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Insatisfação com a demora de um atendimento e falta de organização e transparência
Assunto: Reclamação formal – Falta de contacto médico e atendimento insatisfatório Solicitei assistência médica durante a manhã e, ao longo do dia, realizei quatro chamadas para a Medicare a fim de obter esclarecimentos sobre a ausência de contacto por parte do médico. Cheguei inclusivamente a disponibilizar mais do que um número de telefone para que me pudessem contactar. Além disso, confirmei se os telemóveis cujos números disponibilizei estavam aptos a receber chamadas de números privados ou sem identificação. Fiz essa verificação em dois equipamentos, um iPhone e um Android, e estava tudo devidamente configurado para receber este tipo de chamadas. Passo a relatar o sucedido: Às 11h33, entrei em contacto com a Medicare e solicitei assistência médica. Posteriormente, consultei a aplicação e verifiquei que constava uma tentativa de contacto às 12h55. Por volta das 13h39, uma vez que não tinha recebido qualquer chamada, voltei a contactar a Medicare para comunicar a situação. A funcionária que me atendeu sugeriu que verificasse se o meu telemóvel permitia receber chamadas de números privados. Efetuei todas as verificações necessárias e confirmei que não existia qualquer bloqueio. Ou seja, não recebi efetivamente qualquer chamada. A funcionária informou-me então de que iria solicitar ao médico que voltasse a ligar. Aguardei novamente durante várias horas. Por volta das 19h42, perante a ausência de contacto, voltei a ligar para a Medicare para questionar a situação. Mais uma vez, foi-me pedido que aguardasse. Já por volta das 23h25, voltei a contactar a linha de atendimento e fui então informada de que ainda não existia qualquer médico atribuído ao meu pedido e que, assim que fosse atribuído, o médico me contactaria durante a madrugada. Foi neste momento que manifestei a minha insatisfação, uma vez que, em momento algum, fui informada de que poderia não existir um médico disponível ou de que o tempo de espera poderia ser tão prolongado. Pelo contrário, fiquei com a indicação de que receberia o contacto médico ainda durante o próprio dia. A funcionária Cláudia informou-me de que, caso pretendesse apresentar uma reclamação, poderia fazê-lo por e-mail ou através do Livro de Reclamações. É precisamente isso que estou a fazer. O que considero particularmente grave foi a postura da funcionária Cláudia, que afirmou não ter existido qualquer falha por parte da Medicare e atribuiu a responsabilidade a mim, alegando que não teria atendido a chamada das 12h55. No entanto, reitero que essa chamada nunca foi recebida. Passei o dia inteiro com ambos os telemóveis ao meu lado, com o volume no máximo e devidamente configurados para receber chamadas de números privados. Entretanto, estive durante todo o dia deitada, com febre, à espera de uma avaliação médica e de uma eventual prescrição para que o meu marido pudesse ir à farmácia adquirir a medicação necessária. É inaceitável que um pedido de assistência médica efetuado às 11h48 continue sem resposta às 23h30, depois de vários contactos da minha parte, sem que me seja apresentada uma solução concreta e, ainda por cima, com a responsabilidade pela falha a ser atribuída ao próprio cliente. Considero que o atendimento prestado pela funcionária Cláudia foi extremamente insatisfatório, sobretudo pela falta de empatia, pela ausência de uma solução e pela forma como lidou com uma situação que envolvia uma pessoa doente e à espera de assistência médica. Manifesto, assim, a minha profunda insatisfação com o serviço prestado pela Medicare e solicito que esta situação seja devidamente analisada, que me sejam prestados esclarecimentos sobre o sucedido e que sejam tomadas medidas para evitar que outros clientes passem pela mesma situação. Aguardo uma resposta e uma justificação formal para o sucedido.
Violação do direito à saúde e cancelamentos sucessivos de consultas
Assunto: Queixa por disfunção sistémica no SNS: Violação do direito à saúde e cancelamentos sucessivos de consultas Venho por este meio expor e requerer a intervenção de Vossas Excelências perante uma grave e generalizada disfunção no funcionamento do Serviço Nacional de Saúde (SNS), especificamente no que concerne aos cuidados de saúde primários e ao acesso a meios complementares de diagnóstico, que viola flagrantemente o artigo 64.º da Constituição da República Portuguesa. O motivo desta queixa fundamenta-se num padrão institucional que se tornou a norma em várias Unidades Locais de Saúde (ULS) do país, e do qual o agregado familiar da signatária é vítima direta: 1. Bloqueio no Acesso a Consultas: O tempo médio de espera para uma consulta com o Médico de Família ultrapassa os 4 meses. 2. Cancelamentos Sucessivos e Arbitrários: Tornou-se prática corrente o cancelamento de consultas por parte dos serviços, muitas vezes no próprio dia do agendamento, sem que seja facultada ao utente uma alternativa célere ou viável. Este facto arrasta o tempo de espera real por tempo indeterminado, gerando uma total desproteção do cidadão. 3. Encargos Duplos no Setor Privado: Perante a inércia do sistema, os cidadãos são empurrados para o setor privado. O caso concreto que motiva esta exposição, implicou o pagamento imediato de 230,00€ para a realização de um exame urgente à coluna vertebral, por manifesta incapacidade de resposta do SNS. Esta realidade assume contornos de profunda injustiça social e económica. No meu caso de Trabalhadora Independente, enquanto contribuinte ativa, cumpro rigorosamente com obrigações fiscais e contribuições elevadas para a Segurança Social, sem que usufrua de quaisquer regalias, redes de proteção céleres ou subsistemas de saúde específicos. Mais do que a resolução de um processo individual, esta queixa visa denunciar a exclusão social gerada pelo próprio Estado: a população sem recursos financeiros fica condenada ao abandono e à degradação absoluta da sua saúde na sarjeta da burocracia pública. Face à gravidade do cenário exposto, solicito que: • Seja realizada uma auditoria urgente à taxa de cancelamento de consultas nos cuidados primários e aos mecanismos de reagendamento obrigatório; • Sejam avaliadas medidas de salvaguarda ou reembolso para utentes que, por manifesta falha de resposta atempada do Estado em situações de dor aguda, sejam obrigados a suportar custos no setor privado.
