Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
D. M.
06/03/2026

Informação não real transmitida durante processo de crédito habitação

Vou expôr uma situação de desonestidade e de informação não verdadeira prestada ao longo de um pedido de crédito habitação, que terminou com a escritura não concretizada devido a um erro do BPI, e ainda com custos adicionais em impostos e comissões para com o cliente, sem que o banco assumisse a responsabilidade na informação falsa que foi passada que levou à anulação do negócio. Resumindo a história, solicitei um empréstimo de crédito habitação no valor de 75,000€, com financiamento a 100%, que foi para decisão superior do BPI e posteriormente aprovado. Antes da marcação da data da escritura, ao enviarem a minuta e a FINE, verifiquei que os valores não estavam correctos e pedi a sua correção. Essa correção foi confirmada por escrito pelo Sr. Paulo Dinis, encarregue do processo, no balcão de Évora. Entretanto, ao falar com o advogado responsável pela emissão da minuta e marcação da escritura, Sr. Manuel Sousa, este afirma que o empréstimo não pode ser a 100% e que não tem sequer conhecimento desta informação. O Sr. Paulo Dinis volta a mencionar, por escrito, que já tinha pedido alteração dos valores e que o advogado já tinha confirmado esta alteração. Houve inúmeras tentativas de alteração dos valores antes da marcação da data da escritura, e a escritura foi marcada com a garantia de que esses valores estavam já alterados. Por diversas vezes, o Sr. Paulo mencionou por escrito que já estava corrigido. No entanto, o advogado contradizia sempre esta afirmação, o que acabou por revelar que ambos os intervenientes tinham informação contraditória sobre o pedido de empréstimo. A escritura nunca chegou a ser concretizada porque o banco não cumpriu a sua proposta e as condições que estavam estabelecidas, nomeadamente o empréstimo a 100% dos 75.000€. Informaram que teriam que rever a situação novamente e fazer nova proposta. Tenho provas de toda esta conversação por escrito, através de email com os diversos intervenientes. O BPI admite ter havido um erro na aprovação do valor a 100%, e diz que já não é possível avançar com esta hipótese. Houve sugestão até de eu mentir no valor da escritura para conseguir avançar com a escritura nas novas condições do banco, opção essa que recusei desde início. Há chamadas gravadas que comprovam esta situação. Devido ao banco ter concedido a pré-aprovação de um empréstimo que antes da data de escritura se verifica que nenhum dos valores da FINE e da minuta está correto e de acordo com o que foi definido, a escritura não foi formalizada, e todo o processo foi anulado. Foi cobrado no dia 05/05/2026 um total de 756,85€ da minha conta bancária, relativo a impostos e comissões do processo de crédito. Este valor deve ser devolvido, tendo em conta que o empréstimo não se concretizou pois o banco passou informação que não era real, e não se conseguiram comprometer com o que tinha sido combinado inicialmente, por escrito. Solicito ajuda para obter a devolução do dinheiro o mais brevemente possível. O dinheiro será necessário para comprar outra habitação, e este débito na minha conta bancária veio prejudicar gravemente o montante total das minhas poupanças e possível compra de nova casa. Considero que já fui prejudicada o suficiente pelo BPI, e que seria importante que o banco fosse responsabilizado por a gestão desonesta e extremamente prejudicial do pedido de crédito habitação. Por último, para além da devolução do valor de 756,85€ que foi debitado na minha conta bancária, gostaria que o Banco de Portugal analisasse a situação da retirada repentina do Sr. Paulo Dinis do decorrer do processo de crédito habitação, sem informação prévia e durante o pior cenário possível, que foi antes da data da escritura e no momento que começaram a surgir informações contraditórias sobre os valores acordados e os valores que constavam na minuta, que nunca foi corrigida de acordo com o combinado, embora o Sr. Paulo Dinis tivesse afirmado várias vezes por escrito que "já pedi a alteração e está corrigido". Após a ausência do Sr. Paulo Dinis do processo, ausência esta que nem me foi comunicada pelo próprio, mas sim pelo Sr. Carlos Quinas do BPI em Évora, o banco não assumiu responsabilidade pela aprovação do empréstimo a 100% e mudou a sua postura sobre os valores propostos. Curioso, após consultar 7 bancos para simulações de valores, a última proposta do BPI foi a pior de todos os bancos que consultei, dando a sensação que há aqui uma tentativa de disvincular o cliente, pois não é normal, na minha perspectiva, o banco dar a pior proposta ao cliente comparativamente com 7 outros bancos. Acima de tudo, exijo a devolução dos 756,85€ e que o banco assuma o erro que fez.

