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Encomenda atrasada
Reclamação por atraso de entrega, falta de suporte e prejuízos causados Venho por este meio apresentar uma reclamação referente à compra de uma televisão realizada na vossa loja, cuja entrega estava prevista para o dia 02. Até ao presente momento, a encomenda não foi entregue, causando-me prejuízos e enorme transtorno. Foram três dias de trabalho perdidos à espera da entrega, sem qualquer aviso de atraso ou nova previsão. O contacto telefónico da loja não atende em horário nenhum, apresentando sempre a mensagem de “elevado número de chamadas”. O e-mail de suporte permanece sem resposta há mais de 48 horas, o que considero inaceitável. A transportadora responsável, LOWLOW, não disponibiliza qualquer forma eficaz de contacto: O rastreio não funciona; Não existe um contacto telefónico disponível; Não há forma de obter informação sobre o paradeiro da encomenda. Esta situação torna-se ainda mais grave porque necessito da televisão com urgência. O meu marido encontra-se em casa em recuperação após uma cirurgia, e a televisão é essencial para o seu repouso e conforto durante este período. A falta de informação e de solução imediata está a causar stress e grande frustração. Solicito que esta situação seja resolvida com máxima urgência, com: Entrega imediata da televisão, com data e hora confirmadas. Aguardo uma resposta rápida e uma solução definitiva para este problema.
não efetuaram a resolução de contrato.
Resumo do processo para efeito de denúncia: Adquiri um portátil Gigabyte 15.6" G5 MF5-52PT353SD Blackº ZFAT BZA1/9180847603 na loja Pcdiga, lda. O equipamento apresentou graves problemas de sobreaquecimento (CPU Intel i5-13500H a atingir 100 ºC) que por sua vez causa instabilidade no desempenho durante jogos e tarefas normais, pelo facto de o acontecer throttle no cpu pela temperatura atingida. Relembrando que 100 graus é a temperatura maxima para aquele cpu. Solicitei assistência na loja por três vezes: 1.º RMA: Pedido n.º 4100129683 (entregue 06/09/2025, devolvido 25/09/2025 — 20 dias sem portátil). Voltou igual. "Marca disse ter feito um ajuste de componentes" 2.º RMA: Pedido n.º 4100131557 (entregue 27/09/2025, devolvido 24/10/2025 — 28 dias sem portátil). Marca não detetou nenhum problema, veio igual 100 graus. 3.º RMA: Pedido n.º 4100134004 (entregue 25/10/2025, devolvido 19/11/2025 — 26 dias sem portátil). Desta vez a marca disse ter efetuado a substituição da massa termica e limpeza, no entanto veio igual e veio com o teclado mal montado ou danificado. Em todas as intervenções, o defeito técnico manteve-se. No levantamento do 3.º RMA, experimentei o portátil na presença do colaborador da loja. Verifiquei imediatamente que o CPU continuava a atingir 100 ºC e detetei, adicionalmente, o teclado mal montado — novo defeito introduzido pelo serviço técnico. Recusei aceitar o portátil nestas condições e pedi o livro de reclamações em loja e efetuei a reclamação. Exigi o reembolso, responderam que não o efetuam pois é a marca que tem que dizer que tem defeito 3 vezes, queriam que eu levasse o computador para casa, rejeitei. A loja, em vez de proceder ao reembolso, abriu um 4.º RMA (Pedido n.º 4100136499) e informou verbalmente que não reembolsava porque o “fabricante não reconhecia a avaria”, apesar de tal ter sido comprovado em loja, ainda argumentaram que 100 graus é normal podendo ser o defeito do portatil. Acontece que cerca de 1 mês ja tinha efetuado o pedido via email, de resolução de contrato com os tais 14 por lei e nada me foi feito, responderam não ser possivel a devolução do dinheiro, ja tinha reclamado no livro de reclamações online e obtive uma resposta, sem me responderem a reclamação, inédito ou seja responderam porque são obrigados mas não responderam a reclamação. Já soma 74 dias sem portátil funcional, permanecendo o defeito original e agravando-se a situação com novas falhas. Adicionalmente agora os restantes dias sem portatil. Encontro-me na universidade politecnica militar, sem o portatil que o adquiri para trabalhar e jogar. Citei e exigi o cumprimento do artigo 35.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, que obriga à devolução integral do valor pago ao consumidor quando, após tentativas reiteradas de reparação, a desconformidade persiste. Não sei que mais fazer, a não ser denunciar a Asae, ou seguir para os julgados de paz, pois possuo todas as provas e emails trocados.
