Venho apresentar uma reclamação extremamente grave contra os CTT – Correios de Portugal devido a atrasos sistemáticos, falta de comunicação e total desrespeito pelos clientes da Região Autónoma da Madeira.
A minha encomenda com o número de rastreio LA822533958NL chegou ao Centro Operacional 9000 Funchal no dia 21 de Maio de 2026 e, passados 7 dias, continua exatamente no mesmo estado — “Em espera – Aguarda processamento”. Não houve qualquer movimento, qualquer atualização, nem qualquer tentativa de entrega.
Já contactei a linha de apoio dos CTT várias vezes, incluindo uma conversa direta com uma supervisora no dia de hoje. A única resposta que recebo é sempre a mesma frase vaga e inútil: “a encomenda está a ser tratada pelo sistema automático de triagem e entrará em distribuição a qualquer momento”.
Isto não é um caso isolado. São dezenas de pessoas todos os dias na Madeira a enfrentar exatamente o mesmo problema. O Centro Operacional de Funchal está claramente a falhar de forma sistemática. É inaceitável que mesmo os trabalhadores madeirenses que lá trabalham não consigam dar prioridade às encomendas locais nem cumprir os prazos que os próprios CTT prometem.
É ainda mais grave o facto de todos os níveis de apoio dos CTT — desde os atendentes mais básicos até às supervisoras — darem sempre as mesmas respostas genéricas, sem qualquer vontade real de resolver o problema. Isto demonstra uma cultura de incompetência e desresponsabilização que não pode continuar.
Os clientes da Madeira estão a ser tratados como cidadãos de segunda classe. Os atrasos no Centro Operacional 9000 Funchal são um escândalo que precisa de ser exposto publicamente.
Exijo:
A entrega imediata da minha encomenda;
Uma explicação clara e por escrito do motivo real destes atrasos sistemáticos;
Medidas concretas e urgentes para resolver este problema que afeta toda a população da Madeira.
Já apresentei reclamação à ANACOM e continuarei a escalar este caso até que algo mude. Chega de desculpas. Chega de respostas automáticas. Chega de tratar os madeirenses como se não importassem.