Reclamações públicas
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Cobrança indevida com ameaça de processo judicial
Venho reclamar de uma situação que tem sido recorrente. Após ter exposto que não tinha qualquer divida com a Prosegur, e ter recebido email com essa informação. Recebo vários email de uma entidade credora a exigir o pagamento de uma mensalidade. Não tive nem tenho qualquer divida a Prosegur, como é possível receber este tipo de email?! Exigo que façam encontro de dados junto da empresa credora. Não tenho de estar a receber este tipo de email's. De facto esta empresa desde o início do contrato Out/25 tem muito a desejar, no acompanhamento a cliente e colocando por diversas vezes questões relativamente a pagamentos realizados. Organizem-se!!! E depois cobram um valor exorbitante se a cliente pensa cancelar o contrato!!! Por motivos válidos!
Autêntica Burla
Venho por este meio fazer uma reclamação pública visto que as anteriores feitas por telefone e por e-mail não tiveram qualquer tipo de efeito. Fui influenciada por um comercial PROSEGUR a colocar alarmes em casa porque supostamente teria vantagens com o programa compensa + que me retornaria a mensalidade em pontos, que posteriormente poderia utilizar em vários sítios que costumo frequentar par fazer compras, nomeadamente o pingo doce. Como seria vantajoso para mim nesse sentido, acabei por ceder. Pouco tempo depois da instalação o comercial desapareceu, pois já tinha recebido a comissão por ter conseguido enganar mais uma cliente, não só pelo suposto programa compensa + que não corresponde à informação que me foi transmitida, mas também sobre o prazo de fidelização, que seria de 24 meses apenas, e não 36 meses, como o comercial fez. Quando me apercebi que havia algo de errado com o programa, tentei resolver o assunto diretamente com a PROSEGUR que disse que não poderia fazer nada a não ser uma recompensa de 300 pontos no programa compensa +, que nem se deram ao trabalho de enviar a recompensa mencionada. Pedi que o meu contrato fosse cancelada visto ter sido enganada pelo comercial em vários pontos. A instalação em minha casa não ficou como eu queria, era suposto o comercial ir resolver depois mas como este fez questão de desaparecer do mapa, não prestou o serviço pós venda necessário. Quero manifestar a minha mais sincera desilusão com a PROSEGUR, em todos os pontos, e ainda alertar para que novos clientes não se deixem enganar como eu fui enganada. Quero poder cancelar o contrato sem a penalização da fidelização pois estou no meu direito enquanto consumidora, de renunciar a um contrato cujas cláusulas foram violadas e não houve em nenhuma parte, respeito pelo cliente nem consideração.
Alarme Prosegur
Eu Isabel Rebelo venho por este meio vos pedir que me ajudem em relaçao á empresa da prosegur alarmes pois as minhas faturas tem sido do valor de 32,29, o mes passado foi de 32,73 e este mes passou para 43,73 nao entendo o que se passa nem concordo com estes valores e assima de tudo nem comunicam que os valores vao ser alterados. Agradeco a vossa ajuda
Contrato com fidelização não informada ao consumidor - cobrança abusiva
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a Prosegur, na sequência de uma cobrança de alegada penalização contratual no valor de 1.581,83€, associada a um suposto período de fidelização de 36 meses, cuja validade contesto formalmente. O contrato foi celebrado por telefone, na sequência de contactos comerciais insistentes, num período particularmente exigente para mim enquanto empresária, estando simultaneamente a reorganizar a atividade da empresa actual (deste contrato), e a preparar a abertura de uma nova empresa noutra localização. Essa circunstância foi expressamente comunicada aos vossos comerciais, que tinham pleno conhecimento de que a permanência da empresa nas atuais instalações poderia não se manter por muito tempo. Pois poderiamos encerrar actividade nos meses seguintes. Inclusive, ficou alinhado que seria celebrado contrato para a nova empresa, o que efetivamente veio a acontecer. Em nenhum momento, quer nas reuniões presenciais realizadas com a minha sócia, quer na chamada telefónica de formalização, foi comunicada, explicada ou destacada a existência de um período de fidelização de 