Reclamações públicas

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M. L.
04/08/2025

Televisão entregue partida — pcdigga recusa responsabilidade

Há cerca de duas semanas comprei uma televisão na PcDigga. Quando o equipamento chegou, reparei que a carrinha de entrega não tinha qualquer identificação — era completamente branca — o que me deixou desde logo desconfiado. Ao abrir a caixa (com todo o cuidado), percebi que a televisão estava partida no centro superior do ecrã, algo que só ficou visível ao retirar a última camada de cartão da parte frontal. Entrei imediatamente em contacto com a PcDigga, enviei todas as fotografias (do produto e da embalagem) e expliquei o que tinha acontecido. A resposta da loja foi que a culpa era minha, alegando que a caixa “não apresentava qualquer dano visível” e que o ecrã “parecia ter sofrido uma queda e estava riscado”. Isto é falso. A caixa tinha um buraco, ainda que pequeno, e a televisão não estava riscada — estava sim partida, como se tivesse sofrido um impacto durante o transporte. Recusaram-se a assumir qualquer responsabilidade e a transportadora também se isentou de culpas. Resultado: fiquei com um produto danificado, sem apoio e sem solução. Para piorar, após este episódio, decidimos investigar por conta própria a transportadora responsável pela entrega — a TTM — e deparámo-nos com uma longa lista de avaliações negativas. Vários clientes relatam exatamente o mesmo tipo de situação: produtos entregues danificados, embalagens maltratadas e nenhuma responsabilidade assumida. Isto levanta sérias dúvidas sobre os critérios da PcDigga na escolha dos seus parceiros logísticos. Considero esta atitude da PcDigga inadmissível e irresponsável, tanto na forma como geriram a entrega como no tratamento ao cliente. Espero que esta exposição leve a uma resolução justa — seja substituição ou reembolso. Caso contrário, não hesitarei em recorrer à DECO e ao Livro de Reclamações.

Encerrada
I. S.
03/08/2025

Reclamação RMA 4100123541 Monitor devolvido partido sem solução

Comprei um monitor na PC Diga a 18 07 2022, no valor de 289,90 EUR. Em 19 06 2025 solicitei RMA devido a um pixel morto (e-mail anexo). Sem a embalagem original disponível, confirmei junto da PC Diga que bastava embalá-lo com cuidado; adquiri então na Leroy Merlin uma caixa de cartão robusto e plástico bolha suficiente para imobilizar o monitor e a base, registando em fotografias o estado perfeito do ecrã antes de embalar (fotos anexas). Enviei-o a 26 06 2025 com o código CTT pré-pago DE620116959PT fornecido pela PC Diga, tendo a transportadora entregue o equipamento nas instalações da PC Diga em 30 06 2025 (comprovativo de rastreio anexo). A 04 07 2025 recebi e-mail (empresas@pcdiga.com) onde me informavam que o monitor “chegou partido” e que a reparação custaria 297,46 EUR — valor superior ao de um aparelho novo — anexando uma imagem da caixa com um rasgo num canto e outra do ecrã com uma fratura central grave. Em 05 07 e 14 07 enviei novas mensagens (suporte@pcdiga.com) com provas fotográficas e invocando o art.º 15.º (n.º 4) do DL 84/2021 — que atribui ao fornecedor os custos e riscos do transporte em garantia — e o art.º 4.º do mesmo diploma — que impõe ao profissional o ónus de provar mau uso ou embalagem manifestamente insuficiente — sem nunca obter resposta concreta. A 18 07 recebi apenas, noutro processo de RMA, a informação de que o RMA 4100123541 “se encontrava devidamente escalado” pelo departamento responsável, sem data ou proposta de solução. No dia 31 07 recebi de volta o monitor, confirmando que o LCD está partido (fotos anexas), o que demonstra que o dano ocorreu em trânsito, sob responsabilidade da PC Diga, e não por defeito de fabrico. Hoje, 03 08 2025, já decorreram mais de 30 dias desde a entrada do equipamento para garantia sem que tenha havido reparação, substituição ou recolha para nova avaliação. Face ao exposto, solicito à DECO que interceda: Para que a PC Diga seja formalmente notificada a cumprir a garantia legal, procedendo à substituição do monitor por outro idêntico em perfeito estado de funcionamento, sem quaisquer encargos para mim. Caso se mostre tecnicamente impossível a substituição, que a PC Diga reembolse o valor integral de 289,90 EUR. Que seja considerada a atribuição de indemnização pelos prejuízos sofridos (custos de envio, perda de produtividade e demais danos emergentes), na medida em que a falha de cumprimento da garantia legal me causou comprovadas perdas profissionais.