Reclamação sobre consulta de Endocrinologia na CUF Almada
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à consulta de Endocrinologia realizada no dia 21 de outubro de 2026, pelas 12:00, na CUF Almada, com a Dra. Ana Gonçalves Ferreira. Marquei esta consulta porque, nos últimos meses, tenho vindo a apresentar excessiva e um aumento de peso considerável, pelo que procurei acompanhamento médico especializado para compreender as possíveis causas e encontrar soluções adequadas para o meu problema. Infelizmente, a experiência que tive durante a consulta foi extremamente desagradável e deixou-me profundamente insatisfeita. Ao longo da consulta, senti que estava a ser submetida a um interrogatório constante, num ambiente de pressão e julgamento, em vez de uma consulta médica orientada para a compreensão da minha situação clínica. Sempre que não sabia responder de forma exata a alguma pergunta ou quando a minha resposta era incompleta, senti da parte da médica uma atitude de impaciência, reprovação e irritação, o que me deixou cada vez mais desconfortável e constrangida. A forma como a questão da obesidade foi abordada foi particularmente perturbadora. Tenho plena consciência da minha situação clínica, razão pela qual procurei ajuda médica especializada. No entanto, a comunicação foi feita de uma forma que considerei agressiva, fria e desprovida de empatia, fazendo-me sentir julgada em vez de apoiada. Fiquei também muito abalada com a forma como foi introduzida a possibilidade de estar em pré-menopausa. Depois de ter partilhado que ainda pretendo engravidar, esperava uma abordagem cuidadosa, esclarecedora e sensível. Em vez disso, a informação foi transmitida de forma abrupta, sem a empatia que um tema com este impacto emocional exige. Ainda durante a consulta, foi alterada a orientação terapêutica da obesidade sem que eu sentisse ter existido uma explicação clara, uma discussão adequada das alternativas disponíveis ou uma verdadeira consideração pelas minhas preocupações e objetivos. Aquilo que mais me marcou não foi apenas o conteúdo clínico da consulta, mas sobretudo a forma como fui tratada. Em nenhum momento me senti acolhida, compreendida ou respeitada enquanto doente. Pelo contrário, saí da consulta emocionalmente afetada, desmotivada e com a sensação de que as minhas preocupações foram desvalorizadas. Reconheço e respeito a importância do julgamento clínico dos profissionais de saúde. No entanto, considero que a qualidade dos cuidados de saúde deve incluir não apenas a competência técnica, mas também a empatia, a comunicação e o respeito pela dignidade do doente, aspetos que, na minha experiência, estiveram claramente ausentes nesta consulta. Solicito, por isso, que esta situação seja analisada pela CUF e que me seja dado feedback sobre as diligências que entendam adequadas.
Perguntas do tomador sem resposta e reclamação sobre a Linha Médis por responder
O meu pai, tomador de uma apólice Médis, enviou à Médis a 14 de Outubro de 2026 um pedido escrito a partir do email associado ao contrato, como a própria Médis tinha exigido, e pediu que a resposta fosse enviada para esse mesmo email. No pedido fez várias perguntas. A 19 de Outubro a Médis respondeu para o email dele, mas limitou-se a enviar as Condições Particulares e as Condições Gerais e Especiais. Ficaram sem resposta as seguintes perguntas: 1. Se existe alguma tabela com o valor ou a percentagem de cobertura por doença. 2. Qual é o prazo de pré-aviso para cancelar a apólice, se é possível cancelá-la a meio da anuidade e com que custos ou penalizações. 3. O que acontece se o prémio não for pago a tempo. 4. O que é necessário para me autorizar a tratar de assuntos da apólice em nome dele. Em vez de responder, a Médis remeteu para a Linha Médis. Foi precisamente na Linha Médis que, a 13 de Outubro, o assistente virtual desligou a chamada quando pedi para falar com um operador. A reclamação que fiz sobre isso nunca foi respondida. Exijo que a Médis responda por escrito, para o email do tomador, a todas estas perguntas, e que responda à reclamação sobre a Linha Médis.
