Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
Nenhuma pontuação será apresentada caso não tenhamos dados relevantes sobre a empresa.
Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
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1. Envie diretamente a sua reclamação à empresa.
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3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu? Entre em contacto connosco, os nossos juristas podem ajudar (serviço reservado a subscritores).
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Maior impacto da reclamação com o nosso apoio
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Os nossos juristas ajudam se necessário (serviço só para subscritores)
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Se pretender pode tornar a reclamação visível para todos (opcional)
Reclamações recentes
Falta de manutenção, falta de resposta e ausência de transparência na administração do condomínio
Venho apresentar reclamação relativamente à actuação da empresa responsável pela administração do condomínio do prédio onde se situa a minha fracção, actualmente identificada como Faaz e anteriormente comunicada aos condóminos como Casa à Parte. A presente reclamação assenta num conjunto de situações reiteradas que, no meu entender, demonstram falta de diligência na gestão do condomínio, ausência de manutenção adequada das partes comuns, falta de resposta a comunicações urgentes e ausência de transparência na prestação de contas. Um dos problemas mais graves prende-se com o elevador. O equipamento encontra-se há bastante tempo em mau estado aparente, faz ruído anormal e, tanto quanto foi possível verificar no próprio prédio, o último registo visível de inspecção parece datar de 2016. O estado do elevador já tinha sido um dos temas discutidos quando esta empresa assumiu a administração do condomínio, precisamente por ser uma questão relevante de segurança, funcionamento e conservação do edifício. Apesar disso, não existe, até onde sei, uma resolução efectiva. De vez em quando são feitas pequenas intervenções, mas estas aparentam ser meramente superficiais e inúteis, sem resolverem o problema de fundo. A situação preocupa-me particularmente porque está em causa um equipamento comum de utilização diária e com evidentes implicações de segurança. Também a porta de entrada do prédio se encontra em mau estado. Quando há vento, a porta não fecha correctamente, e o canhão da fechadura não funciona bem. Esta situação compromete a segurança do edifício e o controlo de acesso ao prédio. Em dias de chuva intensa e vento, encontrei no local uma pessoa que aparentava estar a verificar o canhão da porta. Transmiti que, no meu entender, o canhão deveria ser substituído, tendo-me sido dito que o assunto seria comunicado aos responsáveis. Até à presente data, não tive qualquer resposta nem vi qualquer resolução efectiva. A porta continua nas mesmas condições. É ainda relevante referir que a administração teve disponibilidade para substituir o autocolante afixado na porta, na sequência da mudança de nome da empresa, mas não resolveu o problema que está na origem da própria necessidade desse aviso: a porta não fecha, ou fecha mal. Acresce uma situação urgente que afecta directamente a minha fracção. Durante e após tempestades recentes, as paredes dos meus dois quartos começaram a apresentar sinais de humidade e infiltração. Consultei um perito, que se deslocou à fracção e me confirmou que as infiltrações terão origem no exterior, pela fachada à rua do prédio. Tratando-se de uma fachada, estamos perante uma parte comum, pelo que caberá ao condomínio inspeccionar e promover a reparação da origem do problema. Só depois da reparação exterior estarão criadas condições para reparar os danos interiores, que incluem paredes, rodapés, molduras dos vãos e pavimento. Em 6 de Março de 2026 enviei email à administração a comunicar a situação, a pedir vistoria e a solicitar diligências para reparação. Tentei enviar fotografias dos danos, mas recebi mensagens automáticas indicando que o email excedia o limite permitido. Reenviei então a comunicação sem fotografias, explicando que poderia disponibilizá-las por outra via ou permitir visita ao local. Não obtive resposta útil. Voltei a insistir em 19 de Março de 2026, em 30 de Março de 2026, em 2 de Abril de 2026 e novamente em 15 de Junho de 2026. Continuo sem resposta e sem qualquer marcação de vistoria ou plano de intervenção. Esta omissão é especialmente grave porque as infiltrações podem agravar-se, aumentando os danos na fracção e no próprio edifício. Tenho também conhecimento de que existem queixas de outros vizinhos relativamente à actuação desta empresa, nomeadamente quanto à falta de contacto, falta de acompanhamento e deficiente gestão dos assuntos do condomínio. Há ainda problemas de transparência contabilística e documental. A administração não disponibiliza de