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Voos: reembolso pela bagagem de mão
A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.
Reclamações recentes
Experiência péssima e extremamente frustrante
No dia 21/12, realizei a compra de dois smartwatches no site BikeInn, da plataforma TradeInn. O prazo inicial de entrega era 25/12, depois alterado para 05/01. Considerando o período de fim de ano, aceitei o atraso sem problemas. O verdadeiro problema começou após o dia 05/01, quando nenhuma nova previsão de entrega foi fornecida. Desde então, a comunicação tem sido confusa, contraditória e inaceitável. A BikeInn afirma que entregou a encomenda à transportadora MRW no dia 30/12, enquanto a própria MRW informou que não recebeu a mercadoria. Agora, em 21/01, fui informado de que a mercadoria estaria “em falta”, o que não faz absolutamente nenhum sentido com as informações fornecidas anteriormente. É evidente a total falta de controle e transparência. O suporte ao cliente é inútil. Já fiz diversos contatos e recebo sempre respostas vagas como “teremos mais informações nos próximos dias”, sem qualquer solução concreta. Dias e semanas passam e nada é resolvido. Neste momento, não quero mais esperar. Exijo: Cancelamento imediato da compra com reembolso integral, OU Envio imediato de uma nova encomenda por outra transportadora, pois não confio mais na MRW. Caso não haja solução imediata, levarei o caso aos órgãos de defesa do consumidor, além de outras medidas cabíveis. A forma como a BikeInn/TradeInn está lidando com este problema é um desrespeito total ao consumidor. Aguardo solução urgente.
Experiência péssima e extremamente frustrante
No dia 21/12 comprei dois smartwatches no site BikeInn (plataforma TradeInn). O prazo inicial de entrega era 25/12, depois foi alterado para 05/01. Estamos falando de fim de ano, então até aí, tudo bem. O problema começa depois disso. Após o dia 05/01, simplesmente não existe mais previsão de entrega. Zero. Nenhuma informação concreta. A BikeInn afirma que entregou a encomenda à transportadora MRW no dia 30/12, enquanto a MRW diz que não recebeu nada. Agora, no dia 21/01, a versão muda novamente e dizem que a mercadoria está “em falta”. Isso não faz o menor sentido com as informações anteriores. Comunicação completamente contraditória e amadora. O suporte é outro desastre. Já entrei em contato diversas vezes e a única resposta que recebo são frases vagas como “teremos mais informações nos próximos dias”. Dias passam, semanas passam, e nada acontece. Nenhuma solução, nenhuma responsabilidade assumida. Neste momento, não quero mais o produto. Quero cancelar a compra e receber meu reembolso imediatamente, ou então que enviem outra encomenda por uma transportadora diferente, porque não confio mais na MRW e muito menos na forma como a BikeInn/TradeInn está lidando com essa situação. Empresa totalmente despreparada para lidar com problemas logísticos e com um pós-venda que ignora o cliente. Não recomendo e certamente não voltarei a comprar.
empresa nao recomendavel
Exponho situações graves e estrutural dentro da Ikea e que afeta não apenas a mim, mas vários colaboradores ao longo dos anos. Na Ikea existem grupos de pessoas maioritariamente em posição de direção e chefias, que trabalham juntas há muito tempo e que se protegem mutuamente. Sempre que um colaborador tenta denunciar situações de má liderança, tratamento inadequado ou injustiças por parte da sua chefia direta, o padrão repete-se e surgem de imediato várias chefias a desmentir todas as situações, a desacreditar o colaborador e a atribuir-lhe a responsabilidade do problema. Em muitos casos chegam mesmo a ser inventadas ou deturpadas situações sobre a pessoa em causa, levando ao seu isolamento e à perda de credibilidade junto aos colegas. Estas situações criam ambientes de medo, desconfiança e silencio, onde os colaboradores deixam de se sentir seguros para falar. A Ikea acaba por proteger estruturas e relações pessoais em detrimento da verdade e do bem-estar dos colaboradores e de algumas chefias que também tem sido alvo destas situações. Trabalho na Ikea há alguns anos e falo por experiência própria. Ao longo do tempo tenho sido alvo de decisões prejudiciais e injustificadas, fui dividida entre 2 secções sem critério objetivo, a minha avaliação de desempenho tem sido pouco clara, sem objetivos alcançáveis e prejudiciais. orientadas apenas para apontar defeitos, independentemente do trabalho realizado, refletindo uma relação pessoal deteriorada com a minha chefia direta. Para me prejudicar fazem alterações nos horários e folgas, deliberadamente prejudiciais e enquanto a outros colegas veem sistematicamente atendidas as suas preferências. Isto enquadra-se no assédio laboral, que a Ikea nega. É profundamente desmotivador constatar que a Ikea tem conhecimento de tudo, sabe o impacto negativo destas práticas e ainda sim opta por nada alterar. Existem inúmeros casos de más chefes de secção e teams leaders que trabalham por favoritismos e subiram na Ikea inúmeras teams leaders por amizades tem sempre o apoio da responsável de people and culture que sendo amiga não trabalha de modo profissional e imparcial. Existem muitos exemplos de vários colaboradores que sofreram e ficaram com sequelas principalmente psicológicas , um dos grandes exemplos falados foi do que o Responsável Ivo Coutinho e Sérgio Botelho