Mau tratamento do processo de garantia
Resumo da situação: Após quase 3 anos de utilização normal de uma motherboard aquirida na PCDIGA e sem qualquer alteração ao hardware original, deixou subitamente de funcionar. Dirigi-me à loja da PCDiga no Porto e procedi à entrega do equipamento em loja, onde a desmontagem do resto dos componentes foi na presença de um colaborador da PCDIGA. Eu e o colaborador verificamos visualmente o bom estado geral da motherboard e do socket, confirmando que não existiam pinos tortos. O mesmo colaborador tirou fotografias no momento da entrega que comprovam o bom estado do componente nessa altura. Posteriormente, fui informado via e-mail de que o artigo se encontrava com a garantia “condicionada”, por se tratar do terceiro ano, e que seria enviado para o reparador oficial para análise. Após essa análise, a PCDIGA comunicou-me que a reparação não poderia ser feita ao abrigo da garantia, alegando "pinos do socket de CPU tortos", apresentando um orçamento de 81,18 €. Contestei de imediato esta conclusão, uma vez que: O equipamento foi entregue em perfeitas condições, conforme testemunho do colaborador da loja e as fotografias tiradas no momento da entrega; Não há qualquer evidência de que o dano existisse antes da entrega; A PCDIGA não apresentou qualquer prova de que os alegados danos não tenham ocorrido após a receção, durante o transporte ou manuseamento pelo reparador. Apesar de várias tentativas de contacto e pedidos de reavaliação, a resposta da PCDIGA limitou-se a reiterar o parecer do reparador oficial, sem analisar as provas apresentadas nem demonstrar vontade de resolver a situação de forma justa. Principais motivos da reclamação: Mau tratamento do processo de garantia, com base numa interpretação restritiva e pouco colaborativa do Decreto-Lei n.º 84/2021; Falta de transparência e rigor na verificação técnica e comunicação do diagnóstico; Ausência de consideração das provas fornecidas (testemunho do colaborador e fotografias); Recusa em reavaliar o caso de forma imparcial, mesmo após contestação fundamentada. Solicito que a PCDIGA reavalie o caso de forma justa, considerando as evidências existentes e assumindo a responsabilidade pelos danos que possam ter ocorrido após a entrega do artigo em loja. Importa referir que possuo formação na área da informática, o que me permite afirmar com segurança que o equipamento foi sempre manuseado de forma adequada e que o socket não apresentava qualquer dano no momento da entrega.
Comprei uma trotinete elétrica com bateria externa extra
Fui ao website da PCDiga e encontrei uma trotinete elétrica que me agradou, é o modelo Segway Ninebot E3 E, no website davam a entender que a trotinete vinha com uma bateria externa extra que daria mais autonomia à trotinete, então tentei ligar para eles mas não me atenderam. Enviei um e-mail e eles confirmaram me duas vezes que a trotinete vinha com essa bateria externa extra. Comprei a trotinete, chegou a casa, abri e não vinha com a bateria externa extra que eles confirmaram que vinha. Respondi ao e-mail onde eles me confirmavam que a trotinete vinha com essa bateria extra e questionei porquê que não veio, porque até podiam ter enviado num pacote separado e ainda podia estar pra chegar ou podia haver uma falha, são coisas que acontecem. Responderam-me ao e-mail e disseram que ela não vinha com a bateria extra como tinham anunciado, e a única solução que me deram foi devolver a trotinete, no entanto, eu já abri e preciso dela para me locomover até ao meu emprego. Questionei se não havia mais nenhuma solução tendo em conta que o erro foi deles e eu só tinha comprado no website deles precisamente por vir com essa bateria extra, e disseram-me que não, que a solução que tinham era eu devolver a trotinete, não há mais nenhuma solução? Envio anexo um documento PDF com os e-mails trocados entre mim e a loja.