Em curso
C. M.
22/02/2026

Descaso

Venho através deste portal de queixa, expor a minha situação, sou cliente do banco BPI em Torres vedras onde o banco reteve todos os meus cartões bancários e quando fui presencialmente resolver minha situação de bloqueio, a Sra que me atendeu me deu alguns documentos para assinar alegando que no máximo 3 dias a conta voltaria ao normal, isso já faz mais de mês e nunca voltou ao normal, sem contar as inúmeras vezes que tentei contato tanto pela app quanto por mensagem direta com a minha gestora(Margarida) e nunca obtive sequer uma única resposta, estou completamente insatisfeito com o descaso com o cliente, situação nenhuma por mais grave que seja não se deve tratar com descaso que é o que aconteceu comigo e ninguém se posiciona. Hoje tenho uma conta que não eu não posso movimentar, ou seja uma conta que está no meu nome mas como se não fosse minha porque não posso ter acesso. Uma vergonha.

Em curso
P. S.
20/02/2026

Encerramento não efetivado

Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº 66280901000001 e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento e não obstante o meu pedido de encerramento da mesma em 12-11-2025, a conta continua aberta. Assim, reitero o meu pedido para que encerrem a conta e procedam ao estorno de qualquer comissão indevidamente cobrada neste lapso de tempo. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos.

Em curso
J. M.
16/02/2026

Dívida

Exmos Senhores venho por este meio fazer a minha reclamação sobre os valores que me pedem. Portanto no ano passado falei com o meu gestor do banco para fazerem um acordo comigo para eu ir pagando mensalmente um valor ao qual foi negado pelo banco. Hoje liguei novamente para tentar fazer um novo acordo para poder pagar mensalmente ao qual o funcionário me disse que eu teria que pagar de entrada quase 2.000€ e depois ir pagando mensalmente mais de duzentos euros durante 10 anos. Isto é impossível porque vivo sozinho e não tenho os 2000€ para dar de entrada nem irei conseguir pagar duzentos e tais por mês porque depois não tenho para comer. Sempre tentei fazer acordo para poder pagar a dívida ao qual já foi recusado e agora pedem valores altíssimos. Quero regularizar a minha divida e fazer um acordo mas dentro das minhas possibilidades. Obrigado

Em curso
K. S.
19/01/2026

Pedido de estorno de débito indevido – Fidelidade

Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº (1-6367709.000.001) e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento, verifiquei que me foi cobrado um débito direto no valor de (158,19) euros, em (09/01/2026). Solicitei o estorno do mesmo nos termos do disposto no artigo 118.º Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12 de novembro e ainda não procederam em conformidade. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos.

Resolvida
D. S.
09/01/2026

Reclamação – Impossibilidade de movimentação de fundos próprios em conta bancária (BPI)

Exmos. Senhores, Venho por este meio expor uma situação que considero abusiva e injustificada por parte do Banco BPI, solicitando o vosso apoio e esclarecimento. Sou titular de uma conta bancária no Banco BPI, a qual se encontra atualmente ativa, embora limitada ao modo “apenas consulta”, por não operar a mesma há algum tempo. Recentemente, por lapso, efetuei um levantamento de fundos no valor de 80€ a partir da plataforma Betclic para essa conta BPI. O montante foi corretamente creditado na conta. No entanto, ao tentar transferir ou movimentar o valor para outra conta da minha titularidade, verifiquei que tal não é possível devido às limitações impostas à conta. Contactei o apoio ao cliente do Banco BPI, que me informou que teria de efetuar uma nova adesão aos canais digitais. Contudo, foi-me igualmente transmitido que, mesmo com essa adesão, não me seria garantida a possibilidade de movimentar o dinheiro, o que considero incompreensível. Estamos a falar de fundos que são exclusivamente meus e que se encontram retidos numa conta bancária ativa, sem que me seja dada uma solução imediata e eficaz para aceder ou dispor do meu próprio dinheiro. Esta situação parece-me desproporcionada e potencialmente violadora dos direitos do consumidor, uma vez que o banco aceita a entrada de fundos, mas impede a sua livre movimentação, sem apresentar uma alternativa clara e célere. Considero que o Banco BPI deveria permitir, no mínimo, uma das seguintes opções: a movimentação do montante para outra conta da minha titularidade; o levantamento do valor ao balcão; ou a transferência do saldo aquando do eventual encerramento da conta. Assim, solicito a intervenção da DECO no sentido de analisar esta situação, esclarecer a legalidade da atuação do banco e, se possível, apoiar-me na resolução deste problema, de forma a poder aceder aos meus fundos sem entraves injustificados. Com os melhores cumprimentos, Diogo Santos.