Encerrada
A. S.
23/07/2025

Cadeira na garantia

Adquiri uma cadeira na PC Diga há cerca de dois anos, ainda dentro do período de garantia. A cadeira apresentou defeito no amortecedor (que deixou de funcionar) e a aranha (base inferior) partiu-se. Enviei-a para reparação ao abrigo da garantia, com a referência W1-301422436, no dia 17/06/2025. A cadeira foi-me devolvida no dia 14/07/2025 em condições inaceitáveis: Chegou mal embalada, sem qualquer proteção adequada; A aranha substituída está riscada, não sendo nova; O amortecedor continua o mesmo e continua avariado; E mais grave: a cadeira veio com um rasgo no tecido, que não existia antes do envio. Tenho fotos anteriores ao envio que o comprovam. Contactei a PC Diga por email e telefone, sem obter resposta. Mais tarde, recebi um email a alegar que o rasgo foi provocado pelo utilizador, o que não é verdade. A reparação foi mal executada, introduziu novos danos no produto, e não solucionou o problema original. A loja recusa-se a substituir o produto ou a reconhecer a má reparação, mesmo estando a garantia válida e o processo iniciado dentro do prazo legal. Isto viola o Decreto-Lei n.º 84/2021, nomeadamente os artigos 12.º, 13.º, 14.º e 18.º. Exijo a substituição da cadeira por uma nova, em perfeitas condições, conforme estipulado pela lei.

Encerrada
J. S.
16/07/2025

Recusa em troca e desinformação da loja

Boa noite senhores pelo RMA 4100124964, hoje de manhã fui à PC Diga de Benfica devolver um portátil gaming Acer Nitro V15 que eu comprei na loja deles, disse que o produto está com problemas de Hardware no caso que começa a descarregar no jogo e os operadores da loja Benfica recusaram a trocar devido a não ter a embalagem, sendo que na legislação está que produtos com defeitos de Hardware têm que ser trocados. Ainda disseram que precisavam da embalagem para no futuro revender o produto, um dos operadores disse uma desinformação que achei muito grave, que é normal a bateria descarregar no jogo no modo desempenho mesmo ligado à corrente, sendo que um portátil não está a funcionar como um portátil gaming deve funcionar quando ligado à corrente quando descarrega e comprei ele em 26 de Junho de 2025 há menos de 30 dias. É absolutamente inaceitável e, na maior parte dos casos, ilegal que a loja se recuse a trocar um produto com defeito sob a alegação de que não tem a embalagem original porque seria para revender. Esta é uma desculpa completamente inválida no contexto de um produto defeituoso sob garantia. Os Direitos Legais (em Portugal/União Europeia) Defeito de Conformidade: Quando um produto não funciona como deveria (tem "engasgos" e a bateria desce mesmo ligado à corrente, o que não é normal para um portátil gaming), ele apresenta um defeito de conformidade. Com isto eu acho inadmissível o comportamento da loja em Benfica e quero apresentar esta queixa, obrigado pela atenção. Por aqui mando em anexo a fatura :

Encerrada
J. S.
16/07/2025

Recusa em devolução e desinformação grave

Boa noite senhores pelo RMA 4100124964, hoje de manhã fui à PC Diga de Benfica devolver um portátil gaming Acer Nitro V15 que eu comprei na loja deles, disse que o produto está com problemas de Hardware no caso que começa a descarregar no jogo e os operadores da loja Benfica recusaram a trocar devido a não ter a embalagem, sendo que na legislação está que produtos com defeitos de Hardware têm que ser trocados. Ainda disseram que precisavam da embalagem para no futuro revender o produto, um dos operadores disse uma desinformação que achei muito grave, que é normal a bateria descarregar no jogo no modo desempenho mesmo ligado à corrente, sendo que um portátil não está a funcionar como um portátil gaming deve funcionar quando ligado à corrente quando descarrega ele foi enganoso e intruja. É absolutamente inaceitável e, na maior parte dos casos, ilegal que a loja se recuse a trocar um produto com defeito sob a alegação de que não tem a embalagem original porque seria para revender. Esta é uma desculpa completamente inválida no contexto de um produto defeituoso sob garantia. Os Direitos Legais (em Portugal/União Europeia) Defeito de Conformidade: Quando um produto não funciona como deveria (tem "engasgos" e a bateria desce mesmo ligado à corrente, o que não é normal para um portátil gaming), ele apresenta um defeito de conformidade. Com isto eu acho inadmissível o comportamento da loja em Benfica e quero apresentar esta queixa, obrigado pela atenção. Por aqui mando em anexo a fatura do documento:

Encerrada
J. S.
16/07/2025

Recusa em troca e desinformação da loja

Boa noite senhores, hoje de manhã fui à PC Diga de Benfica devolver um portátil gaming Acer Nitro V15 que eu comprei na loja deles, disse que o produto está com problemas de Hardware no caso que começa a descarregar no jogo e os operadores da loja Benfica recusaram a trocar devido a não ter a embalagem, sendo que na legislação está que produtos com defeitos de Hardware têm que ser trocados. Ainda disseram que precisavam da embalagem para no futuro revender o produto, um dos operadores disse uma desinformação que achei muito grave, que é normal a bateria descarregar no jogo no modo desempenho mesmo ligado à corrente, sendo que um portátil não está a funcionar como um portátil gaming deve funcionar quando ligado à corrente quando descarrega e comprei ele em 26 de Junho de 2025 há menos de 30 dias. É absolutamente inaceitável e, na maior parte dos casos, ilegal que a loja se recuse a trocar um produto com defeito sob a alegação de que não tem a embalagem original porque seria para revender. Esta é uma desculpa completamente inválida no contexto de um produto defeituoso sob garantia. Os Direitos Legais (em Portugal/União Europeia) Defeito de Conformidade: Quando um produto não funciona como deveria (tem "engasgos" e a bateria desce mesmo ligado à corrente, o que não é normal para um portátil gaming), ele apresenta um defeito de conformidade. Com isto eu acho inadmissível o comportamento da loja em Benfica e quero apresentar esta queixa, obrigado pela atenção.

Encerrada
J. M.
13/07/2025

Compra de artigo que tem defeito

Comprei um processador na pcdiga o qual vem com defeito abri o RMA no dia 29 /6/2025 com nºR1-400410475 mas até agora não tive resposta por parte da Pcdiga .

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
P. P.
09/07/2025

Garantia

Enviei o meu aparelho para garantia, pois o mesmo apresentava uma falha no carregamento e em algumas vezes a tela piscava. No retorno da garantia foi me dito que não existia problema algum com o aparelho, que era somente uma atualização de software. No mesmo dia manuseando o mesmo voltou a apresentar o defeito, novamente acionei a garantia informando que o problema persistia. Tenho fotos e vídeos a comprovar o problema apos retorno da garantia. Pela segunda vez, recebo o aparelho da garantia, que dizem ter vindo da garantia do fabricante, com o mesmo relatório, atualização de software. Novamente no mesmo dia manuseando o mesmo, voltou a apresentar o defeito informado. Fotos e vídeos comprovando o defeito. Indignado com o assunto em questão, entrei em contacto telefónico com a empresa, onde fiquei cerca de trinta minutos a espera por ser atendido, quando enfim falado com um Técnico e explicado a situação, novamente foi enviado pela terceira vez a garantia. Ontem dia 08/07/2025, recebo um e-mail a dizer que o aparelho se encontra em perfeito estado e sem problemas algum e que, "o problema relatado", era uma questão de configuração. Novamente indignado, respondi o e-mail, informando que isto era inaceitável, pois eu já tinha feito teste no aparelho, tanto no carregador como nas configurações, antes mesmo de acionar a garantia e que o mesmo tinha problemas na bateria ou carregamento. Solicitei que entrassem em contacto comigo antes de enviarem de volta o aparelho, para melhores esclarecimentos, mas me parece que não querem resolver o problema, pois no dia de hoje 09/07/2025, fui notificado que o item foi postado para minha morada. Muito provavelmente irei receber o aparelho com o mesmo problema desde o inicio. Me encontro indignado e despontado com o serviço de garantia, sou cliente e nunca tinha problemas. É uma empresa de renome, mas prestando este tipo de atendimento, estão a perder um cliente.

Encerrada
J. M.
09/07/2025

Pedido de Apoio - Recusa de reembolso sem fundamental legal após RMA e emissão da nota de crédito