36 meses. Caso essa informação tivesse sido transmitida de forma clara e inequívoca, jamais teria celebrado dois contratos distintos, tendo optado, naturalmente, por uma simples transferência de titularidade ou solução contratual ajustada à realidade que era do conhecimento dos vossos comerciais. Houve pressão comercial, falta de transparência e assinatura em contexto de stress. Uma prática comercial completamente agressiva. Tratando-se de contrato celebrado à distância, recordo que impende sobre a Prosegur o dever legal de informação pré-contratual clara, completa e inequívoca, nomeadamente quanto à duração do contrato e eventuais períodos de fidelização. Informo ainda que a empresa empresa se encontra em processo de cessação de atividade, com saída obrigatória das instalações até ao passado dia 27/02/2026, deixando de existir qualquer local ou atividade que justifique a manutenção do serviço. Refiro igualmente que já solicitei diretamente à Prosegur a gravação integral da chamada telefónica que deu origem à celebração do contrato, bem como esclarecimentos formais, não tendo até à presente data obtido qualquer resposta nem sido disponibilizada a gravação solicitada. A unica comunicação que recebi por parte da PROSEGUR, foi a sugerir mudança de titularidade. Não reconheço a validade da cláusula de fidelização nem o valor de penalização indicado, solicitando a intervenção da DECO no sentido de mediar esta situação e assegurar a resolução do contrato sem aplicação de penalização. Com os melhores cumprimentos, Ana Maria Henriques
Reclamação e pedido de resolução de contrato
Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar em relação ao contrato nº [Número do Contrato] celebrado com a Prosegur Alarmes e expor toda a situação que me levou a sentir-me enganada e completamente desamparada durante todo o processo. Quando contratei o serviço, os representantes da Prosegur informaram-me verbalmente que poderia rescindir o contrato a qualquer momento, sem qualquer penalização, e que não haveria problemas caso decidisse cancelar. No entanto, ao tentar rescindir, fui confrontada com valores diferentes dos que me tinham sido indicados e com a obrigação de pagar uma penalização elevada, o que não correspondia ao que me tinha sido garantido inicialmente. Além disso, o equipamento foi instalado de forma incorreta, nomeadamente na porta, que não fecha corretamente, o que impede que utilize o alarme e a ligação à central de segurança 24h. Nunca recebi os documentos necessários para registar o alarme junto da polícia, que fazem parte do serviço que contratei. Ao longo de todos os contactos que fiz com a Prosegur, senti total falta de apoio e interesse por parte da equipa. Fui informada apenas de que tinha assinado e lido o contrato, sem que alguém procurasse compreender os problemas que relatei, as promessas feitas pelos vendedores ou as dificuldades reais com o equipamento e documentação. Em nenhum momento senti que houvesse preocupação em ajudar-me ou encontrar uma solução justa. Face a tudo isto, peço que a situação seja resolvida da melhor forma possível, respeitando os meus direitos enquanto cliente, permitindo a rescisão do contrato sem penalização, e que me seja confirmada por escrito a cessação de qualquer obrigação de pagamento. Solicito ainda que sejam tomadas as medidas necessárias para regularizar os problemas com o equipamento e com a documentação que não foi entregue. Anexo fotos do equipamento mal instalado e cópias das comunicações que tive com a Prosegur como prova da situação. Aguardo o vosso contacto e agradeço desde já a atenção e a resolução desta situação de forma justa e adequada. Com os melhores cumprimentos, Sara Rodrigues
Pagamento em falta
Exmo, Venho por este meio, fazer uma reclamação no sentido de tentar recuperar o valor que não me foi pago. Fui contratada pela Prosegur alarmes para trabalhar como comercial, iniciei no dia 2 de setembro de 2025, e no entanto despedime. No dia 7 de janeiro de 2026 foi o meu último dia de trabalho, e esses mesmos dias não foram feitos qualquer pagamento de vencimento, apenas o de refeição. Está em falta 5 dias trabalhados e 3 dias de férias não gozadas. Já enviei emails para a entidade responsável, e até agora não tive qualquer tipo de resposta.