forma regular e clara os documentos de suporte da gestão do condomínio. Não são enviados mensalmente os extractos da conta bancária, não são apresentados de forma compreensível os comprovativos das despesas, nem é facultada informação suficiente que permita aos condóminos acompanhar a gestão corrente. Uma vez por ano, normalmente perto da altura da renovação do contrato, é apresentado um relatório de contas que considero confuso e difícil de compreender, sem que exista verdadeiro esclarecimento ou prestação de contas acessível aos condóminos. Também não recebo documentação clara que comprove, de forma regular, a facturação, recibos, despesas pagas a prestadores, contratos em vigor, fundo comum de reserva e demais elementos essenciais à fiscalização da administração do condomínio. Em pesquisa pública, verifiquei ainda que existem reclamações dirigidas à Faaz e à anterior identificação Casa à Parte em plataformas de consumidores, com temas semelhantes aos aqui relatados, incluindo ausência de resposta, falhas na gestão de partes comuns, problemas com elevadores, falta de transparência documental e dificuldades na prestação de contas. Não apresento esses relatos como prova directa do que ocorre no meu prédio, mas considero que constituem um elemento contextual relevante, uma vez que coincidem com a experiência concreta que tenho tido enquanto condómina. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO no sentido de me esclarecer e apoiar relativamente aos meus direitos enquanto condómina perante uma empresa de administração que não responde a comunicações urgentes, não assegura manutenção adequada das partes comuns, não presta informação financeira de forma clara e não demonstra diligência perante situações que afectam a segurança, conservação e salubridade do edifício. Solicito ainda orientação sobre os passos a adoptar para exigir à administração a entrega de documentação essencial, incluindo contrato de administração, actas, relatórios de contas detalhados, extractos bancários, comprovativos do fundo comum de reserva, facturas e recibos de prestadores, contrato de manutenção do elevador, último certificado de inspecção do elevador, identificação da empresa de manutenção e ponto de situação das diligências relativas à porta de entrada e à fachada. Pretendo também obter orientação sobre a convocação de assembleia extraordinária para discussão da exoneração da actual administração e eventual contratação de nova empresa, bem como sobre a antecedência necessária, maiorias aplicáveis e forma correcta de convocar os restantes condóminos, caso a actual administração não actue ou não convoque a assembleia. Disponibilizo, se requerido e para consulta, as comunicações enviadas à administração desde Março de 2026, fotografias dos danos existentes na minha fracção, e elementos relativos ao estado da porta e do elevador.
Gestão negligente e informações falsas deixam elevador avariado há mais de 6 meses
Venho apresentar uma reclamação formal contra a empresa Gestão de Condomínios Faaz, responsável pela administração do Assomada Park Caniço, Madeira desde novembro de 2025, pela sua atuação absolutamente incompetente, negligente e marcada por sucessivas informações falsas. O caso mais grave é o elevador do Bloco H, avariado há mais de 6 meses. Desde o início da sua gestão, a empresa assumiu este problema como prioritário, mas até hoje não apresentou qualquer solução, prazo concreto ou plano de ação. Na reunião de 6 março de 2026, foi garantido que já existia orçamento para a reparação, informação essa reforçada na própria aplicação da empresa. Posteriormente, verificou-se que tal era falso. Ao longo dos meses, a Faaz forneceu versões contraditórias e incoerentes: ora existia orçamento, ora não existia, ora aguardavam avaliação técnica demonstrando total descontrolo da situação e desrespeito pelos condóminos. Mais grave ainda, após contacto direto com o técnico, foi confirmado que o elevador já tinha sido avaliado e que o orçamento já tinha sido enviado. Mentem ao negar a existência de orçamento, só quando confrontada com esta evidência é que a empresa admitiu a verdade, alterando novamente o discurso para alegar falta de verba. Esta sucessão de contradições revela uma gestão desorganizada, opaca e irresponsável, incompatível com as funções que lhe foram confiadas. As consequências são inaceitáveis - moradores, incluindo crianças e pessoas com mobilidade reduzida, vivem há mais de meio ano sem elevador, sendo obrigados a subir 5 andares diariamente. Existem ainda proprietários em risco de perder contratos de arrendamento devido à total ausência de condições mínimas. É inadmissível que, após 6 meses de gestão, a empresa não saiba apresentar soluções, prazos ou sequer informação verdadeira. Exige-se resolução imediata do problema, com um plano concreto e datas definidas, bem como esclarecimentos formais sobre todas as falsas informações prestadas.
