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Reserva 5211162395
Exmos Senhores, Assunto: Reserva 5211162395, de 15/04/2026 Tivemos acesso à informação de que o site da booking foi rackeado. Pelo chat, e em nome do hotel, mandaram-me mensagem para confirmação de reserva e confirmação dos dados para pagamento. Apesar de terem dito que aquilo nao seria um pagamento, os valores da reserva foi debitado por 2x na minha conta bancária. O hotel informou que a conta booking foi invadida nesta data. Aguardamos desde o dia 16/04 resposta da booking, tendo sido enviada imediatamente toda a documentação. Temos queixa criminal e outras evidencias, pretendemos resolver isto sem que seja necessário ir ao tribunal. Podem contactar por email e telefone.
Reembolso demorado
Venho por este meio apresentar uma reclamação para com a Booking pois reservei um voo com eles, devido ao conflito no Médio Oriente o meu voo foi alterado e foi-me sugerido o reembolso por parte da companhia aérea. Porém, todo o processo teria de ser tratado pela agência, neste caso a Booking.com. Acontece que nunca mais tive qualquer update em relação ao meu reembolso. O apoio ao cliente do Booking são robôs que me dizem que tenho de aguardar. Um deles garantiu que eu receberia o dinheiro amanhã mas um outro disse que tinha de aguardar. Ou seja, o apoio a clientes não apoia nada. A plataforma põe robôs a fazer as pessoas perder tempo porque na realidade ninguém está a resolver nada e eu não sei onde anda o meu dinheiro. Acho inadmissível que em 2026 demorem quase 2 meses a processar um reembolso quando já obtive a confirmação no dia 15 de Março. Péssimo serviço da Booking, que ganha milhões em taxas e depois põe máquinas a falar com os clientes.
Reserva n.º 6443134888 — Falha na gestão de emergência, omissão de informação crítica
Reclamação contra a Booking.com — Reserva n.º 6443134888 — Falha na gestão de emergência, omissão de informação crítica e compensação manifestamente insuficiente Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a Booking.com pela sua responsabilidade directa nos factos ocorridos no âmbito da reserva n.º 6443134888, referente ao alojamento Rooftop Teatro Aveiro (RNAL n.º 122038/AL), com check-in a 25 de abril de 2026, para 2 adultos e 2 crianças menores de 7 e 9 anos. 1. O Booking.com falhou na gestão da emergência em tempo real Durante a situação — com a minha família à porta do alojamento, sem acesso, sem saber quando ou sequer se conseguiria entrar num alojamento integralmente pago —, contactei o serviço de apoio ao cliente do Booking.com. Foi-me informado apenas que seria aberto um pedido de reclamação com resposta em até 48 horas. Em nenhum momento fui informado da existência de um procedimento de realocação de emergência com resposta em 45 minutos. Só tomei conhecimento desta possibilidade no dia seguinte, quando já era demasiado tarde. Esta omissão de informação crítica, em momento de urgência extrema, com crianças menores na via pública, é uma falha grave e directa do Booking.com que agravou os danos sofridos pela minha família. As chamadas ao serviço de apoio ficaram gravadas nos sistemas da plataforma e constituem prova desta falha. 2. O Booking.com não resolveu a situação nem protegeu o hóspede A plataforma limitou-se a abrir um pedido de reclamação sem actuar em tempo útil, sem me dar alternativas e sem contactar o alojamento de forma eficaz durante a situação. O acesso ao alojamento só foi concedido mais de uma hora após a hora de check-in contratada, sem qualquer intervenção activa da plataforma. O Booking.com falhou na sua responsabilidade de garantir que os parceiros cumprem as condições que publica e anuncia aos consumidores. 3. O Booking.com não penalizou o alojamento de forma adequada Após a resolução da situação, o alojamento não sofreu qualquer consequência visível ou comunicada na plataforma. Um parceiro que recusou o acesso a um hóspede dentro do horário contratado, que humilhou reiteradamente o hóspede em duas ocasiões distintas — declarando explicitamente "a casa é minha, espera até eu dizer quando pode entrar" e "até prefiro que não fique" —, e que entregou um alojamento em condições abaixo do anunciado, deveria ter sido penalizado com a suspensão de actividade na plataforma. Nada disso aconteceu. 4. A compensação de €25 é manifestamente insuficiente e sem fundamento Em resposta à minha reclamação, o Booking.com ofereceu €25, justificando ser "o valor mais alto que o sector responsável pode aprovar". Esta justificação não tem qualquer fundamento legal nem corresponde a qualquer critério de proporcionalidade. Os danos sofridos incluem: incumprimento contratual, humilhação reiterada documentada, crianças menores mantidas na via pública sem garantia de acesso, omissão do procedimento de realocação de emergência disponível, e alojamento entregue em condições abaixo do anunciado — ar condicionado inoperacional e chuveiro com fuga de água. 5. Fundamentação legal Os factos constituem: Violação do artigo 762.