Que empresa merece a sua reclamação?
Envie já a sua queixa
Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa
Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
Voos: reembolso pela bagagem de mão
A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.
Reclamações recentes
Incumprimento de paragens necessárias
Veio por este meio comunicar uma queixa sobre um condutor cujo nome não sei, que realiza a viagem de Braga/Guimarães ou Guimarães/Braga 101 da Cávado. O mesmo não parou nas devidas parangens, nomeadamente a paragem da Avenida da Liberdade. O mesmo pode contra argumentar que esta paragem, oficialmente, não faz parte do trajecto deste autocarro, contudo, houve duas pessoas que fizeram CLARAMENTE sinal para o autocarro parar e este simplesmente não parou, sendo estas uma criança com no máximo 10 anos, e a outra pessoa era um idoso com um saco de compras provavelmente pesado. É de notar também que havia um veículo quase parado à frente do autocarro, logo, este estava com a marcha bastante lenta, logo, não seria absolutamente nada incomodativo para os outros veículos que o autocarro parasse para deixar entrar as pessoas, já que estavam todos com marcha lenta. É também necessário ter em conta que o autocarro que as pessoas referias queriam apanhar é de Braga para Guimarães, não apenas um autocarro denteo da própria cidade, ou seja, o caso fica muito mais complicado porque o condutor deixou as pessoas penduradas NOUTRA cidade, longe do destino delas, cuja quantidade de autocarros é menor e a viagem demora mais tempo, atrapalhando completamente o dias das pessoas por razão nula. Eu sei que este viu o sinal das pessoas a pedir para parar porque que estava nos lugares da frente e foi extremamente evidente. Este tem por volta de 50 e tal anos, cabelo curto e cinzento e usa óculos, e é de notar também a sua má disposição com coisas simples diariamente. Obrigado
Atraso na Reparação
Boa tarde , tive um acidente em 20-03-2026 , tenho o veiculo na oficina - Benmacar, Lda Rua Combatentes 9 Abril, 16 2695-699 São João da Talha - desde 23 de Fevereiro até presente data a peça em falta é uma Cablagem 821130D350B - Veiculo é um Toyota Yaris Cross Matricula BS93TT a previsão de entregue que começou por ser 30 Abril passou 30 Maio , isto é vergonhoso e serviço péssimo , desaconselho toda a gente a comprar Toyota , deveria de ser uma marca de excelência como já foi , para passar ser esta vergonha numa viatura nova 4 meses para chegar uma peça e viatura imobilizada . Simplesmente vergonhoso Melhores Cumprimentos Carlos Suzana
Reclamação - Mau serviço
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal e agravada relativa ao processo de substituição do ecrã do meu Oppo Reno15 Pro, cuja gestão por parte da iServices/Worten constitui, neste momento, uma violação grave dos deveres legais de prestação de serviços, diligência profissional e responsabilidade contratual. No sábado, encomendei o ecrã correto via telefone com o colaborador Filipe e desloquei-me à loja na terça-feira, onde deixei o meu telemóvel plenamente funcional, apesar do ecrã partido. Após o tempo de espera indicado, fui informada pelo colaborador Diogo de que o display enviado estava incorretamente etiquetado e pertencia a outro modelo. O próprio colaborador admitiu que não verificou a diferença de tamanho antes de remover o meu ecrã, deixando-me agora sem qualquer equipamento funcional — situação que não existia antes da intervenção. Fui ainda confrontada com a verificação, por parte do colaborador, de que eu tinha efetivamente indicado o modelo correto, o que demonstra que tentaram inicialmente apurar se existiria alguma falha da minha parte, quando o erro é exclusivamente interno. Hoje, fui novamente contactada pela colaboradora Sara, da loja iServices do Alameda, que me informou que todos os ecrãs existentes na central estão igualmente mal etiquetados, impossibilitando qualquer reparação imediata. Estão a tentar contactar fornecedores externos, sem qualquer garantia de prazo, não sabendo indicar quando — ou sequer se — o ecrã correto estará disponível. Esta ausência de prazo viola o dever de informação e transparência previsto no art.º 4.º da Lei de Defesa do Consumidor. Para agravar a situação, foi-me sugerido o empréstimo de um Huawei P Smart 2019, um equipamento com características manifestamente inferiores ao meu, o que não constitui uma solução adequada nem proporcional ao prejuízo causado. Tal proposta não cumpre o princípio da reposição da funcionalidade equivalente, previsto no art.º 12.º da mesma Lei. Recordo que necessito do meu telemóvel para fins profissionais e tenho um evento importante na sexta-feira, sendo que a privação do equipamento está a causar-me danos significativos, tanto materiais como imateriais. Face ao exposto, exijo: A resolução imediata e prioritária da situação; A disponibilização de um equipamento de substituição equivalente ou superior ao meu até à entrega do telemóvel reparado; Uma resposta formal urgente com o plano de ação e prazos concretos. Mais informo que, caso o meu telemóvel não me seja entregue até quinta-feira, iniciarei os procedimentos legais necessários, incluindo: pedido de indemnização por danos patrimoniais e não patrimoniais, participação no Livro de Reclamações Eletrónico, comunicação à DECO, ASAE e demais entidades competentes. Não admito que uma cadeia de erros internos coloque o cliente numa situação de total desamparo, incerteza e prejuízo continuado. Aguardo resposta urgente. Mariana Pinheiro
O que fazer nesta situação?
Quando alterei a minha morada em 26 de fevereiro de 2026, foi criado um novo contrato para a nova morada e a instalação do equipamento foi agendada para 2 de março de 2026. Nem me apercebi que a NOS não tinha cancelado o contrato antigo. No dia da instalação do equipamento na nova morada, o técnico disse que o telhado estava molhado e que não podia fazer nada. Passou um mês e descobri no escritório da NOS que o meu contrato tinha sido cancelado. Estou a assinar apenas um contrato de telemóvel com internet ilimitada. Agora recebi uma fatura de internet, TV e da visita do técnico, mesmo sem ter internet em casa. Quando ligo, dizem que a fatura é referente à internet da morada antiga.
Divida não contraída
Ex.mo(s), Existe uma dívida lançada por vós que me aparecia no CRC e há um tempo atrás, talvez uns 4 ou 5 anos, contactei-vos sobre a mesma, pedindo esclarecimento. Não me souberam explicar que dívida era, qual a sua natureza, não tinham documentação assinada por mim e indicaram-me que a mesma iria ser removida. Para meu espanto, verifico que a mesma dívida, supostamente contraída em 2012, continua no meu mapa. Em 2012 eu estava desempregado e a estudar, pelo que é impossível eu ter contraído qualquer dívida com qualquer instituição financeira, de modos que pretendo que honrem o que me garantiram sobre a extinção desta dívida, caso contrário terei de fazer reclamação juntamente com o BdP.