Espera nas urgências CUF
É um verdadeiro absurdo uma espera nas urgências de um hospital privado levar 4 horas!!!! O atendimento permanente adulto da CUF Descobertas é degradante!
Assistente virtual desliga a chamada e pedido continua sem resposta
Exmos. Senhores, Em nome do tomador de uma apólice Médis, enviei a 9/10/2026 para o apoio ao cliente um pedido de documentação e de informação sobre a apólice. A 13/10/2026, às 13:49, a Produção Individual da Médis respondeu que as questões sobre documentação e coberturas deviam ser tratadas através da linha de apoio ao cliente. Seguindo essa indicação, liguei nesse dia às 15:09 para o 218 458 888, duas vezes. As chamadas duraram 27 segundos e 2 minutos e 32 segundos. Fui atendido por um assistente virtual que repetiu a pergunta sobre o assunto da chamada. Quando pedi para falar com um assistente, a chamada foi desligada. Não cheguei a falar com ninguém e o pedido continua sem resposta. Já apresentei reclamação à Médis por email a 13/10/2026, no Livro de Reclamações Electrónico a 14/10/2026 e à Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões a 14/10/2026. Peço que a Médis envie a documentação e a informação sobre coberturas pedidas a 9/10/2026 e que garanta um contacto efectivo com um operador. Cumprimentos
Encomenda danificada
Recebi uma encomenda que veio partida no dia 23/09/2026, todos os dias tento contactar a druni seja através do formulário de contacto ou do e-mail, e já à mais de uma semana recebi um e-mail da druni que dizia que a transportadora viria buscar a encomenda com urgência depois disso não me disseram mais nada e já lá vai mais de uma semana eu quero o meu reembolso com urgência
Doença adquirida
Exmos senhores. Fui fazer uma resonancia magnetica. Deram-me botas e bata rotas, levaram muito tempo, não me poseram proteçao nos ouvidos, e sai de lá com Tinitus. Até morrer vou ouvir barulho de fundo. Nunca mais saberei o que é o silêncio.
Serviço Limpeza Profunda
Contratualizei serviço de limpeza profunda no passado dia 23 de Setembro tendo sido cobrados previamente 132,41 euros. 1- Inicio trabalho - deveriam chegar entre 14 e as 14 e 30. Chegaram as 15 h 2 - Cozinha - limpeza superficial armários, chão, sem afastar electrodomésticos . Tive eu que afastar maquina da loiça e roupa para que limpassem o chão. Os WC das gatas , nem lhes tocaram. 3-Na sala, a limpeza foi ainda pior. O pó de uma prateleira a um 1,5 m de altura nem viu o pano viu. Afastei eu os sofas, um espelho grande de chão, um quadro encostado, enquanto as duas empregadas olhavam para mim . Isto apesar de lhes ter dito que assumia eu algum dano no processo, uma delas disse que lhe doiam as costas. Quando "terminaram " vieram -me chamar para eu voltar a pôr os sofas no sitio " para poderem continuar a limpeza ". Fi-lo com um pé e a irritação ajudou-me. A Lareira permaneceu cheia de cinzas e de vidros foscos. As plantas não saíram sozinhas do seu canto portanto as folhas secas e o pó continuaram a fazer-lhes companhia. Na minha casa nenhum móvel ou objecto se auto-move, estranho. Tendo a FIDELIDADE associada a esta empresa , pensei estar a comprar um serviço seguro. Pois. Se esta limpeza é a "profunda " ... Pra além de ter ficado com um forno limpo, ganhei uma tarde de irritação essa sim , profunda.
Cancelamento de consultas externas de ginecologia
Esta reclamação é a continuação de uma outra reclamação que eu já tinha feito aqui (nº 14936450), uma vez que a situação escalou. Para resumir muito rapidamente, a 30 de outubro do ano passado (2025) a minha médica de família realizou um pedido de consulta externa para a maternidade julio dinis no porto, a meu pedido, para a colocação do DIU hormonal, a minha reclamação anterior deveu-se ao facto de eu estar há meses à espera da consulta (já passava bastante dos 120 dias máximos que constam na lei), fiz também uma reclamação à entidade regiladora da saúde mas entretanto nada aconteceu e eu continuei à espera. Até que no final de julho deste ano (2026) o pedido de consulta foi cancelado por parte da maternidade e quando questionei a minha médica de família sobre o porquê, ela explicou-me que os serviços da maternidade consideram que esse procedimento (a colocação do DIU) deve ser feita pelos cuidados primários, ou seja, nos centro de saúde pelos médicos de família. Contudo, e isto também me foi dito pela minha médica de família, a maioria dos médicos de família não têm formação especializada para fazer esse procedimento, nem alguns centros de saúde estão equipados para tal. Ora, se os centros de saúde não conseguem garantir esse serviço então são os hospitais que têm de garantir. Vou também atualizar a minha reclamção junto da entidade reguladora da saúde, mas infelizmente não acredito que vá acontecer algo, precisamos de mais pessoas a fazer as reclamções devidas.
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