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Sinistro de automovel parado há 2 meses
Sou cliente da Generali Seguros pela primeira vez e já estou arrependida. Participei um sinistro em Fevereiro ( inicio do mês), foi feita a participação, foi indicada a oficina para o arranjo, o perito fez a parte dele e neste momento encontrou-me há mais de 1 mês à espera que a generalis de continuidade ao meu processo. Antes de escrever esta caixa, contactei os mesmo uma 3/4 vezes e sempre me foi dada a mesma resposta " que a Comunicação da Responsabilidade tem de ser Aprovada" ao qual eu questionei a quem cabia fazer isso? e a resposta é sempre que vem da parte interna da empresa e que o máximo que podem fazer é deixar um sinal no sistema para reverem ou darem urgência ao processo. Ainda continuou à espera, acho inadmissível isto ser um problema interno e já la vão dois meses e o meu carro continua sem arranjo porque a empresa generalis esta a empatar e não resolve dar continuidade ao caso. Por acaso o meu carro anda na mesma, porque senão como iria trabalhar? Foi a primeira e ultima vez que vou ter qualquer carro nestes serviços péssimos.
Recusa pagamento do sinistro
Entidade reclamada: Generali Tranquilidade Seguros, S.A. Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à decisão de recusa do sinistro nº 0028083358, associado à ocorrência nº 0025612815, no âmbito da apólice multirriscos habitação nº 0007812720. O sinistro ocorreu na sequência de uma tempestade Kristin ,que provocou ventos fortes, tendo causado danos no telhado do edifício e consequente entrada de água no interior do meu apartamento, localizado em Rua da Escola , 3080-847 Figueira da Foz. Em resultado deste evento verificaram-se infiltrações e danos no interior da habitação, nomeadamente na pintura e em outros elementos do imóvel. Contudo, a seguradora comunicou a recusa de indemnização alegando que os danos não têm enquadramento nas garantias da apólice. Considero esta decisão injustificada, uma vez que a apólice contratada inclui cobertura para riscos de tempestades e danos por água. Importa salientar que os danos verificados não se limitam a elementos exteriores, tendo ocorrido infiltração de água e danos no interior do imóvel em consequência direta da tempestade. Solicitei também fundamentação técnica da decisão e cópia do relatório pericial que sustentou a recusa, informação que considero essencial para avaliar corretamente a situação. Assim, venho solicitar a reapreciação do processo de sinistro e a revisão da decisão tomada, por considerar que os danos se enquadram nas coberturas da apólice. Caso a situação não seja resolvida de forma adequada, reservarei o direito de apresentar reclamação junto da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões e recorrer aos mecanismos legais de resolução de litígios disponíveis. Com os melhores cumprimentos, S.S.
Reclamação – Serviço de Assistência em Viagem
**Reclamação – Serviço de Assistência em Viagem** Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço de assistência em viagem prestado pela seguradora Tranquilidade no dia **13/03/2026**, que considero totalmente inaceitável. No referido dia, pelas **07:30 da manhã**, solicitei assistência através do **WhatsApp da seguradora** para o **reboque da minha viatura BMW Série 3, matrícula AG-82-CD**, desde **Lagoa** até às instalações da **BMW Caetano em Faro**, onde tinha **marcação previamente agendada para as 09:30** para entrega da viatura para reparação. Apesar da urgência e da marcação previamente existente, **o reboque apenas chegou cerca das 10:00**, já depois da hora da marcação, o que por si só demonstra falta de organização e eficiência do serviço de assistência. Contudo, a situação agravou-se ainda mais quando **a viatura não foi transportada para o destino solicitado (BMW Faro)**, tendo sido **levada para um parque de