Reclamações públicas

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L. B.
14/09/2026
Clínica Dr. Nuno R. Santiago, Unip., Lda.

Desigualdade de género, ausência de condições adequadas de acompanhamento terapêutico

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à minha experiência enquanto utente nessa clínica, por considerar terem existido situações graves de desigualdade de género, falta de ética profissional, ausência de informação transparente e insuficiência de acompanhamento técnico adequado. Desde o momento da admissão, foram impostas às mulheres regras extremamente restritivas relativamente ao vestuário, sem que essas informações tivessem sido previamente comunicadas antes da entrada na clínica. As utentes estavam impedidas de usar tops de alças, camisolas ou camisas com qualquer tipo de decote, bem como calções acima do joelho. Inclusive, na época balnear, na piscina, apenas era permitido o uso de fato de banho. Acresce ainda o facto de as mulheres não poderem manter uma conversa com um homem sem a presença de um terceiro elemento. Contudo, os homens utentes não estavam sujeitos a qualquer tipo de restrição semelhante relativamente ao vestuário ou interação social, o que considero uma clara situação de desigualdade de género e discriminação. Quando questionei a psicóloga sobre o fundamento destas regras, foi-me referido que as mesmas se deviam a situações ocorridas anteriormente na clínica. Contudo, manifestei a minha opinião de que, caso tenham existido incidentes no passado, os mesmos refletem uma falha de supervisão e controlo por parte da administração e não devem justificar medidas discriminatórias dirigidas exclusivamente às mulheres. Foi igualmente informado, antes da admissão, que existiria assistência médica disponível 24 horas por dia, informação essa que não corresponde à realidade. Na prática, apenas existiam os chamados “monitores”, muitos deles ex-adictos tratados na mesma clínica, sem formação na área da saúde. A assistência prestada em situações de urgência limitava-se, segundo o que foi transmitido, a contactar o 112, exatamente como qualquer pessoa faria em casa. Estamos a falar de uma clínica com mais de 40 utentes, onde frequentemente a monitorização diária era assegurada maioritariamente por apenas dois utentes em tratamento, designados como “grupo líder”, por serem considerados os mais assertivos do grupo. Considero extremamente preocupante que responsabilidades de acompanhamento e controlo recaíssem sobre pessoas igualmente em processo terapêutico, sem qualificações técnicas adequadas. Durante várias sessões de terapia de grupo, presenciei a psicóloga, Médica: CATARINA CUNHA (65592), utilizar expressões como: “isto aqui é para doer, tem que doer”. Em 15 anos de acompanhamento psicológico e psiquiátrico, nunca ouvi semelhante abordagem por parte de profissionais de saúde mental. Os utentes que procuram tratamento para dependências procuram igualmente apoio para lidar com traumas, impulsos, baixa autoestima, ansiedade e sofrimento emocional. Ouvir este tipo de discurso provocou em mim um profundo sentimento de falta de ética, empatia e respeito perante pessoas vulneráveis e em tratamento. Somos pessoas com problemas de adição, não somos animais — e nem os animais devem ser tratados com imposição, arrogância ou jogos psicológicos. Este tipo de comportamento apenas reforça a perceção de ausência de ética profissional dentro da instituição. Apesar de ter permanecido apenas quatro dias na clínica, esse período foi suficiente para reconhecer a falta de técnicos devidamente qualificados para a quantidade de utentes presentes, bem como a insuficiência de acompanhamento adequado em momentos críticos. Tive episódios de ansiedade e ataques de pânico sem o devido apoio especializado. Posso ainda referir que o meu familiar, identificado como tutor, contactou diariamente a clínica, sem nunca receber qualquer feedback relativamente ao meu estado emocional ou psicológico, nem sequer uma palavra de incentivo ou orientação sobre a continuidade do tratamento. No dia em que manifestei a intenção de desistir do internamento, por perceber que a realidade da clínica não correspondia ao que me tinha sido apresentado inicialmente, não houve qualquer tentativa de diálogo, avaliação clínica ou acompanhamento no sentido de compreender a minha decisão. Pelo contrário, foram imediatamente apresentados os documentos de desistência e contactado o meu familiar para me ir buscar. Acresce ainda que, dois dias antes da minha saída, solicitei autorização para contactar a minha psicóloga do CRI de Gondomar, pedido esse que me foi recusado sem qualquer justificação aceitável. Estando eu a necessitar de acompanhamento, e sem o ter, e terem simplesmente respondido que não havia contatos para médicos externos à clínica. Considero que todas estas situações demonstram falta de transparência, falhas graves no acompanhamento terapêutico, ausência de condições adequadas para os devidos tratamentos e práticas discriminatórias incompatíveis com aquilo que se espera de uma instituição desta natureza. Solicito, assim, que esta reclamação seja analisada com a devida seriedade e que sejam tomadas medidas para averiguar as práticas adotadas nesta clínica, de forma a garantir a dignidade, segurança e igualdade de todos os utentes. É de lamentar uma clínica receber pessoas a necessitar de acompanhamento diário, e poder dizer que em apenas 5 dias que estive, foram o suficientes para passar tudo isto. Ajuda, tratamento, inclusão, acompanhamento e outras coisas mais, foram coisas que posso dizer que não obtive! Já para não falar que tratasse de uma clínica em que se paga para lá estar, e ainda assim existe todos estas questões negativas a apontar.