Reclamação sobre Falta de Limpeza no Prédio
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal referente à falta de limpeza no prédio onde resido, situado na Rua 28, número 410, Espinho. A situação em questão diz respeito à ausência de serviços de limpeza, apesar de o condomínio estar a ser pago regularmente pelo meu senhorio, bem como pela maioria dos outros condóminos. Desde há algum tempo que as áreas comuns, nomeadamente as escadas e corredores, têm permanecido sujas e sem qualquer manutenção. A empresa responsável pela gestão do condomínio alegou que a limpeza não é realizada devido à existência de alguns condóminos em incumprimento com o pagamento das quotas de condomínio. No entanto, este argumento é injustificável e ilegal, uma vez que a prestação dos serviços de limpeza não deve ser condicionada pela falta de pagamento de alguns condóminos, especialmente quando a maioria, incluindo o meu senhorio, cumpre com as suas obrigações financeiras. Em Março desloquei-me presencialmente à empresa de Espinho e falei com a minha gestora Tatiana que me disse que o problema iria ser resolvido e foram apenas uma vez limpar o prédio (escadas). Fui paciente e aguardar até meados de Maio. Em Maio, desloquei-me de novo até à empresa e foi-me informado que a limpeza seria realizada quinzenalmente no mês de Maio, contudo, até à presente data, não houve qualquer intervenção da empresa de limpeza. Todos os moradores deste prédio pagaram as suas quotas de condomínio no mês de Março, Abril e de Maio (por exemplo), e mesmo assim, a limpeza não foi realizada, o que demonstra a falta de cumprimento dos serviços contratados por parte da empresa gestora do condomínio. E já agora porque é que o valor que pagamos é o mesmo com limpeza quinzenal e semanal? Porque a minha gestora Tatiana disse que em Junho a limpeza iria ser semanalmente. Onde está aqui o desconto para já do serviço não prestado? Refiro aqui 3 meses mas foram mais meses!! Esta situação é inaceitável e prejudica todos os moradores, que são obrigados a viver em condições de higiene inadequadas. A falta de limpeza nas áreas comuns não só compromete a saúde e o bem-estar dos residentes, como também pode acarretar riscos de saúde pública, especialmente num contexto de pandemia onde a higiene é primordial. Posto isto, solicito à ASAE a intervenção urgente para resolver esta situação, garantindo que a empresa gestora do condomínio cumpra com as suas obrigações contratuais e realize a limpeza do prédio de forma regular e adequada, independentemente das questões de pagamento de alguns condóminos. É fundamental assegurar que todos os residentes tenham direito a viver em condições higiénicas e seguras. Anexo a esta reclamação, envio fotografias de como se encontram as escadas (já nem falo da garagem). Também quero referir que dizem que arranjaram o intercomunicador (aparece no fecho que contas) e nada foi arranjado, ou seja, apresentaram essa despesa e está avariado na mesma. Agradeço desde já a atenção dispensada e aguardo uma resposta rápida e eficaz para a resolução deste problema. Com os melhores cumprimentos, Daniela Vieira
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