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Worten agindo contra a lei !
Apresento mais uma reclamação contra a Worten ! Já perdi as contas de quantas reclamações já fiz contra essa empresa. Comprei uma air fryer fazem mais ou menos dois ano e o produto começou a avariar. Todos os botões do display eram ativados automaticamente impossibilitando o uso do mesmo. Deixei o artigo na Worten para reparação no dia 02.04 e fui levantá-la no dia 18.04. A reparação foi tão eficaz e perfeita que o artigo CONTINUA COM O MESMO PROBLEMA !!! Andei a pesquisar e a LEI diz que NÃO sou obrigado a aceitar um novo envio para reparação visto que o equipamento voltou com o mesmo problema. De acordo com o Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula os direitos dos consumidores em Portugal, o consumidor tem direito à substituição do bem ou à resolução do contrato nas seguintes situações:  • Se a falta de conformidade se manifestar nos primeiros 30 dias após a entrega do bem, o consumidor pode solicitar a substituição imediata ou a resolução do contrato, sem necessidade de reparações prévias.  • Se, após uma tentativa de reparação, o defeito persistir ou surgir uma nova falta de conformidade, o consumidor pode optar pela substituição do bem ou pela resolução do contrato.  - O artigo principal: Artigo 14.º – Direito de rejeição Este artigo diz que o consumidor não é obrigado a aceitar uma nova reparação se: 1. Já houve uma tentativa de reparação e o problema persiste, ou 2. A falta de conformidade é grave, ou 3. A empresa recusa-se a reparar o bem ou demora de forma injustificada. Nessas situações, o consumidor pode exigir: • A substituição do bem por um novo, ou • A redução do preço, ou • A resolução do contrato (ou seja, devolução do dinheiro). Levei NOVAMENTE o equipamento na loja E SE RECUSARAM a trocar o equipamento indicando que só iriam enviar para a reparação! ESTAMPEI A LEI AO LOJISTA E O MESMO INDICOU QUE “A WORTEN FAZ AS PRÓPRIAS LEIS E POLÍTICAS” Alguém acha isso normal ? Me diz que até trocarem o artigo o mesmo tem de ir para a reparação no mínimo 3 vezes OQUE TAMBÉM É CONTRA A LEI !!!!! Já falei de forma informal agora deixou a formalidade abaixo Venho, por este meio, expressar a minha total discordância com a recusa da Worten em proceder à substituição do equipamento defeituoso, alegando que o mesmo só pode ser trocado após ter sido enviado para reparação no mínimo três vezes. Informo que tal prática é ilegal e contrária à legislação portuguesa, nomeadamente ao disposto no Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que regula os direitos dos consumidores na compra e garantia de bens móveis. De acordo com o Artigo 14.º desse diploma, o consumidor tem o direito de rejeitar nova tentativa de reparação quando a anterior não solucionou a falta de conformidade, podendo exigir a substituição do bem, a redução do preço, ou a resolução do contrato com devolução do valor pago. Não existe, em parte alguma da lei, qualquer obrigação de o consumidor sujeitar-se a um número mínimo de reparações antes de poder exercer os seus direitos. Exigir três ou mais reparações é uma prática abusiva, contrária à lei e violadora do Código de Defesa do Consumidor, configurando restrição ilegítima de direitos legalmente reconhecidos. O artigo foi novamente enviado para a reparação ! Aproveitem e fiquem com ele porque por bem ou por mal terão que me devolver o meu dinheiro ou trocá-la! Por bem (agindo de acordo com a lei) Por mal (nos vemos no tribunal?)