Em curso
R. C.
14/09/2026
HOSPITAL VETERINÁRIO BICHOMIX

NEGLIGÊNCIA VETERINÁRIA = MORTE

RITA CONDE Para: Hospital Veterinário Bichomix Número de caso - 15493104 13/08/2026 Exmo. Senhores, CONTINUAÇÃO DA RECLAMAÇÃO-Número de caso - 15412339. A NEGLIGÊNCIA MÉDICA VETERINÁRIA SOBRE O RUCA PASSOU A AGRAVADA PORQUE CULMINOU NA MORTE DO ANIMAL!!! E, TAL COMO PODEM VER NAS FOLHAS DE RECLAMAÇÃO QUE VOS ENVIO EM ANEXO. FUI COAGIDA ARROGANTEMENTE PELA RESPONSÁVEL DRA. MAFALDA MELO PARA NÃO PREENCHER O LIVRO DE RECLAMAÇÕES NA SALA PARA QUE OUTRAS PESSOAS NÃO VISSEM E AVISOU-ME PARA QUE NÃO FALASSE COM NINGUÉM!!!! DEPOIS DA NEGLIGÊNCIA RESULTANTE EM MORTE VEM A FRIEZA E FALTA DE SENSIBILIDADE E HUMANIDADE PELOS ANIMAIS, ESTANDO PREOCUPADA ÚNICA E SIMPLESMENTE POR ESCONDER O QUE ALI SE PASSOU...... HORRÍVELMENTE TRISTE!!!!! NÃO OBTIVE QUALQUER RESPOSTA POR PARTE DO HOSPITAL BICHOMIX!!!!!!!!

Em curso
J. C.
07/09/2026

Atendimento

Exmos.senhores Hoje dia 7/09/2026 fui com a minha esposa a unidade de reabilitação do hospital st Antônio com marcação para as 08:11,logo na abertura uma antipatia do colaborador que abriu a porta mandando esperar no hall entrada,secretária abre as 8:30 o que não dá para entender visto abrir as 8:00,colaboradora da secretaria também antipática,passados 37 minutos de espera e por ter começado a reclamar e que vieram atender a minha esposa ,assim vai o sistema saúde em Portugal quando se tem colaboradores na entrada com telemóvel som alto está tudo entendido.