reboques em Portimão sem o meu conhecimento ou autorização**. Durante todo este processo **não fui contactado pela assistência da seguradora para qualquer explicação ou esclarecimento**. Apenas após **aproximadamente 10 chamadas telefónicas da minha parte** consegui obter alguma informação sobre o paradeiro da viatura. Para minha surpresa, fui posteriormente informado que a viatura **apenas seria entregue em Faro no dia 16/03/2026**, decisão tomada **unilateralmente pela assistência da seguradora**, sem qualquer justificação plausível e sem considerar os prejuízos causados ao cliente. Esta situação provocou **graves transtornos**, uma vez que **perdi a marcação na BMW em Faro**, a qual **demorei cerca de um mês a conseguir agendar**, causando atraso na reparação da viatura e prejuízos pessoais. Considero que este caso demonstra **uma falha grave na prestação do serviço de assistência, falta de comunicação com o cliente e desrespeito pelas instruções dadas no momento do pedido de assistência**. Assim, solicito: * Uma **explicação formal e detalhada sobre o ocorrido**; * A **justificação para o atraso do reboque** e para a **alteração do destino da viatura sem autorização**; * O **apuramento de responsabilidades internas** pelo sucedido; * A **devida compensação pelos transtornos e prejuízos causados**. Caso esta situação não seja devidamente esclarecida e resolvida, reservo-me o direito de **apresentar a situação junto das entidades reguladoras competentes**. Aguardo resposta dentro do prazo legal. Com os melhores cumprimentos.
Falta de resposta a participação de sinistro e pedido de peritagem – Apólice n.º 0004383723
Exmos Senhores: Em 02/12/2025 foi solicitado pedido de peritagem ao abrigo da apólice n.º 0004383723, relativo a danos por infiltração de humidade no teto de duas divisões da minha habitação. Até à data não foi efetuado qualquer contacto nem agendada a peritagem, apesar de três contactos telefónicos realizados em fevereiro de 2026 e de email enviado em 05/03/2026, que permanece sem resposta. Os danos continuam a agravar-se, pelo que solicito contacto urgente, agendamento imediato da peritagem e esclarecimento sobre o estado do processo. Solicito resposta no prazo máximo de 10 dias úteis, sob pena de apresentação de participação junto da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF).
Cobrança indevida a meio do contrato
Exmos. Senhores, Apresento reclamação referente à , por cobrança indevida e falta de resposta. Após um sinistro sem feridos, autorizei a reposição do capital seguro. Fui então surpreendido com dois débitos diretos: 22,76 € e 49,09 €. Contactei a Tranquilidade telefonicamente por duas vezes para esclarecer a situação. Os assistentes confirmaram que os 22,76 € correspondem à reposição de capital, mas não souberam justificar a origem da cobrança dos 49,09 €. Face a isto, foi aberto um pedido de esclarecimento a 20 de fevereiro. Já passaram 13 dias sem qualquer resposta e, entretanto, o débito de 49,09 € foi executado na minha conta. Ao analisar a cobrança, é evidente que os 49,09 € correspondem ao agravamento do prémio cobrado proporcionalmente aos cerca de 166 dias que faltam para a renovação. A diferença anual entre o prémio antigo (658,03 €) e o novo (766,00 €) é de 107,97 €; o cálculo proporcional para os dias restantes até 28/07/2026 resulta exatamente nos 49,09 € faturados. Se for esta a razão da cobrança, há a violação a Cláusula 15.ª, n.º 2 das Condições Gerais, que determina que: "A alteração do prémio por aplicação (...) dos agravamentos por sinistralidade (...) é aplicada no vencimento seguinte à data da constatação do facto." As Condições Particulares também estipulam que o cálculo por sinistralidade afeta as "anuidades subsequentes". A cobrança de agravamento a meio da anuidade é ilícita. Exijo a devolução imediata dos 49,09 €. Com os melhores cumprimentos.