º do Código Civil — incumprimento contratual com violação da boa-fé; Violação do artigo 4.º da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) — direito a serviços nas condições contratadas; Responsabilidade do intermediário ao abrigo dos Termos de Serviço do Booking.com e da legislação europeia de protecção ao consumidor; Fundamento para indemnização por danos morais ao abrigo do artigo 496.º do Código Civil — humilhação, angústia e frustração sofridas, agravadas pela presença de crianças menores e pela omissão deliberada de informação crítica em momento de emergência. 6. O que solicito Reembolso integral do valor pago pela reserva; Indemnização adequada e proporcional pelos danos morais e materiais causados a mim e à minha família, incluindo as crianças; Penalização formal e suspensão de actividade do alojamento na plataforma; Revisão do procedimento de apoio ao cliente em situações de emergência, garantindo que a opção de realocação é sempre comunicada ao hóspede em tempo útil e não apenas no dia seguinte. Evidências disponíveis: Comprovativo da reserva n.º 6443134888 com condições contratadas, historial completo do chat na plataforma, registos de chamadas ao alojamento e ao serviço de apoio do Booking.com com datas e horas, e fotografias das condições do alojamento. Fábio Ramos Viseu, 28 de abril de 2026 Reserva n.º 6443134888
Cobrança indevida e faltas de resposta
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao tratamento dado ao meu pedido associado à reserva efetuada para um grupo de cinco peregrinos, com estadia prevista entre 07 e 11 de abril. A reserva foi realizada sem cancelamento gratuito, facto que reconheço. No entanto, um dos peregrinos sofreu uma lesão antes da viagem, o que impossibilitou a sua participação. Assim, dos cinco peregrinos inicialmente previstos, apenas três iniciaram o Caminho de Santiago. Logo que tive conhecimento da situação, entrei em contacto com o vosso serviço de apoio ao cliente para informar o sucedido e solicitar, não o cancelamento, mas sim o adiamento das datas para os dois peregrinos impossibilitados. Sempre manifestei abertura para remarcar a estadia noutra data, solução que seria justa e equilibrada para todas as partes. Contudo, fui sucessivamente encaminhada entre Booking e o alojamento, sem que nenhuma das entidades assumisse a resolução. O alojamento informou-me de que estaria disponível para adiar as datas, mas que tal só poderia ser feito através do Booking. Por sua vez, o Booking indicou que teria de confirmar com o alojamento, ficando o processo indefinidamente pendente. O tempo foi passando sem qualquer resposta concreta. Chegada a data da estadia, os três peregrinos aptos hospedaram-se normalmente, mas os dois restantes continuam sem qualquer solução. Estes dois peregrinos pretendem realizar o Caminho e apenas solicitam o adiamento das datas da sua hospedagem, algo que o alojamento aceitaria, não fosse a falta de resposta célere por parte do Booking. Assim, venho solicitar: A análise urgente deste caso; A remarcação das duas estadias em falta para novas datas, conforme inicialmente solicitado; A clarificação dos procedimentos internos, uma vez que a ausência de resposta atempada prejudicou diretamente os viajantes. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resolução justa e célere. Com os melhores cumprimentos, Daniela
Quarto Infiltração Grave
No dia [03-04-2026], hospedei-me no Gamboa Rio Hotel (Rio de Janeiro) através da reserva 16800604844557771683. O quarto apresentava uma infiltração grave (goteira sobre a cama). O hotel não tinha quartos para substituição. Saí imediatamente para outro alojamento. Tenho um e-mail oficial da recepção do hotel confirmando a goteira e a falta de disponibilidade de troca. A Booking.com recusa o reembolso alegando ser uma tarifa 'não reembolsável', ignorando o vício do serviço. A alegação de que a reserva é 'não reembolsável' é irrelevante neste caso. A tarifa 'não reembolsável' aplica-se a cancelamentos por vontade do hóspede, não a situações em que o hotel não tem condições de habitabilidade (vício do serviço). Possuo prova documental inequívoca (como já fiz questão de enviar e reenvio de novo em anexo): E-mail do Hotel Gamboa Rio: Onde a recepção confirma que saí do hotel às 22:11 devido a uma 'goteira no quarto' e que 'não há quarto disponível para trocar'. Registos visuais: Fotos e vídeo da água a cair sobre a cama. O facto de a reserva ser gerida pelo parceiro 'MEIDA INFORMATION TECHNOLOGY CO., LIMITED' não exime a Booking de responsabilidade solidária, conforme a legislação de defesa do consumidor (tanto em Portugal como no Brasil). Exijo o reembolso integral."
