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Caixa directa bloqueou a minha conta bancária e precisa desbloquear a minha conta
Já telefonei quatro vezes de Melbourne, Austrália ao Banco Caixa Geral de Depósitos para solicitar o acesso da minha conta bancária e conversei por horas com quatro diferentes funcionárias sem sucesso para resolver o problema. Caixa Geral bloqueou a minha conta bancária e tens de restaurar o meu acesso à minha conta bancária. Escrevi também a Caixa Geral de Depósitos (Reclamações e Sugestões) há dois dias, mas ainda não recebi uma resposta escrita. Estou desesperado porque não posso entrar a minha conta para verificar os movimentos da conta e pagar as minhas contas. O meu número não parece funcionar na Austrália mesmo que a operadora Lycamobile de Portugal diga que estou a usar a operadora correta na Austrália que está associada com a operadora Lycamobile de Portugal. As funcionárias da Caixa Geral não resolverá o problema que a Caixa Geral criou quando o banco bloqueou a minha conta bancária, presumivelmente porque usei o meu cartão VISA de débito em Abu Dhabi no dia 8 de fevereiro. Tentei telefonar também durante os últimos quatro dias a minha agência da Caixa Geral da Universidade de Lisboa, mas ninguém atendeu o telefone. Se Caixa Geral não puder contactar-me pelo número de telemóvel associado com a minha conta bancária (o número é ativo), o banco deveria ter outra forma de restaurar o meu acesso à minha conta bancaria.
Comissoões
Venho, por este meio solicitar vosso aconselhamento sobre as comissões cobradas, respeitantes a: Manutenção caixa pacote S, cobrado 4x (20,60 euros) , Manutenção de conta pacote azul (62,40 euros) cobrado 12x, perfazendo o total de 83,00 euros .Os juros referentes a estes montantes rondam os 16,000% a 17,000%
CGD
No seguimento do falecimento do meu pai e sendo eu cabeça de casal da herança, tive de tratar de toda uma série de burocracias relacionadas com a herança.Dia 21/12/2024 pedi à CGD uma declaração de saldos na data do óbito bem como extrato dos 60 dias anteriores à data do óbito conforme me foi solicitado na Autoridade tributária para efeitos de imposto de selo. Passado uns dias dei pela conta completamente bloqueada irregularmente, visto que a conta estava em nome de meu falecido pai, da minha mãe e meu e só deveria ter sido bloqueado um terço relativamente à quantia correspondente ao meu pai. contatei infrutiferamente a CGD via telefónica e presencialmente na agencia, tendo acabado por fazer uma reclamação em CGD.pt e em livrodereclamações.pt.Dia 17 de Janeiro vi finalmente a situação ser desbloqueada tendo-me dirigido de imediato a uma repartição da AT para tratar do imposto de selo, situação que ficou resolvida na hora e de seguida, de imediato a uma agencia da CGD para entregar os documentos devidos, pôr fim ao processo de eliminação do meu pai na conta e desbloquear a quantia pecuniária que ficou bloqueada.Tudo foi entregue de acordo com os trâmites regulamentares da CGD, tendo-me sido dito verbalmente que o prazo de resolução seria de uma semana. Dia 2 do corrente mês, passado duas semanas e dois dias uteis, voltei à referida agência a perguntar por desenvolvimentos. Foi-me dito desta vez que duas semanas e dois dias não era muito tempo e que ainda estava dentro do prazo. Quando inquiridos sobre qual o tempo normal para término do processo e se eu não teria direito a ser informado