Resolvida
H. M.
22/12/2025

Débito indevido após pedido de cancelamento – atuação do BPI

Venho por este meio apresentar reclamação relativa a débitos indevidos efetuados na minha conta bancária, associados a uma entidade cliente do BPI, apesar de ter sido solicitado e confirmado o cancelamento da autorização de débito. A situação ocorreu da seguinte forma: Foi efetuado um débito na minha conta sem o meu consentimento válido. Após detetar a situação, solicitei o cancelamento, tendo sido informado de que esse cancelamento seria comunicado ao BPI. Foi-me indicado que o pedido teria sido apresentado ao BPI, mas que o banco alegou não ser possível proceder, por se tratar do “primeiro cancelamento”. Posteriormente, o débito foi reativado, tendo o valor sido novamente retirado da minha conta. O montante chegou a ser devolvido, mas voltou a ser debitado uma segunda vez, de forma indevida. Considero esta situação grave e inaceitável, uma vez que: O cancelamento foi solicitado atempadamente; Não foi dada uma explicação clara nem fundamento legal para a repetição dos débitos; Houve falta de controlo e de proteção do consumidor, resultando em prejuízo e transtorno para o cliente. Solicito, assim: A devolução imediata e definitiva do montante indevidamente debitado; A confirmação escrita do cancelamento definitivo de qualquer autorização de débito associada a esta entidade; O esclarecimento formal das razões que levaram à repetição do débito após o cancelamento; Que sejam tomadas medidas para evitar que esta situação volte a ocorrer. Aguardo uma resposta célere e adequada, nos termos legais aplicáveis.

Resolvida
D. N.
15/12/2025

Conta bancária congelada/suspensa

Exmos. Senhores, venho por este meio manifestar a minha reclamação porque neste momento estou com a minha conta bancária suspensa e com valores em cativos à cerca de um ano e nem o próprio BPI me soube explicar e demonstrar a razão para que a minha conta se encontre como está. Disseram me que a minha conta foi suspensa a mando de entidades superiores na qual o BPI não me podia dizer que entidade se tratava por motivos de confidencialidade. Após alguma insistência acabaram por me dizer que entidade se trata e até me disponibilizaram o número do processo. Entrei em contacto com a entidade e a própria informou me que eu não tinha qualquer tipo de processo em aberto. Voltei a contactar o BPI e dissera me que se tratava de um dívida ou de um valor em atraso para pagamento. Entrei em contacto com todas as entidades tais como financas, segurança social, banco de portugal etc, e nenhuma destas entidades me indicou que eu tinha dívidas, pagamentos ou valores em atraso. Ando nisto à quase 1 ano e ainda não me souberam dizer ao certo o porque da suspensão bancária. Aguardo respontas e espero que me posso explicar o porque da minha conta bancária estar suspensa. Obrigado.

Resolvida
Y. M.
14/11/2025

Conta bloqueada

Fui chamada pelo banco para atualizar os meus dados. Visto que o meu documento é residência e encontro-me à espera de ser chamada para a renovação tenho a atual caducada. Apresentei o passaporte ( esse sim dentro da validade) mas não foi aceite como documento de identificação. Pediram-me um comprovativo de pagamento de pedido de renovação mas não tenho porque ainda estou à espera de ser chamada pela AIMA para efetuar o pedido presencialmente e o devido pagamento. Dada a situação foi-me bloqueada a conta.

Resolvida
M. S.
31/10/2025

Solicitação Indevida de Documento Já Entregue e Falta de Diligência Processo reactivação matricula

Venho, por este meio, apresentar reclamação contra o Banco BPI e a entidade prestadora de serviços INTEGRIS, relativamente ao processo de reativação da matrícula de uma viatura que se encontra indevidamente cancelada. Apesar de ter cumprido todos os requisitos exigidos, incluindo a realização da inspeção extraordinária e a entrega da respetiva Guia de Inspeção em mão ao colaborador Sr. Hugo Costa, no balcão do BPI Lumiar, no dia 7 de agosto de 2025, continuo a ser notificada para entregar novamente este documento. A mais recente comunicação, datada de 23 de outubro e recebida a 29 de outubro, solicita a guia com validade até 3 de novembro, ignorando por completo a entrega já efetuada e confirmada. Esta situação revela uma grave falha na gestão documental e na articulação entre o Banco BPI e a INTEGRIS, que tem resultado em: Solicitações repetidas e injustificadas de documentos já entregues; Ausência de resposta clara sobre o ponto exato em que se encontra o processo; Custos adicionais e transtornos logísticos que não foram considerados nem compensados; Um desgaste emocional significativo, agravado pela falta de profissionalismo e coordenação entre as entidades envolvidas. Face ao exposto, solicito à DECO que intervenha junto do Banco BPI e da INTEGRIS, no sentido de: Garantir o reconhecimento da entrega da Guia de Inspeção efetuada em agosto; Assegurar a conclusão célere do processo de reativação da matrícula junto do IMT; Determinar que, caso seja exigida nova inspeção, os custos sejam integralmente assumidos pelas entidades responsáveis, e não pelo cliente que já cumpriu todas as obrigações.

Resolvida

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.