Demora na resposta a reclamação e assunção dos danos causados na minha viatura e caleira de telheiro
Exmos. Senhores, Setúbal, 02 de Março de 2026 Ref.ª: Ocorrência n.º: 0025618057; Sinistro n.º: 0028081959 Apólice n.º 0010593761 Venho por este meio, reclamar da seguradora Generali-Tranquilidade, em virtude da demora na resposta a reclamação e assunção dos danos causados na minha viatura e caleira de telheiro. ANTECEDENTES: _ Em 28 de Janeiro do corrente ano pelas 4/5 horas da madrugada, Portugal Continental foi assolado pela tempestade Kristin que provocou à sua passagem diversos danos materiais. No meu caso em apreço, os danos materiais resultaram da queda de uma portada de janela (pertencente ao proprietário do 3.ºesq. do meu prédio, sito na rua António José Batista n.º 7 em Setúbal), na minha viatura Audi A4 e na caleira do telheiro contíguo à minha fração (Rés-do-Chão). CONCEITO: _Na manhã do dia 28 de janeiro do corrente ano, fui alertado da ocorrência pelo vizinho, proprietário da fração do 3.º andar(esq.). Dirigimo-nos ao local da ocorrência e constatamos os factos : vários danos na minha viatura((Capô (amolgadelas e pintura danificada); Tejadilho (amolgadelas e pintura danificada); Zona lateral esquerda (amolgadelas e pintura danificada); Espelho retrovisor esquerdo danificado; Vidro para-brisas danificado; Ótica do farol esquerdo danificado; "Braço" que segura o capô quando é executada a abertura danificado; Os apoios que seguram o reservatório que contem o liquido de refrigeração danificados e outros eventuais danos que possam ser detetados através de peritagem)) e a portada desintegrada e espalhada pelo piso em redor da minha viatura. Verifiquei também que tinha danos na caleira que recolhe as águas pluviais do telheiro contíguo à minha fração(Rés-do-Chão). O vizinho (proprietário da fração do 3.º andar(esq.)) prontificou-se a participar o sinistro à sua seguradora. Como a mediadora de seguros está situada na mesma rua (muito perto) donde ambos residimos, deslocámo-nos até lá, onde elaborou-se a participação do sinistro, tendo-se cumprido algumas formalidades (assinaturas, fotocópias de C.C., etc.), foi-me solicitado fotografias dos danos causados pelo sinistro (viatura e caleira) que enviei à posteriori por e-mail. Em 01 de fevereiro do ano corrente, tomei conhecimento através do meu vizinho que a seguradora (Generalli-Tranquilidade), da qual ele é o segurado, declinava qualquer responsabilidade sem direito a pagamento de qualquer indemnização. Por conseguinte, em 03 de fevereiro do corrente ano enviei uma reclamação (via e-mail) para a seguradora Generalli-Tranquilidade onde manifestei o meu inconformismo, atendendo a que a resposta dada é desprovida de facto e de direito, assim como, após análise da apólice do segurado (o meu vizinho), verifica-se que existe cobertura em caso de tempestades e de quebra/queda, motivo pelo qual renovei o pedido de pagamento da quantia que se vier a apurar como necessária para ressarcir os danos. Em 12 de fevereiro do corrente ano, recebi um telefonema de um colaborador da seguradora Generali-Tranquilidade, a questionar-me sobre quais eram as minhas pretensões relativamente à ocorrência/sinistro. Fiquei um pouco perplexo, uma vez que a seguradora recebeu a participação do sinistro, proferiu rapidamente uma resposta e recebeu a minha reclamação onde está escrito aquilo que pretendo. Até à presente data estou a aguardar uma resposta, quiçá definitiva, da seguradora Generali-Tranquilidade. Entretanto tive que levar a minha viatura à inspeção periódica, o que face aos danos expostos resultou na reprovação da mesma; tenho um mês para reparar alguns dos itens anotados e que resultaram dos danos sofridos. Solicitei à minha seguradora o acionamento da cobertura quebra isolada de vidros, afim de minimizar os danos sofridos, uma vez que a seguradora Generali-Tranquilidade demora a tomar uma decisão final. Nota: A reinspeção da minha viatura tem custos acrescidos. DECISÃO: _ Face ao exposto, pretendo que a seguradora Generali-Tranquilidade assuma a responsabilidade dos danos causados na minha viatura e na caleira do telheiro contíguo à minha fração e o pagamento da quantia que vier a ser apurada para ressarcir os referidos danos, o mais breve possível, assim como, o pagamento da taxa de reinspeção da minha viatura. Cumprimentos.