fizeram a inúmeras colaboradoras e um grande exemplo foi o da Maria, desde perseguição, assedio, desvalorização do seu trabalho, a Maria ficava horas para no trabalho para deixar tudo feito e no final depois de grande pressão onde a Barbara Graf , Lélia Pontes e Service Office foi obrigada a assinar a alteração ao contrato para baixar a sua categoria, sob uma coação enorme. Outros exemplos de um grupo formado de amizades no departamento de Customer Service onde só aquelas pessoas mais uma vez com o apoio e amizade da responsável de people and culture sobrem amigas, vejam as subidas e até voltaram a reintegrar na Equipa uma team leader Carina cujo seu trabalho correu mal ne loja do Algrave, claro que desmentem e dão outrsa desculpas, mas várias colaboradoras de caixas relatam o tratamento diferencial que existe, colocarem front liner a fazerem permanências quando não tem qualificacaoes nem perfil e ficam com uma atitude autorit+aria, chefias que passam o dia com o seu telemóvel pessoal e constantemente pedem alterações de folgas e horários e estão no seu telemóvel a tratar de assuntos pessoais na hora de trabalho, que exemplos dão? Em logística subirem para team leader miúdos sem qualquer experiencia que são amigos de outros , ou quando subiram um team leader Rui e Bruno D. que nada têm de liderança , fazem apaenas o seu trabalho e por vezes mal, referindo também quem ambos tèm relacionamentos que poe em causa o código de conduta devido á proximidade das relações pois as respectivas trabalham na empresa e o seu trabalho não é isento. Vendas várias queixas dos responsável Joana, José, etc o seu mau trabalho, atitudes para com os colaboradores etc. Cláudio Valente o mal que tanto fez na Ikea, mas a Ikea premiou quem mal fez. Enquanto os resultados financeiros da Ikea forem muito bons, as pessoas não importam, sendo mais fácil responsabilizar os colaboradores do que reconhecer falhas graves na liderança e boa Cultura interna. Escrevo este email na esperança que com a mudança de CEO, finalmente a Ikea tome medidas e acredite nos colaboradores , Juvencio a Ikea está minada e vão fazer de tudo para esconder estes podres.
Incompatibilidade de pendentes edição limitada
Venho por este meio apresentar uma reclamação, uma vez que considero a situação descrita abaixo incoerente com a experiência e a confiança associadas à marca Pandora. Sou a Inês Lopes e em 2020 foi-me oferecida uma pulseira da Pandora de edição limitada, com malha idêntica às pulseiras clássicas, mas mais fina. Desde então, adquiri 8 pendentes Pandora e 6 travões, todos comprados com o objetivo específico de serem utilizados nessa pulseira, representando um investimento significativo. Há uns dias atrás a malha da pulseira partiu-se ao meio. Dirigi-me à loja da Pandora no Almada Fórum, onde foi realizada a compra, ao que me disseram que a versão desta pulseira já não era fabricada e não tinha qualquer tipo de arranjo. Considero inadmissível que uma marca continue a vender pendentes e acessórios dispendiosos sem garantir soluções futuras de compatibilidade, reparação ou substituição, tornando-os, na prática, inutilizáveis. Assim, o investimento realizado ao longo dos anos tornou-se inútil por falta de solução por parte da marca. Esta situação viola as expectativas legítimas do consumidor quanto à durabilidade e utilização continuada dos produtos adquiridos. Agradeço uma clarificação e, se possível, uma solução para esta situação.
Cobrança excessiva por alternador HELLA – valor muito acima do mercado
No dia 12/01/2026, recorri a uma oficina da rede myforce para a substituição do alternador do meu veículo Kia Rio 2012. Foi instalado o seguinte componente: Alternador HELLA – Referência 8EL 011 713-401 (14V / 130A) O valor faturado exclusivamente pela peça foi de aproximadamente 876 € (com IVA). Saliento que a mão de obra referente à substituição do alternador foi faturada em separado, a um valor elevado, não estando incluída no preço da peça. Após a reparação, verifiquei o preço de mercado do mesmo alternador, com a mesma marca e referência, junto de vários fornecedores especializados de peças automóvel, onde os valores praticados se situam, de forma consistente, entre 250 € e 300 €. Adicionalmente, constatei que outros alternadores da marca HELLA, com características técnicas semelhantes, são comercializados por redes concorrentes diretas da myforce, como a Norauto, por valores da mesma ordem de grandeza muito inferiores ao que me foi cobrado chegando a ser incrivelmente quase 3 vezes mais baratos (E não estamos falando de valores baixos: 876€ em comparação a 300€), o que reforça que o preço faturado se encontra significativamente acima da média praticada no mercado. Contactei a empresa por escrito a solicitar uma justificação objetiva para esta discrepância. A resposta obtida limitou-se a invocar o preçário interno da empresa e argumentos genéricos relacionados com logística e serviço, sem apresentar qualquer justificação concreta ou técnica, apesar de a mão de obra já ter sido cobrada à parte. Partilho esta situação para alertar outros consumidores para a importância de solicitarem previamente a identificação da referência da peça e o respetivo valor, bem como de compararem preços antes de autorizarem intervenções deste tipo em oficinas myforce. Aguardo uma reavaliação da situação por parte da myforce ou uma solução equilibrada.
