Reclamações públicas

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R. S.
23/01/2018

Processo 18AU066642

Dia 08-01-2018 tive um acidente, cujo qual, não fui o culpado. Foi efectuada uma declaração amigável entre mim e a senhora Catarina Alves (condutora do veiculo de matricula 42-76-UC) cujo o tomador de seguro é o seu pai, de nome: Justino Alves. A seguradora deste senhor é a Mapfre e o nº de apolice é 41015140227471.Esta senhora, de imediato declarou-se culpada conforme consta na declaração amigável.A minha viatura cuja matricula é 10-DR-68, Citroen Grand Picasso C4 de 7 lugares, foi então de reboque para uma oficina de minha escolha. Pois os danos foram bastantes e não foi possível a mesma sair pelas suas rodas do local.No próprio dia, da parte da manhã, diriji-me à minha seguradora em Lisboa e entreguei a declaração. Fi-lo o mais depressa que possível para ver se o processo seria rápido.Meus senhores, hoje, dia 23-01-2018 estamos na seguinte situação que para mim é surreal:Até à data de hoje, já foram efectuadas 3 peritagens.Na primeira peritagem, o Perito Sr. Miguel Rodrigues disse ser impossível não efectuar a peritagem por inteiro porque a minha carrinha estava com problemas de bateria e alternador, e só faria a peritagem conclusiva quando eu resolvesse esses problemas.Dei então ordens à oficina para me arranjarem esses problemas para então se fazer a peritagem final.Situação resolvida, a oficina resolveu então os problemas, mas parece que houve aqui uma disputa entre a oficina e o perito, pois parece que o perito não queria que a frente da carrinha fosse desmontada. O perito deve acreditar em magia, pois queria que a oficina arranjasse o que havia a arranjar sem que peças fossem desmontadas. Coisa que segundo os especialistas da oficina dizem ser impossível.Desde então foram efectuadas mais 2 peritagens, uma das quais hoje, dia 19-01-2018, e o que me disseram, é o que o perito apenas foi marcar presença no local e marcar nova peritagem para daqui a uma semana, dia 26-01-2018!! Provavelmente neste dia também irão gastar combustível e marcar apenas a sua presença. Estes peritos são amadores e necessitam de várias peritagens para uma conclusão?O que se está aqui a passar? Entre estes dias, tenho estado em contacto com a linha de apoio da okteleseguros, e quando finalmente consigo falar com alguém da gestão, pessoas arrogantes de nome: Nuno Oliveira e Judite Canelas, que apenas me sabem dizer que só tem que esperar, está em fase de analise.Contactei também a seguradora da culpada, Mapfre, e o que me dizem é o que me deixa mais estupefacto! Nós,Mapfre, no dia 10-01-2018, demo-nos como culpados e informamos a Viadirecta/Okteleseguros que podiam seguir com o processo de reparação do veiculo!!NÃO CONSIGO ENTENDER O QUE SE PASSA AQUI! É A MINHA PRÓPRIA SEGURADORA QUE ESTÁ A METER DIFICULDADES, QUANDO NEM SEQUER SERÁ ELA A ACATAR COM OS CUSTOS!Será represálias por eu ter escolhido uma oficina que não aconselhada por eles?Hoje dirigi-me à Sede da Okteleseguros em Lisboa, efectuei reclamação por escrito, falei com a funcionária do balcão (Srª Patrícia Silva), a mesma esteve em linha com o departamento de sinistros. Acontece que até a funcionária, estava perplexa com as respostas, dizendo mesmo que não fazia qualquer sentido! Esta funcionária foi até a data a única que se mostrou interessada em ajudar me.Tenho andando bastante desesperado com tudo isto, tenho 2 trabalhos e 4 crianças cujo qual o carro de 7 lugares são as minhas pernas!Necessito urgentemente de veiculo de substituição e só mo dizem dar quando houver ordem de reparação!Até então tenho andado a gastar imenso dinheiro em transportes, estou a enviar emails com os recibos para o Okteleseguros e os mesmos não garantem que eu seja reembolsado! Estou numa fase desesperante.A seguradora quer que seja eu a dar a necessária autorização para a concretização da reparação. Mas eu não posso fazer isso sem certezas que a companhia se compromete com os custos!Já fiz esta reclamação no livro de reclamações no balcão. já fiz reclamação para a provedoria do cliente, e outras entidades competentes, e ainda ninguém se dignou a responder!Caso necessitem de comprovar esta situação, deixo os dados da oficina onde se encontra a viatura:WALKINGARAGE,LDAEstrada de Paço de Arcos Nº 167Armazem C2735-307 São Marcos - Sintra

