Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
M. S.
20/11/2025

Débitos indevidos

Efetuei uma viagem entre Lx-Barcelona em 2024, utilizando como forma de pagamento um cartão de crédito UNIVERSO de um amigo, pois não tinha como pagar de outra forma, à empresa OPODO. Somos agora surpreendidos com débitos no valor de €89.99 no cartão utilizado como pagamento, em 24/10/2024 e 24/10/2025, sem a devida autorização, supostamente pela anuidade dum serviço Prime à OPODO que eu nunca subscrevi, e nunca me foi proposto pela OPODO de forma clara e objetiva. Pergunto, é legal e admissível tais débitos? Obrigado pela ajuda. Manuel José Silva 965118595 manuel.silva15011955@gmail.com

Resolvida
L. F.
17/11/2025

Cobrança e renovação automática não autorizada — pedido de reembolso

No dia 16/11/2025 foi efetuada uma cobrança pela eDreams referente à renovação do plano eDreams Prime, sem meu consentimento e sem aviso prévio, condição exigida pelo Decreto-Lei n.º 24/2014 sobre contratos à distância. Nunca autorizei a renovação nem fui informada da mesma. Solicito, por isso, o reembolso integral do valor cobrado e o cancelamento imediato da subscrição Prime, conforme o direito do consumidor em caso de débito não autorizado. Anexo comprovativo da cobrança.

Resolvida
A. R.
16/11/2025

Pedido de apoio – Falta de informação sobre alteração de voo (Azul / eDreams) – Reserva KQWD4E

Exmos. Senhores, O meu nome é Alana Rosa e venho, por este meio, solicitar o vosso apoio enquanto entidade de defesa do consumidor, relativamente a um problema ocorrido com a companhia aérea Azul Linhas Aéreas e com a agência de viagens online eDreams. No dia 14/11/2025, eu deveria embarcar num voo de Lisboa para Viracopos (Campinas), operado pela companhia Azul, referente à reserva KQWD4E, adquirida através da eDreams. No dia 10/11/2025, recebi da eDreams um e-mail a confirmar o horário de partida às 15h30, a partir de Lisboa. Com base nessa informação oficial da agência, apresentei-me no aeroporto no dia do voo, por volta das 12h30. Para minha surpresa, fui informada no balcão de check-in de que o voo tinha sido adiantado para as 13h30 e que já não poderia embarcar. Em nenhum momento fui informada pela eDreams desta alteração de horário. A companhia aérea Azul afirma ter comunicado a alteração à agência de viagens por meio de um alerta enviado para o e-mail susana.chamochao@edreamsdigeo.om em 29/09/2025, às 23h45, mas declara não me poder fornecer qualquer comprovativo da emissão desse e-mail. Por sua vez, a eDreams alega não ter recebido qualquer aviso e recusa-se a qualquer responsabilidade, apesar de me ter enviado uma confirmação de horário incorreta poucos dias antes da viagem. O atendimento da eDreams foi, ainda, particularmente insatisfatório, tendo sido indicado que não é possível falar com um supervisor, que qualquer esclarecimento só poderia ser feito por meio de formulário e que eu deveria tratar do assunto diretamente com a companhia aérea, como se a agência não tivesse qualquer responsabilidade perante o consumidor. Devido a esta falta de informação e de coordenação entre a companhia aérea e a agência de viagens, fui impedida de embarcar por motivos totalmente alheios à minha vontade, sofrendo graves transtornos pessoais e profissionais. Fui informada pela Azul de que apenas poderia ser reacomodada num voo cerca de uma semana depois (22/11/2025), solução manifestamente inadequada, mas que acabei por aceitar por falta de alternativas e de esclarecimentos sobre os meus direitos. Tendo em conta que o voo tinha partida em Lisboa, considero que poderá estar em causa o incumprimento dos deveres de informação e de assistência previstos no Regulamento (CE) n.º 261/2004, bem como das normas de proteção do consumidor aplicáveis em Portugal, tanto por parte da companhia aérea como da agência intermediária. Nestes termos, venho solicitar à DECO PROteste: A vossa análise deste caso e orientação sobre os meus direitos enquanto passageira e consumidora; Apoio na identificação das responsabilidades da companhia Azul e da eDreams nesta situação; Agradeço, desde já, a vossa atenção e fico a aguardar o vosso parecer e indicação dos passos seguintes. Com os melhores cumprimentos, Alana Tavares Ferraz da Rosa