Em curso
L. D.
04/09/2026

Reclamação sobre lentes de substituição diferentes e problemas de qualidade

Venho apresentar uma reclamação relativa às lentes dos meus óculos fornecidas pela Well’s Óptica. Na sequência de problemas anteriores, a Well’s procedeu à substituição das lentes. Foi-me confirmado por escrito que seria aplicada uma nova garantia às novas lentes. Ao analisar a documentação entregue pela própria Well’s, verifiquei que aparecem diferentes tipos de lentes nos documentos emitidos pela loja. Numa nota de crédito consta: **ESSOR CLASSIC – lentes progressivas – suplemento de espessura 1.67/1.74 – Noblue** Posteriormente, na fatura **FT BCU001/000781, de 11/08/2026**, consta: **ESSOR PC VISION DPLUS – suplemento de espessura 1.6 – Noblue** Ou seja, os próprios documentos da Well’s indicam lentes com designações e especificações diferentes. Pouco depois de receber as novas lentes surgiu também um problema de qualidade. Após os óculos terem caído uma única vez, apareceram numerosos pequenos riscos numa das lentes, incluindo numa zona imediatamente acima da altura da íris e próxima do meu campo de visão. Uso óculos há muitos anos e nunca tive lentes que apresentassem tantos riscos tão rapidamente. Pretendo por isso que a Well’s esclareça por escrito: 1. Qual é exatamente a **marca/fabricante, modelo, índice e tratamento** das lentes atualmente colocadas nos meus óculos. 2. Por que motivo a documentação menciona primeiro **ESSOR CLASSIC 1.67/1.74** e posteriormente **ESSOR PC VISION DPLUS 1.6**. 3. Se as lentes de substituição são de qualidade e características equivalentes às lentes que deveriam substituir. 4. Se o aparecimento destes riscos é abrangido pela **nova garantia** que me foi confirmada por escrito. 5. Caso as lentes não sejam equivalentes ou apresentem um problema de qualidade, que sejam substituídas sem custos por lentes adequadas e equivalentes às que me foram inicialmente fornecidas/acordadas. Possuo a nota de crédito, a nova fatura, fotografias e a correspondência com a optometrista da Well’s, que posso apresentar como prova. Informo igualmente que esta situação está já a ser acompanhada pela minha advogada. Ainda assim, pretendo registar formalmente a reclamação através da DECO PROteste e obter uma resposta clara e documentada por parte da Well’s. **Com os melhores cumprimentos,** Liesbeth van Duijn

Em curso
R. J.
27/08/2026

Má Qualidade de serviço

Venho por este pedir ajuda para a resolução de um problema relacionado com um tratamento prestado por a oralmed da moita cujo o mesmo de valor de 17.000€ já pagos com recorrência a crédito pessoal e o mesmo também já liquidado. Depois de vários incidentes durante o tratamento como parafusos que se desapertaram dentes que partiram entre outros . No dia 19-03-2026 foi me colocada a minha prótese fixa sobre implantes , prótese definitiva , e no dia 21-07-2026 o dente incisivo central partiu recorria a oralmed e foi reparado o mesmo que passado uma semana voltou a partir . Eu vivo na Suíça e estou sem dente desde essa data , agora em setembro consegui um fim de semana para ir lá tentar uma solução na qual me foi dita que nessa data o doutor que tratou o meu caso não está pois estará em formação e eu pedi uma solução e não existe , creio ser lamentável o valor que me foi cobrado e esta qualidade de serviço não sei mais como proceder pois já enviei e-mail para eles algumas vezes e as respostas foram sempre insatisfatórias .