sobre um prazo esperado de término do processo, de acordo com os preceitos procedimentais dos tempos modernos e visto estar uma quantia pecuniária em causa, Foi-me dito que não sabiam.Não tenho nada a assinalar a quem me deu estas informações, que o fez com o maior civismo e cordialidade e simpatia e acredito que no melhor das suas possibilidades. Não percebo no entanto, como em pleno 2024 o banco do estado não se obrigue a cumprir prazos, nem entende que tem de dar satisfações ao cliente sobre prazos de situações que implicam para o cliente a retenção de dinheiro que no meu caso e sendo particular, considero uma quantia elevada, com a qual estava a contar para cumprir obrigações e que está simplesmente bloqueada sem prazo expectável de desbloqueio. Foi-me dito uma semana. Já la vão duas e meia e aparentemente pode ser um mês ou mais, porque a CGD não se obriga a cumprir prazos em situações que mexem com a vida das pessoas. Sendo que certamente se eu falhasse em cumprir alguma obrigação para com eles, os prazos estariam bem definidos e automaticamente seria obrigado a pagar juros e penalizações.AtenciosamenteLuis Vilas Boas
saque indevido
Prezados, Gostaria de expressar a minha preocupação e descontentamento em relação a uma retirada de fundos não autorizada que ocorreu recentemente na minha conta bancária. Este incidente está relacionado a um seguro multirriscos de um empréstimo anterior a 2000, conforme explicado pelo meu gerente de conta.Os detalhes relevantes sobre a retirada não autorizada são os seguintes:Valor retirado: 55,66 eurosData da retirada: 31/12/2023Motivo da retirada: Seguro multirriscos que não tenho com a CGDGostaria de destacar as minhas principais preocupações em relação a esta retirada não autorizada:Falta de Notificação: Não fui notificado ou informado previamente sobre esta retirada, nem recebi qualquer comunicação ou aviso da Caixa Geral de Depósitos sobre a necessidade de comprovar a existência de um seguro associado a este empréstimo.Ausência de Consentimento: A retirada foi efetuada sem o meu consentimento explícito e sem que eu tivesse a oportunidade de verificar se já possuo outro seguro que cubra as mesmas condições, conforme mencionado pelo meu gerente de conta.Falta de Transparência: A ação de retirar fundos da minha conta sem uma justificação adequada ou a oportunidade de verificar e confirmar a necessidade do seguro não está alinhada com as práticas transparentes e éticas esperadas de uma instituição financeira respeitável.Neste contexto, solicito que o Departamento Jurídico da Caixa Geral de Depósitos examine esta situação e tome as medidas apropriadas para resolver este problema. As ações que gostaria que fossem tomadas incluem:Devolução Imediata: Peço a devolução imediata dos 55,66 euros retirados da minha conta, juntamente com os juros de mora aplicáveis.Esclarecimentos e Justificação: Solicito uma explicação detalhada sobre a base legal que autorizou a retirada não autorizada e as medidas que a Caixa Geral de Depósitos pretende tomar para evitar situações semelhantes no futuro.Indenização por Abuso: Peço uma compensação adicional por qualquer transtorno e abuso decorrentes desta retirada não autorizada.Espero que a Caixa Geral de Depósitos considere esta reclamação com a seriedade e urgência necessárias. Agradeço antecipadamente pela vossa atenção a este assunto e aguardo a vossa resposta o mais breve possível.
