Reclamações públicas
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cobrança indevida
Venho apresentar reclamação relativamente à forma como fui atendida na Clínica HeyDoc Norteshopping e à exigência de pagamento de um valor que contradiz as comunicações anteriormente efetuadas pela própria clínica. Em março de 2025 fui contactada pela clínica para regularizar um valor pendente. Após solicitar esclarecimentos sobre o montante em dívida, recebi comunicação escrita da Gestora de Clínica, Dra. Sandra Pereira, informando que, embora o valor total do tratamento fosse de 305€, devido à cobertura do meu seguro Multicare, o valor efetivamente a meu cargo seria de 70€. Na sequência dessa comunicação, a clínica enviou-me os dados bancários para pagamento dos referidos 70€, informação que foi reiterada posteriormente por e-mail. Não procedi ao pagamento naquele momento porque me encontrava fora da cidade do Porto e, posteriormente, em Moçambique, no âmbito das atividades relacionadas com a minha investigação de doutoramento e compromissos profissionais. Contudo, nunca recusei regularizar a situação. Assim que regressei a Portugal, entrei em contacto com a clínica para retomar o tratamento, levantar a prótese já produzida e resolver o assunto do pagamento pendente. Para minha surpresa, fui informada de que teria de pagar 305€ e não os 70€ que me tinham sido comunicados por escrito pela própria clínica. Quando procurei esclarecer a discrepância entre os valores, explicando que possuía e-mails da clínica indicando expressamente que o montante devido era de 70€ e que o meu seguro Multicare se encontrava ativo, não me foi apresentada qualquer justificação documental ou explicação para a alteração do valor. A situação foi agravada pela forma como fui atendida. A colaboradora que me recebeu recusou-se a analisar os esclarecimentos prestados e insistiu que o único valor aceite seria 305€. Posteriormente fui conduzida para uma sala onde se encontrava outra colaboradora, tendo ambas insistido no pagamento imediato daquele montante. Durante todo o atendimento senti-me pressionada e constrangida. Foi-me transmitido que, caso não efetuasse o pagamento imediato dos 305€, não teria acesso à continuação do tratamento nem à prótese já produzida. Considero particularmente grave que: Exista comunicação escrita da própria clínica indicando que o valor a meu cargo seria de 70€; Não me tenha sido apresentada qualquer fundamentação para a posterior exigência de 305€; O acesso ao tratamento e à prótese tenha sido condicionado ao pagamento imediato desse valor; O atendimento tenha decorrido de forma desrespeitosa, sem disponibilidade para analisar a documentação existente ou prestar esclarecimentos adequados. Solicito a apreciação desta situação, bem como o apuramento da conformidade da atuação da clínica relativamente aos deveres de informação, transparência e respeito pelos direitos dos utentes. Solicito ainda que a clínica seja instada a apresentar uma discriminação detalhada dos valores alegadamente em dívida e a justificar formalmente a divergência entre os 70€ comunicados por escrito e os 305€ posteriormente exigidos. Anexo cópia das comunicações eletrónicas trocadas com a clínica que comprovam os factos acima descritos. Anny Mireilles Sarea de Mendonça
Pedido formal de esclarecimento, cancelamento de subscrição e reembolso de cobranças não autorizadas
Assunto: Exmos. Senhores, No dia 16 de abril de 2026 procedi à instalação da aplicação Mindway, da responsabilidade da Medical Score UAB. No momento da subscrição, o único valor que me foi apresentado foi €6,49, o qual aceitei expressamente e relativamente ao qual prestei o meu consentimento. Posteriormente, foram processadas cobranças adicionais sem que as mesmas me tivessem sido clara, expressa e transparentemente comunicadas previamente, nem objeto do meu consentimento informado, nomeadamente: 23 de abril de 2026: €37,98; 25 de maio de 2026: €37,98; 22 de junho de 2026: €37,98. Estas cobranças totalizam €113,94, montante que não autorizei, uma vez que não me foi fornecida informação clara e transparente relativamente à alegada subscrição, aos seus termos contratuais, condições de renovação, periodicidade de faturação ou valores efetivamente a cobrar. Nos termos da legislação aplicável à proteção dos consumidores e dos princípios da transparência, da informação pré-contratual e do consentimento informado, venho pela presente solicitar formalmente: Uma explicação detalhada de todos os montantes cobrados, incluindo as datas de cada transação e o fundamento contratual invocado para tais cobranças; Uma cópia integral dos termos e condições, contrato de subscrição e qualquer documentação que alegadamente comprove a minha aceitação da subscrição e autorização das cobranças em questão; O cancelamento imediato de qualquer subscrição ativa e/ou renovação automática associada à minha conta; O reembolso integral de €113,94, correspondente aos valores cobrados sem o meu consentimento expresso e informado. Em anexo, apresento os dados da referida entidade disponíveis na plataforma da mesma