Cameras de vigilancia não foncionam
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a prosegur alarmes. Ja à varios meses que tenho problemas com as minhas cameras de vigilancia,mesmo depois de terem sido contactados da minha parte com varios mails e telefonemas a situação atè ao dia de hoje não foi resolvida. Estou a pagar todos os meses por um serviço que não funciona! Obrigado
Incumprimento contratual continuado, cobranças indevidas e aumento unilateral do valor
Venho apresentar reclamação formal contra a empresa Prosegur Alarmes Dissuassão Portugal, Unipessoal Lda., relativa ao contrato nº 2‑50000003770, devido a incumprimento contratual continuado, cobranças indevidas, aumento unilateral do valor mensal, falta de resposta às minhas comunicações, eliminação de e‑mails sem leitura e prejuízo emocional e financeiro significativo. A situação que descrevo não é pontual, nem resulta de um mal‑entendido. Trata‑se de um padrão de falhas graves, repetidas e documentadas, que se prolonga desde setembro de 2025 e que tornou impossível usufruir do serviço contratado, obrigando‑me a viver em constante vigilância para evitar cobranças indevidas e erros administrativos da empresa. 1. AUMENTO UNILATERAL DO VALOR CONTRATADO O contrato celebrado em 19/09/2021 estabelece claramente o valor mensal de 35,50 € + IVA (43,67 €). Contudo, a fatura de janeiro de 2026 apresenta o valor de 37,28 € + IVA (45,85 €), sem qualquer aviso prévio, sem consentimento e sem fundamento contratual. Este aumento é ilegal, viola o contrato e configura prática comercial desleal. Solicitei explicações e correção imediata, mas não obtive resposta concreta. 2. COBRANÇAS INDEVIDAS E ERROS REPETIDOS Desde setembro de 2025, tenho sido confrontada com: faturas duplicadas valores incorretos débitos diretos rejeitados por erros da própria Prosegur tentativas de cobrança de valores superiores ao contratado referências multibanco enviadas sem justificação insistência em pagamentos que não são devidos Estes erros obrigam‑me a verificar constantemente a minha conta bancária e a monitorizar todas as comunicações, criando um ambiente de insegurança e desgaste emocional. 3. ELIMINAÇÃO DE E‑MAILS SEM LEITURA Recebi notificações automáticas que comprovam que os meus e‑mails foram eliminados sem serem lidos. Isto aconteceu mais do que uma vez, o que demonstra: falta de respeito pelo consumidor ausência de intenção de resolver o problema negligência grave na gestão das reclamações Quando confrontei a empresa, responderam com uma mensagem genérica, negando a possibilidade técnica de eliminar e‑mails sem ler, apesar de eu possuir prova documental do contrário. 4. FALTA DE RESPOSTA E FALTA DE RESOLUÇÃO A Prosegur limita‑se a enviar respostas automáticas ou mensagens vagas como “encaminhado para o departamento correspondente”, sem nunca: corrigir a fatura justificar o aumento assumir os erros apresentar solução garantir que não voltará a acontecer A ausência de resposta efetiva constitui, por si só, violação do dever legal de resposta ao consumidor. 5. FALHAS NA APLICAÇÃO E NO SERVIÇO PRESTADO A aplicação associada ao serviço apresenta falhas constantes, impedindo a gestão normal do sistema de alarme. Este problema já foi reportado, mas nunca resolvido. 6. PREJUÍZO EMOCIONAL E FINANCEIRO Encontro‑me atualmente desempregada, e cada euro conta. Em vez de ter um serviço que me traz segurança, tenho um serviço que me traz: ansiedade desgaste emocional insegurança financeira perda de tempo necessidade de monitorização constante Nenhum consumidor deve viver assim, muito menos num serviço essencial como um alarme residencial. 7. RECUSA LEGÍTIMA DE PAGAMENTO Recusei o pagamento da fatura de janeiro de 2026 porque: o valor é ilegal o aumento não foi autorizado a empresa não corrigiu o erro não respondeu às minhas comunicações A Prosegur enviou‑me ainda um inquérito e uma nova referência multibanco, ignorando completamente o conteúdo dos meus e‑mails. 8. PEDIDO À DECO Face ao exposto, solicito: Reconhecimento do incumprimento contratual continuado por parte da Prosegur. Apoio na rescisão por justa causa, sem penalizações. Intervenção para impedir novas cobranças indevidas. Registo formal do padrão de abuso administrativo e falta de resposta. Orientação para garantir que a empresa não me prejudica financeiramente após a rescisão. 9. DOCUMENTAÇÃO ANEXA Anexo: faturas comprovativos de pagamento prints de erros e‑mails enviados notificações de e‑mails eliminados sem leitura comunicações automáticas da Prosegur histórico completo desde setembro de 2025
Rescindir Contrato por Desemprego