clonagem de cartão
No dia 29/09 fizeram duas compras através do meu cartão bancário no valor de 278,99 na Worten (Total = 577,98) sem que eu me tivesse apercebido, no dia 30/09 recebo uma mensagem no meu telemóvel da CGD a dizer que por suspeitas de fraude me tinham bloqueado o cartão. Dia 2/10 dirige-me ao Banco e faço uma reclamação . Dia 03/10 a CGD repõem o valor roubado. Para meu espanto no dia 05/10 retiram o valor da minha conta sem me consultarem, avisarem ou dado qualquer tipo de justificação. 06/10 Dirigi-me a GNR e apresento denuncia deste roubo, e seguidamente dirige me novamente ao banco e a Sra que me atendeu diz-me que estas compras foram feitas na Worten em Lisboa presencialmente por contactless, como o meu contactless esta limitado a 50€ tiveram que inserir o meu código. Deixei nova reclamação no banco e deixei também a denuncia que tinha acabado de fazer na GNR. Disseram-me que iriam averiguar novamente este caso. Ao qual não tive resposta nos dias a seguir. como não obtive qualquer resposta no dia 23/10 faço uma reclamação no livro de reclamações online da CGD. como a resposta nunca mais chegou, sendo o prazo legal excedido, fui novamente ao banco no dia 31 /10 ao que a mesma senhora que me atendeu (Balcão de Barcelinhos/Barcelos - Gloria) disse que a resposta ja tinha sido dada/enviada a qual eu nunca a recebi, então pedimos uma segunda via dessa mesma resposta, mas como já estava farto desta situação voltamos a fazer nova reclamação, durante essa reclamação a senhora que me estava a atender fez uma chamada para uma colega da Caixa Direta e este estava a fazer-me perguntas seguidas questionando tudo que eu faço diariamente na minha conta, a espera de encontrar qualquer falha para me incriminar, tendo eu perguntado a mm senhora o que tinha isso a ver, com o caso em si das duas compras feitas na Worten, segundo eles presencialmente . Dia 9/11 recebo um mail de confirmação de resposta da CGD a minha reclamação feita no livro de reclamações, ao qual me falam na adesão que eu fiz na Google Pay, mais concretamente no Wallet, dizem que como eu fiz esta adesão de livre vontade então a compra também foi igual. Pergunto eu, o que tem a ver uma adesão a uma aplicação permitida por um banco, que foi simplesmente para eu ter acesso ao cartão para pagamento de qualquer conta através do meu Relógio (Apple watch ) se eu não fiz nenhuma compra, se o relógio nunca saiu do meu pulso etc. Tenho confrontado o banco a procura de respostas e soluções para este roubo que me fizeram, e em todas as vezes que me atendem, parece que quem cometeu o crime fui eu, querendo sempre fazerem-me passar de lesado a culpado. Desde de então, tendo eu um filho menor, fui obrigado a trocar de conta para receber o salário, porque se não iria ficar sem esse dinheiro ficando assim impossibilitado ate de alimentar o meu filho por falta de dinheiro, pois a minha conta ficou com saldo negativo por causa desse valor roubado, so não roubaram mais porque não tinham cobertura de saldo, pois fizeram outras tentativas, segundo o que me disseram nas inúmeras vezes em que eu ligo para saber mais detalhes sobre este caso. Ate hoje continuo sem resposta a reclamação que fiz no banco a 31 de Outubro de 2023 e as únicas chamadas que me fazem e a relembrar que tenho dividas, que a conta esta negativa e que tenho que pagar por causa dos problemas no banco de Portugal, sempre que questiono quem me liga se me podem dar novidades sobre o meu caso, a resposta que tenho e que não sabem de nada nem tem acesso. Tenho eu ligado para o Balcão de Barcelinhos a ver se tenho novidades, continuam a dizer que não tem nenhuma resposta a reclamação que fiz, e ligo para a Caixa