Reclamações recentes

L. F.
30/07/2026

Pagamento de um serviço que não tenho

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a vossa empresa devido à cobrança indevida de mensalidades e à exigência de fidelização por um serviço que se encontra totalmente desligado e inoperacional há mais de um ano.Há mais de um ano, contactei a vossa empresa a comunicar que o meu serviço de alarme estava desligado. Naquela data, em momento algum fui informado pelos vossos serviços ou operadores de que seria obrigatório o envio de uma carta registada para efetivar o cancelamento definitivo do contrato. Houve, portanto, uma clara omissão do dever de informação ao consumidor.Fui agora surpreendido com a exigência de pagar mais um ano de um serviço que não possuo nem usufruo, uma vez que está tudo desligado há mais de 12 meses. Esta cobrança é totalmente ilegítima, constituindo um abuso e um enriquecimento sem causa por parte da vossa empresa.Mais informo que, para salvaguardar os meus direitos face à vossa insistência, procedi hoje ao envio da carta formal de anulação por Correio Registado .Face ao exposto, exijo:O cancelamento imediato de qualquer vínculo contratual, sem qualquer penalização económica;A anulação total de todas as faturas emitidas e valores cobrados relativos ao período em que o serviço esteve inoperacional;A emissão de uma nota de crédito retificativa com o saldo a zeros.Aguardo uma resposta por escrito no prazo legal.

Em curso
C. F.
17/06/2026

rescindir contrato

Boa tarde, Venho por este meio manifestar o meu descontentamento com o serviço de atendimento ao cliente. Fiz contrato em maio de 2023 e, durante estes dois anos, nunca tive qualquer visita à loja. Inicialmente, fiz contrato com outra empresa, tendo depois sido transferido para esta marca sem que me tivessem informado. Após o período de dois anos de permanência, o contrato foi renovado automaticamente, sem qualquer contacto comigo, titular do contrato. Esta renovação foi feita há menos de um mês. Agora, não me permitem rescindir o contrato e obrigam-me a manter-me com eles por mais 12 meses. Sinto que esta situação é injusta e acredito que tenho o direito de querer rescindir o contrato. Verisure Portugal - Renovação automática de contrato sem consentimento