Reclamação Transfronteiriça — Ánzhela Gyetman e Mykhalo Gyetman contra clínica veterinária 24h Veter
Exmos. Senhores da DECO, Nós, Ánzhela Gyetman e Mykhalo Gyetman, co-proprietários do animal de companhia, vimos por este meio apresentar uma reclamação transfronteiriça formal contra uma clínica veterinária em Sevilha, por abuso financeiro (falta de transparência na faturação) e negligência médica grave. Como somos residentes em Portugal (Vila Real de Santo António) e a empresa está sediada em Espanha, solicito a vossa intervenção jurídica urgente. Em anexo, submeto toda a documentação estruturada em três ficheiros: 1. 01_Reclamacao_Clinica_e_Fatura.pdf — Texto detalhado da queixa, cópia da fatura abusiva, notas explicativas sobre a fraude médica/financeira e o histórico de e-mails/WhatsApp ignorados pela clínica. 2. 02_Denuncia_Colegio_Veterinarios_e_Fotos.pdf (AJ/EI 94-2026) — Processo detalhado enviado ao Colegio Oficial de Veterinarios de Sevilla e o arquivo fotográfico completo que demonstra as consequências fatais da negligência na cicatrização do animal. 3. 03_Resposta_Consumo_Espanha.pdf — Resposta oficial do órgão de proteção do consumidor espanhol (Consumo Responde — Junta de Andalucía), onde declaram a incompetência territorial devido aos prazos legais e aconselham explicitamente a avançar com o processo através das autoridades competentes em Portugal. ⚠️ Nota de Esclarecimento sobre a Titularidade dos Processos: Para facilitar a análise jurídica deste processo, esclarece-se que: 1. Faturação e Perdas Financeiras: As faturas emitidas pela clínica visada estão em nome de Mykhalo Gyetman, razão pela qual esta queixa de consumo é apresentada através da respetiva conta DECO. 2. Processo Deontológico em Espanha: A denúncia formal por negligência profissional junto do Colegio de Veterinarios de Sevilla (Expediente N.º AJ/EI 94-2026) foi submetida em nome de Ánzhela Gyetman, com a respetiva identificação civil legal. Fico à inteira disposição para o envio de mais esclarecimentos e aguardo a vossa análise. Melhores cumprimentos, Ánzhela Gyetman WhatsApp: +351 962 288 805
URGENTE: Reclamação Faturação - Hospital CUF Descobertas
No dia 09 junho 2026, realizei um conjunto de exames de diagnóstico na unidade Hospital CUF Descobertas, especificamente: Score de Cálcio, Angio-TC e Eletrocardiograma. No momento da admissão/aceitação, questionei explicitamente os serviços administrativos se o meu número de seguro Médis se encontrava registado e ativo no sistema, tendo-me sido garantido que sim. Mais informo que a respetiva cobertura e atos médicos já tinham sido previamente validados e autorizados pela própria seguradora Médis através de uma pré-autorização formal. Contudo, na mesma noite, foi-me emitida e enviada uma fatura com o valor total dos atos médicos, cobrados a preço particular e sem qualquer aplicação da comparticipação do seguro de saúde. Considero o serviço prestado pelos serviços administrativos da CUF Descobertas negligente, sem o mínimo de rigor e com total falta de profissionalismo. Perante qualquer eventual dúvida ou desconformidade com o número do cartão de seguro, o procedimento correto e expectável seria o contacto com o utente para esclarecimento, e nunca a emissão automática e infundada de uma fatura por inteiro. Exijo a imediata anulação da fatura emitida incorretamente e a respetiva emissão de um novo documento de faturação que reflita os valores corretos de copagamento, de acordo com a pré-autorização da Médis.
Encomenda não recebida, sem fatura, sem resposta
Efetuei uma encomenda no dia 21 de maio e, desde então, não recebi qualquer atualização sobre o estado da mesma. Já enviei cinco emails, que é a única forma de contacto disponível, mas nunca obtive resposta. Solicitei o cancelamento da encomenda e a devolução do valor pago, e continuo a aguardar uma resposta. Nunca recebi fatura. Recebi informação, no dia 29 de maio de indicação de expedição de encomenda, via CTT. Este envio não existe no site do CTT (rastrear encomenda). Estou completamente desagradado com o serviço prestado, considero esta situação inaceitável e sinto que não houve transparência.