Em curso
A. c.
22/08/2026

Troca de tac

Reclamação – Troca de exame TAC e demora na resolução No dia 22 de agosto de 2026, desloquei-me à CUF para realizar uma TAC, motivada por dores na zona renal. O exame ficou disponível/concluído cerca das 13h30. Contudo, posteriormente foi detetado pela médica que me acompanha que o exame que se encontrava associado/entregue não correspondia ao meu, tendo ocorrido uma troca de exames. Considero esta situação extremamente grave e preocupante, não apenas pelo erro em si, mas pelas potenciais consequências que uma troca desta natureza pode ter na avaliação clínica, no diagnóstico e na orientação do tratamento de um doente. Acresce que, apesar de o problema ter sido identificado e comunicado, às 17h20 — quase quatro horas depois de o exame ter ficado pronto — a situação continuava sem estar devidamente esclarecida e resolvida, encontrando-me a aguardar pelo meu exame correto e, consequentemente, por uma resposta clínica relativamente às dores que motivaram a realização da TAC. Saliento ainda que foi a médica que detetou a troca, circunstância que considero particularmente preocupante. Caso tal não tivesse acontecido, importa perceber que consequências poderiam resultar da utilização de um exame pertencente a outro utente como sendo meu. Tratando-se de informação clínica e de exames de diagnóstico de utentes distintos, considero igualmente necessário que a CUF esclareça como foi possível ocorrer esta troca, em que momento aconteceu, quais os procedimentos de identificação e validação que falharam e se os meus dados ou exame foram disponibilizados a outro utente, questão que poderá também envolver a confidencialidade dos meus dados de saúde. Não considero aceitável que uma situação desta gravidade permaneça durante horas sem resolução, especialmente quando o utente realizou o exame por se encontrar com queixas de saúde e necessita do respetivo resultado para adequada avaliação médica. Assim, solicito formalmente: 1. O apuramento das circunstâncias em que ocorreu a troca dos exames; 2. A identificação das medidas tomadas para garantir que o exame que me é disponibilizado corresponde efetivamente ao meu; 3. O esclarecimento sobre se o meu exame ou quaisquer dados clínicos pessoais foram disponibilizados a outro utente; 4. A indicação das medidas corretivas e preventivas que serão adotadas para evitar a repetição de uma situação semelhante; 5. Uma resposta formal, por escrito, relativamente a esta ocorrência. Deixo registada a minha profunda preocupação e insatisfação perante uma ocorrência que considero incompatível com o rigor, a segurança e a confidencialidade que devem existir na prestação de cuidados de saúde, sobretudo numa unidade privada de saúde na qual o utente deposita confiança para a realização de exames de diagnóstico.

Em curso
B. L.
21/08/2026

Cobrança, exposição de dados pessoais e serviços pagos não usufruídos, Holmes Place