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
H. A.
14/11/2025

Publicidade Enganosa

Exmos Senhores No dia 29 de Outubro fiz uma reserva de um hotel na aplicação da eDreams. A escolha deste hotel teve como base a possibilidade de cancelamento gratuito conforme a imagem em anexo. O problema é que quando ia dando continuação à reserva foi sempre dizendo que o cancelamento era gratuito até ao momento em que cheguei ao fim... Quando recebi o e-mail com a confirmação constei que nas informação dizia "Política de cancelamento: Esta reserva não é reembolsável, mas pode cancelá-la se necessário." Entrei em contacto com a eDreams e a resposta foi "Isso está de acordo com a política de cancelamento do hotel, que está fora do nosso controle." Não ficando satisfeito com a resposta da eDreams, pois a compra foi feita com eles e não com o hotel, voltei a questionar a eDreams que desta vez respondeu a dizer "De acordo com o e-mail de confirmação, a sua reserva de hotel não é reembolsável." (em anexo). Sinto-me totalmente ludibriado pela eDreams, pois está a publicitar a venda de um produto (que paguei mais caro para ter) e depois vem dizer que não. Neste momento necessito de fazer um ajustes nas datas da reserva e tenho de pagar novamente.

Resolvida
V. J.
13/11/2025

Débito indevido em cartão de crédito

Efetuei um pagamento duma vagem Lx-Genéve, em Outubro de 2024, com o meu cartão de crédito, a uns amigos, que não tinham como pagar de outra forma, à empresa Edreams. Sou agora surpreendido com o débito no valor de €89.99 no meu cartão, em nome da tal pessoa amiga, sem a minha autorização, supostamente pela anuidade dum serviço Prime à Edreams. Pergunto, é legal e admissível este débito? Obrigado pela ajuda. Vitor Cândido Jacinto 918193156 investigando.torre@gmail.com

Resolvida
M. C.
12/11/2025

Cobrança Indevida

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativa à cobrança de €89,99 efetuada pela empresa eDreams, referente à subscrição anual do serviço eDreams Prime, em 12/11/2025. Fui induzido em erro, pois acreditava estar a ativar o período experimental gratuito de 15 dias, e não a subscrever um plano anual pago. Mesmo que se verifique que a minha conta possa já ter usado anteriormente este período gratuito, não tinha memória disso e o website não demonstrava claramente essa informação, dando a entender que estaria apenas a experimentar o free trial. Solicito que a DECO PROteste interceda junto da eDreams, de forma a garantir o reembolso total do valor cobrado indevidamente e a correção de informações enganosas no site. Anexo comprovativo do débito e quaisquer comunicações com a eDreams. Com os melhores cumprimentos, Manuel Cunha

Resolvida
N. O.
12/11/2025

Disseram que tinha direito a usufruir do prime grátis

Esta empresa anda a agir de má fé, ao comprar as minhas passagens eu tinha direito de usufruir do prime 1 vez grátis, mas foi-me arrancado 89,99€ da minha conta, liguei e fui muito mal atendida, ninguém me resolveu o problema e alegaram que eu tinha utilizado o meu cartão numa outra passagem (pq o tinha emprestado para uma amiga que não conseguia pagar a passagem com o cartão dela e estávamos a viajar juntas) , e hoje um ano depois arrancaram mais 89,99€. Nunca usufrui dos benefícios do prime , muito pelo contrário ao pesquisar as passagens com o prime ficam muito mais caras. Mesmo assim ando a pagar um benefício que nunca tive. Como ando a pagar por um serviço que nunca utilizei ? Não acho justo.

Resolvida
M. F.
12/11/2025

Publicidade Enganosa e falta de soluções

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a plataforma de reservas eDreams, na sequência de uma experiência profundamente insatisfatória e lesiva dos meus direitos enquanto consumidora. Em setembro, efetuei uma reserva através da plataforma eDreams para um hostel em Paris, com estadia entre os dias 5 e 12 de outubro. No anúncio da reserva constava explicitamente que o quarto incluía casa de banho privativa, condição essencial para a minha escolha. Contudo, no dia anterior à viagem, recebi um email de confirmação por parte do hostel onde se indicava que a casa de banho era partilhada, existindo apenas um duche e um lavatório no quarto. Contactei de imediato a eDreams, que reconheceu o erro no anúncio e informou estar a tentar resolver a situação com o hostel. No entanto, quando contactei diretamente o hostel, foi confirmado não haver quartos com casa de banho privativa disponíveis. A eDreams comprometeu-se a dar uma resposta na manhã do dia 5 de outubro, o que não aconteceu. Após várias tentativas de contacto, sem qualquer solução apresentada, fui obrigada a fazer o check-in no hostel, por não ter alternativa viável e por me ter sido dito que era o procedimento correto enquanto aguardava uma solução. Foi incluisive dito "Não irá ficar a dormir na rua, vamos procurar uma solução." Durante a estadia, a casa de banho partilhada esteve fechada durante três dias e, quando disponível, encontrava-se em condições de higiene deploráveis. Continuei a contactar a eDreams ao longo da viagem, procurando saber se poderia obter reembolso para procurar outro alojamento, mas nunca obtive resposta clara ou garantias. Apenas no dia 10 de outubro, já perto do fim da estadia, recebi um email a solicitar confirmação de permanência no alojamento, com vista a um eventual reembolso parcial ou total. Respondi prontamente, reiterando que permaneci no alojamento contra a minha vontade, por falta de alternativas e de resposta da plataforma. Dias depois, foi-me comunicado que o único reembolso possível seria de 10%, com o argumento de que realizei o check-in. Considero esta resposta inaceitável e desrespeitosa, uma vez que: A reserva foi feita com base em informação falsa (casa de banho privativa); A falta de resposta atempada da eDreams impediu-me de procurar alternativas; A estadia foi marcada por condições indignas e não condizentes com o contratado; A decisão de permanecer no alojamento foi forçada pela ausência de soluções e pela pressão temporal. Assim, reclamo o reembolso total do valor pago pela estadia, por se tratar de um caso claro de publicidade enganosa, incumprimento contratual e má prestação de serviço ao consumidor. Anexo a esta reclamação: Cópia da reserva efetuada na plataforma eDreams; Registo de comunicações com a eDreams; Fotografias e/ou testemunhos das condições do alojamento. Agradeço a atenção dispensada e fico a aguardar uma resposta célere e justa. Com os melhores cumprimentos, Mariana Figueiredo