Créditos junto a cofidis
Boa noite. Venho abrir novamente outra reclamação. Fiz um empréstimo junto a Cofidis onde ao começar o tratamento fui informada que deveria Refazer o empréstimo. Quando me deparei no fim do mês na minha conta bancária foi retirado por 2 x valores diferentes. Liguei A Smileup onde recebi a informação que tenho 2 empréstimos. Sinto me lesionada e enganada pq não me foi feito a reformulação do empréstimo. Isso é uma Burla para enganar e angariar cliente. Estou a tentar cancelar o 2 empréstimo. Fui atendida pela Smileup para tentar resolver e fui muito mal atendida. Quero o cancelamento do 2 empréstimos e ser reparada pela má intuição da clínica Smileup de Benfica.
Encerramento tratamento devolução de credito
Em novembro de 2026 solicitei o encerramento do meu tratamento junto a clinica oralmed da cidade de évora, no dia 20 de novembro assinei o termo sobre o cancelamento juntamente com o senhor Miguel ramalho ao qual é o gestor de clientes, o mesmo me informou que todo o processo demoraria em torno de 3 meses, concordei e me preparei para manter o pagamento do crédito até a altura informada, porém o encerramento e a devolução do crédito junto a cofidis não foi realizado, gerando assim a cobrança contínua. Toda esta situação está me gerando transtornos pessoais, financeiros e problemas com o banco de portuga
Reclamação – faturação incorreta em consulta de urgência (Hospital Lusíadas Amadora)
Venho apresentar reclamação relativa a uma situação ocorrida no Hospital Lusíadas Amadora, no contexto de uma consulta de urgência realizada há aproximadamente um ano. No momento da consulta, não foi efetuada a faturação correta através do meu seguro de saúde, tendo-me sido posteriormente cobrado o valor de 75 euros. No entanto, ao abrigo do meu seguro, o valor correto da consulta seria de 30 euros. Desde então, tenho tentado resolver a situação diretamente com o hospital. Já efetuei inúmeras chamadas telefónicas, enviei vários emails e, inclusive, dirigi-me presencialmente ao hospital para tratar do assunto. Nessa ocasião, foi-me indicado que a situação ficaria resolvida em poucos dias, o que não se verificou. Em todas as interações telefónicas fui informado de que o assunto seria analisado e resolvido, contudo, até à data, não houve qualquer resolução efetiva. Adicionalmente, fui entretanto contactado por uma empresa de cobrança, sendo informado de que o processo se encontra em pré-contencioso. Esta situação ocorreu apesar de eu ter reiteradamente contactado o hospital e solicitado a regularização da faturação. O que solicito é simples: a correção da faturação da consulta, de forma a refletir o valor acordado no âmbito do seguro de saúde (30 euros), permitindo assim proceder ao pagamento correto e imediato da mesma. Considero esta situação injustificável, uma vez que resulta aparentemente de uma falha administrativa no momento do atendimento, à qual se soma uma ausência prolongada de resolução por parte da instituição, apesar dos múltiplos contactos efetuados. Reforço que não recuso o pagamento da consulta, mas apenas o pagamento do valor incorretamente faturado. Aguardo uma resolução célere deste assunto. Com os melhores cumprimentos,
Encomenda por entregar desde dia 13/05
Bom dia, Fiz uma encomenda no dia 13 de Maio (encomenda LS_36641) e a mesma foi logo confirmada como aceite e expedida. Atendendo que o tempo de entrega que seriam 5 dias aguardei, achando no entanto estranho o estado da mesma se manter igual no site dos CTT, sendo que desde esse dia apenas refere “aguarda entrada nos CTT”. Deixei passar uns dias e perto do termino do tempo de entrega contactei o apoio ao cliente, onde recebi inicialmente uma resposta automática referindo que estavam com uma redução temporária de equipa, mas que em breve iriam entrar em contacto. Entretanto, volto a solicitar uma resposta e recebo por parte da responsável do apoio ao cliente Sofia Vasconcelos, a resposta de que irá averiguar a situação e que em breve me daria uma resposta. Achando estranho a situação, visto que diziam entrar em contacto comigo e não o fizeram, entro em contacto com os CTT e é-me dito que a suposta encomenda registada com o numero DB287466394PT no dia 20 de MAIO, mas NÂO entregue, nos serviços para ser distribuída, até à data. O certo é que o tempo de entrega ja foi ultrapassado, o estado da encomenda mantém-se e nao recebi ate a data nem encomenda, nem resposta para o atraso ou qualquer justificação para o mesmo. Assim sendo, e tendo visto posteriormente os vários problemas pelo qual também estou agora a passar, enviei um email a solicitar ou a entrega da encomenda ou a devolução do valor. Como continuo sem resposta e sem restituição do valor, tudo leva efetivamente a crer que este site será de origem fraudulenta, e assim sendo não me resta alternativa se não apresentar queixa crime de burla nas entidades competentes, sendo inadmissível este tipo de situações e postura perante os consumidores. Já vi várias queixas rwsolvidas no site do portal da queixa e espero sinceramente que aconteça o mesmo. Ou o envio doa produtos ou a devolucao do valor. Obrigada Silvia Ferro
