Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais

Data privacy breach

After over 1 month, still no explanation as to why this company is demanding to see my personal documents. I am not their customer, never will be. There is no official explanation, they just keep ignoring my requests, delaying the explanation and even LIED about contacting me. It's unbelievable. I am pressing charges immediately. I want to know right this moment: - Why do you need my documents- Which amount am I to be refunded- When will this amount be processed in my bank account- An official letter from this insurance confirming the issue has been resolved and I am entitled to x amount, which will be processed on x date and received on x account. That is literally the MINIMUM and not too much to ask, is it?!

Encerrada

Resolução de contrato de seguro multirrisco

Boa tarde,Contratei com a CGD um crédito à habitação e o banco CGD impõs a contratação dos seguros de vida e multi-riscos à companhia do grupo, a Fidelidade, nas condições que entenderam entre eles. Liquidei o empréstimo no mês passado. O seguro de vida foi cancelado automaticamente. Comuniquei no mesmo dia à CGD que pretendo resolver o contrato de seguro multi-riscos com efeitos à data da liquidação. A CGD enviou o pedido à Fidelidade, pois tinham de o aprovar internamente e a Fidelidade recusa a resolução imediata do contrato, alegando que não considera existir justa causa.Discordo: a razão que determinou as condições de contratação deste seguro, impostas pela CGD, deixou de existir à data da liquidação do crédito. Desde aí posso definir livremente os tipos de cobertura e valores de capital num novo contrato.A CGD enviou-me propostas de novos contratos com a Fidelidade, que comparei com as de outras companhias. Ao recusar resolver o contrato, a Fidelidade está a impor condições contratuais de uma entidade que deixou de ser relevante para a relação contratual existente.A comunicação entre as empresas do grupo já demorou quase 1 mês e a Fidelidade apenas comunicou a decisão à CGD, que só me informou quando eu os contactei directamente, pedindo actualização do estado do processo.A experiência que tenho de contactos recentes é que nova comunicação directa com a Fidelidade é uma perda de ainda mais tempo: os funcionários apenas repetem as decisões da companhia / condições padrão / scripts.Pretendo a resolução do contrato de seguro multi-riscos à data da liquidação do crédito à habitação com o respectivo reembolso proporcional do último prémio pago. Com os melhores cumprimentos,

Resolvida

Data privacy breach

This company demanded that I send my private documents: NIF, Cartao de Cidadao and IBAN. Upon me requesting the reason for that, they have been avoiding the subject for a month. I am not their customer, I have been the victim of a terrible problem with one of their customer and I do not know what they want from me. This is unacceptable. I am pressing charges for a breach of data privacy if they continue to ignore my complaints. 1 month, countless emails and NOTHING except a template with a sorry excuse. I've called them as I live abroad and PAID over 17€ to get NO ANSWER. They promised to call back and NEVER did. It's full of excuses and clearly illegal.

Encerrada

Resgate PPR para Crédito à Habitação Própria Permanente

Boa noiteVeio por este meio apresentar uma reclamação por a Fidelidade estar a retardar o resgate do meu PPR para Amortização de Crédito à Habitação Própria Permanente. Já fiz o pedido junto do mutuante de crédito, já me foram providenciados os comprovativos para apresentar à Fidelidade, já fiz o pedido junto com a minuta deles, e este processo tem vindo a ser atrasado há dias, ora a pedir documentos necessários um de cada vez de 3 em 3 dias, ora a dizerem que só me podem facultar 50% do valor máximo de IAS permitido por o crédito à habitação ter doos proponentes, dando como justificação a Lei 158/2002 Artigo 4 Alínea 11, que diga-se em nenhum momento fala de que para um crédito à habitação com dois proponentes cada contribuinte só pode reclamar 50% dos 12xIAS. Mas mesmo que tal situação se verificasse, note-se que eu apenas pedi 49,88% dos 12xIAS e mesmo assim eles insistem com esta justificação. O prazo para o depósito direto com o mutuante de crédito aproxima-se e a situação continua a não ser resolvida. Quando ligo para a fidelidade dizem que não conseguem contatar a pessoa responsável pelo processo e que vão deixar uma nota interna. Infelizmente a Fidelidade prática preços low cost, mas à custa de um serviço também ele low cost. De referir que já desisti de um seguro automóvel nesta companhia, este PPR que possuo quando foi descontinuado fiz questão de abrir outro noutra companhia e quando possível faço tenção de tirar os seguros de saúde que lá possuo, pois efetivamente tratar de burocracias com esta companhia é realmente de uma qualidade abaixo de deplorável.