Garantia
Exmos. Senhores, Em (08-02-2024) adquiri um/uma (Maquina de lavar roupa) por (280,88). A referência da encomenda é (indesit talão 205263). Recevi como resposta da Indesit que a garantia não cobre este problema tenho garantia extra. Reclamei na Worten mas ainda não resolveram Sucede que este apresenta defeito: (Está a começar a ter ferujem). Comuniquei-vos de imediato o problema, em (09-04-2025), para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos (8 DIAS) dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Luis Alves
Recusa de aplicação da Política Preço Minimo Garantido
Exmos. Senhores, No dia 21/04/2025 entrei em contacto através do chat para solicitar o acompanhamento de preço de um artigo que se encontrava mais barato na loja Amazon. O artigo em questão é o seguinte: Bose QuietComfort Ultra Preço Amazon: 320,19€ Preço Worten: 442,99€ O meu pedido foi recusado alegando que a política não poderia ser aplicada uma vez que neste caso a Worten seria obrigada a vender o artigo com prejuízo. É recorrente a Worten defender-se com esta desculpa e assim praticar publicidade enganosa em prejuízo dos clientes. Para referência no dia 9 de Abril o mesmo artigo encontrava-se ao preço de 341.99€, uma diferença de 6,5% para o preço que estava a solicitar, ou seja, pelo comunicado pela Worten o "lucro" no artigo em questão terá sempre que ser inferior a 6.5% o que parece um pouco irrisório e duvidoso. Cumprimentos. Emanuel Costa
Reparação-recuso de garantia
Exmos. Senhores, Em novembro de 2023, comprei uma PlayStation 5 numa loja Worten, tendo direito a 3 anos de garantia legal. Adicionalmente, por minha iniciativa e para maior segurança, optei por adquirir mais 3 anos de garantia extra. Em abril de 2025, o aparelho deixou de funcionar corretamente. Dirigi-me à loja Worten da minha localidade para acionar a garantia. Após cerca de um mês, fui surpreendido com uma chamada de um técnico, que me apresentou um orçamento para a reparação do equipamento. Fui então informado de que a avaria teria sido causada por humidade, o que, segundo me foi dito, não estaria coberto pela garantia. Esta situação deixou-me perplexo, pois além de o aparelho ainda se encontrar dentro da garantia legal de 3 anos, também paguei uma garantia adicional justamente para evitar custos inesperados com avarias. Importa referir que resido nos Açores, uma região com níveis naturalmente elevados de humidade ambiente. O aparelho foi sempre utilizado em condições normais e nunca esteve exposta a água direta, inundações ou má utilização. A alegada humidade é, portanto, ambiental e inevitável, não podendo ser considerada resultado de negligência ou uso incorreto. Sendo a PlayStation 5 um produto comercializado a nível nacional, deve estar preparada para funcionar normalmente dentro das condições climáticas típicas do local onde foi vendida. Deste modo, considero injustificada a recusa da cobertura da garantia, seja ela legal ou adicional, uma vez que a origem da avaria não é imputável ao consumidor. Aguardo uma resposta e agradeço desde já a atenção dispensada. Cumprimentos.
Garantia recusada pela marca após intervenção técnica em loja (Madeira Shopping)
Exmos. Senhores, Em 4 de Maio de 2021 adquiri um telemóvel Xiaomi Redmi 10 por 489.99 euros. Na data de aquisição supra recebi o vosso produto, mas sucede que este apresentou vários defeitos ainda antes do final da garantia. Sendo que a ultima avaria teria sido devido ao telemóvel desligar-se sozinho, e todas as manhãs o mesmo encontrava-se desligado, sendo que, consequentemente não tocava o despertador. Acabei saindo lesado profissionalmente devido a atrasos e exigi à worten que me substituíssem o aparelho por um novo. Após uma reclamação por escrito, foi-me substituído o aparelho por um então mais recente da marca o Xiaomi Redmi 11, e na aquisição deste novo aparelho, a garantia estendeu-se por mais 3 anos, devido a estar abrangido pelas novas leis das garantias, da qual eu não tinha conhecimento. Em Março de 2025 o telemóvel Xiaomi Redmi 11, voltou a apresentar uma avaria (não sendo a primeira após a aquisição do novo aparelho, mas que foram resolvidas pela marca). A 8 de Março de 2025 dirigi-me até à loja da Worten do Madeira Shopping, afim de solucionarem o novo problema em que o telemóvel simplesmente não ligava mais. Recebi uma mensagem pedindo que me deslocasse até a loja e foi-me cobrado 19.99euros por um diagnostico da qual informaram-me que a placa central terá queimado. Em loja, o gerente, imprimiu-me os dados do meu seguro para que eu me pudesse informar se este tipo de avaria estaria abrangida pelo seguro. Ao contactar o meu seguro, o técnico (deveras prestável), informa-me que o meu telemóvel estava ainda abrangido pela garantia segundo as novas leis (3 anos) e que deveria deslocar-me até a Worten do Madeira Shopping, com a intenção de reclamar por me terem cobrado o valor de um diagnostico e por não