DEMORA REGULARIZAÇÃO DE SINISTRO AUTO
Boa tarde, Quando cheguei ao pé do meu carro na manhã de dia 21/01/2026, tinha o meu carro estacionado correctamente, e deparei-me com o carro partido na lateral e arrastado uns 30 cm até um murinho, Tinha uma notificação da polícia para me deslocar com a máxima brevidade à esquadra indicada. Fui lá tratar do preenchimento de documentos, ficando o registo 130/2026(anexo), na esquadra da brigada de transito de algueirão mem martins. Fui informada que o outro carro que embateu no meu foi assaltado e destravado provocando o danos no meu. Faltei ao trabalho durante a manhã, para tratar da policia e aguardar pelo reboque da viatura para a oficina onde comprei o carro e onde faço as revisões. Ambos os carros envolvidos, tem a Seguradora Generali Tranquilidade. Hoje dia 24/02/2026, voltei a entrar em contacto com a minha oficina, que ainda não tem o ok para avançar com a reparação. E eu continuo sem viatura de substituição. Já escrevi várias vezes demonstrando como esta lentidão no processo me está a afectar, mas não obtenho respostas. Somos uma família monoparental comprovada. A seguradora está a agir de má fé e desrespeito por mim. Eu quero que o meu carro fique igual ao que estava antes do acidente. É um direito meu, a responsabilidade civil do outro carro que me provocou estes danos deve cobrir isso. Ou tenho de ser eu a pagar a reparação de danos que me são infligidos? Passado mais de um mês do acidente, continuam a existir inúmeros constrangimentos por eu não ter carro de substituição, tenho a vida revirada, o meu filho deixou de poder ir visitar a avó, porque não temos meio de transporte, e porque não tenho dinheiro para avançar e depois ficar à espera de ressarcimentos incertos. No outro fim de semana tive um familiar que faleceu e por ser no norte do país, fiquei impossibilitada de poder acompanhar e confortar os meus familiares mais próximos. O meu filho teve pela primeira vez na vida uma otite,(tem estado mais sujeito ao frio, porque vamos e vimos a pé da escola, frio, vento chuva), o que me levou a ter de ir a um domingo de comboio até ao centro de saúde da amadora, que era o que estava disponível via saúde 24. Despesa da farmácia +/-10€, fora o transporte. Sinto-me muito triste e abandonada, por uma seguradora que no dia de hoje quando liguei para a oficina ainda não deu ordem para avançarem com a reparação. Sou uma mãe que nos dias piores de inverno se tem debatido com uma injustiça, entristeço a cada dia que passa, e que sinto estar a sujeitar o meu filho a desconforto, e a carência de contacto com familiares, a não ir a festinhas de aniversário de amigos. Eu a faltar a compromissos, por falta de forma de me deslocar sem comprometer a hora de ir buscar o meu filho. Estão a acontecer danos irreparáveis na nossa vida pessoal e profissional, devido à lentidão e descaso que a seguradora está a tratar o nosso caso. Preciso da vossa ajuda, ou orientação, porque não sei o que fazer mais. Obrigado Seguradora Generali Tranquilidade Sinistro 002802023205 Matricula 77-OX-42
Recusa de deveres e obrigações na prestação de serviço vendido.