Encerrada
C. S.
19/01/2018

Funcionamento inumano

O meu nome é Carlos Manuel de Oliveira dos Santos Silva, sou cidadão nacional com o nº 10046781, trabalhador, contribuinte, com 44 anos de idade. Venho desta forma manifestar a minha reclamação, a minha repudia, a minha revolta sobre o seguinte assunto:Efetuei reserva de um imóvel na Av. Manuel Alpedrinha, nº 14, 3º A, em Amadora, em 23 de agosto de 2017 através da agência imobiliária ERA, entregando para o efeito um cheque no valor de 2.500 Euros. Efetuei pedido de crédito bancário à Caixa Geral de Depósitos, à qual passei a ser cliente nº 161723606. Cumpri com todos os requisitos necessários para a aquisição do imóvel em questão, apesar das dificuldades que me foram colocadas para conseguir um crédito habitação em virtude da vida me ter tornado um doente oncológico e também pelo baixo rendimento que aufiro em virtude de ser mais um funcionário público com o salário e a carreira congelada há diversos anos pelos governantes do meu país. Estamos em janeiro de 2018 e passados 5 meses (cinco meses!) desde a reserva, a escritura do imóvel foi cancelada 6 vezes (seis vezes!). Leu bem, seis vezes.Inicialmente a escritura foi cancelada pela Caixa Geral de Depósitos porque o imóvel tinha um problema relacionado com a insolvência de um dos proprietários do imóvel, situação que a agência não me reportou aquando da reserva e aparentemente não comunicou à entidade bancária. Por este motivo, a escritura foi cancelada mais duas vezes pela imobiliária enquanto resolviam o problema que tinham conhecimento existir com o imóvel. Seguidamente, a escritura voltou a ser cancelada mais uma vez numa véspera porque segundo a imobiliária, um dos herdeiros / proprietários do imóvel não podia estar presente porque ia apanhar azeitonas e não ia perder os “40 euros que ia ganhar nesse dia”. Sim, leu bem, isto foi literalmente a justificação que me foi dada pela imobiliária. Seguidamente, a escritura voltou a ser cancelada mais uma vez na véspera porque segundo a imobiliária, um dos herdeiros não tinha apanhado o avião no dia anterior à escritura (!) desde a Argélia para se apresentar na escritura o dia seguinte. Pelo meio e após várias reclamações da minha parte, sou mandado pelos representantes da imobiliária ERA, a ter calma e para “não me preocupar com nada” e inclusive, que eu estava se calhar “a exagerar um bocadinho”. A certa altura do processo, ainda tiveram a petulância de recomendar que eu fosse para uma pensão, em vez de tentarem resolver o problema que me criaram. Os meses foram passando e financeiramente cheguei a um ponto de rutura, em que já tive de pedir dinheiro emprestado para pagar tratamentos no hospital e para poder pagar o aluguer de uma casa que entretanto tive de passar a viver e onde pago 450 euros por mês, que é mais de metade do meu salário (!). Devido a esta situação, passei a ter problemas de hipertensão, problema que nunca tinha tido antes na minha vida e que é o resultado de toda esta pouca vergonha que tem sido lidar com a imobiliária ERA e a Caixa Geral de Depósitos, tendo ido várias vezes nos últimos 5 meses às urgências com episódios graves. A agência ERA Alfragide e a Caixa Geral de Depósitos, comunicam maioritariamente através de correio eletrónico, não prestam serviço direto ao cliente nem dão previsão para efetivação da compra do imóvel. O último cancelamento de escritura foi no dia 15 de janeiro de 2018, tendo sido desta vez da responsabilidade da Caixa Geral de Depósitos devido a uma incompetência no seu funcionamento administrativo.Escandalosamente, a Caixa Geral de Depósitos informou do cancelamento da escritura às 8:33h. do dia 15 de janeiro de 2018, tão somente duas horas e meia antes da hora marcada (!!) na conservatória para a efetivação da escritura. Perdi um dia de trabalho, que já ninguém me paga e nem sequer um pedido de desculpas formal me foi dado pelo banco. Sinto-me gozado e enxovalhado por estas duas instituições. Este processo não tem fim e estou desesperado. Necessito de uma casa para viver. Não entendo o funcionamento da imobiliária nem do banco, e quais as razões que têm levado a que este imóvel não me seja vendido ou que seja efetuada a escritura. Preciso que alguém me ajude, já gastei mais de 600 euros com custos de processo e desde que reservei o imóvel, já gastei mais de 4.000 euros em alugueres de casas que podia ter poupado se a escritura do imóvel que reservei já tivesse sido concretizada.No momento em que escrevo esta carta, já passaram dois dias desde o último cancelamento de escritura e nem uma palavra mereci ainda, da parte da imobiliária ERA, nem da Caixa Geral de Depósitos. Nada. Sou tratado como se não fossemos todos seres humanos, isto tem sido indecente e uma humilhação completa e peço a quem leia estas palavras que faça algo pois isto já é uma questão de humanidade. Eu preciso desesperadamente de uma casa para viver.Alguém tem de ser responsabilizado por todo o mal que me tem sido imposto com este processo. Apenas quero viver a minha vida. Alguém me ajude, POR FAVOR.À atenção de alguémCom os melhores cumprimentos,