Sou cliente da Holmes Place desde 2024 e venho apresentar reclamação relativamente à forma como foi conduzida uma situação de cobrança, bem como relativamente a outros problemas que já tinha comunicado anteriormente ao clube. Reconheço que existem mensalidades em aberto e nunca me recusei a regularizar os valores efetivamente devidos. Fui contactado telefonicamente pelos serviços da Holmes Place e, segundo aquilo que recordo claramente da chamada, ficou acordado que efetuaria a regularização até ao final de agosto, concretamente até 30 de agosto. Posteriormente, ao dirigir me ao clube para treinar, fui informado na receção de que não poderia aceder às instalações sem efetuar previamente o pagamento. Expliquei o acordo telefónico. Após contacto com os serviços responsáveis, foi me dito que o registo interno indicaria um compromisso de pagamento até 15 de agosto. Existe, portanto, uma divergência sobre aquilo que foi efetivamente acordado, razão pela qual solicitei à Holmes Place a verificação do registo e, caso exista, da gravação da chamada. Existe ainda uma questão que considero particularmente grave relativamente à privacidade. Eu estava acompanhado pela minha mãe, que também é cliente do clube. A minha situação de pagamentos foi abordada na presença dela e, reciprocamente, a situação administrativa e financeira da adesão dela foi abordada na minha presença. Apesar de sermos mãe e filho, somos dois clientes distintos e não considero que a relação familiar constitua autorização para que informações contratuais ou financeiras de um cliente sejam comunicadas perante o outro. Por esse motivo, solicitei também que a Holmes Place analise internamente a situação sob a perspectiva da confidencialidade e proteção de dados pessoais. Existe ainda uma questão relacionada com um serviço adicional pelo qual pago. Parte da minha mensalidade está associada a aulas de Pilates. Há vários meses que, desde a alteração da aplicação utilizada pelo clube, tenho dificuldades recorrentes em efetuar as marcações, encontrando frequentemente indicação de inexistência de créditos ou disponibilidade. Já comuniquei este problema diversas vezes à receção, sem que tenha sido encontrada uma solução definitiva. Assim, estou a ser chamado a regularizar valores que incluem um serviço adicional que, durante vários meses, tenho tido dificuldade em utilizar apesar das sucessivas reclamações. Solicito, por isso, que seja analisado o histórico das minhas marcações e utilização das aulas de Pilates e que seja avaliada a adequação dos valores cobrados relativamente ao período em que não consegui usufruir regularmente desse serviço. Existem igualmente problemas de manutenção que tenho vindo a comunicar. Já sinalizei diversas vezes a existência de tampas de sanitas soltas. Numa ocasião, ao sentar me, a tampa deslocou se e quase caí. Também tenho encontrado mosquitos nos espaços destinados aos duches em diferentes ocasiões. Existe ainda, junto às salas de aulas de grupo, um bebedouro cuja zona apresenta frequentemente um odor muito intenso que se assemelha a esgoto. Esta situação também já foi comunicada à receção e voltou a ocorrer posteriormente. O episódio que determinou definitivamente a minha decisão de terminar a relação com o clube ocorreu quando manifestei expressamente à receção que estava profundamente insatisfeito com a forma como a situação tinha sido conduzida e que estava a considerar cancelar a minha adesão. No dia seguinte, perguntei à colaboradora se essa insatisfação tinha sido comunicada à Direção. A colaboradora confirmou que sim. Segundo aquilo que me foi transmitido por ela, a posição recebida da Direção foi simplesmente que “é o procedimento”. Depois de aproximadamente dois anos como cliente e sem histórico semelhante de incumprimento, considero que o conjunto destas situações comprometeu definitivamente a minha confiança na relação com a Holmes Place. Por esse motivo, solicitei formalmente o cancelamento da minha adesão. Pretendo com esta reclamação: 1. Confirmação do cancelamento da minha adesão e respetiva data de término; 2. Discriminação dos valores efetivamente devidos até à data do cancelamento; 3. Verificação do registo e, caso exista, da gravação da chamada telefónica em que foi acordada a data de regularização; 4. Análise da forma como a minha informação financeira foi abordada perante outro cliente e, reciprocamente, da informação da minha mãe perante mim; 5. Análise do histórico das aulas de Pilates e dos valores cobrados pelo serviço durante o período em que tive dificuldades recorrentes de utilização; 6. Resposta relativamente aos problemas de manutenção e condições das instalações anteriormente comunicados; 7. Uma resposta formal da Holmes Place relativamente ao conjunto dos factos relatados. Reitero que não pretendo evitar o pagamento de qualquer valor que seja efetivamente devido. Pretendo que sejam apurados os valores corretos, consideradas as questões relacionadas com os serviços que não consegui utilizar regularmente e concluído o cancelamento da minha adesão.

Em curso
J. B.
19/08/2026

Pele com queimaduras

Em setembro de 2025 procurei a clínica para um problema com manchas escuras, passei por uma consulta e resolvi fazer o tratamento, infelizmente minha pele sofreu graves queimaduras e agora estou com cicatrizes de queimadura por todo meu corpo, procurei a clínica e nada foi resolvido, apenas me passaram cremes que compro com meu dinheiro, cremes caros e não tive assistência alguma, e por ultimo já não respondem minhas mensagens, estou aflita.