No dia 27/01/2026 fiz o seguro da minha carrinha Renault Scénic 1.4 16v ano 2000 pela Generali Tranquilidade seguradora com o mediador: Nome/Ponto de venda: VERSPIEREN PORTUGAL CORR SEG SA A BASTOS Morada: R ALMIRANTE REIS 15 RC 4490-463 POVOA DE VARZIM N.º ASF: 6071550513. No dia 06/02/2026 algo se passou com a carrinha e fiquei na rua. Liguei para o serviço de emergência da Generali pelo número de telefone 213863322 às 19:11 para solicitar um reboque, pois onde a carrinha parou eu não poderia deixá-la por ser um sítio proibido, no entanto a primeira pessoa que atendeu disse me que o reboque entraria em contato, logo recebi uma ligação de uma outra pessoa a dizer que não seria possível por ainda estar dentro do período de carência de 15 dias, no qual não fui informado pelo mediador quando fiz o seguro. Peguei o contrato(apólice) onde realmente constava o período de carência, porém digo mais uma vez que foi omitida a informação, que no meu ponto de vista é de extrema importância ser mencionada e não omitida. Entretanto no outro dia tive que dar o meu jeito de resolver, foi como me senti com a recusa da Generali, como se dissessem indiretamente, " dê um jeito, não é problema nosso". No dia 21/02/2026 às 8:16 da manhã a minha carrinha quando fui dar partida não pegou, então já que tinha seguro, e eu paguei pelo serviço, não pedi nada de graça, estou exercendo o meu direito de consumidor, pedi um reboque, a pessoa que atendeu me disse que seria o mesmo problema anterior pois conseguia ver em seu sistema que eu havia pedido reboque anteriormente com os mesmos motivos, entāo? Ela é mecânica virtual ou atendente? Eu não sou mecânico, não tem possibilidade de eu saber o problema e dar um diagnóstico, disse o que eu achava e ela, a pessoa, disse me que não teria direito ao reboque por ser o mesmo problema anterior, como ela pode saber se ela também não é mecânica e nem se quer viu a carrinha em nenhuma das vezes? Disse que eu deveria pagar por tudo e que não teria direito a um reboque, não teria direito a nada, que isso mais uma vez "seria meu problema". Sinto me enganado, prejudicado por uma empresa que oferece um serviço caro e ineficiente, uma fraude no meu ponto de vista. Como fazem seguros de carros antigos e depois não exercem seus deveres e obrigações com a desculpa de que o problema era pré existente. O motorista do reboque com muitos anos atuando na área disse que isso acontece com muita frequência com proprietários de carros mais antigos, ele sempre escuta as mesmas reclamações especialmente da Generali Tranquilidade seguradora, que eles vendem esses seguros e que não cumprem com as obrigações sempre a dizerem as mesmas desculpas de avarias já existentes. Tive um enorme estresse e prejuízo do reboque que tive que pagar do meu bolso, e digo que senti um enorme descaso por eu ser brasileiro dono de carro velho como muitos outros de diversas nacionalidades que compram esses carros para trabalhar, e porque não temos condições de comprar os mais novos. Não pretendo continuar com os serviços da Generali Tranquilidade seguradora nos próximos seguros que precisar adquirir e não indicarei para ninguém, pelo contrário, contarei sempre a minha péssima experiência desde o princípio com essa empresa enganosa, que instruí seus funcionários com respostas prontas e indutivas para que façam de tudo para não ajudar, principalmente as pessoas que tenham viaturas antigas, era nítido o discurso da empresa repassado aos seus funcionários para que respondam assim aos clientes com casos similares ao meu.