Resolvida
J. O.
29/05/2026

Anulação de contrato

Exmos. Senhores, Contratei dois serviços à empresa Securitas Direct (atualmente Verisure) em Novembro de 2018, registados sob os contratos n.º 599138 e 599174. Ambos os contratos pressupunham um período de fidelização de 36 meses, terminado em Novembro de 2021. Nunca fui informado, notificado ou consultado relativamente a qualquer renovação dos referidos contratos. No dia 23 de Março de 2026, decidi proceder ao cancelamento de ambos os contratos, tendo enviado duas cartas registadas para esse efeito, rececionadas a 24 de Março de 2026. Na sequência desse pedido, fui contactado telefonicamente por um operador da empresa numa tentativa de impedir o cancelamento. Mantive, de forma clara e inequívoca, a minha intenção de cessar os contratos, facto que ficou registado na gravação da chamada. Perante essa posição, fui informado de que os contratos teriam sido automaticamente renovados e que o respetivo cancelamento implicaria o pagamento de uma indemnização. Tal argumento baseia-se numa cláusula contratual que considero abusiva e desproporcionada, uma vez que nunca houve qualquer informação clara, destacada e transparente relativamente à renovação automática dos contratos, nem quanto às suas consequências jurídicas e financeiras. Nos termos do Decreto-Lei n.º 446/85, de 25 de outubro (Regime das Cláusulas Contratuais Gerais), as cláusulas contratuais gerais devem ser comunicadas de forma clara, adequada e com o devido destaque ao consumidor. Nos termos dos artigos 5.º e 6.º do referido diploma, recai sobre o predisponente o dever de comunicação e informação integral das cláusulas contratuais. Acresce que, nos termos do artigo 8.º do mesmo diploma, consideram-se excluídas dos contratos singulares as cláusulas que não tenham sido devidamente comunicadas ou explicadas ao consumidor. Mais ainda, ao abrigo do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 446/85, são proibidas cláusulas contrárias à boa-fé, sendo igualmente consideradas abusivas cláusulas que imponham renovações automáticas desproporcionadas ou que limitem excessivamente os direitos do consumidor. Nos termos da Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor), assiste ao consumidor o direito à proteção dos seus interesses económicos, à informação clara e à boa-fé nas relações contratuais. Informei expressamente o operador de que mantinha a minha vontade de terminar os serviços, mesmo perante a ameaça de ativação da referida cláusula indemnizatória. Posteriormente, recebi resposta por correio registado, datada de 27 de Março de 2026, acusando receção do pedido de resolução dos contratos, mas exigindo o pagamento de € 440,16 relativamente ao contrato nº 599138 e € 398,36 relativamente ao contrato nº 599174, a título compensatório. Foi igualmente imposto um prazo de apenas 5 dias para pagamento desses valores, sem qualquer explicação sobre: - a base de cálculo utilizada; - a origem jurídica desse prazo; - ou a fundamentação concreta da dívida reclamada. Resulta claro que tais valores assentam exclusivamente na referida cláusula de renovação automática, cuja validade contesto. Apesar do meu pedido de cancelamento ter ocorrido em março, mantive os pagamentos por débito direto ativos até ao mês seguinte, tendo liquidado integralmente o valor referente ao mês de abril de 2026. Considero, por isso, integralmente saldada qualquer obrigação relativa aos serviços prestados. Recordo ainda que, durante o mês de abril, todos os equipamentos já se encontravam desativados, facto comprovável pelos próprios relatórios enviados pela empresa. Foi, assim, com enorme surpresa que recebi: - faturas referentes ao mês de maio; - múltiplas mensagens; - emails; - sucessivos contactos telefónicos exigindo o pagamento de um serviço já cancelado desde Março. Sempre que contactado, esclareci que o serviço havia sido cancelado e que não reconhecia qualquer dívida relativa ao mês de maio. Essa informação tem sido sistematicamente ignorada. Acresce que os contactos efetuados pela empresa assumem contornos de assédio, quer pela insistência, quer pelos métodos utilizados, tendo inclusivamente sido contactados familiares meus completamente alheios à presente situação. Questiono, por isso, a legitimidade da utilização dos dados pessoais desses familiares, bem como a conformidade dessa atuação com o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), uma vez que não foi prestado qualquer consentimento para tais contactos. Assim, venho solicitar: - o reconhecimento imediato do cancelamento dos contratos; - a anulação de qualquer valor ou dívida posterior ao pedido de cancelamento efetuado em Março de 2026; - a anulação dos montantes reclamados a título indemnizatório, por assentarem numa cláusula de renovação automática que considero abusiva; - a cessação imediata de contactos de cobrança relativos a valores contestados; - e a proibição de qualquer contacto futuro dirigido aos meus familiares. Solicito ainda a vossa análise jurídica da presente situação e o vosso apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidor. Com os melhores cumprimentos, Gonçalo Piroto Pereira Duarte

Encerrada
C. A.
14/03/2026

Mudança de titular

Venho por este meio reclamar ainda nao ter tido qualquer tipo de resposta para proceder a alteração do títular do contrato. Já tentei contactar varias vezes com o departamento responsável pelas alterações contratuais mas quando passam a chamada nunca conseguem que alguém atenda. Também já enviei email mas desde Janeiro que não obtenho resposta. Agradecia uma resolução para este problema.

Encerrada
M. S.
10/03/2026

Contratualização de serviço indesejada

Exmos senhores: Ao contratualizar o meu crédito habitação foi-me informado que teria que contratar o serviço da verisure por 3 anos. Ao finalizar os 3 anos recebo um e-mail avisando que automaticamente o serviço seria renovado por mais um ano. Após este email, enviei um pedido para que não fosse renovado pois não tinha interesse. Negaram esse pedido dizendo que teria que ter feito o pedido um mês antes. Apesar de saber que esta permissa está contratualizada, considero que agiram de má fé, uma vez que passados 3 anos, ninguém se lembra que tem que enviar um pedido de rescisão exatamente um mês antes. Deste modo serei obrigada a ter mais um ano de uma despesa que não pretende ter e não tenho vontade de ter. Agradeço uma resposta com a brevidade que lhes for possível

Encerrada

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