Resolvida
A. C.
27/12/2017

Responsabilidade 50-50

No passado dia 24 de Novembro tive um acidente com outro condutor. Ambas as viaturas estavam a sair do estacionamento, em perpendicular, quando me apercebo da outra viatura e paro. A outra viatura não me vê e continua a recuar indo bater no meu veículo.Participei o sinistro à Logo, enviei fotos do sinistro e a DAA. Apesar de nas fotos ser visível que o embate foi lateral (para além da amolgadela, a direção dos riscos indicam como foi o embate), a Logo decidiu que a responsabilidade era de 50%, sendo que fica a meu cargo 50% da reparação da minha viatura.Ora, como a minha viatura estava parada e foi a outra viatura que foi embater na minha, não acho que eu seja responsável pelo acidente.Já reclamei junto da Logo mas eles mantêm a sua posição e disseram-me que eu tinha que reclamar junto da outra seguradora o que também não acho normal. Tendo eu um contrato com a Logo, acho que é com a Logo que tenho que resolver o problema e não com a outra seguradora.

Encerrada
A. N.
09/12/2017

Falta de transparência e má educação

Liguei para o serviço em questão, após ter encontrado o site na net com um número telefónico. O site não continha informações absolutamente nenhumas relativas a preços. Ao ligar, perguntei por preços e disseram-me que era 25€ por hora (e nada mais acrescentaram!!). No final do trabalho, que durou cerca de 1h, perguntei quanto ia pagar e disseram-me que teria de pagar 50€ porque eram obrigatórias 2h mínimas. Liguei para o escritório novamente e disse que não tinha sido avisada desta situação, ao que me responderam que o mesmo acontecia em todas as empresas de transporte e a informação constava no site (o que não acontece, repito). Enquanto alertava para a falta de transparência e a necessidade de avisarem de antemão os clientes destes factos, ouço uma voz de uma senhora brasileira no fundo a dizer essa mulher é uma estúpida. Perguntei se estavam a falar comigo, ao que me respondem sim, você é uma estúpida, continuando com mais insultos, que claramente me indignaram. Retribui novamente a chamada e após estar em conversa com o senhor que me dera mal as informações de início, pediram desculpas, justificando-se com o facto da senhora não trabalhar na empresa, estar muito enervada e o dia não estar a correr bem, estar a falar com a filha e não comigo, estar a atender um outro cliente etc. Além do mais, não passaram factura.