Golpe usando a empresa
Olá Recebi um oportunidade de trabalhar com a booking , como é uma empresa séria e o link era do próprio site o golpe se tornou fiável. Tenho prints de tudo , o golpe consiste em salvar hotéis no meu histórico fazendo com que os hotéis tenham mais vizualicoee , mas o verdadeiro golpe está em pedir dinheiro €10 e voltar €16 , depois vai subindo , chega um ponto que não podemos mais pagar e eles não devolvem o valor. Tudo isso usando o nome da booking e os links dos hotéis de vocês. Só preciso dos meus €80 e que isso pare pois o dinheiro está muito difícil pra perder assim usando o nome de uma empresa
Reserva confirmada na Booking.com sem check-in e ausência de resolução
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma situação extremamente grave ocorrida com uma reserva efetuada através da plataforma Booking.com. Foi realizada uma reserva confirmada para um hotel, em Bordéus, França, com datas de check-in a 19 de março e check-out a 22 de março. A reserva encontrava-se devidamente confirmada, com número de reserva e PIN associados. No entanto, à chegada ao hotel, foi-nos comunicado que não existia qualquer reserva em nosso nome no sistema. Apesar de termos apresentado a confirmação da Booking.com, o hotel recusou o check-in, não tendo sido prestado qualquer serviço. Perante esta situação, fomos obrigados a procurar alojamento alternativo de forma urgente, suportando todos os custos e enfrentando um elevado nível de stress e transtorno, o que comprometeu significativamente a nossa estadia. Desde então, temos tentado resolver a situação junto da Booking.com, tendo efetuado múltiplos contactos telefónicos. No entanto, temos apenas recebido respostas vagas e sucessivos adiamentos, sem qualquer resolução concreta até à data. Acresce que, em várias ocasiões, as chamadas com o apoio ao cliente foram inesperadamente interrompidas. Encontramo-nos neste momento completamente saturados desta situação, uma vez que já realizámos inúmeras chamadas para o apoio ao cliente e, em todas elas, nos é indicado um novo prazo de resposta (normalmente de 5 dias), prazo esse que nunca é cumprido, sem qualquer atualização ou resolução efetiva. Precisamos urgentemente de apoio para resolver esta situação o mais rapidamente possível. Não recomendo a alugarem hotéis pela booking. Mais vale fazer o aluguer diretamente com o hotel e sai mais barato.