Resolvida

Reclamação sobre falta de boas condições do serviço de hemodiálise peestados

Exmos Senhores, Eu, Paula Alexandra Ribeiro Netto de Viveiros, utente do Serviço de Hemodiálise deste Hospital desde Janeiro de 2025, venho por este meio apresentar as minhas impressões sobre os serviços prestados neste lugar, nomeadamente, relativas aos seguintes tópicos: A) a falta de qualidade e diversificação do lanche/ refeição oferecida ao utente a meio da sessão- um paposeco com muito pouco manteiga e de consistência muito seca e borrachosa e um meio copo de chá deslavado, sem outras opções à escolha alèm do mesmo chá e bolachas secas em contrastes com os lanches variados e de melhor qualidade servidos em qualquer outro Hospital ou centro de Hemodiálise em outros pontos do país. Na minha opinião, poderia ser oferecido em alternativa outros tipos de sanduíches ou uma sopa quente. No turno da noite, os utentes, muitas vezes se vêem obrigados a comer uma refeição completa por volta das 16h, 17h em casa antes de seguirem para a sessão para comer um "lanche" às 20h ( hora do jsntar); B) Relativamente à sala nova recentemente montada e equipada, informo que a rede wifi não foi testada no espaço pelo que os utentes têm tido muita dificuldade na utilização da rede neste espaço utilizando os dados móveis durante as sessões, aumentando as contas no final do mês. Acho estranho como houve tantos testes tecnicos e de equipamentos na sala antes da sua utilização, mas ninguém se tivesse lembrado de testar o alcance da rede wifi antes da entrada dos utentes na sala, indispensável para o conforto e entretenimento dos utentes durante as longas horas do tratamento; C) Relativamente às novas máquinas de Hemodiálise recentemente adquiridas saliento que tanto eu, como muitos dos outros utentes, conforme a informação que tenho tido em conversa com alguns deles, temos saído das sessões, desde a chegada das novas máquinas com sintomas de indisposição e mal estar gástricos, sendo que muitos dos utentes acabam não informando os enfermeiros sobre o assunto, pois foram condicionados a pensar qie o sofrimento silencioso faz parte do processo e não manifestam as suas queixas. No meu caso, tenho sempre informado os enfermeiros sobre qualquer alteração no meu metabolismo, pois sou uma pessoa informada e não estou disposta a sofrer em silêncio. Relativamente aos procedimentos dos enfermeiros e da equipa médica no que concerne à retirada dos líquidos dos utentes, nós, utentes, queixamos- nos que muitas vezes exageram no peso a retirar em cada sessão, levando a que, na maioria dos casos, na última hora da sessão os utentes sofrem de tonturas, baixas de tensão, mal estar digestivo e cãibras. Os pesos secos levam tempo a ser atualizados e muitas vezes não tem em consideração se os utentes tem manifestações relativas ao inchaço e retenção de líquidos. Muitas vezes, os enfermeiros têm que repor soro no final da sessão, o que é contraditório, pois se são manifestados todos os sintomas de retirada de excesso de peso significa que na última hora são retirados liquidos em excesso desnecessariamente. D) Relativamente às equipas de profissionais pouco tenho a reclamar, pois, pelo contrário, considero- os todos excelentes profissionais, muito empático e muito competentes, a começar pelo pessoal administrativo, nomeadamente o Sr. Jacinto, muito prestável e educado, todos os auxiliares operacionais e enfermeiros, de categoria sete estrelas; E) No que concerne a equipa médica, não ponho em questão o seu profissionalismo e conhecimentos mas acrescento umas falhas que poderiam ser melhoradas e ultrapassadas, tendo em conta a juventudo do quadro médico atual, que nao minha opinião, deveriam ter uma postura diferente perante o utente e a propria doença- não só uma pistura clínica e técnica, mas também mais humana e próxima do doente, ou seja, uma perspectiva de ver a medicina um pouco mais " fora da caixa" liberta dos ensinamentos de faculdade e congressos mais aberta à investigação e atualização mediante