, apesar de a situação ter sido de imediato alertada e validada, não ser possível resolver de imediato por desorganização interna. É toda uma cadeia de dependências, sistema central dos fiscais que depende do sistema da administração, sistema individual de cada fiscal que depende do sistema central dos fiscais, fiscais que dependem de formalização de ordens internas para resolverem no terreno situações perfeitamente identificadas e clientes pendurados. Enquanto cliente, senti-me mal tratada. Se a Parques Tejo tivesse concorrentes certamente teria mais cuidado com os clientes. Cumprimentos. Carla Mochila
Carro bloqueado na zona de residência com dístico de residente comprado
Exmos. Senhores, No dia 24 de setembro de 2024 (hoje), pouco antes das 14 h, dirijo-me ao meu carro que estava estacionada na rua lateral à da minha residência e encontro-o bloqueado. Mudei há muito pouco tempo de casa , adquiri o dístico de residente no passado dia 19 de setembro e li quais os locais me é permitido estacionar de acordo com a zona do dístico. Seguramente a rua perpendicular à da minha habitação é zona de estacionamento abrangida pelo dístico. A equipa que bloqueou o meu carro estava ainda no local, dirijo-me aos mesmos, pergunto qual o motivo de ter sido bloqueada e também explico que comprei dístico e mostro que é válido até 19 setembro 2026! O rapaz pede-me imensa desculpa e explica que no sistema ao qual acede não existe dístico associado à minha viatura. Faz alguns telefonemas e chega-se à conclusão do seguinte: alguém na central que gere o sistema ao qual os fiscais de estacionamento acede consegue também aceder ao sistema da central da parte administrativa da Parques Tejo e confirma o dístico associado à minha matrícula mas essa informação não passou para o sistema dos fiscais de estacionamento (que sequer são serviços subcontratados da Parques Tejo, são serviços internos da própria empresa!). Pergunto se pode tirar o desbloqueador da roda do meu carro e responde-me que não pode fazê-lo por não ter recebido essa ordem internamente. Ou seja, há um erro interno, alguém verifica e valida o erro e mesmo assim a pessoa que está à minha frente não pode resolver por falta de indicação interna. E mais, tenho de esperar pela equipa que desbloqueia as viaturas! Lá chega a equipa, reclamo e refiro que a situação me está a causar transtornos e ainda bem que não é, por exemplo, uma situação de urgência médica a situação. Ainda ouço "não demoramos muito tempo e a senhora quer ir treinar" porque estou de calções e tênis! E também fico a saber que a informação não passou do sistema "dos escritórios" para o sistema dos fiscais de estacionamento porque alguém não carregou no botão. No total perdi 30 minutos e poderia ter sido mais tempo se quem bloqueou não estivesse ainda junto ao meu carro e se a equipa que desbloqueia não andasse por perto. Sou cliente da Parques Tejo porque não tenho alternativa (única empresa a operar na zona), caso houvesse alternativa mudaria. Erros e enganos acontecem mas não acho normal a informação dos novos dísticos não ser automaticamente partilhada com os fiscais de trânsito e, apesar de a situação ter sido de imediato alertada e validada, não ser possível resolver de imediato por desorganização interna. É toda uma cadeia de dependências, sistema central dos fiscais que depende do sistema da administração, sistema individual de cada fiscal que depende do sistema central dos fiscais, fiscais que dependem de formalização de ordens internas para resolverem no terreno situações perfeitamente identificadas e clientes pendurados. Enquanto cliente, senti-me mal tratada. Se a Parques Tejo tivesse concorrentes certamente teria mais cuidado com os clientes. Cumprimentos. Carla Mochila
Custas de defesa superiores ao valor do auto
Exmos senhores, no passado dia 16/09 fui autuada (Auto 032891954) em Oeiras na Avenida Salvador Allende, tendo estacionado à frente de um parquímetro que estava fora de funcionamento e assim se encontra até hoje dia 24/09. Por altura do estacionamento entrei em contacto para os contatos telefónicos que constavam do parquímetro às 9h55, tendo esperado 5 min. em linha mas ninguém atendeu. Por esse motivo enviei e-mail imediatamente com fotografia do parquímetro avariado para o e-mail da Parques Tejo que tinha conhecimento (não havendo qualquer menção no parquímetro de e-mail). Importa referir de que tenho provas fotográficas do parquímetro avariado e das chamadas efetuadas. Ainda assim a minha viatura foi rebocada e fui autoada em 30€, mesmo tendo efetuado todas as diligências para atuar em conformidade com a lei. Como é do meu direito, solicitei imediatamente o livro de reclamações e efetuei a minha reclamação por ter sido autuada por algo que não é da responsabilidade do utente (a manutenção dos parquímetros). Hoje dia 24/09 recebo uma carta da Parques Tejo em como no prazo de 15 dias posso apresentar "defesa "endereçada por carta ao Diretor da Parques Tejo, defesa que tem um custo para o consumidor de 51€ e que se a decisão me for favorável, não há lugar à devolução das custas. Estamos a falar de uma multa de 30€ de que fui alvo injustamente (parquímetro não funcionava, não atendem chamadas nem vêm e-mails) e que para me defender, algo que é um direito dos cidadãos portugueses, tenho de pagar custas de 51€ superiores ao valor da multa. Como é razoável, esta situação pretende impossibilitar os consumidores de exercerem os seus direitos de defesa, uma vez que as referidas custas (que são inexistentes para a Parques Tejo) são em muito superiores ao valor da multa.