Recusa no exercício do direito de livre resolução
Boa tarde, Comprei recentemente um telemóvel através da loja online da PCDiga, que recebi na minha morada no dia 23 de Setembro de 2025. No dia 3 de Outubro de 2025 abri um ticket no portal da PCDiga a solicitar a devolução, dentro do prazo legal de 14 dias previsto. No dia 6 de outubro de 2025 desloquei-me a uma loja PCDiga para exercer o meu direito. O telemóvel encontra-se em perfeito estado (sem riscos ou microriscos), com todos os acessórios, embalagem original. No entanto, foi-me comunicado que a devolução não seria aceite porque o produto não está selado, conforme as políticas internas da empresa. Também foi recusada a emissão de um documento que registasse essa decisão. Gostaria de saber: 1. Se esta exigência de apenas aceitar devoluções de produtos “selados” é válida perante o disposto no Decreto-Lei n.º 24/2014 (direito de livre resolução em compras à distância). 2. Se a recusa que enfrentei está conforme a lei. 3. Quais os passos que devo seguir para fazer valer os meus direitos enquanto consumidor. Notas: - Link apresentado pelo assistente: https://www.pcdiga.com/trocas-e-devolucoes - Ponto indicado: 4) (ii) Agradeço desde já a vossa ajuda. Cumprimentos, Marco
Recusa Indevida de Garantia e Encerramento Arbitrário de Pedido de Suporte
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa PCDIGA, relativamente ao processo de assistência técnica de um computador adquirido em dezembro de 2024, na loja da PCDIGA sito na R. Pedro e Inês Nº11, 1990-074 Lisboa. No dia 23 de setembro de 2025, entreguei o equipamento na loja para resolução de uma falha de funcionamento, ainda dentro do período de garantia legal. A empresa através do pedido de assistência nº 8000007240, informou que o problema residia na Motherboard, alegadamente com pinos tortos, e que tal situação não estaria coberta pela garantia. Foi-me sugerida a aquisição de uma nova Motherboard Micro- Atx Msi Pro B650M-B SktAM5, com o preço de 109,90€ através de link disponibilizado no email, acrescida de 39,90€ pela montagem. Contestei esta avaliação, por considerar que: 1. O computador foi adquirido pré-montado, precisamente por não possuir conhecimentos técnicos para montagem ou intervenção no hardware. 2. O equipamento é utilizado exclusivamente por um menor de 12 anos, que também não possui qualquer conhecimento técnico. 3. O computador nunca foi aberto ou manipulado desde a compra, facto corroborado pelo técnico da loja que referiu a presença de pó acumulado. 4. A falha ocorreu de forma espontânea, com o aparecimento de um ecrã cinzento com opções desconhecidas, seguido de um ecrã negro com cursor intermitente, sem qualquer intervenção física no equipamento. Posteriormente após troca de emails com a equipa de suporte e contestação da minha parte dos factos, a empresa alegou que o equipamento apresentava pasta térmica recente e em excesso, o que indicaria abertura e montagem incorreta por parte do utilizador. Esta alegação é falsa e contraditória, pois: • Nunca foi feita qualquer intervenção no equipamento por mim ou pelo utilizador final. • A montagem foi realizada pela própria PCDIGA, no momento da compra. • A presença de pó acumulado reforça que o equipamento não foi aberto. • A empresa não apresentou qualquer prova técnica, como fotografias, relatório detalhado ou perícia independente, que comprove a alegada intervenção externa. Na minha última comunicação, solicitei o contacto com um responsável pelo serviço prestado, demonstrando abertura para diálogo e resolução. Em resposta, a empresa encerrou unilateralmente o pedido de suporte, sem apresentar qualquer solução ou abertura para reavaliação, remetendo-me apenas para a loja física. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula os direitos dos consumidores na compra de bens móveis, o vendedor é responsável por defeitos que se manifestem no prazo de três anos após a entrega do bem, salvo prova de uso indevido — o que claramente não se verifica neste caso. Solicito intervenção junto da PCDIGA para: • Garantir a reparação gratuita do equipamento, conforme previsto na legislação. • Ou, em alternativa, a substituição do produto ou reembolso, caso a reparação não seja possível. • Avaliar a conduta da empresa no âmbito da defesa dos direitos dos consumidores, nomeadamente no que respeita à transparência dos diagnósticos técnicos, à responsabilização por erros de montagem e à forma como encerram processos de suporte sem resolução. Adicionalmente, após pesquisa em plataformas públicas de reclamação como a DECO Proteste, Portal da Queixa, Trustpilot e fóruns como o Reddit, constatei que existem várias reclamações semelhantes à minha, nomeadamente: • Recusa de garantia com base em alegados pinos tortos na motherboard, mesmo em equipamentos pré-montados e sem qualquer intervenção do cliente. • Alegações de pasta térmica mal aplicada, utilizadas como justificação para exclusão da garantia, sem qualquer prova técnica ou contraditório. • Encerramento unilateral de pedidos de suporte, sem resolução efetiva ou contacto com responsáveis técnicos. • Substituição de componentes por unidades usadas ou defeituosas, contrariando o direito à reposição da conformidade previsto na legislação. • Má conduta técnica e diagnósticos errados, que resultam em custos adicionais injustificados para o consumidor. Estes casos aparentemente demonstram um padrão de atuação, que compromete a confiança dos consumidores e levanta sérias dúvidas quanto à qualidade e integridade do serviço pós-venda da PCDIGA. Por este motivo, solicito análise não só do meu caso, mas também do comportamento sistemático da empresa no tratamento de garantias e assistência técnica. Com os melhores cumprimentos, David Simões
Encomenda não recebida
Venho por este meio reforçar a minha reclamação que a encomenda da PC DIGA não me foi entregue, como consta nos prints já fiz a reclamação e até agora sem solução da parte da empresa.A encomenda nunca me foi entregue e quando fiz a compra eles tinham a opção de escolher outra transportadora e eu deixei a nota para a encomenda não ser enviada pelos ctt pois ja tinha tido más experiências com os mesmos antes. Mesmo assim enviaram a encomenda pelos ctt sem nenhum tipo de link de confirmacao de entrega ou codigo e ainda afirmam que a encomenda me foi entregue pois eles tem o meu numero de contribuinte, informação que eles mesmo dispõem no site da pc diga pois quando fiz a compra foi me solicitado o número de contribuinte, em anexo estão os prints explicando mais detalhadamente o ocorrido e a resposta da pc diga.