Recusa de indemnização adequada por cadeira auto de bebé após acidente
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a intervenção da DECO PROTeste relativamente à atuação da seguradora Tranquilidade – Companhia de Seguros, S.A., no âmbito da regularização de um sinistro automóvel do qual o seu segurado foi responsável. Na sequência do acidente, ficou comprometida uma cadeira auto de bebé (Sistema de Retenção Infantil) que se encontrava instalada no meu veículo. De acordo com as orientações técnicas do fabricante e do representante autorizado da marca em Portugal, qualquer cadeira auto envolvida num acidente rodoviário deve ser obrigatoriamente substituída, independentemente da gravidade do embate ou da existência de danos visíveis, por inexistir método fiável que permita garantir a integridade estrutural interna após impacto. Essa orientação foi formalmente comunicada à seguradora através de declaração técnica emitida pelo representante da marca, bem como mediante apresentação da fatura de aquisição da cadeira. Apesar disso, a Tranquilidade: • recusou a reposição integral do dano; • exigiu de forma reiterada uma avaliação técnica individual da cadeira, documento que não é tecnicamente possível nem emitido para este tipo de equipamento, precisamente por razões de segurança; • apresentou sucessivas propostas parciais (200 €, 300 € e, por fim, 450 €), todas insuficientes para permitir a aquisição de uma cadeira nova equivalente. A seguradora mantém a sua posição, afirmando que não pagará valor superior a 450 €, aplicando critérios de desvalorização comercial a um equipamento que não pode ser equiparado a um bem comum, por se tratar de um dispositivo de segurança infantil. Esta atuação contraria o princípio da reconstituição natural do dano, previsto no artigo 562.º do Código Civil, uma vez que, se o acidente não tivesse ocorrido, a cadeira continuaria a ser utilizada. A necessidade de substituição resulta exclusivamente do sinistro, não existindo qualquer enriquecimento da minha parte. Entendo que a posição da seguradora: • é tecnicamente infundada; • é juridicamente incorreta; • e coloca em causa a segurança de uma criança, ao tratar um Sistema de Retenção Infantil como um bem sujeito a simples depreciação económica. Solicito, assim, o apoio da DECO PROTeste para: • analisar a legalidade da atuação da seguradora; • intervir junto da entidade reclamada; • e promover a correta regularização do sinistro, assegurando uma indemnização compatível com a natureza do bem danificado e com a legislação aplicável. Cumprimentos.
Incumprimento das condições contratuais
Temos um seguro automóvel TOPPING com esta entidade, com opção de assistência em viagem "Normal". Na sequência de uma avaria com imobilização do veículo ocorrida no dia 4/02/2026, contactei a assistência, solicitando a sua deslocação ao local. Foi-me dito que, tendo sido pedida outra assistência para o mesmo veículo recentemente, só aceitariam este novo pedido contra o envio da factura da reparação anterior. Somos uma entidade colectiva com sede em Almada, pelo que às 20h30 e estando o veículo em Lisboa, seria impossível aceder aos escritórios para obter essa factura. Ainda assim, foi-nos negada a assistência em viagem, apesar de ter proposto o óbvio: enviaria a factura na manhã seguinte e, caso houvesse alguma desconformidade, teria de restituir o valor da assistência prestada. Tivemos portanto de deixar o veículo imobilizado no local - um parque de estacionamento pago - pagar as deslocações para Almada e Seixal, onde vivemos, e, após enviar no dia seguinte a factura de reparação - de uma avaria que nada teve a ver com a actual - deslocar-me novamente para Lisboa, pagando novamente a viagem e perdendo horas de trabalho. Após consultar as condições do seguro, verifico que, ao contrário do que me foi dito, nada consta sobre a obrigatoriedade de enviar previamente a factura da reparação anterior para me ser prestada assistência em viagem. Contactei a seguradora por email, dando conta desta situação e pedindo uma resposta. Recebi, 6 dias depois, um telefonema de alguém que se apresentou como Gonçalo Tavares, em nome da LOGO. Como na altura estava em trabalho e não podia falar, pedi que nos contactasse mais tarde, o que foi negado: teríamos de ser nós a fazer o contacto. Assim fiz, e verifiquei que o número para o qual liguei de volta não recebe chamadas. Esta situação começa a ultrapassar os limites do aceitável, pelo que segue queixa para o Instituto de Seguros de Portugal.
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