Resolvida

Estorno Seguro Multiriscos

Nif: 236488988Apólice MR64711808Exmos. Senhores,Foi por mim solicitado, por email, no passado dia 20/07/2023 que fosse feito o estorno do valor do prémio do meu seguro Multiriscos que possuia com a Fidelidade.Houve uma alteração no credor bancário da minha hipoteca( passou da CGD para o Novo Banco) e ja tendo a anuidade sido paga na Fidelidade, pretendia o estorno do premio à data de dia 20/7 até à data do pagamento.Foi me dito por email, que só com a carta de Desinteresse por parte da CGD, poderiam dar seguimento ao processo Informamos que de acordo com o Regime Jurídico do Contrato de Seguro as apólices iniciadas a partir de Janeiro de 2009, apenas anulam fora da data da renovação, por motivo de justa causa, mediante a apresentação de um documento comprovativo de extinção do risco.De acordo com o escrito acima, o emprestimo bancario ao qual estava associado este seguro foi pago na totalidade, pelo que houve extinção de risco. Para todos os efeitos, o emprestimo que fiz com outro banco é um novo emprestimo, não existe uma transferencia de credito habitaçãoNo dia 10/8 foi por mim enviado a carta de Desinteresse e a apos varios emails foi me consecutivamente negado o estorno do premio.Peço a resolução deste problemaSendo a apolice na valor de 142,78€ e tendo sido usados 3 meses deste seguro, peço que o valor a devolver seja de aproximadamente 107€, corresponde aos cercas de 9 meses em falta, à data do envio da Carta de Desinteresse.

Encerrada

Empresa não comunica, fecha sinistro e acabou

Ja estou acostumado com a m&rd@ de país que vivemos mas essa realmente está empresa bem de acordo com Portugal.Abri um sinistro de furto dia 09/08/2023, foi feita a peritagem alguns dias depois e NUNCA MAIS ME FALARAM ABSOLUTAMENTE NADA SOBRE O PROCESSO, mesmo eu enviando vários pedidos de informação, a resposta era sempre a mesma, resposta automática sem NENHUMA informação.Simplestemte quase DOIS MESES depois(por incrivel que pareça), essa empresa de b0st@ simplesmente ENCERRA o sinistro sem da NENHUMA satisfação ao cliente.Ô PAISINHO DE M&RD@ PQP !!!

Encerrada

Problema remarcação de consulta

Eu Yuri Trancredo Monteiro das Neves Contribuinte número:253303052. Residente na Avenida 8 de Março N15 rc.esq Aldeia de Paio Pires 280-727, email:yuri.neves23@gmail.com, nascido a 27-09-1988, processo de Acidente de Trabalho 923219684/00, tinha consulta agendada para o dia 27/09/2023 pelas 09:40 com DRA SANDRA ALVES. Mas infelizmente não pode ir a consulta visto ter sido assaltado onde me foram roubadas as chaves do carro, carteira. E do assulto resultou que fiquei com feridas a nível das pernas dos quais não consigo andar. Telefonei para a companhia fidelidade a pedir o adiamento da consulta visto ter baixa médica prescrita pelo médico do centro de saúde, fiz o envio da baixa médica para eles por email de forma a poder justificar a minha não ida a consulta. E vieram me fazer o cancelamento do processo alegando que não respeitei as prescrição médica. Se não consigo andar como querem que me desloque a consulta? E um bocado falta de senco da vossa parte. Venho pedir a abertura do processo viste que tive um acidente de trabalho mas pelo facto de não poder ir a consulta não podem cancelar um processo, visto que do assidente do trabalho fiquei com uma mazela que vai me acompanhar para o resto da vida onde não consigo mexer o dedo polegar da mão direita. E vocês só têm de fazer a abertura do processo visto ser direito meu exercer a abertura do processo, processo esse que nunca devua ter sido encerrado...junto faço o envio da baixa médica, justificação para não ter ido a consulta agendada

