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Voos: reembolso pela bagagem de mão
A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.
Reclamações recentes
Encomenda não recebida e recusa em reembolsar
Assunto: Falha grave na entrega, apropriação indevida de encomenda e recusa injustificada de reembolso - Pedido no restaurante café3 (Colombo). No dia 25 de junho, por volta das 13:18, efetuei uma encomenda através da plataforma Uber Eats no restaurante café3 (Colombo), no valor de 27,71€. Venho por este meio apresentar uma reclamação formal devido ao incumprimento total do serviço contratado contra a Uber Eats e à postura inaceitável do apoio ao cliente. O estafeta associado ao pedido não cumpriu os procedimentos básicos de entrega: não tocou à campainha nem bateu à porta da minha habitação. Efetuou apenas uma tentativa de chamada telefónica, não insistiu e abandonou a comida na via pública, à porta do prédio, num dia de chuva, sem qualquer consentimento ou aviso prévio. Assim que notei a demora, desci imediatamente para recolher o pedido, o mesmo já tinha desaparecido. Devido a esta negligência, e tendo filhos em casa com fome, fui obrigada a realizar e a pagar uma segunda encomenda idêntica. O estafeta desta segunda entrega cumpriu o protocolo na perfeição, provando que a minha morada registada na aplicação está totalmente correta. Ao contactar o suporte da Uber Eats, a resposta automática recusou o reembolso, alegando falsamente que o estafeta "tentou todos os meios possíveis". Para além de recusarem a devolução do dinheiro por um serviço que não foi prestado, os assistentes enviaram respostas pré-formatadas sugerindo que a culpa era minha ("confirme a sua morada"), o que considero uma falta de respeito grave e uma tentativa de descartar responsabilidades. Perante a evidência de que o produto foi abandonado na rua e não foi entregue em mão ao cliente como dita o contrato de serviço, exijo o retorno integral e imediato do valor do primeiro pedido (27,71 €), sob pena de avançar com o caso para as instâncias de resolução de conflitos de consumo.
Encomenda não recebida
Assunto: Pedido Uber Eats não entregue na morada correta e recusa de reembolso No dia 25/06/2026 efetuei um pedido através da Uber Eats, pago e acompanhado em tempo real pela aplicação. Durante o percurso, verifiquei que o estafeta esteve longos períodos sem se deslocar e reporte-i a situação pela própria app. Quando o estafeta se aproximou da minha rua, recebi ainda uma chamada automática da Uber a indicar que o estafeta queria contactar-me. Nas mensagens trocadas na aplicação, o estafeta afirmou que já tinha chegado, o que não corresponde à realidade. Ninguém tocou à porta da minha habitação nem à porta do prédio, facto que confirmei através da câmara da entrada. Informei repetidamente o estafeta, por mensagem na aplicação, de que se encontrava na morada errada e reforcei várias vezes a morada correta associada ao pedido. Apesar disso, o estafeta nunca apareceu na minha porta. No final, a aplicação indicou que o pedido tinha sido entregue e apresentou uma fotografia de um pedido no chão à entrada de um apartamento que não corresponde à minha habitação. Vivo num condomínio com vários blocos semelhantes, e a fotografia enviada não prova entrega na minha porta nem na minha morada correta. Reclamei várias vezes através da aplicação e juntei fotografia da entrada da minha casa, mas a Uber Eats recusou o reembolso e não disponibilizou o histórico das mensagens nem a fotografia original associada à entrega. Solicito a intervenção das entidades competentes para: 1. Apurar a falha de entrega. 2. Exigir a apresentação da prova de entrega idónea. 3. Determinar o reembolso integral do valor pago. 4. Registar formalmente a recusa indevida da empresa em resolver o problema.
Cobrança indevida e não autorizada de subscrição eDreams Prime (89,99€) x 2
Cobrança indevida e não autorizada de subscrição eDreams Prime (89,99€) x2 Venho expressar a minha profunda indignação e exigir o reembolso imediato do valor de 89,99€ x 2 (2025 e 2026), debitado da minha conta bancária sem a minha autorização ou consentimento. É já a segunda vez que a vossa plataforma ativa automaticamente eDreams Prime na minha conta, utilizando práticas que induzem o consumidor em erro durante o processo de compra de viagens. Não solicitei, não utilizei e não pretendo manter qualquer subscrição premium convosco. Considero esta cobrança recorrente e sem consentimento uma violação dos meus direitos enquanto consumidor. Exijo: - O cancelamento imediato de qualquer subscrição ou renovação automática associada aos meus dados bancários. - O reembolso integral do valor de 179,98€ cobrado indevidamente. - Caso tenha sido fornecido algum desconto associado à subscrição premium, aceito apenas a sua regularização. Se esta situação não for resolvida rapidamente, vou apresentar uma queixa formal às entidades competentes e proceder à contestação do débito junto da minha entidade bancária por tratar-se de uma transação não autorizada. Aguardo a vossa resposta e a confirmação do reembolso.