Encerrada
A. C.
08/12/2017

Reparação de caldeira e som ambiente

Na última semana de Agosto de 2017, depois de um mau tempo de chuva e trovoada, quando chego a casa, deparo-me com a falta de luz, que, depois de verificar o quadro electrifico, verifico que este foi a baixo.Depois de o ligar, verifico que o sistema de som ambiente, que está incluído integralmente na minha habitação, e no projecto da minha habitação, deixou de funcionar. Pelo que me foi informado por um técnico de electricidade que chamei uns dias depois a casa, que tinha sido o transformador que tinha queimado, devido a algum pico de corrente, sendo que, não seria normal isso acontecer devido ao aparelho em questão ser recente, pois o prédio onde habito foi construído em 2009.À noite, quando tomava banho, deparei-me que deixei de ter água quente para tomar banho, tanto eu como a minha família, sendo que, se trata de um bem essencial.Deparei-me que a caldeira que fornece agua quem para os banhos, ao fim de alguns minutos, aquecia e deixava de funcionar.Chamei um técnico representante da marca da caldeira (chaffoteaux) e este verificou que a placa da caldeira tinha avariado.Levou-a para a tentar arranjar, mas verificou que não tinha reparação e que teria de ser substituída por uma nova.A reparação teve o valor de 403,4$ euros do qual tive de pagar do meu bolso.Enviei o recibo da reparação da caldeira e expliquei o sucedido.Pedi a um técnico amigo, representante oficial da Junkers que me fosse ver a caldeira, e este disse que não é normal uma caldeira tão recente e com as manutenções todas em dia, como apresenta o relatório do técnico que reparou a minha caldeira, avariar assim sem mais nem menos.Depois de enviada toda a informação para a seguradora Liberty Seguros, esta enviou um técnico fazer a peritagem da caldeira.O técnico nem se deslocou à minha habitação para ver a caldeira.Afirma a seguradora que o perito apenas foi ver a peça danificada à loja onde pertencia o técnico que me fez a reparação da caldeira.Nem se quer fez a peritagem do meu sistema de som ambiente.Só mais de um mês depois, e depois de eu ter reclamado, é que foi um perito da seguradora foi a minha casa para fazer apenas a peritagem do sistema de som. Mais uma vez ninguém viu a caldeira.Resultado do relatório do perito foi que o sistema de som tinha sobreaquecido ao longo do tempo de utilização do transformador, sendo este praticamente novo, e que a caldeira não tinha qualquer componente avariado devido a descarga eléctrica.Como pode um perito fazer um relatório sem ver os aparelhos ou testa-los????E a seguradora diz que não cobra o sistema de som.Como se faz parte integral da casa? Toda a informação foi-me dada porque eu insisti com a seguradora para que me dessem informação sobre o meu processo, e depois de eu ter ligado e gasto dinheiro em chamadas para a seguradora para resolver o meu problema, por caso contrário, ainda hoje estaria à espera de resposta