venda agressiva aparelho auditivo
Assunto: Pedido de apoio e análise de situação de consumo – aquisição de aparelhos auditivos e contrato de crédito associado Exmos. Senhores da DECO, Venho solicitar a vossa ajuda e intervenção relativamente a uma situação que envolve a minha sogra, a Senhora Lucília Marques Rodrigues Pagado, e que nos suscita sérias preocupações enquanto consumidores. A Senhora Lucília Marques Rodrigues Pagado é uma pessoa idosa, residente em Quinta Vale do Homem, n.º 28, Rés-do-Chão, Reta da Salinha, 6440-492 Nogueira do Cravo, Oliveira do Hospital. No dia 12 de maio de 2026, participou numa ação de rastreio auditivo gratuito promovida pela empresa OMD Audição Portugal, Lda., NIPC 514149485. Esta ação foi realizada numa carrinha/unidade móvel de rastreio auditivo e não num estabelecimento comercial tradicional. Durante essa ação, foi informada de que sofria de perda auditiva e foi aconselhada a adquirir aparelhos auditivos. A venda foi efetuada pela colaboradora Joana Martins, tendo sido atendida pelo Sr. Paulo Breda e avaliada pela audiologista Mariana Moura. Na sequência do rastreio foi celebrado o contrato n.º 12331DA, através do qual foram vendidos dois aparelhos auditivos modelo SPA360 e respetivos acessórios. Os equipamentos fornecidos incluíram: Dois aparelhos auditivos modelo SPA360; Auscultadores e acessórios associados; Carregador; Olivas e restantes componentes fornecidos com o equipamento. Posteriormente foi celebrado um contrato de crédito associado à aquisição destes equipamentos. O contrato de crédito tem o n.º 80004465299 e foi aprovado apenas em 20 de maio de 2026. O valor global financiado ascende a 6.507,70 €, sendo que aproximadamente 5.990 € correspondem ao custo dos aparelhos auditivos e o valor remanescente corresponde a encargos e seguro associado ao financiamento. O contrato prevê o pagamento de 72 prestações mensais de 114,29 €. Após a contratação, a família tomou conhecimento do valor total do compromisso financeiro assumido e verificou que a Senhora Lucília não possui capacidade económica compatível com este encargo. A consumidora já possui outras responsabilidades financeiras em curso, incluindo outro crédito ativo, situação que agrava significativamente a sua capacidade de pagamento. A Senhora Lucília possui reduzida literacia financeira e tem dificuldade em compreender contratos complexos, designadamente contratos de crédito, os respetivos encargos e as consequências financeiras de longo prazo. Acresce que os aparelhos auditivos adquiridos não se revelaram adequados à sua utilização diária. A consumidora não conseguiu adaptar-se aos equipamentos, não os utiliza regularmente e considera que os mesmos não lhe proporcionaram o benefício esperado. Existem igualmente dúvidas relativamente ao processo de avaliação auditiva realizado antes da venda, nomeadamente quanto à realização dos exames necessários, à explicação dos resultados obtidos e ao esclarecimento prestado sobre as alternativas disponíveis. A família considera que a consumidora não teve plena perceção do compromisso financeiro que estava a assumir nem do impacto económico de um contrato desta dimensão. Perante esta situação, foram preparados pedidos de resolução amigável dirigidos quer à OMD Audição Portugal, Lda., quer à entidade financiadora Credibom, solicitando a devolução dos equipamentos e a resolução dos contratos celebrados. No entanto, antes de avançarmos para outras entidades ou meios de resolução de conflitos, pretendemos obter o parecer e apoio da DECO. Assim, solicitamos: A análise da legalidade e regularidade de todo o processo de venda e financiamento; A análise dos direitos da consumidora relativamente à resolução do contrato; A análise da atuação da entidade vendedora e da entidade financiadora; Informação sobre os mecanismos mais adequados para defesa dos direitos da consumidora; Apoio na eventual apresentação de reclamações ou procedimentos de resolução de litígios. Juntaremos toda a documentação disponível, incluindo contratos, proposta de crédito, comprovativos de pagamento e restantes elementos relevantes. Agradecemos desde já toda a atenção dispensada e ficamos a aguardar a vossa orientação. Com os melhores cumprimentos, João Carlos Fonseca Restolho Em representação de Lucília Marques Rodrigues Pagado Oliveira do Hospital, 03 de junho de 2026
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