Garantia recusada sem explicação
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à forma como foi tratado o meu pedido de garantia de um par de sapatilhas Adidas, adquirido por cerca de 120 €. Ao fim de apenas quatro meses de utilização, as sapatilhas começaram a abrir no interior, tratando-se claramente de um defeito prematuro. Saliento que não são utilizadas diariamente e que possuo exatamente o mesmo modelo noutra cor, o qual tem uma utilização ainda mais intensiva e nunca apresentou qualquer problema. Isto reforça a convicção de que se trata de um defeito de fabrico e não de desgaste por utilização. Após contactar o apoio ao cliente, foi-me solicitado o envio das sapatilhas para análise. Em momento algum solicitei a devolução do valor pago; pretendia apenas que fossem reparadas ou substituídas por um par igual, ao abrigo da garantia. Após quase 2 semanas sem as sapatilhas, recebi um e-mail a informar que as mesmas não reuniam as condições para a reclamação ser aceite, sem qualquer explicação concreta ou prova que fundamentasse essa decisão. Nisto tudo passou praticamente um mês. Durante uma chamada telefónica, foi-me indicado que as sapatilhas se encontravam sujas. Solicitei expressamente que me fossem enviadas fotografias que comprovassem essa alegação e pedi ainda que fosse registada uma reclamação sobre a forma como o processo estava a ser conduzido. Nenhum destes pedidos foi satisfeito. Quando finalmente recebi as sapatilhas de volta, verifiquei que: * Foram devolvidas sem o saco de proteção que as enviei ; * Vinham com uma etiqueta colada na sola, contendo apenas uma seta a apontar para um local sem qualquer explicação; * Não foi anexado qualquer relatório técnico, fotografia ou fundamentação que justificasse a recusa da garantia. Tenho fotografias do estado em que recebi as sapatilhas, as quais demonstram o descrito acima. Considero inaceitável que um produto desta gama de preço apresente um defeito tão grave em apenas quatro meses de utilização e que o processo de garantia seja tratado com tão pouca transparência e respeito pelo consumidor. Pretendo que esta situação seja reavaliada e que me seja apresentada uma justificação técnica devidamente fundamentada para a recusa da garantia. Caso se confirme a existência de um defeito de fabrico, solicito que seja cumprida a garantia legal através da reparação ou substituição do produto. Lamento ainda o tempo excessivo de resolução, a falta de comunicação, a ausência de provas que sustentem a decisão tomada e a devolução do produto em condições diferentes das que foi enviado.
Sapatos com defeito
Sou cliente da marca Skechers há varios anos, com total satisfação com a qualidade dos produtos. No dia 16/Mai/26 adquiri 2 pares de sapatos desta marca na loja do Centro Comercial Oeiras Parque, ambos da mesma linha (slip in) e do mesmo número. Um par de sapatos está perfeito. Quanto ao segundo, o sapato direito está perfeito, mas o esquerdo está tão apertado, que me provoca imensas dores e não consigo mantê-lo calçado. No dia 30/Mai/26 dirigi-me à loja para apresentar a correspondente reclamação. Deixei os sapatos, para serem avaliados pelo departamento técnico. Cerca de 2 semanas depois, telefonaram-me a dizer que o departamento técnico não tinha encontrado nada de errado no sapato e, portanto, rejeitavam a minha reclamação. Não sendo técnico de sapatos, não saberei contestar o relatório técnico, cuja cópia ficaram de me enviar, apenas sei que, como cliente e utilizador, as dores no pé esquerdo me impedem de usar os sapatos em questão. Contudo, a loja foi inflexível, repetindo que rejeitavam a minha reclamação. Acho este comportamento comercial inaceitável. Dores insuportáveis no pé esquerdo de um par de sapatos de uma mesma gama e do mesmo número de outros que não têm qualquer problema, é um facto que deveria ser aceite como uma reclamação válida.