terem enviado o telemóvel para arranjo pela garantia, sendo que através do meu numero de contribuinte conseguiam verificar facilmente que o aparelho havia sido comprado naquela mesma loja, e consequentemente todos os dados referentes a compra do mesmo, assim como modelo, valor, garantia, seguro e entre outras informações associadas. Dirigi-me a loja com o aparelho para que enviassem o telemóvel para a marca e me devolvessem o valor do diagnostico que paguei. Fui informado por um colaborador de que não era da obrigação deles me informar que o telemóvel estava na garantia (apesar de ter sido naquele mesmo local que comprei o produto e por diversas vezes ter recorrido ao serviço para que enviassem o produto para reparação). Pedi então que apenas mandassem para arranjo. Recebi uma notificação pedindo que fosse levantar o aparelho a loja, e quando chego ao estabelecimento informam-me que a marca não se responsabiliza pelo novo arranjo (ainda em garantia) pois os técnicos da loja da Worten fizeram uma intervenção técnica no aparelho. Descontente, reclamei junto do gerente e pedi que arranjassem uma solução da qual se negaram. Contactei a linha de apoio da Worten e informaram-me que a Worten iria se responsabilizar pelo facto ocorrido e iria assumir os 400euros que a marca pedia para a reparação. No dia seguinte fui até a loja de novo perguntando se era possível optar por outra solução que era, colocarem esse valor em um “voucher” e desta forma pudesse acrescentar mais um “x” de valor e comprar um outro produto. O gerente deixou este pedido registado e dias depois recebi uma nova mensagem para ir levantar o produto. Chegando lá e achando que o produto estaria reparado o colaborador informa-me que a worten não arranjou, não vai pagar o arranjo a marca, e nem me vai reembolsar o valor do artigo. Solicitou-me que voltasse para casa com o artigo avariado, sendo que telefonicamente fui informado que a Worten responsabilizava-se pela negligencia por parte do gerente da worten resolve. Contactei o serviço técnico pela linha telefónica para perceber que “falha” de comunicação era mais uma vez esta. A técnica pediu que me dirigisse de novo até á loja física e passasse o telemóvel ao colaborador que me atendeu. Quando passei, este disse que estava fora das competências dele tomar as decisões propostas pelo apoio técnico, e que teria de consultar o gerente (via telemóvel), da qual o gerente recusou-se a solucionar o problema. Problema este originado pelo gerente da Worten Resolve do Madeira Shopping. Considero que o gerente agiu de má fé e foi negligente comigo desde o primeiro momento em que me dirigi até a loja para solucionar este problema. Tentei marcar uma reunião com o gerente ou com a Sra. Natércia, coordenadora da loja do Madeira Shopping mas foi-me negado pelos colaboradores que me atenderam. Estou extremamente insatisfeito com o tratamento que recebi na loja da Worten do Madeira Shopping e a minha avaliação para o atendimento em loja e negativo, pois para além de negligentes foram extremamente mal-educados. Exijo, portanto, que procedam a devolução do dinheiro que paguei pelo produto, ou pelo menos que assumam o valor da avaria e me devolvam em espécie. Se tal não acontecer, considerarei o contrato incumprido da vossa parte, pelo que tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Livro de Reclamaçoes recusado
Exmos. Srenhores, (A presente reclamação visa expressar a minha veemente indignação e profunda insatisfação face à conduta manifestamente ilegal e atentatória dos meus direitos enquanto consumidor por parte da vossa gerente, Ana Sobral, da loja Worten situada no Continente Modelo de Lagos, no dia 16 de Abril de 2025, pelas 21h. Ao exercer o meu direito fundamental de reclamar, constitucionalmente consagrado e especificamente regulamentado pelo Decreto-Lei n.º 74/2017, de 21 de junho, fui confrontado com uma inaceitável e injustificada recusa inicial em facultar o Livro de Reclamações. Durante um período de aproximadamente dez minutos, e apesar das minhas reiteradas solicitações para aceder a um instrumento legalmente obrigatório – direito este expressamente previsto no Artigo 6.º, n.º 1 do referido diploma legal, que impõe a imediata disponibilização do Livro –, a gerente Ana Sobral persistiu numa conduta obstrutiva e ilegal, condicionando o acesso ao Livro à prévia revelação do motivo da minha reclamação. Exigir a prévia revelação do motivo da reclamação para fornecer o Livro constitui uma violação clara e inequívoca do Artigo 4.º, n.