Encerrada
A. C.
07/12/2017

Tempo de resposta

Exmos. Senhores,A minha mãe, Maria de Fátima Simões da Cunha A. Vieira, a 14-08-2015 adquiriu duas máquinas (lavar loiça e lavar roupa), na CONFORAMA, da marca CONFORTEC, tendo também comprado as extensões de garantia para ambos – apólice OPT130CO002505729, certificados n.º 0PT130CO002505729-4493 e 0PT130CO002505729-4494.A máquina de lavar loiça não trabalhava porque não ligava, a máquina de lavar roupa já só trabalhava às vezes, devido ao mesmo problema.Depois de contactarmos a CONFORAMA pedindo para ativar os certificados de seguro, recebemos a visita do técnico da CASA – Claim Accident Service Assistance, a 16/11/2017. Estranhamente foram cobradas duas deslocações no valor total de 73.80 euros (IVA incluído) aquando da visita de um só técnico (Sr. Filipe Guimarães), que se deslocou por uma vez. Junto envio respetivo documento de cobrança. Em relação a este documento, para além de reclamar cobrarem duas deslocações quando apenas se deslocaram uma vez, e notem que não foi cobrada qualquer mão de obra já que não foi necessária qualquer desmontagem das máquinas, o que, isso sim, justificaria cobranças em duplicado, pergunto também que tipo de documento é este – fatura, nota de despesa, recibo??? – uma vez que é cobrado IVA, não contém o número de contribuinte do segurado, comprovativo de que está autorizado pelas Finanças e que será reportado à mesma – que documento é este?? Peço que esclareçam. Mais informo, que mesmo sendo o dinheiro para devolver a posteriori, garantia que o técnico não deu mesmo caso o orçamento fosse aprovado, uma vez que houve um pagamento tem de haver um documento fatura que comprove essa compra, mesmo que depois tenha de ser anulado, por exemplo, por nota de crédito. E caso, não devolvessem, seria mesmo garantido que entregariam depois a respetiva fatura? Não me parece… ou iriam cobrar nova deslocação para entregar a fatura?!...Não bastando, desde 16/11/2017 que aguardamos uma resposta . Estranhamente a 28/11/2017 (passados 12 dias) quando telefono para o número 213231411 da Mapfre e sou atendida pela Sr.ª Ana Luísa, é quando precisamente naquele momento o orçamento de reparação chega e é aprovado... A 28/11, é-me então dito que a o técnico entraria agora em contacto para a reparação.A 05/12/2017 (mais 7 dias), na ausência de qualquer contacto, volto a ligar o número 213231411 da Mapfre e sou atendida pela Sr.ª Ana Luísa. Desta feita a Sr.ª Ana Luísa diz-me que a autorização já tinha seguido, e que iria fazer o ponto da situação com a CASA. De acordo com a informação da Sr.ª Ana Luísa, a CASA informa, então nesse dia, de que o atraso foi devido às peças que tiveram de ser pedidas ao fabricante, mas que já tinham chegado e que no mesmo dia, ou no dia seguinte, seriamos contactado pelo técnico para proceder à reparação.A 07/12/2017 (mais 2 dias), na ausência de qualquer contacto, volto a ligar o número 213231411 da Mapfre e sou atendida pela Sr.ª Ana Luísa. Desta feita a Sr.ª Ana Luísa, volta a ligar para a CASA e a informação que tem para me dar é de que as peças ainda não chegaram??, pelo que teremos de aguardar, não sabe por quanto tempo. Informo a Sr.ª Ana Luísa que li as condições da apólice que dizem que no caso de não ser possível a reparação, o equipamento é trocado por novo equivalente. Pergunto quanto tempo teremos que esperar pelas peças, até que seja declarada impossível a reparação. Diz-me que não será ad eternum, mas que se quiser saber prazos vá consultar a legislação!!Desligo, e ligo para a CASA para o 800 91 70 70. Confirmam a informação que tinham dado há momentos à Mapfre, e eu digo que até entendo que a Mapfre demorou 12 dias a responder positivamente ao orçamento, mas que já tinha recebido há dois dias a informação de que as peças tinham chegado, e agora voltaram a dizer que aguardavam as peças. Por quanto tempo? – pergunto. A CASA ficou de ir averiguar e ligar-me de volta. Mais uma vez, coincidentemente e por obra do acaso, ligam-me em pouco tempo de volta e dizem que as peças acabaram de chegar nessa tarde (a de hoje, dia 7) e que agora o técnico iria entrar em contacto para, em princípio, na próxima 3ª feira, dia 12 (mais 5 dias) ir levantar as máquinas (ainda não é a reparação!!) para as reparar. Quanto tempo levará a reparar, desconheço.Em resumo, há 21 dias cobraram 73.80 euros à minha mãe, que não recebeu qualquer documento legal comprovativo desse pagamento, e passarão mais de 26 dias até que seja fornecido um serviço que já pagaram quando efetuaram a extensão da garantia. Passará cercar de 1 mês em que lavam toda a loiça à mão. Eu própria despendi já imenso tempo em contactos e agora com este e-mail, e meus senhores, tal como as V/ deslocações, para mim tempo também é dinheiro. Reclamo agora junto da Mapfre e da CASA. Reclamarei também junto da CONFORAMA que vendeu o produto extensão da garantia e que o anuncia no seu site, conforme anexo – com quem já falei para por em cópia neste e-mail, mas que infelizmente terá que ser via formulário do website. Pedirei ainda esclarecimentos às finanças em relação ao documento emitido contra um pagamento e finalmente reclamarei no Livro de Reclamações eletrónico.Dia 12 de Dezembro, próxima terça-feira, os meus pais têm consultas médicas marcadas em Coimbra pelo que não estarão em casa. No entanto, faltam 5 dias até dia 12, pelo que o V/ técnico provavelmente encontrará espaço para resolver o problema antes disso.

Encerrada
B. P.
28/11/2017

Transferência de agência

Já desde Outubro do ano passado que estou a pedir ao meu banco a trânsferência da gestão das minhas contas para a agência das Caldas da Rainha pois è onde resido á varios anos atualmente a conta pertence à agência de Almada,apesar de varios pedidos por escrito internos do banco nunca nada foi feito nem qualquer razão foi apresentada,esta situação já me causou varios problemas ainda ontem me dirigi ao banco derivado a este assunto e continua igual e ninguem sabe explicar porque sabem é levar comissões sem sequer avisarem o cliente de que tal acontecerá,hoje e sempre os bancos continuam a fazer o que querem até os funcionários pensam que estão a fazer um favor ao nos atenderem,já trabalhei com vários bancos mas como o santander pelo lado negativo nunca vi e só lá estou porque era cliente do Banif e a alteração prejudica-me bastante.