Encerrada

Departamento de Sinistros Automóvel e Gabinete de avaliação de danos corporais Fidelidade Lisboa

Exmos. Senhores,Venho por este meio expor uma situação preocupante e lamentável relativamente a indiferença e falta de sensibilidade humana, demonstrada pelos profissionais do departamento de sinistros da companhia de seguros e do gabinete de avaliação de danos corporais(GADAC), da companhia de seguros Fidelidade em Lisboa.No dia 02 de novembro de 2021, a minha filha, na altura com apenas 16 anos de idade, residente em Mem Martins, foi atropelada por um veículo segurado pela companhia de seguros Fidelidade, enquanto atravessava uma passadeira. O incidente resultou em danos corporais, incluindo lesões graves e sequelas no joelho direito.Nos dias subsequentes ao atropelamento, a companhia de seguros não solicitou nem efetuou qualquer avaliação dos danos corporais, nem proporcionou acompanhamento médico à minha filha. Essa avaliação só ocorreu 8 meses após o incidente, quando se deu a primeira análise dos danos corporais. Foi nesse momento que se verificou a gravidade das lesões e a necessidade de uma intervenção cirúrgica de urgência ao joelho direito.Após a cirurgia no joelho, realizada no Hospital da Luz em Lisboa, os tratamentos de recuperação física e o período de convalescença não resultaram na recuperação total da minha filha, que continuou a apresentar limitações físicas, dores e inflamação anormal no joelho operado. Ao partilhar essas queixas com os profissionais de saúde envolvidos, fui informado de que já não existia mais margem para intervenções clínicas. Curiosamente, apesar do meu aviso, todos os tratamentos foram descontinuados.Posteriormente, o departamento de acidentes e danos corporais da companhia de seguros elaborou relatórios médicos e de avaliação dos danos. Recentemente, através do relatório da perícia médica e do gestor do processo, fui informado de que as lesões estavam consolidadas e que a companhia de seguros não assumiria mais qualquer despesa de tratamento ou responsabilidade sobre a reparação dos danos. A empresa propôs uma indemnização para dar encerramento ao caso, proposta que rejeitei devido aos factos que passo a expor.Diante deste quadro, e considerando que a minha filha continua a sofrer constantemente de dores e inchaço na zona operada, o que impossibilita uma vida normal, tanto a nível pessoal como profissional (durante um estágio escolar), decidi buscar uma segunda opinião médica. O objetivo era obter uma perspetiva adicional sobre o diagnóstico e a gravidade das sequelas resultantes do acidente.Recentemente, obtivemos essa segunda opinião médica, que levanta sérias preocupações quanto ao diagnóstico anterior e à gravidade das lesões e sequelas. Os elementos apresentados nesta nova opinião indicam uma gravidade superior das lesões (Artrose e Condropatia Rotuliana Grave) comparativamente aos diagnósticos anteriores fornecidos pela companhia de seguros( lesões consolidadas). A nova opinião sugere, inclusive, a necessidade de uma segunda cirurgia no mesmo joelho, devido à presença de diversas lesões e sequelas, após a cirurgia inicial no Hospital da Luz.Essas informações são fonte de grande inquietação, uma vez que o estado de saúde da minha filha está gravemente comprometido. A situação atual tem também um impacto psicológico negativo e significativo na qualidade de vida dela.Além disso, os exames mais recentes revelam discrepâncias substanciais, o que suscita a suspeita de erro ou negligência médica nos exames e relatórios anteriores providenciados pela companhia de seguros.No entanto, após confrontar a companhia de seguros Fidelidade com essas novas informações clínicas, a mesma recusa-se a reabrir o processo. A equipa médica responsável pela intervenção cirúrgica recusa-se também a reavaliar o estado clínico dela, alegando a inexistência de lesões ou sequelas. Esta resposta é desconcertante e alarmante, considerando as dores constantes e a inflamação recorrente no joelho da minha filha, que contradizem tal afirmação.A falta de profissionalismo e dedicação em compreender e reavaliar o estado clínico atual agrava a situação e prejudica a qualidade de vida da minha filha. A atitude da equipa médica e da companhia de seguros, ao manter-se em silêncio perante os nossos questionamentos, é profundamente perturbadora e preocupante.Hoje a minha filha vive em sofrimento físico e psicológico devido as dores agudas e as incapacidades causadas por este atropelamento em cima da passadeira, sendo que, a companhia de seguros remete a responsabilidade da reparação dos danos a mim(pai) e recusa-s a prestar qualquer tipo de apoio clínico a minha filha.Agradeço antecipadamente a vossa atenção a este assunto. Estamos à disposição para fornecer todas as informações médicas e relatórios necessários para facilitar a compreensão deste caso.Com os melhores cumprimentos,Ricardo Gonçalves.