º 1 do mesmo decreto-lei, que proíbe qualquer condicionamento da disponibilização. A demora de aproximadamente dez minutos em fornecer o Livro, apesar das minhas repetidas solicitações, caracteriza uma conduta obstrutiva por parte da gerente Ana Sobral, revelando uma resistência ativa ao cumprimento das suas obrigações legais e um patente desrespeito pelo meu direito de acesso imediato ao Livro de Reclamações. A insistência da gerente em inquirir e protelar a entrega do Livro demonstra, inequivocamente, um profundo desconhecimento ou um deliberado desresito pelas obrigações legais da Worten e pelos direitos basilares dos consumidores. Esta conduta, como certamente comprovarão as gravações de segurança da loja, causou-me crescente irritação e impaciência, sendo evidente que a minha frustração decorria unicamente da negação de um direito primário e da imposição de um interrogatório indevido, em vez de um cumprimento diligente das obrigações legais. A persistência na defesa dos meus direitos culminou, inclusive, numa ameaça de acionamento do segurança da loja por parte da gerente, numa tentativa flagrante de intimidar e dissuadir o exercício legítimo do meu direito de reclamar, perturbando indevidamente a minha paz e o meu bem-estar. Acresce a esta grave conduta o facto de, no momento da formalização da reclamação, ter entregue oito folhas A4 contendo a descrição detalhada dos factos e as provas documentais pertinentes, com expressa menção a estes anexos na folha do Livro. A não anotação da entrega destes oito anexos no Livro e a sua não fixação à folha oficial na minha presença representam um desrespeito flagrante pelo Artigo 9.º, n.º 1 do Decreto-Lei n.º 74/2017, que exige o envio da reclamação completa à ASAE. Esta omissão levanta sérias e fundadas preocupações sobre o encaminhamento integral da minha reclamação, com todos os elementos probatórios essenciais. Em virtude da conduta negligente da gerente Ana Sobral ao não registar e anexar devidamente os oito documentos probatórios que lhe foram entregues no dia 16 de Abril de 2025, serei compelido a remeter uma cópia integral desta reclamação, acompanhada das referidas oito folhas anexas e da descrição detalhada dos factos ocorridos naquele dia, diretamente à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), para garantir o conhecimento integral da minha queixa e a devida consideração de todas as provas. Contudo, em flagrante desrespeito pelo mencionado artigo, a gerente Ana Sobral não procedeu ao registo formal da entrega destes anexos no campo de observações do Livro, nem os fixou à folha oficial na minha presença. A conduta da gerente parece indicar um abuso de poder dentro da sua função. Em vez de facilitar o cumprimento da lei, ela agiu de forma a obstruir e intimidar o consumidor. Tal atuação sugere uma falha grave no treinamento ou nos procedimentos internos da loja em relação aos direitos dos consumidores e ao manuseio do Livro de Reclamações. Incidentes como este podem levar à perda de confiança dos consumidores na marca. A forma como a empresa lida com esta reclamação será crucial para determinar se consegue recuperar essa confiança. Esta omissão constitui um ato de grave negligência e demonstra uma inaceitável falta de profissionalismo por parte da gerente, comprometendo de forma séria a correta tramitação da presente reclamação e colocando em risco a devida consideração de todos os elementos probatórios por parte das entidades competentes. Tal conduta levanta fundadas suspeitas sobre a intenção de garantir o integral conhecimento da minha queixa. Ademais, cumpre salientar que o estado de ansiedade e exasperação induzido pela conduta obstrutiva da gerente Ana Sobral aquando da solicitação do Livro de Reclamações, conforme atesta a evidência fotográfica da folha de reclamação preenchida e ora anexada, levou a um lapso no seu preenchimento. Tal facto, em vez de merecer a devida compreensão e profissionalismo por parte da referida gerente, foi objeto de comentários jocosos e desprovidos de qualquer empatia, revelando uma postura inadequada e desrespeitosa para com um consumidor que exercia um direito legítimo, constitucionalmente protegido. A conduta da gerente Ana Sobral configura, assim, múltiplas infrações ao Decreto-Lei n.º 74/2017 e indícios de práticas comerciais desleais, contrariando os princípios da boa-fé e da proteção dos direitos dos consumidores previstos na Lei n.º 24/96, de 31 de julho. Face ao exposto, e salvaguardando o meu direito de apresentar esta mesma reclamação, acompanhada dos seus oito anexos e da descrição da conduta da gerente, à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), exijo uma tomada de posição firme e imediata por parte da Worten relativamente à conduta da sua colaboradora. A patente ilegalidade da recusa inicial do Livro e a subsequente omissão no registo dos anexos revelam uma gritante falha no cumprimento das obrigações legais e um profundo desrespeito pelos direitos do consumidor, exigindo uma intervenção exemplar por parte da Worten, sob pena de conivência com tais práticas. A gravidade dos factos exige uma investigação célere e a aplicação das medidas disciplinares adequadas, sob pena de a vossa omissão ser interpretada como conivência com práticas ilegais e lesivas dos direitos dos consumidores. Cumprimentos.