Encerrada
R. M.
22/11/2017

Cobrança de prestação mensal indevida

Quando fiz o crédito habitação, juntamente com o mesmo fiz um seguro de recheio da casa. Actualmente tenho outro seguro de recheio (que tive de fazer para beneficiar das condições mundo 123, com a apólice nº4700553979) e desisti do antigo, isto passou-se há cerca de 1 ano. De há um ano para cá o banco não deixou de descontar na mensalidade o velho seguro e o gestor de conta diz sempre que vai fazer uma exposição (já vamos na terceira) e nada se resolve, sendo-me descontado da conta todos os meses cerca 6,19 do referido seguro.

Resolvida
A. C.
17/11/2017

Reclamação Seguro Gadget- Seguro para telemóveis (iPhone, samsung, htc,etc)

Acionei o seguro gadget da ocidental que cobre quebra acidental após ter sofrido uma queda de bicicleta, devido a 3 cães se colocarem de repente à minha frente e partir o ecrã do meu telemóvel (não é dano estético, é mesmo um dano funcional- ecrã e vidro). Neste momento tenho um telemóvel com uma mancha no ecrã preta que não me permite ver o que estou a fazer, e inclusive me obrigou a ir a marca para me desbloquearem o telemóvel pois não via onde estava a tocar para colocar o pin de desbloqueio. Acontece que a ocidental seguros, que comercializa este seguro através Millennium BCP e do ActivoBank, não se disponibilizou a indemnizar o dano ocorrido pois não se verificou o ponto 2 do artigo nº1 das Condições Especiais do Seguro Multirriscos Equipamento Eletrónico, que diz A presente garantia somente poderá ser acionada caso ocorra a perda completa de funcionalidade do equipamento seguro, em função da verificação de um dos riscos previstos no número anterior. Ora, esta cláusula é extremamente abusiva, pois para já a perda total da funcionalidade de um telemóvel, não significa, nem está escrito em lado nenhum, que é o telemóvel não ligar. Um telemóvel em que o ecrã está todo preto ou parcialmente preto e que não nos permite ver o que fazemos, impossibilitando a realização de chamadas, mensagens, etc não tem qualquer tipo de funcionalidade. Além disso, neste cláusula não está explícito em lado nenhum que a perda de funcionalidade do telemóvel teria que ocorrer no ato da queda pelo que a agravação do problema pode ocorrer com o passar do tempo. Ou seja, a seguradora considera o telemóvel funcional (por isso não procedeu à reparação) pelo que a continuação do uso do mesmo não será um problema. A participação foi feita no dia 9/10/2017, a resposta da Ocidental recebida a 19/10/2017. Foi enviada uma reclamação com novas provas da marca a comprovar o problema e o agravamento do mesmo no dia 4/11 , sendo que o problema de agravamento já tinha sido comunicado ao perito no momento em que fiz a participação do sinistro, e hoje dia 17/11 dizem que continuam sem indemnizar pq as provas não são válidas. Ora se o relatório da marca, que me foi pedido inicialmente com um orçamento e outro com provas que o problema compromete a total funcionalidade do telemóvel com tendências a agravamento e perda total da funcionalidade do telemóvel não é relevante não sei o que pretendem mais. Sei que desde o primeiro momento o problema do meu telemóvel não tem parado de agravar e neste momento nem posso andar com o meu telemóvel porque não vejo o que faço com a mancha preta que tenho no ecrã. Se isto não é a perda da funcionalidade de um telemóvel também não sei de que serve um telemóvel assim. Gostava que experimentassem fazer chamadas e usá-lo para perceberem se funcionava. Se no início foi considerado funcional pela Ocidental, logo a utilização do meu telemóvel funcional não seria um problema , na resposta a reclamação já dizem que é expectável agravamento do problema com a utilização do telemóvel. Querem que faça o quê? deite o telemóvel fora porque não o quiseram arranjar? Além disso, eu não sou obrigada a ter um telemóvel de substituição. A seguradora considerou ainda funcional o telemóvel por isso não procedeu ao pagamento dos danos mas depois quer que não o utilize porque pode agravar o problema. Mais grave ainda é que é o 4º seguro gadget que fiz e confiei no serviço e aconselhei (peço desculpa a quem o aconselhei e aos que estavam a indecisos e á espera da resposta do que me aconteceu, já a têm), mas infelizmente após todo o dinheiro gasto neste seguro abusivo, quando precisei dele não se disponibilizaram a pagar. Se aconselho? De forma nenhuma! Mais vale distribuírem dinheiro pela rua porque este seguro é deitar dinheiro ao lixo.

Encerrada
A. C.
14/11/2017

insistência em cobranças ilegais

problemas com a MEO - chamadas ofensivas e ameaçadoras da Intrum Justitia

Encerrada

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