Resolvida

Seguradora Nega Responsabilidade

MotivoAtendimentoReclamaçãoAssunto: Nega ResponsabilidadeN Processo: 923240833/00N Apólice: AT63306830Exmos. Senhores,No dia 08/09 pelas 12:00, em horário e local laboral, estava a descarregar paletes com caixas de alto peso, quando, ao baixar uma das caixas (no mínimo 20 Kg), senti um estalo associado a dor forte na zona da canela (tíbia) esquerda e do pé esquerdo que, com o passar do tempo agravou severamente, acompanhada de rigidez, limitação de movimentos, formigueiro, ardor e múltiplos estalos, mesmo em repouso. No dia 12/09, não conseguindo locomover-me, dirigi-me ao Hospital Padre Américo onde me foi recomendado repouso e reencaminhar o caso para a companhia de seguros para fazer exames mais específicos. Hoje, dia 14/09, desloquei-me para a FIDELIDADE Unidade Cuidados Médicos Acidentes no Porto para consulta de avaliação médica com o Dr. Fernando Barros que me disse que, apesar de o acidente ter sido no local de trabalho, a executar as funções laborais e em horário laboral, a situação não era considerada um acidente de trabalho porque não houve acidente traumático, sendo que considera-se acidente de trabalho o que ocorrer no local, durante o tempo dedicado à atividade profissional, ou no trajeto casa-trabalho e vice-versa, do qual resulte uma lesão corporal ou doença. Após explicar novamente toda a situação, sintomas e apresentar fotografias mostrando anormalidades, fez palpação da perna e disse que não via nada e não se responsabilizava. Tomou partido de eu ter condições médicas pré-existentes para as quais sou medicada e disse que devia ser disso. Expliquei que me encontrava sem dores nem queixas até ao momento do acidente e que desde então, as dores são insuportáveis e fui novamente ignorada. Deu-me alta e disse para ir à médica de família. Além disso, afirmaram falsamente no relatório que me foram pedidos documentos em chamada e que não os consegui enviar, quando nada disso me foi pedido.Aguardo resposta.

Resolvida

fidelidade recusa cancelar seguro multiriscos

Boa noite,No dia 04/08/2023, realizei a transferência do meu crédito habitação, que se encontrava no banco CGD para o banco Millennium. Após findo o processo, fui cancelar os seguros associados ao crédito habitação (vida e multi-riscos). Contactei a linha de apoio da fidelidade (que deve ter a chamada gravada), expliquei a situação e solicitei informações sobre como atuar para cancelar os seguros ativos. Fui informada de que o seguro pessoal seria automaticamente cancelado pelo banco e que para cancelar o seguro multiriscos deveria solicitar no banco uma declaração de desinteresse da parte da instituição bancária.Dirigi-me à CGD, solicitando o documento. O funcionário explica-me que colocará a data de transferência do credito de 04/08 e que devo enviar o documento, solicitando o estorno do restante valor junto da fidelidade. Assim fiz no dia 21/08/2023. No dia 4 de Setembro, recebo e-mail por parte da fidelidade, recusando cancelar o seguro. Eles alegam que não existe justa causa pelo facto de ter sido transferência do crédito habitação, no entanto, neste momento tenho contratado com a nova instituição financeira, um seguro multi-riscos na seguradora occidental. Assim sendo, gostaria saber se esta posição manifestada pela companhia de seguros Fidelidade, se encontra ajustada ao atual enquadramento legal em vigor. De referir que para o cancelamento dos seguros, os funcionários do banco CGD, nunca mencionaram o impedimento de resolução de seguros que agora alega a Fidelidade.Ficando ao dispor para qualquer esclarecimento adicional, Aguardo o vosso esclarecimento.Cumprimentos

Encerrada

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.