Cupom de 10% não foi oferecido pela Worten
Exmos. Senhores, No dia 4 de Janeiro realizei a compra via chat na Worten de 3 eletrodomésticos grandes, na promoção compre 3 e leve 2, que fornecia o uso de 10% da compra a ser utilizada posteriormente. Ao realizar a compra, fui informada que o "O talão que irá receber dos 10% será válido para uso via chat ou em loja para uma compra posterior entre dia 7 e 13 de janeiro". Em nenhum momento, foi dito pelo atendente do chat que o cupom estaria disponível a mim através dentro da própria factura emitida pelo site. E no próprio regulamento da promoção, não oferece qualquer indicação que a compra realizada pelo chat é considerada uma compra na loja física, uma vez que o cupão estaria disponível na fatura. Por isso, considerei - como o regulamento orienta - que o saldo a ser utilizado apareceria na própria conta. No último dia para se utilizar o cupom, entrei em contacto com o chat novamente para saber mais sobre e a resposta foi dada por um atendente que dizia "Então os 10% estarão na sua conta de cliente, na parte do saldo e cupões." Ao entrar em contacto novamente com a empresa, dessa vez por telefone, fui informada novamente que o cupão não estaria disponível uma vez que a encomenda não foi entregue totalmente, pois houve um erro e apenas 2 dos três eletrodomésticos foram entregues. Passado um mês, entrei novamente em contacto pelo chat. Não havia nada que pudesse fazer, mesmo apresentando estes factos ao senhor pelo qual fui atendida. Tive um prejuízo de mais de 200 euros, que poderia ter utilizado para a compra no próprio site da Worten. Gostaria de qualquer informação que pudesse trazer um melhor entendimento das partes, uma vez que não há informação implícita no próprio regulamento e nas trocas de mensagens, foram dadas informações erradas. Cumprimentos.
Garantia de produto
Em 29-10-23 adquiri na loja Worten de Torres Novas um Tablet e Marca Gravity 4 Plus. À cerca de três a quatro meses o equipamento começou a apresentar problemas com dificuldade em efetuar carregamentos da Bateria, mesmo que utilizando cabo e carregador diferentes. À mês e meio, sensivelmente, dirigi-me ao local de compra e entreguei o referido equipamento que iria, segundo informação prestada, para o exterior a fim de solucionar o problema. Algum tempo depois , recebo telefonema a informar que o problema do Tablet estava numa soldadura , na entrada do cabo de carregamento, e que esse mesmo problema não estava coberto pelo seguro!!!! A reparação importaria em 40€ (quarenta euros). Informei que não concordava e que, em face disso, me iriam devolver o equipamento. Hoje, em 16/04 levantei o equipamento na Worten de Torres Novas e pude ler no documento que estava anexo, da empresa TAMET " Orçamento recusado soldadura de contato com conector USB danificada, falha não coberta pela garantia, causada por terceiros " Pergunta : Se o Tablet sempre teve bom uso ; se não apresenta sinais de queda ou má utilização, como poderá o cliente, neste caso eu, ser o responsável?
Facturação errada
Exmos. Senhores, Em 14.12.2023, fiz contrato para enchimento de tinteiro s (Anexos 1 e 2), onde sempre informei q o mesmo seria assumido pela m / empresa (Qualitec) - assim consta essa empresa como "devedor",, no docum/ anexo 2. No entanto, desde então, debitam na conta da empresa, mas passam factura em meu nome (vêr anexo 3). Há mais de um ano q insisto na facturação em nome da m/ empresa, até que fiz reclamação no respectivo livro (anexo 4). Responderam conforme anexo 5. Agradeço os vosso comentários Cumprimentos. Manuel Campos Neves
iPhone 13 recondicionado como novo
Exmos. Senhores, Comprei um iPhone 13, recondicionado, mas como novo supostamente a bateria do telemóvel deveria estar a 100%, uma vez que é descrito como novo. Entrei em contacto com o vendedor e recusou-se a receber o telemóvel de volta. O telemóvel está dentro da garantia, e a meu ver tem que o aceitar de volta vendo que não cumpre com o que anuncia. Eu comprei porque sempre fiz compras com a worten e confiei no vosso nome. Agradeço que a worten também intervenha uma vez que o seu bom nome também está incluído. Cumprimentos.
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