directa para tentar inteirar me da situação a ver se alguém me pode ajudar a resolver de uma vez por todas esta situação e ... NADA... tenho ao longo deste tempo feito pagamento dos valores que entram no PERSI tendo na sexta feira recebido mais uma carta a dizer que ja tenho mais valores em divida também de novo no PERSI. Estou completamente perdido, sem saber o que fazer, ate contactei uma advogada para saber o que posso fazer. Gostaria de saber se vocês, sendo uma entidade competente e que já devem ter alguns casos destes acontecido com outras pessoas o que poderei eu fazer, o banco tem uma solução muito fácil para mim,.. eu pagar um valor que me foi roubado para não ter problemas, desconhecendo eles que sendo eu funcionário publico, com um salário de 768€ mensais,.. com familia, casa para pagar ... que quem tem problemas sou eu...a muito tempo.Fico a aguardar uma resposta vossa, para tentar solucionar este meu grande problema.cumprimentos Andre Rego
Acto ilegal - Não encerramento de conta na Caixa Geral de Depósitos após pedido assinado
Descobri, há poucos dias, que uma conta que tinha na Caixa Geral de Depósitos e cujo encerramento foi solicitado no dia 24 de Março de 2016 na agência das Olaias (Lisboa), continua, para meu espanto, aberta, assim como como o respectivo serviço Caixadirecta.Não tendo a certeza se teria algum documento que o provasse afirmei, numa primeira instância, que passaria pela referida agência. Contudo, após procurar nos meus documentos, acabei por encontrar uma prova documental (pedido de encerramento de conta) que atesta que me desloquei à agência das Olaias no dia 24 de Março de 2016 para encerrar a minha conta, uma vez que o mesmo se encontra assinado por mim e pelo funcionário da Caixa Geral de Depósitos que me atendeu.Decidi então enviar um email à pessoa da Caixa Geral de Depósitos do balcão Setúbal (Sede) que me havia informado que a conta continuava aberta, com esse documento em anexo, solicitando que a conta fosse encerrada, ao que foi encaminhado o meu pedido para a agência das Olaias para atender às minhas pretensões.Novamente para meu espanto, foi-me enviado um mail por referida pessoa com a menção que ainda tentei internamente o assunto, resolver o assunto, mas a resposta da Caixa Geral de Depósitos, mantêm-se: deverá passar numa qualquer Agência da Caixa Geral de Depósitos, para encerrar a conta. (envio em anexo os emails trocados com a vossa colega da agência Setúbal - Sede).Tudo isto é, no mínimo, chocante e inadmissível: a abertura desta conta para aquisição de um imóvel em 1998 através de um empréstimo do Banco Nacional Ultramarino (à data parte do grupo Caixa Geral de Depósitos) e foi solicitado o seu encerramento após a venda do mesmo e a liquidação dessa dívida, pelo que esta postura por parte da agência das Olaias (Lisboa) é inadmissível e, do ponto de vista ético, altamente condenável. Não se admite que, por culpa de um erro crasso de um banco (e que viola a lei, devo dizer, ao não respeitar um documento assinado e, portanto, juridicamente válido), os clientes sejam forçados a ir deslocar-se a uma agência para resolver um problema cuja responsabilidade não lhes pode ser imputada e só porque alguém não fez o seu trabalho de forma competente... Além do mais, as instituições públicas (neste caso a Caixa Geral de Depósitos) deviam ser um exemplo para a sociedade portuguesa através da demonstração de altos valores de ética e transparência, o que, infelizmente, não se verificou neste caso por parte de alguns dos seus funcionários, que deviam demonstrar mais competência e respeito e menos incompetência e arrogância até porque, para todos os efeitos, este acto é ilegal a vários níveis...