Custas de defesa superiores ao valor do auto
Exmos senhores, no passado dia 16/09 fui autuada (Auto 032891954) em Oeiras na Avenida Salvador Allende, tendo estacionado à frente de um parquímetro que estava fora de funcionamento e assim se encontra até hoje dia 24/09. Por altura do estacionamento entrei em contacto para os contatos telefónicos que constavam do parquímetro às 9h55, tendo esperado 5 min. em linha mas ninguém atendeu. Por esse motivo enviei e-mail imediatamente com fotografia do parquímetro avariado para o e-mail da Parques Tejo que tinha conhecimento (não havendo qualquer menção no parquímetro de e-mail). Importa referir de que tenho provas fotográficas do parquímetro avariado e das chamadas efetuadas. Ainda assim a minha viatura foi rebocada e fui autoada em 30€, mesmo tendo efetuado todas as diligências para atuar em conformidade com a lei. Como é do meu direito, solicitei imediatamente o livro de reclamações e efetuei a minha reclamação por ter sido autuada por algo que não é da responsabilidade do utente (a manutenção dos parquímetros). Hoje dia 24/09 recebo uma carta da Parques Tejo em como no prazo de 15 dias posso apresentar "defesa "endereçada por carta ao Diretor da Parques Tejo, defesa que tem um custo para o consumidor de 51€ e que se a decisão me for favorável, não há lugar à devolução das custas. Estamos a falar de uma multa de 30€ de que fui alvo injustamente (parquímetro não funcionava, não atendem chamadas nem vêm e-mails) e que para me defender, algo que é um direito dos cidadãos portugueses, tenho de pagar custas de 51€ superiores ao valor da multa. Como é razoável, esta situação pretende impossibilitar os consumidores de exercerem os seus direitos de defesa, uma vez que as referidas custas (que são inexistentes para a Parques Tejo) são em muito superiores ao valor da multa.
Lesado pela Parques Tejo
Exmos. Senhores, No dia 21 de Novembro de 2023 a Parques Tejo bloqueou o meu carro 100% elétrico num posto de carregamento, quando eu o tinha deixado a carregar. Reconhecendo o equívoco, o funcionário que foi desbloquear o carro assumiu que tinha sido incorretamente bloqueado mas que a única forma que tinha de desbloquear era eu fazer o pagamento da multa em depósito e depois contestar e pedir o reembolso do valor - assim o fiz. Desloquei-me às instalações da Parques Tejo onde fui informado que a reclamação teria que seguir para um endereço de email que me foi indicado - assim o fiz. Passado uma semana sem resposta, entrei em contacto por via telefonica com a Parques Tejo onde fui informado afinal que a contestação tinha que ser feita por carta registada (com um custo para mim) e assim o fiz. Desde essa data, estou há 6 meses à espera de resposta da parques tejo. Já enviei 8 emails, liguei dezenas de vezes e a única coisa que me souberam dizer por telefone é que tenho que aguardar. Estou lesado em centenas de euros por um equívoco da parques tejo que consecutivamente engana o autuado afim de não o ter que reembolsar por um erro próprio - a isto chama-se roubar. Exigo que o reembolso seja feito com a maior brevidade possível. Cumprimentos.
Lesado pela Parques Tejo
Exmos. Senhores, No dia 21 de Novembro de 2023 a Parques Tejo bloqueou o meu carro 100% elétrico num posto de carregamento, quando eu o tinha deixado a carregar. Reconhecendo o equívoco, o funcionário que foi desbloquear o carro assumiu que tinha sido incorretamente bloqueado mas que a única forma que tinha de desbloquear era eu fazer o pagamento da multa em depósito e depois contestar e pedir o reembolso do valor - assim o fiz. Desloquei-me às instalações da Parques Tejo onde fui informado que a reclamação teria que seguir para um endereço de email que me foi indicado - assim o fiz. Passado uma semana sem resposta, entrei em contacto por via telefonica com a Parques Tejo onde fui informado afinal que a contestação tinha que ser feita por carta registada (com um custo para mim) e assim o fiz. Desde essa data, estou há 6 meses à espera de resposta da parques tejo. Já enviei 8 emails, liguei dezenas de vezes e a única coisa que me souberam dizer por telefone é que tenho que aguardar. Estou lesado em centenas de euros por um equívoco da parques tejo que consecutivamente engana o autuado afim de não o ter que reembolsar por um erro próprio - a isto chama-se roubar. Exigo que o reembolso seja feito com a maior brevidade possível. Cumprimentos.
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