Venho por este meio solicitar um pedido de apoio da DECO para a resolução de uma situação com a loja PCDIGA, LDA, que recusa efetuar o reembolso de uma nota de crédito emitida no seguimento do processo de RMA nº 4100121345, com base numa exigência sem fundamento legal. Comprei um teclado em segunda mão, ainda abrangido pela garantia legal de 3 anos. A loja aceitou o processo de RMA sabendo de antemão que eu não era o comprador original (tal como está previsto na lei), confirmou a avaria, e emitiu uma nota de crédito. No entanto, recusou o reembolso do valor na nota de crédito, exigindo para o efeito a apresentação de uma declaração assinada pelo comprador original do produto em como autoriza a emissão do reembolso para o segundo adquirente. Apesar de não concordar por se tratar de uma atitude abusiva e levantar vários problemas relacionados com a privacidade da pessoa em questão que já nada tem a ver com o produto, ainda assim entrei em contacto com o comprador original há cerca de 1 mês para tentar resolver este problema rapidamente, mas não obtive resposta até hoje. Posso, inclusive, facultar provas em como esse contacto foi estabelecido. Tal exigência foi reforçada pela marca em todos os contactos estabelecidos por e-mail (consultar anexos) e chamada telefónica, mesmo após eu ter manifestado o meu desacordo com base na legislação em vigor. Nessa chamada que a marca efetuou após troca de e-mails, um dos seus colaboradores, inclusive, tentou resolver o problema disponibilizando dois produtos de valor superior, mas com características bastante diferentes face ao produto original em causa, pelo que me vi forçado a recusar, uma vez que ficaria prejudicado. Pedi ainda para colocarem por escrito as propostas efetuadas por chamada telefónica, bem como para mencionarem em que artigo e alínea(s) do Decreto-Lei nº 84/2021 consta a exigência de uma declaração assinada pelo comprador original. O colaborador da PCDIGA disse que iria enviar e-mail com as propostas efetuadas e o artigo do Decreto-Lei que comprova que a marca tem fundamento legal para solicitar essa tal declaração assinada. Contudo, 10 dias após a chamada, continuo sem receber nenhum e-mail ou notificação, como já calculava que fosse acontecer. Frisar ainda que me encontro desde o dia 02/06/2025 sem o produto (defeituoso), dia em que foi entregue na loja da PCDIGA em Braga, e sem o dinheiro, uma vez que a loja o tem cativo. Considero a apresentação de uma declaração assinada pelo comprador original uma exigência totalmente injustificada e abusiva, uma vez que: - Viola o Decreto-Lei nº 84/2021 que estipula que a garantia acompanha o bem, independentemente de quem tenha sido o comprador original. - A loja reconheceu a legitimidade da minha reclamação ao aceitar o RMA, sabendo de antemão que não era o comprador original, e ao emitir a nota de crédito. - A exigência de autorização do comprador original não tem qualquer base legal, sendo discriminatória por condicionar o reembolso a um documento de um terceiro alheio à relação comercial em causa, e até impraticável em muitos casos (ex: se o comprador entretanto tiver falecido). Solicito, por isso, o vosso apoio na mediação ou orientação para exigir o reembolso devido, conforme é o meu direito legal enquanto legítimo detentor do bem, cessando esta prática abusiva da loja em questão que quer limitar os meus direitos enquanto consumidor.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
J. E.
08/07/2025

Encomenda não recebida

Sou cliente regular da PCDiga, já com diversas encomendas efetuadas, e até à data nunca tive qualquer motivo de queixa. Contudo, esta situação ultrapassa já o razoável e a empresa demonstrou uma falta de compromisso e desrespeito com o cliente. No dia 21/06/25 efetuei uma encomenda de um eletrodoméstico, com um valor extra associado para entrega do mesmo no meu local de residência. No dia 25/06/25 enviei um e-mail à PCDiga para saber quando seria espectável receber a encomenda, visto que não me tinha sido facultado qualquer data. Foi-me respondido que seria entregue no dia 27/06/25, inclusive, recebi uma mensagem da transportadora a indicar que a entrega seria efetuada nesse mesmo dia. No entanto, fui posteriormente contactado por telefone a informar que a entrega não seria possível e que seria reagendada para o dia 01/07/2025. O mesmo sucedeu nesse dia, sendo novamente informado de que não conseguiriam efetuar a entrega e que seria reagendada para o dia 03/07/2025. Repetiu-se o mesmo cenário, com nova remarcação para o dia 05/07/2025. Nessa data, já nem houve contacto telefónico, apenas me foi enviada uma mensagem a indicar novo agendamento para o dia 07/07/2025. No dia, 07/07/2025, fui novamente contactado a informar que a entrega não seria realizada, sendo proposto novo agendamento para o dia 09/07/2025. Contudo, nesse dia não estava disponível para recepção do equipamento, dado que me iria encontrar fora do meu local de residência. Tendo em conta o exposto e a sucessão de adiamentos injustificáveis, enviei e-mail com a minha indignação para a PCDiga, ao que me foi respondido que iriam proceder então à recolha do equipamento no meu local de residência!? Ou seja, iriam proceder à recolha de um eletrodoméstico, que eu me estava a queixar de ainda não ter recebido. É um desconforto enorme e falta de respeito pelo cliente, que até a data tinha bastante consideração por esta empresa, no entanto, é visível o desprezo com que a mesma trata os seus clientes, pois claramente algo passou a ser uma prioridade, exceto a satisfação do cliente, sendo que ao fim da compra efetuada parece deixar de haver razoabilidade no serviço prestado. É neste tipo de empresas que se percebe que o mais barato nem sempre é o melhor, pois a diferença de preço da concorrência já pressupõem a satisfação e resolução de um problema associado à compra. Tendo em conta os sucessivos adiamentos, é minha convicção que não receberei o eletrodoméstico esta semana, o que levanta sérias preocupações e me causa constrangimentos significativos, dado que neste momento já necessito com urgência do referido eletrodoméstico e a empresa em questão, PCDiga, não se dignificou em se quer ler o meu e-mail de descontentamento com o pedido de tentativa de resolução do continuo atraso da empresa de entregas.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste

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