Exmos Senhores Prosegur Alarmes, Manifesto o meu desagrado ao iniciar esta reclamação ao qual me transmitem uma enorme falta de empatia, falta de compreensão e uma forma de lidar com a situação um pouco abusiva, não respeitando a situação de vida do cliente. Acontece que há uns tempos enviei um e-mail e fiz chamada em como me encontrava desempregado e por esse motivo, por não ter condições financeiras para prosseguir com o contrato dos alarmes em causa, pedi para rescindir sem penalização pois não tenho qualquer tipo de rendimentos do fundo de desemprego. É uma situação financeira complicada devido ao meu estado de desemprego e estão de algum modo a dificultar o processo de rescisão. Ligaram-me passado uns dias do envio do e-mail a dizerem que havia alternativas como arranjar uma pessoa para ficar com os alarmes ou pagar a penalização ou manter tudo igual. Acontece que é impensável manter tudo igual porque não existem rendimentos para continuar, e é também impensável pagar penalização porque tal como disse e é defendido pela lei do consumidor, não tenho rendimentos. Não tenho qualquer conhecimento de pessoas que queiram ficar com o contrato que tenho. A única forma seria rescindir por justa causa. Visto a Prosegur Alarmes ser uma empresa bastante complicada para se chegar a um acordo de rescisão, por serem abusivos na forma como exigem ao cliente penalizações mesmo estando desempregado, a única via seria esta reclamação. Agradeço que compreendam a situação e que possa ser um processo breve, respeitoso e que não dificultem o mesmo, caso contrário teremos de ir por outros meios. Obrigado
Cobrança incorreta, falta de resposta
O processo de contratação do serviço da Prosegur foi iniciado integralmente através do meu endereço de correio eletrónico, ou seja, todas as comunicações preliminares, esclarecimentos e envio de proposta comercial realizadas. Embora o contrato tenha sido posteriormente formalizado em nome do atual titular, meu marido, na qualidade de co-proprietário do imóvel onde o serviço seria instalado, toda a fase pré-contratual e as condições apresentadas pela empresa foram tratadas diretamente comigo, facto que é verificável através das comunicações trocadas. No dia 12 de maio de 2025, recebi da Prosegur uma proposta escrita com indicação clara de que a mensalidade seria de 34 € (IVA incluído) durante os primeiros 12 meses e de 44,55 € após esse período. Esta proposta foi a base da decisão de contratar. No entanto, desde o início da prestação do serviço, a Prosegur começou a cobrar mensalidades superiores a 44 €, valor que não correspondia ao que tinha sido proposto e aceite durante a fase pré-contratual. A partir de 12 de junho comecei a contactar repetidamente a empresa, por telefone e por e-mail, solicitando a correção dos valores indevidamente cobrados. Apesar das várias tentativas, a Prosegur não regularizou a situação nem forneceu qualquer explicação formal. Face à ausência de resposta e à manutenção da cobrança errada, no dia 19 de agosto enviei um e-mail a solicitar informação sobre o procedimento formal para rescindir o contrato, tendo em conta o incumprimento. Este pedido não mereceu qualquer resposta. Dois dias depois, a 21 de agosto, reiterei o pedido de rescisão contratual. Esta comunicação recebeu apenas uma mensagem genérica no dia 23 de agosto informando que o assunto estava “em análise”, sem que alguma vez tivesse sido prestado um esclarecimento formal ou orientação adequada sobre como proceder. No final de agosto recebi a fatura referente ao mês de setembro já com o valor corrigido para os 34 € inicialmente propostos, mas essa alteração foi feita sem aviso prévio, sem reconhecimento do erro anterior e sem qualquer explicação sobre os montantes cobrados em excesso. É importante referir que esta correção tardia não elimina o incumprimento ocorrido ao longo dos meses anteriores, durante os quais procurei repetidamente obter resolução. Posteriormente, após nova insistência, fui informada de que o pedido de rescisão não seria aceite sem penalização, com o argumento de que deveria ter sido enviado com assinatura digital — exigência que nunca me foi comunicada nos contactos anteriores, incluindo nos e-mails de 19 e 21 de agosto, que foram recebidos pela empresa e que deveriam ter sido respondidos com a informação adequada no momento oportuno. Fui ainda informada de que, por a empresa ter corrigido o valor na fatura mais recente, já não reconheciam a existência de incumprimento, uma posição que considero infundada, uma vez que o incumprimento existiu, perdurou por meses, motivou contactos sucessivos. Toda esta sequência de acontecimentos — cobrança incorreta, ausência de resposta formal, exigência retroativa de requisitos não comunicados e correção tardia sem esclarecimento — contribuiu para uma perda de confiança na relação contratual. Durante três meses tentei resolver a situação de forma cordial e formal, mas os pedidos foram sucessivamente ignorados ou adiados, o que prolongou desnecessariamente o processo e comprometeu a transparência que deve caracterizar este tipo de prestação de serviços. A presente exposição tem apenas o objetivo de relatar os factos conforme ocorreram, de forma rigorosa e documentável, e solicitar que a situação seja analisada pelas entidades competentes. Não pretendo imputar à empresa qualquer conduta que não esteja apoiada em factos verificáveis; apenas desejo ver reconhecido que existiram falhas na prestação de informações, na regularização da faturação e no tratamento dos meus pedidos, com impacto direto nos meus direitos enquanto consumidora.
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