Burla em Alojamento Local
Venho, por este meio, apresentar uma queixa formal relativa ao alojamento “Porto Central Station”, situado na Rua de Justino Teixeira, nº 113, Campanhã, Porto, reservado através da plataforma Booking para o período de 03 a 06 de abril, pelo valor de 150€, não tendo sido possível usufruir da estadia devido às condições graves encontradas. Desde o início, surgiram incongruências, nomeadamente no horário de check-in. À chegada, verifiquei que o edifício tinha a porta aberta, sem controlo de acesso, e fui alertada por outros hóspedes de que o alojamento não correspondia às imagens apresentadas online. O quarto atribuído apresentava condições inaceitáveis: não era possível trancar a porta, inexistência dos equipamentos anunciados (televisão e fogão), cama por fazer, presença de lixo, janelas que não fechavam e forte presença de bolor. As restantes unidades encontravam-se em condições semelhantes, com sinais de degradação, presença de insetos e ausência de qualquer responsável no local. O código de acesso era comum a todos, permitindo acesso irrestrito e colocando em risco a segurança dos hóspedes. Perante esta situação, abandonei imediatamente o local, confirmando junto de outros hóspedes que todos enfrentavam o mesmo problema. Durante o tempo em que permaneci no espaço, chegaram vários hóspedes que também contactaram a Booking e as autoridades. Destaco ainda um episódio de intimidação: três mulheres, alegadamente funcionárias de limpeza, surgiram sem identificação e adotaram uma postura hostil e ameaçadora. Não realizaram qualquer limpeza efetiva, evidenciando desorganização total. Apesar de múltiplos contactos com a Booking, não foi prestado qualquer apoio, nem garantida a segurança ou uma solução alternativa. Foram ainda observadas movimentações suspeitas no local, com entradas e saídas frequentes de pessoas em circunstâncias que não aparentavam estar relacionadas com alojamento turístico, gerando insegurança entre os presentes. A PSP deslocou-se ao local, indicando que a situação seria da competência da ASAE. Vizinhos confirmaram que estas ocorrências são frequentes, com hóspedes a abandonar o espaço devido à falta de condições. Apesar de várias tentativas de contacto com a Booking, não foi assegurado reembolso nem realojamento. Considero que os factos descritos configuram uma situação grave de publicidade enganosa, falta de condições de higiene e segurança, e possível burla aos consumidores. Acresce que, antes da reserva, não estavam disponíveis avaliações que permitissem uma decisão informada. Face ao exposto, solicito com urgência: A abertura de um processo de investigação; A realização de uma inspeção ao local; A cessação desta atividade irregular; A responsabilização dos envolvidos. Informo que possuo provas documentais (fotografias, vídeos e registos de comunicações). Considero esta situação inaceitável e solicito uma intervenção célere para proteger os consumidores e evitar novos casos semelhantes.
Reclamação Formal – Reserva 6938695419 – Cancelamento Unilateral e Falha no Apoio ao Cliente
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à reserva n.º 6938695419, referente ao alojamento Soto House Pamplona (8 a 11 de julho), no valor de 2.900€ por 8 quartos durante 3 noites. Descrevo cronologicamente os factos: 1. CANCELAMENTO PELO ALOJAMENTO Recebi um email do Booking.com a informar que o Soto House Pamplona cancelava a minha reserva, sem qualquer iniciativa da minha parte. 2. CONTRAPROPOSTA ABUSIVA Foi-me apresentada uma contraproposta de 7.200€ — um aumento de 148% face ao valor contratado e confirmado pela plataforma. 3. ADMISSÃO DE ERRO PELO ALOJAMENTO O alojamento enviou-me uma mensagem através do sistema do Booking.com admitindo que o cancelamento se deveu a um "erro técnico de preços". Esta mensagem encontra-se registada na plataforma. Saliento que um erro técnico do sistema do alojamento ou da plataforma não pode, em circunstância alguma, transferir as suas consequências económicas para o consumidor que agiu de boa fé. 4. FALHA GRAVE NO APOIO AO CLIENTE Tentei resolver esta situação por via telefónica e contabilizei 4 chamadas, uma delas com duração superior a 1 hora, todas sem resolução. As chamadas foram repetidamente interrompidas, obrigando-me a recomeçar o processo com agentes diferentes em cada contacto. Esta situação constitui, por si só, uma falha grave na prestação do serviço de apoio ao cliente. 5. EXPIRAÇÃO DA PROPOSTA SEM RESOLUÇÃO A contraproposta expirou sem que o Booking.com tivesse apresentado qualquer solução alternativa, apesar dos meus repetidos contactos. Com base no exposto, e ao abrigo da Diretiva Europeia das Práticas Comerciais Desleais (2005/29/CE) e da responsabilidade solidária das plataformas de intermediação reconhecida pela jurisprudência europeia, exijo: 1. Uma explicação formal e por escrito sobre a forma como esta situação foi gerida; 2. Uma solução de alojamento equivalente ao preço original de 2.900€, ou compensação adequada pelos prejuízos causados; 3. Compensação pelas horas perdidas em 4 chamadas telefónicas sem resolução. Informo que, na ausência de resposta satisfatória no prazo de 5 dias úteis, procederei à apresentação de queixa formal junto do Centro Europeu do Consumidor, da DECO e do Portal da Queixa, invocando práticas comerciais desleais e falha na prestação do serviço. Aguardo resposta por escrito para este endereço de email. Com os melhores cumprimentos, José Caldeira Reserva n.º 6938695419
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