Amortização ao crédito habitação
Exmos. Senhores,No passado dia 30 de Outubro dirigi-me ao balcão da Caixa Geral de Depósitos de Queluz para solicitar a amortização do meu crédito habitação. Esta amortização ficou agendada para o dia 5 de dezembro de 2023, no mesmo dia de débito da prestação.No dia 5 de dezembro, a pestação foi debitada, mas a amortização não foi feita.Contactei de imediato o apoio ao cliente e referiram que poderia ser feita até ao final do dia, o que não aconteceu.No dia seguinte liguei directamente para o balcão de Queluz e comunicaram-me que voltariam a entrar em contacto comigo. O que não aconteceu.No dia seguinte, após várias tentativas de contacto com o balcão e com o apoio ao cliente, consegui voltar a solicitar esclarecimentos sobre o facto de não ter sido feita a amortização solicitada. Foi-me dito que voltariam a entrar em contacto comigo. O que ainda não aconteceu.O meu pedido de amortização, feito com a antecedência necessária, serviria para usufruir da isenção de taxa de amortização concedida durante o ano de 2023, mas também seria uma forma de reduzir a minha taxa de esforço que se situa, neste momento, perto do 50%.Neste sentido, se a amortização fosse feita como acordado, iniciaria o próximo ano com uma prestação mais baixa e com maior folga financeira. O não cumprimento do acordado comigo, não só me prejudica financeiramente, como me tem prejudicado em termos de tempo, uma vez que perdi uma manhã de trabalho para me deslocar ao banco para fazer o pedido de amortização que não aconteceu (sem que me tenha sido dada qualquer justificação) como tenho perdido tempo nos cerca de 5 contactos telefónicos que já fiz para o banco.Solicito o cumprimento da amortização acordada, em tempo útil, de forma a que a minha prestação de janeiro já venha com a actualização do valor.Com os melhores cumprimentosHelena Freitas
Penhora de conta bancaria
Bom dia ExmoVenho por este meio fazer uma reclamação da entidade bancaria, acima referida.Após ordem de penhora por parte das finanças, a resposta à mesma, da CGD foi que a minha conta era impenhorável. Recebo o ordenado mínimo e os outros valores que entram na minha conta, correspondem ao abono da minha filha e o apoio do estado para a renda de casa e às vezes, a pensão de alimentos da menina. Muito embora a CGD tenha dado esta resposta às finanças, penhoraram-me 119.52€, valor esse que deixou de estar cativo e foi transferido para as finanças exactamente na hora em que estava a falar com uma funcionária e a reclamar do sucedido e em que a mesma assumiu como tendo sido um erro por parte do banco. Disse-me também que o valor já não estando cativo, a única forma de o reaver seria dirigir-me às finanças mas que não me daria nenhum comprovativo em como tinha sido erro bancário. Ora como é obvio, as finanças não fazem a devolução do valor. O banco, em vez de tentar remediar o erro, agiu de má fé passando a batata quente às finanças e deixando-me a mim, sem dinheiro algum e com uma filha por alimentar e contas por pagar por causa de um erro deles, o que acho muito injusto. Venho pedir-vos ajuda para que erros destes não se repitam e não deixem uma família, neste caso monoparental, que depende apenas e só do meu misero ordenado, com as contas a zero até ao fim do mês.muito obrigadaOs meus cumprimentosCátia Vitorino
imposição da CGD em adquirir cartão de débito
Estimados, a CGD emite agora a mensagem quando se faz pagamentos através do seu portal de cliente de conta à ordem, seguinte:Por motivos regulamentares, para continuar a realizar estas operações, a partir de 1 de janeiro de 2024, necessitará de ter um cartão. A partir da referida data, deixará de ser possível selecionar a conta à ordem, passando a ser obrigatório selecionar um cartão para efetuar este tipo de pagamentos.Após questionarmos sobre esta mensagem foi hoje confirmado sobre esta imposição da CGD em obrigar os clientes em adquiri um cartão de débito contra a vontade destes por não ser necessário.Gostaria de saber se é licito esta imposição da CGD.Aguarda-se.Se necessitarem, poderei enviar comprovação da resposta pelo CGD.
COBRANÇA DE COMISSÕES
Exmos Senhores,Se possível, gostaria de obter informações sobre o seguinte tema:Abri uma Conta no Banco Caixa Geral de Depósitos em 1996 e alguns anos depois fechei-a, mas não sei a data exactaMais tarde, em maio de 2017, abri novamente uma Conta neste Banco e em 2018 fui à agência Colombo para a encerrar devido àsdespesas mensaisInfelizmente não tenho comprovativo do encerramento e o Banco passou a cobrar taxas mensais de manutenção OUT- 2022 quenão quero pagarEsta situação está refletida no Banco de Portugal.Como posso me defender?Muito obrigada.Com os melhores cumprimentos,Lurdes Ferreira Teixeira+ 00351 925 114 083
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