Recusa de devolução de máquina de lavar defeituosa – Encomenda nº 400480428
Assunto: Pedido de apoio – Recusa de devolução de máquina de lavar defeituosa (PCDIGA) Prezados Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO Proteste relativamente a uma situação de incumprimento contratual por parte da empresa PCDIGA. No dia 2 de setembro de 2025, recebi em casa a máquina de lavar roupa referente à encomenda nº 400480428. Desde a primeira utilização, a máquina apresenta ruídos metálicos invulgares, evidenciando defeito de fabrico. No dia 3 de setembro, enviei email à PCDIGA a reportar o problema. No dia 11 de setembro, contactei telefonicamente e fui atendida pelo funcionário Miguel Dias, que me informou que teria de contactar diretamente a marca (LG) e que apenas por “exceção” poderia ser analisada a situação. No mesmo dia, enviei novo email a exercer o meu direito de livre resolução, dentro do prazo legal de 14 dias, pedindo a recolha da máquina no meu domicílio e o reembolso integral. No dia 12 de setembro, recebi resposta informando que a situação tinha sido encaminhada para a LG para visita técnica. Esta resposta é inaceitável: A PCDIGA recusa assumir as suas responsabilidades, remetendo-me para o fabricante, o que considero uma clara violação da lei e um desrespeito pelos meus direitos enquanto consumidora. Peço, assim, o apoio da DECO Proteste para que a empresa seja notificada a: Proceder à recolha da máquina no meu domicílio, a expensas próprias. Efetuar o reembolso integral do valor pago no prazo legal. Agradeço desde já a vossa intervenção e apoio na defesa dos meus direitos. Com os melhores cumprimentos,
Demora ilegal na resolução de garantia e ausência de resposta
No dia 10/07/2025 entreguei uma fonte de alimentação comprada online na PCDIGA do Parque das Nações para garantia. Após 3 semanas, recebi uma nova unidade, mas com o mesmo defeito. Fui informado que a única opção era abrir um novo RMA, mesmo já tendo ficado quase um mês sem computador. O funcionário garantiu que o gerente iria acompanhar o processo diretamente com a Corsair e que não demoraria mais de 1 semana. Hoje (11/08/2025), continuo sem qualquer atualização e sem computador para trabalhar. Já tentei ligar para a loja doze vezes, sempre com mais de 30 minutos de espera, até a chamada ser desligada automaticamente. No total, já passei mais de 6 horas ao telefone sem atendimento. O prazo legal de 30 dias para resolução de garantias foi ultrapassado se contarmos desde o primeiro RMA, visto que o problema inicial nunca foi resolvido. Esta situação tem-me causado prejuízos profissionais e stress desnecessário.
Negando a garantia
Senhores: Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a empresa Pcdiga,relativamente à compra de um robô aspirador Xiaomi Vacuum X10 (modelo BHR6068EU, SN: 40198/BFACWF4VJ55794), adquirida no site da empresa em 05/04/2025, conforme Fatura ZFAT BZA1/9181053917, no valor de 289,90€. Após utilização normal e conforme instruções do fabricante, o equipamento deixou de reconhecer o acessório de limpeza com mopa, impedindo o funcionamento adequado da função de passar pano. No dia 01/07/2025, enviei o equipamento para assistência técnica, arcando com os custos de envio via CTT (cerca de 30€). A Pcdiga recusou o reparo sob garantia, alegando “presença de humidade” no interior do robô, e apresentou apenas algumas fotografias sem qualquer laudo técnico ou explicação detalhada. Ressalto que o equipamento nunca teve contato direto com água, foi utilizado corretamente e que possui um compartimento próprio para líquidos, como previsto pelo fabricante. A empresa impôs duas opções: pagar mais de 100€ para reparação ou 60€ para devolução sem conserto, o que considero injusto, uma vez que o produto ainda se encontra dentro do prazo de garantia legal (2 anos) e não houve uso indevido. Considero que esta conduta viola os direitos do consumidor previstos no DL n.º 84/2021, e solicito que o caso seja revisto, com base na responsabilidade do vendedor perante defeitos de fabrico ou falhas técnicas durante o período de garantia. Peço, portanto, o apoio das entidades competentes para que a Pcdiga assuma a reparação, substituição do produto ou reembolso,
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