Resolvida
S. L.
06/11/2025

débito indevido

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativa a uma cobrança indevida efetuada pela vossa empresa. No dia 4-11-2025 realizei uma compra de bilhete de avião através do vossa aplicação eDreams. Após a transação, verifiquei que me foi debitado da conta um valor adicional correspondente à subscrição “eDreams Prime”, no montante de 4.99€ sem que eu tenha autorizado, aderido ou solicitado essa subscrição. Refiro que, em momento algum, consenti o débito deste serviço adicional, nem fui devidamente informada de que a compra do bilhete implicava a adesão automática ao mesmo. Considero, por isso, que se trata de uma cobrança indevida. Solicito, assim, o reembolso integral do valor cobrado indevidamente e o cancelamento imediato de qualquer subscrição Prime associada à minha conta. Aguardo resposta e resolução desta situação com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Sara Alexandra Lemos Gonçalves [E-mail- saraalemos9@gmail.com [Data] 6-11-2025 referência da reserva- GQKUKF

Resolvida
D. T.
30/10/2025

Cobrança indevida e pedido de restituição do dinheiro

Exmos. senhores, No passado dia 29 de outubro recebi um email que me informava que a minha subscrição prime tinha sido renovada e, por conseguinte, me tinha sido debitado um valor de 89,99€. Ora, acontece que nunca, em momento algum, eu assinei a dita subscrição, de forma explícita. Liguei para a assistência ao cliente, a solicitar que me devolvessem o montante em questão, ao que me informaram que eu teria, supostamente, assinado a subscrição quando adquiri um voo Lisboa-Bolonha, no dia 25 de setembro - subscrição essa, pasme-se!, que teria sido acionada quando selecionei a opção que não apresentava taxas! Ao selecionar opção não ficou explícito, em nenhum momento, que estaria a subscrever um serviço mais elevado e que iriam proceder - passado um mês - à cobrança do montante em questão, pelo que considero que estamos perante um caso de flagrante má-fé e, até, ilegalidade. Aproveito para informar os excelentíssimos senhores que estas práticas, para além de abusivas e moralmente muito duvidosas, são ilegais, ao abrigo dos art. 4.º, n.º 1 alíneas d), e), g), h), i), j), DL 24/2014; ao abrigo do art. 5.º, n.º 1, DL 24/2014 (obriga a que as informações sobre o contrato sejam prestadas de forma clara, compreensível e com respeito pelos princípios da boa-fé e da lealdade, algo que foi, flagrante e escandalosamente violado pela prática em questão); do art. 6.º, n.º 1, DL 24/2014 (exige que o prestador do serviço confirme a celebração do contrato, em suporte duradouro e no prazo de cinco dias úteis, o que não aconteceu, dado que não recebi informação nenhuma em como tinha subscrito o serviço); e do art. 9.º, n.º 1, DL 24/2014 (o contrato celebrado não prestava, de forma clara, as informações requeridas, pelo que é nulo). Adicionalmente, o art. 10.º, n.º 1, DL 24/2014, estabelece que o consumidor tem o direito a resolver o contrato, sem quaisquer custos, no prazo de 14 dias a contar da cobrança do montante em causa. Assim, fazendo uso destes factos e preceitos legais e ao abrigo do art. 12.º, n.º 1, DL 24/2014, que obriga a que o prestador do serviço reembolse o consumidor, no prazo de 14 dias a contar da data em este resolve o contrato, venho, por este meio, solicitar a devolução imediata do montante em questão (89,99€), pretendendo que o estorno seja restituído à minha conta bancária, de onde nunca deveria ter saído, e reservando-me a possibilidade de tomar medidas mais sérias, caso não seja devidamente atendido. Cordialmente, Dinis Dias Teles

Resolvida

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