os novos tratamentos alternativos à Hemodiálise em desenvolvimento neste momento em vários pontos do mundo, nomeadamente no que consta as descobettas de Singapura relativamente a proteína IL 11 e o seu impacto na destruição dos rins e consequente desenvolvimento pela mesma equipa de anticorpos em forma de medicamento para eliminação desta mesma proteína e subsequente regeneração dos rins. Outro desenvolvimento científico importante foi a realização na China este ano do primeiro rim artificial orgânico paea dadores universais a ser comercializado internacionalmente a partir de 2030. Nós, utentes, estamos a par destes desenvolvi.entos e queremos fazer parte deles. Já me apercebi que as nossas médicas não estão a par destas investigacoes, estando limitdas spenas ao que sprenderam na faculdade e ao que ouvem nos Congressos médicos, que muitas vezes são patrocinados pelas farmacêuticas, promotoras da manutenção da doença mas não da sua cura. Nós, utentes não gostamos de ser vistos ou reduzidos à condição de doentes e muitas vezes apenas a " par de rins", a uma leitura simplificada de sintomas ou de dois ou três tópicos nos resultados nas análises clínicas. Somos pessoas, temos vidas, famílias, amigos, experiências, trabalhos, traumas, sentimentos, emoções, projetos e sonhos por realizar e muitas vezes percursos de vida traumáticos e muito complicados que nos levaram a sofrer desta doença e a acabar na hemodiálise, num.ptocesso muitas vezes dificil de enfrentar e de encarar a própria doença que condiciona tanto as nossas vidas, rotinas, projetos, sonhos e famílias. Não temos apoio psicológico, as nossas emoções não são sequer consideradas no processo, mas mais uma condição que faz parte da vida e, que segundo os médicos temos que ultrapassar, bem como também os efeitos secundários dos medicamentos e das novas doenças que estes trazem aa nossas vidas já de si complicadas. Relativamente ao campo emocional do utente, sugiro que a equipa médica estude e ivestigue as mais recentes descobertas da Neurociencia, relativas aos impactos profundos dos traumas e do stress crónico no desenvolmento deste tipo de doença bem como também das doenças metabólicas e auto imunes. As pesquisas do Dr. Gabor Matè são muito interessantes sobre o assunto e o seu conhecimento tanto pela equipa médica como pelos enfermeiros poderiam permitir novas abordagens de aproximação humana ao utente e potencializar o seu processo de cura, porque muitas vezes, se a raiz da doença for emocional, a sua cura também será emocional, porque o corpo sai finalmente do modo de sobrevivência e entra no modo de segurança com espaço para cura, expansão e regeneração dos órgãos e funções energético no equilibrio do organismo. Sugiro, por isso, aos profissionais de Sade deste serviço uma visita à Biblioteca deste Hospital, na qual excelentes técnicos poderão auxiliar no seu processo de investigação e atualização de conhecimentos na área através da cedência de artigos científicos sobre os assuntos em questao. Dando pir terminada a minha exposição sobre o assunto, mais uma vez reitero que esta não tem a haver com os funcionários que são excelentes, mas podem sempre melhorar, se considerarem sempre a opinião do utente sobre o serviço prestado, e sim, sobre estas mesmas condições. Sem mais nada a acrescentar, Com os melhores cumprimentos, Paula Alexandra Ribeiro Netto de Viveiros

Encerrada
C. N.
16/08/2026

Produto sem qualidade nenhuma em relação ao preço.

Comprei uma tenda na Vida xl que prometia ter um tecido super resistente, mas acontece que não vale nada, ao fim de 4 dias já se comecou a rasgar. Péssimo investimento, prometem um produto de qualidade e resistência já que é para o exterior, mas não aguenta nada. No email de satisfação do produto inseri lá a minha opinião e a empresa simplesmente mudou a descrição do produto. Acrecentando que o produto já nao era assim tão resistente às intempéries. Infelizmente foram 200€ jogados no lixo.

Encerrada

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